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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Bathory - Discografia
Categories :
Gênero: Black / Viking Metal
País: Suécia
Ano de Atividade: 1983 - 2004
Comentário:Em 1983, Tomas Börje Forsberg com o nome de Black Spade (Tornando-se Quorthon mais tarde) juntamente com Freddan e Vans McBurger, fundaram Bathory, um dos precursores do Black e mais tarde, Viking Metal, e escreveram seus nomes na história da música. Aos 17 anos, na suécia, os 3 amigos montaram um grupo para tocar cover de bandas famosas, e nunca gravaram uma demo sequer. Pode ser desnecessária a explicação, mas o nome da horda é em homenagem a Elizabeth Bathory, uma Condessa do século 17, que vivia na Hungria e se banhava em sangue de jovens moças afim de manter a juventude eterna, estima-se que ela tanha matado de 600 a 700 meninas.
Em 1984, Bathory entraria em um Split com mais 4 bandas (Oz, Spitfire, Trash e Zero Nine) em uma coletânea chamada "Scandinavian Metal Attack" lançada em janeiro, e em outubro do mesmo ano sairia seu debut homônimo, com um som muito pesado e característico, o classic black metal, com pérolas como "War" e "In Conspiracy With Satan". Uma curiosidade é a respeito da capa, que originalmente as 1000 primeiras cópias teriam sido prensadas em dourado. Algumas linguas dizem que a banda não tinha grana pra fazer a segunda prensagem da mesma cor, mas a idéia mais aceita foi que Quorthon não gostou do bode amarelo, e pediu na capa o caprino em branco, que é a mais popular hoje em dia. E em 1985, a segunda versão do split anterior, "Scandinavian Metal Attack II", também contando com 5 bandas, com Spitfire e Zero Nine sendo substituidas por Biscaya e Mentzer, precedeu o disco "The Return.....", que trazia a mesma pegada do anterior, com hits como "Born for Burning" e "Bestial Lust". Com uma música já marcante, em 1987 veio o melhor disco de toda vasta discografia, e quem sabe, de toda discografia que engloba a primeira leva de Black Metal, na minha singela opinião. "Under the Sing of the Black Mark" veio pra quebrar todos os paradigmas, e mostrar uma banda extremamente rápida, ríspida, satânica e massacrante, e foi o album que fechou a caminhada do puro black metal.
País: Suécia
Ano de Atividade: 1983 - 2004
Comentário:Em 1983, Tomas Börje Forsberg com o nome de Black Spade (Tornando-se Quorthon mais tarde) juntamente com Freddan e Vans McBurger, fundaram Bathory, um dos precursores do Black e mais tarde, Viking Metal, e escreveram seus nomes na história da música. Aos 17 anos, na suécia, os 3 amigos montaram um grupo para tocar cover de bandas famosas, e nunca gravaram uma demo sequer. Pode ser desnecessária a explicação, mas o nome da horda é em homenagem a Elizabeth Bathory, uma Condessa do século 17, que vivia na Hungria e se banhava em sangue de jovens moças afim de manter a juventude eterna, estima-se que ela tanha matado de 600 a 700 meninas.
Em 1984, Bathory entraria em um Split com mais 4 bandas (Oz, Spitfire, Trash e Zero Nine) em uma coletânea chamada "Scandinavian Metal Attack" lançada em janeiro, e em outubro do mesmo ano sairia seu debut homônimo, com um som muito pesado e característico, o classic black metal, com pérolas como "War" e "In Conspiracy With Satan". Uma curiosidade é a respeito da capa, que originalmente as 1000 primeiras cópias teriam sido prensadas em dourado. Algumas linguas dizem que a banda não tinha grana pra fazer a segunda prensagem da mesma cor, mas a idéia mais aceita foi que Quorthon não gostou do bode amarelo, e pediu na capa o caprino em branco, que é a mais popular hoje em dia. E em 1985, a segunda versão do split anterior, "Scandinavian Metal Attack II", também contando com 5 bandas, com Spitfire e Zero Nine sendo substituidas por Biscaya e Mentzer, precedeu o disco "The Return.....", que trazia a mesma pegada do anterior, com hits como "Born for Burning" e "Bestial Lust". Com uma música já marcante, em 1987 veio o melhor disco de toda vasta discografia, e quem sabe, de toda discografia que engloba a primeira leva de Black Metal, na minha singela opinião. "Under the Sing of the Black Mark" veio pra quebrar todos os paradigmas, e mostrar uma banda extremamente rápida, ríspida, satânica e massacrante, e foi o album que fechou a caminhada do puro black metal.
