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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
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Jeff Johnson & Brian Dunning - Music of Celtic Legends: The Bard & The Warrior

6 comentários

Gênero: Música Celta
País: Estados Unidos/Irlanda
Ano: 1997

Comentário:

Sabe aquelas músicas que possuem o poder mágico de te transportar imediatamente para outra paisagem? Imagino que saiba, mas então te conto outra coisa: imagina agora que a paisagem em questão são verdes planícies irlandesas banhadas por costas serenas, em que as ondas quebram com suavidade contra as rochas. Se andar mais um pouco nesse cenário, logo chegará a um banquete onde há muita música e alegria e onde jovens tocam suas harpas enquanto os guerreiros grandes como ursos descansam de suas batalhas. É um ambiente que me agrada de andar. E é esta paisagem e algumas outras que são evocadas neste álbum.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
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Artesia - Discografia

1 comentários
Gênero: Ethereal, Darkwave, Atmospheric, Celta
País: França

Comentário: Formada em 2001, Artesia – de cujo nome é inspirado no personagem Robert d’Artois, da saga medieval Reis Malditos do escritor Maurice Druon ; a princípio, era um projeto composto apenas por uma pessoa: Agathe, quem compôs e gravou a primeira demo da mesma, em 2003, intitulada L'éveil de l'âme. Contudo, pela má qualidade da mesma acabou não sendo distribuída. No mesmo ano, o projeto ganhou uma nova integrante: a violinista Gaëlle. Agora, ganhando moldes de banda, o duo lança outra demo em 2004, esta com relativa divulgação, intitulada L'aube Morne. No ano seguinte, é composto e gravado o primeiro álbum, Hilvern, o qual seria lançado em 2006. Após este lançamento, o grupo assina com a Prikosnovénie, esta a qual já é bem conhecidinha por nós, justamente por promover bandas que seguem a linha Ethereal e, diga-se de passagem, são lindas com potenciais absurdos!

Em 2007, lançam o álbum Chants D'automne, e em 2008, Gaëlle deixa a banda alegando motivos pessoais. Agathe continua com a banda compondo algumas músicas para o próximo disco e, posteriormente, recebe ajuda do guitarrista/percussionista Loïc, quem se tornaria membro oficial algum tempo depois, junto à entrada de mais um integrante: a violinista Coralie.

Devido ao fato da banda sempre ter sido composta por violinistas e predominância feminina, a sonoridade de Artesia é feérica, com vocais femininos doces, melancólicos e etéricos; e instrumentais acústicos, de percussão, além de choros de violino. E quando eu digo "choro" é porque esta sonoridade é excessivamente melancólica! A própria Agathe já afirmou que o som que Artesia faz é um Atmosférico Melancólico. Ouvir essa banda é embarcar em uma viagem de terras distantes que existiram (ou não) apenas no imaginário popular de sociedades extintas. Particularmente, quando escuto certas músicas de Artesia, de tanta dor musical, tenho a sensação de que esta é a trilha sonora para o momento em que o espírito deixa a matéria!

P.S.: Quem não souber por onde começar, pode seguir a ordem de lançamentos dos álbuns mesmo. Último post do ano; adeus 2012!... 2013, vem nimim!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
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Iona - Discografia

5 comentários
Gênero: Progressive Rock, New Age, Celtic, Ambient
País: Inglaterra
Ano: Fim dos anos 80 até os dias atuais

Comentário: Encontrei Iona, a princípio, em alguma coletânea por aí de música celta em uma época em que eu estava muito fascinado pela cultura desse povo. Devo dizer que foi um achado magnífico. Iona traz consigo diversas influências que vão desde o jazz, nos primeiros álbuns, até músicas ambient. É fácil deduzir, portanto, que essa banda não costuma tratar a música celta no conceito mais conhecido do gênero. Mas também é verdade que um termo que parece ser bem apropriado para classificá-la seja realmente o "celta progressivo", ou pelo menos até onde isso queira dizer alguma coisa.

A sonoridade de Iona consegue variar muito e num só álbum é possível encontrar ritmos e melodias bem diversificados uns dos outros. Embaladas pela voz de Joanne Hogg, as músicas apresentam-se ora como típico rock progressivo das década de 70 ou 80, ora como uma balada new age. Às vezes, também, as melodias são puramente uma amostra da rica cultura musical celta, e isto com direito a harpas, gaita de foles e flautinhas. Porém, também é possível encontrar uma mistura disso tudo aqui e ali.

Mas não é só o instrumental que remete à cultura celta. As letras também o fazem, e o fazem com certa poesia. O próprio título da banda, Iona, remete ao nome de uma das ilhas do arquipélago das Ilhas Hébridas, na Escócia. O primeiro álbum, de mesmo nome, conta histórias a respeito desse lugar. Também é o álbum que mais utiliza saxofone.

domingo, 30 de setembro de 2012
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Caprice - Discografia

12 comentários
Gênero: Neoclassical, Baroque, Ethereal, Neofolk
País: Rússia

Comentário: Esses tempos tenho apelado para o Last.fm para conhecer bandas, já que me falta o tempo para visitar os meus compartimentos secretos nesta imensidão suja cibernética. A ironia é que todo mundo já fazia isso e eu só descobri agora! Enfim, Caprice é outro fruto desta minha vida de desbravadora em terras lastiéfeminianas!

