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sábado, 12 de outubro de 2013
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Glasvegas - Later... When The Tv Turns To Static

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Gênero: Indie, Shoegaze, Britpop, Post Punk, Alternative
País: Escócia
Ano: 2013

Comentário: “Later... When TV Turns To Static”, somente aqueles que já perderam noites e noites de sono, assombrados por uma ideia recorrente, olhando fixamente para a TV, vagando entre os canais em busca de algo que simplesmente não está ali, sabem a força que esse título tem.

O Glasvegas surgiu em Glasgow, no começo dos anos 2000 e rapidamente conquistou as rádios escocesas e chamou a atenção de Alan McGee, conhecido por trabalhar com bandas como Oasis, My Bloody Valentine e Libertines. O primeiro disco veio em 2008 e arrebatou público e crítica elevando a banda a uma das mais interessantes do Reino Unido e garantindo apresentações em grandes festivais europeus. O segundo disco, Euphoric /// Heartbreak \\\, foi lançado em 2011, trazendo um som um pouco diferente e acabou não agradando tanto quanto o seu antecessor. Em 2013, o lançamento de 'I’d Rather Be Dead Than Be With You', primeiro single do novo disco, indicava o retorno do Glasvegas a sonoridade do primeiro disco. Uma escolha certeira, visto a qualidade deste lançamento.

O terceiro disco dos escoceses do Glasvegas é de uma beleza melancólica única. Um registro emocional e profundo que, embalado pelo sotaque carregado do vocalista James Allan, cria uma atmosfera fria que envolve o ouvinte e o conquista a cada segundo. Músicas como 'If'', 'Neon Bedroom' e a faixa que dá nome ao disco fazem deste obrigatório para os fãs do gênero.

Tracklist:
1. Later ... When The TV Turns To Static
2. Youngblood
3. Choices
4. All I Want Is My Baby
5. Secret Truth
6. I'd Rather Be Dead Than Be With You
7. Magazine
8. If
9. Neon Bedroom
10. Finished Sympathy

MEGA // Novafile

domingo, 2 de junho de 2013
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Beady Eye - BE

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Gênero: Britpop
País: Inglaterra
Ano: 2013

Comentário: O ano era 2009 e uma briga minutos antes de um show em Paris colocava um ponto final na história de uma das bandas que melhor representava o bitpop, o Oasis. Uma guitarra destruída, uma série de insultos proferidos e Noel Gallagher abandonava seu irmão-problema e seus companheiros banda. Dois anos após o fim do Oasis, Liam, Gem, Andy e Chris seguiram juntos e formaram o Beady Eye. Noel preferiu se aventurar em uma carreira solo.

Uma série de dúvidas então surgiu. Liam conseguiria se virar sem o talento de seu irmão? Noel conseguiria levar um show inteiro apenas com sua voz? O Oasis algum dia iria voltar?

A primeira dessas dúvidas a ser respondida foi quanto a Liam e seu Beady Eye. 'Different Gear, Still Speeding', o debut de sua nova banda, foi lançado em 2011. Liam usou sua estratégia de marketing de sempre, xingou deus e o mundo e disse que o disco novo de sua banda seria o melhor que ele já havia feito ... mas, não foi. Algo parecia estar errado. Aí veio o debut solo de Noel, o 'Noel Gallagher's High Flying Birds' e terminou de tirar o brilho do já apagado 'Different Gear, Still Speeding'. 'High Flying Birds' foi aclamado pela mídia e pelos fãs e mesmo que a maior parte das músicas tivessem sido compostas anos atrás e não aproveitadas no Oasis, o disco parecia novo, moderno, instigante. E assim foi o começo nada positivo do Beady Eye. Eu não gostei de Different Gear. Você não gostou de Different Gear. Nem o Liam gostou de Different Gear.

O Beady Eye precisava se reinventar, precisava tirar aquele gosto de mijo de gato que ficou na boca de todo mundo e essa tarefa ficou a cargo de Dave Sitek, produtor responsável pelos discos do Yeah Yeah Yeahs e guitarrista do Tv on the Radio. Deu certo! BE soa completamente diferente de seu antecessor, soa novo mesmo tendo como referência as bandas dos anos 60 que Liam tanto ama. Sitek fez a banda sair de sua zona de conforto, inovar, buscar novas sonoridades, mudar. O resultado foi excelente. Nenhum efeito foi usado nos vocais e, com certeza, foi a melhor opção.

 A primeira faixa do disco, "Flick Of The Finger", traz um set de metais, que a cada audição, soa melhor. Liam disse em uma entrevista que "quem usa drogas vai curtir esse disco", e essa frase se justifica em "Soul Love", com sua psicodelia na medida exata é um dos grandes destaques do disco. "Second Bite Of The Apple", primeiro single do disco, começa tímida, dá a impressão que não vai engrenar, mas acaba por se transformar em uma grande música, que melhora a cada segundo.
 "Soon Come Tomorrow" se destaca, trazendo mais um pouco da psicodelia que deu um toque tão especial a BE. "I'm Just Saying" é envolvente, divertida, dançante. É pop, mas não é.

"Don't Brother Me" é, claramente, um recado para Noel. A beleza da música demonstra que Liam é sim capaz de se virar sem o irmão, ao mesmo tempo que oferece trégua, 'Come on now, give peace a chance. Take my hand, be a man', canta Liam em uma música que impressiona pela simplicidade e profundidade. É uma canção para unir todos os irmão brigados do mundo, cantando juntos e com o isqueiro levantado.

"Shine A Light" é, talvez, o único ponto fraco do disco. Mas, nada que seja capaz de apagar seu brilho. BE termina magistralmente com "Ballroom Figured" e a lindíssima "Start Anew". 
O Beady Eye ainda precisa enfrentar muitas coisas. Mais pelo jeito falastrão do Liam do que qualquer outra coisa. Na minha opinião, BE já nasce um clássico. É um disco que tem como maior trunfo a vontade de ficar ouvindo repetidas vezes.

