Mostrando postagens com marcador House. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador House. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Avatar

~▲†▲~ (Xwxwxwxwv) - Discografia

5 comentários
Gênero: Eletrônica/ Witch House/ Industrial/ Ambiente
País: Rússia
Ano: 2010 e 2011

Comentários: Apesar dos parênteses no título, a banda deixa em seus discos, e nas demais tags, os caracteres ~▲†▲~, referindo-se realmente ao seu nome. Obviamente é praticamente impossível achar tal banda desta forma, por isso utilizam a sequência Xwxwxwxwv para facilitar a busca e a divulgação de seu nome. Assim sendo, também fiz a utilização de ambos por via das dúvidas.

Pouco se sabe sobre ela, aliás, sou sincero em dizer que sei quase nada, fora seu som, e por isso ficarei devendo (quem deve é ela) informações. Contudo, seu som é hipnótico e agressivamente confuso. Perturbante e medonho, mostra o lado obscuro da música eletrônica, que ainda aumenta ao analisarmos os títulos das faixas e, evidentemente, as capas dos discos. Capas estas que querem dizer algo, ou não querem, ou não sabemos interpretar, ou não há o que interpretar. Apesar dessa aparência sombria, ela soa mais como 'desconhecida', e como bem sabemos, o desconhecido sempre nos gera receio, porém curiosidade.


Pode-se dizer que a 'til triângulo cruz triângulo til' se encaixa em uma 'nova' (década de 2000) categoria de música que cresce no submundo, principalmente estadunidense e europeu. Existem outras mais, algumas tão estranhas quanto, mas todas com suas características próprias. Porém uma coisa muitas delas tem em comum: O uso abusivo de triângulos (ou deltas), olhos e cruzes. Seu significado foge do meu conhecimento, mas sempre sugerem interpretação, e como cada um tem a sua, será fácil encontrar desde boas palavras como 'equilíbrio' até fantasias e conspirações como 'illuminat'. Já com relação ao Witch house, você pode ler algo a respeito na Wikipédia, mas aparentemente não segue as mesmas ideias mirabolantes, ou talvez seja simplesmente informação incompleta.


O som é deveras atraente aos que apreciam a música eletrônica com uma certa interferência industrial e executada de forma mais ambiente, calma, mas ao mesmo tempo com uma movimentação intensa, como de pequenas partículas. Apesar de parecer novo para alguns, em seu som podemos notar muitas influências, entre elas hiphop, darkwave, trance... e da própria música que fora anteriormente encapsulada, pois, sim, o comum é desacelerar músicas conhecidas, inclusive do mundo pop, até resultar nessa forma decadente.

O segundo disco, ~▲††▲~, é em geral mais 'acessível', puxando mais para o ambient e deixando de lado um pouco todo aquele masoquismo mental. Entretanto não se torna inferior, pelo contrário, é mais conciso e coeso, apesar de eu gostar mais do choque do EP.
O clipe acima é da música '•'(ponto), a primeira do EP, e foi feito à partir de cenas retiradas do filme Häxän, de 1922, conhecido por aqui como Haxan - A Feitiçaria Através dos Tempos. O segundo clipe é do novo álbum, uma viajem alucinante.

Este post foi atualizado em 14/09/2015 para restaurar os links quebrados e relatar que o projeto não mais existe (bom, pelo menos todos os seus links oficiais foram removidos), mesmo tendo mudado seu nome para VEINS há algum tempo.

//discoGs - ~▲†▲~ //discoGs - VEINS


~▲††▲~ [Album]
Tracklist:
1. Vague I 03:49
2. Social Phobia 04:02
3. unfortunately stuck 00:03
4. Dusk 03:19
5. экзотика 04:05
6. Vague II 03:21
7. Stickweed Houses 04:00
8. Disunited 03:46
9. Vague III 03:57
10. Spoffish 03:38

DOWNLOAD (discografia)

sábado, 25 de janeiro de 2014
Avatar

Disclosure - Settle

1 comentários

Gênero: House / Electronic
País: Inglaterra
Ano: 2013

Comentário: "Don't believe the hype", assim brada Chuck D, líder do essencial Public Enemy, neste hino ante mercado cultural que, de forma escusa, costuma dizer aos consumidores o que comprar, o que ouvir e até mesmo como pensar. Claro muitos muitos dos artistas oriundos desta seara não conseguem seguir em frente devido a falência criativa ou até mesmo a mudança de direcionamento do foco midiático. Exemplos são muitos, mas talvez um dos mais comentados no ano passado fora o lançamento do disco de estréia do jovem duo Disclosure intitulado Settle.

Oriundos da cena inglesa, a dupla prima por realizar colagens sonoras que dialogam abertamente com a cultura do mundo eletrônico. Suas batidas vão de acordo com o proposito mais nobre deste gênero: colocar o ouvinte para dançar freneticamente. Seguindo esta premissa, desde a abertura com a ótima "When a fire starts to burn" até a cadenciada "Help me lose my mind" não há um mero intervalo de respiração. Os vocalistas convidados, a saber: Sam Smith, AlunaGeorge, Ed Macfarlane, Eliza Doolittle, Jamie Woon, Jessie Ware, London Grammar e Sinead Harnett, todos da cena underground do país, abrilhantam ainda mais a cama sonora criada.

Tantos predicados fazem do álbum um fenômeno nesta seara. E as paradas de sucesso são reflexo disto, pois até agora foram ao todo SETE singles de sucesso, num álbum que em sua versão original tem 14 faixas. Na ala das premiações o mesmo pode fazer bonito, pois concorre em categorias importantes tanto no Mercury prize quanto no Grammy passando pelo Brit Awards .

De certo, ainda é imprevisível qual será o futuro dos rapazes. Afinal eles são essencialmente bons no que fazem ou só mais um fruto de uma ação de marketing estrondosa? Só o tempo irá dizer.

Por hora o que nos resta é aumentar o volume e se deixar levar pelo ótimo tratado cometido pelo Disclosure.      

