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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
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The Tiger Lillies – Shockheaded Peter: A Junk Opera

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Gênero: Dark Cabaret
País: Inglaterra
Ano: 1998

Comentário: The Tiger Lillies é uma banda de Londres que possui uma sonoridade muito peculiar, isso pelas misturas e influencias que suas musicas levam. A sonoridade de cada canção traz junto uma atmosfera que facilmente te lembra um circo, normal ou de horrores, musica cigana e cabaret, tudo isso influencia para que a banda seja, também, uma das mais teatrais que eu conheço. Cada musica remete á um conto diferente de Heinrich Hoffmann’s, e o jeito do vocalista de conta-las enriquece mais a musica, trazendo, muitas vezes, pitadas de ópera.

“The Story Of Cruel Frederick” é a segunda musica do disco e a primeira a chamar atenção, nela o grupo já mostra sua habilidade ao contar historias e ao invés de usar o convencional, que seria usar sons para simular os sons nas historias, eles fazem diferente, mantendo a melodia e utilizando dos vocais para simular o que se está passando na historia.

“The Dreadful story About Harriet And The Matches” possui uma das melhores letras do disco, a triste historia da menina que brincou com fósforos, o violino acompanha as frases do vocalista, dando um tom animado e melancólico ao mesmo tempo. Já “Bully Boys” surge com uma melodia animada já com uma atmosfera mais cabaret.

“Augustus And The Soup” possui uma melancolia inigualável e é nela que encontramos, de um jeito mais presente, as pitadas de ópera que o disco traz.

O disco ainda possui incríveis musicas como “Fidgety Phil”, “Johnny Head-In-Air” que possui uma bela sonoridade cigana, e encerra com “Shockheaded Peter”. Ouvir um disco acaba sendo uma dupla recompensa, pois além de conhecer as historias de Heinrich, você ainda as ouve sendo interpretadas de maneira brilhante por um dos melhores grupos teatrais da atualidade.

Tracklist:
1. The Struwwelpeter Overture
2. Cruel Frederick
3. The dreadful story about Harriet and the matches
4. Bully Boys
5. The Story of the man that went out shooting
6. Snip Snip
7. Augustus
8. Fidgety Phil
9. Johnny Head-In-Air
10. Flying Robert
11. Shockheaded Peter

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
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Katzenjammer Kabarett - Katzenjammer Kabarett

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Gênero: Deathrock/ Dark Cabaret
País: França
Ano: 2006

Comentário: Katzenjammer Kabarett é uma banda francesa que de primeira eu acho um pouco difícil de classificar. Atmosfera de cabaré com som um industrial e pós punk, a banda prefere se denominar Death Rock Cabaret. As melodias são compostas por Klischee, com letras de Herr Katz e Mr.Guillotine e o vocal dramático de Mary Komplikated. A energia dessa união é muito teatral e harmônica, com um toque de caos que é cai perfeitamente bem.

Bem começo do álbum com “Gemini Girly Song” e “Genuine, A Fantastic Revue” é fantástico mostrando exatamente o esperado: teatro em música. Resultado dos diálogos e narrativas feitos pelos integrantes da banda, junto com as melodias que trazem o ambiente do cabaré para a musica, somado com as batidas que tornam as musicas dançantes.

O andamento do disco é muito bom tendo algumas musicas marcantes como “8 & 9” “Katzenjammer Kids” “Nevermore Brothel” e “Mr.Price”. “8 & 9” é com certeza a mais interessante do álbum, pelo menos ela me chamou mais atenção que as outras. Ela, assim como as outras, narra uma historia bem estranha e sem muita noção sobre duas pessoas que se encontram na rua e, depois de uma demonstração do uso apropriado de um cutelo, resolvem tomar um cafezinho na Starbucks.

A banda vale a pena, é uma viagem bem gostosa e foi, pra mim, a abertura pra uma nova vertente, então é uma banda pela qual tenho certo carinho agora.