sábado, 14 de abril de 2012
Borknagar - Urd
Categories :
/Renato Nagano . #2012 . Black Metal . Folk Metal . Progressive Metal . Viking Metal
Gênero: Black / Progressive / Viking / Folk Metal
País: Noruega
Ano: 2012
Myspace / Last FM
Tracklist:
1. Epochalypse - 06:08
2. Roots - 05:55
3. The Beauty of Dead Cities - 04:15
4. The Earthling - 06:51
5. The Plains of Memories - 04:27
6. Mount Regency - 06:08
7. Frostrite - 04:50
8. The Winter Eclipse - 08:45
9. In a Deeper World - 05:42
10. The Age Of Creation (Bonus Track) - 6:19
11. My Friend of Misery (Metallica cover - Bonus Track) - 6:19
Depositfiles / Freakshare / Rapidshare / Badongo / Fileflyer
País: Noruega
Ano: 2012
Comentário: Trago nesse post o novo trabalho dessa banda que, juntamente com Otyg, são as mais influentes, importantes e as pioneiras nesse estilo folk/viking metal, e dizer que esse álbum é algo sublime seria uma redundância no que se diz respeito a carreira desse super grupo, pois desde o seu início, em 1995, vem evoluindo a cada trampo, e deixando o som cada vez mais complexo, e mais acessível, agradando dos fãs mais antigos que entendem a evolução natural de uma banda, aos fãs que estão sendo iniciados no metal nos dias de hoje. URD, a tosco modo, na mitologia nórdica, é uma deusa representada por uma anciã, que só olha para trás, e guarda os segredos do passado, e isso tem a ver com a volta da banda a falar da natureza, dos elementos, da mitologia, o que foi deixado um pouco de lado no disco anterior chamado "Universal".
Falar dos integrantes dessa banda é uma covardia, o instrumental é algo perfeito, que dispensa qualquer tipo de comentário. Os vocais nesse album são divididos entre ICS Vortex, que tambem toca contra-baixo, e foi o responsável pelas linhas limpas do Dimmu Borgir, e o lendário Vintersorg, que fundou o Otyg tambem em 1995, e a homônima Vintersorg em 1998, também clássica do Viking, que é o responsável pela parte vocal mais extrema. O maior destaque intrumental desse cd é o teclado, que é o total responsável pela atmosfera única que esse disco proporciona com maestria. Esse trabalho foi concebido com o dever de colar na sua mente, sendo muito leviano destacar uma única musica, mas tenho alguns destaques que talvez resuma o cd. A faixa "Roots" começa com uma cadência mais light, mas logo se torna visível a velocidade, e é uma das musicas mais atmosféricas, com linhas vocais perfeitas e solos de guitarra emocionantes. "Frostbite" tem uma passagem instrumental lindíssima, cadenciada, com acelerações no momento certo, puro feeling do baterista David Kinkade (o mesmo batera do Soulfly), fazendo o ouvinte instintivamente prever a levada naturalmente, e o dueto vocal vocal é impressionante. "In a Deeper World" é mais progressiva, mais natural, mesmo assim emocionalmente linda. Mas não tem como citar a veia prog sem exaltar "The Winter Eclipes", que é a mais longa do cd, e é uma aula de música, em todos os aspectos, instrumentais, vocais, essa musica consegue resumir todo trabalho em uma única faixa, evidenciando a genialidade e a total maturidade dos músicos. Esse trampo ainda conta com 2 bônus, "Age of Creation", e a cover do Metallica " My Friend of Mysery" do Black Album.
O Som da banda soa o mesmo que na época do Origin e do Quintessence, com uma atmosfera antiga, vintage, que nos faz sentir o cheiro do orvalho, o frescor da floresta. A ponta Brazuca do disco fica por conta da arte feita pelo brasileiro Marcelo Vasco, muito forte e bonita. Um disco da volta as origens, de se ouvir de pé, e aplaudir, perfeito, me arrisco a dizer que é o melhor disco do gênero em anos, e com certeza, é um dos melhores, se não o melhor do ano no heavy metal até aqui. O grande diferencial fica por parte da coerência musical. A responsabilidade e respeito com os fãs da banda podem ser o um dos segredos dessa perfeição artística, além de todas essas cabeças legendárias pensando juntas, o que faz dessa banda a suprema dentre todas, sem exageros. Recomendadíssimo pra fãs de Metal em geral ou não, tenho certeza que pode emocionar até os mais eruditos. Obrigatório.
Myspace / Last FM
Tracklist:
1. Epochalypse - 06:08
2. Roots - 05:55
3. The Beauty of Dead Cities - 04:15
4. The Earthling - 06:51
5. The Plains of Memories - 04:27
6. Mount Regency - 06:08
7. Frostrite - 04:50
8. The Winter Eclipse - 08:45
9. In a Deeper World - 05:42
10. The Age Of Creation (Bonus Track) - 6:19
11. My Friend of Misery (Metallica cover - Bonus Track) - 6:19
Download:
terça-feira, 14 de junho de 2011
Vintersorg - Jordpuls
Categories :
//Ex-membros . Folk Metal . Progressive Metal . Viking Metal

País: Suécia
Gênero: Viking/Folk/Progressive Metal
Ano: 2011
Comentário: De todas as bandas do Vintersorg, sem dúvida o seu projeto solo é o que mais se destaca, talvez pela maior versatilidade da banda, talvez pelo maior empenho ou, principalmente, pela qualidade musical, que é no mínimo estupenda.
