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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
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Nightmare - Killer Show

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Gênero
: J-Rock/Alternative Rock/Visual Kei
País: Japão (dã)
Ano: 2008

Comentário: Se tem duas coisas que fizeram o Japão virar um dos polos culturais mundiais nas últimas décadas, mesmo sem ter o mesmo apelo midiático que tem os EUA, essas são: os animes/mangás e o J-Rock. E ambos sempre conviveram juntos, seja nas sempre sensacionais aberturas e encerramentos, escolhidos cuidadosamente, ou pelas OST's inspiradíssimas. Desde aberturas neoclássicas como a de Elfen Lied à abertura espalhafatosamente cheia de sintetizadores de Evangelion, as músicas tema dos animes japoneses quase sempre são as maiores marcas registradas dos mesmos, e o que mais gruda na nossa mente após assistir a um inteiro (que brasileiro com 20 e poucos anos não sabe cantar: "Chalá! Head Chalá, não importa o que aconteça, sempre tenho a força e o poder!" ? Então.

Pois bem, conheci Nightmare vendo Claymore, um excelente anime. A faixa Raison D'Etre, presente neste álbum, era justamente a abertura do Claymore, e o baixo da introdução da música grudou na minha mente por semanas enquanto eu assistia o anime. A banda certamente deve ter ficado bem mais conhecida por ter também feito a abertura do Death Note, porém eu vi Claymore primeiro (os otacos que me desculpem, mas Death Note é mainstream demais pra mim*). Porém eu não dava muita confiança pra banda, meu passado em tentar achar bandas boas através de boas aberturas de animes acabou quase sempre encontrando várias "bandas de um sucesso só". Mas eu estava enganado, e perdendo tempo. Nightmare é uma das mais legais bandas do J-Rock que eu tive oportunidade de ouvir, pra não dizer do Visual Kei.

A banda surgiu na cidade de Sendai, em 2000, e faz um razoável sucesso no Japão, especialmente dentro do meio do Visual Kei e muito devido às participações nos animes. Devo ressaltar que apesar do rótulo Visual Kei, a banda se assemelha pouco, não só musicalmente como estéticamente, a bandas como Malice Mizer, The GazzetE ou o Dir En Grey antigo. A sonoridade do grupo é bastante linear e ocidental, em comparação a essas bandas, o uso de sintetizadores é bastante discreto e as experimentações da banda consistem em no máximo uma incursão de estilos diferentes aqui e acolá (e que nem sempre dão certo, francamente achei um dos pontos mais fracos, ainda bem que só em uma ou duas faixas no máximo isso acontece com evidência). No geral o som lembra um Alternative Rock um pouquinho mais denso, não necessariamente pesado, com bastante feeling, especialmente pelos vocais de Yomi, que são excelentes, e o instrumental extremamente harmônico, com todos os instrumentos incrivelmente balanceados, ao contrário do que eu previa quando só conhecia a Raison D'Etre, que tinha aquele baixo jogado na cara. Existem ainda várias baladinhas e músicas mais cadenciadas, todas excelentes que entregam exatamente o que se espera das baladinhas de J-Rock.

Resumindo: Nightmare é uma excelente banda de J-Rock, e quem curte anime vai adorar ouvir o álbum que contém uma das mais bem escolhidas aberturas de animes de ultimamente. Além disso, fãs de J-Rock em geral também devem se agradar bastante com a musicalidade "controlada" do Nightmare, sem aquelas viagens psicodélicas que o Visual Kei normalmente traz. 



Tracklist:

1. "Pandora (パンドラ)"
2. "Dirty"
3. "the Last Show"
4. "TrickStar"
5. "Mebius no Yūtsu (メビウスの憂鬱)"
6. "Konoha (このは)"
7. "Raison d'être (レゾンデートル)"
8. "Worst"
9. "Gianism Hachi (ジャイアニズム罰)"
10. "General (ジェネラル)"
11. "White Room"
12. "Cloudy dayz"
13. "Yasō Kyoku (夜想曲)"


Download:

Turbobit//Load//Gamefront//Ziddu





*isso foi uma piada, favor não pentelhar.
domingo, 2 de dezembro de 2012
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Highschool of the Dead - OST

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Gênero: Instrumental, Eletronic, J-Rock
País: Japão
Ano: 2010

Comentário: Quem nunca vibrou com Dragon Ball? Um amigo meu (Lima Júnior) até cantava a seguinte paródia: “Se chorei ou se sorri, o importante é que todos os episódios de Dragon Ball Z eu assisti”. Lá pelos anos 90, eu também pirava com As Guerreiras Mágicas de Rayearth! Mas aí nós crescemos e deixamos isso para trás (ou não). No meu caso, muito embora o filme da minha vida seja em desenho animado (The Nightmare Before Christmas), eu já não gosto mais de ficar assistindo esses animes ou desenhos animados. Do mesmo modo, uma pessoa mais perspicaz já teria notado que eu também não gosto de música japonesa.

- Ariel, nem Moi Dix Mois e Malice Mizer?

Não!
E é irônico que, seguindo a perspectiva de que um anime é uma série, esses dias saiu uma publicação no Yahoo News sobre séries que eram boas, mas não vingaram...

- Mas o que tudo isso tem a ver com esse post?

Highschool of The Dead (Gakuen Mokushiroku -  学園黙示) foi um mangá escrito por Satou Daisuke, desenhado por Satou Shouji e que começou a ser publicado em 2006 pela revista Dragon Age. Em 2010, veio o anime produzido pela Madhouse, a qual lançou 12 episódios na primeira e única temporada exibida. A animação conta a história de um grupo de estudantes junto a uma enfermeira que tentam sobreviver a um apocalipse zumbi, este iniciado na clássica forma de “um belo dia, quando ninguém sequer podia imaginar, alguém aparece e morde outra pessoa; e assim todos viram zumbis!”. No Brasil, este anime se restringiu ao mundo otaku, haja vista que até a dublagem de alguns episódios foi feita de maneira bem amadora. Em 2011 e este ano ainda houve cogitações sobre a segunda temporada, mas nada foi confirmado, propagando ainda mais a desesperança entre os fãs. Sendo assim, o status da série é “em hiato/sem perspectiva de voltar”. Uma pena!

A trilha sonora fora lançada em dois discos distintos: o primeiro (ED Álbum H.O.T.D.) contento apenas as músicas de encerramento, totalizando 12 faixas (uma para cada episódio) das quais são cantadas por Kurosaki Maon; e o segundo (Highschool of the Dead OST) com as músicas estruturais (digo “estruturais” como músicas predominantemente instrumentais que, geralmente, baseiam e tonalizam a atmosfera da cena e que até me atrevo a descrever como "Dark Ambient") do anime, possuindo 25 faixas que foram compostas por Wada Takafumi; sendo ambos os álbuns lançados no mesmo ano (2010). Além desses, também fora lançado em 2010, um single da música de abertura, “HIGHSCHOOL OF THE DEAD” composta/tocada por Kishida Kyōdan & The Akeboshi Rockets, com outras versões.

