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domingo, 1 de dezembro de 2013
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Bandas Amigas #4 - Oxyde Noir, A Transgressão & Thrills And The Chase

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Pois bem, cá estamos de volta, após uma semana, com a edição quatro do nosso quadro Bandas Amigas, onde nós apresentamos a vocês três bandas que nos enviaram material. Três bandas selecionadas por nós num universo de dezenas de bandas que nos enviaram coisas ao longo do tempo em que não tivemos espaço para elas aqui. Tempo este que acabou, e portanto aqui estamos.

Hoje temos uma edição que vai contar com música eletrônica sombria, post-punk e rock alternativo. Deliciem-se.


Oxyde Noir

O Oxyde Noir é uma banda americana de Nova York que se propõe a uma tarefa interessante: compor trilhas sonoras para filmes imaginários. E pelo que se pode perceber, filmes noir. A banda já lançou até a data três aĺbuns, sendo que o primeiro deles, Monochrome, foi-nos enviado para que postassemos, e cá estamos o fazendo.

A sonoridade do grupo é soturna, ainda que eletrônica, hipnotizante e intensa. As batidas lembram trip-hop, enquanto que as melodias lembram o Dark Ambient. É um som indescrítivel mas extremamente bom de se ouvir. E extremamente pictórico, imprimindo em nossas mentes cenários decadentes e serenos. Confiram.

Esse é o tipo de banda que eu imaginaria ouvir numa balada underground russa bancada por um mafioso do petroleo, tipo aquela que o Rammstein toca em Triplo X, sabe? É exatamente essa a atmosfera que o Oxygen Noir me remete. Essencialmente um industrial de construção delicada, mas com várias influências externas, o maior feito desse EP é a criação de uma atmosfera extremamente imersiva e agradável de mergulhar.

- Koticho


Um ótimo exemplo de como utilizar batidas eletrônicas sem perder de vista a dramaticidade da coisa. Um som que soa orgânico, vibrante e insano como deve ser. Só achei que as músicas poderiam se estender um pouco mais, gosto quando esse tipo de atmosfera domina o ambiente por mais tempo.

- Áquila



Conheça melhor o Oxyde Noir: Facebook//Site Oficial

Monochrome
2012


Tracklist:
1.Automat 02:51   
2.Hot Heart 02:54   
3.Alfheim 03:41   
4.Arthropod 03:46   
5.Insect State 03:44

Download: Mediafire









A Transgressão

A Transgressão é uma banda de pós-punk/garage rock da cidade de Campinas, São Paulo. Formada em 2008, a formação explora a mistura entre os estilos citados anteriormente numa atmosfera lo-fi e despretenciosa. O resultado é uma sonoridade despojada, sombria e leve ao mesmo tempo. Darkwave at it's finest.

A banda nos enviou seu EP de 2012, "Um Dia Para o Resto de Sua Vida". Confira.

O cover de A Forest do The Cure que encerra o EP mostra exatamente o que é a banda. Soa realmente como um EP perdido dos anos 80, que bebe direto da fonte da onda mais soturna do Post-Punk, junto da energia que as bandas de Garage Rock carregavam com suas guitarras distorcidas e aceleradas.

- Koticho


Certamente aquela banda ruidosa que pede para ser ouvida ao vivo, em um encontro de bandas locais, tanto quanto em um CD bem produzido, no qual qualquer tentativa de aliviar os ouvidos das transgressões sonoras é coisa para fracos. A banda cumpre o papel, embora seja aquele papel rabiscado e amassado que faz companhia para algumas moedas dentro do bolso. Esse é o espírito. E ainda tem seu charme com músicas que acabam repentinamente. Confesso, porém, que a faixa que dá título ao álbum não me conquistou tanto, acredito em riffs mais marcantes e no investimento em letras em inglês para as próximas gravações. Destaco “Industrial Village Lover” e o cover de “A Florest”, do The Cure.

- Damien Willis



Conheça melhor o A Transgressão: Facebook

Um Dia Para o Resto da Sua Vida
2012 - EP

Tracklist:

1. Constrói e Destrói 4:31    
2. hey You Download 2:53    
3. Visita de Vincent Price 2:38    
4. Industrial Village Lover 3:12    
5. Um Dia Para o Resto Da Sua Vida 2:11

Download: Mediafire









Thrills And The Chase

Banda paulistana, que se define como " trazendo uma roupagem moderna para melodias inspiradas no glam dos anos 70, folk, blues e jazz", mas que no fim das contas soa como uma banda de hard rock dos anos 70/80 em formato moderno, bem produzida e chegada aos retoques comerciais da música atual. Tudo da banda é bem produzido, bonito e chama atenção. A começar pelo visual da banda, indo até a produção dos clipes, como este que podem ver aqui embaixo.

Hard Rock não é exatamente meu gênero preferido, mas não dá pra negar que a Thrills & Chase se esforçou em executar a formula do gênero que já tá pra lá de batido da maneira certinha. É tudo muito bem feito e produzido, o som tem punchy e refrõezinhos grudentos, estão ok dentro da sua proposta, os fãs do gênero devem ficar satisfeitos.

- Koticho


As músicas funcionam muito bem, bom vocal e produção bastante decente que certamente agradarão aos que não esperam surpresas, mas que gostam de um som mais convencional, vamos assim dizer, e com qualidade. Não sou um amante do rock feito pela Thrills & The Chase, que aparenta mostrar o caminho entre a raiz e o fruto do estilo de música que faz, mas destaco o carisma que senti ao ouvir as músicas e a qualidade evidente que pode ser notada impressa logo na capa.

