Descend - Wither
Categories :
/Finck . #2014 . Melodic Death . Prog/Death
Gênero: Progressive / Melodic Death Metal
País: Suécia
Ano: 2014
Comentário: A Suécia sempre nos presenteou com bandas de grande qualidade em todos os subgêneros do Metal. E nos dias atuais, isso não foi deixado de lado. Além de bandas clássicas que ainda lançam ótimos trabalhos, temos a nova safra que sempre traz algo surpreendente e agradável.
Esse é o caso do Descend, banda formada no ano de 2003 na cidade de Estocolmo e que recentemente lançou seu segundo álbum de estúdio, chamado Wither. Neste álbum o lado progressivo da banda ganhou mais enfoque que o lado melódico, trazendo um instrumental muito bem elaborado em todas as oito faixas que formam o álbum. Cada instrumento ganhou o devido destaque no decorrer de Wither, algo que vale à pena ser citado. O trabalho dos guitarristas alternam-se entre momentos no qual executam riffs devastadores e outros em que desenvolvem belas passagens acústicas. O vocal sempre potente e no tom ideal, alterna-se entre o gutural (mais presente no álbum) e o vocal limpo, que veio somar na atmosfera criada pela banda, trazendo um certo tom de melancolia. A bateria me agradou bastante, desde os blast beats de tirar o fôlego, até mesmo em partes mais cadenciadas, onde a técnica foi o fator de destaque.
Confined By Evil é a faixa de abertura, trazendo desde seus momentos iniciais um peso esmagador e que cede espaço para passagens mais melódicas e progressivas no decorrer da faixa. Esse evolução que ocorre nas faixas de Wither é muito bem realizada, transformando faixa por faixa em algo único e moldando as faixas de maneira com que cada uma tenha seu diferencial. É possível notar uma influência clara do Opeth no som da banda, principalmente na época do "Blackwater Park" e "My Arms, Your Hearse". Essa influência talvez seja mais facilmente assimilada em In Hours of Despair, onde a evolução da faixa ocorre de maneira magnífica, alternando entre um instrumental pesado indo de encontro para partes mais acústicas e de um tom progressivo magnífico. A presença do vocal limpo em contraste com o gutural, criou um variação de intensidade sem igual. Devo destacar também a faixa título, um interlúdio de caráter progressivo e acústico, trazendo belas melodias e quebrando a sequência imposta pela banda no álbum. Sundown, a faixa de encerramento, também merece ser citada. Ao longo de seus 12 minutos de duração, a banda executa um instrumental muito preciso e bem elaborado, meio que fazendo uma análise do que se foi criado no álbum.
Wither pode ser um divisor de águas na carreira da banda, uma vez que as características exploradas no álbum, podem servir de base para uma evolução do som para algo moldado exclusivamente no Metal Progressivo. Mas isso no momento é apenas uma dedução! Wither é um álbum bom de se escutar, muito bem produzido e mais um ótimo lançamento no ano de 2014.
Tracklist:
01. Confined by Evil
02. The Rancorous Paradigm
03. In Hours of Despair
04. Severance
05. Wither
06. Diabolic
07. From Grace to Grave
08. Sundown
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Morbus Chron - Sweven
Categories :
/Finck . #2014 . Prog/Death
Gênero: Progressive Death Metal
País: Suécia
Ano: 2014
Comentário: O Morbus Chron é outra banda que lançou um álbum ótimo em 2014 e tem recebido muitos elogios. E isso não é por acaso, a banda formada por Edvin Aftonfalk (guitarra principal e vocal de apoio), Robert Andersson (guitarra base e vocal principal) Adam Lindmark (bateria) e Dag Landin (baixo), criada no ano de 2007 em Estocolmo, executou um ótimo trabalho em seu segundo álbum de estúdio, chamado Sweven.
A evolução da banda em Sweven se comparada ao seu álbum de estréia é fascinante. A banda iniciou como apenas mais uma banda trazendo novos ares numa pegada Old School e agora se mostra uma banda criativa que soube adicionar outros elementos em sua sonoridade, criando um álbum rico musicalmente e capaz de surpreender à todos que esperavam uma repetição do álbum de estréia. Ainda existem remanescentes do álbum anterior em Sweven, mas evidentemente a banda evoluiu para outro nível, um Death Metal com uma abordagem progressiva ao decorrer das faixas, apresentando guitarras acústicas impecáveis e momentos memoráveis.
Todas as faixas do álbum se destacam, cada uma de sua maneira. It Stretches in the Hollow tem um início calmo, trazendo arranjos evidentes do progressivo. À medida que a faixa se desenvolve, a banda apresenta um instrumental bem elaborado, com ótimo destaque para o vocal, tanto como o principal quanto o de apoio. Terminus em seu instante inicial, soa como se fosse uma faixa de Death/Doom, mas sua evolução nos leva à algo progressivo, com belos arranjos e um instrumental impecável. Towards A Dark Sky é outra faixa que merece destaque. Seu início arrasador é bem empolgante, agressivo e pesado. Em seu decorrer, a banda insere alguns riffs mais melódicos em certos momentos, sempre com o vocal principal entoando todo ódio possível. The Perennial Link traz um instrumental bem elaborado, com guitarras executando riffs incríveis. Em sua metade final, a banda esbanja qualidade num momento com arranjos acústicos excepcionais. E ainda menciono Solace, um interlúdio totalmente progressivo após a The Perennial Link, mostrando o quanto a banda evoluiu de um álbum pra outro.