Particularmente, eu não sei dizer o porquê de gostar deste anime. Talvez seja por conta dos zumbis ou ainda, quem sabe, por conta de querer muito um Hirano (daquele jeito mesmo: gordinho, nerd e fascinado por armas de fogo) só para mim!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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Mutyumu - Il y a

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Gênero: Avant-Garde/Experimental/Post-Everything/Neoclassical/etc.
País: Japão
Ano: 2008

Comentário: Os Japoneses são criativos, isso é inegável, ainda mais quando suas criações/invenções tendem para o bizarro, nesse quesito, pra mim, eles são imbatíveis. Porque, por mais inocente, banal ou ordinário que qualquer coisa for, eles possuem a incrível capacidade de tornar aquilo em algo bizarro, é como se fosse um toque de Midas, mas ao invés de ouro, transformam em algo em bizarro. Sei que a palavra “bizarro” já possui intrinsicamente uma conotação pejorativa, mas nesse caso, eu a uso apenas para denotar a condição de extraordinário, e fora do padrão. Porque muitas dessas bizarrices japonesas, não necessariamente são ruins, algumas chocam, outras são engraçadas, non-sense, e já algumas, como é o caso desse disco, são fenomenais, verdadeiras obras-primas. Mas porque todo esse falatório? É porque o álbum, ao qual dedico esse post, expressa exatamente o que eu disse, e retrata muito bem a incrível capacidade dos japoneses de serem bizarramente geniais!

Esse com certeza é um dos trabalhos que eu encontrei mais dificuldade para escrever uma resenha, porque ele é extremamente diverso e possui várias influencias. É aquele tipo de banda que você não consegue encaixar em nenhum tipo de gênero e para as quais se inventaram as tags Experimental, Avant-Garde e Post-Qualquercoisa. E para o grupo em questão, ainda não é suficiente.

Mutyumu, foi formada em 2001 no Japão e lançaram seu primeiro full-length, homônimo, em 2006, e o segundo trabalho foi lançado em 2008, “il y a”, esse que aqui apresento a vocês.

Bem esse é um álbum extremamente diverso, e seria impossivel resumir sua essência em uma resenha, portanto vou tentar dar uma visão beeem geral, pra que também a resenha não fique muito extensa e cansativa de ler.

As três primeiras faixas vão te dar uma boa ideia do que está por vir, e é com se preparassem o ouvinte para o resto do álbum. Começa com "intro - ilya -" que é uma puta de uma introdução, praticamente toda tocada por instrumentos de cordas friccionadas, como violino e violoncelo, muito leve e bela, um pouco melancólica e sombria, mas maravilhosa. Depois vem "die Ewige Wiederkunft” que pode pegar o ouvinte de surpresa, já que sai de uma leve e melodiosa introdução, para de rompante entrar uma guitarra e bateria rápidas, e logo depois o piano, para então tocarem freneticamente até darem uma acalmada, e deixar a canção mais leve, bem no estilo J-Pop, com uma bela e angelical voz feminina, dai pra frente à canção alterna de momentos mais suaves, para mais caóticos, com o piano sempre em evidencia. Então na faixa seguinte “L'œil est Dieu” já começa com a vocalista berrando e o instrumental bem caótico, meio post-hardcore. Daí pra frente cada faixa segue o mesmo padrão, que é o de surpreender o ouvinte.

Durante todo o álbum você vai ouvir violinos, violoncelos, piano, órgão, baixo, guitarra, bateria, sintetizadores, etc. Mas e a sonoridade? Bom, essa é extraordinária, do inicio ao fim, mas cada canção é única. Posso tentar citar algumas influências percebidas ao longo do disco que são Death Metal, Post-Hardcore, Post-Rock, Neoclássico, Jazz, Noise, Música Sacra, Folk, J-Pop, etc, etc, etc. Mas tudo isso misturado de forma coesa e executado com maestria pelos integrantes, que são versáteis e virtuosos, de forma que você pode ouvir duas músicas do mesmo álbum e pensar que são de bandas distintas. Um destaque especial para a vocalista Hachisunoit, que pode cantar como um anjo, ou berrar com um demônio. As canções ora são melodiosas, profundas, etéreas, caóticas, descontraídas, reflexivas, sublimes, atmosféricas, envolventes, bizarras, e muito, muito mais.

Essa foi uma falha tentaiva de colocar em palavras aquilo que não se pode expressar. Então sem mais enrolação, baixem o álbum, e desfrutem dessa obra ímpar.

[Site//MySpace//LastFM]

Tracklist:

1.intro - il y a - - (2:25)
2.die Ewige Wiederkunft - (6:14)
3.L'ceil est Dieu - (4:32)
4.toi et moi - (5:21)
5.repetitional existence - (5:52)
6.doxa incarnate - (4:31)
7.unforgiven - (6:12)
8.raison d'etre - (6:20)
9.sappho - (4:54)
10.prayer - (10:27)
11.hai no hi - (4:07)

Dowload:

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
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Yoshida Brothers - Best of Yoshida Brothers

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Gênero: Instrumental/Folk/Música Tradicional Japonesa
País: Japão
Ano: 2008

Comentário: Yoshida Brothers é uma dupla que toca música tradicional japonesa, um gênero particular originário do norte do Japão chamado Tsugaru-Shamisen, tocado com o shamisen, um instrumento de três cordas, que lembra um banjo.

Os irmãos começaram aprender a tocar o instrumento ainda cedo, e como parece ser um traço característico dos orientais, eles se dedicaram e aperfeiçoaram se tornando exímios tocando o Shamisen.
Em 1999 eles lançaram o seu primeiro álbum que vendeu mais de 100.000 cópias e os tornando conhecidos no Japão, o que deixou os irmãos surpresos, já que não esperavam esse reconhecimento em tão pouco tempo. Daí eles não pararam, e com o lançamento dos seus outros trabalhos, começaram a romper as fronteiras do seu pequeno país conseguindo uma moderada fama internacional.

Apesar dos seus instrumentos e suas canções terem como base a musica tradicional japonesa, a dupla de irmãos não é nada tradicional, tendo como um dos seus traços mais característicos a diversidade. O que conduz as músicas e está sempre em destaque são os shamisens, mas o acompanhamento é bem diversificado incluindo sintetizadores, teclados, bateria, guitarra, etc., deixando o som empolgante e exibindo influências musicas além das tradicionais japonesas, como rock, pop, jazz, entre outras, sempre com performances impecáveis dos irmãos, que retiram o melhor dos shamisens. As vezes também deixam as influências externas de lado focando apenas na cultura japonesa, dispensando qualquer acompanhamento, mas que não deixa as canções menos intensas e envolventes que as outras.

Esse álbum que estou postando aqui foi o primeiro da dupla que tive a oportunidade de ouvir e pra mim expressa bem à essência musical dos caras.