P.S. A versão contida abaixo é a deluxe do álbum que contém 4 faixas a mais, sendo a última um remix cometido pelo duo para uma faixa de Jessie Ware.


Tracklist:

01. Intro
02. When a fire starts to burn
03. Latch
04. F for you
05. White noise
06. Defeated no more
07. Stimulation
08. Voices
09. Second chance
10. Grab her!
11. You & me
12. January
13. Confess to me
14. Help me lose my mind
15. Boiling
16. What's in your head
17. Tenderly
18. Running (Jessie Ware)

Download: MEGA

quarta-feira, 12 de junho de 2013
Avatar

Mixhell - Spaces

2 comentários

Gênero: Electroclash, House, Dance
País: Brasil
Ano: 2013

Comentário: Não é exagero nenhum dizer que Iggor Cavalera é um dos maiores bateristas das últimas décadas. Conhecido por seu trabalho com a seminal banda que formou com seu irmão Max em Belo Horizonte, cidade deste que vos fala, Iggor revolucionou o instrumento ao introduzir elementos da música brasileira no Thrash do Sepultura com suas batidas tribais e agressivas.

A nova empreitada de Iggor não é tão nova assim. o Mixhell foi formado em 2008 em parceria com sua esposa, Laima Leyton e conta atualmente com o baixista e produtor Max Blum. O primeiro disco chega apenas em 2013, ano em que a banda tocou no Lollapalooza Brasil e está cotada para se apresentar no mega festival britânico Glastonbury.

Mesmo com prezando por batidas simplistas o disco tem a cara de Iggor Cavalera e isso pode ser visto claramente na faixa "White Ropes", uma das melhores do disco. Outro destaque é "Exit Wound", que conta com os vocais de Greg Puciato do The Dillinger Escape Plan.

O maior atrativo do disco é ver como Iggor se aventura em um estilo tão diferente daquele que o consagrou e como ele se sai bem nesta tarefa.

Tracklist:
1. Antigalactic
2. Exit Wound
3. Mind Drop
4. The Edge
5. The Way
6. Internal
7. Once Again
8. White Ropes
9. Daria
10. Come With Me
11. The Shape

MEGA // Novafile

terça-feira, 26 de junho de 2012
Avatar

Knife Party - Rage Valley [EP]

1 comentários
Gênero: House, Dubstep
País: Austrália
Ano: 2012

Comentário: Knife Party é um duo australiano de Dubstep formado em 2011 por dois ex-membros do Pendulum, banda que anunciou seu fim recentemente. O primeiro EP, 100% No Modern Talkin, foi lançado ano passado e disponibilizado gratuitamente em seu site oficial. O segundo EP, Rage Valley, que é esse que vos trago, teve seu lançamento em junho desse ano, via Itunes.

O som do Knife Party (que é um ótimo nome) se diferencia um pouco da banda anterior de seus membros, com um som mais electro e menos rock do que o Pendulum. A ausencia de vocais também é um fator que diferencia as duas bandas. O duo já fez remixes para bandas como Swedish House Mafia e gravou a faixa "Zoology" em parceria com Skrillex.

Tracklist:
1. Rage Valley
2. Centipede
3. Bonfire
4. Sleaze

FreakShare // Depositfiles // Bayfiles // ZippyShare // Badongo // Rapidgator

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Avatar

Skrillex - Bangarang (EP)

0 comentários

Gênero: Dubstep/Electro House/Complextro
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Bem no finalzinho de dezembro o Skrillex lançou oficialmente mais um EP, intitulado "Bangarang". Como eu já havia postado a discografia dele aqui, me senti neio que na obrigação de postar esse trabalho também, portanto não vou ficar dando detalhes sobre sua carreira, pois já fiz isso no post da discografia.

Pois bem, nesse EP, Skrillex continua fazendo aquilo que já havia feito nos trabalhos anteriores, e o que fez com que ele ascendesse ao sucesso. Assim caindo nas graças de alguns, e recebendo o desprezo de outros, principalmente aqueles mais conservadores e fãs do Dubstep, estilo que eles culpam, o Skrillex, de tê-lo “arruinado”. Mas se você gostou dos seus últimos EPs, certamente vai gostar desse, porque ele não inovou em nada, continua do mesmo jeito, isso não é bem uma critica, mas acho que ele está usando aquela já conhecida e batida estratégia: “Em time que está ganhando não se mexe”.

Então, se você já gostava do Skrillex, vai continuar gostando, e se não, então seu desprezo deve aumentar. Apesar de, particularmente, achar que Skrillex esteja sendo superestimado, e que existem artistas mais talentosos e que não recebem o devido reconhecimento, eu não fico culpando por “estragar” o Dubstep, ou coisa do tipo, porque é evidente que apesar da influência do Dubstep nas suas músicas, ele não faz Dubstep puro, e sim outra coisa, que como eu disse no outro post, eu vi na internet eles chamando de complextro. E eu, como não tenho gosto musical definido, gosto dessa coisa ai que ele faz, e do velho Dubstep, e aproveito o melhor dos dois.

E quanto à sonoridade, como eu já havia dito, não tem nada de novo, as canções são compostas por batidas, distorcidas, graves, robóticas, pesadas, agressivas e caóticas, ora mais tranquilas e dançantes, outas vezes mais lentas e pulsantes.

[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:

1.Right In - (3:00)
2.Bangarang (featuring Sirah) - (3:35)
3.Breakn' a Sweat (with The Doors) - (5:02)
4.The Devil's Den (with Wolfgang Gartner) - (4:52)
5.Right on Time (with 12th Planet & Kill the Noise) - (4:05)
6.Kyoto (featuring Sirah) - (3:21)
7.Summit (featuring Ellie Goulding) - (6:13)

Download:

Megaupload
Mediafire

sábado, 10 de dezembro de 2011
Avatar

Skrillex - Discografia

8 comentários

Gênero: Dubstep/Electro House/Complextro
País: Estados Unidos
Periodo de Atividade: 2007-Atualmente

Comentário: Confesso que ainda sou neófito quando o assunto é música eletrônica, e possuo um pouco de dificuldade pra distinguir certos subgêneros, mas a cada dia que passa, o meu apreço por esse tipo de música tem aumentando, que se estende a todas suas facetas, e tenho percebido como que existe um incontável número de artistas extraordinários por ai, e só pra citar alguns, como o Aphex Twin, Serre Gautier e James Blake, os quais conheci aqui mesmo no blog, que vem inovando, recriando e reinventando a musica eletrônica em geral.