Formado em 1996 e liderado pelo pianista/compositor Anton Brejestovski, esse grupo é outro pupilo da Prikosnovénie, gravadora já conhecida pela sua quedinha por bandas que fazem a linha Ethereal Feérico. Contudo, até 2001 – ano que assinaram com a mesma – os tempos eram outros... No mesmo ano de formação, lançaram seu primeiro álbum intitulado Зеркало (Mirror) e o qual é cantado em russo. Esse álbum fala do fim da vida, da morte e da vida após a morte. E nele é perceptível a influência do Rock Progressivo e até mesmo um certo experimentalismo em algumas passagens de certas músicas. Contudo, a Prikosnovénie veio e as ideias do grupo mudaram junto à gravadora. Eles começaram a se interessar por fadas e elfos; e junto aos vocais doces e agudos – por vezes líricos – de Inna Brejestovskaya e ao idioma Laoris – este criado pelo próprio grupo como a representação da língua que as fadas provavelmente falariam – é a marca do grupo. Possuem uma típica sonoridade acústica clássica, com a utilização de violino, harpas, flauta, clarinete, violoncelo, etc, além de piano e uns synths muito sutis.

Após o contrato com a gravadora, Anton passou a abordar outros temas como a poesia de William Blake e o universo épico de Tolkien, além de escrever as letras em outros idiomas além do russo, como alemão, inglês e o próprio laoris; possivelmente em uma tentativa de ir mais longe do meio musical de onde já viviam no leste europeu. A grande ironia é que Caprice, para nós que vivemos no Ocidente, chegou apenas com sua trilogia das músicas das fadas: Elvenmusic 1, 2 e 3. Estes álbuns são cantados principalmente em laoris e simbolizam as músicas das fadas, mas também são cantados em outros idiomas como o inglês na faixa Faeries Stole Bridget (Elvenmusic 3), pois esta seria o mundo das fadas na percepção humana. Indubitavelmente esta trilogia é a mais famosa do grupo, a que mais encontramos em sites brasileiros e, mesmo tão conhecidos por nós, ainda há uma grande lacuna nas informações disponíveis por aí!

Obs 1: Antes que uma certa pessoinha venha me perguntar qual álbum baixar primeiro, sugiro a seguinte ordem: baixe primeiro a trilogia (se não gostar de Elvenmusic 1 nem continue escutando os outros álbuns de Caprice!), depois passe para o álbum Зеркало. Depois escute qualquer outro álbum desde que não seja o Kywitt! Kywitt!, este possue uma sonoridade mais "densa" o que o torna sutilmente diferente dos demais e, portanto, deveria ser escutado por último.

Obs 2: Normalmente eu não coloco as imagens dos encartes dos álbuns, mas o encarte (covers) do Ginderwodan Part I é tão bonito que abri uma exceção!

Obs 3 (e mais importante): Este post marca a minha utilização do Narod como servidor “âncora”. Este é um servidor russo que atuará em meus posts mais ou menos como o Megaupload fazia. Ele é bem fácil de usar, mas de todo modo elaborei uma “tutorial” que está disponível na nossa barra de Informações: Como usar o narod em 3 passos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011
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Flogging Molly - Speed of Darkness

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Gênero: Celtic Punk
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Muitas bandas gostam de se reinventar e arriscar algo em seus novos trabalhos, outras constroem sua zona de conforto e criam sua própria sonoridade que se torna notável e marcante, o Flogging Molly é uma dessas. A banda que começou com um mero irlandês expatriado em Los Angeles, conseguiu lançar seu nome ao mundo com o álbum Drunken Lullabies de 2002 e sua divertida mistura entre a velocidade do punk e influências fortíssimas da música folclórica irlandesa que permeia todos os trabalhos do grupo. Desde então permanecem com fama ascendente, integraram o lineup de diversos festivais dos mais renomados e emplacaram seus álbuns posteriores, chegando até Speed of Darkness, o mais recente até então que estreou em nono lugar na Billboard, uma excelente posição pra uma banda que canta música para piratas bêbados e ruivos alcoólatras.

O álbum é aberto com a excelente faixa titulo, que faz jus ao nome sendo uma das mais velozes do disco, e ainda conta com seu refrãozinho grudento, impossível não ouvir e não sair cantarolando “The speed of darkness lights our way”. Segue com Revolution mais uma vez grudenta, e a velocidade do álbum já é quebrada com a excelentissima The Heart of Sea, baladinha que conta com uma atmosfera incrível. E o álbum passeia por esse modelo de duas a três músicas puxadas para o punk quando então é quebrado por alguma faixa mais lenta com suas atmosferas contagiantes que serviriam muito bem prá ilustrar alguma fábula ou história sobre piratas.

Por fim é o que se pode se esperar de um álbum do Flogging Molly, divertido, com sua atmosfera folclórica única, violinos, banjos, bandolins, acordeões e gaitas sempre presente acompanhando guitarra, bateria e baixo e os vocais típicos do Dave King.