[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:

1.Storm - (4:23)
2.Kodo (Hishou Version) - (3:20)
3.Overland Blues - (4:32)
4.A Hill With No Name - (3:20)
5.Modern (Hishou Version) - (2:26)
6.Saiun - (0:30)
7.Passion - (4:21)
8.My Heart Holds - (3:36)
9.Blooming - (3:47)
10.Cherry Blossoms in Winter - (4:41)
11.Kodo (Inside The Sun Remix) - (4:12)
12.Rising - (3:39)
13.Morricone - (5:40)

Download:

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sábado, 3 de setembro de 2011
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Maximum the Hormone - Greatest The Hits 2011-2011

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Gênero: Nu metal/ J-rock & J-metal/ Alternative/ 'Punk metal'/...
País: Japão
Ano: 2011

Comentário: Antes de mais nada eu já publiquei a discografia do Maximum the Hormone aqui no blog. Já devo ter dito também que das bandas atuais em evidência no japão, MTH é uma das minhas favoritas pois consegue traduzir bem meu espírito musical: Mistureira com qualidade.
Greatest The Hits 2011-2011 é o novo maxi single (maxi single = single com mais de duas músicas) dos caras (lembrando também que temos uma mulher e recém mamãe na bateria) que assim como nos trabalhos anteriores, vem carregado de humor. Pra começar pelo título, como se fosse de fato um 'greatest hits', depois a parte do 2011-2011, levando em conta também que antes deste trabalho a banda lançou músicas só lá em 2008. Tal single contêm três faixas e um clipe, ou quase um clipe, formado à partir de duas músicas (da qual uma nem se quer entrou no single), sendo que a principal, sob o nome da própria banda, não aparece inteira. Na realidade a primeira música, pelo que sei, apareceu sozinha num primeiro instante. Uma música alegre e otimista, que mesmo a banda tendo elementos de j-pop em sua discografia, ainda assim soava totalmente diferente do que seria esperado da mesma: Mais violência e peso. Eis que era de fato uma piada, um belo jogo de marketing, pois agora a música vem seguida de "maximum the hormone", essa sim uma música com a cara e a energia do MTH. E vocês podem conferir essa sacada no vídeo que deixei logo ao final do post.


Tracklist:
01. Utsu kushiki hitobito nouta
02. maximum the hormone
03. my girl
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
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Ling Tosite Sigure - Inspiration is DEAD

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Gênero: Math-Rock/Post-Hardcore
País: Japão
Ano: 2007

Comentário: Ling Tosite Sigure ou Rin Toshite Shigure é mais uma bela banda japonesa que flerta com o experimentalismo como só os japas sabem fazer. Ao contrário do que se pensa, o rock japonês vai muito além daquelas bandas sem sal do famoso visual kei que se globalizou a partir dos anos 2000s provavelmente graças a popularização dos animes e do mundo otaku como um todo.

O que temos aqui é uma banda que faz uma bela salada de influências na sua música, inicialmente generalizada como post-hardcore, as coisas vão bem além. Começando pela bateria, completamente quebrada, compassos assimétricos e poliritmia marcam ela, é puro math rock mas com momentos mais acelerados, graças as influências do hardcore que a banda carrega. O baixo é um tanto quanto evidente durante as músicas, dando a liga com as guitarras que no geral carregam aquela afinação e timbragem típicas do post-rock e post-metal, e melodias um tanto quanto complexas tocadas de forma bem aceleradas em vários momentos. Outro dos fatores que realmente caracteriza e evidencía o som dos japas são os vocais tanto os femininos quanto masculinos que se alternam durante a música, um tanto quanto agudos e gritados, podendo soar até irritante para alguns com pouca tolerância a isso.

Lhes apresento o trio formado pelo baterista Masatoshi Nakano, a baixista e vocalista Miyoko Nakamura e o guitarrista e também vocalista Toru Katajima, música experimental e ao mesmo tempo pop como só os nossos amigos de olhos puxados sabem fazer.

Tracklist

1."nakano kill you"   3:10
2."COOL J"   3:56
3."DISCO FLIGHT"   4:30
4."knife vacation"   4:02
5."am3:45"   6:33
6."Akai Yūwaku" (赤い誘惑 "Red temptation") 4:48
7."1/f no Kanshoku" (1/fの感触 "Feeling of 1/f") 4:45
8."i not crazy am you are"   4:41
9."Yūkei no Kioku" (夕景の記憶 "Memories of Sunset") 6:11

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terça-feira, 2 de agosto de 2011
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Dir En Grey - Dum Spiro Spero

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Gênero: Deathcore/ Progressive Metal/ Experimental
País: Japão
Ano: 2011

Comentários: Definitivamente o DEG não lança e talvez nunca lançará algo abaixo de sua média. Sempre com um disco mais orgásmico que o outro e sem precisar fugir tão drasticamente do que sempre tem feito. Sem nunca ter realmente fugido do estilo que se comprometeu a fazer desde os primeiros discos Gauze e Macabre. Basicamente o que mais mudou, e pra melhor, foram seus video-clipes, que antigamente eram bem toscos, embora sempre com a identidade grotesca. Também a parte 'j-metal/visual kei' já tenha se extinguido ou minimizado muito na banda, o que na minha opinião é deveras positivo.

Este ano, exatamente amanhã (03/08/11), seria lançado oficialmente seu oitavo álbum de estúdio, intitulado Dum Spiro Spero que em latim significa algo como "While I breathe, I hope" ou "Live - a century of Hope".

Inicialmente eu demorei para ver o potencial do trabalho, considerando-no como mais um bom disco do DEG e que a consagraria como uma banda sem músicas ruins, que sempre fora competente. Mas após várias e várias audições comecei a perceber que, se este não é tão lindo quanto os anteriores, ainda assim consegue ser superior em alguns aspectos.
O problema inicial é que fica difícil largar o Uroboros, álbum qual me apeguei imensamente e até então era meu favorito. Mas daí você começa a notar que Kyo está cada vez melhor, cada vez mais feroz e dinâmico, gritando como um louco, enfurecido e se achando algum cantor de ópera macabra (chega a ser engraçado). É fantástico seus grunhidos, sussurros e gritos agudos que parecem querer perfurar tímpanos. Sem contar a característica típica da banda de colocar tudo isso e mais os vocais limpos de Kyo, que soam agradáveis, deixando as músicas bem alternativas.

Alguns riffs mais predominantes em outros trabalhos parecem ter sido deixados de lado, aproveitando desta vez o clima, a atmosfera e dando um toque mais progressivo. Embora a viajem, as quebradeiras e ritmos inconstantes, a banda continua com seu peso formidável e anomalia musical que fizera deles um grupo tão singular. As ondas mais tradicionais do heavy metal parecem ter sido vistas como algo secundário neste disco, que mesmo possuindo muito peso, ainda assim preferiu reformular o metal com mais complexidade. Mas no quesito passagens longas e tudo o mais, o Uroboros ainda ganha fácil.

Em geral todas as músicas estão muito boas e cheias de potencial, mas acabo enxergando em algumas transições um fiapo de falta de nexo, mas que não chegam a prejudicar o disco.
Talvez isso tenha ocorrido pelo fato de que quando ocorreu o grande tsunami de 11 de março, o Deg estava em estúdio ainda produzindo o álbum e teve de parar por um tempo, inclusive se questionando se terminariam ou não o disco. Pode ser que também não tenha tanta relação, mas o que fiquei sabendo é que as faixas "Juuyoko" e "Shitataru Mourou" podem ter sido adicionadas após o terremoto, como uma forma de passar boas vibrações ao povo japonês, o que provavelmente tenha deslocado um pouco a linha pré-programada ao qual o disco seguiria.

Mais ao fim do post eu deixei o clipe "Different Sense", enquanto o clipe da "Hageshisa To, Kono Mune No Naka De Karamitsuita Shakunetsu No Yami" vocês podem conferir neste post.

A versão é a Deluxe Edition, contendo duas faixas bônus, porém uma versão limitada será lançada com mais faixas, demos, versões acústicas, remixes, dvd e fotos.