Sweven me mostrou um novo Morbus Chron, uma banda que passa por uma fase de transição de um Death Metal Old School, para um Death Metal Progressivo. Óbvio que sempre que uma banda passa por mudanças não agrada todos os fãs, mas conquista um novo público da mesma maneira. O que a banda realizou em Sweven, abre novos caminhos à serem explorados futuramente, os quais espero que sejam surpreendentes e bem produzidos como o trabalho atual.
Tracklist:
01. Berceuse
02. Chains
03. Towards a Dark Sky
04. Aurora in the Offing
05. It Stretches in the Hollow
06. Ripening Life
07. The Perennial Link
08. Solace
09. Beyond Life's Sealed Abode
10. Terminus
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YGODEH - The Experiment Interrupted
Categories :
País: Letônia
Ano: 2013
Comentário: Após um tempo sem postar o adorado (por mim) death metal por não achar um motivo, e vendo que outros gêneros estão mais chamativos e variados ultimamente, vos trago o que me fez voltar a compartilhar o famigerado "Deathão" que tanto estimo. Esse é o debut desse quarteto da Letônia que se não são de uma qualidade fenomenal, experimentam e inovam, até certo ponto, de maneira surpreendente.
Como já citado, esse grupo conta com quatro músicos, que são Potap no contra-baixo, Vadozz na bateria fechando a cozinha, além de Piton nas guitarras e na programação dos synths e teclado e Feka nos vocais. Esses caras fazem um som extremamente técnico preciso, com inclusão de instrumentos meio incomuns no estilo, com violinos, além de efeitos meio estranhos, mas que cairam muito bem na proposta do conjunto.
Esse album não trás uma linearidade, sendo difícil prever o que vamos encontrar nas próximas faixas, mas está longe de ser um trabalho sem coerência. Com uma produção muito bem feita, uma arte meio "futurista dos anos 90", esse disco tem alguns elementos que podem fazer muito tr00 torcer o nariz, mas é o que me atraiu. Com riffs clássicos de guitarra, com duetos e caracteristicas marcantes do gênero, o vocal é outro elemento que nos faz ter certeza que estamos escutando um death metal, e paramos por ai. A bateria é a clássica "Prog Drum", permeada de variações rítmicas, com double bass ora velozes, ora vagarosos em demasia, break downs pontuais, as vezes abusando da cadência, o que faz o som flertar com uma pegada mais doom, mais carregada, mas isso uma vez ou outra, como na canção "Eternal Immortal". Outros ingredientes que vemos nesse album é o uso de vionlinos e a presença carimbada dos sintetizadores, com efeitos futuristas, espaciais, diferentes e as vezes até dançantes, como na faixa "Trance Orchestra", nos surpreendendo com uma mistura de instrumentos eruditos, com uma batida techno, o que me soou muito estranho, mesmo eu com uma mentalidade mais aberta, a salada de estilos não me desceu muito bem, ficando uma música com muita coisa e ao mesmo tempo oca. A melhor canção do disco é a "Groove´s Night", que sintetiza em uma única faixa o objetivo da banda. Com uma técnica apurada na bateria, a guitarra com um riff espetacular, a presença dos efeitos eletrônicos para dar o diferencial, torna essa música a mais perfeita do disco.
A minha procura por coisas diferentes caiu nesse grupo. Eu que sou avesso a coisas modernosas em certas ocasiões, gostei muito desse disco, que trás um conjunto com muito futuro. Se você procura algo brutal, tr00, passe longe, e se procura algo tradicional, não deveria nem ter lido até aqui. Uma banda para te surpreender, para o bem ou para o mal, como eles se intitulam: Um Synthetic Progessive Death Metal de tirar o chapéu!
Myspace / LastFM
Tracklist:
1.To Down - 4:49
2.From on High - 5:24
3.Groove´s Night - 3:56
4.Fragment 1 - 0:59
5.Eternal Immortal - 4:35
6.Fallen´s - 3:16
7.Trance Orchestra - 4:26
8.Fragment 2 - 1:49
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Cattle Decapitation - Monolith of Inhumanity
Categories :
País: EUA
Ano: 2012
Comentário: Estive em um pequeno hiato de postagens, pensando no que seria produtivo para uma postagem até ouvir essa obra prima. Oriundo da Califórnia, esse quarteto formado em 1996 trás em seu quinto full-lenght um death/grind de extrema qualidade em todos os aspectos. Conhecidos por terem uma grande fanbase entre os apoiadores e militantes dos direitos dos animais, os membros deste grupo tem uma ideologia fortíssima pró meio ambiente e anti-humana, e tem entre seus membros, Josh e Travis, vegetarianos convictos.