Então esses dias atrás um amigo meu me mostrou um clipe de um cara que atende por Skrillex, eu gostei do vídeo e da música, então resolvi pesquisar mais, e baixei os seus trabalhos, e realmente gostei do que ele tá fazendo.

Pra quem não conhece, Skrillex é o pseudônimo de Sonny Moore, que era vocalista de uma banda de Post-Hardcore/Screamo norte-americana chamada From First to Last. Ele foi o frotman da banda de 2004 até 2007, então quando decide deixar a banda e seguir carreira solo, resolvendo bandear para o lado da música eletrônica, mais precisamente o Dubstep, um dos subgêneros mais em alta atualmente, mais ele não se limita, e também incorpora influências de Electro House, o que alguns chamam de "Complextro", não sei se isso vai vingar, e eu não vou entrar no mérito da questão, só que isso não agrada alguns fãs mais ortodoxos do Dubstep, deixando-os com um pouco de raiva, mas isso não tem atrapalhado a sua, até agora, bem sucedida carreira.

Lançando, oficialmente, até o momento 3 EPs, o seu som é bem característico, distorcido, marcante e energético, com passagens pesadas, agressivas, algumas dançantes, tranquilas, ou as vezes caóticas. Mas essa formula deu certo, e ele tem conseguido um notável sucesso na cena da música eletrônica, sendo aclamados por alguns, e odiados por outros, mas o fato é que ele já conseguiu seu lugar no cenário, e prova disso é que no recente álbum do Korn, The Path of Totality, contou com sua participação em 3 faixas. Ele também acaba de ser indicado a cinco categorias do Grammy.

OBS.: Não deixem de assistir o clipe da música "First of the Year (Equinox)", ele é muitoooo foda!

[Site/MySpace/LastFM]


Releases:

Álbum: My Name Is Skrillex (EP)
Ano: 2010

Tracklist:


1.My Name Is Skrillex - (4:31)
2.Weekends!!! (featuring Sirah) - (4:45)
3.Fucking Die 1 - (3:50)
4.Fucking Die 2 (€€ Cooper Mix) - (5:36)
5.Do Da Oliphant - (3:27)
6.With You, Friends - (6:22)

Megaupload/Mediafire/4Shared




Álbum: Scary Monsters and Nice Sprites (EP)
Ano: 2011

Tracklist:

1.Rock n' Roll (Will Take You to the Mountain) - (4:44)
2.Scary Monsters and Nice Sprites - (4:03)
3.Kill EVERYBODY - (4:58)
4.All I Ask of You (featuring Penny) - (5:40)
5.Scatta (featuring Foreign Beggars and Bare Noize) - (3:55)
6.With Your Friends (Long Drive) - (6:29)
7.Scary Monsters and Nice Sprites (Noisia Remix) - (3:24)
8.Scary Monsters and Nice Sprites (Zedd Remix) - (5:58)
9.Kill EVERYBODY (Bare Noize Remix) - (4:41)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: More Monsters and Sprites (EP)
Ano: 2011

Tracklist:

1.First of the Year (Equinox) - (4:22)
2.Ruffneck (Flex) - (4:43)
3.Ruffneck (FULL Flex) - (3:46)
4.Scary Monsters and Nice Sprites (Dirtyphonics Remix) - (4:51)
5.Scary Monsters and Nice Sprites (Phonat Remix) - (3:40)
6.Scary Monsters and Nice Sprites (The Juggernaut Remix) - (3:54)
7.Scary Monsters and Nice Sprites (Kaskade Remix) - (8:04)

Megaupload/Mediafire/4Shared





Álbum: Remixes (Compilação)
Ano: ????

Tracklist:

1.Bad Romance [Lady Gaga] - (4:21)
2.No Mercy, Only Violence [The Library] - (3:08)
3.Seventeen [Casxio] - (4:56)
4.Sexual Seduction [Snoop Dogg] - (5:05)
5.Shapeshift [Horse the Band] - (3:44)
6.The Sadness Will Never End [Bring Me The Horizon] - (6:02)
7.What Is Light Where Is Laughter [Twin Atlantic] - (6:26)
8.Alejandro [Lady GaGa] - (6:17)
9.Hey Sexy Lady [iSquare] - (5:25)
10.In For The Kill [La Roux] - (5:11)
11.Rock That Body [Black Eyed Peas] - (5:13)
12.The Wind Blows [The All-American Rejects] - (4:56)
13.Zeig Mir Wie Du Tanzt [Frida Gold] - (4:54)
14.Cat Rats (Original Mix) - (5:04)
15.Cinema [Benny Benassi Feat. Gary Go] - (5:07)
16.My Name Is Skrillex [Skrillex Remix] - (4:47)
17.Sick Bubblegum [Rob Zombie]  - (5:05)

Megaupload/Mediafire/4Shared






 Álbum: Misc (Compilação)
Ano: ????