Adoradores vão adorar, odiadores vão odiar

WebSite//LastFM

Tracklist:
1. "Kyoukotsu No Nari" (狂骨の鳴り; "The Cry from Lunatic Bone") 1:58
2. "The Blossoming Beelzebub" 7:35
3. "Different Sense" 5:03
4. "Amon" 4:03
5. ""Yokusou Ni Dreambox" Aruiwa Seijuku No Rinen To Tsumetai Ame" (「欲巣にDREAMBOX」あるいは成熟の理念と冷たい雨; "'Nesting Within the Dreambox', or Cold Rain and The Philosophy of the Mature") 4:49
6. "Juuyoku" (獣慾; "Animal Lust") 3:28
7. "Shitataru Mourou" (滴る朦朧; "Trickling Ambiguity") 4:02
8. "Lotus" 4:03
9. "Diabolos" 9:51
10. "Akatsuki" (暁; "Dawn") 3:33
11. "Decayed Crow" 3:48
12. "Hageshisa to, Kono Mune no Naka de Karamitsuita Shakunetsu no Yami" (激しさと、この胸の中で絡み付いた灼熱の闇; “And Violence, Tangled in the Burning Darkness of my Heart") 4:03
13. "Vanitas" (Emptiness) 5:27
14. "Ruten No Tou" (流転の塔; "Tower of Vicissitudes") 4:27
Bônus
1. "Rasetsukoku"(re-recording Rasetsukoku from "Macabre")
2. "Amon" (Symphonic Version)

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segunda-feira, 18 de julho de 2011
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Boris - New Album

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Gênero: Shoegaze/J-Rock/Psicodélico/Noise Pop/Techno/Boris
País: Japão
Ano: 2011

Comentário: "Boris é Boris", essa é uma frase muito ouvida quando se fala da banda, simplesmente porque quando se trata de Boris, não há limites ou regras, você pode esperar qualquer coisa do tão querido power-trio japonês.

Boris é aquele típo de banda que sofre de excesso de criativdade e não possui barreira comercial alguma, então você pode esperar uma quantidade de álbuns enorme quando vai explorar a discografia deles, e todos passeando por estilos completamente distintos, do tétrico Drone/Doom, ao noise barulhento (principalmente das parcerias com o Merzbow, outro japones da laia experimental bem conhecido) e tendo em seus trabalhos mais acessiveis e "easy listening" um flerte com o Stoner.

No final do ano passado fora anunciado que 4 álbuns seriam lançados em 2011, logo no primeiro trimestre surge "New Album", sim esse é o nome. Resolvo obviamente fazer o download esperando literalmente qualquer coisa, eis que minha surpresa era maior do que eu esperava. New Album é completamente pop na sua essência, ao ouvir a primeira faixa, me pergunto se era a banda certa, um J-Rock comum e animado, que poderia ser tranquilamente a abertura de algum anime, após ela o álbum passa a evoluir e experimentar mais, ainda dentro do conceíto de música pop. O que temos aqui é Dream Pop, Shoegaze, Techno, Industrial e muita psicodelia. É de fato um dos trabalhos mais criativos da banda, e também divertidos, na verdade todo o experimentalismo está aqui, só que com uma roupagem de fácil digestão e assimilação, são faixas que passeiam pelo j-rock alegrinho, outras que caem na melancolia do shoegaze/dream pop, e outras completamente techno/industrial, puramente dançantes, mas ainda com suas viajens, ora incorporando compassos assimétricos, ora utilizando de ecos repetitivos, cada faixa com seus detalhes super inspirados, e o charme que só uma banda tão prolifera quanto Boris seria capaz de criar ao fazer um álbum pop.

"Boris é Boris", e esse é sem dúvidas um trabalho que vale ao menos curiosidade de ouvir.

Tracklist

1. "Party Boy"       3:49
2. "希望 -Hope-"       3:43
3. "フレア" ("Flare")     4:21
4. "Black Original"       4:27
5. "Pardon?"       5:59
6. "Spoon"       4:28
7. "ジャクソンヘッド" ("Jackson Head")     3:12
8. "黒っぽいギター" ("Dark Guitar"; English title "Les Paul Custom '86")     4:09
9. "Tu, la la"       4:15
10. "Looprider"       7:13



Myspace

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
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Girugämesh - MUSIC

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Gênero: j-Rock & j-Metal/ Alternative/Industrial Metal/ Nu Metal
País: Japão
Ano: 2008

Comentário:
Bom, sou suspeito para falar desta banda, até porque ela é fixa no meu Top (5, 10, 20, ...) j-rock bands e a sua união do rock com a música eletrônica/industrial faz dela uma de minhas favoritas no geral. Serei forçado a pular as apresentações pois Girugämesh (refiro-me constantemente, carinhosamente e preguiçosamente como “Giruga”) já é uma banda presente no Pignes, e também mundialmente reconhecida, então deixemos a parte histórica e bibliográfica de lado.
Mas podemos dizer, que em muitos momentos, essa banda se assemelha ao ainda mais famoso Dir en Grey, no entanto, menos agressiva, com o uso constante de melodias, baladinhas, breakdowns e samples de forma extremamente dinâmica e alternativa. Também é alvo de destaque o líder e vocalista Satoshi, da qual a voz muito me agrada, tanto em vocal gritado/rasgado, gutural ou limpo. Um vocal insano que compartilha toda a incoerência musical — porém de construção minuciosa — do grupo, mas que também pode se mostrar limpidamente gentil.

Sobre o disco MUSIC — terceiro em sua carreira — considero um ótimo álbum, mas não posso dizer se é o que mais gosto, entretanto, é clara a diferença de sonoridade se comparada aos anteriores. Este se mostra um play mais vivo, mesmo nas suas baladas melodiosas. Com uma presença eletrônica mais onipresente, consegue manter também toda a essência dos trabalhos anteriores, incluindo as variações de peso. Peso este que não ultrapassa os dos antecessores, mas que, por conta da programação, lembra o anterior auto-intitulado. Já seu sucessor, o NOW, mostra uma nova cara, o que até coincide com aquela capa feia de um japinha mostrando a língua, mas que pode ser relacionado ao lado industrial do MUSIC, mas numa fórmula diferente, principalmente pelas músicas mais lentas e genéricas daquele disco. Aqui o som é de responsabilidade de Nii nas guitarras, Shuu no baixo, Яyo na bateria e programação e claro, Satoshi nos vocais.

PS: Ainda não ouvi o novo, datado para lançamento no dia 26 de janeiro deste ano e que admiravelmente (sim, admirável) parece que ainda não vazou.

Recomendado aos amantes de Merry, D'espairsRay, MUCC, Dir en Grey, etc, e até Slipknot, apesar da diferença óbvia (seria muito mais coerente indicar Slip num post do Deg do que em um do Giruga...).


Tracklist:
1. "-INTRO-" 1:07
2. "Break Down" 3:27
3. "ULTIMATE 4" 2:54
4. "FREAKS" 3:04
5. "Angry Juice" (Angurī Jūsu) 3:06
6. "evolution" 3:55
7. "-INST.-" 1:17
8. "puzzle" 2:51
9. "Asking why" 3:03
10. "DEAD WORLD" 3:30
11. "Ishtar" (Ishutaru) 3:31
12. "Enishi" 3:18

Download: MegaUpload||Mediafire||RapidShare||Outros
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
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Rin Toshite Shigure - Just A Moment

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Gênero: J-Rock
País: Japão
Ano: 2009

Comentários: Rin Toshite Shigure, Ling Tosite Sigure, ou mesmo, 凛として時雨 é uma banda japa, formada em 2002 em Saitama. Formada por excelentes instrumentistas, a banda se caracteriza por: bateria extremamente técnica, bem "math" mesmo, em levadas rápidas e variações de tempo súbitas, guitarra quase sempre acústica e melódica, embora rápida, baixo igualmente rápido com linhas fortes e bem na cara, além de vocais bastante agudos e quase sempre gritados (mas não berrados). Se eu fosse colocar os estilos da banda de verdade ali encima, a lista ficaria extensa, por que o estilo dos caras é algo entre um Math Rock/Post-Hardcore/Post-Rock/Indie/Progressivo de altíssima qualidade, tudo coroado por vocais (masculinos e femininos) irritantemente agudos. Nada de Visual Key aqui, o que temos é únicamente uma banda original e experimental como os japoneses gostam de ser, que faz um som que passeia pela calmaria e pela violência como se as duas coisas fossem uma só.

