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domingo, 24 de novembro de 2013
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Bandas Amigas #3 - Ressonância Mórfica, Secta & Primaz e Hollowood

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Bem meus caros, quem já acompanha o blog a algum tempo talvez reconheça essa coluna, que tanto ficou esquecida nos últimos tempos. Bandas Amigas é onde nós, desde os tempos mais primórdios, postamos de forma condensada as bandas que nos enviam material - não que deixemos de posta-las individualmente em posts próprios de vez em quando. Só que aqui, além da resenha individual como seria uma resenha, procuramos entre nós todos desta humilde casa analisar e dar nossas opiniões sobre três bandas selecionadas ao acaso dentre as que nos enviaram material nos últimos meses. E a partir de agora a coluna será semanal, saindo todo final de semana. Espero que assim consigamos fazer justiça a tantas e tantas pérolas independentes, nacionais e internacionais, que nos enviam material toda semana e que nos últimos tempos infelizmente não pudemos postar por inúmeras razões. Mas bem, vamos lá.

Como já estávamos sem postar essa coluna a bastante tempo, nesta edição trouxemos três nomes que já estavam engavetados no nossos arquivos pignianos a bastante tempo. O grindcore formado em Manaus mas sediado em Goiânia do Ressonância Mórfica, o Rap lusitano do Secta & Primaz e o rock experimental despojado paulistano do Hollowood.

Continue lendo e vamos conhecer esses caras.


Ressonância Mórfica

Formada em 1998 em Manaus-AM, posteriormente mudando-se para Goiânia-GO, o Ressonância Mórfica é uma banda de grindcore extremamente interessante, fora do clichê e que já lançou até a data apenas um full-lenght e um EP, além da demo. Com vocais em português e sonoridade pesada porém cadenciada, a banda nos surpreendeu desde o início, quando esperávamos um Grindcore mais direto. E isso foi ótimo, sem dúvida a fórmula da banda chamou nossa atenção por ser cativante ainda que diferenciada, mesmo que as influências sejam notadas claramente em cada acorde como vindo das bandas de grindcore canônicas, mas com uma dose cavalar de influência do Crossover nacional (vide Ratos de Porão e Gangrena Gasosa).



"O conceito é interessante, consegue fugir da sonoridade usual do grindcore e soam mais atmosféricas do que outras bandas do gênero, porém o uso de gutural "falado" em português acaba soando meio cômico lembrando a Banda Ritual, acaba por perder a seriedade. "
- Koticho
"Puta banda, tem um conceito e uma estilística foda, soa pesada, mas o vocal cantado em português é uma faca de dois gumes. Cantar em português é interessante, mas acho que faltou nojeira, ficou muito claro o que o cara canta, e isso incomoda meus ouvidos, tipo um cara dando lição de moral em português com voz gutural. Na minha concepção o vocalista poderia ser mais ininteligível, mais escarrado, mais brutal. A parte instrumental tem um guitarrista muito bom, que arruma riffs bem inteligentes, mesmo usando algumas nuances de punk/ hc (vide cunnilingus), nada que empobreça o trampo. Faltou também um pouco de brutalidade na batera" 
- Nagano

Ressalto ainda que colocar no full  um poema musicado do Augusto dos Anjos agregou bastante valor a podridão do esquema. Mas, por fim, seguem os links que a bandas nos enviou:

Agregados Onimodos Malditos
2005

Tracklist:

1. Pasquim 03:03
2. Sentimento Exaustivo 01:50
3. Mnp 02:15
4. Reação Irracional de Destrutividade 01:53
5. Lisarb na Contramão 02:31
6. Aleivosia 01:39
7. Plutocracia 04:49
8. Cunnilingus 02:20
9. Penumbra 02:59
10. Quiproquo 03:41
11. O Deus Verme 04:29

Ouça:
Soundcloud (com o full todinho disponível)  // Myspace // Site // Facebook




Secta & Primaz 
Advindos de Lisboa, Secta & Primaz é uma dupla parte do Hip Hop Tuga, o Hip Hop português, sediados em Marinha Grande. Secta é um rapper que participou, além desta que nos enviaram, várias outras mixtapes com vários outros artistas, e assim com Primaz (aka Primaz Lirix) fazem parte um projeto chamado RESI2430, que se descreve como: "RESI2430 é um projecto musical oriundo da Marinha Grande que actua principalmente no panorama do hip-hop “tuga”. Composto pela integração de três antigas formações de hip-hop desta cidade, expõem o seu trabalho em diversos formatos como poesia, ilustração, musica, produção, ou beatbox.". A dupla nos enviou sua mixtape, Caneta, Papel e Bolas, que se apresenta como um bootleg, mas tem uma produção bem limpa e perfeitamente apreciável. Como eu particularmente não sou o melhor conhecedor de Hip Hop deste blog, deixo-vos com a análise dos meus colegas:

"Rap português numa linhagem semelhante ao de nomes que fazem um trabalho mais melancólico no underground americano como o Sadistik, tem uma produção bacana com bom uso de samples e beats. Acostumando com o sotaque português, que sempre acaba por soar estranho para os brasileiros, pode se tornar algo interessante e promissor. " 
- Koticho

"Gostei do som Secta & Primaz. Por ser uma mixtape, lançada em 2012, dá um certo ar de inacabado, mas a proposta deles é rap old-school: muitos samples, scratches, rimas bem construídas. As canções são curtas e diretas. Eles fazem parte dum movimento cultural de Lisboa chamado "Resi2430" que mescla outros elementos da cultura hip-hop." 
- Bruno Lisboa

Caneta, Papel e Bolas
Mixtape, 2012


Tracklist: 22 faixas não-intituladas

DOWNLOAD: Mediafire

Conheça melhor o Secta & Primaz:

Facebook (Secta-Mate) // Soundcloud











Hollowood 
Formados em 2007 na capital paulista, o Hollowood é uma míriade de combinações musicais girando em torno da espontaneidade do punk, do math rock, do post-hardcore, do emo e do post-rock. Como descreveram a si mesmos no email que recebemos: "Começou com o clássico “amigos de colegial que se juntam pra tocar uns hardcore”. Hoje, Dan (voz/guitarra), INSS (guitarra/voz), Renato (baixo/voz) e Kajiro (bateria) fazem músicas em que cabe hardcore, math rock, metal, pop, "indie"... Seja o que for — se for real.". Não tem descrição melhor que isso mesmo. O instrumental é divertido, complexo e cativante, e o vocal apela pro post-hardcore/emo/pop punk de forma intensa. A banda nos enviou dois materiais ao longo de 2012, um single contendo as faixas "Undone" e "It sucks when your mate is bitten by a zombie (and you have to cut off his head) Blues" e um EP, Zero. Sem dúvida vale a pena a conferida pra quem curte bandas como Toe, Algernon Caldwallader, This Town Needs Guns e muitas outras que eu poderia citar.