Livre-se das amarras do preconceito. Esqueça o primeiro disco. Esqueça o Noel. Esqueça o Liam. Dê uma chance para este grande disco. Não haverá arrependimentos, eu garanto.

Tracklist:
1. Flick Of The Finger
2. Soul Love
3. Face The Crowd
4. Second Bite Of The Apple
5. Soon Come Tomorrow
6. Iz Rite
7. I'm Just Saying
8. Don't Brother Me
9. Shine A Light
10. Ballroom Figured
11. Start Anew
Bonus Tracks:
12. Dreaming Of Some Space
13. The World's Not Set In Stone
14. Back After The Break
15. Off At The Next Exit
16. Girls In Uniform
17. Evil Eye

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sexta-feira, 24 de maio de 2013
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Pignes LIVE! #15 -- Blur - Parklive

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Gênero: Britpop / Indie Rock / Alternative Rock
País de Origem: Inglaterra
Quando: 12 de Agosto de 2012.
Onde: Hyde Park, Londres.

Comentário: Como vocês, ávidos leitores, devem ter percebido, a entrada dos novos membros animou o blog que a algum tempo estava meio que às moscas. Aproveitando então esse shot de adrenalina, resolvi trazer à tona essa coluna pra lá de interessante. E, modéstia à parte, a escolha do álbum não poderia ser melhor, já que a Blur têm tocado suas músicas com nossas cordas cardíacas desdo ano passado quando anunciou que poderiam voltar aos tablóides musicais; e desmentiu-se logo após o lançamento dos singles Under The Westway (primeiro registro do quarteto britânico desdo single Fool's Day, em 2003).

 Parklive, como os fãs de longa data devem ter percebido, brinca com o nome de um de seus mais aclamados trabalhos, Parklife (1994), e com o fato do show ter sido realizado em um dos maiores parques da cidade de Londres, o Hyde Park. No entanto, nessa cerimônia alternativa de encerramento das Olimpíadas, seus 2,5 km² de extensão assemelharam-se ao 0,1 m² por pessoa do metro de São Paulo em pleno horário de pica. Abaixo, podemos constatar isso. Adendem também ao fato que é um parque e, portanto é aberto, não tendo assim qualquer teto para repercurtir as propagações sonoras do ânimo da galera.
Ah, e relaxem, a qualidade dos vídeos melhora sim ao longo do post. (Na verdade, esse é o único vídeo caseiro, os outros parecem ter sido feitos pela produção do evento).



domingo, 28 de outubro de 2012
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Porco na Cena #14 - Planeta Terra

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O Planeta Terra surgiu com uma proposta interessante em 2007, numa época em que o Brasil vivia um momento fraco em relação a festivais,e eventos de música alternativa como um todo, a proposta era trazer tanto bandas clássicas como bandas mais recentes dentro do mundo "indie". Em 2009 o festival se mudou da Vila dos Galpões para o Playcenter, e lá se estabilizou, por três anos teve três edições muito bem sucedidas, a ideia de festival de música unido a um parque de diversões realmente era sedutora. Porém, neste ano de 2012 o Playcenter fechou suas portas, e o Planeta Terra se viu sem teto. A casa escolhida para abrigar a nova edição do festival fora o Jockey Club, que já tinha sido testado pelo Lollapalooza em Abril, e aguentado muito bem um festival do dobro do tamanho, uma decisão sem duvidas bem acertada. O problema foi que tudo pareceu desmoronar antes do festival acontecer, a perda do Playcenter gerou uma certa insegurança e desgosto do público por perder todos aqueles brinquedos, isso acabou influenciando no atraso do anuncio de lineup, e também da venda de ingressos, resultando em uma aparente baixa vendagem, e o gran finale veio com o cancelamento do Kasabian, que de longe era uma das bandas mais aguardadas do festival, um dia antes do próprio acontecer.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011
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Femme Fatale - Fading Night Sounds [EP]

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Gênero: Indie-rock/ Britpop/ Pop-rock
País: Itália (Alexandria)
Ano: 2010

Comentário: Apesar da maioria das bandas que recebemos por e-mail serem nacionais, já não é nem um pouco incomum que badas de outros países nos contatem pedindo por um espaço, por mais divulgação. E desta vez o e-mail vem da Itália, mais especificamente da província de Alexandria.

Femme Fatale nos conquista com sua reconfortante sonoridade aos moldes do indie-rock e britpop, mostrando leveza e sutileza, mas mantendo a boa distorção em suas guitarras, um vocal descompromissado e letras cínicas. Surgiu em 2007 e seu nome faz tanto referência à figura da mulher sedutora e manipuladora — muito utilizada na literatura, cinema, quadrinhos e outros — quanto à música do The Velvet Underground em seu disco de estréia.
Seu primeiro registro acontece em 2008 com o lançamento do single "You’re the One", música que seria incluída mais tarde no EP Fading Night Sounds, inciado no fim de 2009 e finalizado em setembro de 2010 de forma totalmente independente.

Este Ep apresenta seis faixas bem executadas e coerentes, como um disco deve ser, e são creditadas à Mick (Voice & Bass), Rox (Guitar & Voice), Dave (Guitar & Little Keyboard) e Nick (Drums).
Super recomendo!


Tracklist:
01 · Going Nowhere Fast
02 · Hidden Histories
03 · I'm Surely Gonna Miss You
04 · You're the One
05 · Sunset
06 · Shed the Colours
Download

Latest tracks by Femme Fatale band
domingo, 13 de novembro de 2011
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Noel Gallagher's High Flying Birds - Noel Gallagher's High Flying Birds

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Gênero: Britpop, Alternativo, Indie
País: Inglaterra
Ano: 2011

Comentário: Após o conturbado fim do Oasis em 2009, devido a uma briga entre os irmãos Gallagher, duas bandas se formaram, Liam Gallagher e os demais integrantes do Oasis formaram o Beady Eye, já Noel Gallagher preferiu seguir sozinho, lançando o genial “Noel Gallagher's High Flying Birds”, em outubro de 2011, o disco foi direto para o topo das paradas britânicas, vendendo mais de 120 mil cópias na primeira semana, recebendo críticas positivas da mídia que classificou o disco como “a melhor coleção de músicas de Noel desde ‘(Whats The Story) Morning Glory’ “.