Tracklist:
01. Intro – 1:57
02. Gemini girly song – 4:22
03. Genuine, a fantastic revue – 3:28
04. Three sketches – 4:34
05. Lie sucks not – 2:46
06. 8 & 9 – 4:18
07. Katzenjammer kids – 2:00
08. Down the stairs – 2:52
09. Nevermore brothel – 3:26
10. Bal manekinow – 4:30
11. Mr Price – 2:53
12. The crowd around – 3:58
13. Eve at the mansion – 4:08
14. Outro (le procés) – 2:29
Download: 4shared / Mega
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
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A Forest of Stars - A Shadowplay for Yesterdays

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Gênero: Experimental Black Metal
País: Reino Unido
Ano: 2012

Comentário:
Não, não. Não adianta bater o pé e dizer que o excelente A Forest of Stars pertence àquele gênero chamado de Psychedelic Black Metal- o que viram de tão psicodélico no som dos caras? Se for pra descrever com mais exatidão, a banda pratica um metal extremo com requintes de Black Metal, ainda que de uma forma totalmente livre e experimental, com elementos de Dark Cabaret, ambient e neoclassical. Não consegue imaginar? Então, pra dificultar um pouco mais a compreensão, imagine tudo isso misturado a um visual vintage baseado na era vitoriana. Não, de forma alguma lembra Diablo Swing Orchestra. Seria um experimental menos, digamos, ''cômico''.

Eu já acompanhava a discografia da banda há algum tempo (levado pela curiosidade de saber o que diabos era o tal ''black metal psicodélico''). Pois bem, as canções da banda nunca foram de fácil assimilação, fosse pela duração das músicas (quase todas passavam dos doze minutos), fosse por toda a complexidade que envolvia violinos, flautas, vocais femininos, riffs pesadíssimos de guitarra, bateria enérgica, baixo galopante e vocais guturais bastante rasgados. Neste álbum de 2012 é bastante diferente, já que as canções ficam numa média de 6- 7 minutos- mas a complexidade de que falei anteriormente permanece. Pois bem, não esperava por um lançamento da banda para este ano, mas logo de cara percebi que entraria no meu top 10 de 2012.

Geralmente intros de álbuns são completamente dispensáveis, mas a intro de três minutos aqui contida prepara muito bem o ouvinte para o que há de vir. Logo se segue a segunda canção (na verdade a primeira se desconsiderarmos a intro), em seus 7 minutos (isso, para uma canção rotineira da banda, é curto!), mostrando belíssimas melodias de violino, e também riffs de guitarra tipicamente extremos (estamos falando em Black Metal aqui, mas não espere ouvir palhetadas). A terceira canção segue a mesma linha, mas agora apresenta uma percussão (não bateria) bastante trabalhada e os vocais femininos dão as caras (executados por Katheryne ''Queen of the Ghosts'', que já teve uma participação no My Dying Bride). Na quarta música,
temos o primeiro contato com o híbrido de Metal Extremo e Dark Cabaret, ainda que de forma sutil; o que se repete na canção Gatherer and the Pure, que ganhou videoclipe (veja abaixo).

Pulando Man's Laughter (um instrumental dispensável), o belo instrumental de The Underside of Eden se mostra quase hipnotizante (isso também se dá pelos vocais limpos ao fim da música). Gatherer of the Pure, que ganhou videoclipe como já havia comentado; os riffs intensos de Left Behind as Static, e eis que chegamos às duas partes de Corvus Corona. Ambas funcionam em perfeito fluxo uma para a outra, com melodias diferenciadas do resto do álbum e, por fim, Dead Love fecha o Jogo de Sombras de Outrora de forma suave, como se a ideia do álbum fosse diminuir de intensidade até acabar. E provando que os britânicos também entendem muito bem quando o assunto é Metal Extremo experimental.