"Banda bem ativa do cenário alternativo/underground paulistana, o instrumental da Hollowood é carregado de influências de bandas da cena de math-rock japonesa, nomes como Ling Tosite Sigure, toe e te' se fazem bem aparentes, porém, o vocal com timbres "adolescentes" em faixas como Zero acaba por soar excessivamente pop punk, fazendo lembrar mais de Blink 182 do que das outras influências citadas, em outras canções quando isso não se mostra tão aparente com os vocais puxando mais para o emo e post-hardcore dos anos 90 acabam por fluir bem melhor com todo o conjunto." 
- Koticho
Single
2012


Tracklist:

01. Undone
02. "It sucks when your mate is bitten by a zombie (and you have to cut off his head)" Blues

DOWNLOAD: Mediafire



Eu realmente curti o instrumental dessa música.


Zero (EP)
2012

Tracklist:

1 - Zero
2 - Bordeau Waltz
3 - Undone
4 - "It sucks when your mate is bitten by a zombie (and you have to cut off his head)" Blues
5 - Z.E.R.O.M.I.X.

Ouça e baixe no Bandcamp:




Conheça melhor o Hollowood:

Facebook//Canal do Youtube//Soundcloud

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Então é isso galera, espero que tenham curtido essa edição de ressurgimento da seção e aguardem semana que vem com novas bandas. Valorizem os caras, se curtir e for da sua cidade, procure ir nos shows, e se não for, comprar o material da banda, acompanhar o que ela vem fazendo e tudo mais.

E acima de tudo: um obrigado gigantesco a todas as bandas que apareceram aqui e que nos enviam uma tonelada de material todo mês. Nós iremos postar todas, podem ter certeza. É extremamente gratificante receber tanta coisa boa, de tantos lugares e estilos diferentes. Continuem firmes!

Até semana que vem!
domingo, 25 de agosto de 2013
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La Batalla - Cantigas D'amigo

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Gênero: Erudita/Medieval/Folclórica
País: Portugal
Ano: 1984

Comentário: Quando eu comecei a estudar sobre a escola literária do Trovadorismo me encantei pelas líricas em galego-português e comecei a imaginar como seriam as melodias delas, como os bardos cantavam aqueles poemas, e como tocavam. La Batalla com certeza não reproduz o mesmo som que eles faziam,  mas chegam perto o suficiente cantando no idioma original dos poemas, que é o galaico-português e com acompanhamentos instrumentais maravilhosos, que incitam sua imaginação e te levam à um castelo medieval ou para o campo simples onde uma dama lamenta sobre seu parceiro que saiu em campanha.

Criado por Pedro Caldeira Cabral em 1984 e composto por músicos com diferentes formações na área musical, o grupo usa de replicas de instrumentos medievais criados pelo próprio Pedro Caldeira para criar uma sonoridade tão fiel a musica medieval. Alem dos instrumentos, a banda usa de trajes e decorações especiais para criar um ambiente certo nos shows. As letras são, como o nome do disco diz, cantigas de amigo escritas por vários trovadores, incluindo D.Dinis, rei de Portugal. Cantigas de amigo trazem o ponto de vista da donzela que se vê desamparada ao pensar em seu amado que está longe, seja pelo motivo que for.

Vou destacar a musica “Cantiga 100” por que ela e uma das que eu mais gostei, é um canto bem religioso e forte. Este é um cd muito bom de se ouvir como um todo, algumas musicas instrumentais são excelentes e acredito que são uma ótima trilha sonora para um RPG ou uma leitura de fantasia medieval.

                                                             Site Oficial / Last.fm

Tracklist:
Lado A
01 - En Lisboa Sobre Lo Mar (Séc. XIII) – 2:26
02 - Ductia (Séc. XIII) – 3:11
03 - Ay Eu Coitada (c. 1199) – 6:10
04 - Valamos, Irmana (Séc. XIII) – 4:38
05 - Ai Flores, Ai Flores Do Verde Pino – 5:18
Lado B
01 - Cantiga 322 (Sec. XIII) (Versão Instrumental) – 2:30
02 - Ondas Do Mar De Vigo (Séc. XIII)  - 5:40
03 - Mandad'el Comigo – 4:43
04 - Trotto (Séc. XIV) -  2:09
05 - Cantiga 100 – 2:49
06 - 5ª Estampida Real (Séc. XIV) – 1:48
 

Download: Mega / 4shared / mediafire

quarta-feira, 11 de julho de 2012
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Indignu - Fetus in Fetu

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Gênero:Post-Rock, Shoegaze
País: Portugal
Ano: 2010

Comentário: Post-Rock e Shoegaze são dois termos já amplamente conhecidos e bem trabalhados dentro do cenário da música contemporânea, apesar de, por vezes, soarem estranhos aos ouvidos de um ser comum em sua vida pacata e comum (sim, acreditem ou não, às vezes a resposta é: "nunca ouvi"). Porém, considerarei que a maioria dos leitores já são conhecedores dos gêneros aqui tratados.

