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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
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~▲†▲~ (Xwxwxwxwv) - Discografia

5 comentários
Gênero: Eletrônica/ Witch House/ Industrial/ Ambiente
País: Rússia
Ano: 2010 e 2011

Comentários: Apesar dos parênteses no título, a banda deixa em seus discos, e nas demais tags, os caracteres ~▲†▲~, referindo-se realmente ao seu nome. Obviamente é praticamente impossível achar tal banda desta forma, por isso utilizam a sequência Xwxwxwxwv para facilitar a busca e a divulgação de seu nome. Assim sendo, também fiz a utilização de ambos por via das dúvidas.

Pouco se sabe sobre ela, aliás, sou sincero em dizer que sei quase nada, fora seu som, e por isso ficarei devendo (quem deve é ela) informações. Contudo, seu som é hipnótico e agressivamente confuso. Perturbante e medonho, mostra o lado obscuro da música eletrônica, que ainda aumenta ao analisarmos os títulos das faixas e, evidentemente, as capas dos discos. Capas estas que querem dizer algo, ou não querem, ou não sabemos interpretar, ou não há o que interpretar. Apesar dessa aparência sombria, ela soa mais como 'desconhecida', e como bem sabemos, o desconhecido sempre nos gera receio, porém curiosidade.


Pode-se dizer que a 'til triângulo cruz triângulo til' se encaixa em uma 'nova' (década de 2000) categoria de música que cresce no submundo, principalmente estadunidense e europeu. Existem outras mais, algumas tão estranhas quanto, mas todas com suas características próprias. Porém uma coisa muitas delas tem em comum: O uso abusivo de triângulos (ou deltas), olhos e cruzes. Seu significado foge do meu conhecimento, mas sempre sugerem interpretação, e como cada um tem a sua, será fácil encontrar desde boas palavras como 'equilíbrio' até fantasias e conspirações como 'illuminat'. Já com relação ao Witch house, você pode ler algo a respeito na Wikipédia, mas aparentemente não segue as mesmas ideias mirabolantes, ou talvez seja simplesmente informação incompleta.


O som é deveras atraente aos que apreciam a música eletrônica com uma certa interferência industrial e executada de forma mais ambiente, calma, mas ao mesmo tempo com uma movimentação intensa, como de pequenas partículas. Apesar de parecer novo para alguns, em seu som podemos notar muitas influências, entre elas hiphop, darkwave, trance... e da própria música que fora anteriormente encapsulada, pois, sim, o comum é desacelerar músicas conhecidas, inclusive do mundo pop, até resultar nessa forma decadente.

O segundo disco, ~▲††▲~, é em geral mais 'acessível', puxando mais para o ambient e deixando de lado um pouco todo aquele masoquismo mental. Entretanto não se torna inferior, pelo contrário, é mais conciso e coeso, apesar de eu gostar mais do choque do EP.
O clipe acima é da música '•'(ponto), a primeira do EP, e foi feito à partir de cenas retiradas do filme Häxän, de 1922, conhecido por aqui como Haxan - A Feitiçaria Através dos Tempos. O segundo clipe é do novo álbum, uma viajem alucinante.

Este post foi atualizado em 14/09/2015 para restaurar os links quebrados e relatar que o projeto não mais existe (bom, pelo menos todos os seus links oficiais foram removidos), mesmo tendo mudado seu nome para VEINS há algum tempo.

//discoGs - ~▲†▲~ //discoGs - VEINS


~▲††▲~ [Album]
Tracklist:
1. Vague I 03:49
2. Social Phobia 04:02
3. unfortunately stuck 00:03
4. Dusk 03:19
5. экзотика 04:05
6. Vague II 03:21
7. Stickweed Houses 04:00
8. Disunited 03:46
9. Vague III 03:57
10. Spoffish 03:38

DOWNLOAD (discografia)

sábado, 31 de maio de 2014
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Pictureplane - Thee Physical

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Gênero
: Witch House/Dreamwave/Experimental
País: EUA
Ano: 2011