MySpace//LastFM

Tracklist:

1."Speed of Darkness"   4:08
2."Revolution"   3:13
3."The Heart of the Sea"   3:43
4."Don't Shut 'Em Down"   3:40
5."The Power's Out"   4:39
6."So Sail On"   2:47
7."Saints & Sinners"   3:31
8."This Present State of Grace"   2:48
9."The Cradle of Humankind"   5:11
10."Oliver Boy (All of Our Boys)"   4:07
11."A Prayer for Me In Silence"   1:54
12."Rise Up"   3:34

Mediafire//DepositFiles//Uploaded

sábado, 17 de setembro de 2011
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Omnia - Wolf Love

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Gênero: Neoceltic Pagan Folk
País: Holanda/Bélgica
Ano: 2010

Comentário: Eu sei que ao ler o termo Neoceltic Pagan Folk, você pensou “WTF?”. No entanto, este é o modo como a banda Omnia classifica seu “segmento musical”, exatamente para ficarem à vontade na hora de fazerem a sua gororoba sonora. Formada em 2000, seus integrantes são de vários países europeus (Irlanda, Bélgica, Alemanha e Holanda), algo que influencia diretamente na composição das músicas, sobretudo, a partir das raízes mitológicas européias, ou você realmente achou que Neoceltic Pagan Folk era um apenas nome qualquer?!

Aqui, o termo “Folk” é usado em seu sentido literal: Folclore; haja vista que a banda utiliza como principal temática das músicas as religiões pagãs (daí vem o termo “Pagan”) da Antiguidade, sobretudo, céltica (daí viria o “Celtic”), nórdico-germânica; onde o assunto preferido são os rituais/cultos aos deuses na Antiguidade e Idade Média; além de elementos da cultura de suas próprias terras natais e de outras espalhadas pelo mundo. As músicas são cantadas em diversos idiomas como inglês, bretão, galês, latim, alemão, finlandês; do mesmo modo são utilizados vários instrumentos, que vão desde harpa celta até uma singela gaita, passando por gaita de fole, tambores, quase todos os tipos de flautas possíveis, bouzouki (??), didgeridoo (???????) e...

O “Neo” daria sentido ao (NOVO) modo sonoro como essas músicas são construídas: saladão musical daqueles que se mistura feijão, arroz, leite de soja, amendoim, dois ovos e um copo de coca-cola, bate-se tudo no liquidificador para se tomar de canudinho com direito a uma fatia de abacaxi na borda do copo! Ou seja, em Wolf Love, você pode esperar encontrar um coral tosco ala We Are The World a um rapzinho medieval, passando por baladinhas de Folk-geração-Bob-Dylan e instrumentais com solos de harpa e xilofone!

O fato é que pessoas metódicas que procuram progressividade e previsibilidade musical ficarão horrorizadas com Omnia!

Tracklist: 
01. Wake Up
02. Dance Until We Die
03. Jabberwocky
04. Saltatio Vita
05. Teachers
06. Love In The Forest
07. Toys In The Attic
08. Shamaniac
09. Solfeggio
10. Wheel Of Time
11. Sister Sunshine
12. Taranis Jupiter
13. Moon
14. Wolf Song
15. Cornwall
16. Sing For Love




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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
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Cycle, Canto De La Vida - Songs From The Mediterranean

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Gênero: Música Erudita / Música do Mediterrâneo
País: ???
Ano: 2004
Comentário: Estou aproveitando a folga do feriado para fazer um post. Esse CD eu peguei na faculdade com meu professor de história da música, acho que vocês vão gostar.
Se trata de um álbum que "mostra" o ciclo de vida de uma pessoa, desde o seu nascimento, passando pelo primeiro amor, o casamento, os filhos, a traição, a velhice, a morte, e por fim o renascimento. Escutando com atenção, poderão notar claramente todas essas etapas da vida de uma pessoa. Daí o nome do álbum "Canto De La Vida".
Espero que vocês gostem! Esse é um álbum difícil de ser encontrado, e é um material e tanto para os apreciadores da música, no geral. Acrescentando um pouco de conhecimento, essas músicas são interpretadas no estilo antigo de se fazer música, então os menos leigos poderão notar algumas características muito fortes da música no antigo mediterrâneo! Só para constar, tem um arquivo de Word junto que fala as músicas que são referentes às determinadas partes de vida.. Isso pode ajudar um pouco na apreciação! Enjoy!

Tracklist:
01. Nochez, nochez
02. Asherico
03. Youth
04. Je suis trop jeunette
05. Fel shara
06. Andre D. Philidor, Marche de timballes a 2 timballes
07. Sou 'pa mana
08. Skalerica de oro
09. Marital Life
10. A la una
11. Mi suegra
12. La vida do por el raki
13. Birth
14. Nenna nenna
15. Kanto, gayo
16. A Child
17. Ninna nanna ri la rosa
18. Cheating and Disappointment
19. Hajarni habibi
20. Adio kerida
21. Claude Babelon, Marche de timballes pour les gardes du Roy
22. O dismos ki o vasilikos
23. Separation (Improvisation)
24. O Charon
25. Nochez, nochez

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domingo, 19 de setembro de 2010
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Dagda - Sleeping With The Gods Of Love - Celtic Trance

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Gênero: Celta, New Age, World Music
País: Irlanda
Ano: 2001

Comentário: Dagda é um grupo de Música Popular Irlandesa composto de dois compositores / Reg Keating, produtor e programador / Phillip O’Reilly, produtor. Eles começaram a trabalhar juntos no Estudio Owl em Dublin, na Irlanda, durante o ano de 1997 e rapidamente criaram uma boa parceria musical. Phillip toca guitarra e teclado, enquanto Reg toca teclados e uma seleção de flautas irlandesas e pífanos. Em sua maior parte de produções envolvem-se com muitos músicos e vocalistas para lhes dar os exatos sons que estão procurando. A sua primeira produção conjunta foi Celtic Trance, que alcançou aclamação crítica em todos os E.U.A. Uma faixa deste álbum foi usada no documentario “INTO THE ARMS OF STRANGERS” vencedor do Oscar em 2001. Outras faixas do Dagda foram incluídas em filmes premiados e em mais de 30 compilações em companhia de artistas como Sting, Sarah Brightman, Paul Hardcastle, Art of Noise, ERA, Clannad, Mike Oldfield, Enigma, Bono e Maire Brennan, Ennio Morricone, Ry Cooder , Deep Forest, Moby, Faithless e muitos mais.