Com uma produção impecável e uma capa impressionante, esse conjunto conta com 4 músicos irrepreensíveis. Derek Engemann no contra-baixo faz um trabalho competente, mas como é de costume no estilo, faz o básico, sem destaque, mas com uma precisão impecável. Para escrever sobre a bateria de David McGraw precisamos de tempo e algumas linhas dessa humilde resenha. Recheado de break downs e levadas progressivas, a bateria eleva o nível instrumental a outro patamar. Com requintes de crueldade McGraw arrebenta os tambores, faz um trabalho de pratos peculiar, acelerando e cadenciando o tempo músical de maneira monstra, sendo o ponto forte da cozinha, o verdadeiro alicerce de sustentação instrumental. Josh Elmore é o responsável pelas 6 cordas e faz riffs de extrema qualidade, mas soa um pouco pragmático as vezes, sendo melhor em passagens cadenciadas, do que em passagens rápidas, havendo um pouco de queda na performance criativa quando tem que acelerar muito, mas nada que prejudique ou destoe, eu que sou chato em alguns quesitos. Os solos de guitarra merecem todas as atenções, pois são lindos e muito trabalhados, sem afobação. O vocal, animal, gutural, versátil, perfeito, é o que a banda tem de melhor. Parece que Travis Ryan usa toda sua empatia com os animais pra externar de maneira bestial todas as canções do disco.
Por se tratar de um disco linear, perfeito, coeso, qualquer canção destacada seria de uma aceitação geral, mas como é de praxe, a faixa que abre o album, "The Carbon Stampede", mostra pra que a banda veio, com uma pegada mais low de começo, tem a cadência e o vocal seus destaques, com um solo de guitarra lindo, perfeita para uma abertura. "Dead Set on Suicide" vem logo após, com um contra-baixo destacado, uma vocalização bestial e um refrão que cola muito, um verdadeiro hit. Eu tenho o costume de destacar a última canção do album, que normalmente é onde os caras da banda mostram todo seu potencial, com todas as influências afloradas, mas as vezes não tem poderio "popular" para ficar entre as primeiras. É na última música que tem o direito da liberação músical, e aqui é exatamente o que acontece. "Kingdom of Tyrants" é a saidera, e sem exageros, é a melhor do disco, sem dúvidas, merecendo ganhar um mini filme oficial fudido que vocês podem apreciar ao fim da postagem. Com uma variação vocal, linda, parece que tem umas 3 canções dentro de uma, mas mantendo um padrão, sendo muito coesa e pesada.
Um trabalho limpo, perfeito, soberbo, onde o grindcore fica em segundo plano frente ao prog. Um disco viciante, emocionante, onde a banda mostrou o ápice da maturidade musical, não podendo ser usada como parâmetro para julgamentos de outros albums do gênero, já que dificilmente um grupo por mais consagrado e inspirado, vai alcançar a qualidade obtida aqui nesse trabalho. Masterpiece, 5 estrelas, sem exageros, um clássico inclassificável.
LastFM / Myspace
Tracklist:
1.The Carbon Stampede - 03:39
2.Dead Set on Suicide - 03:18
3.A Living, Breathing Piece of Defecating Meat - 02:58
4.Forced Gender Reassignment - 03:54
5.Gristle Licker - 04:54
6.Projectile Ovulation - 03:31
7.Lifestalker - 04:15
8.Do Not Resuscitate - 03:18
9.Your Disposal - 04:47
10.The Monolith - 03:39
11.Kingdom of Tyrants - 04:50
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Freakshare / Crocko / Bayfiles / Megashares / Bitshare / Rapidgator
Amorphis - Chapters
Categories :
/Koticho . Death Metal . Doom Metal . Melodic Death . Prog Doom . Prog/Death . Progressive Metal

País: Finlândia
Ano: 2003
Comentário: Amorphis sem dúvidas foi uma das grandes bandas da chamada "segunda leva" do Death Metal, que surgiram por toda a Europa na primeira metade da década de 90.
Tracklist
1. Alone (edit) 04:23
2. Drifting Memories 04:25
3. Too Much to See 03:41
4. The Way 04:36
5. Northern Lights 03:17
6. Summer's End 05:38
7. The Brother-Slayer 03:37
8. Better Unborn 05:52
9. My Kantele 05:04
10. Weeper on the Shore 04:53
11. Moon and Sun 03:37
12. Black Winter Day 03:51
13. The Castaway 05:33
14. Drowned Maid 04:23
15. Warriors Trial 05:05
16. Exile of the Sons of Uisliu 03:44
17. The Lost Name of God 05:32
Myspace
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Fleshwrought - Dementia Dyslexia
Categories :
//Ex-membros . Death Metal . Experimental . Prog/Death . Technical Death Metal . Technical Metal
Ano: 2010
País: USA
Comentários: Projeto dirigido por Navene Koperweis que lida com todos os instrumentos de Dementia Dyslexia. Álbum "rápido", técnico, intrincado, death metal cativante assim como Psycroptic e Gorod são. A composição aqui é top de linha. Os riffs misturam-se bem, apesar da multiplicidade de influências de toneladas de malha alimentando o fogo sob o som. Os vocais de Jonny estão sempre no tempo, algo que ele leva, além do excelente trabalho vocal que é realizado com Job for a Cowboy, claro, e com uma voz tão única como a dele! Talvez essa "mudança ambiental" seja um pouco difícil para os fãs de JFAC mas em suma esse álbum, ruless!