O disco começa sem introdução nenhuma, com uma música pesada e agressiva, que mixa maravilhosos guturais com excelentes vocais limpos - que cairam como uma luva no estilo da banda -, e essa mistura é comum no disco todo, dando um maravilhoso contraste, pois o gutural é agudo e bem rasgado, e o vocal limpo é forte e bem potente, como eu disse, de encaixando perfeitamente à proposta do grupo.
A banda contrasta também partes leves com sua sonoridade agressiva natural, entretanto, geralmente é de uma maneira abrupta, sem algum gancho para um aumento de peso gradativo. A banda tem diversas levadas, riffs e influênciaas progressivas, mas isso não impede que o peso e agressividade se propaguem com excelência. As partes acústicas não são compostas apenas de violão, pois flauta e até o piano são instrumentos que fazem parte das melodias do Vintersorg.
Em vários momentos o vocal limpo acaba predominando, com o gutural apenas participando em intervalos, mas não é em todo momento. Um excelente disco, que prova definitivamente que o Vintersorg não pode ser comparado ao Otyg e nem ao Borknagar sem humilhá-los, risos.
Tracklist:
1 .Världsalltets Fanfar - 05:2
2. Klippor Och Skär - 06:12
3. Till Dånet Av Forsar Och Fall 0 - 4:31
4. Mörk Nebulosa - 05:23
5. Stjärndyrkan - 05:06
6. Skogen Sover - 05:54
7. Vindögat - 04:34
8. Palissader - 05:27
9. Eld Och Lågor - 04:14
Line Up:
Andreas "Vintersorg" Hedlund - Vocals, Guitar, Bass, Keyboards
Mattias Marklund - Guitar
Session/live members:
Nils Johansson - Keyboards, Programming
Johan Lindgren - Bass
Benny Hägglund - Drums
domingo, 29 de maio de 2011
Týr - The Lay Of Thrym
Categories :

País: Ilhas Faroe
Gênero: Progressive Viking Metal
Ano: 2011
Comentário: Eu sempre citei o By The Light of The Northern Star como um dos meus discos preferidos entre todos, e não é exagero nenhum, porque acho que a harmonia, atmosfera e temática composta nesse grande trabalho é algo de dar inveja em qualquer compositor/banda. E desde que eu escutei "Take Your Tyrant", música liberada pela banda alguns dias antes do lançamento do disco, minhas expectativas estavam lá no alto, mas o CD conseguiu superar essas expectativas, por um motivo: o melhor disco da carreira do Týr, sem dúvida, e o melhor disco de Viking Metal que eu já escutei.
Em simplesmente todos os pontos, sem excessão, a banda mostra uma melhora substancial, se é que isso era possível. Refrões extremamente épicos, mais do que já eram, riffs e solos belos e épicos em demasia, a cozinha da banda segue mais pesada e precisa, os vocais do Heri se mostram mais flexíveis e maravilhosos, como eu disse, toda a banda evoluiu, de uma maneira incrível.
Além desse amadurecimento e evolução, temos uma maior versatilidade também. Músicas como "Evening Star", balada com refrão pesado e épico belíssima, "Fields Of Fallen", a música mais pesada do disco com um uma levada bem Heavy Metal e "Konning Rain", canção cantada em feroês que começa bem leve mas logo ganha peso, são exemplos dessa variedade de estilos, mas tudo sem fugir da proposta do Týr, claro. Isso tudo além de terem músicas mais progressivas como "Nine World Of Lore" e a faixa-título.
Também é totalmente válido comentar sobre a excelente capa, que assim como as outras capas do grupo, é um excelente trabalho. Vale ressaltar, mais uma vez, que o disco está impecável, do começo ao fim, dos riffs à capa. O Týr se superou de novo, e nos provou que é uma das maiores bandas de Metal da atualidade.
Faixas:
1. Flames of the Free - 04:17
2. Shadow of the Swastika - 04:23
3. Take Your Tyrant - 03:55
4. Evening Star - 05:04
5. Hall of Freedom - 04:06
6. Fields of the Fallen - 04:59
7. Konning Hans - 04:27
8. Ellindur Bondi a Jadri - 03:55
9. Nine Words of Lore - 04:04
10. The Lay of Thrym - 06:48
Line Up:
Heri Joensen - Vocals, Guitars
Gunnar Thomsen - Bass
Terji Skibenæs - Guitars
Kári Streymoy - Drums
sábado, 21 de maio de 2011
Amon Amarth - Surtur Rising
Categories :
País: SuéciaGênero: Death Melódico/Viking Metal
Ano: 2011
Comentário: O Amon Amarth nunca foi uma banda de enfatizar as atmosferas e temáticas sonoras Vikings, apesar das letras sempre abordarem esse tema. Em seus discos, a banda sempre deu mais espaço para um Death Metal Melódico pesado e não tão acelerado, vocais guturais graves - fator incomum no gênero - e riffs melódicos, como de costume no estilo. E em seu disco anterior, Twilight Of The Thunder God de 2008, o grupo deixou os Vikings só com as letras mesmo, sendo que a temática de guerra era um tanto ausente em diversas músicas, arrisco a dizer que a mesma foi bem discreta.