Em 2008, depois de lançar dois álbuns por um selo próprio da banda, chamado Nakano Records, a banda assinou com a Sony Music e então lançou Just A Moment e mais um álbum lançado esse ano. Interessante como no Japão esse tipo de música alcança gravadoras grandes. A banda é um trio formado pelo baterista Masatoshi Nakano, a baixista e vocalista Miyoko Nakamura e o guitarrista e também vocalista Toru Katajima.

Nada melhor que os japoneses pra fazer uma banda experimental como essa, ao mesmo tempo que acessível e melódica. Recomendado pra cacete. Ah, as tags estão em japonês, mas o LastFM os entende perfeitamente, caso interesse aos mais organizados.

Tracklist:

  1. "Hakaiyonoyume" (ハカイヨノユメ)
  2. "Hysteric phase show"
  3. "Tremolo+A"
  4. "JPOP Xfile"
  5. "a 7days wonder"
  6. "a over die"
  7. "Telecastic fake show"
  8. "seacret cm"
  9. "moment A rhythm" (short ver.)
  10. "mib126"
Links:

Rapidshare/Crocko/Outros Links via Uploadmirrors

quarta-feira, 30 de junho de 2010
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Dir en Grey - Hageshisa to, Kono Mune no Naka de Karamitsuita Shakunetsu no Yami [SINGLE]

1 comentários
Gênero: Rock/Metal-Alternativo/ J-Metal e agora com um toque à mais de Death
País: Japão
Ano: 2009

Comentário: Novo single do Dir en Grey para deixá-los com água na boca, ou cera nos ouvidos (WTF?).
O novo single, intitulado "Hageshisa to, Kono Mune no Naka de Karamitsuita Shakunetsu no Yami" possui duas faixas de álbuns anteriores e uma exclusiva.
"-Zan-" foi furtada do segundo álbum da banda, o GAUZE e "Shokubeni" do ótimo VULGAR.
Aí você me pergunta. "Para que vou baixar um single e ainda com músicas antigas??"
Eu te respondo com orgulho. Você baixa se quiser hahaha, mas devo lhes garantir que tais regravações estão simplesmente, totalmente e definitivamente melhores que às anteriores.
A banda aqui mesclou com o Death Metal, jogou a distorção lá em baixo e desceu porrada nas faixas! E o melhor, sem deixar de ser oDeg que todos amamos. Ok, mais uma boa notícia, a nova faixa é matadora também, então além de excelentes regravações, também temos àquela criatividade que sempre rondou a banda.

nota: Que os clipes do DEG são grotescos, ninguém nega, mas ultimamente estamos tendo uma seqüência de cenas cinematograficamente viscerais e repugnantes, para se apaixonar de verdade.

OfficialSite

Tracklist:
1. "Hageshisa to, Kono Mune no Naka de Karamitsuita Shakunetsu no Yami" (激しさと、この胸の中で絡み付いた灼熱の闇) 4:04
2. "残" (残 -Zan-) 4:32
3. "Shokubeni (Shot In One Take)" (蝕紅 (Shot In One Take)) 4:27
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sábado, 29 de maio de 2010
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Maximum The Hormone - Discografia

1 comentários
Gênero: Rock/Metal Alternativo/ Hardcore Punk/ Nu Metal/ Metalcore/ etc
País: Japão
Formação: 1998

Comentário: MTH está no meu "top 5 Japan", sem comparações, rs. É uma banda super agitada e difícil de rotular, por tanto, é uma banda que honra o título "Metal-Rock Alternativo/Nu Metal".
Destaco vocais limpos e gutural, vocal feminino, alternancias entre músicas pesadas e leves, muito breakdown, pitadas de jazz, rapcore, rock'n'roll, death metal, baladas, HC, etc. Também minha admiração à Nawo, uma japinha boa de baqueta, rs
Recomendação... como houve uma mudança no estilo da banda, sugiro que começar a baixar a partir dos últimos álbuns/singles.

Wikipédia: Maximum The Hormone é uma banda japonesa de rock com influências de The Blue Hearts, e outras bandas, tanto japonesas como internacionais. Depois de lançarem alguns Maxi-Singles decidiram lançar finalmente um álbum completo de 13 faixas todas representando a energia que esta banda trás consigo! O nome do album: Rokkinpo Goroshi. O sucesso que a banda atingiu de repente deveu-se ao seu single ROLLING1000tOON "Enzui Tsuki Waru" (a Wikipedia trocou o nome do primeiro single pelo nome da música que virou clipe) que fez a sua aparição como ENDING do anime "Air Master" que passou lá pelo Japão. Depois disso, a banda lançou um DVD recheado de presentes para os fans: um concerto completo e todos os seus videoclipes. O nome do DVD: "Debu Vs. Debu (DVD)". Eles já tiveram tanto sucesso, que quando surgiu o anime "Death Note" em 2007, anime de grande sucesso mundial, Maximum the Hormone fez a segunda abertura ("What's up, people?!") e o segundo encerramento ("Zetsubou Billy").

Integrantes:
Daisuke (Han) - Vocal - Principal/Gutural
Maximum the Ryou - Guitarra/Vocal - Principal/Back
Nawo - Bateria/Vocal - Principal/Back
Ue-Chan - Baixo/Vocal - Back

Obs: PVs (Promo vídeos/video clipes) estão linkadas nas músicas correspondentes a cada álbum, e os DVDs ao final do post.

