Gênero: Chiptune, Breakcore
Ano: 2008
Label: Sociopath Recordings
País: Estados Unidos
País: Estados Unidos
Comentário: Se você gosta de Chiptune, aquelas músicas que lembram videogames antigos, e gosta de Breakcore, vai se viciar em Kkrusty. Mike Taylor, nome verdadeiro do Kkrusty é de Illinois, EUA, e lançou seu primeiro álbum em 2005, pela label Give Daddy The Knife, sempre com a mistura Chiptune+Breakcore.
Comparado a outros artistas que fazem a mesma mistura em 8-bit com Breakcore, como Sabrepulse e Saskrotch (que postarei aqui em breve, se gostarem desse), ele se destaca por ter, ao mesmo tempo, um estilo "agressivo" de Breakcore e um estilo sentimental no seu Chiptune, o que é criativo, pois junta estilos quase opostos de se fazer música, e é algo que dá certo, como você vai ver nesse álbum.
Falando nele, "A Change Could Do Us Some Good" vem com melodias até melosas, em algumas músicas, mas que são extremamente viciantes, sem contar o uso massivo de baterias programadas e quebras, como todo artista de Breakcore que se preze. Os destaques vão para as faixas "Dirt Don't Hurt", que usa até alguns elementos de Noise em algumas partes da música; A divertida "Level Skip", faixa no qual você se sente jogando os Megaman antigos; e "A Quick Death", a melhor do álbum, rápida e depressiva.
Pra quem é nostálgico, e ao mesmo tempo gosta de um barulho, e quer ouvir algo fora do habitual, esse álbum (e esse artista) são ótimas pedidas. Aproveitem.
Mais info: Last.fm // MySpace // Discogs
Comparado a outros artistas que fazem a mesma mistura em 8-bit com Breakcore, como Sabrepulse e Saskrotch (que postarei aqui em breve, se gostarem desse), ele se destaca por ter, ao mesmo tempo, um estilo "agressivo" de Breakcore e um estilo sentimental no seu Chiptune, o que é criativo, pois junta estilos quase opostos de se fazer música, e é algo que dá certo, como você vai ver nesse álbum.
Falando nele, "A Change Could Do Us Some Good" vem com melodias até melosas, em algumas músicas, mas que são extremamente viciantes, sem contar o uso massivo de baterias programadas e quebras, como todo artista de Breakcore que se preze. Os destaques vão para as faixas "Dirt Don't Hurt", que usa até alguns elementos de Noise em algumas partes da música; A divertida "Level Skip", faixa no qual você se sente jogando os Megaman antigos; e "A Quick Death", a melhor do álbum, rápida e depressiva.
Pra quem é nostálgico, e ao mesmo tempo gosta de um barulho, e quer ouvir algo fora do habitual, esse álbum (e esse artista) são ótimas pedidas. Aproveitem.
Mais info: Last.fm // MySpace // Discogs
Tracklist:
1. Dirt Don't Hurt
2. Boo
3. Vaudeville Horror
4. Red Sheets, White Lies
5. Level Skip
6. Sunday Morning On Mars
7. Smartass
8. Life
9. Electronic Music Is Still A Joke
10. Jamais Deux
11. A Quick Death
12. Forty Thousand Feet High
13. 2-9
14. Farewell, My Little Basquiat
15. Stupor
Obs.: O babaca aqui salvou um post em cima desse, por isso tô repostando. Agora tá tudo certo. Assim espero...


First!
Ok, agora vou baixar e depois dou minha opinião.
ae man, boa iniciativa de postar materiais de netlabel
mas peço encarecidamente que veja o topico sobre as ditas netlabels e se possivel poste o link enviado por elas, deixe um upload em segundo plano
parabens pelo ótimo começo
Nameless, fiz como pediu, anexei um link vindo da própria Netlabel. Da próxima, vou fazer a mesma coisa, e obrigado pelo elogio, cara.
Nameless, fiz como pediu, anexei um link vindo da própria Netlabel. Da próxima, vou fazer a mesma coisa, e obrigado pelo elogio, cara.