Myspace
Tracklist:
1. Mental Illness
2. Inner Thoughts
3. Programming The Herds
4. Weeping Hallucinations
5. Conceptual Hallucinations
6. State of Desolation
7. Dyslexic Interlude
8. Self-Destructive Loathing
9. Relevant Intoxication
10. Final Nausea
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Akercocke - Words That Go Unspoken, Deeds That Go Undone
Categories :
/Forbidden . Black Metal . Black/Death . Death/Black Metal . Prog/Black . Prog/Death . Progressive Metal
Gênero: Black/Death Metal Progressivo
País: Inglaterra
Ano: 2005
Comentários: Akercocke é uma banda inglesa, de Londres, marcada por contrastes espetaculares. Primeiro, o visual aristocrático da banda, que mesmo sendo uma banda de Black Metal não passa nem perto dos corpse paints, usando no palco ternos, gravatas borboleta, suspensórios e outros trajes típicamente do séc. XIX e início do séc. XX. Além disso, o contraste musical entre um som extremamente pesado como o Black/Death e toques progressivos de extremo bom gosto, sempre regados a uma temática altamente satânica, blasfema e obscena. Akercocke é uma daquelas bandas que você nunca sabe o que pode esperar na próxima música, embora saiba que vai ser uma coisa excelente. Como dito acima, a banda usa e abusa da porradaria do Black/Death com tudo que tem direito: Blast Beats, vocais rasgados, tremolos de guitarra, mas suavemente transforma tudo isso em leves melodias acústicas (mas não menos obscuras) e vocais limpos, com influência direta do progressivo setentista de bandas como King Crimson. Esculachantemente boa banda, upada a pedidos de 'coisas a nível de Opeth' que rolou na Cbox antes da mudança de layout. (viu, eu não apaguei a Cbox sem ler antes!)
Página Oficial
MySpace
Tracklist:
| 1. | Verdelet | 04:45 | |
| 2. | Seduced | 04:40 | |
| 3. | Shelter From the Sand | 10:40 | |
| 4. | Eyes of the Dawn | 04:41 | |
| 5. | Abbadonna, Dying in the Sun | 01:20 | |
| 6. | Words That Go Unspoken (Part 1) | 05:12 | |
| 7. | Intractable (Words That Go Unspoken Part 2) | 03:56 | |
| 8. | Seraphs and Silence | 04:44 | |
| 9. | The Penance | 04:32 | |
| 10. | Lex Talionis | 03:29 |
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Hacride - 3 Releases
Categories :
//Ex-membros . Avant-Garde . Death Metal . Prog/Death . Progressive Metal . Technical Death Metal . Technical Metal
Gênero: Progressive Death Metal, Death MetalPaís: France
Comentários: Hacride é uma banda francesa de Progressive Death Metal, formada em 2001 com músicos provenientes de um conjunto de bandas, origens e estilos musicais diferentes. O som tem evoluído tanto a partir de compassos ímpares de Death Metal Técnico quanto para o Metal Progressivo e Avant-Garde.
Banda muito foda véii, apresentada por meu amigo Jorge Corrêa, ouvi e decidi postar imediatamente, realmente o som me surpreendeu, até mais do que esperava, portanto, pare de ler e vá baixar agora!!
Site
Myspace
Tracklist:1. To walk along them
2. Act of god
3. Lazarus
4. Phenomenon
5. A world of lies
6. Awakening
7. My enemy
Link
Tracklist:1. Perturbed
2. Fate
3. Vision of hate
4. Zambra (ojos de brujo cover)
5. Liquid
6. Cycle
7. Deprived of soul
8. Strength
9. Ultima necat
10. On the threshold of death
Link
Tracklist:1. Human monster
2. Typo
3. This place
4. This place
5. Flesh lives on
6. Protect
7. Cold
8. Down
Link
My Fair Lady - My Fair Lady [EP]
Categories :
//Dos visitantes . /Damien Willis . #Produto Nacional . Heavy Metal . Melodic Death . Prog/Death
País: Fortaleza, CE - Brasil
Ano: 2009
Biografia: Agressividade, técnica, vocais guturais e melódicos. É assim que o My Fair Lady se apresenta. Formada em 2008 por Samuel Alcântara nos vocais, Artur Alcântara e Felipe Facó nas guitarras, Rodrigo Gomes na bateria e vocais, Victor Sampaio no baixo e Victor Catrib nos teclados e sintetizadores, a música criada pela banda visa mesclar vertentes do metal, do death metal ao progressivo.