Tracklist:
1. Prolog
2. Anthem Of The Gods
3. Delilah
4. Angel Eyes
5. Sailing By
6. Dreaming
7. Hold Me Now ('Til I Die)
8. Gods Of Love Live Here
9. Spirits Fly
10. Pipes Of Eros
11. Karina
12. Shadow Of Atlantis

Link part1
Link part2
sábado, 24 de julho de 2010
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Corde Oblique - Discografia

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Gênero: Neofolk, Folk, Ethereal
País: Itália
Período em atividade: 2005 - presente

Comentário: Corde Oblique é um projeto solo do compositor italiano Riccardo Prencipe, que trabalha com vários estilos, aproximando-se da música tradicional do mediterrâneo, porém abrangendo ritmos diversos. Volontà d'Arte assemelha-se a Respiri: todas as faixas são especiais. Neste álbum, no entanto, o violino e os vocais tomam a frente das canções, sendo ainda mais variadas as composições. Já em "The Stones Of Naples" temos a mais pura tradição "Dead Can Dance", combinando letras com pensamentos que transbordam melancolia, nostalgia, filosóficas, entre outras inspirações!

[ Site / Lastfm / Myspace / Facebook ]

terça-feira, 29 de junho de 2010
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Cruachan - Folk-Lore

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Gênero: Celtic/Pagan/Folk-Metal
País: Irlanda
Ano: 2002 

Comentário: Como ja disse, banda irlandesa de Folk-Metal pagão.
Esse album deles traz uma mistura de muita coisa do que a banda fala, é o album mais completo posso dizer. Ela vem com um vocal limpo e doce de Karen Gilligan e um vocal mais rasgado que lembra Black Metal de Keith Fay. A banda fala mais sobre o folclore celta e a história dele. Cruachan é uma das bandas com mais influência na história do Folk-metal, é uma banda pioneira, uma das primeiras a fazer esse estilo, com músicas alegres e falando coisas como anti igreja e tudo mais que uma banda pagan fala.
Sugiro como melhor música Ride On, é boa demais.
Comentem por favor, não é toda hora que eu postarei Folk x)
Dedicado ao macho da minha vida.

Tracklist
:
1 - Bloody Sunday
2 - Victory Reel
3 - Death of a Gael
4 - Rocky Road
5 - Ossian's Return
6 - Spancill Hill
7 - Children of Lir
8 - Ride On
9 - Susie Moran
10 - Exiles
11 - To Invoke The Horned God
segunda-feira, 22 de junho de 2009
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Yasunori Mitsuda - Chrono Cross: Original Soundtrack

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Gênero: Acustic/Celtic/Neoclassical
País: Japão
Ano: 1999
Comentário: Yasunori Mitsuda, nascido em 21/1/1972, é um compositor e músico japonês mais conhecido por suas trilhas sonoras para vários jogos.

Nascido em Tokuyama, província de Yamaguchi, Japão, e criado em Kumage, quando criança fez aulas de piano, mas se interessava mais por esportes e então nunca levou muito a sério a música. Também fez aulas de computação e se tornou um autodidata, programando simples canções e jogos. Mais tarde, redescobriu a música no ensino médio, inspirado pelas trilhas de filmes como Blade Runner e pelos trabalhos de compositores como Henry Mancini.

Um dos seus professores trabalhava com videogames e mostrou a Mitsuda um aviso para uma vaga no departamento musical na Squaresoft. Mitsuda enviou uma fita demo, que lhe garantiu uma entrevista na empresa. Apesar da “desastrosa” entrevista, Mitsuda conseguiu uma vaga na equipe de som da companhia em abril de 1992.

[Trecho Acima Tirado Do LastFM Do Artista]

Bom acho que nada desse tipo foi postado aqui ainda... Essa é a trilha sonora do jogo Chrono Cross para Playstation, pra quem conhece deve saber que é "continuação" do classicos do SNES Chrono Trigger. Bom mas não é isso que interessa.

Yasunori Mitsuda fez a trilha sonora "Definitiva" no minha opinião. Simplesmente varias das músicas mais belas que ja escutei estão nessa OST. Com influencia de música Celta e Neoclassica, Yasunori fez BELISSIMAS melodias com violão, piano,violino e etc. A trilha é ate bem variada.

Se alguem ja escuto, sabe a beleza dessas musicas. Todas as músicas são instrumentais, menos a Radical Dreamers, que é PERFEITA. Baixem... Upei de dois modos: CD por CD e Tudo junto.