Tracklist:

1.Father Said - (3:56)
2.Needed Change ft 12th planet - (3:11)
3.I am Skrillex - (2:53)
4.Make Things For Smile - (5:46)
5.Slats Slats Slats - (5:19)
6.Drop Dead (Club Mix) - (4:43)
7.I Wish You All The Luck In The World - (5:26)

Megaupload/Mediafire/4Shared

sábado, 19 de novembro de 2011
Avatar

Major Lazer - Guns Don't Kill People... Lazers Do

0 comentários
Gênero: Dancehall/ Electro house/ Reggae fusion
País: USA (Diplo)/UK (Switch)/Jamaica (disco)
Ano: 2009

Comentário: Major Lazer é um novato mas repercussivo projeto que trouxe o dancehall de volta às pistas e à tona nos meios de comunicação, festivais, casas noturnas e obviamente na Internet. Iniciado em 2009 pelos djs Diplo — este conhecido pela fusão entre alguns estilos como miami bass, hip hop, pop e por exportar o nosso funk carioca e bailes funks para os EUA. Um de seus trabalhos mais notáveis é com a cantora (e até onde eu saiba, namorada) M.I.A., resultando na música "Paper Planes", a música número um na carreira da moça  — e Switch, cujo trabalho é focado no house e que também já trabalhara com algumas musas como M.I.A. e Santigold, além das universais Beyoncé e Christina Aguilera.

Da união entre um americano e um britânico sai um projeto de conteúdo dancehall e daggering, cenas que fazem o pancadão parecer um ritual social conservador (nem tanto)... Mas aos que não gostam dos nomes aqui apresentados ainda existem esperanças de se interessarem. Major Lazer é um excelente projeto de música (house) eletrônica, e não meramente se prende a um estilo de musica. Por exemplo, além dos citados, também teremos momentos com elementos do reggae, música pop, hip hop, música caribenha, dub e várias participações que só fazem aumentar a riqueza de influências.

Assim é o Guns Don't Kill People... Lazers Do, primeiro disco do duo que foi gravado lá na Jamaica e que conta com as participações dos cantores Santigold, Vybz Kartel, Ward 21, Busy Signal, Nina Sky, Amanda Blank, Mr. Vegas, Turbulence, Mapei, T.O.K, Prince Zimboo e Leftside, além da produção adicional de Afrojack e Crookers. Tudo muito bem encaixado e brilhantemente produzido, o que poderá causar um novo olhar sobre a música que julgamos 'ruim'.

A recepção foi boa, pra não dizer ótima. Altos índices no The Guardian, All Music e Rolling Stone, estando no topo de algumas listas de 2009, integrando o line up de alguns festivais — como o Coachella Music Festival em 2010 — e causando grande repercussão, inclusive on-line pelo clipe de "Pon de Floor", dirigido por Eric Wareheim e com vocais de Vybz Kartel. No clipe a fusão básica é entre dancehall e funk carioca no qual fora também incorporado a coreografia daggering, o que se resume em acrobacias em partes íntimas, 'sexo seco' e cenários e roupas extremamente coloridas.

"Pon de Flor" é um exemplo de música agitada e 'interativa', mas o disco também possui tranquilas como "Can't Stop Now", reggado a muito reggae, e assim segue durante todo o disco. E quando digo 'disco' realmente me refiro ao equilíbrio entre criar um som pras pistas e manter uma coesão da primeira à última faixa.

Mas vamos lá, se você curte essas belezinhas como Bonde do Rolê, M.I.A., já acompanhava a carreira de Diplo e tem disposição para experimentar coisas novas: Esse disco é essencial!

TIREM AS CRIANÇAS DA CASA.


Tracklist:
01. Hold the Line (feat. Mr. Lex & Santigold) (03:41)
02. When You Hear the Bassline (feat. Ms. Thing) (03:20)
03. Can't Stop Now (feat. Mr. Vegas & Jovi Rockwell) (04:05)
04. Lazer Theme (feat. Future Trouble) (02:33)
05. Anything Goes (feat. Turbulence) (03:15)
06. Cash Flow (feat. Jah Dan) (04:08)
07. Mary Jane (feat. Mr. Evil & Mapei) (03:29)
08. Bruk Out (feat. T.O.K. & Ms. Thing) (02:56)
09. What U Like (feat. Amanda Blank & Einstein) (02:26)
10. Keep It Goin' Louder (feat. Nina Sky & Ricky Blaze) (03:48)
11. Pon de Floor (feat. VYBZ Kartel) (03:36)
12. Baby (feat. Prince Zimboo) (01:19)
13. Jump Up (feat. Leftside & Supahype) (03:43)

OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA. 
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Avatar

Gui Boratto - Chromophobia

2 comentários

Gênero: Eletrônica / Minimal / Techno / House
País: Brasil
Ano: 2007

Comentário: De um tempo pra cá, tornou-se bastante frequente a utilização das premissas do minimalismo na música eletrônica. A consolidação disso se deu esse ano, com o londrino James Blake dando uma aula de como, de maneira cada vez mais intensa, hodiernamente, sem dúvida, menos é mais. Ocorre que, seja antes ou depois de Blake, o Minimal na música eletrônica sempre se revelou de forma melancólica, em tristonhas batidas.
Até que Gui Boratto, natural de São Paulo e, por lógica consequência, brasileiro, outorgou tons alegres ao estilo. Ou, como alguns críticos gostaram de avaliar em seu primeiro álbum, Chomophobia, Boratto deu cor a um gênero que somente se revelava de maneira acinzentada. E é por isso que o brasileiro tem, hoje, tamanho reconhecimento internacional, e é possível se dizer que esse reconhecimento, lá fora, é incomensuravelmente maior do que em sua terra natal.
Boratto lançou, ainda, em 2009, Take My Breath Away, e nesse ano o álbum III. Foram considerados consolidações na carreira do DJ, mas nenhum deles é tão bom e original quanto o álbum de estreia.


[ Site Oficial / MySpace / LastFM ]

Tracklist:
  1. "Scene 1" - 3:55
  2. "Mr. Decay" - 6:58
  3. "Terminal" - 5:57
  4. "Gate 7" - 6:41
  5. "Shebang" - 7:28
  6. "Chromophobia" - 7:12
  7. "The Blessing" - 5:40
  8. "Malá Strana" - 2:31
  9. "Acróstico" - 4:25
  10. "Xilo" - 3:55
  11. "Beautiful Life" - 8:31
  12. "Hera" - 3:59
  13. "The Verdict" - 3:37

    Mediafire / Sendspace / Rapidshare / Outros Links



    quinta-feira, 15 de setembro de 2011
    Avatar

    Atari Teenage Riot - Is This Hyperreal?