- Damien Willis


Thrills & The Chase neste EP promove o encontro do hard rock com a linguagem pop, pois refrões e riffs grudentos são o tom . A produção é caseira, mas honesta. Destacam-se as faixas "Moping Jack" e "Damsel in Distress", cujo vídeo clipe é muito bem dirigido.

- Bruno Lisboa



Conheça melhor o Thrills And The Chase: Site Oficial // Facebook


Introducing Thrills And The Chase
2013 - EP


Tracklist:

1.Damsel In Distress  4:00
2.Rogue Vogue   3:19
3.One For The Road   1:44
4.Sister Thriller    4:13
5.Moping Jack    3:24
6.Does The World Owe You Anything    4:00


Download: Link Direto




E é isso aí pessoal, ficamos por aqui com essa edição da coluna. Até semana que vem!
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Johnny & The Hookers - Roquestar

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Gênero: Glam Rock
País: Brasil
Ano: 2011

Comentário: Johnny Hooker, ou John Donavan, surgiu para mim tal qual aparição pelas zapeadas da TV aqui de casa um tempinho atrás. Não me lembro do ano, mas vi um clipe de “Amor Marginal”, a rodar no Multishow graças ao programa Geleia do Rock, no qual Johnny era um dos integrantes.

O clipe era simples: figuras com máscaras animalescas e um cara de maquiagem carregada, andrógino cantando em desespero um clamor terrivelmente ultrarromântico, quase byronesco (isso é um neologismo ou existe?). Não resisti, me encantei pela música daquela figura de olhos marcados, roupas anacrônicas e voz dolorosa.

Baixei a música e ouvi-a compulsivamente, aliás. Passado algum tempo vi que o tal do Johnny tinha gravado um álbum e fui lá eu correndo para baixa-lo. Encontrei Roquestar meio de supetão, sem saber se mais uma dessas gravações de fundo de quintal ou se tinha qualidade no áudio, mas esperei o download acabar e me deparei com esse álbum que vos apresento agora.

Roquestar tem um ar de Cazuza, aliás, essa é uma das referências do Johnny. Cazuza, Bowie, Freddie Mercury, Ney Matogrosso, o cara bebe de todas essas fontes e consegue fazer algo original – com esse sotaque nordestino que, desculpem o quase palavrão, taqueparel, não resisto. Adoro regionalidades e o nordeste para mim é um polo incrível para música e o Johnny não fica atrás. Ele resgata uma essência verdadeiramente rockstar, divertido, engajado em suas causas e a sua maneira, poético, lírico, rebelde, muitos são os adjetivos para enquadrarem obra e artista – e ambos cabem muito bem nesse discurso.

O Johnny brinca com a própria infância e sexualidade no álbum. Em “Coisas de Menino” que tem toda uma levada rocker rebelde fala de um tema bastante polêmico, descoberta da sexualidade ainda na infância, acho que pela proposta do artista e do álbum foi uma saída mais leve e explícita do que atribuir uma melodia mais melancólica à canção. Muito peculiar essa saída e verdadeiramente casada com a estética proposta pelo Roquestar.

“Amor Marginal”, “Só pra eu ser teu homem” e “Nine out of ten” é a melhor sequência do álbum, de longe. As faixas complementam-se mutuamente, começam doloridas e vai para uma explosão com o meio em quase loop e o vocal mais gritado de “Nite Out of Ten”, que se finda com um violão bem suave emendando em “Monogamia”, para encerrar de uma maneira um pouco mais branda o álbum.

“Pare de ser roquestar” tem uma atitude tipicamente rebelde, uma das marcas das músicas do Johnny e essa rebeldia vinda de sua inspiração em Cazuza, aliás enquanto resenhava o álbum me deixei contaminar pela vibe do mesmo e fiquei ouvindo-o em loop infinito e quase todo mundo que passava perto pensava que fosse de fato o Cazuza, mas ainda não sei se isso é um ponto positivo ou negativo.

O bônus fica por conta de uma gravação simples de voz e violão de “Me leve”, uma faixa que funciona bem para acalmar o espírito rebelde que paira por sobre o álbum, talvez a gravação não esteja excelente, mas fica como um bom registro acústico dá para perceber bem a maleabilidade da voz de Johnny: a mesma que clama por amores que viram poesia em amores marginais faz-se calmaria embalada em tristezas que fazem bem.

Tracklist:

01. Candeias Rock City
02. Coisas de Menino
03. Roquestar
04. Amor Marginal
05. Só Pra Eu Ser Teu Homem
06. Nine Out Of Ten
07. Monogamia
08. Pare de Ser Rockstar
09. Me Leve (bônus)

Download: MEGA

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
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Secos & Molhados - Secos & Molhados I

9 comentários
Gênero: Glam Rock / MPB / Folk
País: Brasil
Ano: 1973

Comentário: É com imenso prazer que lhes trago o primeiro marco histórico do rock nacional. Em 1970, João Ricardo passou em frente a uma mercearia em Ubatuba e havia uma placa escrita "Secos e Molhados",  e a partir dai, criou o nome do grupo, que em sua concepção tinha a idéia de  "um nome que não determina coisa alguma, que se abre para todos os gêneros". Ele se juntou a Fred e Pitoco como um grupo vocal. Após algumas apresentações e com certa fama no meio mais cult de São Paulo, Fred e Pitoco resolveram seguir seus próprios caminhos e deixaram o grupo. Foi então que Luhli, uma adimiradora do conjunto e parceira de João, indicou Ney Matogrosso, que era artista plástico e ator no rio de janeiro, e tinha uma voz perfeita para o que o grupo procurava, fazendo que Ney se mudasse para a terra da garoa, e junto com Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo que juntou-se a eles, e construiram a formação clássica dessa banda reverenciada até hoje.