Dica: Quem quiser baixar separado, baixe ou o primeiro ou o terceiro, são os melhores. O segundo a excelente tbm, mas não no nivel do primeiro ou do terceiro.

Tracklist:

(Disco 1: Cause)

01 - Scars Of Time (2:28)
02 - Between Life And Death (2:38)
03 - Home Aruni (3:23)
04 - Field Of Time (Home World) (3:26)
05 - Lizard Dance (2:41)
06 - Reminiscence (3:25)
07 - Dream Of The Shore (2:22)
08 - Another Aruni Village (3:32)
09 - Sang Of Feeling (2:51)
10 - Lost Fragments (3:12)
11 - Indulging Drowning (2:00)
12 - Another Telmina (2:43)
13 - Leaving The Body (3:37)
14 - End Forest (3:25)
15 - Snake Bone Room (2:54)
16 - Victory Springs Gift (0:56)
17 - Lost Child Of Time (3:24)
18 - Another Gardov (3:26)
19 - Hydras Swamp (3:10)
20 - Dreams Creation (1:35)
21 - Voyage Another World (2:32)
22 - Phantom Ship (2:00)
23 - Death Volcano (3:39)
24 - Ancient Dragons Fort (3:54)
25 - Overcome Ones Grief (0:20)

(Disco 2: Unveiling)

01 - Start Of The Dream (0:42)
02 - Ravine Cleft Dimension (2:47)
03 - Home Telmina (3:38)
04 - Dragonrider (3:01)
05 - Voyage Home World (3:22)
06 - Home Gardov (3:58)
07 - Home Mabure (2:55)
08 - Zelbess (2:42)
09 - Sleight Of Hand Group (1:31)
10 - Nap (0:13)
11 - Chronomantic (3:18)
12 - Predicament (2:47)
13 - Optimism (2:19)
14 - Ghosts Island (3:11)
15 - Death Sea Tower Of Ruin (3:10)
16 - People Seized With Life (3:26)
17 - Previously Lost Lamp (0:32)
18 - Earth Dragons Island (3:16)
19 - Worlds Navel (2:59)
20 - Gale (2:00)
21 - Victory Summers Cry (0:53)
22 - Another Mabure (3:00)
23 - Fairies Way For Magic (0:13)
24 - Etude 1 (0:12)
25 - Etude 2 (0:14)
26 - Magical Dreamers (3:31)

(Disco 3: Change)

01 - Garden Of The Gods (2:45)
02 - Chronopolis (4:12)
03 - Fates Gods Of Destiny (3:10)
04 - Jellyfish Sea (2:55)
05 - Orphan Of Flame (2:44)
06 - Star-Stealing Girl (3:48)
07 - Time Of The Dreamwatch (4:01)
08 - Dragons Prayer (5:37)
09 - Tower Of Stars (2:26)
10 - Frozen Flame (2:54)
11 - Dragon God (3:21)
12 - Into A Time Of Darkness (0:42)
13 - Life (Faraway Promise) (6:32)
14 - Reminiscence (Feelings Not Erased) (1:39)
15 - Radical Dreamers (4:35)
16 - Fragments Of Dreams (2:00)

Download "(Disco 1: Cause)"
Download "(Disco 2: Unveiling)"

Download "(Disco 3: Change)"



domingo, 22 de março de 2009
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Dan Gibson - Emerald Forest

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Gênero:
Celta, NewAge, Ambient
Ano: 2001
País: Canadá
Comentário: Com mais de 20 trababalhos lançados, todos eles voltados à meditação, exaltação e exploração da natureza através da música, e sempre com a influência celta em suas composições, não é difícil imaginar-se ao ouvir esse projeto num filme a la Coração Valente, ou no meio do nada naquelas aldeizainhas iralandesas...
O projeto Solitudes começou em 1981, em Toronto. Infelizmente, em 18 de Março de 2006, esse cineastra, compositor, idelizador do projeto, apaixonado pela natureza e pela música, veio a falecer deixando para trás um legado que hoje é reconhecido mundialmente.
Esse projeto que fazer parte de um todo maior, o Emerald Forest, é um dos meus favoritos. Primeiro por causa da tranquilidade que denota, segundo por ser um trabalho inteiramente celta, repleto de banjos, flautas, harpas, violinos, orquestrações sutis, canto de pássaros, tudo isso explorado da forma mais sensível e momumental possível.

Recomendo eváh.

Destaque para a faixa Dawning

Tracklist:

1. Dawning
2. The Light of Day
3. Mountain of Women
4. Bonny Portmore
5. Tarn of Tralee
6. Wild Geese
7. Emerald Forest
8. The Black Rose
9. Women of Ireland
10. Evensong




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quarta-feira, 18 de março de 2009
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Primordial - To The Nameless Dead