O disco foi gravado em Londres e Los Angeles entre 2010 e 2011, produzido por Noel e Dave Sardy (antigo produtor do Oasis), nesse disco Noel alcança alturas nunca antes alcançadas com Oasis, introduzindo arranjos de metais, set de cordas, coral e milhares de coisas inimagináveis com sua antiga banda. A foto da capa foi feita com uma Polaroid em um posto de gasolina em Beverly Hills, que a noite ficava iluminado por um teto de neon triangular.

Em “Noel Gallagher's High Fliyng Birds” Noel destila genialidade em 10 canções incríveis, algumas das músicas desse disco foram escritas originalmente para o Oasis como “Stop The Clocks”, que é uma demo antiguíssima do Oasis, que após várias versões e muitos anos de trabalho só agora viu a luz do dia. O disco abre com a grandiosa “Evertbody’s On The Run” que conta com um coral impecável, “If a Had A Gun” tem cara de clássico, “The Death Of You And Me”, primeiro single do disco, se aproxima bastante das músicas lançadas no “Dig Out Your Soul”, a lindíssima “(I Wanna Live In a Dream In My) Record Machine” também é uma demo antiga do Oasis, que deveria ter entrando no “Standing On The Shoulders Of Giants”, “Aka... What A Life” traz um ritmo dançante e é certamente um dos destaques desse disco, que termina com perfeição na já citada “Stop The Clocks”.

Tracklist:
1. Everybody's On The Run
2. Dream On
3. If I Had A Gun
4. The Death Of You And Me
5. (I Wanna Live In A Dream In My) Record Machine
6. AKA... What A Life
7. Soldier Boys And Jesus Freaks
8. AKA... Broken Arrow
9. (Stranded On) The Wrong Beach
10. Stop The Clocks

MEGA // Novafile

quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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Catatonia - International Velvet

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Gênero: Britpop / Alternative Rock / Indie Rock / Pop Rock
País: País de Gales
Ano: 1998

Comentário: Tenho a impressão de que a maioria dos leitores não se interessa muito por músicas pops, músicas mais acessíveis. No entanto, provavelmente todos concordam que o fato de uma música ser acessível não significa que a música é ruim. Por isso, gosto de postar trabalhos nessa linha, trabalhos simples e que merecem ser ouvidos. Catatonia é um ótimo exemplo.

O nome da banda parece com o nome de outra banda certamente bem conhecida pelos leitores: Katatonia. Porém, as bandas não se parecem em mais nada. Catatonia foi uma das diversas bandas do movimento Britpop nos anos 90. Oriunda do País de Gales, a banda ficou em atividade entre 1992 e 2001, lançando, neste período, 4 álbuns. International Velvet, o segundo deles, foi o mais bem sucedido com quase 1 milhão de cópias vendidas. De fato, o álbum é recheado de canções com pinta de hit. E é bem versátil quanto à sonoridade. Apesar de não conseguirem maior sucesso, os demais álbuns são tão bons quanto International Velvet - talvez até tenham mais personalidade. Mas quando se fala em Catatonia, ele é o álbum mais representativo.

A grande atração de Catatonia é sua vocalista: Cerys Matthews. Sua voz peculiar é difícil de ser descrita... Às vezes, Cerys parece ligeiramente rouca, às vezes parece sem ar. Alguns R's arrastados. Voz rasgada. Mas creio que o que conta mais é o sotaque galês. Tenho sempre uma sensação de atrito quando a vocalista canta, atrito no melhor sentido possível. Além da voz de Cerys, não há nada mais a se destacar. As canções evoluem de maneira agradável, com estrofes bem estruturadas, bridges bem inseridas, alguma variação na melodia no final. Como comentei antes, o clima das músicas de International Velvet é versátil, bem como a instrumentação. Com momentos mais felizes em "I Am The Mob", mais tristes em "My Selfish Gene", mais rock "Mulder and Scully", mais eletrônico (algo bem Trip-Hop) em "Why I Can't Stand One Night Stands". Mas a canção que mais merece destaque é a faixa título, "International Velvet", com versos em galês que desaguam num delicioso refrão que sauda a terra natal da banda.

Quando escuto Catatonia, me sinto num acampamento no meio de uma floresta, entre amigos, em torno de uma fogueira, cantando com violões. Isto não faz sentido, porque pouco tem a ver com o som da banda... Mas não pude deixar de comentar.

Myspace || Last.fm

Tracklist

1. Mulder and Scully    
2. Game On    
3. I Am the Mob    
4. Road Rage
5. Johnny Come Lately    
6. Goldfish and Paracetamol    
7. International Velvet    
8. Why I Can't Stand One Night Stands    
9. Part of the Furniture    
10. Don't Need the Sunshine    
11. Strange Glue    
12. My Selfish Gene




Download:
(109mb, 320kbps)

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sábado, 9 de julho de 2011
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Kent - Discografia

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Gênero: Rock Alternativo/Indie Rock/Britpop
País: Suécia

Comentário: Outrora, eu estava comentando no nosso Qg, o Pombas lugar onde soltamos a franga!, que acho incrível como “ninguém” gosta de Kent e eu acho esta simplesmente a melhor banda que já existiu/existe/existirá de rock alternativo. E eu já disse (e agora ressalto) que não é que eu não goste, quando se trata de rock alternativo, é apenas que após a 1º música, o meu estômago começa a embrulhar!

Todavia, Kent é inexplicavelmente cativante. Certo, é bem provável que tudo seja efeito de minha deliberada e exagerada pagação de pau por Kent, que chega a ser enjoativa de tão melada que é. No fim, não importa, eis: Kent.