Secos e Molhados é um grupo conhecido pela postura inédita e muito a frente da sua época nos palcos, juntando maquiagens, figurinos estravagantes, danças sensuais, androgenia e músicas que vão do folclore a poesias de gênios como Vinicius de Morais e Manuel Bandeira. Algumas fontes relacionam o uso das máscaras, pelo anonimato, pois em plena ditadura militar que em 1963, o governo federal havia baixado o decreto-lei número 314, subordinando a lei de imprensa, que no Brasil abrangia o rádio, a televisão e as agências de informação, à Nova Lei de Segurança Nacional. Em 13 de dezembro de 1968, o governo baixou o Ato Institucional numero 5(A.I.5) que instituiu a censura no Brasil. Tal ato  regularizou a "suspensão de liberdade de reunião, associação, censura de correspondência, da imprensa, das telecomunicações e diversões públicas", e causou a perseguição e a tortura de vários artistas da época, mas eu creio que o uso de maquiagens vai muito além disso, sendo um dos motivos óbvios, a parte teatral e espetacular que a banda buscava na época.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
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Lesbian Bed Death - Designed By The Devil, Powered By The Dead

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Gênero: Gothic Rock/Glam Punk
País: Reino Unido
Ano: 2010

Comentário: Certo, todos já conhecem a origem do nome/termo utilizado por esta banda, haja vista que este foi exposto no post do álbum I use my powers for evil. Então, vamos à “história” da banda:

Lesbian Bed Death foi formada em 2004, como projeto paralelo de Dan Peach (um cara aí pré-histórico, que faz parte de 2132323 bandas e outros 3232323232 projetos paralelos). A idéia proposta por Peach era homenagear o segmento “Gothic-Glam-Punk” (WTF?) que se desenvolveu junto à carreira musical dele.

Primeiramente, LBD era apenas um duo, composto por Dan Peach e Johnny Hell (este último é outro que também possui projetos e bandas paralelas). Depois virou um trio, com a entrada de Magic Andy no baixo. E assim foi até a saída de Johnny e entrada de Luci4 em seu lugar. Ela ficou nos vocais dos dois álbuns citados aqui: I use my powers for evil e Designed by the devil, powered by the dead. No entanto, saiu pouco depois do término da gravação deste. Então, veio Kittie Racchea para assumir o microfone na última produção do LBD, o single Moonlight (que já está disponível para download, contanto que você pague! Como nós − up’s do Ignes − ainda não temos carteira assinada, férias, remuneração e tudo mais, não pude postá-lo aqui. Desculpa). No fim, LBD sempre foi uma banda de refúgio composta basicamente de músicos convidados, que já faziam parte de outras bandas e projetos e adoram colocar nomes gigantescos nos álbuns.

− E o som?
Provavelmente se você está aqui, é porque já ouviu o primeiro álbum da banda. Então, meu parecer é: essencialmente o som do LBD não se perdeu do primeiro álbum. Na verdade, acredito que os dois se complementam como uma caminhada para a escuridão, haja vista que Designed by the devil, powered the dead é um pouco mais − sonoramente falando − obscuro; com umas baladinhas com guitarras pesadas. No mais, a tonalidade do vocal, a bateria, o baixo e tudo mais permanecem no impasse entre sexo e rock’n horror.

Particularmente, não gosto dessa banda. Porém, pediram algo e aqui está. Então, você que pediu (e os outros que vão no embalo) não seja um maldito e volte para dizer o que achou. Obrigada!


Tracklist:
01. Designed By The Devil, Powered By The Dead
02. Moonlight
03. Drowning (In Your Love)
04. Bela Lugosi's Back
05. No Tears Please
06. Without A Sound
07. Mr. Nastytime
08. Sin When You're Winning
09. Catholic Sex Kitten
10. Retrosexual
11. Sinner
12. Drowning The Phoenix




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sábado, 23 de abril de 2011
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Queen - The Legendary 1975 Concert

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Gênero: Rock/ Hard rock
País: Inglaterra
Apresentação: 1975 Lançamento: 2009
Qualidade: Video: Xvid 656x496 25.00fps [Stream 00] // Audio: MPEG Audio Layer 3 48000Hz stereo 192kbps [Stream 01]
Tamanho/formato: 700Mb // AVI

Comentários:
Parece que não basta ser uma das maiores bandas da história da música, nem possuir algumas das mais belas e empolgantes músicas, que logo virariam verdadeiros hinos. Não basta toda a complexidade, a elaboração musical, mas de fácil aceitação (o que a torna uma das bandas mais comerciais). Nem mesmo o vocal inconfundível de Freddie Mercury, ou os solos de Brian May.
Aparentemente tudo isso não bastava para o Queen, como podemos ver neste oportuno registro de um de seus shows primordiais.
Em The Legendary 1975 Concert temos todas as qualidades do Queen (e demais coisinhas), mas ainda assim se propuseram a fazer um show inesquecível, daqueles que você sente saudades mesmo sem nunca ter visto pessoalmente.

O show ocorreu na Véspera de Natal, em Londres, no London's Hammersmith Odeon (hoje, provavelmente conhecido como Hammersmith Apollo), e contou não somente com as furiosas e apaixonantes composições originais do Queen, mas também com alguns improvisos explendidos e, ao final, uma surpresa natalina contendo troca de roupas, covers e efeitos, que se traduzem em bolhas de sabão, luzes, fumaça, bexigas e bonecas infláveis.

Freddie, assim como Brian, Roger e John, ainda em suas versões joviais, cabeludos, deveras extravagantes em suas roupas combinadas e justas, além, é claro, das performances que chegam a ser afeminadas e muito vigorosas.