E em Surtur Rising temos uma mudança não tão drástica, mas que deixa mais aparente essa temática, além de uma maior agressividade, uma maior velocidade e até mesmo uma diferença na guitarra, com riffs mais velozes remetendo ao Power Metal em certos momentos, e solos excepcionais, vide "War Of The Gods", canção que esbanja excelência quando o assunto é guitarra - mas não é só no instrumento que a música é boa.
Os guturais do grande Johan Hegg seguem como sempre, fortes, firmes e agressivos, cozinha da banda pesada e precisa, e num geral, o Amon Amarth continua uma excelente banda. Destaques são dificílimos de serem feitos devido ao fato do disco ser inteiramente ótimo, mas eu arriscaria dizer que "Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II" e "Live Without Regrets" são as duas melhores, pois se for para destacar mais uma, terá que ser mais da metade do disco, risos.
E vale também comentar a qualidade do grupo ao vivo. Desde aos riffs até os solos, Olavi não erra nada, executando tudo com perfeição, enquanto Johan mantém os guturais sem falhar nemhum momento, com agressividade e empolgação de sobra, além de ser extremamente simpático e comunicativo com a plateia. Presença de palco excepcional, e musicalidade então nem precisa ser comentada. Essa última frase vale tanto para o show quanto para Surtur Rising.
Faixas:
1. War of the Gods - 04:33
2. Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II - 05:58
3. Destroyer of the Universe - 03:41
4. Slaves of Fear - 04:25
5. Live Without Regrets - 05:03
6. The Last Stand of Frej - 05:37
7. For Victory or Death - 04:30
8. Wrath of the Norsemen - 03:44
9. A Beast Am I - 05:14
10. Doom Over Dead Man - 05:55
Line Up:
Johan Hegg - Vocals
Johan Söderberg - Guitars
Olavi Mikkonen - Guitars
Ted Lundström - Bass
Fredrik Andersson - Drums
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Ensiferum - From Afar
Categories :
Gênero: Folk/Viking MetalPaís: Finlândia
Ano: 2009
Comentários: O forte do Ensiferum nunca foi ter melodias folclóricas feitas por flautas e coisas mais leves, pois a banda sempre deu ênfase para o lado mais agressivo, pesado e heróico, como eles mesmo dizem, do Folk Metal, e não é a toa que Viking Metal pode ser um rótulo para o grupo, tendo em vista que agressividade, batalhas, status tr00 - risos - e afins são o que não faltam na banda. Mas isso não significa que tin whistles e outros instrumentos típicos não façam parte do grupo, pois temos vários riffs épicos feitos pelos mesmos na banda.
E é inegável o fato do grupo ter uma fortíssima influência do Death Metal Melódico, desde os riffs até os vocais. À essa mistura, ainda podemos acrescentar alguns temas orquestrados feitos por teclados, coros magníficos e passagens acústicas, leves e heróicas, contrastando com a maior parte das músicas, que focam no peso e atmosferas medievais indescritíveis.
Outro fato que comprova que o Ensiferum é uma banda singular no meio de tantas, são as guitarras. As mesmas não recebem mais atenção que o normal apenas pela influência no Death Melódico, pois os riffs não são só rápidos e melódicos, mas também extremamente medievais e folclóricos, papel que dificilmente a guitarra ocupa numa banda de Folk Metal.
No mais, vale ressaltar uma coisa: o Ensiferum é a banda com a atmosfera e temática mais incríveis que eu já ouvi, e não é só isso, o Ensiferum é uma das bandas mais incríveis que eu já ouvi.
Tracklist
1. By the Dividing Stream - 03:50
2. From Afar - 04:51
3. Twilight Tavern - 05:38
4. Heathen Throne - 11:09
5. Elusive Reaches - 03:26
6. Stone Cold Metal - 07:25
7. Smoking Ruins - 06:40
8. Tumman Virran Taa - 00:52
9. The Longest Journey (Heathen Throne Part II) - 12:49
Line Up:
Petri Lindroos - Harsh Vocals, Guitars
Markus Toivonen - Guitars, Acoustic Guitars, Banjo, Clean Vocals, Backing Vocals
Sami Hinkka - Bass, Clean Vocals, Backing Vocals
Emmi Silvennoinen - Keyboards, Hammond, Backing Vocals
Janne Parviainen - Drums, Shaman Drum
Guest musicians:
Henri Joensen - Vocals (on Vandraren)
Kaisa Saari - Female Vocals
Jukka-Pekka Miettinen - Backing Vocals
Mikko P. Mustonen - Orchestration, Whistle
Lassi Logren - Nyckelharpa
Timo Väänänen - Kantele
Tobias Tåg - Flute, Tin whistles, Recorder
Olli Varis - Mandolin, Mandola
Jenni Turku - Recorder
Olli Ahvenlahti - Piano
Download (Mediafire)
domingo, 17 de abril de 2011
Turisas - Stand Up And Fight
Categories :
Gênero: Symphonic Folk/Viking MetalPaís: Finlândia
Ano: 2011
Comentários: Até mesmo antes do lançamento do Stand Up And Fight - terceiro disco do grupo -, o Turisas já era considerado uma das maiores bandas de Folk Metal do mundo. E convenhamos que ter a moral que o Turisas tinha com apenas dois discos não é coisa pra qualquer banda, e isso só prova que o grupo tem no mínimo uma identidade própria, sons característicos e, acima de tudo, uma qualidade musical fora de série.