Banda formada em 1990 que, de algum modo, permaneceu todos esses anos enclausurada entre as invisíveis paredes de vidro do cenário musical escandinavo. Kent até tentou conquistar o mundo lançando dois álbuns com uma versão das músicas cantadas em inglês, quais sejam: Isola e Hagnesta Hill; e no entanto, tais álbuns nunca foram reconhecidos e, por fim, foram “arquivados” juntamente a outras tentativas da banda em gravar outros discos cantados em inglês, tampouco utilizá-los para ganhar o cenário mundial. Desta forma, a fama kentiana se espalhou pelos países escandinavos e por parte do leste europeu, e lá ficou... até agora!

E por mais que eu goste desesperadamente de Kent, seja daquelas fãs incondicionais que dão gritinho e rasgam a roupa, devo dizer que, na minha opinião, Kent é uma daquelas bandas que conquistam/sobrevivem pelo que fizeram e não pelo que fazem, haja vista que os melhores álbuns da banda são aqueles de 2007 para cima. Após essa data, lançaram dois álbuns: Röd e En Plasts I Solen que, quiçá pela excessividade de synths cute cute, acabaram por desviar um pouco do padrão de música produzido por Kent. Particularmente, acho Röd um álbum com vibe legal que, embora de certo modo diferente dos demais, possui uma sonoridade até um pouco interessante para se ouvir; enquanto En Plasts I Solen, em termos gerais, é um pedação de merda saindo do cu, chega a ser mais vergonhoso que os álbuns gravados em inglês. Ironicamente este é o álbum mais encontrado por aí!

Até uns dois anos atrás, era difícil encontrar até vídeos no youtube, imagine os álbuns... E, conquanto a banda já tenha 21 anos de existência, a informatização tenha invadido a casa de uma boa parte da população mundial, a fácil acessibilidade a conteúdos antes difíceis, a nerdtização da juventude; tive um certo trabalho para reunir os álbuns aqui. No mais, devo ressaltar que a sonoridade de Kent é leve e as músicas são estranhas para nós, brasileiros, por não estarmos tão familiarizados com o idioma sueco e, mais ainda, por ele ser bem diferente do nosso. Há uma singela influência de outros gêneros musicais (como Pós-Punk) em determinadas músicas, mas isso ocorre como fato isolado. Como eu havia dito na primeira vez que postei Kent aqui: esta banda possui uma sonoridade intimista, onde o mais alegre se torna triste e o dançante é pesaroso, sendo assim, não se espante se de modo sorrateiro, enquanto você balança o corpo e morre de vontade de aprender a falar sueco só para cantar as músicas junto, o seu coração se inunde de angústia!



sábado, 19 de junho de 2010
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Skunk Anansie - Post Orgasmic Chill

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Gênero: Rock Alternativo / Metal Alternativo
País: Reino Unido
Ano Lançamento: 1999

Comentário: Conheci essa banda há uns meses atrás e foi amor a primeira vista. Esse é o terceiro álbum do Skunk Anansie, banda formada em 1994 por Ace, Skin e Cass, a banda conseguiu um contrato após apenas dois pequenos shows, os dois primeiros álbuns foram um grande sucesso levando a banda até o Top 20 Britânico, a banda vendeu mais de 200 mil cópias do seu primeiro cd. O som apesar de ser Rock Alternativo é bem pesado em algumas músicas, sendo definido pela banda como Clit-Rock, o vocal de Skin é bem forte, com um pouco de raiva, assim como sua atuação nos palcos.O grupo fez shows com Muse, U2, Killing Joke, Aerosmith entre outros. Em 2001 a banda resolveu acabar com a carreira, mas como toda banda boa um dia volta, voltaram em 2009. Destaco as seguintes músicas desse álbum: The Skank Heads e seu instrumental pesado, I'm Not Afraid que é uma baladinha que me lembra músicas antigas e todo o resto do cd que é excelente. Vou tentar postar a discografia em breve.

Tracklist

1. Charlie Big Potato
2. On My Hotel T.V.
3. We Don't Need Who You Think You Are
4. Tracy's Flaw
5. The Skank Heads
6. Lately
7. Secretly
8. Good Things Don't Always Come to You
9. Cheap Honesty
10. You'll Follow Me Down
11. And This Is Nothing That I Thought I Had
12. I'm Not Afraid

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terça-feira, 22 de setembro de 2009
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The Verve - Urban Hymns

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Gênero: Britpop / Rock ALternativo
País: Reino Unido
Ano Lançamento: 1997
Comentário: O começo dos anos 90 trouxe ótimas bandas para o Britpop, como o Blur, Oasis, The Charlatans e o próprio The Verve, que foi formado em 1989. O The Verve teve seu auge em 1997 com o lançamento do Urban Hymns que trouxe uma das músicas mais clássicas de todo o Britpop, a Bitter sweet Symphony, foi o maior sucesso da banda, até Mick Jagger acusa-los de plágio e ganhar todos os diretos sobre a música. O Urban Hymns é considerado um dos melhores álbuns de britop dos anos 90, músicas como Bitter Sweet Symphony, The Drugs Don't Work, Sonnet, fizeram desse álbum um grande sucesso. Nesse álbum o Verve incorporou ao seu som violinos, que diga-se de passagem são extremamente fodas, combinando muito bem com as músicas. O álbum trata de drogas, morte, o vocalista Richard Ashcroft estava passando por um momento muito dificil na sua vida, seu pai havia morrido e ele estava cada vez mais afundado nas drogas. Assim soa o álbum, triste, assim são as letras. Esse álbum foi o auge do The Verve e também sua ruína, em 1999 a banda se separou por causa das brigas. A banda voltou em 2007 e lançou um álbum no ano passado, mas ainda não pude ouvir. Um álbum que marcou muita gente e que já deveria ter sido postado aqui há muito tempo. Destaque para o álbum todo.
Tracklist:
1. Bitter Sweet Symphony
2. Sonnet
3. The Rolling People
4. The Drugs Don't Work
5. Catching the Butterfly
6. Neon Wilderness
7. Space and Time
8. Weeping Willow
9. Lucky Man
10. One Day
11. This Time
12. Velvet Morning
13. Come On