A.S.A. Crew (1999)
Tracklist:
1. "See the Sea" 1:39
2. "Purple Fire Tail" 2:47
3. "The Claim of Youth 2" 2:30
4. "Fake" 2:57
5. "Shine" 3:50
6. "Pineapple" 3:37
7. "Lost Crap Your Life" 2:33
8. "You Can't Escape" 2:31
9. "The Claim of Youth" 3:06
10. "Kipo#40" 2:27
11. "Gimme Coke" 1:21
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[Single] Bullpen Catcher's Dream (2000)
Tracklist:
1. "B.B." 3:56
2. "Metal-chan" (メタルちゃん) 2:54
3. "The Claim of Youth 2000" 2:33
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[EP] Hō (2001)
Tracklist:
1. "Force" 4:30
2. "Maximum the Hormone Theme -Men Cutter Kotteri-" (マキシマム ザ ホルモンのテーマ~麺カタこってり) 3:21
3. "Maximum the 21-Seiki" (マキシマム ザ 21世紀 (Maximum the 21st Century)) 3:18
4. "B.B." (BxBx) 3:56
5. "Imin no Buta (Kari)" (移民の豚 (仮)) 3:45
6. "W·H·U" 3:07
7. "Machine-Gun Kuso Boogie" (マシンガン糞ブギ) 1:54
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[Single] Niku Cup (29/05/2002)
Tracklist:
1. "Anal Whiskey Ponce" (アナル・ウイスキー・ポンセ) 2:14
2. "Johnny Tetsu Pipe" (ジョニー鉄パイプ) 1:54
3. "Nagisa no Sindbat (Cover)" (渚のシンドバッド) 1:28
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Mimi Kajiru (2002)
Tracklist:
1. "Nigire!!" (握れっっ!!) 3:41
2. "Johnny Tetsu Pipe" (ジョニー鉄パイプ) 1:54
3. "Abara Bob" (アバラ・ボブ) 2:28
4. "Johnny Mamamiya California -Johnny Tetsu Pipe II-" (ジョニー・ママミヤ・カリフォニア-ジョニー鉄パイプII-) 1:05
5. "Sanpin" (三品-Sanpin-) 1:36
6. "Usukimi Billy" (薄気味ビリー) 1:08
7. "Nobodys (Cover)" (Nobodys (カバ)) 3:28
8. "Ningen Enpi" (人間エンピ) 4:00
9. "Patokaa Moyasu" (パトカー燃やす) 0:40
10. "Policeman Fuck" (ポリスマンファック) 1:14
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[Single] Enzui Tsuki Waru (2003)
Tracklist:
1. "Rolling 1000toon" - 2:46
2. "Koi no Sweet Kuso Meriken" (恋のスウィート糞メリケン)- 3:43
3. "Forever Hey! Ho! Let's Go! (Ramones Tribute)" (フォーエバーHEY!HO!LET'S GO! ~ラモーンズに捧ぐ~)
4. "Abara Bob (BAMBOOMAN Mix #2)" (アバラ・ボブ(BAMBOOMAN Mix#2))
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Kusoban (2004)
Tracklist:
1. "Koi no Sweet Kuso Meriken" (恋のスウィート糞メリケン) 3:43
2. "Seiri Tsuu wa Kannazuki wo Koora Su Kion." (生理痛は神無月を凍らす気温。) 2:51
3. "Healthy Bob" (ヘルシー・ボブ) 2:17
4. "Cefiro Radio Come Back ~Seishun Seikai~" (セフィーロ・レディオ・カムバック〜青春最下位〜) 2:34
5. "Mr. Boogie Tambourine Man" (Mrブギータンブリンマン) 3:02
6. "Heisei Strawberry Vibe" (平成ストロベリーバイブ) 3:12
7. "Bouriki" (暴力-Bouriki-) 1:37
8. "Tatarikun" (祟り君〜たたりくん〜) 0:48
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[Single] Rock Bankurawase/Minoreba Rock (23/06/2004)
Tracklist:
1. "Rock Bankurawase" (ロック番狂わせ) - 2:18
2. "Minoreba Rock" (ミノレバ☆ロック) - 3:54
3. "W.H.U. (Washikate Honma wa Uretainjai)" (W×H×U×~ワシかてホンマは売れたいんじゃい~) - 3:07
4. "R.H.C.P. ga Boku wo Sarai ni Yatte Kita" (R.H.C.P.が僕をさらいにやってきた)(Bonus Track)
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[Single] Hōchō Hasami Cutter Knife Dosu Kiri/Rei Rei Rei Rei Rei Rei Rei Rei Ma Ma Ma Ma Ma Ma Ma Ma (25/11/2004)
Tracklist:
CD1
1. "Hōchō Hasami Cutter Knife Dosu Kiri" (包丁・ハサミ・カッター・ナイフ・ドス・キリ) - 2:25
2. "Ningen Enpi" (人間エンピ) - 3:55

CD2
1. "Rei Rei Rei Rei Rei Rei Rei Rei Ma Ma Ma Ma Ma Ma Ma Ma" (霊霊霊霊霊霊霊霊魔魔魔魔魔魔魔魔) - 3:01
2. "Shiina Bustei de Matsu" (椎名バス停で待つ。) - 0:43
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Rokkinpo Goroshi (2005)
Tracklist:
1. "Rokkinpo Goroshi" (ロッキンポ殺し) 4:02
2. "Hōchō Hasami Cutter Knife Dosu Kiri" (包丁・ハサミ・カッター・ナイフ・ドス・キリ) 2:25
3. "Nitro BB Sensou" (ニトロBB戦争) 2:06
4. "Falling Jimmy" 2:09
5. "Kawakita Saruin" (川北猿員) 1:52
6. "Anaru Whisky Ponce" (Re-rec. アナル・ウイスキー・ポンセ) 2:14
7. "Rock Bankurawase" (ロック番狂わせ) 2:18
8. "Haiyani Spain" (ハイヤニ・スペイン) 3:27
9. "Uehara ~Futoshi~" (上原~FUTOSHI~) 2:36
10. "Rei Rei Rei Rei Rei Rei Rei Rei Ma Ma Ma Ma Ma Ma Ma Ma" (霊霊霊霊霊霊霊霊魔魔魔魔魔魔魔魔) 3:01
11. "Rolling 1000toon" 2:46
12. "Rock 'N' Roll Chainsaw" (ロックンロール・チェーンソー) 3:28
13. "Koi no Kinako Watashi ni Kudasai" (恋のきなこ私にください) 1:07
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[Single] Zawa...Zawa...Za..Zawa......Zawa (15/11/2005)
Tracklist:
1. "What's Up People!?" - 4:10
2. "Zetsubou Billy" - 3:44
3. "Akagi" (アカギ) - 2:16
4. "Black ¥ Power G Men Spy" (ブラック¥パワーGメンスパイ) - 2:27
5. "Minagoroshi no Melody (The Blue Hearts Cover)" (皆殺しのメロディ (THE BLUE HEARTSのカバー)
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[Single] Koi no Mega Lover (2006)
Tracklist:
1. "Koi no Mega Lover" (恋のメガラバ) - 5:27
2. "Louisiana Bob" (ルイジアナ・ボブ) - 3:40
3. "Rockin' Ugly Motion" (ロッキン・アグリーモーション) - 1:59
4. "Johnny Inbu Life" (ジョニー陰部LIFE) - 2:14
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Buiikikaesu (2007)
Tracklist:
1. "Buiikikaesu!!" (ぶっ生き返す!!) 3:54
2. "Zetsubou Billy" (絶望ビリー) 3:44
3. "Kuso Breakin' Nou Breakin' Lily" (糞ブレイキン脳ブレイキン・リリィー) 4:16
4. "Louisiana Bob" (ルイジアナ・ボブ) 3:40
5. "Policeman Benz" (ポリスマンベンツ) 4:09
6. "Black ¥ Power G-Men Spy" (ブラック¥パワーGメンスパイ) 2:27
7. "Akagi" (アカギ) 2:16
8. "Kyoukatsu" (恐喝~Kyoukatsu~) 3:36
9. "Bikini Sports Ponchin" (ビキニ・スポーツ・ポンチン) 3:56
10. "What's Up, People?!" 4:10
11. "Chu Chu Lovely Muni Muni Mura Mura Purin Purin Boron Nurururerorero" (チューチュー ラブリー ムニムニ ムラムラ プリンプリン ボロン ヌルル レロレロ) 3:06
12. "Shimi" (シミ) 4:17
13. "Koi no Mega Lover" (恋のメガラバ) 5:27
14. "Secret track" 0:23
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[Single] Tsume Tsume Tsume/'F' (2008)
Tracklist:
1. "Tsume Tsume Tsume" 爪爪爪 - 4:16
2. "'F'" 「F」 - 4:10
3. "Kill All the 394" - 1:47
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sexta-feira, 12 de março de 2010
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MUCC - Gokusai