Apesar de sua pequena discografia - apenas três discos -, o Turisas conseguiu manter o alto nível em todos eles. Não teria música melhor para abrir o disco com The March Of Varangian Way. A música já introduz o álbum com temas épicos, teclados magníficos, peso e uma verdadeira aula de como fazer música de extrema qualidade. Ao longo do Stand Up And Fight temos desde músicas épicas à canções menos pesadas, mais bem trabalhadas e orquestradas, verdadeiras passagens um tanto ecléticas dentro dos parâmetros do Folk Metal.
Destaques são impossíveis de serem feitos, pois a cada música que se escuta a euforia aumenta mais, a ponto de querermos destacar o disco inteiro, cada faixa isoladamente. Músicas como End Of An Empire refletem bem a competência e visão ampla musical da banda, pois a música contrasta bem o peso e a leveza, pois a mesma começa com uma certa agressividade, e depois se torna calma apenas com piano e vocais, porém pouco tempo depois volta a ser a trilha sonora de uma guerra, com corais, orquestras e o próprio piano, mas dessa vez rápido e nada leve, assim como o vocal.
Na minha opinião Stand Up And Fight superou Battle Metal e The Varangian Way, os dois outros discos do Turisas, que já eram muito mais do que excelentes. Apesar de nem sairmos do primeiro trimestre do ano ainda, tenho certeza que esse será um dos cinco melhores do ano. Palavras enaltecedoras não seriam o suficiente para descrever esse disco, quem além de disco é no mínimo uma obra de arte.
Tracklist
1. The March of the Varangian Guard - 03:51
2. Take the Day! - 05:26
3. Hunting Pirates - 03:43
4. Venetoi! - Prasinoi! - 03:49
5. Stand Up and Fight - 05:27
6. The Great Escape - 04:51
7. Fear the Fear - 06:14
8. End of an Empire - 07:16
9. The Bosphorus Freezes Over - 5:37
Bonus Tracks:
01. Broadsword [Jethro Tull cover]
02. Supernaut [Black Sabbath cover]
Line Up:
Mathias D.G. "Warlord" Nygård - Vocals, Keyboards, Programming
Jussi Wickström - Guitar
Hannes "Hannu" Horma - Bass
Tuomas "Tude" Lehtonen - Drums, Percussion
Olli Vänskä - Violin Netta Skog - Accordion
Tracklist
1. The March of the Varangian Guard - 03:51
2. Take the Day! - 05:26
3. Hunting Pirates - 03:43
4. Venetoi! - Prasinoi! - 03:49
5. Stand Up and Fight - 05:27
6. The Great Escape - 04:51
7. Fear the Fear - 06:14
8. End of an Empire - 07:16
9. The Bosphorus Freezes Over - 5:37
Bonus Tracks:
01. Broadsword [Jethro Tull cover]
02. Supernaut [Black Sabbath cover]
Line Up:
Mathias D.G. "Warlord" Nygård - Vocals, Keyboards, Programming
Jussi Wickström - Guitar
Hannes "Hannu" Horma - Bass
Tuomas "Tude" Lehtonen - Drums, Percussion
Olli Vänskä - Violin Netta Skog - Accordion
domingo, 31 de outubro de 2010
Graveland - Cold Winter Blades
Categories :
//Ex-membros . Ambient Black Metal . Black Metal . Dark Ambient . Melodic Black Metal . Melodic Death . Pagan Metal . Viking Metal

Gênero: Black Metal, Pagan Metal
Ano: 2010
País: Polônia
Comentários: Graveland é uma banda polonesa de black metal formada em 1992 por Rob Darken (Robert Fudali). Três das canções aqui são as sobras das sessões anteriores e as duas primeiras são novas. Os riffs são ligeiramente mais nítidos e os teclados criam melodias mais óbvias do que nos álbuns anteriores, e também dá ao ouvinte algo que não seja monótono. White Winged Hussary é a faixa de destaque, melodias limpas e claras. Vale a pena baixar e ouvir.
Myspace
Site
Tracklist:
1. In the Morning Mist
2. From the Beginning of Time
3. White Winged Hussary
4. Spear of Wotan
5. Dance of Axes and Swords
Download
sábado, 7 de agosto de 2010
Fejd - Storm
Categories :
//Ex-membros . Acoustic . Folk Metal . Folk Music . Folk Rock . Pagan Metal . Viking Metal
Gênero: Folk, Folk Metal
País: Suécia
Ano: 2009
Biografia: A banda Fejd foi formada em 2001 pela fusão dos irmãos Niklas e Patrik Rimmerfors com membros da banda de power metal Pathos. Por algum tempo os membros do Pathos se mantiveram nesta banda e no Fejd simultaneamente. Posteriormente, Pathos se desfez e seus integrantes dedicaram-se exclusivamente ao Fejd. Em 2002 a banda Fejd lançou sua primeira demo, chamada "I En Tid Som Var". Em 2004 a banda lançou uma outra demo e em 2006 um EP, sendo que os nomes dos trabalhos, bem como das músicas e suas letras sempre valorizaram a sua língua pátria, o sueco. Aliás, valorizar a língua pátria é uma das características das bandas de folk metal. Em 2009 o Fejd lançou seu primeiro álbum, chamado Storm. Foi também o primeiro trabalho com nome em inglês. No mesmo ano a banda participou do Wacken Open Air, considerado o maior festival de heavy metal da Europa. Folk metal de qualidade!