    0 comentários

    Gênero: Digital Hardcore/Noise/Industrial
    País: Alemanha
    Ano: 2011

    Comentário: É com grito de “Music is a sounds like a threat, there is no turning back” que Is This Hyperreal? É aberto. O album é responsável por marcar o retorno do Atari Teenage Riot após longos 10 anos parados. A banda fora uma das mais explosivas e rebeldes da história, tendo sua formação e auge ocorrido nos anos 90. Carregavam a bandeira da rebeldia punk contra sistemas opressores, unido a instabilidade psicológica de cada membro, o uso pesado de drogas, era uma receita altamente explosiva que foi transferida perfeitamente para a música. Guitarras extremamente distorcidas, batidas de techno completamente aceleradas, noise, vocais berrando conteúdo completamente anarquista, tudo isso no mais alto volume possivel. Essa sempre foi a formula que o Atari Teenage Riot usou, uma arma apontada para a cabeça dos governos (que incomodou tanto a ponto da banda ser considerada um perigo para a sociedade alemã), mas que ao mesmo tempo também era uma arma apontada para a cabeça de cada membro.

    A banda chegou à um fim inevitável em 2001, com o estado psicológico deplorável de cada membro, e a infeliz morte por overdose de Carl Crack que naqueles tempos sofria de ataques de pânico. Parecia que o legado do ATR chegava ao seu completo fim. Felizmente em 2010 fomos surpreendidos com um retorno completamente inesperado, Nic Endo e Alec Empire se uniram ao CX KiDTRONiK para alguns shows durante a temporada de festivais europeus, mas a intensidade dos mesmos fora tão grande que o retorno foi completo, e agora em 2011 nos agraciaram com este álbum que vos posto. Com produção de Steve Aoki, ótimo DJ e Produtor de Electro House, Is This Hyperreal? Dá o ar da graça. Razoavelmente mais leve e melódico do que seus antecessores, ainda assim continua extremamente intenso e agressivo, procurando fazer barulheira da melhor qualidade, Nic Endo consegue suprir a falta de Hanin Elias perfeitamente, gritando tanto quanto sua ex-companheira de grupo, CX KiDTRONiK se mostra um bom MC e Alec Empire o excelente produtor e responsável por outros berros como sempre.

    Enfim é um álbum que faz jus a fama que marcou o Atari Teenage Riot, que ao mesmo tempo que remete completamente aos anos 90, tem seu ar de modernidade e evolução.

    Tracklist

    1."Activate!"   3:36
    2."Blood in My Eyes"   3:47
    3."Black Flags"   4:00
    4."Is This Hyperreal?"   4:12
    5."Codebreaker" (feat. Steve Aoki) 5:16
    6."Shadow Identity"   4:12
    7."Re-Arrange Your Synapses"   3:14
    8."Digital Decay"   4:23
    9."The Only Slight Glimmer of Hope"   3:53
    10."Collapse of History"   6:57

    terça-feira, 13 de setembro de 2011
    Avatar

    SebastiAn - Total

    4 comentários
    Gênero: Electro house/ French house/ Dance
    País: França
    Ano: 2011

    Comentário: Me pediram para trazer algo parecido com The Toxic Avenger, mas não sei se acertei a mão no tempero... em todo caso o que trouxe é de superar expectativas.
    SebastiAn (Sebastian Akchoté) é um produtor e Dj francês de electro house que está na estrada desde 2005, tendo lançado uma quantia consideravelmente grande de releases — em relação aos vários projetos de música eletrônica existentes —, remixes e além de supervisionar/coordenar o trabalho de outros artistas. Sempre com muita originalidade.
    Seu som relembra, principalmente neste último release, discos como "Cross" do Justice, ou ANGST, do The Toxic Avenger, além de apresentar toda uma influência de Daft Punk, que, aliás, quem nesta cena não possui ao menos um pouco de influência deles.
    De todas as citações, com certeza eu o comparo mais com Justice, porém talvez a diferença maior esteja numa experimentação maior de Sebastian e a proposta de fazer de seu último lançamento — mas primeiro disco realmente concreto e fortificado — a trilha sonora perfeita para uma pista de dança sem muitos limites.
    Com as participações de Mayer Hawthorne, da gloriosa M.I.A. e uma ponta produtiva de Gaspard Auge, a metade do Justice, nota-se uma variante capaz balançar os mais incubados e fazendo destas 22 faixas uma balada perfeita.
    As vinte e duas faixas são ainda divididas entre seis que trabalham como interlúdios e outras duas que se encarregam de abrir e fechar o disco, deixando a dúvida se quero ouvi-lo sozinho como um nerd ou dançá-lo numa pista.
    Enfim, um disco que joga synths, despeja agressividade ao mesmo tempo que se deixa mostrar seu lado romântico e passivo.

    MySpace//LastFM

    quinta-feira, 18 de agosto de 2011
    Avatar

    Deadmau5 - 4x4=12

    4 comentários

    Gênero:
    Progressive House/Techno/Dubstep
    País: EUA
    Ano: 2010
    Comentários: Deadmau5 (pronuncia-se deadmouse mesmo) é uma alusão ao nick usado por um adolescente canadense chamado Joel Zimmerman quando, após um infeliz evento onde Joel encontrou um rato desfalecido e putrefato em seu computador, ficou conhecido nos fóruns internéticos como "the dead mouse guy". Como "dead mouse" era muito grande para o limite de caracteres do saudoso IRC, o rapaz criou a alcunha deadmau5. Bem, Joel é o rapaz que alguns depois estaria bombando como uns dos produtores de música eletrônica mais prolíficos na cena atualmente, com a façanha (não tão anormal atualmente, especialmente no Dubstep) de unir um caráter despretenciosamente não-comercial ao reconhecimento gradativo das massas. Isso se deve em especial a grande quantidade de remixes que o rapaz produziu ao longo da carreira, muitos com bastante repercussão. 4x4=12 é o quinto álbum de estúdio do rapaz, que tem entre outros lançamentos, várias compilações. E é na minha opnião o melhor lançamento do Deadmau5.