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Gênero: Celtic/Folk/Black Metal
País: Irlanda
Ano Lançamento: 2007
Comentário: O novo álbum do ótimo Primordial já começa com tudo, trazendo a fantástica “Empire Falls”, faixa cadenciada, épica, visceral, hipnótica e contagiante - combinação que, graças aos últimos e excelentes full-lengths lançados (principalmente The Gathering Wilderness, de 2005, resenhado no NovoMetal), já se tornou a marca registrada destes irlandeses. As oito faixas - algumas bem longas - seguem a mesma linha, com melodias levemente rústicas em um andamento constante, climas de marcha épica e o vocal marcante de Nemtheanga alternando entre um tom mais ríspido (embora não exatamente brutal) e partes limpas. Para quem já escutou os dois plays anteriores, aqui não há grandes surpresas e tampouco algum detalhe que sirva como “algo a mais”. A qualidade é a mesma de costume. Já a criatividade, deixou um pouco a desejar. Explicando: após a audição do álbum completo, fica um certo incômodo ao constatar que os sete temas restantes não seguem o mesmo nível do primeiro - aquele que inicia o álbum já cativando o ouvinte, como mencionado no primeiro parágrafo. A grande composição de abertura já dá aquela chacoalhada no ouvinte e o deixa com água na boca, na expectativa por mais do mesmo. E conforme as demais faixas vão passando e tal espera não se faz plenamente recompensada, surge um certo sabor amargo na boca. Não que no restante da bolacha este To The Nameless Dead seja um full-length ruim, ou mesmo fraco. Afinal, é do Primordial que estamos tratando aqui. Mas que este seria um produto muito mais funcional e bem-sucedido se houvesse mais algumas “Empire Falls” no tracklist, disto não tenho dúvidas. Mas, como dizem, não se pode ter tudo. Algumas vezes, a luz que ilumina o túnel se apaga quando estamos no meio do caminho, nos fazendo perder um pouco do rumo. Pelo menos aqui, para mim a solução está ao alcance da mão - basta pegar o The Gathering Wilderness e colocar pra rolar na sequência...

Alskyer

(Ripado do CD)

Vídeo de
Gallows Hymn.

Tracklist:

01 - Empire Falls
02 - Gallows Hymn
03 - As Rome Burns
04 - Failures Burden
05 - Heathen Tribes
06 - The Rising Tide
07 - Traitors Gate
08 - No Nation On This Earth

MySpace

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Primordial - The Gathering Wilderness

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Gênero: Celtic/Folk/Black Metal
País: Irlanda
Ano Lançamento: 2005
Comentário: O Primordial mudou, e com isso ficou melhor. Bem melhor. Ainda fazendo um potente Metal com referências folclóricas (nada muito evidente, o que torna difícil classificá-la como Folk Metal), a banda apresenta faixas longas, que mantém um cadenciamento uniforme, com estruturas simples, porém enérgicas e uniformes, calcadas no Heavy tradicional. O que diferencia o andamento das melodias é que este Heavy tradicional é mantido num peculiar e constante ritmo de marcha épica, num tom que é inusitado justamente no formato moldado pelas influências Folk. Com os instrumentos e regras básicos e clássicos do Metal, eles fazem algo mais que simplesmente Metal. Não é muito fácil de explicar, mas deliciosamente hipnótico ao se ouvir. A grande diferença neste novo trabalho ficou por conta dos vocais de Nemtheanga, que agora aplica um timbre de voz limpa, ora ligeiramente rasgada, ora um tanto quanto trêmula e emotiva. Algo realmente diferente, uma abordagem toda própria, que casa à perfeição com o clima da obra. Os tradicionais guturais que o cara utilizava até então no Primordial foram extintos por conta deste The Gathering Wilderness, e neste processo a banda descobriu uma nova forma, toda sua, de fazer Metal. O tom um pouco rústico, sem refinamento na parte de produção, tornou a coisa incrivelmente plausível e orgânica, mostrando que a dose certa (moderada, calculada, premeditada) de “tosquice” pode se mostrar genial, fazendo maravilhas pelo resultado final de um trabalho onde a proposta seja compatível com tal expediente. Pode parecer estranho afirmar que o jeitão meio “abafado”, “à vontade” e "impreciso" no som do Primordial o torna ainda melhor, mas é o que ocorre. Quem ouvir, entenderá. Um trabalho diferente, inevitavelmente empolgante aos que procuram justamente por esta característica ao explorar o vasto e por vezes surpreendente universo metálico. Por fazer parte desta, digamos, linhagem que preza pela excentricidade, sinto-me premiado. Ter me deparado com The Gathering Wilderness é mais uma grata recompensa que o trabalho de explorador me permite. E que renova meu empenho em não desistir dele por nada. Putz, acho que me empolguei um pouco. Isso sempre acontece quando encontro trabalhos como este, onde a grande qualidade reside justamente no fato de serem exóticos e arrojados.

Alskyer

(Ripado do CD)

Vídeo de
The Gathering Winderness.

Tracklist:

01 - The Golden Spiral
02 - The Gathering Winderness
03 - The Song of the Tomb
04 - End of All Times (Martyrs Fire)
05 - The Coffin Ships
06 - Tragedy's Birth
07 - Cities Carved in Stone

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Primordial - Storm Before Calm