Comentário: "Plano de Imagem" é não só a tradução do nome de estágio com o qual Travis Egedy se apresenta, como é também uma boa definição simplista do som criado pelo músico estadunidense. Sediado em Denver, o Pictureplane é uma das mais interessantes encarnações do Witch House, e uma das quais mais é complexo definir limites de gênero. Imagine uma tela branca a sua frente e vá pintando imagens psicodélicas ao ouvir o melódico som - quase um ~witchpop~ - de Travis

Passeando por Drum'n'Bass, House, Synthpop e mais uma miríade de variações da música eletrônica, o oceano de samples que Travis encaixa e sobrepõe para formar a musicalidade do Pictureplane se torna completamente imprevisível e inexplicavelmente harmonioso. O som é bem mais melódico que o gótico e obscuro Witch House costuma ser, sem no entanto deixar de ser inundado de sintetizadores densos, glitches e tudo mais que é marca do estilo.

No entanto, aqui temos um elemento alienígena crucial em todas as músicas: Vocal. Mas não um vocal limpo samplezado da maioria das bandas de witch house - muito embora isso também não seja completamente deixado de lado, como na faixa de abertura - e sim é extremamente baseado no estilo de vocal do Dreamwave, com ecos e reverbs cuidadosamente encaixados entre paredes densas de sintetizadores. Tal fato faz o já melódico instrumental do Pictureplane ainda mais doce e de fácil assimilação. E bastante original, até certo ponto, pois não chega a surpreender por nada além de sua boa composição e da temática. A lírica do projeto é junkie, psicodélica e ilimitadamente lisérgica. De amores transgêneros à críticas descompromissadas ao materialismo, a defesa de uma realidade abstrata e desprovida de preconceitos é unânime.

Thee Physical é o mais recente de seis álbuns de estúdio lançados por Travis desde seu debut em 2004. O músico, como a maioria dos artistas do gênero, "se comunica" através de seu Soundcloud, que é atualizado com regularidade com vários singles. Em suma, pra quem curte as viagens do Witch House, Pictureplane é uma trip melódica e cheia, lotada, abarrotada de feeling. Na dúvida, confira o clipe de Real Is A Feeling - que por sinal é um título mais que apropriado pro lisérgico som de Travis Egedy.




Tracklist:

1- Body Mod
2- Black Nails
3- Sex Mechanism
4- Touching Transform
5- Post Physical
6- Techno Fetish
7- Real Is A Feeling
8- Trancegender
9- Negative Slave
10- Breath Work
11- Thee Power Hand

Download:

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
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oOoOO - Without Your Love

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Gênero
: Witch House/Chillwave/Ambient/Experimental
País: EUA
Ano: 2013

Comentário: oOoOO é a alcunha pela qual se apresenta Christopher Dexter Greenspan, um rapaz estadunidense que inciou as atividades do projeto em 2008 e é considerado, ao lado especialmente do Salem, como um dos percussores do Witch House. Without You Love é o primeiro e único full-lenght do projeto até a data, lançado ano passado.

A sonoridade do oOoOO foge aos padrões do Witch House como conhecemos pelo Salem ou por outros projetos com nomes mais legais como †‡† (Ritualz) ou ~▲†▲~ (Xwxwxwxwv), sendo extremamente intimista, cadenciado e ambient;  úmido como deveria ser, mas não tem toda a densidade opressiva do Witch House, dando lugar a um ambiente leve e romântico. Mas ao mesmo tempo é obscuro, intenso e instigante. Toda a edição de vocais é simplesmente maestral para sintetizar a sonoridade mais essencialmente dreamy possível.

Ao longo do disco de pouco mais de 40 minutos somos convidados a um ambiente onde tudo soa familiar, ainda que distorcido como numa trip alucinógena entorpecente. O Witch House tem o dom de arrombar a realidade com uma sonoridade totalmente alienígena, mas em oOoOO isso não é nada violento, muito pelo contrário, e esse é todo o diferencial. As batidas não são pesadas, opressivas - são instigantes. Comparando com outros trabalhos na cena, é seminal mesmo que tenha sido lançado a menos de um ano. O Witch House tem muito a oferecer e a se recriar, e oOoOO é um dos expoentes disso tudo.