    A principal característica do disco é a batida marcante e inconfundível, aliada a um uso magistral de baixos e kicks que fazem a música ecoar dentro do seu cérebro, de tão grave e bem colocada nas músicas. O álbum abrange desde músicas mais dançantes, com seu lado bem Techno, até músicas mais intimistas como a sensacional Raise Your Weapon que conta com os vocais doces da cantora Greta Svabo Bech (sério, escutem a prévia, essa música vale muito a pena). Ainda há outras várias participações no disco, como podem conferir na tracklist, e o disco flui muito bem na proposta básica do progressive house, predendo o ouvinte durante as constantes progressões rítmicas e melódicas das músicas.

    Enfim, não há muito o que falar, os já conhecedores da obra de Deadmau5 sabem que não há tempo a se perder, é um álbum obrigatório aos fãs de músicas eletrônica. E principalmente pela sua habilidade rara de não ser cansativo, e sim rapidamente viciante.

    E se você ainda não notou, quatro vezes quatro dá dezesseis.

    Tracklist:


    1. "Some Chords" 7:24
    2. "Sofi Needs a Ladder" (featuring SOFI) 6:41
    3. "A City in Florida" 5:40
    4. "Bad Selection" 5:33
    5. "Animal Rights" (with Wolfgang Gartner) 6:15
    6. "I Said (Michael Woods Remix)" (with Chris Lake) 7:06
    7. "Cthulhu Sleeps" 10:34
    8. "Right This Second (Marcotix Remix)" 7:50
    9. "Raise Your Weapon" (featuring Greta Svabo Bech) 8:23
    10. "One Trick Pony" (featuring SOFI) 3:59
    11. "Everything Before" 6:36

    Links:

    DepositFiles
    Megaupload
    Outros Links (mirrorcreator)


    sábado, 13 de agosto de 2011
    Avatar

    Patenbrigade Wolff - Demokratischer Sektor

    0 comentários
    Gênero: Trance, Techno, House, EBM, Industrial, Dark Electro, Aggrotech, Synthpop, Noise, Psy, e os caralhos... e...???...
    Ano: 2008
    País: Alemanha

    Comentário: Demokratischer Sektor é um álbum deveras estranho, sobretudo, na sequência e na gororoba das músicas! Neste Setor Democrático googletradutor mode: ON da música eletrônica, cada música segue − de certa forma − um gênero eletrônico. Por exemplo, Maurerradio (Old School Retro Club Mix) tem uma batida mais EBM/Industrial; Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx já segue algo mais Aggrotech; Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds) é mais Dance/Futurepop; Demokratischer Sektor (PVD Club Remix) tende para o House/Trance/Techno, com uma sonoridade bem mais leve e dançante como aquelas que encontramos comumente em festas de música eletrônica; Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew) é mais Noise e por aí vai.

    Realmente não sei se, de fato, o Patenbrigade Wolff resolveu unificar boa parte dos gêneros eletrônicos em apenas um álbum, contudo, posso afirmar que este álbum conseguiu atingir diversas preferências eletrônicas por mais antagônicas que fossem, ainda que com tão-somente uma música para cada gosto... e, claro, é bem dançante!



    Tracklist: 
    01. Maurerradio (Extended Version)
    02. Sendersuche 1
    03. Stalinallee
    04. Sendersuche 2
    05. Demokratischer Sektor (Blutfuss Club Remix)
    06. Schusswechsel
    07. Die rote Fahne faellt
    08. Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew)
    09. Demokratischer Sektor (PVD Club Remix)
    10. Turmdrehkran (Extended Version)
    11. Maurerradio (Old School Retro Club Mix)
    12. Mit jedem sender informationen
    13. Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds)
    14. Turmdrehkran (PVD Club Remix)
    15. Ostberliner Bauarbeiter (Club Mix)
    16. Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx
    17. Krantransport feat. Sarah Noxx
    18. Schadenshoehe unbekannt
    19. Karl Eduard von Schnitzler
    20. Maurerradio (Remix by leserotique)




    Download: Megaupload | Mediafire | Rapidshare | Hotfile | Outros links
    sábado, 30 de julho de 2011
    Avatar

    The Toxic Avenger - ANGST

    1 comentários
    Gênero: Electro house/ French house/ Dance
    País: Paris - França
    Ano: 2011

    Comentário: Direto da cidade de Paris, terra de Justice e Daft Punk, o The Toxic Avenger também tem em comum sua música, tanto na semelhança sonora como na qualidade dos Djs. Com este nome provavelmente tirado de um velho filme de horror b americano é que Simon Delacroix, produtor de electro thrash, está ganhando fama pelo mundo. Utilizando de uma fórmula parecida com a dos projetos citados anteriormente, com notáveis influências de punk, hardcore e pop sessentista e sintetizando tudo como bem deseja, Simon se tornou uma grande revelação, sendo inclusive citado como tal pela revista Rolling Stone.

    Tem em seu currículo remixes para Ladytron, Late of the Pier, Chromeo, e o IHC labelmates Heartsrevolution. Além de apresentações ao lado de artistas como Mstrkrft, Late of the Pier, Black Lips, Yelle, The Teenagers, Vitallic, e o Public Enemy

    O disco que vos trago é nada menos que seu primeiro álbum e pelo qual o Dj está se ocupando com turnês por vários países. Ele tem um apelo, por vezes, diferente de alguns nomes que viu aqui. Talvez o mais destacável seja o new rave — ou demais características — que consegue dar uma 'romantizada', 'melancolizada' ou talvez 'humanizada' às faixas.