Apesar de podendo ser considerado um show de início de carreira, com quatro álbuns lançados — e muitos outros por virem, a banda já possuía canções muito boas, incluindo o lançamento Bohemian Rhapsody, que como todos devem saber é sem dúvida uma obra prima, talvez a melhor junção de balada, hardrock e opera já criada. Contudo o maior destaque é a fase 'medley', à partir dos 5:57 onde começa uma sequência de músicas, quase sem intervalos, unindo-as. Uma sequência devastadora que começa nos toques iniciais de Bohemian Rhapsody, passando a ficar um pouco mais agitada com Killer Queen, depois cai em March Of The Black Queen, com destaque para o piano ao comando de Freddie e um clima mais hard. E para finalizar a corrida, voltamos em Bohemian Rhapsody, porém desta vez aos toques finais, fechando lindamente.

Mas o show não está nem perto de acabar e logo somos surpreendidos com a agitada, porém curta Bring Back That Leroy Brown. Vai rolar muito som: animados, lentos, tudo que tiver direito. Mas vamos chegar à despedida.

Freddie prepara um ritual, digamos 'sensual' que acompanha o cover de Big Spender, música de Cy Coleman e Dorothy Fields que viera a ter até coreografia e seria cantada, em suma, por mulheres até os dias de hoje (ao qual posso destacar The Pussycat Dolls). Tal música talvez ficara marcada pela interpretação de Shirley Bassey, no qual pode conferir clicando aqui. Em seguida vem Jailhouse Rock, música escrita por Jerry Leiber e Mike Stoller, e interpretada por Elvis Presley, como poderá relembrar neste vídeo.
Um final com muito brilho, no sentido mais boiola da palavra, entretanto, genial e com muita potência.

Este show foi gravado em 1975, porém foi lançado recentemente pela BBC em qualidade de audio e vídeo superiores.

Tracklist:
0:00 2009 introduction by Bob Harris
1:02 Now I”m Here
5:43 medley:
5:57 Bohemian Rhapsody
8:09 Killer Queen
10:19 March Of The Black Queen
11:49 Bohemian Rhapsody (reprise)
12:52 Bring Back That Leroy Brown
14:16 Brighton Rock
21:42 Son And Daughter
23:25 Keep Yourself Alive
27:58 Liar
36:26 In The Lap Of The Gods… revisited
40:58 Big Spender
42:27 Jailhouse Rock
46:26 credits

Download:
Mediafire: Parte1//Parte2//Parte3//Parte4
Megaupload: Parte1//Parte2//Parte3//Parte4
Easyshare: Parte1//Parte2//Parte3//Parte4
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
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Roxy Music - Roxy Music

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Gênero: Art Rock, Glam Rock
País: Inglaterra
Ano de Formação: 1972


Comentário: Na minha opinião, Roxy Music é uma banda injustiçada. Seu reconhecimento é muito pequeno se comparado à sua qualidade, originalidade e influência.

Muitos músicos estudados e competentes passaram pela Roxy Music, e eu gostaria muito de registrá-los individualmente por aqui. Mas vou enfocar apenas dois deles: Bryan Ferry (vocal) e Brian Eno (sintetizador). Ambos tiveram grande êxito em suas carreiras após o “fim” da Roxy Music, por isso seus nomes podem soar familiares mesmo para quem não conhece a banda. Ferry segue em carreira solo, e lançou em 2010 o álbum Olympia, que conta com parcerias ilustres. Eno é músico e produtor de renome, atuando de diversas formas.

Roxy Music é o álbum homônimo de estréia da banda. O disco é o resultado de uma tensão entre os dois músicos que destaquei acima.

Ferry, idealizador da banda, era bem ligado ao soul americano, ao soft art-pop britânico. Ele puxava a Roxy Music para um lado Pop. Eno sempre buscou um estilo experimental, inovador, priorizando a teoria musical. Roxy Music (e seu sucessor "For Your Pleasure") são o resultado dessa tensão: um som derivado do Rock dos anos 50 e 60, uma pitada de Jazz, presença de saxofone e uma avalanche de experimentalismos, efeitos eletrônicos e quebras de padrões.

A primeira faixa, Re-Make/Re-Model, já é um maravilhoso show de estranhezas. Efeitos futuristas, arranjos experimentais, recortes, pequenos solos de cada instrumento, um trecho marcado por um bizarro e cacofônico duo de guitarra e saxofone embalados por uma linha de teclado nada convencional. Este estranho trecho é uma das minhas passagens instrumentais favoritas, entre tudo o que conheço.

As demais faixas não se repetem. Nostálgicas, alegres, viajantes, tristes, longas ou sem sentido algum. Mas sempre com um instrumental de poder indescritível, aliado à fortíssima voz de Bryan Ferry e, é claro, à ousadia de Brian Eno (dos demais integrantes também, inclusive Ferry) para incrementar canções de formas jamais vistas. Para completar, a produção do álbum foi feita por Pete Sinfield, letrista do antigo King Crimson.

Mais tarde, Ferry e Eno não se deram bem, Eno caiu fora, e a Roxy Music foi, aos poucos, perdendo o seu experimentalismo, culminando no álbum Avalon, de 1983, que carrega Pop, Soul e Disco de uma forma bem elegante e sofisticada. Esta mudança não foi ruim, pois concedeu à Roxy Music um reconhecimento maior e uma excelente discografia.

A Roxy Music influenciou grande parte do movimento New Wave/Post-Punk dos anos 80 e foi uma das principais bandas a difundir o luxuoso Glam Rock. Depois de tudo, não entendo como a banda é tão pouco citada quando fala-se de bandas dos anos 70.