O nome reforça o My Fair Lady, que se nomeou assim em referência a um famoso musical da Broadway, baseado na história de mudança e transformação de uma simples vendedora de flores em uma dama da sociedade. Com temáticas que abordam conflitos internos e externos da mente humana, diante dos outros e de si mesmo, é como se deparar em queda livre, constantemente.
Cercado de letras profundas que expressam sentimentos conturbados e angústias sufocadas, os temas do My Fair Lady abordam a ambigüidade que existe dentro de cada um, o eterno conflito e a lembrança da insegurança que mora em nós. Muitos acham que feridas podem ser tapadas quando na verdade devem ser cutucadas. Só assim haverá mudança. Como diz a música da banda intitulada de “Collapse of Closed Minds”, que trata de sentimentos reprimidos que são expostos de tal forma a liberar um ódio sempre guardado.
Mesmo com o pouco tempo de estrada, a banda fez várias apresentações na capital cearense e fora do estado. Agora, o próximo passo será lançar neste ano, pelo selo independente Empire Records, seu primeiro trabalho de estúdio, o EP “Collapse of a Lifetime”, contendo cinco faixas. O primeiro full-length álbum está previsto para 2010.
Comentário: Eae galera do ignes, eu sou o João Pedro B. S. de fortaleza - ce, acompanho o ignes faz tempo e sempre o admirei por ser um blog com otimos e variados posts.
Enfim, to mandando pra vocês o link pra download do primeiro EP de uma banda muito boa de Fortaleza, o MY FAIR LADY. por favor, analisem o som e postem no ignes se quiserem. Bom, esse EP traz uma sonoridade que me chamou muito a atenção,pois, traz um som trabalhado, técnico, com muito peso.
Na maior parte das musicas são usados vocais guturais, mas com vocal limpo feito pelo baterista no refrão de algumas musicas.
A banda une metal progressivo com death melodico num registro incrivel. Usando duas guitarra e teclado mostram um som completo, o My Fair Lady (nome do grande musical da Broadway dos anos 60) tocou no Cearainrock 2009, festival que contou com a banda paulista MindFLow e o grande show de André Matos com a orquestra sinfonica contemporanea do Ceará, gravando imagens para um futuro DVD.
A banda também tem uma materia na revista HORNS UP N°11 de fevereiro de 2010.
Meu comentário: Gostei do som, não conhecia, entretanto não tenho quase nada a destacar, apenas uma boa banda que ajuda a enriquecer a "cena" brasileira e que realmente faz um trabalho mais progressivo, unindo agressividade ao peso atmosférico que ronda as faixas, porém sem perder as melodias.
Créditos: Ao João Pedro B. S., por ter mandado este e-mail e à banda por ter cedido link para download.
myspace//youtube//orkut//letras//purevolume//Buscando por infos da banda, vejam o que encontrei: My Fair Lady em destaque no MySpace Brasil
Tracklist:
01- Cradle of a Lifetime
02- Collapse of Closed Minds
03- Untold Bloodshed
04- The Brightside of Darkness
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Opeth - Orchid
Categories :


Gates of Winter - Lux Aeterna
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Heavy Metal . Prog/Death . Progressive Metal
Gênero: Progressive Heavy Metal with Harsh Vocals
País: Canadá
Ano: 2008
Comentário: A Gates of Winter é uma banda do Canadá, bem pouco conhecida, mas apresenta um som muito interessante. A atmosfera contida nas canções é incrível, nos sentimos na era medieval, vocais limpos, guturais e femininos entram perfeitamente no ambiente. Teclados se destacam, lembrando até Dream Theater, riffs cadênciados, solos grandes e muito bem feitos, pedais duplos, enfim, uma ótima banda e ótima qualidade de gravação. Para fãns de DT, Symphony X e afins.
[ MySpace ]
Tracklist:
- "Life Force Rapture"
- "Burning Kingdom I - A Dark Affliction"
- "Burning Kingdom II - Heavenly Insurgence"
- "Burning Kingdom III - Lux Aeterna"
- "The Wildwood Pariah"
- "Winter Flight"
- "Gates of Winter"
- "From the Flesh"
- "Omega"
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Edge of Sanity - Crimson
Categories :
Ano: 1996
País: Suécia
Comentário: Projeto de Dan Swano, um dos maiores ícones suécos do Metal. Crimson, é um álbum contendo apenas uma faixa de 40 minutos, que é uma viagem total, tipo de música envovente que faz o tempo passar absurdamente rápido. Presença especial do sublime Mikael Akerfeldt do Opeth.