Site
Myspace
Tracklist:
1. fofferrok
2. svanesang
3. alvorna dansar
4. vid jore a
5. egils polska
6. storm
7. varg i veum
8. aril
9. skuld
10. likfard
11. bergakungen
Download
País: Suécia
Ano: 2009
Biografia: A banda Fejd foi formada em 2001 pela fusão dos irmãos Niklas e Patrik Rimmerfors com membros da banda de power metal Pathos. Por algum tempo os membros do Pathos se mantiveram nesta banda e no Fejd simultaneamente. Posteriormente, Pathos se desfez e seus integrantes dedicaram-se exclusivamente ao Fejd. Em 2002 a banda Fejd lançou sua primeira demo, chamada "I En Tid Som Var". Em 2004 a banda lançou uma outra demo e em 2006 um EP, sendo que os nomes dos trabalhos, bem como das músicas e suas letras sempre valorizaram a sua língua pátria, o sueco. Aliás, valorizar a língua pátria é uma das características das bandas de folk metal. Em 2009 o Fejd lançou seu primeiro álbum, chamado Storm. Foi também o primeiro trabalho com nome em inglês. No mesmo ano a banda participou do Wacken Open Air, considerado o maior festival de heavy metal da Europa. Folk metal de qualidade!
Site
Myspace
Tracklist:
1. fofferrok
2. svanesang
3. alvorna dansar
4. vid jore a
5. egils polska
6. storm
7. varg i veum
8. aril
9. skuld
10. likfard
11. bergakungen
Download
quinta-feira, 12 de março de 2009
Myrkgrav - Trollskau, Skrømt og Kølabrenning
Categories :
Gênero: Black Metal/Viking Metal/Folk Metal
Ano: 2006
País: Noruega
Comentário: Myrkgrav é uma "one man's band" norueguesa formada pelo multi-instrumentista Lars Jensen, contando até agora apenas com este álbum e uma demo. O som executado pelo Myrkgrav sem dúvidas excelente, com vocais alternando entre os limpos e os guturais, um instrumental muito bem feito e melodias marcantes, lembrando algumas vezes o grandioso Vintersorg. Altamente recomendado para apreciadores de Finntroll e da banda já citada, Vintersorg.
Tracklist
1.Gygra & St. Olav
2.Fela Etter'n Far
3.Om Å Danse Bekhette
4.Oppbrennerbønn
5.Olav Tryggvason
6.Mellomspell (Instrumental)
7.Tre Skygger Tel Kølabrennern Kom
8.Tjernet
9.De To Spellemenn
10.Finnkjerringa
11.Endetoner (Instrumental)
Megaupload
quinta-feira, 5 de março de 2009
Wolven Ancestry - The Wrath of Gaia
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Melodic Black Metal . Pagan Metal . Viking Metal
Gênero: Melodic Black Metal/Pagan Metal
Ano: 2006
País: Canadá
Comentário: Wolven Ancestry é uma excelente banda canadense com apenas um lançamento até o momento, o álbum entitulado "The Wrath Of Gaia", um excelente material que segue o gênero "Melodic Black Metal" porém sem muitas frescuras ou exageiros, tanto que há muitos traços "Old School" nas músicas, principalmente os vocais. Já o instrumental, apesar de também conter esses traços, tem melodias muito cativantes e envolventes. A temática da banda não é nenhuma novidade no estilo, gira em torno de temas medievais, paganismo, guerras e a natureza em si. Concluindo, esse album é excelente, capaz agradar desde fãs de Dimmu Borgir e Finntroll até o povo mais "tr00"(como dizem). Recomendo.
Tracklist
1.Eternal Winds of Nativity
2.And Gaia's Wrath of a Thousand Forms of Vehement Torture Will Be Brought Upon Ourselves, the Self-Destructing Human
3.Our Star-Guided Journey to the Realm of Neverending Life
4.The Fountain of Ageless Growth, Lifeblood of All Who Doth Bear the Spirit of Gaia
5.A Mythological Anticipation of Omnipotent Immortality Enshrouds Our Viscious Conquest
6.With Northern Twilight Resplendent, We Follow the Moonlit Path in Search of Habitable Lands 7.The Paralyzing Human Fear of All Which Is Essential to the Cyclical Nature of Earthen Prosperity 8.Soon Enough the Capitarmageddon Will Arrive, and With Death Shall Come New Life
9.A Bloodline of Immortal Passion Bestowed the Harmony of Man and Wolf
Megaupload
Ano: 2006
País: Canadá
Comentário: Wolven Ancestry é uma excelente banda canadense com apenas um lançamento até o momento, o álbum entitulado "The Wrath Of Gaia", um excelente material que segue o gênero "Melodic Black Metal" porém sem muitas frescuras ou exageiros, tanto que há muitos traços "Old School" nas músicas, principalmente os vocais. Já o instrumental, apesar de também conter esses traços, tem melodias muito cativantes e envolventes. A temática da banda não é nenhuma novidade no estilo, gira em torno de temas medievais, paganismo, guerras e a natureza em si. Concluindo, esse album é excelente, capaz agradar desde fãs de Dimmu Borgir e Finntroll até o povo mais "tr00"(como dizem). Recomendo.