1 comentários
Gênero: Alternative Rock-Metal/ HardRock
País: Jápão
Ano: 2006

Comentário: Para mim, o melhor álbum do MUCC, e poderia dizer que é o som em que mais me enquadro. Cheio de elementos, tem pegada, brinca com ritmos, mas é moderado, não exagera, muito agrada ouvir. Bem dinâmico, explosivo, calmo, nostálgico, alegre, etc... Este é o sétimo álbum (aqui poderá baixar o oitavo, Shion) lançado em dezembro de 2006. Gosto muito do vocal do Tatsuro, principalmente quando faz vocal limpo e desbanca naquele agudinho. Outra coisa que me atrai, em se tratando de bandas japas, é que das que mais gosto, são excelentes performistas e as vezes tornam um CD Live muito mais atraente que o de estúdio. Também sabem caprichar nas baladinhas. E mais do que nunca, MUCC não se trata dessas bandinhas genéricas que TANTO surgem no Japão, não! Tenho que admitir, gosto de várias bandas, e mesmo nas "piores" bandas, vemos músicos competentes, mas mesmo assim chega a enojar a quantidade de bandas iguais, muitas vezes apelando somente para o visual.
Mal consigo indicar uma música, gosto de todas, cada uma possui uma característica própria, mas para o preview eu escolhi a "Nageki no Kane" que logo de cara nos mostra um contraste com um som um pouco agressivo e pesado e algo mais swingado em seguida, depois caindo num ritmo que é a cara do Rock japonês.

Tracklist:
1. "Rave Circus Instrumental" (レイブサーカス instrumental)
2. "Gokusai" (極彩)
3. "Nageki no Kane" (嘆きの鐘)
4. "Utagoe" (詩声)
5. "Gekkou" (月光)
6. "Panorama" (パノラマ)
7. "Gerbera" (ガーベラ)
8. "Risky Drive" (リスキードライブ)
9. "Kinsenka" (キンセンカ)
10. "D.O.G." (ディーオージー)
11. "Nijuugoji no Yuu-utsu" (25時の憂鬱)
12. "Horizont" (ホリゾント)
13. "Yasashii Uta" (優しい歌)
14. "Ryuusei" (流星)
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sábado, 6 de março de 2010
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Shocking Lemon - Sometimes Alone

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Gênero: Indie Rock/ J-Rock
País: Japão, é claro
Ano: 2001

Comentário: Antes de mais nada, a resenha e o material abaixo foi disponibilizado pelo meu bróther Camilo.
Primeiramente ele me passou um clipe, que eu gostei, mas nem tanto. O fato é que certos sons eu preciso de um tempo para assimilar, e normalmente ouvir mais de uma vez.
Mas ouvindo aqui o álbum, achei interessante, boas melodias, uma melancolia básica do Indie, e algumas faixas mais alegres. Não tem nada de "olha como ela é diferente!!", mas vale a pena, muito agradável de ouvir.
Agora, algum ser me diz, porque, PORQUE essas bandas japas tem a fascinação por tipos de sangue? Como se me interessa-se saber que o sangue do baixista é "O" ¬¬ malditos otakus! rs.
Outra coisa, a música do clipe, pra ser sincero, foi uma das que menos curti. As que mais gostei são "Under Star", "Unchain", "Soon", "You" e "Never My Sun".

Comentário por Camilo:
Shocking Lemon é uma banda de indie rock japonês formada em 1996.
É uma banda pouco conhecida, mas ela tem dois grandes hits que são eles "Inner Light" e "Under Star". Essas duas músicas são bastante conhecidas, pois são aberturas do anime Hajime no Ippo.
O guitarrista e vocalista Taniuchi Hideki também tem um trabalho solo em trilhas sonoras para séries de animação.
As músicas desse álbum são bem viajadas, são músicas pra você ouvir e relaxar.

Shocking Lemon é formada por:
Makoto Sakata (baixo)
Hideki Taniuchi (Guitarra)
Takahiko Orino (vocal)
Toshiki Shimizu (bateria)

Tracklist:
01- Zero
02- Singer Song Writer Man
03- Stay
04- Unchain
05- Night Fly
06- Karma Place
07- Inner Light
08- Under Star (album edition)
09- Soon
10- You
11- Never my Sun

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terça-feira, 29 de setembro de 2009
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Girugämesh - 13th Reborn

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Gênero: J-Metal
País: Japão, oras
Ano: 2006
Comentários: Girugamesh formou-se em 2003 em Tóquio. Liderado pelo vocalista Satoshi, a banda é uma das mais novas e excelentes formações do Metal japa, inclusive tendo sido convidada ano passado pro Wacken Open Air, na Alemanha, coisa que poucas e boas bandas de J-Metal conseguiram (vide X-Japan, Dir En Grey e Loudness, só a nata). A sonoridade da banda está entre as mais ocidentais do estilo, sem muito experimentalidade, o que a nós, ocidentais, agrada os ouvidos. Não há tanto peso quanto no Dir En Grey, nem tanta variação de estilo quanto no Gazette e Exist*cruzinha*Trace, há em geral uma sonoridade calcada nas guitarras com aquele 'feeling' particular, uma bateria que as vezes se arrisca a ficar mais pesadinha, um baixo fodástico (como em muitas bandas de J-Metal) e o sensacional vocal de Satoshi, que oscila entre o limpo (predominante) e alguns rasgados aqui e ali. O vocal do cara consegue segurar toda a pressão do resto da banda, mantendo os vocais melancólicos e depressivos na triste Aiba Na Mikaku e depois levando a banda a energética e viciante Owari To Mirai. Outras excelentes faixas do álbum são Furubita Shashin, Fukai No Yami e Robust Conviction. Ou seja, quase o cd todo é incrível, dá tranquilamente pra ouvir do início ao fim com a mesma animação. Maior revelação dos últimos anos na cena Japonesa, recomendadíssimo.

Tracklist:

1. 13
2. Jarring Fly
3. Shadan
4. Moja no Koshin
5. Aibai na Mikaku
6. Robust Conviction
7. Ame to Fukosha
8. Furubita Shashin
9. Deceived Mad Pain
10. Fukai no Yami
11. Owari to Mirai


Links:

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quarta-feira, 17 de junho de 2009
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Dir En Grey - Kisou

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Gênero: J-Rock/J-Metal/Experimental
País: Japão
Ano: 2002
Comentários: Bom acho que falar da sua banda preferida seja algo fácil xD

Dir En Grey (Diru para os Íntimos xD) é uma banda formada em 1997 depois do fim da banda La:Sadie's, Onde quatro de seus integrantes foram para o Dir En Grey. Kyo (Vocal), Kaoru (Guitarra), Die (Guitarra), Shinya (Bateria) e adicionando Toshiya (Baixo). Começo com um som típico de bandas de Visual Kei da época mas mesmo assim masi experimental. Mas a partir do segundo álbum mundo quase que completamente. E faz isso ate hoje, se reinventando a todo novo álbum lançado sempre com um certo experimentalismo.