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Gênero: Celtic/Folk/Black Metal
País: Irlanda
Ano Lançamento: 2002
Comentário: O Primordial tem uma forte identidade, estabelecida por um jeitão todo seu de interpretar suas composições. Um toque de Ambient aqui, uma pitadinha de Black ali, um clima levemente Folk, temas longos, épicos e cadenciados, vocal relativamente versátil... e pronto. Taí uma receita de qualidade assegurada. Nesta fase, o vocalista Nemtheanga já apresentava boa técnica e disposição em variar sua performance entre linhas semi-guturais e limpas-trêmulas, conferindo uma dimensão expandida ao som da banda. Storm Before Calm também traz variação na parte instrumental - não dentro de uma mesma composição (os andamentos são constantes nas longas sete faixas, como convém ao Ambient), mas de um tema para o outro. Geralmente acompanhando a postura vocal, uns são mais rápidos e pesados, outros, lentos e introspectivos. Mas sempre com a atmosfera densa e rústica que tem tudo a ver com a proposta do Primordial. Este Storm Before Calm, de 2002, faz um elo de ligação bem coerente entre o bom álbum de 2000 e o maravilhoso play de 2005, ambos já resenhados em nossas páginas. Prova de que os caras são músicos que estão sempre evoluindo a cada trabalho, sem nunca perder o pique ou se desviar do caminho - ao menos até agora. A torcida, claro, é para que esta regra nunca seja quebrada, o que constituiria garantia de vindouras obras-primas para presentear os ouvidos de apreciadores do gênero.

Alskyer

(Ripado do CD)

Vídeo de
Fallen to Ruin.

Tracklist:

01 - The Heretics Age
02 - Fallen to Ruin
03 - Cast to the Pyre
04 - What Sleeps Within
05 - Suns First Rays
06 - Sons of the Morrigan
07 - Hostings of the Sidhe

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sábado, 17 de janeiro de 2009
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Suidakra - Crogacht

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Gênero: Melodic Death/Folk Metal
País: Alemanha
Ano: 2009

Comentário: Suidakra é uma das bandas mais antigas do Folk Metal, contemporâneos até aos pais do gênero como Bathory e Skyclad.
Formada em 1994 na Alemanha, eles fazem uma bela combinação entre um Melodic Death bem semelhante ao praticado pelas bandas de Gothemburgo, com influências do Folk Celta em suas músicas. Crógacht é o nono album de estudio dos caras, o nome significa bravura em gálico, e o CD é um dos mais carregados de influência folk da banda, aproveitem.
Tracklist

  1. Sln - 01:49
  2. Conlaoch - 05:18
  3. Isle of Skye - 06:00
  4. Scthach - 05:09
  5. Feats of War - 02:47
  6. Shattering Swords - 04:16
  7. r Nasc Fola - 03:02
  8. Gilded Oars - 05:36
  9. Bailes Strand - 07:20

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
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The Corrs - Unplugged

1 comentários
Gênero: Pop, Folk Rock, Música Celta
Ano: 2000
País: Irlanda

Comentário: The Corrs é uma banda de folk rock celta da Irlanda constituída por três irmãs e um irmão da família Corr: Sharon, Caroline, Andrea e Jim. Ganharam proeminência no final da década de 1990.
Não se assustem com a tag pop da banda. The Corrs é uma das melhores bandas que tive a oportunidade de ouvir, foi um dos estímulos que tive para aprender a tocar violino, há muiiiitoooo tempo, em milnovecentosvovôaindareajovem. xD
A banda tem músicas bem belas, melodiosas, cheias de gaitas de foles, violinos, com belas transposições vocálicas. É uma banda por mim, musicalmente, que chega perto da perfeição.
Destaque para a faixa Only When I Sleep.

Ps: Post upado pela ex membro, Thamps, A anã.

Tracklist:
  1. "Only When I Sleep" (The Corrs, Leiber, Peterson, Shanks)
  2. "What Can I Do?" (The Corrs)
  3. "Radio" (The Corrs)
  4. "Toss the Feathers"
  5. "Runaway" (The Corrs)
  6. "Forgiven Not Forgotten" (The Corrs)
  7. "At Your Side" (The Corrs)
  8. "Little Wing" (Jimi Hendrix)
  9. "No Frontiers" (Jimmy MacCarthy)
  10. "Queen of Hollywood" (Ballard, The Corrs, Deviller, Hosein)
  11. "Old Town (This Boy Is Cracking Up)" (Bain, Lynott)
  12. "(Lough) Erin Shore"
  13. "So Young" (The Corrs)
  14. "Everybody Hurts" (Berry, Buck, Mills, Stipe)
  15. "At Your Side" (The Corrs)
  16. "Dreams" (faixa bônus)


domingo, 31 de agosto de 2008
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Celtic Woman - A New Journey

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Gênero: New Age
País: Irlanda
Ano: 2007

Comentário: O lançamento do terceiro álbum e DVD correspondente aconteceu no dia 30 de janeiro de 2007. O concerto foi filmado ao vivo no castelo de Slane, Irlanda.A convidada, o soprano Hayley Westenra, participou da gravação de " A New Journey". Ela também aceitou fazer parte da turnê 2007 "Celtic Woman - A new journey" nos Estados Unidos e alternou as datas de concertos com Méav. A turnê teve a duração de 4 meses e terminou em junho de 2007. Atendendo ao pedido de um Anonimo ali na c-box. Que ele agradeça e diga o que achou do álbum... O clipe é da música The Blessing

Tracklist:
  1. "The Sky and the Dawn and the Sun"
  2. "The Prayer"
  3. "Newgrange"
  4. "Over the Rainbow"
  5. "Granuaile's Dance"
  6. "The Blessing"
  7. "Dúlaman"
  8. "Beyond the Sea"
  9. "The Last Rose of Summer"
  10. "Caledonia"
  11. "Lascia Ch'io Pianga"
  12. "Carrickfergus"
  13. "Vivaldi's Rain"
  14. "The Voice"
  15. "Scarborough Fair"
  16. "Mo Ghile Mear"




quinta-feira, 31 de julho de 2008
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Rockbitch - Motor Driven Bimb