Site Oficial//LastFM

Tracklist:

1- Directionless Ressurrectionist
2- Pray Tell of the Curch Fate
3- A Prophet For a Pound of Flesh
4- The Blight of God's Acre
5- Man's Laughter
6- The Underside of Eden
7- Gatherer of the Pure
8- Left Behind as Static
9- Corvus Corona (Pt I)
10- Corvus Corona (Pt II)
11- Dead Love

Download:

Rapidshare//Mediafire

sexta-feira, 8 de junho de 2012
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Diablo Swing Orchestra - Discografia

9 comentários
Gênero: Avant-garde Metal/ Symphonic/ Dark Cabaret
País: Suécia
Anos: 2003 — atualmente

Comentários: Diablo Swing Orchestra teria uma das mais impressionantes histórias se ela fosse de fato sua. Não entendeu? Pois bem, acontece que o nome "Diablo Swing Orchestra" remonta à década de 1500, quando uma orquestra surpreendente, de desempenhos inigualáveis e cujo som seduzia às diferentes classes sociais — como se fossem realmente feitiços tamanha envolvência que seu som causava — surgiu e foi conquistando os suecos. Porém, obviamente, a igreja católica não viu isso com bons olhos, ou melhor, não ouvira com bons ouvidos, considerando-na uma orquestra do mal, ou a 'orquestra do diabo', como viria a ser conhecida. Como resultado da ~magia sonora~ da orquestra somado aos dogmas sem pés nem cabeças da religião católica, nenhuma condenação parecia caber tão bem quanto o enforcamento (uma fogueirinha cairia muito bem também), e assim se exterminava a orquestra.

Aí tu me pergunta: Mas o que tem a atual banda haver com a antiga? Eu digo: talvez a vontade de fazer música surpreendente, ter músicos habilidosos, encantar nossos ouvidos e conseguir muitos seguidores em tão pouco tempo. Mas além disto, mais nada. Na verdade a lenda ainda diz que uma carta fora deixada aos descendentes dos músicos e que nela diz algo sobre reunir a orquestra, o que nos leva a crer que foi uma história interessante, mesmo que curta, criada para deixar aquele desejo de continuação.

Mas enfim, existindo ou não no século XVI, o importante é que a atual orquestra do diabo soube como resgatar certas sonoridades, levando-nos para décadas passadas sem deixar de fazer algumas referências ao presente. Referências essas que vão da música erudita ao heavy metal e sempre apoiando-se no dark cabaret. Também acaba fazendo uso de sonoridades emprestadas do flamenco, samba (para miiiinha alegriiiiaaaaaa), jazz e outras, mas sem soar simplesmente maluca, como fazem outras bandas denominadas avant-garde. D.S.O. consegue equilibrar, colocar o humor, a insanidade, beleza, magia, virtuosidades, técnica, fúria, mistério, sem precisar camuflar nada e de forma à agradar pagãos e cristãos (ou quase).

Tive conhecimento da banda ainda em seu "The Butcher's Ballroom", quando a banda fazia campanhas de divulgação através do MySpace (serviço cuja proposta sempre achei ótima, mas navegação e aparência desinteressantes). Este disco, na minha opinião, já apresentava, de mão beijada, o suficiente para sabermos os elementos que se repetiriam nos álbuns posteriores e, mesmo não sendo o meu disco favorito, tornou-se um dos meus mais imediatos vícios sonoros. Depois pude acompanhar uma nova campanha (agora focado no Youtube.... grande evolução "marketeira"!), desta vez para o incrível "Sing Along Songs for the Damned & Delirious", que, se não for correto dizer que se sobressaiu em relação ao anterior, ao menos foi capaz de provocar paixões fulminantes em seus seguidores e novos ouvintes. Eu, como bobo que sou, logicamente me vi ainda mais chegado à banda após a mínima, mas agradável introdução do samba lá no finalzinho da "Lucy Fears the Morning Star", fechando com chave de ouro esta que talvez seja a minha faixa favorita entre todas já compostas pela banda. Ah! Já ia esquecendo: o espaço dado ao humor também deu ao disco pontos positivos.
Sabendo-se que o samba soava muito bem para Daniel Håkansson, que se dizia apaixonado pelo gênero, foi com novamente expectativa que esperei por ouvi-la novamente em suas composições, o que de fato aconteceu, aparecendo no novíssimo "Pandora's Piñata". Só que agora essa referência brasileira recebeu um belo de um sublinhado e tendo como hospedeira a bela faixa "Guerilla Laments", que talvez seja das mais marcantes deste novo trabalho, se não a mais.