E justamente por serem, em sua maioria, conhecedores é que surge a pergunta: o que poderia vir de novidade a partir de sonoridades já tão "abusadas" em nossos dias, vide a quantidade gigantesca de Explosions in the sky's e God is an Astronaut's da vida (não retirando os méritos destas incríveis bandas)? À primeira vista, Indignu pode se encaixar nesse conceito, mas existe algo de especial no grupo lusitano. Pra falar a verdade, não sei dizer exatamente o que me cativou neste grupo, mas creio que seja o fato de que parecem reavivar com maestria e paixão um campo que parece cada vez mais dominado pelo "mais do mesmo". Posso dizer que o que realmente me chamou mais atenção foi o instrumental, impecável e cheio de "idas e vindas", apesar de ser muito legal ouvir músicas cantadas no sotaque portuga, mesmo que, para nós, brasileiros, em certos trechos, seja dificultoso entender a letra.

Geralmente, eu gosto de apurar o histórico da banda, mas em casos como este, fazê-lo é tarefa árdua, já que se tem que colher pouquíssimas informações soltas aqui e ali na internet. Porém, para não deixar o post descontextualizado em seus termos espaço-temporais (hã?), é possível saber que o grupo é natural de Barcelos, Portugal, e foi fundada no ano de 2004. Acreditei que a banda estivesse extinta, porém, ao pesquisar informações para realizar esta resenha que vos trago, descobri que há um novo álbum sendo trabalhado, e que será o segundo álbum de estúdio (assim creio eu), sendo o primeiro, óbvio, este, o Fetus in Fetu. Indignu não deixa nada a desejar comparativamente às bandas mais conhecidas do gênero. Em minha opinião, as músicas que mais se destacam são Choro da Saudade (não, não é o chorinho) e Suicida Oração, porém, considero o álbum inteiro muito prazeroso. Algumas músicas possuem uns clips interessantes, que, ao que me parece, foram produzidos pela equipe da banda... ou algo do tipo.

P.S.: O clip da música Suicida Oração, que deixarei para apreciação no fim do post é um espetáculo à parte.


[MySpace] [LastFm] [Facebook]

Tracklist:

01. Prenúncio - 04:21
02. Curta-Metragem (A Espera) - 04:20
03. Curta-Metragem (A Saída) - 02:19
04. Curta-Metragem (A Efectivação) - 02:06
05. Ouvidos de Bigorna - 03:10
06. Carruagem dos Magistrados - 06:13
07. Rafaela - 03:47
08. Duzentas Promessas Para Um Mundo Melhor - 05:42
09. Choro da Saudade - 07:47
10. Isaque - 02:13
11. Suicida Oração - 8:27


Links:

[DepositFiles] [MegaShares] [BayFiles] [Badongo]


segunda-feira, 30 de abril de 2012
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José Cid - 10.000 anos depois entre Vénus e Marte

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Gênero: Rock Progressivo, Space Rock
País: Portugal
Ano: 1978

Comentário: Olá você que gosta de rock progressivo das antigas com muito sintetizador, temática espacial e cara de tiozão. Eis aqui um álbum maravilhoso, uma pérola do rock progressivo. Descobri esse cara acho que pelas minhas andanças pela LastFm e resolvi que deveria baixar e ouvir. Os motivos que me incentivaram foram: 1. é rock progressivo, 2. possui temática espacial, 3. as letras são em português, e português de Portugal (meio óbvio se você notou o país de origem).

Ao pesquisar sobre esse cara, notei que, infelizmente, esse foi o seu único trabalho neste estilo e tema. Todos os outros trabalho de José Cid, até onde sei, estão muito distantes do prog, aventurando-se muito mais no fado, músicas populares e folclóricas portuguesas e uma ou outra coisa com influência de jazz e doses de psicodelismo (principalmente no início da carreira). Ter sido uma criação bastante diferenciada dos outros trabalhos, no entanto, não diminui o brilho do álbum, (Ah, quem dera que o cara voltasse a fazer sons nesse estilo!) que parece ter sido pensado em todos os seus mínimos detalhes de forma a ser uma verdadeira viagem. E essa viagem é um atrativo para amantes de ficção científica! Usarei aqui a citação da própria Wikipédia sobre esse disco:

"Com base em ficção cientifica, o conceito é que, 10.000 anos depois da auto destruição da humanidade, um homem e uma mulher viajam de regresso para a Terra para a repovoar novamente. O tom das músicas é de contemplação sobre os erros do passado da humanidade e de esperanças futuras. A maioria das canções é influenciada por bandas como Moody Blues ou Pink Floyd."

Eu imagino o quanto isso deveria ser entusiasmante para jovens da época amante de boas músicas e boas histórias (para me certificar disso, procurei meu pai para dar seu parecer e ele curtiu muito, apesar de não ter conhecido antes). Eu acredito que nessa época as histórias de ficção científica tinham um caráter todo especial, pois os avanços tecnológicos no sentido da exploração espacial ainda não eram tão vastos quanto são agora, e isso despertava, creio eu, uma vontade de explorar todos esses mistérios novos que naquele momento pareciam bem mais possíveis, pois o homem havia pousado na Lua já em 1969 (não discutirei aqui as teorias conspiratórias =P). Apesar disso, o disco não obteve tanto sucesso na época, em Portugal.

E sobre a musicalidade? Bem, como já foi dito antes na citação, há muita influência de grupos de prog como Pink Floyd e The Moody Blues. Há predominância do uso de sintetizadores e também do Mellotron (um aparelhinho, para quem ainda não sabe, que é uma espécie de teclado que utiliza sons pré-gravados, muito usado por bandas dessa época), mas há também passagens com solos de guitarra muito bem executados. Existem excelentes faixas instrumentais, como Fuga Para o Espaço e Memos. O primor da obra é tanto que é citada na revista Billboard entre os 100 melhores álbuns de rock progressivo. É uma verdadeira pérola lusitana para os amantes do bom e velho prog rock.