Without Your Love tira seu nome de um filme francês dos anos 70 para complementar mais ainda sua melancolia. Muito provavelmente é algo do tipo ame-ou-odeie, e certamente pede o clima correto para sua apreciação. Mas vale a pena a experiência de passar alguns minutos numa dimensão onde a música tem outra cara. Dark Wave at its finest, ainda que hoje em dia chamemos isto de outro nome.



Tracklist:

1.Sirens  5:43
2.Stay Here  4:05
3.3;51 AM  2:46
4.Without Your Love  3:15
5.On It   3:52
6.Crossed Wires  3:37
7.Mouchette  3:21
8.The South  3:08
9.Misunderstood  4:36
10.5;51 AM  1:23
11.Across A Sea  5:01


Download:

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
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VA - The Guide To Grave Wave (by Мишка)

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Gênero
: Post-Punk, Industrial, Witch House, Ambient, Noise, Shoegaze, Experimental, Neofolk
País: Vários
Ano: 2010

Comentário: "Grave Wave? Que porra de estilo é esse? É mais um estilo de Metal? Esses metalero adora inventar estilo" Não, caro amigo. Nada disso.

Grave Wave é uma alcunha criada em 2010 pela seção musical da loja de roupas estadunidense Mishka (ou estilizadamente, Мишка) para batizar uma amálgama de estilos variados com uma mesma vibe que começou a aparecer no underground do séc XXI, a internet, com uma pegada neogótica, oitentista revival e que trouxe consigo de volta uma pegada obscura que muito era evidente nos anos 80 mas que nos anos 90 pouco apareceu. Os gêneros que esse guarda-chuva musical abrangem são variadíssimos, porém surgiram todos por volta de 2010 e permanecem até hoje, meros quatro anos depois, praticamente, salvo raríssimas exceções, encrustado no underground. Post-Punk Revival na vibe do Interpol, mas ainda mais obscuros, com uma pegada que eu diria neo-batcave; Shoegaze, mas um shoegaze quase ambient, quase noise, quase Ethereal; Neofolk com uma vibe mais distópica que o normal, Witch House - o maravilhoso estilo eletrônico indescritível que abusa dos recursos de edição musical do novo século da forma mais sinistra e melódica possível, sem falar dos sempre presentes Dark Ambient, Noise e do rock Experimental de maneira geral - não que o resto aqui deixe de ser experimental em algum aspecto - que está mais dark do nunca.

Esse clima sinistro da música dos anos 10 se desenvolveu através das mídias sociais, especialmente do youtube e do bandcamp, sendo assim uma das primeiras ondas estilísticas a usufruir inteiramente do mundo digital para se propagar. Se nos anos 80 o Darkwave se propagadou através das saudosas fitas cassete trocadas mão à mão, hoje em dia a dita Grave Wave se multiplica downloads mundo a fora. Porém, curiosamente, essa divulgação massiva que a internet proporciona não agrada totalmente quem prega um estilo "underground". Então para evitar a divulgação excessiva que destruiria o caráter cult do gênero, muitos projetos e bandas aqui citadas tem nomes pouco usuais e ingoogleáveis, como "†‡†" ou "M△S▴C△RA". Portanto muitas vezes é de uma dificuldade hercúlea encontrar material disponível dessas bandas, o que faz esta coletânea aqui ser tão importante.

Quando em seu blog o coletivo Mishka postou essa coletânea, em 3 discos, com os mais interessantes e icônicos artistas supostamente ligados a essa "wave" musical a qual chamaram de Grave Wave, rapidamente esta se tornou referência no que tange a estilos como o Post-Punk Revival e o Witch House, especialmente. Não bastasse o fato de terem reunido 35 faixas em 2 horas e meia do 'estilo', eles ainda fizeram um artigo caprichadíssimo contando todos os pormenores de cada banda e do estilo como um todo. É simplesmente imperdível, tanto que reposto aqui mas com os links originais diretamente do bandcamp deles, e os incentivo fortemente que visitem o post original. Isso aqui é mais uma homenagem que qualquer coisa. Por que faz tempo que eu sou fanático por essa coletânea.

Baixem e corram atrás, por que nesses quatro anos, quase todas as bandas citadas já lançaram um monte de coisa nova e um monte de outras bandas surgiram com as mesmas propostas. Mas não se esqueçam que isso não é do Ignes, muito menos meu. Mas vale muitíssimo a pena divulgar por aqui.