Finalizando e concluindo, de modo bem grosseiro, The Butcher's Ballroom traz todo um clima obscuro e dançante, é ousado e bebe de várias fontes. É ainda muito envolvido com o heavy metal e dá espaço para a música eletrônica. Não posso dizer se Sing Along Songs for the Damned & Delirious se distancia desta pegada pesada e metalística, mas tira mais e de formas diferentes proveito da guitarra, intercala bem mais com outros gêneros, elementos e instrumentos, acrescenta um toque maior de humor e desfruta mais da proposta "cabaret" ou "dark cabarat" — como queiram. Por fim Pandora's Piñata demonstra várias faixas mais diretas, sem grandes espetáculos, mas ainda assim muito mais próxima da proposta apresentada no disco anterior que do debut. As faixas iniciam e já sabemos mais ou menos como irão se comportar até o final, sem causarem surpresas (mas aqui eu não digo que isso seja ruim, ou bom). Não são todas, é claro, mas parece que a obra de 2009 mostrou tanto potencial que tenderá a se tornar O Disco na carreira da banda. Contudo, mesmo já tendo dito qual meu disco favorito, ainda assim Pandora's Piñata foi capaz de me prender fortemente, talvez porque já estava na hora de um disco menos travesso e mais sério e maduro.

MySpace


2003 - Borderline Hymns (EP)
Tracklist:
1. Porcelain Judas
2. D'angelo
3. Infralove
4. Pink Noise Waltz
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2006 - The Butcher's Ballroom
Tracklist:
01 - Ballrog Boogie
02 - Heroines
03 - Poetic Pitbull Revolutions
04 - Ragdoll Physics
05 - D'angelo
06 - Velvet Embracer
07 - Gunpowder Chant
08 - Infralove
09 - Wedding March For A Bullet
10 - Qualms Of Conscience
11 - Zodiac Virtues
12 - Porcelain Judas
13 - Pink Noise Waltz
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2009 - Sing Along Songs for the Damned & Delirious
Tracklist:
1. "A Tapdancer's Dilemma"
2. "A Rancid Romance"
3. "Lucy Fears The Morning Star"
4. "Bedlam Sticks"
5. "New World Widows"
6. "Siberian Love Affairs"
7. "Vodka Inferno"
8. "Memoirs Of A Roadkill"
9. "Ricerca Dell’anima"
10. "Stratosphere Serenade"
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2012 - Pandora's Piñata
Tracklist:
01. Voodoo Mon Amour 04:39
02. Guerilla Laments 05:03
03. Kevlar Sweethearts 04:32
04. How to Organize a Lynch Mob 05:54
05. Black Box Messiah 03:02
06. Exit Strategy of a Wrecking Ball 06:11
07. Aurora 05:14
08. Mass Rapture 06:12
09. Honey Trap Aftermath 04:22
10. Of Kali Ma Calibre 04:32
11. Justice for Saint Mary 08:31
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
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The Dresden Dolls - Discografia

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Gênero: Punk Cabaré Brechtiano
País: EUA

Comentário: Esta é uma banda um tanto conhecida, sobretudo, pelos antigos frequentadores do blog e/ou admiradores de Dark Cabaret. The Dresden Dolls é uma banda formada por Amanda Palmer (vocal e piano) e Brian Viglione (bateria, guitarra e vocal), em meados de 2000. O nome, a priori, era Out of Arms e, posteriormente, passou a ser The Dresden Dolls; este fora inspirado no massacre bombástico que ocorrera na cidade de Dresden, na Alemanha, em 1945. Naquela época, esta cidade era muito conhecida por sua arquitetura e sua indústria de bonecas de porcelana; daí viria o “dolls”.