Tracklist:
01. Crimson
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Necrophagist - Onset Of Putrefaction
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Brutal Death Metal . Death Metal . Prog/Death . Progressive Metal . Technical Death Metal . Technical Metal


Gênero: Technical/Progressive Death Metal
País: Alemanha
Ano Lançamento: 1999
Comentário: Primeiro álbum dessa incrível banda que consegue mesclar a brutalidade do Death Metal com o progressivo, fazendo isso magestosamente, com vocais brutais e instrumental pra ninguém botar defeito! Recomendadíssimo!
Vídeo de Foul Body Autopsy.
Tracklist:
02 - To Breathe In A Casket
03 - Mutilate The Stillborn
04 - Intestinal Incubation
05 - Culinary Hyperversity
06 - Advanced Corpse Tumor
07 - Extreme Unction
08 - Fermented Offal Discharge
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Malediction - Reductio Ad Absurdum
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Brutal Death Metal . Death Metal . Melodic Death . Prog/Death


Gênero: Death Metal
País: Hungria
Ano Lançamento: 2009
Comentário: Banda formada em 1996, na Hungria, lança seu primeiro full-length, após o bom EP de 2002, Reductio Ad Absurdum tras um Death Metal tradicional, só que com vocais limpos, me lembrando muito o Vintersorg (que é BM e não tem nada a ver com a banda). Os riffs são pesados na maioria do tempo, seguindo o ritmo da bateria, o que surpreende são as partes "melódicas" em meio a brutalidade, bom álbum, ouçam!
Tracklist:
02 - The Army Of Those Begging For Mercy
03 - Nameless
04 - Hymn To Destroy
05 - The Time Of Pressure (part 1.)
06 - The Time Of Pressure (part 2.)
07 - Flood
08 - Hour-Glass
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Parthak - Red Sorrow
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . #Bandas Amigas . #Produto Nacional . Black Metal . Brutal Death Metal . Death Metal . Doom Metal . Melodic Death . Prog/Death . Progressive Metal . Thrash Metal

Gênero: Progressive Death Metal
País: Brasil
Ano Lançamento: 2008
Comentário: Idealizado por Robson Santana (ex-Darkness Angells e Sertannia), Humberto Amorim (ex-Aneurise e Assepsia), Jackson Lima (ex-Aneurise e Sertannia) e Neilton Filho (ex-Darkness Angells e Sertannia) surge no início de 2007, em Euclides da Cunha-BA, o projeto PARTHAK, com intuito de fazer um som agressivo com passagens melódicas e que apresentasse influências de várias vertentes do metal, indo do prog ao death metal.
As primeiras composições surgiram para a realização de eventos na região em meados do mesmo ano. A partir dessas apresentações a banda resolve compor outras músicas com a finalidade de gravar e lançar seu primeiro CD. Somente em Março de 2008 finalmente a PARTHAK iniciou as gravações de seu primeiro registro em estúdio intitulado "RED SORROW", o disco só foi finalizado em Novembro de 2008. O álbum tem como tema central o conflito entre mito e ciência, o livre arbítrio e subserviência às divindades; a história se passa em Marte e trata-se de um disco conceitual baseado no livro "The Gods of Mars", de Edgar Rice Burroughs.
A banda é formada por Robson Santana (guitars), Humberto Amorim (vocals), Jackson Lima (bass) e Neilton Filho (drums) e atualmente vem divulgando seu primeiro trabalho "Red Sorrow".
(Ripado do CD)
Vídeo de Red Sorrow, ao vivo.
Banda de amigos meus, formada aqui mesmo na cidade. Baixem e não deixem de comentar o que acharam, som de qualidade, não vão se arrepender!
Tracklist:
02 - Enchained
03 - Mars Abyssals
04 - Red Sorrow
05 - Calamities of Revenge
06 - Parthak
07 - Rebuild
08 - Towers of Tomorrow
09 - Abissais de Marte (bonus track)
Palco MP3
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Opeth - Still Life
Categories :


Gênero: Extreme Progressive Metal
País: Suécia
Ano Lançamento: 1999
Comentário: Sabe aquelas bandas do tipo ame ou odeie. Aqui eis mais um representante dessa categoria. O Opeth é uma das bandas das quais os críticos e músicos - e inclusive eu - adoram. Não tem meio termo: ou você adora de primeira ou odeia logo de cara - se bem que essa última opção dificilmente será a sua. O som do Opeth, de uns tempos para cá, passou a ser descrito como progressive death metal. Até que a banda pode ser descrita como tal - mas o Opeth não chega a fazer um som tão cheio de marabalismos e firulas e nem tão brutal ou pesado, ao ponto desse rótulo ser levado ao pé da letra (nem do lado progressive nem do lado death). Os álbuns do Opeth, inclusive esse Still Life são muito bem trabalhados. Há muitos contrapontos, duetos de guitarras, fraseados interessantíssimos, vocais death e limpos, cozinha que varia bem - só que com uma pegada mais amena - e até elementos de jazz (não pense em saxofones ou outros instrumentos de sopro, essas influências vêm de guitarras e vocais limpos, inclusive de momentos e músicas acústicos). Os trabalhos do Opeth requerem grande atenção do ouvinte pois os dois guitarristas adoram fazer melodias diferentes simultaneamente e riffs bem longos. Isso sem destacar o excelente - porém as vezes exagerado - trabalho de guitarras acústicas. As letras são outros destaques de Still Life. Elas tem uma mistura de magia, instrospecção, nebulosidade, sofrimento, paixão, solidão, existência, etc, tudo isso inserido em algo que parece um sonho de alguém. Bom pra ouvir no quarto à noite. Não dá nem para destacar uma só música, pois cada uma tem todos os elementos que fazem parte do som do Opeth (menos a Benighted, que é ora jazz ora acústica). Opeth: ame ou odeie.