Ps.: No arquivo que está aqui disponível, há ainda um pequeno brinde. Não lembro exatamente onde consegui baixar este álbum, mas ele veio com uma música adicional, Vida (Sons do Quotidiano), que faz parte de um EP lançado em 1977 (e, portanto, um ano antes desse álbum) que tem o mesmo título e que só possui essa música, porém divida em duas partes e o melhor é que também é rock progressivo, porém, a temática não é mais o espaço e sim, a vida (oh, é mesmo?) Enfim, enjoy! =)


Site//LastFm

Tracklist:

01. O Último Dia na Terra - 4:21
02. O Caos - 6:00
03. Fuga Para o Espaço - 8:10
04. Mellotron, o Planeta Fantástico - 6:43
05. 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte - 6:05
06. A Partir do Zero - 4:43
07. Memos - 2:07
Extra: Vida (Sons do Quotidiano) - 12:37


Links:

MegaShares//BayFiles

domingo, 4 de setembro de 2011
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La Chanson Noire - Canções de Faca e Alguidar

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Gênero: Gothic / Punk Cabaret
Ano: 2007
País: Portugal

Comentário: La Chanson Noire é o transbordo musical da inquieta e multifária mente de Carlos Monteiro. É composta por três heterônimos (?): Iktush Nosfellatio, Charles Sangnoir e João Semnome; cada um com sua respectiva e diferente personalidade, a qual compõe de certa forma um traço das músicas bucólicas-decadentes de LCN. Do mesmo modo, oscilam nos shows em performances, onde até o próprio criador aparece incorporando uma quarta pessoa.

"Canções de Faca e Alguidar" é o orgulho desta estação para a Necrosymphonic Entertainment (gravadora (?) criada pelo próprio Carlos). Voz, bateria e piano, pontualmente acompanhados por um baixo ou uma secção de cordas, numa toada de cabaret decadente em delírios de haxixe e absinto. Capa exclusivamente para k7 - puro romantismo retro!

Já foi postado aqui no Ignes o Split dele com o Espelho Mau: Gay Music For Straight People.

Tracklist:
1. Construir Monstros
2. Fado Mau
3. Food For The Worms
4. Fuck Me

Download: Megaupload // Mediafire // Hotfile // Outros Links
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
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Ratos de Porão - Série "Feijoada Acidente?"

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Gênero: Punk Rock / Hardcore / Crossover Thrash

País: Brasil

Ano: 1995



Comentário: Muito antes de João Gordo [dadodolabella] trair o movimento punk [/dadodolabella] e ingressar na carreira de apresentador e humorista, o simpático e robusto músico era o frontman dos Ratos de Porão, através do qual, ao lado do intrépido Jão, comandou uma grande e incisiva caminhada rumo ao hall da fama do street punk tupiniquim.
Dentre seus volumosos releases, destaco a dupla em epígrafe: a série Feijoada Acidente? é uma clara sátira ao famigerado The Spaghetti Incident?, de Axl Rose e companhia, disco de covers lançado na mesma época desses álbuns aqui abordados. Aqui, os punks brasileiros também fazem versões de bandas que os influenciaram, tanto nacionais quanto internacionais, como se pode ver pelas capas.
A musicalidade é horrível e as letras são desagradáveis, e é exatamente esse formato que embasou o repertório musical da banda durante seus anos de glória. Sendo assim, me pergunto: porque eu gosto disso? Eu não sei, sinceramente, mas, mesmo assim, é inegavelmente interessante. Não tão interessante quanto um gordo punk entrevistando um mauricinho metido, mas, ainda assim, interessante.


[ Site Oficial / MySpace / LastFM ]



Releases:


Álbum: Feijoada Acidente? - Brasil


Tracklist:


1. "Câncer" (Hino Mortal) - 1:41

2. "Olho de Gato" (Olho Seco) - 0:59

3. "Lobotomia" (Lobotomia) - 1:09

4. "John Travolta" (AI-5) - 1:47

5. "Não Podemos Falar" (Ratos de Porão) - 0:35

6. "Desemprego" (Fogo Cruzado) - 1:40

7. "Capitalismo" (Psychic Possessor) - 1:25

8. "A Bomba" (Ratos de Porão) - 0:13

9. "Falsa Liberdade" (Olho Seco) - 1:05

10. "Tô Tenso" (Patife Band) - 2:27

11. "Buracos Suburbanos" (Psykóze) - 1:34

12. "Corrupção" (Ratos de Porão) - 1:01

13. "Papai Noel" (Garotos Podres) - 1:29

14. "Medo de Morrer" (Inocentes) - 1:08

15. "O Dotadão Deve Morrer" (Cascavelletes) - 2:31

16. "Só Pensa em Matar" (Ratos de Porão) - 1:27

17. "Os Ratos" (Anarkólatras) - 1:27

18. "Classe Dominante" (Restos de Nada) - 1:27

19. "Direito de Fumar" + "Nós Somos a Turma" (Ratos de Porão) - 5:03


Álbum: Feijoada Acidente? - International




Tracklist:



1. "Fuck Off and Die" (Chaotic Dischord) - 1:05

2. "Private Affair" (The Saints) - 1:50

3. "Pure Hate" (Poison Idea) - 1:37

4. "Servizio Militare" (Eu's Arse) - 2:43

5. "Big Women" (G.B.H.) - 1:42

6. "Bad Guy Reaction" (Rezillos) - 2:04

7. "Police Story" (Black Flag) - 1:29

8. "Spräckta Snutskallar" (Shitlickers) - 0:40

9. "Raped Ass" (Anti-Cimex) - 1:03

10. "Red Tape" (Circle Jerks) - 0:49

11. "Suspect Device" (Stiff Little Fingers) - 2:03

12. "Mucha Policía, Poca Diversión" (Eskorbuto) - 1:39

13. "In My Eyes" (Minor Threat) - 2:49

14. "Aloha, Steeve and Danno" (Radio Birdman) - 3:30

15. "Kität on Natisisikoja" (Kaaos) - 0:54

16. "Rajoitettu Ydinsota" (Rattus) - 1:05

17. "Yeah Yeah Yeah!" (The Vibrators) - 1:15

18. "Insight" (Dead Kennedys) - 1:41

19. "1983" (Inferno) - 1:10

20. "Catholic Boy" (Dead Boys) - 2:43

21. "Out of Order" (Disorder) - 3:34



Megaupload / Mediafire / Filesonic
sábado, 15 de janeiro de 2011
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Moonspell – Night Eternal

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Gênero: Black Metal/ Gothic Metal
País: Portugal
Ano: 2008

Material do visitante Dybbuk:
Moonspell é um grupo musical de Portugal de black metal/gothic metal. Formada inicialmente como "Morbid God" em 1989, tinha como integrantes Fernando Ribeiro nos vocais e Mike Gaspar na bateria, além de dois outros integrantes. No seu início o grupo tocava black metal.