Post Original no Mishka Bloglin

Tracklist:

Disco 1
1. These New Puritans – Orion
2. Dream Affair – Silent Story
3. His Electro Blue Voice 0 Black Veils
4. Screen Vinyl Image – Siberian Eclipse
5. Blessure Grave – Stranger In the House
6. Soft Metals – Hot on the Heels of Love
7. //TENSE// – Turn It Off (Valis Remix)
8. Funerals – Aitu (LQD Live Edit)
9. Pink Priest – Snake Flick Its Tongue
10. Scorpion Violente – Ray Ov Gold
11. Ðose – Spells

Disco 2
1. Hussle Club – Good Morning Midnight
2. White Car – Spread Spit Slap
3. These New Puritans – White Chords (Stalker Remix)
4. Night Gallery – Mary Bell
5. LAKE R▲DIO – Always
6. Gr†ll Gr†ll – They All
7. Passions – Endless
8. Warm Hands – Darker
9. Memory Tapes – Green Knight (Creep Remix)
10. GHXST – Holy Speed
11. M△S▴C△RA – krystalMETH/alanWATTS

Disco 3
1. Gatekeeper – Visions
2. Salem – Asia (Jokers of the Scene Remix)
3. Fostercare – Heat High (Refix)
4. Party Trash – Beast
5. Lust For Youth – On Your Knees
6. Cult of Youth – Lace Up Your Boots
7. GuMMy†Be▲R! – Gurl
8. Cccandy – Blood and Guts
9. Black Math – Bottomless Sea
10. †‡† (Ritualzzz) – Kvltstep
11. Dadfag – Twins
12. Mater Suspiria Vision – The Ring
13. Nowa Huta – Nowa Huta vs. Pink Priest (NOWAHUTARMX)




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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
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Zola Jesus - Versions

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Gênero: Synthpop, Eletrônico, Experimental, Ambiente.
País: Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário: Alguns anos se passaram desde que Nika Roza Danilova surgiu sob o pseudônimo de Zola Jesus com seu synthpop sombrio arrebatando a admiração da crítica e do público. Três discos e alguns Ep's depois era hora de Nika se aventurar em algo diferente.

Em 2012 Nika se reuniu com o produtor australiano J.G. Thirlwell para reconstruir algumas de suas músicas, as adaptando a um quarteto de cordas. Essas novas versões foram apresentadas em um show no Guggenheim Museum em Nova York, em maio de 2012. O resultado da fusão da voz incrível de Nika com os arranjos de cordas agradou tanto que esse ano é lançado "Versions".

Em "Version" a voz de Nika soa diferente dos lançamentos anteriores, o que pode causar certo estranhamento nos primeiros momentos. Em "Avalanche" por exemplo, o vocal soa bem mais agudo, mais feminino. "Fall Back" a segunda faixa do disco, já soa mais como a Zola Jesus que conhecemos. O disco tem grandes momentos como "Run Me Out", "Seekir", "Sea Talk" e "In Your Nature".

"Versions" é um disco suave, agradável, profundo, com muitos acertos e alguns poucos erros. Essencial para qualquer fã da moça.

Tracklist:
1. Avalanche (slow)
2. Fall Back
3. Hikikomori
4. Run Me Out
5. Seekir
6. Sea Talk
7. Night
8. In Your Nature
9. Collapse

MEGA // Novafile

domingo, 20 de maio de 2012
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V▲GINA WOLF - Iron Age Kisses

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Gênero: Witch House/ Ambient/ Experimental/ Electronic/...
País: Alemanha (?)
Ano: 2010