Eu conheci a Roxy Music no filme "Reflexos da Inocência", onde a canção "If There Is Something" tem um papel fundamental. Este blog é dedicado a músicas, mas não posso deixar de aproveitar a oportunidade de recomendar este drama sutil, cuja emoção parte principalmente da música. Assistam. E ouçam.

Site Oficial
Myspace


Tracklist:

1. Re-Make/Re-Model – 5:14
2. Ladytron – 4:26
3. If There Is Something – 6:34
4. Virginia Plain – 2:58
5. 2HB – 4:30
6. The Bob (Medley) – 5:48
7. Chance Meeting – 3:08
8. Would You Believe? – 3:53
9. Sea Breezes" – 7:03
10. Bitters End" – 2:03



Download:
(73mb, 223kbps)
MediaFire || Rapidshare || Outros links no Mirrorcreator.com
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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Europe - Last Look At Eden

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Gênero: Hard Rock / Heavy Metal
País: Suécia
Ano Lançamento: 2009

Comentário: Last Look At Eden é o oitavo álbum de estúdio da banda de Hard Rock sueca Europe.
Segundo a própria banda, esse novo álbum é fruto de uma nova visão, da qual também estão explorando novos estilos, o que é bem verdade.

Para quem conhece a carreira do Europe, esta sempre subestimada por canções como o hino-pop "The Final Countdown" e mesmo "Carrie", percebeu a modernizada que a banda deu neste CD, deixando um pouco o lado farofa no passado, contudo, sem se tornar mais uma banda pop à perder suas bases, como vemos em bandas como Bon Jovi. Se aventurando novamente nas bases do HeavyMetal e AOR, notamos levadas mais funkeadas e outros elementos (que até nos fazem lembrar, em certas faixas, de trabalhos da fase intermediária do Mr. Big), em conjunto de uma notável produção.

Durante uma entrevista para a estação chilena de rádio, Radio Universo, o vocalista Joey Tempest disse: "o Last Look At Eden é mais Europe do que os álbuns Secret Society e Start from the Dark. Last Look At Eden é um álbum verdadeiramente Europe.". Então, já puderam notar que esse álbum promete, mas também cumpre.
Bom, pelo menos eu já o considero um dos melhores da carreira da banda. Gostei da nova visão.

MySpace||Official Site

Tracklist:
1."Prelude"
2."Last Look at Eden"
3."Gonna Get Ready"
4."Catch That Plane"
5."New Love in Town"
6."The Beast"
7."Mojito Girl"
8."No Stone Unturned"
9."Only Young Twice"
7."U Devil U"
8."Run with the Angels"
9."In My Time"
DivShare||RapidShare||MegaUpload
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
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Brats + Danger Zone (Pré-Mercyful Fate) - Discografia

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Gênero: Punk (1978-79), Heavy Metal/Hard Rock/Punk (1980-81) [Brats] - Heavy Metal [Danger Zone]
País: Dinamarca
Formações: 1978 e 1981

Comentário/Biografia:
Esta banda que voz trago é nada mais, nada menos, que a pré-Mercyful Fate — embora também tenhamos de incluir a banda "Danger Zone", mas deixemos isso para o fim do post — formada em 1978 em Compenhagem (Dinamarca) com sua sonoridade punk, o estilo crucial para bandas como Mercyful Fate e King Diamond, porém bem distante do que elas são hoje em dia.

Em sua formação original tínhamos Hank Shermann (seu verdadeiro nome é Rene Krolmark, na época conhecido como Hank de Wank) na guitarra, o vocalista Franz De Zaster, o baterista Eddie Haircut e o baixista Mickey Rat.

Nessa época a banda participou de uma compilação dinamarquesa chamada Pære Punk, juntamente com outras bandas como Lost Kids, Slim, No Knox, Sods, Elektrochok, Kliché e Dream Police.
Porém Brats morreu em 1979 (mesmo ano da compilação) como simplismente uma banda de Punk, e reformulou-se agora acompanhando a onda do pesado Heavy Metal. Mas já não contava com os mesmos membros, a não ser por Hank Shermann, único integrante original presente até o fim da banda — fim este chegado anos mais tarde.

Hank Shermann recrutou o baixista e vocalista Yenz Leonhardt (Geisha, Zoser Mez, Lacrimosa, Iron Savior, Stormwarrior), o baterista Lars Monroe e, posteriormente o segundo guitarrista Michael Denner.

Com este line-up, lançaram em 1980 o álbum "1980" pela CBS (relançado em CD pela Diamond Records em 1999), mas logo em seguida Denner saiu e foi substituído por Carsten van Der Volsing e Yenz foi substituído por King Diamond nos vocais (mas permaneceu como baixista). E é aí que começa a criação de uma nova banda.

A banda era um híbrido de punk e metal, mas o rei (King Diamong, que acabara de se desfazer da banda Black Rose) não queria cantar punk rock, então a banda começou a escrever canções mais pesadas do que antes (algumas delas mais tarde se tornariam canções do Mercyful Fate, embora com diferentes títulos e letras). A CBS não gostou do novo material, fazendo com que a banda encerrasse o contrato. Yenz (que formara depois a banda Geisha) e Monroe deixaram a banda, e o restante da banda se tornou o Mercyful Fate, agora com um novo baterista, Jan Musen.


Essa transformação ainda teve a colaboração da banda Danger Zone (banda criada por Denner após a saída do Brats, ao lado de Hansen), pois King Diamond e Hank Shermann foram requisitados a ajudar Michael Denner em sua Demo. Entretanto, o resultado foi tão satisfatório que, acabaram se fundindo de vez, ainda adicionando o baterista Kim Ruzz. Ou seja, são bandas diferentes, contrariando alguns releases que dizem que "Brats" é um nome antigo para Mercyful Fate.