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
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The Charlatans - Tellin' Stories

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Gênero: Britpop
País: Reino Unido
Ano Lançamento: 1997
Comentário: o Charlatans foi formado em 1989 e é uma das bandas pioneiras do Britpop, a banda já lançou 10 álbuns, esse é o segundo (de três) que chegou a primeira posição no chart do Reino Unido e é considerado a obra-prima da banda. O som é bem básico, guitarras, grooves, o vocal que lembra um pouco o Oasis e o instrumental lembra Stone Roses. Esse disco foi o primeiro a ser lançado após a morte do tecladista, que foi fundador da banda. Como eu disse, os grooves são muito presentes nas músicas do Charlatans e isso está em boa parte do álbum, as músicas são de um instrumental simples e pela banda fazer parte de um movimento chamado Madchester, algumas são até bem dançantes, outras músicas são semi-acústicas e uma instrumental muito boa, tem até uma gaita perdida em uma música. Sempre que se fala em álbuns de britpop/indie dos anos 90 Tellin' Stories é citado, a banda pode não ter feito tanto sucesso quanto Blur e Oasis que são da mesma época, mas tem um som tão bom ou até melhor que essas citadas.
Tracklist:
1. With No Shoes
2. North Country Boy
3. Tellin' Stories
4. One To Another
5. You're A Big Girl Now
6. How Can You Leave Us
7. Area 51
8. How High
9. Only Teethin'
10. Get On It
11. Rob's Theme

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segunda-feira, 15 de junho de 2009
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Lush - Spooky

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Gênero: Shoegaze
País: Inglaterra
Ano: 1992

Comentários: Ao lado de bandas como My Bloody Valentine, Catherine Wheel e Ride, e liderada pela inglesa de descendência húngara e japonesa, Miki Berenyi, o Lush nos anos 90 foi uma das bandas que melhor representavam o estilo denominado Shoegaze, caracterizado pelo uso extensivo de efeitos nas guitarras quase atmosféricas e vocais perdidos em meio a imensas distorsões e melodias sobrepostas. Spooky foi o primeiro álbum da banda, e emplacou pelo menos dois clássicos do shoegazing, For Love e Nothing Natural. As guitarras femininas da banda dão tons românticos e atmosféricos a todo o álbum, num misto lúdico e etéreo do universo romântico feminino e temáticas universais.

Recomendado à amantes de My Bloody Valentine, Ride, Sonic Youth e, por que não, Alcest, Amesoeurs, Líam, e toda essa onda de bandas de Metal que bebem da fonte infinita de inspiração do Shoegaze, para assim entender deonde vem essa sonoridade.

[ Lastfm ]

Tracklist:
  1. "Stray" (Berenyi) – 2:07
  2. "Nothing Natural" (Anderson) – 5:54
  3. "Tiny Smiles" (Anderson; Berenyi) – 4:26
  4. "Covert" (Berenyi) – 3:34
  5. "Ocean" (Berenyi) – 4:49
  6. "For Love" (Berenyi) – 3:29
  7. "Superblast!" (Anderson) – 4:07
  8. "Untogether" (Berenyi) – 3:33
  9. "Fantasy" (Anderson) – 4:27
  10. "Take" (Berenyi) – 3:28
  11. "Laura" (Anderson) – 3:22
  12. "Monochrome" (Anderson) – 5:05

[ Mega ]

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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Discografia Editors

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Gênero: Indie Rock/ Alt. Rock
País: Reino Unido
Ano De Formação: 2003


Biografia: Editors é uma banda britânica de indie rock de Birmingham, Inglaterra que se conheceu na Universidade de Staffordshire. Os membros que a compõem são Tom Smith (letrista/vocalista/guitarrista), Chris Urbanowicz (guitarrista), Russ Leetch (baixista) e Ed Lay (baterista). O som radical e enérgico da banda é frequentemente comparado ao de bandas como U2, Joy Division, The Smiths, Echo and the Bunnymen, Kitchens of Distinction, The Chameleons e Interpol.

O grupo nem sempre teve este nome, eram previamente conhecidos como The Pride, antes de modificarem a formação e começarem a chamar-se Snowfield, tornando-se numa banda popular sem contrato. Mantiveram o nome até assinarem com a Kitchenware Records em Setembro de 2004.

O seu primeiro single “Bullets” lançado em edição limitada de 500 cópias na mesma Editora a 24 de Janeiro de 2005; rapidamente ganhou o apoio das estações de rádio como a Xfm e 6 Music (britânicas). A sua popularidade foi aumentando conforme outros singles eram editados, conquistando cada vez mais fãs.

O álbum de estreia “The Back Room” foi editado a 25 de Julho de 2005, foi aplaudido pela crítica.

Nos estados Unidos, o cd foi lançado apenas a 21 de Março de 2006, onde o primeiro single foi “Munich” , bem recebido por diversas rádios americanas de música indie, fez crescer a fama da banda, possibilitando a participação da mesma em variados festivais americanos em 2006. A banda actuou no Late Night with Conan O’Brien a 30 de Março do mesmo ano.