Comentário: Não deu, acabei adotando mais uma tag para o blog devido ao número considerável de bandas estranhas surgindo e que julgam fazer o tal do Witch House (tem também essa matéria da Folha, que embora esclareça de um lado, achei uma merda no todo). Além disto tenho uma dificuldade incrível em classificá-las, então porque não dar à elas o que pedem? Porque não chamá-las de desconfortáveis, entorpecentes, sombrias ~bandas~ que unem a música eletrônica com outras sonoridades que até deus (ou capeta) duvida?
Essa onda soa mais como um tipo de interferência, quase indesejável, usando elementos velhos (principalmente rock, hip hop e música eletrônica) mas fazendo algo tão peculiar. É como antigamente em que ouvíamos telefonemas ou rádios através da televisão. São mundos diferentes entrando em conflitos e fazendo com que não compreendamos nem um, nem outro.
E é nessa linha que também V▲GINA WOLF constrói (ou destrói) suas músicas. O som não tem nada de tão bom, ou pra ser sincero eu não faço nem mesmo idéia do porque a coloco para tocar, mas sei que quando coloco, não consigo parar.
É algum tipo de hipnose com apoio da música — das curtas, se levarmos em conta que Iron Age Kisses possui 6 músicas curtíssimas — que une noise pop, pop/doom pop, industrial, lo-fi, ambiente e outras quinquilharias sonoras.
Mas no fim das contas não tem nada de novo, e quando digo isso, me refiro à toda a cena musical que se apoia neste termo. A grande diferença desta vez é o uso da Internet.

LastFM

Tracklist:

1 (((())))
2 Meltdown
3 WaVes
4 Gravitys Victory
5 Crystal Clouds
6 Calm Down

Download (não sabe baixar? Clique aqui)
terça-feira, 15 de maio de 2012
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oOoOO - Our Love Is Hurting Us EP

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Gênero: Shoegaze, Post Industrial, Synthpop, Dark Wave, Trip Hop
País: Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: Projeto de Chris Dexter Greenspan, oOoOO (cuja pronuncia correta é "oh") é uma daquelas bandas que foi incluída naquilo que o Pithcfork Media definiu como Witch House. O primeiro lançamento foi o EP CD-R de 2010, e de lá pra cá a banda vem ganhando reconhecimento, chegando a ser convidada para fazer remixes para bandas como The Big Pink, Him e Marina & The Diamonds.

Our Love Is Hurting Us, assim como os lançamentos anteriores do oOoOO, traz uma sucessão de músicas bem viajadas, com um ritmo envolvente e batidas que remetem ao Trip Hop. A música que abre esse Ep, "TryTry", destoa um pouco do resto do EP, em seguida "Springs", que é um dos maiores destaques desse lançamento, vem carregada de elementos do Tri Hop, como citado anteriormente, bem como a subsequente "Starr", que traz um vocal bem arrastado. "Break Yr Heart" é a música mais "acessível" desse EP, que fecha com o vocal infantil da ótima "NoWayBack".

Tracklist:
1. TryTry
2. Springs
3. Starr
4. Break Yr Heart
5. NoWayBack

2Shared // BayFiles // DepositFiles // ZippyShare // MegaShare // Badongo

quinta-feira, 22 de março de 2012
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Fever Ray - Fever Ray

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Gênero: Ambient, Experimental
País: Suécia
Ano: 2009

Comentário:  Primeiro álbum solo de Karin Dreijer Anderson, mais conhecida pelo seu trabalho na dupla formada com seu irmão, o The Knife. Karin também fez parte de uma banda indie pop nos anos 90 chamada Honey Is Cool. Sob o nome “Fever Ray” Karin lançou o disco de mesmo nome em 2009, elogiadíssimo pela crítica o disco foi classificado como segundo melhor de 2009 pelo The Guardian. O disco é carregado de músicas profundas, com uma atmosfera obscura e gélida incrível, marcadas pelo sotaque característico de Karin com vocais carregados de distorções em algumas músicas, causando a impressão de estar ouvindo na verdade uma voz masculina.

O disco abre com “If I Had A Heart” onde a voz de Karin está carregadíssima de efeitos, criando a impressão de voz masculina citada anteriormente, seguida de “When I Grow Up” uma das melhores do disco, nessa música Karin mostra todo o poder e estranheza de sua voz, a música também possui um videoclipe lindo e foi a primeira música do Fever Ray que ouvi e me fez apaixonar por esse projeto, a faixa “Seven” também possui um videoclipe muito bem produzido, a parte visual também é um dos fortes do projeto. Vale destacar a faixa “Keep The Streets Empty For Me” disparada a melhor do disco, hipnotizante, profunda, eu poderia escrever páginas de elogios à música.  Fever Ray é um ótimo disco que vale a pena ser ouvido e apreciado inúmeras vezes, espero que Karin invista mais nesse projeto.