Esse foi o fim definitivo do Brats e do Danger Zone, mas o início do Mercyful Fate, presos à memória de 1981.

Nisso, a banda já possuía um clima bem próximo ao MF que conhecemos hoje, ainda mais pela reciclagem que fora feito da maioria das músicas — outrora prontas para o DZ — porém com novos títulos e novas letras, aparecendo em alguns álbuns ao decorrer de sua nova carreira.

Em 2008, a banda Brats lançou The Lost Tapes: Copenhagen 1979, que na verdade foi o seu primeiro álbum, mas que nunca fora lançado antes.

Abaixo fiquem com o álbum "1980", a demo de 1981 (também conhecida como 18th January 1981, com King Diamond nos vocais. Álbum este com músicas que foram rebatizadas/modificadas e se tornaram faixas do Mercyful Fate), o "The Lost Tapes: Copenhagen 1979", as duas demos do Danger Zone (Demo (1981) e DemoII (1982)) e a coletânea "Paere Punk", que como bônus está também com as faixas das demais bandas participantes... aliás, se é pra ter bônus, que seja algo decente. Então adicionei também uma compilação intitulada "The Lost Tapes 1978-1984", sob o nome de Mercyful Fate... porém como podemos notar, o material contém tanto faixas antes da criação do MF como da antiga banda do King, a Black Rose. Não sei quem a fez, obviamente não é oficial, mas parece se tratar de algum tipo de bootleg... não é lá muito confiável, mas em todo caso vale muito a pena baixar, até porque pela data, está totalmente relacionado ao Brats.

Ouçam e notem a progressão do punk (um punk muito bem elaborado e, certamente que me refiro ao álbum "1980") para o Heavy Metal (já numa sonoridade típica dos projetos de King, porém sem tanta excentricidade). Não só a sonoridade, mas as letras são bem distintas também, pois incluia temas como conflitos internos e até amor.

Material raro em ótima qualidade. Tentei também deixar claro as informações sobre as tracklists (claro que foi copiado, mas a partir de uma pesquisa, pois podem notar informações retiradas de vários sites e blogs), então, o "bootleg" e o disco 1980 nos informam se as faixas são inéditas (unreleased), de onde foram retiradas/emprestadas/onde estão hoje (from:) e qual nome receberam depois, com a formação do MF (later:).

PS: Apesar de todas estas informações, o tal bootleg não está com as devidas Tags, e eu, por estar confuso quanto ao material, resolvi não editá-las. Qualquer informação é bem-vinda.

Última formação:
King Diamond (Kim Bendix Petersen) - Vocals (1981) (Black Rose (Dnk), Mercyful Fate, Danger Zone (Dnk))
Hank Shermann a.k.a. Hank De Wank (Rene Krolmark) - Guitars (1977-1981) (Mercyful Fate, Fate (Dnk), Zoser Mez, Gutrix, Shermann Soldiers, Force of Evil, Rax Load, Demonica)
Carsten Van Der Volsing - Guitars (1980-1981)

Ex-membros:
Yenz (Jens Arnsted) - Vocals, Bass & Acoustic Guitar (1979-1981) (=Y=, Stormwarrior, Geisha (Dnk), Iron Savior, Savage Circus)
Monroe (Lars Nybo) - Drums, Synth Drums, Piano (1979-1981) (Suck)
Michael Denner - Guitars, Vocals (1979-1980) (Mercyful Fate, King Diamond, Force of Evil, Iron Space, Zoser Mez, Danger Zone (Dnk))

Formação da fase Punk:
Franz De Zaster (Michael Gorm) - Vocals (1978-1979)
Mickey Rat (Michael Hillerup) - Bass (1978-1979)
Eddie Haircut (Milan Balsgaard) - Drums (1978-1979) (R.I.P. (1959 - 1992) - died due to illness)

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Brats

1980 (1980)
Tracklist:
1. Oy-905 04:01
2. Tame Me (Insomniac) 04:27
3. B-Brains 03:12
4. Punk Fashion 01:30
5. Complex (Don't Destroy Me) 06:16
6. Fuel 02:14
7. Heavy Rocker 06:43
8. Pinned On My Eyelids 02:47
9. Sense My Boy 04:06
10. Ogcah Ghaszlihr 00:31
11. Accepted 02:45
12. Zombie People 04:43

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Demo (1981)
Tracklist:
1. Death Kiss (later: A dangerous Meeting)
2. Fightin' for the Knighthood (unreleased)
3. Love Criminals (later: Into the Coven)
4. Combat Zone (unreleased)
5. Night Riders (later: Curse of the Pharaohs)
6. Sometimes you're deadly (unreleased)
7. Powers of Darkness (later: Return of the Vampire)

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The Lost Tapes: Copenhagen 1979 (2008)
Tracklist:
1. On Dope 01:15
2. No School 02:09
3. Technology Baby 02:34
4. Sense My Boy 02:36
5. Prostitute 02:02
6. Individual 01:20
7. D.I.M.T. 01:39
8. Zombie People 02:35
9. Disco Sissy 02:23
10. Punk Fashion 01:25
11. Dreams 02:28
12. I Do What I Wanna Do 01:35
13. Can't Sleep 03:25
14. Mr. Normal 01:58
15. Ladies 02:07
16. So Alone 06:11