Em Junho de 2007 foi editado o novo album, “An End Has a Start”, da qual sairam três singles: Smokers Outside the Hospital Doors, The Racing Rats e An End Has a Start.
Comentário: Conheço essa banda há pouco tempo, mas ouvir a primeira música já foi o suficiente pra saber que eu gostei dela. O som lembra um pouco do Interpol, o vocal "desanimado" é muito bom e as vezes as misturas também lembram o Radiohead. Achei a banda extremamente foda e vale muito a pena baixar. Os Clipes, respectivamente de All Sparks e An End Has Start

The Back Room


Ano: 2005


Tracklist


1. Lights
2. Munich
3. Blood
4. Fall
5. All Sparks
6. Camera
7. Fingers in the Factories
8. Bullets
9. Someone Says
10. Open Your Arms
11. Distance

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An End Has A Start


Ano: 2007


Tracklist

1. Smokers Outside the Hospital Doors
2. An End Has a Start
3. The Weight of the World
4. Bones
5. When Anger Shows
6. The Racing Rats
7. Push Your Head Towards The Air
8. Escape the Nest
9. Spiders
10. Well Worn Hand

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
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Kula Shaker - Strangefolk

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Gênero: Psychedelic Rock/Alternative Rock
País: Inglaterra
Ano: 2007

Comentário: Kula Shaker, é uma banda britânica multi-platinada. Nascida em 1995, durante o auge do Britpop, onde bandas como Oasis e Blur imperavam. Kula Shaker nasceu tocando Psychedelic Rock, bem influênciado por bandas dos anos 60, e principalmente por Deep Purple. 
Durante uma época, eles mostraram grande interesse pela cultura indiana, incorporando instrumentos tradicionáis como Cítara e Tambor ao rock. A banda se separou em 1999, porém em 2004 começou a reforma da banda, que em 2007 lançaram seu mais recente album, o excelente Kula Shaker, que teve apoio de uma produção considerada de "All-Stars" com Tchad Blake (Peter Gabriel, Crowded House), Sam Williams (Supergrass) and Chris Sheldon (The Foo Fighters, The Pixies).

Tracklist

  1. "Out On the Highway"
  2. "Second Sight"
  3. "Die For Love"
  4. "Great Dictator (Of the Free World)"
  5. "Strangefolk"
  6. "Song of Love/Narayana"
  7. "Shadowlands"
  8. "Fool That I Am"
  9. "Hurricane Season"
  10. "Ol' Jack Tar"
  11. "6ft Down Blues"
  12. "Dr. Kitt"


quarta-feira, 26 de novembro de 2008
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Ride - Nowhere

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Gênero: Shoegaze
País: Inglaterra
Ano: 1990

Comentário: Ride é uma banda seminal britânica no estilo chamado Britpop, fazendo um shoegaze lindo, hipnótico, nostálgico. Com guitarras distorcidas com efeitos psicodélicos, vocais leves e letras depressivas, este é considerado um dos mais importantes álbuns do Shoegaze. Extremamente recomendado a amantes do Rock britânico, e de bandas como My Bloody Valentine, Slowdive e até Radiohead, Coldplay, etc. Coisa linda!

Tracklist:

  1. Seagull (6:08)
  2. Kaleidoscope (3:00)
  3. In A Different Place (5:29)
  4. Polar Bear (4:45)
  5. Dreams Burn Down (6:05)
  6. Decay (3:35)
  7. Paralysed (5:32)
  8. Vapour Trail (4:16)
  9. Taste (3:16)
  10. Here And Now (4:26)
  11. Nowhere (5:22)

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terça-feira, 30 de setembro de 2008
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Stereophonics - You Gotta go There to Come Back

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Gênero: Indie Rock/ Britpop / Alternative Rock
País: Reino Unido
Ano Lançamento: 2003
Comentário: "Embora já tenha conseguido a simpatia de uma parte da crítica, uma outra parte ainda olha o Stereophonics com desconfiança. Desconfiança vinda do (bom) primeiro disco, "influenciado" pelo Oasis (a voz de Kelly Jones, apesar de melhor, aumenta bastante essa impressão) e do segundo, que é açúcar puro. No terceiro cd, já postado, o Stereophonics resolveu fuigr e achou refúgio num rock setentista. Nem precisava, mas o Stereophonics foi mais fundo e calou boa parte dos detretores em "You Gotta Go There To Came Back". Quase todas as canções impressionam pela qualidade, beleza e garra com que são tocadas e pela ótima produção (o quase fica por conta de Rainbows And Pots Of Gold, meio exagerada). E não custa lembrar também que as gravações devem ter sido bastante tensas, já que o baterista Stuart Cable foi demitido durantes as sessões de YGGTTCB. Quem ainda quis fazer beicinho pra banda, perdeu a oportunidade de ouvir maravilhas como a super-ultra-mega-hiper-pqp-caralho-que-música-é-essa sensacional faixa de abertura, Help Me (She's Out Of Her Mind). Kelly Jones disse certa vez que Black Crowes era o norte dele pra composição das músicas do disco e se era, ele superou os mestres: Help Me é absolutamente destruidora, é gritada, quente, dançante... Eric Clapton deve ter dado pulinhos de alegria ao ouvir. A segunda faixa foi o maior sucesso do disco, Maybe Tomorrow, trilha sonora pra dois filmes. Baladinha agradável, acentinho soul (que permeia o disco inteiro) e letra edificante. Em Madame Helga, as guitarras retornam em mais rockão setentista. You Stole My Money Honey parece uma canção daquelas de musicais antigos: dá até pra ver umas moças de vestido branco rodando com um guarda-chuva... Getaway empresta um ar mais soturno ao álbum, com voz sobre feitos, mas o bonito refrão não deixa as sombras tomarem conta por muito tempo. Climbing The Wall é parente de You Stole... mas com uma parente mais animada. Canção clássica, com metais, backing vocal altos, um dos pontos altos do disco. O disco ainda dá um descansadinha, mas ainda tem uma balada acertadamente contida (Nothing Precious At All) e um blues dos infernos (Miss You Now). Pra fechar, mais um rock sensacional: High As The Ceiling, essa sim, cairia como uma luva nos discos do Black Crowes. E ainda mais uma bela canção, Since I Told You Its Over. Um disco pra deixar claro que não é preciso fazer uma revolução a cada álbum lançado. É EVOLUÇÃO o que é importante." Retirado do Indienation