MySpace

Tracklist:
1. If I Had A Heart
2. When I Grow Up
3. Dry and Dust
4. Seven
5. Triangle Walks
6. Concrete Walls
7. Now's The Only Time I Know
8. I'm Not Done
9. Keep The Streets Empty For Me
10. Coconut

Depositfiles // RapidShare // ZShare // MegaShare

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
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Zola Jesus - Conatus

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Gênero: Synthpop, Eletrônico, Experimental
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Conatus, sucessor do ótimo Stridulum II, é o terceiro disco de Zola Jesus, lançado em 2011, é um disco diferente dos lançamentos anteriores, contando com uma sonoridade mais pop e um ganho considerável em qualidade, como pode ser visto na faixa “Vessel” e no belo video clipe da música. Nas palavras de Nika: “Eu queria tentar novos modos de produzir e diferentes modos de escrever. E o novo disco é muito mais despojado e traz muitos mais elementos acústicos” Zola disse durante entrevistas que queria que o disco fosse um passo a frente, como o próprio nome Conatus (uma expressão em latim) sugere, o que deu muito certo, já que o disco representa um grande avanço na carreira de Nika. 

O disco foi muito elogiado na época de seu lançamento, sendo incluído na lista de melhores do ano pelo Stereogun, posto que com certeza mereceu. Conatus é certamente o melhor lançamento de Zola Jesus até então, mais pop, intenso, impressionante, porém como destaca um dos críticos da BBC Music, deixa a sensação de que o melhor de Zola Jesus ainda está por vir.

MySpace

Tracklist:
1. Swords
2. Avalanche
3. Vessel
4. Hikikomori
5 .Ixode
6. Seekir
7. In Your Nature
8. Lick The Palm Of The Burning Handshake
9. Shivers
10. Skin
11. Collapse

Bayfiles

Mediafire

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
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Zola Jesus - Stridulum II

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Gênero: Synthpop, Eletrônico, Experimental
País: Estados Unidos
Ano: 2010

Comentário:  Zola Jesus é o nome adotado por Nika Roza Danilova, uma artista norte americana descendente de russos, que faz um som que mistura Industrial, eletrônico, gótico, experimental, etc., e se encaixa no gênero que o Pitchfork Media definiu como Witch House. Nas palavras da própria Zola Jesus “Eu tento criar musicas que sejam bem massivas e intensas, mas que ao mesmo tempo permaneçam honestas e cruas. Eu amo aquela sensação que você tem quando ouve uma musica que é tão esmagadora e poderosa que faz suas veias doerem.”

Zola Jesus tem atraído certa atenção da mídia, recebendo criticas positivas de grandes publicações como a NME e a Q Magazine por exemplo. Em 2010 ela tocou com nomes importantes como Fever Ray e The xx. Stridulum II é o segundo álbum dela, gravado em 2010 é uma extensão do EP Stridulum, nome inspirado no filme Stridulum de 1979, e definido pela NME como “a dark masterpiece”.

Tracklist:
1. Night
2. Trust Me
3. I Can't Stand
4. Stridulum
5. Run Me Out
6. Manifest Destiny
7. Tower
8. Sea Talk
9. Lightsick

FreakShare // Depositfiles // Bayfiles // ZippyShare // Badongo // Rapidgator

terça-feira, 27 de setembro de 2011
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††† (Crosses) - EP †

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Gênero: Alternative Rock/Electronic
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: ††† ou apenas Crosses é o nome do mais recente projeto do frontman do Deftones, Chino Moreno. É notavel que este é apenas um projeto despretencioso, de distração e talvez fuga do Deftones, aquele tipico projeto de estúdio onde amigos se juntam pra compor algumas coisas diferente do que estão acostumados. Não que isso reflita diretamente na qualidade do projeto, não é uma obra-prima, não chega ao nivel do Deftones ou até do outro projeto paralelo mais puxado pro shoegaze do Chino intitulo Team Sleep, mas é bem feito e esborda sentimento. Aliás, impossivel um projeto que tenha Mr. Chino Moreno nos vocais não esbanjar sentimento, o cara tem um dos vocais mais carismáticos e intensos do rock.