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VA - Paere Punk (1979)
Tracklist:
Side 1:
Lost Kids:
- 1. Asocial
- 2. Skrid
- 3. Skidt På Det Samme Lokum
Sods (senere Sort Sol):
- 4. Rock ´n´ Roll
- 5. Tin Can People
- 6. Military Madness
Elektrochock:
- 7. Consume
- 8. The Doomed Generation
Slim:
- 9. Anker
- 10. Fuck The Queen
Side 2:
Kliché:
- 11. Militskvinder
- 12. Farvel
Brats:
- 13. Dreams
- 14. I Do What I Wanna Do
- 15. Magazine
Dream Police:
- 16. Johnny, Come With Me
- 17. Bubbles
No Knox:
- 18. D.C. Copenhagen Guy
- 19. Stock On My Cock
- 20. New Pain

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Danger Zone

Demo (1981)
Tracklist:
1. Persecution 03:44
2. Mission: Destroy Aliens 04:35
3. Truck Driver 02:40
4. Killed for Love 03:32
5. Not Amusing 03:36

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Demo II (1982)
Tracklist:
1. Persecution 03:38
2. I'm Alright 05:42
3. Death Kiss 04:44

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Outros

The Lost Tapes 1978-1984
Tracklist:
1 Hard Rocker (unreleased)
2 Combat Zone (unreleased)
3 Love Criminals (later: Into the Coven)
from THE MERCYFUL FATE DEMOS, 1982
4 Evil Lord (later: Melissa)
from THE BLACK ROSE Sessions, 1978
5 Some Day (later: On a night of Full Moon & Desecration of Souls)
6 Death Kiss (later: A dangerous Meeting)
from THE MERCYFUL FATE DEMOS, 1981
7 Persecution (unreleased)
8 I’m Alright (most say that's the song "I'm alrigt", but thats false)
9 Death Kiss
from THE ‘DANGER ZONE’ Sessions, 1982
10 Shadow Night (Devil’s Daughter)
recorded Live in Copenhagen, Denmark, August 15, 1982
11 Walking Back To Hell (later: Death Kiss & A dangerous Meeting)
12 On a Night of Full Moon (later: Desecration of Souls)
recorded Live in Copenhagen, Denmark, July 23, 1982

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
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Whitesnake - Slide It In

1 comentários

Gênero : Hard Rock
País : Estados Unidos
Comentário : Um dos melhores discos da famosa Cobra Branca.O álbum foi lançado em 1984 por David Coverdale, Jon Lord e cia.O disco traz nada mais nada menos que os clássicos de Slow An' Easy, Love Ain't No Stranger e Guilty of Love.

Site

Tracklist :

Versão Americana

"Slide It In" (Coverdale) – 3:20
"Slow an' Easy" (Coverdale, Moody) – 6:08
"Love Ain't No Stranger" – 4:18
"All or Nothing" – 3:40
"Gambler" – 3:58
"Guilty of Love" (Coverdale) – 3:24
"Hungry for Love" (Coverdale) – 3:28
"Give Me More Time" – 3:42
"Spit It Out" – 4:26
"Standing in the Shadow" (Coverdale) – 3:42

Versão da Europa

"Gambler" – 3:57
"Slide It In" (Coverdale) – 3:20
"Standing in the Shadow" (Coverdale) – 3:32
"Give Me More Time" – 3:41
"Love Ain't No Stranger" – 4:13
"Slow an' Easy" (Coverdale, Micky Moody) – 6:09
"Spit It Out" – 4:11
"All or Nothing" – 3:34
"Hungry for Love" (Coverdale) – 3:57
"Guilty of Love" (Coverdale) – 3:18
"Need Your Love So Bad" (Little Willie John) - 3:14
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
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Parasite City - Minstrels Creed

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Gênero: Sleaze/ Glam-Hard Rock
Ano: 2010
País: Finlândia

Comentários: conheço parasite city a pouco tempo mas posso já dizer que é uma das minhas bandas favoritas.
o segundo album da banda segue a mesma formula do primeiro album, Riffs e refroes que ficam na cabeça, (mas são riffs bons)
e um vocal muito perfeito, um vocal, como meu amigo descreveu "drogado, bebado" que combinado com as guitarras, bateria e baixo, fazem
um som muito bom.
Obs: queria perdi desculpa por essa resenha horrível, é a primeira que eu faço.
Resenha por: Pedro Henrique Menezes  Twitter: @pedromenezesr

Tracklist:
01 - Our Song
02 - Lick and a promise
03 - Play Minstrel Play
04 - Give Me
05 - Good enough for you
06 - Movies
07 - Bagful of sin
08 - Eye for an Eye
09 - Wasting my time
10 - Seven years
11 - Not for the quitters
sábado, 3 de julho de 2010
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Parasite City - 10 Hits to K.O.

2 comentários
Gênero: Sleaze/ Glam-Hard Rock
Ano: 2008
País: Finlândia

Comentário: Esse é o primeiro CD desta banda que faz um ótimo hard rock com grande influência de punk. Enfim, é um CD do caralho.

Créditos ao Ederson Novacki, que nos enviou este material via e-mail.

Desculpas pela demora. Você enviou-nos no começo do ano e só agora está sendo postado. Essa demora, em partes, é em decorrência dos momentos complicados que passamos este ano.
MySpace//OficialSite

Tracklist:
1 - Nymphomaniac
2 - Rockstar
3 - Selfish
4 - Sweet Lady
5 - Burn
6 - No Place Like Home
7 - Secretly Mine
8 - Falling to Pieces
9 - Tombstone
10 - Battle Song

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domingo, 6 de junho de 2010
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The Darkness - Discografia

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Gênero: Hard Rock/Glam
País: Inglaterra
Periodo em Atividade: 2000 - 2006

Biografia: Os irmãos Justin Hawkins e Dan Hawkins nasceram em Suffolk, na Inglaterra, e montaram uma banda de covers, com Dan nos vocais. Em 1997, Justin foi para a universidade em Huddersfield e Dan foi para Londres à procura de uma banda em que ele pudesse tocar. Foi lá que conheceu o baixista Frankie Poullain, com quem dividiu um apartamento.