    Se você saca de Justice, se amarra em Daft Punk e SebastiAn, curtiu meu post do The Bloody Beetroots e conhece alguns dos demais nomes aqui citados mas não conhece o TTA e seu mais novo ANGST, só posso dizer uma coisa: Não sabe o que está perdendo.

    MySpace//LastFM
    segunda-feira, 18 de julho de 2011
    Avatar

    The Bloody Beetroots - Romborama

    0 comentários
    Gênero: Electro House/ Dance
    País: Itália
    Ano: 2009

    Comentário: Cá trago o único álbum de The Bloody Beetroots, um dos grandes e empolgantes projetos de electro house e dance da Europa. O projeto italiano está na estrada desde o final de 2006 e conta com os Djs Bob Rifo, Tommy Tea e mais tarde Edward Grinch, como baterista ao vivo mas que fora substituído pelo atual Battle. Apesar de único disco, sabemos que bons Djs vivem de shows, incluindo remixes, feats, singles, compilações, etc, e, portanto, possuem obviamente mais material que isto.

    Já fizeram remixes de/para The Whip, South Central, Naïve New Beaters, Audioporno, Cazals, Britney Spears, The Chemical Brothers, Alex Gopher, Crookers, Etienne De Crecy, Michael Sembello, Timbaland, Metallica, Benny Benassi, The Kills, MSTRKRFT e muitos outros. Além disto algumas de suas músicas e versões podem ser encontradas em: FIFA 09 com a música "Butter" , em 2K Sports " NBA 2K9 com "Mac Mac" e outras apresentadas em CSI Miami.

    Em Romborama não é diferente. Em meio à produções originais e remixes, a banda esbanja simpatia. Com músicas que o farão lembrar facilmente de um mundo dominado por projetos como Justice, Daft Punk, The Toxic Avenger e vários outros. Sua diversidade depende principalmente dos artistas originais e portanto podemos encontrar hip hop, hard, techno, funk, revival, horror, requintes de erudita e outras lindezas.

    Ao vivo são reconhecidos por usarem máscaras do Venom, aliás, um dos meus vilões favoritos.

    Lastfm//WebSite//MySpace
    quarta-feira, 4 de maio de 2011
    Avatar

    Stromae - Cheese

    1 comentários

    Gênero: House/Eletro
    País: Bélgica
    Ano: 2010
    Comentários: Mais um post pra série: "vão me xingar". Stromae é o nome artístico do compositor belga Paul Van Haven, filho de pai ruandense e mãe belga, nascido em 1985 em Bruxelas. Inicialmente como rapper, mas sempre mantendo sua lingua mãe - o francês - como base, tentou diversas empreitadas musicais até conseguir finalmente o sucesso mesclando o Eurodance 90's com o idioma francês e uma pitada própria. Com seu Macbook e outros poucos equipamentos, Stromae (não coincidentemente inverso para "Maestro") se tornou febre na Europa com o single Alors On Dance no ano passado, e em seguida lançando seu primeiro full-lenght, Cheese.

    Mas e daí, o que fez o Forba se interessar por um disco tão pop como esse, exceto sua viadagem característica? Mais do que músicas grudentas, Stromae me conquistou pelo idioma francês com um refinado sotaque belga, clipes inteligentes e letras inspiradas, como a da própria Alors On Dance que versa:

    "Quem fala de estudo, fala de trabalho,
    Quem fala de trabalho, fala de dinheiro,
    Quem fala de dinheiro, fala de gastos,
    Quem fala de empréstimos, fala de demandas,
    Quem fala de dívida, fala de oficial de justiça,
    E também de estar no meio da merda
    Quem fala de amor, fala também de crianças
    E fala sobre pra sempre, e sobre separação
    Quem fala dos seus parentes, fala de tristeza porque os problemas quase nunca vêm sozinhos
    Quem fala de crise, fala do mundo, fala da fome e do Terceiro Mundo
    Quem fala de cansaço, fala também do acordar ainda surdo do dia anterior
    Então vamos sair para esquecer os problemas

    Então vamos dançar..."

    fonte

    Bem, se você realmente não gostar desse estilo de música, existem vários outros estilos te aguardando no blog. Caso tenha um mínimo de gosto quando escuta uma batidinha de eletro, recomendo Stromae com unhas e dentes. Caso ainda haja dúvidas, deixo-vos o clipe de Te Quiero, outro single do disco.

    Tracklist:

    1 Bienvenue Chez Moi 2:47
    2 Te Quiero 3:26
    3 Peace Or Violence 3:09
    4 Rail De Musique 4:07
    5 Alors On Danse 3:28
    6 Summertime 3:07
    7 Dodo 3:57
    8 Silence 4:41
    9 Je Cours 3:15
    10 House'llelujah 3:59
    11 Cheese 3:01
    12 Alors On Danse (90's Remix) 2:51

    OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA. 
    MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.

    sexta-feira, 29 de outubro de 2010
    Avatar

    SNAP! - World Power

    0 comentários
    Gênero: Dance/ Euro dance/ House/ Hip house
    País: Alemanha
    Ano: 1990

    Comentário:
    SNAP! é mais um daqueles grupos que você certamente já ouviu mas que provavelmente nunca prestou atenção no nome, ou nunca soube mesmo.

    Formado na Alemanha — em 1989 — pelos produtores Michael Münzing (usando o pseudônimo Benito Benites) e Luca Anzilotti (pseudônimo John "Virgo" Garrett III), é um grupo de música eletrônica que faz uma sonoridade voltada ao Dance (ou eurodance) e ao Hiphouse, que como o nome já deduz, uma mistura de Hip hop com House music, estilos em alta na década de 90.

    O maior destaque do SNAP! é o seu sucesso "The Power", uma música que seria reconhecida mesmo cantada de baixo d'àgua. Este hit está presente no debut "World Power", lançado em 1990. Logo no segundo Cd, intitulado "The Madman's Return", de 1992, trouxe outro grande hit, a música "Rhythm Is a Dancer".