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Gênero: Celtic Punk/Heavy Metal/Gothic Rock
Ano: 1999
Pais: Inglaterra

Comentário: Elas começaram como uma comunidade pós-feminista, lésbica ou bissexual para promover a liberdade e desenvolver a sexualidade pagã. Estes conceitos já não são fáceis de serem alcançados praticamente, mas para tornar tudo isso mais louco ainda, elas resolveram fundar uma banda já que muitas delas eram instrumentistas. Pronto. Este é o conceito da formação do Rockbitch, uma banda que faz um som pesado, rock metal e industrial.
Seus shows são um espetáculo à parte já que procuram não impor limites entre palco e platéia, se apresentam com os seios à mostra, todas são adeptas do amor livre, total e protagonizam cenas de sexo explícito entre elas ou com seu público. Se você quiser pensar que é só putaria ou sensacionalismo, está menosprezando a capacidade intelectual das garotas. O Rockbitch possui uma agenda política e social onde o comportamento sexual extremista é simplesmente uma manifestação verdadeira desse sistema de opinião. O grupo acredita na liberação sexual e vive numa comunidade maternal e pagã, numa utopia feminista.
Se você pensar também que então todos estes conceitos, idéias e experimentações transformam o Rockbitch numa banda conceitual sem muita música, prepare-se para, mais uma vez, errar totalmente. Todas as garotas são muito talentosas, as músicas são bem escritas, executadas e arranjadas. O Rockbitch é, principalmente, Amanda ou Bitch (baixista, principal compositora e líder da comunidade), Julie (a principal e insana vocalista), Luci (performer de palco e diva), Nikki (tecladista e ninfomaníaca), Jô (baterista e lésbica depredadora) e Babe (guitarrista e principal teórica).
“Motor Driven Bimbo” é o CD do Rockbitch que também pode ser comprado juntamente com uma fita de vídeo com shows da banda que só é encontrada em porno-shops da Europa. Os destaques do CD são: “Snafu”, faixa que abre o CD e todos shows da banda, é uma canção de energização feminina e, em sua letra, ridiculariza o comportamento masculino que quer controlar a mulher e sua sexualidade; “The Church” onde as meninas se vingam de todo efeito negativo que a igreja cristã teve na sexualidade da mulher ocidental em um rock totalmente metal e “Baby”, uma poderosa canção de amor que toca homens e mulheres onde a vocalista Julie lembra Janis Joplin.
“Nympho” é totalmente heavy-metal e o Rockbitch proclama: “Não somos ninfomaníacas. Somos muito mais que isso!”. Em “Tell Me”, elas incorporam as mitológicas Harpias que eram divindades aladas, carniceiras e de seios nus. É a vingança do Rockbitch à supressão da sexualidade feminina e elas berram “fuck you we're going to fuck anyway”. É uma canção lenta e poderosa. O CD termina com “Diva”, uma canção com um arranjo de orquestra maravilhoso que elas ironizam dizendo poder estar num CD de K.D. Lang e descreve uma garota contando a seu pai que é lésbica. Com esta canção, elas nos deixam num lugar morno, seguro e tesudo.
As 13 faixas de “Motor Driven Bimbo”, embora sejam radicais em suas letras e em seu som pesado, são totalmente acessíveis e um contraponto interessante às canções mornas e romanticamente piegas que cercam a comunidade lésbica.
Atitude e polêmica: uma virada de mesa para começarmos a misturar ingredientes mais picantes a nossa receita.
"Nós acreditamos na liberação através da liberdade sexual. Nós vivemos em uma sociedade onde Hollywood pode mostrar imagens de violência, mas os atos sexuais explícitos são censurados ou proibidos. Este é seu mundo e nós tentamos mudá-lo com a música e a expressão sexual.”
Este é o manifesto do Rockbitch.

Tracklist:
  1. "Snafu"
  2. "The Church"
  3. "Eveline"
  4. "Baby"
  5. "Sex & The Devil"
  6. "Open Letter"
  7. "Nympho"
  8. "Innoccence"
  9. "Lucifer"
  10. "Essex Girl"
  11. "Tell Me"
  12. "Bride Of Christ"
  13. "Diva"
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sábado, 19 de abril de 2008
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Stille Volk - Maudat

2 comentários

Gênero: Medieval Folk/ Celtic Music
País: França
Ano: 2003
Comentário: Stille Volk, é uma banda muito boua formada por apenas dois integrantes e multi instrumentistas muito bons Patrick Lafforgue Vocalista e Instrumentos de Sopro e Patrice Roques(ROQUEIRO ELE) com os intrumentos de cordas, suas músicas falam sobre Paganismo e Folclore, bem é algo muito Renata essa banda ^^ então dedico o Post a ela, bem baixem a banda é boua ^^

Tracklist:

1.Maudat03:59
2.Cassandre Sylvestre05:47
3.Orgasme Tellurique04:36
4.Corps Magicien05:05
5.Le Roi Des Animaux03:16
6.La Meneuse D'ours05:51
7.L'armière (cart deras armas)05:13
8.La Mort Des Hommes03:33
9.Le Chant Des Faunes04:34
10.Calenda Maia3:00

Quem escreve e faz os uploads:

 
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Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.