História
Em meados de 1989 surgia a banda Morbid God, ainda inexperiente, sem bons instrumentos e sem um bom local para ensaiar. Somente no ano seguinte seria registrada em estúdio a primeira música da banda, no
formato de promo-tape e com o título de "Serpent Angel". Este grupo só conseguiu se estabilizar em 1993, lançando a sua primeira demo-tape.
Foi em 1992 que a banda mudou o nome para Moonspell. Em 1993 os Moonspell (Fernando Ribeiro (vocalista) e Mike Gaspar (bateria) gravaram a demo Anno Satanae, que garantiu um contrato com a editora
francesa Adipocere para a gravação de um mini-cd que foi editado um ano depois com o nome Under the Moonspell. Em 1995, e já na Century Media, editaram o seu primeiro CD, intitulado Wolfheart. Neste CD os Moonspell quebraram com o seu antigo estilo, black metal, para produzirem um CD gótico com influências de Folk e Black Metal. O CD foi um sucesso, e colocou finalmente os Moonspell na cena de metal internacional. O CD que se seguiu, Irreligious, foi lançado em 1996, cujo single, Opium (música inspirada no poema Opiário de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa), continua a ser uma das músicas mais conhecidas dos Moonspell. Em 1998 é lançado o Sin/Pecado, como elementos eletrônicos sendo adicionados ao som da banda, num trabalho belo e experimental, em seguida (1999) viria o The Butterfly Effect, elevando ainda mais essa face experimental/eletrônica. Em 2001, o álbum Darkness and Hope aparece com uma sonoridade gótica, sendo aclamado pelos fãs, que em seguida ficariam extasiados com o The Antidote (2003), álbum mais agressivo, porém, mantendo a característica da banda e tido por alguns fãs como o melhor álbum.

Em 2006 sai o considerado melhor álbum da banda 'Memorial' que atingiu o top português na primeira semana em que esteve à venda. Ajudados pelo sucesso do último álbum, os Moonspell ganharam em Novembro de 2006 o prêmio de Best Portuguese Act do MTV Europe Music Awards!. Em 2007 editam um novo álbum, intitulado "Under Satanae", composto por regravações das primeiras demos. A 19 de Maio de 2008 sai o mais recente álbum da banda com o nome "Night Eternal" seguido, em Dezembro
do mesmo ano, pelo muito aguardado duplo DVD "Lusitanian Metal" contendo várias gravações ao vivo desde o início da banda até 2004 e uma entrevista.

Membros
Fernando Ribeiro - Vocal (desde 1989)
Ricardo Amorim - Guitarra (desde 1995)
Mike Gaspar - Bateria (desde 1992)
Pedro Paixão - Teclado e Guitarra (desde 1994)

MySpace||LastFM

Tracklist:
1.At Tragic Heights – 6:51
2.Night Eternal – 4:09
3.Shadow Sun – 4:24
4.Scorpion Flower – 4:33
5.Moon in Mercury – 4:22
6.Hers in the Twilight – 4:53
7.Dreamless (Lucifer and Lilith) – 5:16
8.Spring of Rage – 4:04
9.First Light – 5:43

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
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Main Dish - Teared Clouds + ArtCore

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Gênero: Rock Progressivo, Dub, Jazz, HardRock, Experimental, Instrumental...
País: Porto, Portugal
Anos: 2009

Comentário: Main Dish é um projecto pessoal instrumental, por enquanto, de rock progressivo com pinceladas de jazz, hard rock, mas sempre experimental, abordando vários géneros étnicos como Salsa ou música oriental. O projecto formou-se em 2008 mas já conta com 2 álbuns lançados em 2009, para download grátis. O 3º álbum já se encontra em processo de escrita, e Main Dish está também a preparar um EP mais movido a electrónica a ser lançado este ano também. Tudo isto é o resultado do esforço e dedicação à música de um rapaz português apaixonado pela arte que só quer ver o seu trabalho divulgado.

  • O material abaixo foi divulgado por Luís Vieira, dono do projeto Main Dish, assim como o comentário, na metade do ano passado. Desculpe, Luís, seu e-mail simplesmente se perdeu entre tantos outros.
  • Tal material é disponibilizado de graça pela banda no site Jamendo. Para baixar basta fazer uma rápida conta que, de quebra, te deixará à disposição uma gama de álbuns independentes de muito bom gosto.
  • Quando o e-mail foi enviado, o terceiro álbum (Siamese Light) ainda estava em processo de escrita, mas agora, está concluído e também disponível para download. Basta acessar a página do artista no Jamendo e ter contato com todo seu material.
  • Vale mesmo dar uma conferida, principalmente ao amantes do experimentalismo executado somente por um instrumental bem dinâmico e atrevido.


Teared Clouds
Tracklist:
01. Lionnais
02. Indigo Prophecy
03. Bulbiferum Ssp. Croceum
04. Leds
05. Octahedron #1 Abu Sir
06. Octahedron #2 Dahshur
07. Teared Clouds
08. Rescuing
09. Running in Parks
10. Angel Range

Download(Jamendo)


Prévia:


ArtCore
Tracklist:
01. The Fury
02. The Pain
03. The Fear
04. The Sorrow
05. The Boss
06. The End
07. Ik hou van mijn zusje

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sábado, 21 de agosto de 2010
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Mechanica Sundown - "3" [EP]

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Gênero: Uma mistura de Groove/Thrash/HC/Death...
País: Lisboa, Portugal
Ano: 2010

Biografia: O nosso objectivo é não só o de revelar ao público o nome dos MECHANICA SUNDOWN através de concertos, mas também procurar uma editora que connosco possa levar a cabo um plano de trabalho sólido, desenvolvido a partir de uma gravação (de onze temas no total) e “artwork” já finalizados. Pretendemos que 2010 seja o ano da conquista de visibilidade; por isso, a promoção junto das entidades que se esforçam por difundir os estilos musicais mais extremos, surge-nos como uma prioridade nos tempos que correm.