Minha opinião sobre: Gostei bastante desse álbum, o vocalista tem uma voz meio rouca. O som é simples e eficiente, vale muito a pena o download. Destaco: You Stole My Money Honey,Maybe Tomorrow, Climbing The Wall, Help me (She's out of her mind), Nothing Precious At All, Since I Told You it's Over e o resto \o/
o clipe é de Maybe Tomorrow (música mais conhecida da banda)
Tracklist:
1. Help Me (She's Out of Her Mind)
2. Maybe Tomorrow
3. Madame Helga
4. You Stole My Money Honey
5. Getaway
6. Climbing the Wall
7. Jealousy
8. I'm Alright (You Gotta Go There to Come Back)
9. Nothing Precious at All
10. Rainbows and Pots of Gold
11. I Miss You Now
12. High as the Ceiling
13. Since I Told You It's Over

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quinta-feira, 31 de julho de 2008
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Keane - Under The Iron Sea

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Gênero: Alternative Rock (Piano Rock)
País: Inglaterra
Ano Lançamento: 2006
Comentário: Segundo álbum do Keane, segue o mesmo estilo do anterior, alguns acham melhor que o Hopes and Fears o que não é meu caso. As letras tendem ao melancólico e mesmo com o ritmo mais "alegre" a banda acaba soando meio deprimente, talvez pela falta de guitarras, ou porq eu sou Doomed. O piano tem algumas coisas novas, experimentais, mas nada exagerado que possa acabar com o estilo da banda. Álbum que vale o download principalmente pra quem gosta de Alternative Rock. E pra quem não gosta, é um bom modo de conhecer o estilo. Destaque para: Hamburg Song, Atlantic, Nothing in My Way, Crystal Ball, Is it Any Wonder?, A Bad Dream e o Resto. O clipe é da música Crystal Ball (Minha Favorita desse álbum)

Site Oficial || lastFM

Tracklist: 
1. Atlantic
2. Is It Any Wonder?
3. Nothing In My Way
4. Leaving So Soon?
5. A Bad Dream
6. Hamburg Song
7. Put It Behind You
8. The Iron Sea
9. Crystal Ball
10. Try Again
11. Broken Toy
12. The Frog Prince

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terça-feira, 29 de julho de 2008
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The Fray - How To Save a Life

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Gênero: Alternative Rock
País: EUA
Ano Lançamento: 2005
Comentário: o The Fray surgiu em Denver no ano de 2002, com o apoio de uma rádio local o grupo lançou seu primeiro álbum, não-oficial, Movement e foi eleita Banda Revelação pela Denver's Westword Magazine. Graças a isso a banda assinou um contrato com a Epic Records e em 2005 lançaram o álbum How to Save a Life. Nesse cd o piano é mais destacado que todo o resto dos instrumentos, lembram umas músicas mais deprimentes do Keane. O CD conseguiu dois discos Platina pela Recording Industry Association of America, e um de Platina na Austrália e na Nova Zelandia. O single How To Save a Life fez a banda ficar no top 5 de singles na Australia, Canadá, Irlanda, Reino Unido e Suécia. O Single Over my Head (Cable Car) ficou no top dez no Reino Unido e no Canadá. É um álbum foda, me agradou bastante indico o download pra quem gosta do estilo. Destaque para as músicas: How To Save a Life(clipe ali embaixo), Over my Head, Heaven Forbid, Trust Me. Álbum pro Forba \o
Tracklist:
1. She Is
2. Over My Head (Cable Car)
3. How to Save a Life
4. All at Once 5. Fall Away
6. Heaven Forbid

7. Look After You
8. Hundred
9. Vienna

10. Dead Wrong
11. Little House

12. Trust Me


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domingo, 20 de julho de 2008
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Discografia Travis

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Gênero: Alternative rock
País: Escócia
Biografia: O Travis poderia ser conhecido apenas como a banda dos garotos da escola de arte de Glasgow que resolveram fazer música para expressar seus sentimentos. Seria apenas isso, se eles não tivessem competência para fazer boas músicas, com um jeitinho pop. A formula é velha conhecida daqueles que acompanham um pouco do britpop: um rock de levada mais acústica, aliado a letras que podem ir do romântico ao melancólico, passando, é claro, pelo tema "álcool + garotas". E também com influências quase que comuns a todas as bandas do britpop dos anos 90: Beatles, unida a pitadas de blues.
A banda foi formada em 1991, com o nome de Glass Onion e com três dos atuais quatro integrantes: Fran Healy (vocais), Neil Primrose (bateria) e Andy Dunlop (guitarra). Em 1994 veio a mudanca do nome para Travis, tirado de um personagem do filme "Paris, Texas". E em 1996 integrou a banda como baixista Dougie Payne, um antigo amigo de Healy da escola de arte, que nunca tinha tocado o instrumento antes. Foi com essa formação que eles gravam "Good Feeling", álbum lançado pela Independiente, em 1996. Já com esse álbum a banda chamou atenção, tendo boas canções como Happy (depois que você ouve, o refrão não sai da sua cabeça), Good Feeling e All I Want to Do Is Rock, além de algumas das tradicionais baladas da banda, como More Than Us. "Good Feeling" ainda rendeu uma declaração pública de Noel Gallagher, dizendo-se um fã do quarteto.No entanto, foi com "The Man Who" que os rapazes de Glasgow conseguiram alcançar o topo das paradas britânicas, especialmente com a canção Why does it always rains on me. Assim como em "Good Feeling", as canções são românticas e melancólicas, com guitarras um pouco mais suaves que no disco anterior, mas igualmente sentimentais e belas, com um forte apelo pop. A guitarra base, na maioria das vezes, é substituída por um violão, o que deixa as músicas ainda mais melancólicas. Esse álbum saiu em 1999, com produção de Nigel Godrich (Radiohead) e Mike Hedges (Maniac Street Preachers) e contou com uma pequena polêmica: a de que a sua primeira faixa, Writing to Reach You, seria um plágio de Wonderwall, do Oasis. A introdução é, de fato bem semelhante. Quando questionado sobre isso, Healy simplesmente disse "só são acordes".O terceiro álbum do Travis foi "The Invisible Band", de 2001, também com a produção de Godrich. Este disco confirmou que a banda continuava recheada de romantismo e com o mesmo brilhantismo para fazer melodias leves e penetrantes. O primeiro single de trabalho foi "Sing", uma música bem suave e com um bandolim. A letra foi dedicada à namorada de Healy, pois, segundo ele, ela tinha vergonha de cantar as musicas do Travis que tocavam no rádio. Outros singles lançados foram "Side" e "Flowers in the Window".Os quatro integrantes de Travis demonstram uma energia muito boa em seus shows, não são apenas uma banda de estúdio. A interpretação das canções no palco soa melhor que nos álbuns, com Healy bem inspirado para cantar suas canções de amor e seus dramas de adolescente.
Em 2001, é lançado no Reino Unido o DVD "More Than Us", que contém uma apresentação da banda em Glasgow. O trabalho é lançado no resto do mundo no ano seguinte.Em outubro de 2003 sai o quarto disco do Travis, intitulado "12 Memories". O álbum é recebido de maneira morna pela crítica. Trata-se de um álbum menos acessível do que "The Invisible Band", sem os hits instantâneos que seu anterior trazia. Os singles de "12 Memories" foram "Re-offender" e "The Beautiful Occupation".
Em 2004, acontece o lançamento de mais um DVD: "At the Palace", que mostra a banda se apresentando no Alexandra Palace, em Londres.