A banda auto-intitulou o som que fazem de Punk Cabaré Brechtiano. Este seria um segmento do Dark Cabaret, contudo, acentuando a ironia advinda e inspirada sobretudo no autor alemão Bertolt Brecht. Na verdade, quando vejo certas fotos promo da banda, acredito que a influência de Brecht é bem visível, principalmente, no erotismo pornográfico cômico:

Mas, menina, vai com calma
Mais sedução nesse grasne:
Carnalmente eu amo a alma
E com alma eu amo a carne.

Faminto, me queria eu cheio
Não morra o cio com pudor
Amo virtude com traseiro
E no traseiro virtude pôr.

Bertolt Brecht - Aula de Amor

As performances cabarezísticas e circenses vieram logo no início da banda, com make-ups e performances; algo que logo chamou a atenção do público junto à forma com a qual tocavam suas músicas (apenas piano e bateria). Outro grande diferencial desta banda é a modo como envolvem os espectadores em seus shows, transformando-os numa espécie de circo dark!

Ainda que inseguro e sem saber muito como dizer algo a respeito da banda, o primeiro álbum é considerado o mais ousado até os dias atuais. Posteriormente, lançaram o Yes, Virginia... do qual veio para consolidar a banda no cenário mundial. O álbum No, Virginia... fora composto por músicas remanescentes dos dois álbuns anteriores, tendo algumas dessas músicas excluídas do álbum precedente por conta da coesão que o Yes, Virginia... já tinha adquirido. Em 2008, a banda resolveu dar um tempo, quando em 2009 lançaram o álbum ao vivo A Ir For Accident e se dedicaram a projetos paralelos. Nesse meio tempo, Amanda lançou seu álbum solo AmandaPalmer Performs the Popular Hits of Radiohead on her Magical Ukulele; e ainda em 2010, abanda retomou suas atividades.

domingo, 19 de junho de 2011
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Diablo Swing Orchestra - Based On A True Story / Balrog Boogie 8 bit Version

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Gênero: Avant-garde Metal/ Symphonic/ Dark Cabaret | Biografia / Fotos
País: Suécia
Ano: 2009
Qualidade: AVI//150 MB//640x360//13 min

Comentário: Se trata apenas de um mini DVD — bônus do disco Sing-Along Songs For The Damned And Delirious — que nos apresenta dois curtos vídeos sobre a banda.
O primeiro, Based On A True Story conta a história da primeira Diablo Swing Orchestra até a sua 'ressurreição' décadas mais tarde. Algo que eu presumo que qualquer fã já tenha lido.

O segundo é tão somente um slide de imagens e fotos da banda sob o som de Balrog Boogie numa exclusiva versão em 8 bit.

Enfim, nada demais, apenas um tipo de biografia e elementos históricos sendo narrados enquanto vemos imagens, ensaios e até atuações criando um ar todo irônico.

A discografia pode ser baixada aqui.

Tracklist:
01 Based On A True Story
02 Balrog Boogie 8 bit Version

Megaupload//Mediafire
segunda-feira, 5 de julho de 2010
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Alamaailman Vasarat - 2 Releases

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Gênero: Avant-garde/ klezmer/ Experimental, World Music e Instrumental/ Jazz/ Prog Rock/ Eles mesmos se classificam como “kebab-kosher-jazz-film-traffic-punk-music.”
País: Finlândia
Anos: 2007 e 2009

Comentário: Alamaailman Vasarat, que significa “Martelos do Submundo” é uma das bandas mais inovadoras e malucas que tive a oportunidade de conhecer. Numa mistura bombástica de diversos elementos musicais, instrumentos e melodias, Alamaailman Vasarat faz você ter diversas viagens, em diferentes lugares e nas mais distintas atmosferas. Isso tudo num único CD, e talvez em uma única faixa.

A banda não foca o heavy metal, mas suas músicas são compostas encima do experimentalismo, incluindo muitas vezes a parceria com o metal.
Notavelmente, tem como influência a música Klezmer, que é um tipo de música judaica.