“AntagonistA” tenciona ser um trabalho diferente no âmbito do panorama nacional. A nossa aposta incide sobretudo na diversidade criativa, configurada pela multiplicidade de subgéneros de peso, porém geridos em torno de um eixo de identidade muito própria.

Cada tema vale por si enquanto unidade distinta. Mas a verdadeira dimensão da nossa musicalidade só é plenamente percebida na torrente de variações estilísticas que é transversal à totalidade dos temas. Aí sucedem-se riffs duros, inteligentes e directos estruturados mediante uma certa inspiração death, pontuados por ritmos mais mecanizados e acentuações melódicas esporádicas, por momentos de groove agressivo e samples que evocam ambiências industriais. A cadência é a de um fluxo enérgico que chega a atingir velocidades próprias do Thrash e até do Grind, resultando tudo numa dinâmica que serve de plataforma para poderosas vocalizações guturais com algumas modulações harmoniosas.

A esta aventura estilística muito própria, os MECHANICA SUNDOWN chamaram de “ hybrid-metal “, em tom de sarcasmo anti-rotulação.

“AntagonistA” é o reflexo da versatilidade dos MECHANICA SUNDOWN. Contudo, mesmo mergulhados nessa amplitude sonora que nos caracteriza, e pela qual nos iremos sempre orientar, a tendência é para nos tornarmos cada vez mais negros, pesados e agressivos.
“O futuro começa agora!”

Comentário por Roger Esteves: Mechanica Sundown apostam na diversidade criativa,na versatilidade de estilos que povoam o seu imaginário.Os temas pessoais dão o mote e a base death metal recheada de apontamentos oriundos dos subgéneros de peso mais dispares que subtilmente se passeiam pela sua música:o grind,o core,o heavy metal,etc tudo pode fazer parte dum tema da banda.Riffs duros,directos e inteligentes,secção ritmica poderosa e uma voz potente e esporadamente melódica caracterizam esta banda que se auto intitularam (porque odeiam rótulos e nunca ninguém acerta no estilo que praticam) de criadores do Hybrid Metal.

Comentário do Damião: Antes de mais nada, gostaria de agradecer IMENSAMENTE ao Roger Esteves e à banda que nos enviou, confiou, elogiou e reconheceu nosso amado Pignes.

Em segundo, e não menos importante, é totalmente dedicado às músicas do Mechanica Sundown. É um som chamativo apesar de coeso. Com pitadas salgadas de Groove, Hardcore, riffs por momentos frenéticos e solos corridos metralhados para fora da guitarra, sem dúvida alguma é Thrash que os acompanha. Um som alternativo mas que não se perde, sabe onde quer chegar, e isso fica exposto em todas as 3 faixas deste EP. Alternâncias do vocal, que soa potente, apesar de notar uma ronquidão. Músicas finalizadas com um bom trabalho de áudio/ samples, que são notados principalmente nos efeitos jogados em conjunto do vocal. Vocal este que também busca referências ao Grindcore. Bateria recorre várias vezes ao Death Metal.

A faixa Mesmer(o) por vezes me lembra Slipknot, mas bem levemente, e depois cai num hardcore metalizado.
O Vocal nesta faixa é de se estranhar, mas eu gostei, apesar da entonação.
Realmente, vai ficar difícil definir um estilo para esta banda e arrumá-la em uma de nossas categorias. Mas o pior é ter de ouvir só 3 faixas {risos} o som é realmente bom.

Valeu irmãos portugas, sucesso!

Contacto: 939380059 (depois das 20h) mechanicasundown@gmail.com
MySpace: http://www.myspace.com/mechanicasundown

Integrantes:
Pedro Batista: Voz;
Mané Teles: Bateria;
Bruno Vicente: Guitarra, Coros;
Roger Esteves: Guitarra, Letras;
Mário Pereira: Baixo
Comentário por Roger Esteves:

Tracklist:
1-Monolith
2-Legacy of Cain
3-Mesmer(0)

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sábado, 7 de agosto de 2010
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Defuntos - A Negra Vastidão de Nossas Almas

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Gênero: Black/Doom Metal
País: Portugal
Ano: 2008
Comentários: É... parece que voltei a ativa... Bom, se você teme a morte, não escute. Som ríspido, sujo, musicas longas, ritmo arrastado, letras inteligentes, vocais bem executados, riffs marcantes e principalmente a temática mórbida definem essa banda que também canta em Português, embora seja difícil de entender se você não tiver a letra em mãos, até por causa da produção que não é das melhores, às vezes é até por que eles optam por uma coisa mais enigmática e sombria, o que é exatamente a proposta dessa banda. As letras são verdadeiros poemas que caracterizam o desespero e a ansiedade pela morte, como já relatou Conde F. em uma entrevista. Os caras são verdadeiros artistas. Enfim, banda excelente que trata de um tema clichê de uma forma não-clichê.

Tracklist:

01. Os Lamentos da Noite - 04:13
03. Mágoa... Um Portão de Isolamento - 10:39
04. O Silêncio das Cigarras, Um Adeus Distante - 07:40
05. A Última Coroa de Flores - 09:27

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
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Omitir - Meu Fado

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Gênero: Black Metal
País: Portugal
Ano: 2007
Comentários: Black Metal filosófico, introspectivo, depressivo, sombrio, se fosse ficar falando aqui tudo que a banda Omitir, antigo Bahamut é, ia demorar muito. Falando sobre ódio, depressão, insanidade, niilismo, geralmente não vicio em bandas desse estilo, mas essa, merece um destaque. Sempre tive aqui no pc mas à uns dias que peguei pra escutar realmente com calma; injustiça minha para com essa maravilha. Todas as letras desse EP são em português, o que facilita a compreensão da mensagem, os vocais já são o tradicional do black metal, porém com um Q de profundo e grave, e não daqueles esganiçados, melodias simples, porém com sentimentos. Muito bom e recomendado.