Edson Rocha
Vídeo de Godhead's Lament.
(Ripado do CD)
Tracklist:
02 Godhead's Lament
03 Benighted
04 Moonlapse Vertigo
05 Face Of Melinda
06 Serenity Painted Death
07 White Cluster
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Opeth - Ghost Reveries
Categories :


Gênero: Extreme Progressive Metal
País: Suécia
Ano Lançamento: 2005
Comentário: O que esperar de uma banda como o Opeth depois de tudo o que eles já fizeram? Boa pergunta não é mesmo? Digo ainda mais um detalhe, o que esperar do Opeth com mais um integrante efetivo na banda? Per Wiberg (teclados), o mesmo que gravou o Damnation e saiu em turnê com a banda pelo álbum como músico convidado teve seu trabalho tão apreciado por Akerfeldt que agora ele é membro oficial da banda. Sim agora a banda possui 5 músicos! Imaginem um Blackwater Park com teclados, um pouco mais progressivo e com passagens acústicas mais presentes ainda, mas mesmo assim mantendo o peso do Death Metal. Imaginem um álbum totalmente coeso com uma maturidade ainda maior, esbanjando criatividade, feeling, peso, técnica, melancolia. Sim, essa é a cara do Ghost Reveries. O álbum já começa com um banquete a la Opeth como estamos costumados a ouvir, Ghost Of Perdition tem o peso característico, vocais guturais, passagens acústicas muito bem trabalhadas com arranjos de teclado. Em seguida temos The Baying of The Hounds, outra música bem no estilo da cozinha da banda, nota-se nessa música solos muito bem feitos, passagens acústicas lindas, riffs bem elaborados nas partes de peso, acompanhamento do teclado coeso e bem encaixado. Beneath The Mire já começa a mudar a cara do álbum, cada vez mais se nota a diminuição das vozes guturais e as passagens acústicas são mais presentes do que as partes de peso, gosto muito dessa melodia, e o final dela é muito lindo, bem progressivo, com sons sintetizados diferentes, coisas jamais vistas no Opeth, estamos começando a mudar um pouco a concepção das músicas dessa banda. Agora chegamos no que eu chamo de progressividade: Atonement nos remete ao Damnation, mas a riqueza dessa música está além do que eu jamais vi no Opeth, tem tanto detalhe, tantas frases lindas que provavelmente se esta música estivesse no Damnation seria considerada o diferencial do álbum. Sim essa música é uma balada com tudo o que se tem direito, talvez a mais bela melodia calma do Opeth já escutada por mim até hoje. Reverie/The Harlequin Forest, forte candidata a uma de minhas músicas preferidas do Opeth, com certeza a melhor do álbum. Essa música tem um ar diferente das músicas pesadas do Opeth. Ela tem um peso forte, misturado com uma melodia sem igual, mas a voz nessa música é mais marcada pela voz normal do Mikael, e não a gutural apesar de aparecer em certas partes também. Mas partes acústicas também são notadas e a melodia dela é impressionante, partes progressivas de maneira jamais criadas pelo Opeth são notadas nessa música também, partes que remetem ao Damnation de certa forma também pelo uso do teclado. Hours of Wealth é linda, dedilhados característicos da banda, mais uma balada fortemente influenciada pelo Damnation e também de baladas anteriores da banda, o teclado de Per caiu como uma luva, e o resto da banda também como sempre. Agora o peso voltou, The Grand Conjuration é um Doom/Death Metal de primeira categoria, o teclado na parte de peso deixou a música bem sombria, ótima performance da banda, música sinistra, belíssima, bem na cozinha Opeth, peso, quebradas, passagens acústicas, vocais guturais, vocais normais, e agora temos que nos acostumar, teclado fazendo bases assombrosas. Isolation Years é mais uma balada belíssima com ótimos arranjos, ótima composição para fechar o álbum com chave de ouro provando mais uma vez que o Death Metal tem seus representantes de muita sensibilidade e criatividade e que o Opeth é uma das melhores bandas dos últimos tempos. Esse álbum é o equilíbrio cativante de Blackwater Park misturado com a criatividade e genialidade do Damnation, é a fórmula perfeita que define o Opeth. Eu falo sem medo, que esse é o melhor álbum da banda e forte candidato ao melhor lançamento de 2005.