Tracklist
1.Eternal Winds of Nativity
2.And Gaia's Wrath of a Thousand Forms of Vehement Torture Will Be Brought Upon Ourselves, the Self-Destructing Human
3.Our Star-Guided Journey to the Realm of Neverending Life
4.The Fountain of Ageless Growth, Lifeblood of All Who Doth Bear the Spirit of Gaia
5.A Mythological Anticipation of Omnipotent Immortality Enshrouds Our Viscious Conquest
6.With Northern Twilight Resplendent, We Follow the Moonlit Path in Search of Habitable Lands 7.The Paralyzing Human Fear of All Which Is Essential to the Cyclical Nature of Earthen Prosperity 8.Soon Enough the Capitarmageddon Will Arrive, and With Death Shall Come New Life
9.A Bloodline of Immortal Passion Bestowed the Harmony of Man and Wolf
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Vintersorg - Cosmic Genesis
Categories :
País: Suécia
Ano: 2000
Comentários: Vintersorg é uma banda sueca cujo vocal e baixista também tocam no Borknagar que leva o chamado "Viking Metal" a um patamar além. A banda é extremamente progressiva, psicodélica e suave, mesmo mantendo suas raízes do Metal, com bumbos duplos comendo solto e guturais em muitas músicas. Cosmic Genesis é literalmente, uma viagem. A temática da banda gira em torno do cosmos, o universo, astronomia e afins, o que é abslotuamente fodástico. Instrumentalmente a banda é leve, quase etérea, com um vocal limpo cheio de paixão, que contrasta com ocasionais Blast Beats e guturais rasgados. Banda muito, muito, muito recomendada, a banda que mais me atrai do Viking Metal, sem a menor dúvida. Emocionante, psicodélica e progressiva, Vintersorg é o que há.
Tracklist
1.Astral And Arcane 06:56
2.Algol 06:08
3.A Dialogue With The Stars 05:47
4.Cosmic Genesis
5.Om Regnbågen Materialiserades 05:01
6.Ars Memorativa 05:09
7.Rainbow Demon (Uriah Heep Cover) 04:01
8.Naturens Galleri 05:22
9.The Enigmatic Spirit 04:45
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Forefather - Steadfast
Categories :
Gênero: Black/Viking Metal
País: Inglaterra
Ano Lançamento: 2008
Comentário: Forefather é uma banda inglesa, formada em 1997, com 2 membros apenas, os irmãos Athelstan e Wulfstan. Está lançando seu 5º full-length, um black metal com ótimas passagens de viking e uma boa gravação. Recomendo. O vídeo é de Mellowing Of The Mains.
Tracklist:
01 - Brunanburh
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País: Inglaterra
Ano Lançamento: 2008
Comentário: Forefather é uma banda inglesa, formada em 1997, com 2 membros apenas, os irmãos Athelstan e Wulfstan. Está lançando seu 5º full-length, um black metal com ótimas passagens de viking e uma boa gravação. Recomendo. O vídeo é de Mellowing Of The Mains.
Tracklist:
01 - Brunanburh
02 - Cween Of The Mark
03 - Theodish Belief
04 - Hallowed Halls
05 - Steadfast
06 - Three Great Ships
07 - Eostre
08 - Fire From The Sky
09 - Mellowing Of The Mains
10 - Wolfhead's Tree
11 - Miri It Is
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
Thyrfing - Urkraft
Categories :
Gênero: Viking Metal
País: Suécia
Ano Lançamento: 2000
Comentário: Thyrfing foi formada em 1995, e é disparada uma das melhores bandas no estilo. Os suecos conseguem, com poucas variações dentro de seu estilo e nada muito inovador, apresentar composições formidáveis. E esse é o seu 3º álbum, com forte presença dos teclados, e dessa vez, mais do que nunca, e companheiros dos ótimos riffs de guitarra, que não tiram nem diminuem a agressividade. E ao fim do álbum, um cover de "Over The Hills And Far Away" de Nightwish. E que muitos acham ser bem melhor do que a versão original.
Vídeo da "Over The Hills And Far Away".