Além dos estilos citados, a banda passeia regularmente por entre o onipresente Jazz, o espontâneo Punk e o exigente Rock Progressivo, além de outros. Mas a mistura só se torna muito mais complexa quando colocamos um belo violoncelo, aliás, dois cellos; um trombone, que por vezes é assumido pelo bombardino; orgão-piano-teclado; e uma variedade de saxofones e clarinetes.

Trago aqui os dois mais recentes álbuns da banda. Notei clara diferença entre eles e foi por isso que preferi este “duo-post” ao tradicional “mono”.

Deliciem-se com esta maravilhosa banda.

MySpace//WebSite//Last.fm

Membros:
Erno Haukkala (trombone, tuba, piccolo trombone)
Miikka Huttunen (pump organ, grand piano, keyboards, melodica)
Tuukka Helminen (cello)
Teemu Hänninen (drums, percussion)
Marko Manninen (cello)
Jarno Sarkula (sopranino, soprano, alto, tenor and bass saxophones, clarinet, contrabass clarinet, various ethnic woodwind instruments)


Maahan [2007]
Tracklist:
1 Maahan 0:57
2 Kyyhylly 4:19
3 Helmi otsalla 0:45
4 Luiden Valossa, Naapurin Talossa 3:40
5 Huikeuden Lieriö 3:52
6 Eläimet Huutaa 5:55
7 Lumeen Nukkuneet 5:28
8 Katkorapu 4:23
9 Käärme Toi Ruton Kaupunkiin 3:24
10 Rooman Ruumiit 3:40
11 Elukka 1:11
Megaupload

Huuro Kolkko [2009]
Tracklist:
1 Mielisaurus 3:30
2 Liskopallo 4:50
3 Meressä Ei Asuta 4:04
4 Natiivit 3:47
5 Luonto Tuli Lähelle 3:03
6 Tujuhuju 5:32
7 Luola 6:32
8 Omalla Ajalla 4:20
9 Lautturin Viivat 4:06
Megaupload

domingo, 4 de julho de 2010
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Ataraxia - Llyr

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Gênero: Neofolk, Neoclássico, Darkwave, Ethereal
País: Itália
Ano: 2010

Comentário: Ataraxia é uma banda nascida em Palermo, Itália, no ano de 1985, que mescla neofolk, neoclassical e ethereal. Sua atuação artística vai além da criação musical, explorando e unindo outras artes como a fotografia, o teatro, a pintura e a poesia, combinando moderna tecnologia com intrumentos arcaicos. Eles descrevem a sua música como algo “entre o sagrado e o profano, etérea e neoclássica” e toda sua arte é “expressa na música com o que recebem em silêncio”.

Tracklist:
1. Siqillat
2. Scarborough Fair
3. Quintaluna
4. Llyr
5. Elldamaar (part 1)
6. Evnyssien
7. Klepsydra
8. Elldamaar (part 2)
9. Gayatry Mantra
10. Borea

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sábado, 6 de junho de 2009
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Hannah Fury - That Thing That Feels

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Gênero: Dark Cabaret
País: E.U.A
Ano: 2000

Comentário: Atendendo ao pedido da nossa querida uploader Renata, venho cá postar mais um albúm de Dark Cabaret. Bem, vocês que acompanham as minhas postagens devem estar achando que eu enviadei de vez... mas fazer o quê?, é o amor!... Pra compensar, no próximo post eu prometo que posto Cólera ou Treta HC, (algo bem MÁSCULO para seus ouvidos!!!). Maaaaaas, por enquanto fiquem com a leveza e a doçura das canções de Hannah Fury. Hannah, foi autodidata, começou a tocar piano aos 16 anos, inspirada por uma canção que "envenenou" sua mente, a maravilhosa "Vampire Waltz", que usa a imagem de uma mulher sendo transformada em vampiro como uma forma de expressar uma decepção amorosa. Esse albúm contém líricas soberbas, cada verso é como uma adaga que rasga seu coração...Destaque para as faixas "Love Today", "And You Little Dog Too", "Meathook" e a já citada "Vampire Waltz". Recomendadíssimo para as meninhas do lado negão da força e para os amantes de poesia victoriana, em geral.