    O grupo está na ativa até hoje, com uma mudança de integrantes durante sua estrada. Possuem cinco álbuns, vários singles, algumas compilações e dois DVDs, sendo um deles também uma compilação de suas melhores músicas.

    Este CD possui a magia de ser o primeiro da banda e na minha opinião, ser melhor até mesmo que o segundo (não ouvi os demais, mas não parecem ter o mesmo nível destes dois).
    Músicas a serem destacadas, além do hit "The Power" — que abre o CD — é a "Cult Of Snap", uma mistura de música eletrônica com elementos tribais presentes na cultura africana. Em geral o álbum é calmo até, não sendo possível julgá-lo totalmente pelo seu hit. "Ooops Up" e "Witness The Strength" já são mais calmas, contudo esta última brinca com uma música do Led Zeppelin, bem interessante, apesar de ser apenas algumas passagens. "Mary Had A Little Boy", que também ganhou um clipe é outra faixa conhecida. "Only Human" é no beat box, e para fechar, um remix da "The Power" nessa versão que lhes trago.

    Então é isso, um post para conhecer mais a fundo um som que vive de hits antigos, mas que tem seu charme próprio. Recomendado para quem curte Culture Beat, Corona, C-Block...ou seja, eurodance dos anos 90. Confira também meu post do MC Hammer, que possui algumas música semelhantes e uma dica pessoal, assista "The Fresh Prince of Bel-Air" (Um Maluco no Pedaço) e ouvirá muito dance e hiphouse.

    Clique nas faixas para ver os clipes.

    MySpace
    terça-feira, 19 de outubro de 2010
    Avatar

    Justice - †

    0 comentários
    Gênero: Electro House/ French House (French touch)/ Dance-Rock
    País: Paris, França
    Ano: 2007
    Comentário: Meu CD favorito do estilo e um dos únicos do Justice. A dupla (Gaspard Augé e Xavier de Rosnay) possui uma penca de singles, remixes, e mais recentemente um novo álbum ao vivo, mas somente este álbum de estúdio.

    Justice faz um som envolvente e dinâmico. Puxando o carrinho de projetos como Daft Punk, une elementos do pop, indie rock e dance, deixando uma marca única em suas músicas. Influenciados também pelo disco e pelo heavy metal, fazem um electro house diferente. Além é claro das composições próprias, a dupla já fez vários remixes, incluindo de artistas famosos como Britney Spears, Fatboy Slim, Daft Punk, Franz Ferdinand, Mystery Jets, entre outros.

    Li isso na Wikipédia, que Justice é como um tributo ao Metallica, que é deduzido pelo bigode do Gaspard, uma suposta homenagem ao James Hetfield e o crucifixo utilizado pela banda, referência ao Master of Puppets. Mas ainda teria o próprio nome da dupla, "Justice", referente ao ... And Justice For All. Se é verdade, eu não sei, o que sei é que em 2008, fizeram um tributo ao Metallica que serviu de encerramento para o show deles, presente no álbum A Cross The Universe (álbum fuderástico, só não postei porque notei que é preciso conhecer melhor o CD "†" para depois cair na farra). Sutilmente a faixa se chama "Final" ("Metallica" seria mais sutil, mas tudo bem).

    A banda também faz muitas outras referências:
    O título da faixa "One Minute to Midnight" é uma referência à canção "Two Minutes to Midnight", do Iron Maiden.
    A capa do seu álbum de estreia é na verdade, em referência ao álbum Electric Warrior do grupo de rock T. Rex.
    Sua canção "Let There Be Light" é também uma homenagem à banda AC/DC com sua canção "Let There Be Rock".
    Outra marcante é a D.A.N.C.E., referindo-se ao Michael Jackson.

    Além de tais referências e homenagens, é notável as muitas alusões que fazem ao cristianismo. E tem um papo aí que os diretores "satanistas" colocaram imagens subliminares no DVD A Cross The Universe...

    Enfim, um projeto extremamente interessante, não só musicalmente. Se você curte The Bloody Beetroots, Sebastian, Daft Punk, Lifelike, Alan Braxe, Modjo, Boys Noize e outros da cena francesa/italiana e de electro house, com certeza está perdendo tempo ao não baixar este CD.
    terça-feira, 13 de janeiro de 2009
    Avatar

    Massive Attack - Collected

    2 comentários

    Gênero: Trip Hop
    Ano: 2006
    País: Inglaterra

    Comentário: Bem, não sou muito fã de Trip-Hop, mas Massive Attack é sensacional. A banda, composta oficialmente por 3D (Robert Del Naja) e Daddy G (Grant Marshall), foi formada em torno da influente e lendária casa noturna Dug Out e do soundsystem de estilo jamaicano. A casa tocava uma inovadora mistura de hip hop, reggae, new wave, o antigo house e techno. Essa é a cara de Massive Attack, com umas pitadas de blues e uma batida muito gostosa de ragtime.
    Esse trabalho traz as melhores músicas da banda, como 'Angel', 'Butterfly Caught', 'Live With Me' e 'Safe From Harm' (amostra).

    Ótima pedida para quem conhece o estilo, ou para quem quer conhecer.


    Tracklist:

    CD1:

    1. Safe From Harm
    2. Karmacoma
    3. Angel
    4. Teadrop
    5. Inertia Creeps
    6. Protection
    7. Butterfly Caught
    8. Unfinished Sympathy
    9. Risingson
    10. Future Proof
    11. Five Man Army
    12. What Your Soul Sings
    13. Sly
    14. Live With Me


    CD2:

    1. False Flags
    2. Incantations
    3. Silent Spring
    4. Bullet Boy
    5. Black Melt
    6. Joy Luck Club
    7. Small Time Shoot ‘Em Up
    8. I Against I
    9. I Want You
    10. Danny The Dog





    Donwload CD1:

    Download Rapidshare
    Download zShare
    Download Badongo
    Download Megaupload

    Download CD2:

    Download Rapidshare
    Download zShare
    Download Badongo
    Download Megaupload

    Quem escreve e faz os uploads:

     
    Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

    Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.