Tracklist:
1. Amarga Luxúria
2. Transcendência do Real
3. Hemiplegia
4. Insuficiência

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segunda-feira, 20 de julho de 2009
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Anomally - Once In Hell...

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Gênero: Death/Thrash/Gothic Metal
País: Portugal
Ano Lançamento: 2008
Comentário: Banda portuguesa, lançou seu primeiro álbum em outubro do ano passado. Ressalto a ótima qualidade de gravação das canções, apesar da banda ter lançado CD independente. Uma mesclagem de ótimos estilos, vocais praticamente guturais, só que de certa forma rasgados. Pedais duplos na hora certa, riffs cadênciados, de ótima qualidade, sem falar na atmosfera "pesada" que vem do Gothic Metal, com teclados muito bem feitos.

Tracklist:

01 - Spiritual Embrace
02 - Between Angels And Demons
03 - I Am God
04 - No Words From The Dead
05 - Legacy Of Blood
06 - Apocalyptic Signs
07 - Immortal
08 - No Hope

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terça-feira, 9 de junho de 2009
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Before The Torn - Burying Saints

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Gênero: Metalcore
Pais: Portugal
Ano Lançamento:
2009

Comentário: Primeiro disco desta grata surpresa de Portugal no mundo do metalcore. Coleção de riffs insanos vocais postados entre o gutural (death metal) e o gritado (hardcore), que tornam o disco interessante e vigoroso. É um petardo atrás do outro, indicado para amantes de música com peso e aquelas paradinhas loucas herdadas da escola do Pantera e com linhas melódicas na guitarra, bem nervosas. Ótima estreia.

Resenha by Humberto Sobrinho, valeu Humberto!

Tracklist:

01 - The Fall Of Hope
02 - Hands Of Salvation
03 - The Sentence
04 - An Ocean of Pride
05 - Broken Dead Defeated
06 - Burying Saints
07 - Endless Calling
08 - Sundown
09 - Sinking Hearts
10 - My Last Words

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
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Inverno Eterno - Póstumo

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Gênero: Depressive Black Metal
País: Portugal
Ano: 2008
Comentário: Inverno Eterno é uma excelente banda formada em Lisboa em meados de 2005. Póstumo é seu primeiro registro, um full-lentgh com 9 faixas pesadas e depressivas, Suas letras (cantadas em português) abordam temas relativos à morte, depressão e nostalgias. Para quem aprecia um DSBM bem gravado, com vocais rasgados e até chorados em alguns momentos, isso é totalmente recomendado.

Tracklist:

1. Prólogo
2. À Sombra Do Passado...
3. ...Eternamente
4. Enquanto a Morte Demora...
5. ...O Sofrimento Constante
6. A Noite que Perdura...
7. ... Na Memória
8. Depois que tu Morreste...
9. ... O Cansaço De Viver

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
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Black Hammer - Bela Lugosi is Dead,Buried and Forgotten (haushämmerfrost opus schizoid MMIX)

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Gênero: Thrash/ Death Metal
País: Portugal
Ano Lançamento: 2008
Comentário:
Chamo-me Simao Santos, sou o unico membro integrante do projecto português thrash/death Black Hammer.(www.myspace.com/blackhammerpt)
Quero somente pedir que igneselevanium divulgasse o meu novo single "Bela Lugosi is Dead,Buried and Forgotten (haushämmerfrost opus schizoid MMIX)".
Na verdade essa cançao é um tributo pessoal ao lendário Bauhaus mas tem a particularidade de misturar fragmentos e clichés do Celtic Frost e Hellhammer.

Obrigado pelo apoio!
Continuem com o excelente trabalho de divulgaçao!

Um bem-haja de Portugal!
Tracklist:
1. Bela Lugosi is Dead (CF kakophonia Overdosed Version)

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
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Blacksunrise - Engulf The World In Frozen Flames

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Gênero: Melodic Death Metal
País: Portugal
Ano Lançamento: 2007
Comentário: Blacksunrise foi formada em Setembro de 2002, pelos irmãos Padinha, (João Pedro e João Francisco), os únicos remanescentes na banda. Que chamaram os amigos pra fazer um som. A idéia principal foi a de misturar Heavy Metal com letras sócio-políticas. Com o tempo, juntaram a agrecividade do Death Metal, com a melodia das guitarras e lançaram 2 álbuns, esse é o último, de Março de 2007. Som agressivo, pra frente, vocais rasgados, instrumental pesado, com ótimos riffs de guitarra, que estão com ótimas melodias também.

Agradeço novamente ao Fábio pelo álbum.

Tracklist:

01 - December Meads (Chapter One)
02 - The Open Wound
03 - The Plague
04 - Abyssus Abyssum Invocat
05 - Cold Is The Harvest (Chapter Two)
06 - A Lifetime Of Winter
07 - Deadlock
08 - In The Land Of The Blind
09 - Frostbitten Tree (Chapter Three)
10 - Reborn
11 - Iconoclast
12 - My Time To Play God
13 - Funeral Of Auril (The End)

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sábado, 3 de janeiro de 2009
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The Temple - Diesel Dog Sound