Tracklist:
01. Not Like You
02. Love Today
03. Meathook
04. Of Longing
05. Let It Show
06. I Can't Let You In
07. And Your Little Dog Too
08. All Is Not Well
09. It Was Her House That Killed Nessarose
10. Of Longing and Otherness
11. Sweet Heart
12. Away
13. The Vampire Waltz




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quinta-feira, 21 de maio de 2009
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Nicki Jaine - Of Pigeons and Other Curiosities

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Gênero: Dark Cabaret
País: Estados Unidos.
Ano: 2004

Comentário: Hehe, bem, sei que alguns de vocês estavam com saudades das minhas inú...ilustres postagens ... Agora, venho cá lhes apresentar Nicki Jaine, uma incrível cantora de Dark Cabaret. Em termos estéticos, esse albúm é algo formidavél, além de ser um trabalho de lírica excelente, possui uma musicalidade tristonha e esparssa (somente piano e violão, no melhor estilo Marlene Deitrich), que se encaixa perfeitamente ao melodrama das letras e um tom de ressentimento dos vocais, nos quais Nicki canta os momentos mais "trevosos" de sua vida, numa delicada mistura de amor, depressão e erotismo. Destaque para "Sound Of Girls", "Antarctica", "One More Show", e "Pretty Faces"(que tem um leve gostinho de blues), é uma boa pedida pra aqueles que curtem Desdrem Dolls e Emilie Autumn.

Tracklist:
01. Sound of Girls
02. Pretty Faces
03. Should have known
04. Pigeon named Crow
05. Amsterdam
06. Animals Crawling
07. Octopi
08. Antarctica
09. Disaster, you’re beautiful
10. Untitled
11. One more Show

sábado, 11 de abril de 2009
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Leandra - Metamorphine

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Gênero: Darkwave, Eletrônico, Gothic, Dark Cabaret, Ethereal, Neoclássico
Ano: 2008
País: Alemanha
Comentário: Leandra é mais conhecida como Ophelia Dax, o nome sob o qual ela atua na banda Jesus On Extasy, com arranjos de sintetizadores. Ela é responsável por quase tudo em Metamorphine, exceto as guitarras que mostram-se bem limitadas, abafadas por toda dissonância eletrônica do disco. Eu até agora não formei uma opinião consistente sobre essa cantora Ophelia Dax e sobre seu trabalho. A temática gira em torno de experiências pessoais, situações emocionais extremas, etc. A sonoridade é bem estranha no sentido mais literal na palavra, não-linear, os vocais são lúdicos e etéricos por vezes (uma mistura de Björk e Tori Amos), tudo isso metido numa sombra atmosférica inebriante plena de pianos.

Destaque para a faixa Noisy Awareness


Tracklist:

01. Noisy Awareness
02. Lie To Me

03. The Art Of Dreaming (Feat. Sven Friedrich)

04. Coloured
05. Naked Eyes

06. Angeldaemon

07. Tyberi Folla

08. Son Of Venus (Danny's Song)

09. Lollaby

10. Pi

11. Inverted Mirrors Of Decay




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Download Badongo
sábado, 21 de março de 2009
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Emilie Autumn - Girls Just Wanna Have Fun/Bohemian Rhapsody [EP]

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Gênero: Baroque Pop/Synth Pop
País: E.U.A
Ano: 2008

Comentários: Emilie Autumn é simplesmente apaixonante! É muito mais do que um rostinho bonito... é um baita corpão... é uma voz linda, somada a batida poderosa do Industrial que se funde com instrumentos clássicos (como piano, viola clássica, harpa e violino) e com uma lírica genial, dotada de versos incríveis e de metáforas magníficas, tudo isso num tom intimista, sensual, obscuro e ao mesmo tempo depressivo. Isso é Emilie Autumn. É algo inigualável, uma fusão de emoções, conflitos, sensações e de sonoridades, a melodia leve em contraposição a uma poesia pesada e tão profunda que parece arrancar a agonia do fundo da sua alma (ui! desmunhequei). Bom, nesse EP temos um belíssimo cover do Queen, "Bohemian Rhapsody", além de Morrisey com "Asleep" e o maravilhoso cover de Cindy Lauper ,"Girls Just Wanna Have Fun" que se encaixou perfeitamente na voz da Autumn. Recomendadíssimo!!