Trentini
Vídeo de The Grand Conjuration.
(Ripado do CD)
Tracklist:
02 The Baying Of The Hounds
03 Beneath The Mire
04 Atonement
05 Reverie Harlequin Forest
06 Hours Of Wealth
07 The Grand Conjuration
08 Isolation Years
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Opeth - Deliverance
Categories :
País: Suécia
Ano: 2002
Comentários: Deliverance é o sexto álbum do Opeth, banda sueca que eu me recuso a comentar sobre, uma vez que não só é uma das minhas bandas favoritas (haja visto que minha camisa deles é minha segunda pele), mas também é uma das bandas mais importantes do Metal contemporâneo, influenciando literalmente milhares de outras. Sucedindo o ótimo Blackwater Park e tendo sido feito ao mesmo tempo que o famoso e extremamente progressivo Damnation, este álbum é dos capítulos da história do Opeth onde a banda é mais pesada, unindo mais harmoniosamente seu lado Progressivo e seu lado brutal do Death Metal. Composto unicamente pelo mastermind da banda, Mikael Arkefeldt, o álbum passeia em músicas extremamente pesadas como o pertado inicial, Wreath, e a progressiva A Fair Judgment, sem dúvida uma das melhores músicas da banda. O vocal limpo de Mikael contrastando com seu inconfundível gutural é a marca da banda e aparece neste álbum se mesclando como em nenhum outro. As partes acústicas e solos inspirados permeiam todo o álbum, sem falar da bateria presente e sensacionalmente bem composta. Se o Opeth não é uma banda exatamente técnica, é notável o domínio que os integrantes tem sobre cada um de seus instrumentos, produzindo assim, exatamente a emoção que querem passar com cada uma das músicas. Pra completar, Steven Wilson do Porcupine Tree participa ativamente do álbum, com diversas participações e principalmente na produção impecavel do álbum. Se você ainda não conhece Opeth, tome vergonha na sua cara e baixe. Não respeito quem ouve Metal e não conhece Opeth u.u.
Ripado do cd que ganhei de aniversário da Thamps :)
Tracklist:
| 1. | Wreath | 11:10 | |
| 2. | Deliverance | 13:36 | |
| 3. | A Fair Judgement | 10:24 | |
| 4. | For Absent Friends | 02:17 | |
| 5. | Master's Apprentices | 10:32 | |
| 6. | By the Pain I See in Others | 13:51 |
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Spawn Of Possession - Noctambulant
Categories :
/Forbidden . Brutal Death Metal . Death Metal . Prog/Death . Technical Death Metal
País: Suécia
Ano: 2006
Comentários: Spawn Of Possession é uma banda sueca de Death Metal formada a mais de 10 anos praticando um estilo técnico, progressivo e por vezes até experimental dentro de uma base veloz e agressiva de Death Metal. As guitarras são pesadas e poderosas, lançando notas a velocidades incriveis sem perder o feeling. A bateria e o baixo fazem bases com muito "groove" embora os compassos quebrados deixem o ouvinte com uma bela dor de cabeça. Os vocais são outro ponto interessante do álbum, lembram de cara o Corpsegrinder do Cannibal Corpse, mas são feitos com muito maior precisão e extensão pelo sueco Jonas Renvaktar. Uma ou outra passagem mais "prog" também existe no álbum, momentos mais neo-clássicos ou improvisos Jazzeros, mas no fim Noctambulant é um álbum denso e extremo, recomendando a todos os amantes do Défi Mérau.
Tracklist:
| 1. | Inception | 01:58 | |
| 2. | Lash by Lash | 04:10 | |
| 3. | Solemn They Await | 03:26 | |
| 4. | Render My Prey | 03:56 | |
| 5. | Eve of Contempt | 04:13 | |
| 6. | Sour Flow | 05:54 | |
| 7. | By a Thousand Deaths Fulfilled | 04:07 | |
| 8. | Dead & Grotesque | 04:19 | |
| 9. | In My Own Greed | 05:25 | |
| 10. | Scorched | 04:02 |
Links:
| Free | http://dl.free.fr/epcAiNJaf |
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Misanthrope - IrremeDIABLE
Categories :
//Ex-membros . /Forbidden . Avant-Garde . Black Metal . Death Metal . Doom/Death . Prog/Black . Prog/Death . Progressive Metal

1. Les retourneurs de pierres 05:21
2. Phénakistiscope 05:11
3. Les limbes 04:49
4. Le passager du hasard 04:37
5. L'infinie violence des abîmes 04:01
6. Prodigalité 02:24
7. Le dandy de bohème 03:41
8. Fantasia artificielle 06:00
9. Le maudit et son spleen 06:28
10. Plaisirs saphiques 04:37
11. Névrose 03:51
12. 1857 06:11
13. Ixion 04:52
14. L’oracle de la déchéance 05:34
15. LXXXIV L'IrréméDIABLE 02:38