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Gênero: Heavy / Thrash Metal
País: Portugal
Ano Lançamento: 2004
Comentário: Desde o seu primeiro ensaio, em 1993, os The Temple mantiveram a sua formação, João Luís (voz), José Carlos e João Afonso (guitarras) Hugo Oliveira (baixo) e Rui Alexandre (bateria). A música deles possui a sonoridade do rock, atitude do punk e o carácter do heavy metal.
Nos seus muitos concertos, os Temple abriram para grandes nomes como Machine Head, Entombed e Moonspell e em tocaram em prisões do estado, concertos classificados por João Luís como "inesquecíveis". Há também os únicos concertos acústicos em locais mais intelectuais tal como o Castelo de Évora e o Palácio dos Condes de Mesquitela, dando aos Temple uma aceitação indisputável por parte de uma exigente audiência e críticos. Para estas ocasiões os Temple fizeram mais do que simplesmente desligar os instrumentos. Tornou-se necessária uma maneira de encarar cada música de modo a combinar o geralmente mais transtornante e negro espírito do heavy metal com o mais generalista e claro ambiente criado pelos meios acústicos.
Gravado em Londres, nos Estúdios Philia, "Diesel Dog Sound" foi produzido por Dave Chang, "um admirável profissional" pelas palavras de Hugo Oliveira e sem dúvida um grande factor que ajudou no comportamento em estúdio. Rui Alexandre confessa que "o facto de termos feito as gravações em Inglaterra foi crucial para o conceito que eu tinha destas novas faixas. As personalidades que adquiriram através das nossas experiências juntos na terra do rock são visíveis na sua sonoridade fortalecida. Tornou-se difícil imaginar de que outro modo teríamos conseguido um resultado tão fiel a nós mesmos".
Este trabalho teve ainda as valiosas contribuições de Fernando Ribeiro (vocalista dos Moonspell), Zé Pedro (guitarrista dos Xutos e Pontapés) e o acordeonista Ricardo Pereira, que gravaram todos as suas participações nos estúdios Tcha Tcha Tcha com Dave Fosard e Calú como técnicos de som e Rui Alexandre na produção.
"Diesel Dog Sound" foi editado pela Copro Records (Reino Unido), com distribuição no Reino Unido, Austrália, Áustria, Benelux, Bulgária, Brasil, Canada, Croácia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Israel, e outros países. Esta edição oferece uma faixa multimédia com material adicional, nomeadamente o vídeo de "Millionaire" e filmagens do mesmo a ser feito. Em Portugal a Raging Planet editou a versão DIGI-Pack com um DVD extra que inclui os vídeos "Millionaire" e "Millionaire Lust", o making of do vídeo "Millionaire" e filmagens da gravação do CD em Londres.
"Diesel Dog Sound" representa um momento sem igual na história dos The Temple e o profissionalismo encontrado em praticamente todos os sectores envolvidos na criação do álbum e resultante sofisticação do mesmo aumentam as expectativas e responsabilidades da banda.

Agradeço ao Fábio pelo álbum o/

Tracklist:

01 - Millionaire
02 - Baby Hate
03 - 22 Belzebu
04 - Diesel Dog Sound
05 - Fightbull
06 - Bankrupt
07 - 1 Minute and Life
08 - Paper Chains
09 - Drum
10 - Devil's Lover
11 - The Snake
12 - Falling
13 - Ticket Please
14 - Soul Tattoo
15 - Burn (Bonus Track)

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domingo, 26 de outubro de 2008
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We Are The Damned - The Shape Of Hell To Come

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Gênero: Death 'n' Roll
País: Portugal
Ano Lançamento: 2008
Comentário: We Are The Damned é uma banda de Lisboa, formada em setembro do ano passado pelo guitarrista Ricardo Correia e pelo baterista Paulo Lafaia, e lançando seu primeiro full-length em março desse ano. Bem no estilo "Death 'n' Roll", um vocal rasgado e ótimo de Sofia Loureiro, instrumental pesado, e com riffs excelentes. Na última faixa fazem um cover do Kiss, "Parasite".

Tracklist:

01 Hell Is My Witness
02 Dynasty Of Perversion
03 Miskatonic
04 The Robot
05 Thrill To Kill
06 The Nihilist
07 Lucifer V.I.P.
08 Release The Wolves
09 Colorado
10 The Treason
11 O Despertar Da Besta
12 The Inception Of Evil
13 Parasite (Kiss cover)

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
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Superego - A Lenda Da Irresponsabilidade Do Poeta

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Gênero: Alternative Rock
País: Portugal
Ano: 2006

Comentário: "Lodaçal sonoro do qual não se consegue erguer uma única canção a merecer uma segunda audição atenta/A interacção entre todas as peças do puzzle superego é feita sempre na medida justa, com a beleza esparsa e tempestuosa de quem não esqueceu a lição sobre a importância do silêncio na música"" (Blitz)
"A lenda da irresponsabilidade do poeta é um título, além de pomposo, irritante/Lança uma lufada de ar fresco no cada vez mais asfixiante panorama do rock português" (Público)
"Olho para o disco dos superego com algum desconforto/Antes de mais, o que os superego fazem são canções bem escritas de onde brota o espectro da solidão e da liberdade de ser e de fazer" (DN)
Fecharam a sua história no dia 11 de Setembro de 2001.
E este CD conta com uma música com o ex-vocalista dos Ornatos Violeta, Manel Cruz.
Para o Forba xD



01 - ... Há Quatro Minutos No Alentejo
02 - Último A Rir
03 - Primavera Em Janeiro
04 - A Lenda Da Irresponsabilidade Do Poeta - feat. Manel Cruz
05 - Palavra Despojos
06 - Otelo S. C.
07 - Dívidas (A Liberdade Da Solidão)
08 - Interruptores Ambíguos
09 - Ficção Científica
10 - Rapto Nº1
11 - A Madrugada Das Pessoas
12 - O Mundo Inteiro
13 - Agorafobia


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Lobo - Demo 2007

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Gênero: Exprimental Rock
País: Portugal
Ano: 2007
Comentário: Lobo é um trio português que faz uma música exprimental na linha do Rock, com influências claras de bandas como The Beatles, The Smiths, Pixies, algumas influências de Shoegaze, e música portuguesa.
Com os três membros da banda a cantar, este Demo foi considerado dos melhores de 2007 a nivel nacional.
É para baixar, e ouvir com calma.

01 - Esta Canção
02 - Lado Errado Do Amor
03 - Atomo
04 - Viajo Em Ti


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Quem escreve e faz os uploads:

 
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Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.