Tracklist


1.Girls Just Wanna Have Fun
2.Bohemian Rhapsody
3.Gentlemen Aren´t Nice
4.Asleep (live)
5.Mad Girl (live)


Freakshare//Turbobit//Crocko//Rapidshare//Hotfile//Rapidgator
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
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Repo! The Genetic Opera - OST

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Gênero: Musical/ Dark Cabaret/DarkElectro/e um pouco de Horrorpunk também...
País: Estados Unaidos
Ano: 2008

Comentários: Hehe, invadindo a área da nossa pequena porém ludibriosa Thampys, venho cá postar uma excelente soundtrack.Bom, no ano passado entrou em cartaz um filmizinho chumbrega que conquistou o público mainstream (= grande massa de adolescentes acéfalos), o chamado "Crepúsculo" (do original "Twilight: Vampiros que curtem Paramore") daí deu a louca na mulecada e todo mundo está se transformando em "legítimos" vampirões from hell 666 of Satan, Belial ,Behemoth aaaand Baphometh .Maaas poucos conhecem, ou ao menos ouviram falar dessa maravilha aqui. Seguindo a linha de "Chicago", "Moulin Rouge" e de "Sweeney Todd", é um músical, aliás..mais que um músical, uma Opera Rock, praticamente um High School Musical massss, voltado para o pessoal do lado negão da força (peço perdão pela comparação, mas eles também fazem turnê =B).

Repo! The Genetic Opera conta a história de um futuro não muito distante onde a falência de órgãos se torna epidêmica, levando parte da população a morte. Neste cenário surge a Geneco, uma empresa que faz órgão através de engenharia genética, mas eles cobram um preço por isso e se você perde a data de pagameto eles mandam o Repo Man atrás de você.

Em um mundo onde viciados em cirurgias são controlados através de remédios e homicídios são permitidos por lei , uma garota procura por respostas para sua rara doença na história misteriosa de sua própria família. Para tanto ela tem que descer ao submundo da Ópera Genética da Geneco, um lugar assombrado.

No casting temos vários grandes nomes (aliás...rostos conhecidos apenas) como Alex Vega (a garota de Pequenos Espiões), Anthony Head (mais conhecido como Giles de Buffy), Bill Moseley (que participou de filmes de terror como o novo Halloween, Grind House e Rejeitados Pelo Diabo) e Paris Hilton (dispensa apresentações), além da direção de Darren Lynn Bousman (de Jogos Mortais V) e roteiro de Terrance Zdunich

O Filme concorre ao Osacar de melhor canção com três músicas: "Chase TheMorning","Chromaggia" e "Zydrath Anatomy", tendo como principal concorrente o musical nazista "Reich Schkol Musiken 3" que concorre com 14/88 canções.

Enfim: recomendado!!! Foi o maior e mais cansativo upload que eu já fiz (demorou exatamente longos e dolorosos 434 minutos =/) , espero que curtam!!!Aaah,para a alegria de todos, na pasta do CD tem o encarte, além de um arquivo em pdf com as letras das músicas.Ps: Ainda não tem data de lançamento no Brasil ¬¬".Confiram o trailer ai embaixo!!

Tracklist:

01. At The Opera Tonight
02. Crucifixus
03. Things You Seen In A Graveyard
04. Infected
05. Legal Assassin
06. Bravi!
07. 21st Century Cure
08. Mark It Up
09. Can't Get It Up If The Girl's Breathing?
10. Zydrate Anatomy
11. Thankless Job
12. Chase The Morning
13. Night Surgeon
14. Seventeen
15. Gold
16. We Started This Op'ra ~love~
17. Needle Through A Bug
18. Chromaggia
19. Let The Monster Rise
20. I Didn't Know I'd Love You So Much
21. Genetic Emancipation
22. Genetic Repo Man

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