Erroneamente confundido com o tal do witch house, nome dado pela Pitchfork para definir um novo estilo de bandas que misturam a morbidez do post-punk/gothic com batidas de hip hop e industrial (e na verdade nenhuma banda do gênero se parece uma com a outra), mas tem como principal meio de identificação seus nomes bizarros que tem inseridos cruzes, cruzes invertidas, triângulos e outros caracteres estranhos, como no caso aqui do Crosses.

A sonoridade do projeto tem uma certa associação com as músicas mais melancólicas do Deftones, possui uma ambientação bem parecida, apesar de aqui ser carregado de batidas e efeitos eletrônicos, consigo também notar algumas influências que vão de Depeche Mode, aos trabalhos solos de Trent Reznor, ex-lider do Nine Inch Nails. Em suma é um EP de rock alternativo com fortes influências eletrônicas permeando todo o trabalho, recomendado para quem gosta das bandas citadas anteriormente, ou músicas com um approch melancólico.

Tracklist

01.†his Is A †rick
02.Op†ion
03.Bermuda Locke†
04.†hholyghs†
05.†

Bayfiles / Mediafire
domingo, 15 de maio de 2011
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ʄ≜uxmuℭica - WEPOWNZ [EP]

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Gênero: Electronic: Witch house/ New electro/ 8-bit/ Noise/...
País: Califórnia, EUA
Ano: 2010

Comentários: ʄ≜uxmuℭica (fauxmusica) é um projeto que se encaixa na cena Witch house, e também é lançada pela gravadora escc9 assim como o ~▲†▲~, que inclusive fora o seu post que estrelou o gênero aqui no blog. Apesar das semelhanças, ambos são especificamente bem distintas.

Para começar por sua localidade. Fauxmusica é de Berkeley, na Califórnia e produz, neste disco, uma sonoridade mais 'punk'. Em um ritmo mais acelerado, fazendo boa utilização de batidas e de samples ao estilo 8bit, WEPOWNZ se torna uma das minhas alegrias em ser curioso. Entretanto isso se refere quase que exclusivamente ao WEPOWNZ. Se você ouviu ~▲†▲~ e não gostou, tenho absoluta certeza que os demais álbuns do Fauxmusica não lhe agradarão (inclusive os Remixes para outras bandas do mesmo gênero). Na verdade, tais gravações são difíceis de digerir, e pode levar um tempo até entendermos a intenção. É o meu caso, pois a digestão é lenta, porém é um prato que gosto de experimentar com certa regularidade.

O projeto é encabeçado por Yorba Zergot, que aparentemente também está por trás da gravadora Escape Sirius Cybernetics Corporation (escc9), uma gravadora que recebe vários destes projetos undergrounds e que tem como portal e meio de divulgação uma conta no Tumblr. A gravadora agrega praticamente projetos semelhantes e você pode tentar compreender a genética do gênero wicth house.

WEPOWNZ eletroniza bem o rock, dispensa aquela sonoridade mórbida e extremamente fria, porém pode causar calafrios nos menos acostumados. Usa o pop contra ele mesmo. Distorce, utiliza bastante as batidas eletrônicas, que podem vir de diferentes direções, em tempos, ritmos e melodias diferentes, criando uma compulsiva e insana harmonia, entretanto as sonoridades mais 'comportadas' estão presente todo o tempo, e é isso que faz deste um lindo disco. Como ele sugeriu em seu Facebook: Apocalyptic Punk.

Finalizando, destaco sem dúvida alguma a primeira faixa, fantasy violence, assim como a faixa título wepownz e última ninja gaiden. E se você faz um som próximo a isto, basta entrar em contato com eles.

Este é um post 777, e não 666.

Facebook//LastFM(escrita original)//LastFm//MySpace//
escc9(tumblr)//escc9(haxogon)//SoundCloud

Tracklist:
1- fantasy violence download gratuito 3:35
2- wepownz download gratuito 4:17
3- kill you dead download gratuito 6:08
4- electric ghost 2:33
5- ninja gaiden download gratuito 7:44

Mediafire//Megaupload

Prévia: Fantasy Violence

Quem escreve e faz os uploads:

 
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