Kisou é o terceiro álbum da banda. Lançado em 2002. Como Dir En Grey é uma banda que se reinventa a cada álbum lançado, com Kisou não é diferente, deixando o som mais pesado e agressivo comparado aos outros dois albums lançados. Começando com a empolgante Kigan, logo depois vem a pesada e agressiva Zomboid, Com os típicos vocais “histéricos” do Kyo. 24 Cylinders é uma semi-balada com belo trabalho dos guitarristas e o vocal emocionado do Kyo (Perceba que no final parece que ele esta tendo dificuldades de cantar a musica.). Logo depois vem a faixa Filth, bem louca por sinal... Mas excelente :D. Bottom Of The Death Valley começa com uma bela introdução no baixo, belos riffs e como sempre Kyo destruindo nos vocais. Embryo é a primeira balada do álbum. Belíssima música com uma letra meio “doente” xD. To preguiça de falar de todas as músicas xP... Por isso vou pular algumas \O


Undecided é tbm pode ser enquadrada como uma semi-balada. Possui uma introdução e solo acústico. Logo em seguida temos umas das músicas mais belas já feitas pelo Diru. Mushi é simplesmente BRILHANTE. Só escutando pra entender. Pink Killer é a música mais pesada e agressiva do álbum. Com suas guitarras e bateria pesadas. Bom eu não so nada bom em resenhas... mas fiz oque pude xD


No resumo um álbum Brilhante de uma das bandas mais criativas, originais e influentes (No Japão.) que conheço. Espero que gostem.


Outros albums do Dir En Grey postados no Blog: The Marrow Of A Bone, Uroboros e Vulgar.

Tracklist:

01 - Kigan (4:05)

02 - Zomboid (4:24)
03 - 24 Cylinders (6:08)
04 - Filth (4:55)
05 - Bottom Of The Death Valley (5:55)
06 - Embryo (5:40)
07 - Shinsou (2:06)
08 - Gyakujou Tannou Keloid Milk (4:43)
09 - The Domestic Fucker Family (3:08)
10 - Undecided (4:53)
11 - Mushi (6:28)
12 - Shinsou (1:00)
13 - Jessica (4:13)
14 - Karasu (5:26)
15 - Pink Killer (3:51)
16 - Shinsou (3:03)

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terça-feira, 16 de junho de 2009
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Merry - Gendai Stoic

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Gênero: J-Rock/J-Metal (E muitas outras coisas...)
País: Japão
Ano: 2003
Comentários: A banda foi formada em 2001 em Tóquio por Gara e Yuu.
Segundo o “Wikipedia” da banda… O som da banda é uma mistura de classic rock, punk rock, jazz e blues e às vezes misturam techno, surf rock, heavy metal também.

São muito influenciados pelas bandas: Luna Sea, X Japan, Buck-Tick, Boøwy…

A banda tem um alter-ego chamado Super Merries (スーパーメリーズ), porém, segundo um site, este só apareceu em um show, por isso há poucas informações a seu respeito.
Quando seu alter-ego aparece, os integrantes mudam de roupa e de nome.

[Trecho Acima Tirado Do LastFM Da Banda]

Bom esse é o primeiro album da banda. Banda extremamente ecletica xD
Vocês vão encontrar de tudo nesse album...
Não é o tipo de banda que ira agradar a todos... mas com certeza é uma banda EXCELENTE. Tem seu proprio estilo.

Tracklist:

01 - Roppongi JAJII Kissa (1:56)
02 - Yasashisa-Kid (3:50)
03 - Tasogare Resteraunt (5:15)
04 - Atama Ga ZAKURO (2:54)
05 - Ve-Doro (3:34)
06 - BURUUJII Night (4:27)
07 - Yellow Girl (4:01)
08 - Dramatic Children (4:00)
09 - Rojiura Elegy (4:43)
10 - Hi No Ataranai Basho (4:28)
11 - Pink No Iro No Seisyun (5:45)

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sábado, 13 de junho de 2009
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Lynch. - The Buried

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Gênero: J-Metal/J-Rock
País: Japão
Ano Lançamento: 2007
Comentário: Pois é... Post duplo do Japão \O/

O lynch. é uma banda indie relativamente nova, mas seus membros são velhos conhecidos no cenário musical (Algum da banda
Deathgaze): todos eles vieram de outras bandas de visual kei e, com tanto conteúdo, acabam trazendo seus próprios estilos e aplicando na sonoridade da banda, que pode ser classificada como visual kei típico, mas com uma pegada mais obscura e pesada.

The Buried é um album Excelente. Essa é a banda de J-Metal/J-Rock mais pesada que postei aqui ate agora. Possue otimos riffs e mescla bem os vocais Guturais com os Limpos. Recomendo fortemente para os fãs do estilos, e pra quem quiser conhecer. Destaque pra todas as músicas :D

Tracklist:

01 - Quarter Life (4:25)

02 - Alien Tune (2:13)
03 - 59. (1:53)
04 - Melt (4:49)
05 - Lizard (3:51)
06 - The Whirl (3:47)
07 - Vernie (1:56)
08 - Unknown Lost A Beauty (2:33)
09 - Pulse_ (2:46)
10 - Above The Skin (3:50)

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MUCC - Shion

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Gênero: J-Rock/J-Metal
País: Japão
Ano Lançamento: 2008
Comentário: MUCC é uma banda japonesa formada em Maio de 97.
O nome da banda MUCC foi escolhido por Miya, líder e guitarrista da banda e era originalmente o nome de um personagem de um programa infantil chamado ‘Ponkickies’. A banda também é conhecido como 69 pois a pronúncia desse número em japonês também é MUKKU.

Estou postando a pedidos do chefe \O\
Esse é o penultimo album do MUCC (Se não me engano ja lançaram um esse ano) Album mais que excelente. E podemos perceber a variedade das músicas do MUCC... Vocês vão escutar de músicas mais pops, a músicas beirando ao metalcore. Uma das melhores bandas que consegue fazer albums completamente variados :D

Destaque para as músicas Fuzz, Game e Shion.
Pra quem gosta de J-Rock é uma Excelente pedida... Baixem ^^

Tracklist:

01 - Suion (2:14)
02 - Fukuro No Yurikago (4:24)
03 - Nuritsubusunara Enji (4:09)
04 - Fuzz (4:50)
05 - Game (5:46)
06 - Flight (Album Version) (3:42)
07 - Anjelier (4:11)
08 - Chiisana Mado (5:19)
09 - Semishigure (3:30)
10 - Shion (5:15)
11 - Sorawasure (4:08)
12 - Shiva (5:06)
13 - Libra (Album Version) (5:21)

Download

->Video da música "Fuzz" no Tube<-
quinta-feira, 11 de junho de 2009
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Abingdon Boys School - Abingdon Boys School

2 comentários


Gênero: J-Rock/Eletronic
Pais: Japão
Ano Lançamento:
2007

Comentário: Abingdon Boys School nasceu em 2005. O vocalista é o mesmo da já famosa T.M. Revolution, Nishikawa Takanori, excelente cantor e que não fez por menos nesse novo projeto, e Ikuo, grande baixista.

Esse é o primeiro album dos caras. O vocalista Nishikawa ja é conhecido no meio (Pra quem assistio Samurai X. A música "Heart Of Sword" é do T.M. Revolution onde o Nishikawa canta.)
Otimo Album de estreia, com músicas bem varias. Vão escutar de riffs de metal a soms eletronicos. Mas num todo a banda tem um som mais leve. Destaque para as músicas Via Dolorosa, Down To You e Dress.

Tracklist:

01 - As One (3:44)
02 - Howling -Inch Up- (4:40)
03 - Via Dolorosa (5:02)
04 - Innocent Sorrow (4:17)
05 - Down To You (4:45)
06 - Athena (4:51)
07 - Stay Away (4:03)
08 - Nephilim (4:23)
09 - Lost Reason (5:17)
10 - Desire (5:17)
11 - Dress (6:41)
12 - ReBirth+ReVerse (7:03)

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