Formação: Fran Healy: vocais
Andy Dunlop: guitarra
Dougie Payne: baixo
Neil Primrose: bateria
Comentário: Como o povo tem postado só discografia, vou postar uma também. Essa atualmente é uma das bandas que eu mais escuto. Se for pra conhecer, baixe o último álbum e daqui a pouco vou colocar aqui os B-Sides dela.


Good Feelings

Ano Lançamento: 1997
Tracklist:
1. All I Want to Do Is Rock
2. U16 Girls
3. The Line Is Fine
4. Good Day to Die
5. Good Feeling
6. Midsummer Nights Dreamin'
7. Tied to the 90's
8. I Love You Anyways
9. Happy
10. More Than Us
11. Falling Down
12. Funny Thing

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The Man Who

Ano Lançamento: 1999
Tracklist:
1. Writing To Reach You
2. The Fear
3. As You Are
4. Driftwood
5. The Last Laugh Of The Laughter
6. Turn
7. Why Does It Always Rain On Me?
8. Luv
9. She's So Strange
10. Slide Show

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The Invisible Band

Ano Lançamento: 2001
Tracklist:
01. Sing
02. Dear Diary
03. Side
04. Pipe Dreams
05. Flowers In The Window
06. The Cage
07. Safe
08. Follow The Light
09. Last Train
10. Afterglow
11. Indefinitely
12. The Humpty Dumpty Love Song

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12 Memories

Ano Lançamento: 2003
Tracklist:
01. Quicksand
02. The Beautiful Occupation
03. Re-Offender
04. Peace the Fuck Out
05. How Many Hearts
06. Paperclips
07. Somewhere Else
08. Love Will Come Through
09. Mid-Life Krysis
10. Happy to Hang Around
11.Walking Down the Hill / Some Sad Song

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The Singles

Ano Lançamento: 2004
Tracklist:
1. Sing
2. Driftwood
3. Writing To Reach You
4. Why Does It Always Rain On Me?
5. Re-Offender
6. Walking In The Sun
7. Tied To The 90's
8. Coming Around
9. Flowers In The Window
10. Love Will Come Through
11. More Than Us
12. Side
13. U16 Girls
14. Happy
15. All I Want To Do Is Rock
16. Beautiful Occupation, The
17. Turn
18. The Distance

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The Boy With No Name

Ano Lançamento: 2007
Tracklist:
1. 3 Times And You Lose
2. Selfish Jean
3. Closer
4. Big Chair
5. Battleships
6. Eyes Wide Open
7. My Eyes
8. One Night
9. Under The Moonlight
10. Out In Space
11. Colder
12. New Amsterdam
13. Sailing Away

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Ano lançamento: 2008
Tracklist:
01. Chinese Blues
02. J. Smith
03. Something Anything
04. Long Way Down
05. Broken Mirror
06. Friends
07. Get Up
08. Quite Free
09. Last Words
10. Song to Self
11. Before You Were Young

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terça-feira, 1 de julho de 2008
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Elastica - Elastica

2 comentários

Gênero: Alternative Rock
País: Inglaterra
Ano Lançamento: 1995
Comentário: The pop viciousness exuding from Elastica's pores far surpasses any qualities thus far exhibited in Britain's "new glam" movement. One time Suede member (pre-"London" era) Justine Frischmann and Donna Matthews weave together assorted guitar and vocal textures, recalling various levels of pop genius in a disdainful, Kinks-esque tone.

Frischmann's dry lyrics are deliciously biting. Her sarcastic take on stardom ("if I can't be a star I won't get out of bed"), groupies ("Drivel head knows all the stars/Loves to suck their shining guitars"), and impotence ("no need to whine boy") are all icily casual. Musically, Elastica is a pop lover's dream. Combining a Buzzcocks-tight rhythm section with enviable guitar delirium, Elastica's grip on pop sensibility is dead-center.

What sets the band apart from their peers is their unstoppable wit. Already stars in their native England, Elastica have gotten it all but have also maintained a fabulously jaded perspective in regards to their desires--as Frischmann herself points out in "Waking Up," all she needs is "a guitar and a lover who pays me." What could possibly be more gratifying. All hail Elastica. Se alguém puder Traduzir o review, eu agradeço. O álbum é bem legal, músicas curtas, vocal muito bom. Apesar de ser Alternative não tem nada de triste, é bem alegrinho e foda. Destaque para Waking Up, Vaseline, All Nighter, Connection, Car Song, Line Up, etc.
Tracklist:
1. Line Up
2. Annie
3. Connection
4. Car Song
5. Smile
6. Hold Me Now
7. S.O.F.T.
8. Indian Song
9. BluE
10. All-Nighter
11. Walking Up
12. 2:1
13. Vaseline
14. Never Here
15. Stutter


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