Tracklist
01 Mjölner
02 Dryckeskväde
03 Sweoland Conqueror
04 Home Again
05 The Breaking Of Serenity
06 Eldfärd
07 Ways Of A Parasite
08 Jord 09 The Slumber Of Yesteryears
10 Till Valfader Urgammal
11 Urkraft
12 Over the Hills and Far Away
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País: Suécia
Ano Lançamento: 2000
Comentário: Thyrfing foi formada em 1995, e é disparada uma das melhores bandas no estilo. Os suecos conseguem, com poucas variações dentro de seu estilo e nada muito inovador, apresentar composições formidáveis. E esse é o seu 3º álbum, com forte presença dos teclados, e dessa vez, mais do que nunca, e companheiros dos ótimos riffs de guitarra, que não tiram nem diminuem a agressividade. E ao fim do álbum, um cover de "Over The Hills And Far Away" de Nightwish. E que muitos acham ser bem melhor do que a versão original.
Vídeo da "Over The Hills And Far Away".
Tracklist
01 Mjölner
02 Dryckeskväde
03 Sweoland Conqueror
04 Home Again
05 The Breaking Of Serenity
06 Eldfärd
07 Ways Of A Parasite
08 Jord 09 The Slumber Of Yesteryears
10 Till Valfader Urgammal
11 Urkraft
12 Over the Hills and Far Away
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Borknagar - Origins
Categories :
/Koticho . Black Metal . Folk Metal . Prog/Black . Viking Metal

Gênero: Black Metal / Progressive Viking / Folk Metal
País: Noruega
Ano Lançamento: 2006
Comentário: O único elemento conhecido que o Borknagar ainda mantém são as letras que abordam a natureza e o desenvolvimento humano, tantas vezes conflitante. Até mesmo o vocalista Vintersorg tirou de pauta suas linhas vocais urradas, cantando somente de forma limpa e naturalmente tendo um desempenho de primeira. Então, para quem aprecia bandas de Heavy Metal que liberam discos no formato acústico, “Origin” terá grandes chances de agradar, principalmente por mostrar um conjunto que faz música acústica com certa preocupação em não soar acessível.
A inspiração e sinergia estão em alta e a colaboração de vários convidados engrandece ainda mais o disco. Todos fazem um belíssimo trabalho com violões, teclados, violinos, cello, flautas e percussão, tendo como resultado arranjos em muitos momentos complexos e sofisticados, quase progressivos, e com grande influência da música clássica e folclórica européia.
Impossível não se impressionar pela atmosfera relaxante de “Cynosure”, que vai crescendo e tomando contornos épicos; ou “The Human Nature”, que apresenta Vintersorg interpretando de maneira fenomenal, além da bonita sonoridade do cello dando um maior volume aos dedilhados de violão. Merece citação também “Oceans Rise”, cujo título soará familiar aos headbangers que acompanham a discografia do Borknagar, pois esta canção saiu originalmente no álbum “The Archaic Course” (97) e agora foi totalmente reestruturada, tornando-se praticamente irreconhecível, mas não por isso menos eficiente, em especial pela presença belíssima de sons de órgão.
O único ponto que deixa a desejar é a curta duração de “Origin”. São aproximadamente 36 minutos apenas e, convenhamos, é muito pouco, principalmente quando as canções agradam pela coerência e beleza dos arranjos. Mas tudo bem, o jeito é apertar “play” novamente...
País: Noruega
Ano Lançamento: 2006
Comentário: O único elemento conhecido que o Borknagar ainda mantém são as letras que abordam a natureza e o desenvolvimento humano, tantas vezes conflitante. Até mesmo o vocalista Vintersorg tirou de pauta suas linhas vocais urradas, cantando somente de forma limpa e naturalmente tendo um desempenho de primeira. Então, para quem aprecia bandas de Heavy Metal que liberam discos no formato acústico, “Origin” terá grandes chances de agradar, principalmente por mostrar um conjunto que faz música acústica com certa preocupação em não soar acessível.
A inspiração e sinergia estão em alta e a colaboração de vários convidados engrandece ainda mais o disco. Todos fazem um belíssimo trabalho com violões, teclados, violinos, cello, flautas e percussão, tendo como resultado arranjos em muitos momentos complexos e sofisticados, quase progressivos, e com grande influência da música clássica e folclórica européia.
Impossível não se impressionar pela atmosfera relaxante de “Cynosure”, que vai crescendo e tomando contornos épicos; ou “The Human Nature”, que apresenta Vintersorg interpretando de maneira fenomenal, além da bonita sonoridade do cello dando um maior volume aos dedilhados de violão. Merece citação também “Oceans Rise”, cujo título soará familiar aos headbangers que acompanham a discografia do Borknagar, pois esta canção saiu originalmente no álbum “The Archaic Course” (97) e agora foi totalmente reestruturada, tornando-se praticamente irreconhecível, mas não por isso menos eficiente, em especial pela presença belíssima de sons de órgão.
O único ponto que deixa a desejar é a curta duração de “Origin”. São aproximadamente 36 minutos apenas e, convenhamos, é muito pouco, principalmente quando as canções agradam pela coerência e beleza dos arranjos. Mas tudo bem, o jeito é apertar “play” novamente...
Tracklist
01. Earth Imagery
02. Grains
03. Oceans Rise
04. Signs
05. White
06. Cynosure
07. The Human Nature
08. Acclimation
09. The Spirit Of Nature
02. Grains
03. Oceans Rise
04. Signs
05. White
06. Cynosure
07. The Human Nature
08. Acclimation
09. The Spirit Of Nature
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