Nos finais de semana, Justin e um baterista amigo dos irmãos, Ed Graham, visitavam Dan em Londres. O trio montou uma banda de rock progressivo chamada Empire. Não durou muito porque eles não ficaram satisfeitos com o resultado, principalmente com a performance de Dan nos vocais. Um tempo depois, Justin participou de um concurso com a canção “Bohemian Rhapsody”, do Queen. Dan ficou impressionado com a performance do irmão e percebeu que Justin deveria cantar dali para frente.

Os irmãos decidiram chamar os amigos de volta. Frankie estava na Venezuela e voltou para Londres. Já Ed Graham tocava em outra banda, mas saiu para acompanhar o grupo. Em 2000, nascia o grupo de glam rock The Darkness e os dois primeiros anos foram dedicados ao circuito musical de Londres. Em 2002 saiu o EP “I Believe in a Thing Called Love”, pelo selo independente Must Destroy Music.

Naquele ano, eles abriram shows para o Deep Purple e Def Leppard e, no início de 2003, foi lançado o single “Get Your Hands Off My Woman”, que alcançou a 36º na parada britânica. A Atlantic Records interessou-se pelo grupo e colocou nas lojas o disco de estréia “Permission to Land”. Antes de chegar nos Estados Unidos, o grupo teve que regravar uma canção do disco para tirar o excesso dos palavrões. Um ano depois do lançamento, comemoraram 1,2 milhões de cópias vendidas na Inglaterra e mais de meio milhão nos Estados Unidos.
A consagração veio em 2004, com quatro indicações ao Brit Awards. Foram elas: Grupo Revelação, melhor Grupo Inglês, Banda de Rock e Disco. O grupo levou as três últimas.
Em 2005 Frankie Poullain sai da banda e é substituido por Richie Edwards,no mesmo ano que estava sendo gravado o albúm One way ticket to hell...and back, Richie Edwards não tocou baixo no disco,pois todas as partes de baixo já tinha sido gravada por Dan H. mas ele deu os créditos a Richie,no mesmo sai o single “One Way ticket”.


No ano de 2006 o The Darkness lança dois singles "Is it just me ?" e "Girlfriend",no meio do ano de 2006 é anunciado a saida do vocalista Justin Hawkins, foi declarado que sua saida da banda foi por causa de drogas tanto que ele se internou numa clinica de tratamento.
No começo de 2007 é anunciada a entrada de um novo integrante na banda, Toby MacFarlaine que assumi o posto de baixista da banda, já que Richie assumi o posto de vocalista.
Os ex-membros do The Darkness (Dan, Ed, Richie) formam uma nova banda chamada de Stone Gods junto com Toby.


Permission To Land
Ano: 2003
Tracklist:
1. Black Shuck
2. Get Your Hands Off My Woman
3. Growing On Me
4. I Believe in a Thing Called Love
5. Love Is Only a Feeling
6. Givin' Up
7. Stuck in a Rut
8. Friday Night
9. Love on the Rocks With No Ice
10. Holding My Own
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One Way Ticket To Hell... And Back
Ano: 2005
Tracklist:
1. One Way Ticket
2. Knockers
3. Is It Just Me?
4. Dinner Lady Arms
5. Seemed Like A Good Idea At The Time
6. Hazel Eyes
7. Bald
8. Girlfriend
9. English Country Garden
10. Blind Man
Download pelo 4Shared
Download pelo Badongo

terça-feira, 4 de agosto de 2009
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Crashdïet - Rest in Sleaze

3 comentários

Gênero: Hard Rock/Punk/Glam/Sleaze
País: Suécia
Ano: 2005

Comentário: Crashdïet é minha (segunda) banda favorita por isso fiquei meio nervosa quando vi que já tinham postado um álbum deles aqui, por sorte não era esse [o RIS é um dos meus álbuns favoritos então acho que tenho alguma coisa pra comentar sobre]. Sei lá, sinto que é meio obrigação minha postar.
Talvez eu seja um pouco suspeita para falar do trabalho do Crash, principalmente na época do Dave. Foi realmente uma lástima que David Hellman (aka Dave Lepard) tenha falecido em 2006, mas pelo menos deixou esse álbum que serviu de influência para várias bandas que até hoje vem surgindo. Acho que o Crashdïet, começando com esse álbum, foi a primeira "grande" banda a surgir na cena Sleaze nos anos 2000 e foi a que fez o estilo virar uma verdadeira praga principalmente na Suécia ("praga" no bom sentido xD). As letras dessa época da banda são bem menos fúteis do que é normal do estilo, mas o resto é bem característico, é um hardrock com influências punk. Bem, ouçam e tirem suas próprias conclusões :). E em breve teremos o terceiro álbum da banda com novo vocalista.

Tracklist:
01. Knokk 'Em Down
02. Riot in Everyone
03. Queen Obscene (69 Shots)
04. Breakin' the Chainz
05. Needle in Your Eye
06. Tikket
07. Out of Line
08. It's a Miracle
09. Straigh Outta Hell
10. Back On Trakk

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Badongo
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
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Crashdïet - The Unattractive Revolution

1 comentários


Gênero: Hard Rock, Glam Rock
País: Suécia
Ano Lançamento: 2007
Comentário: Crashdïet havia lançado o primeiro album intutulado "Rest In Sleaze". Após a perda do vocalista Dave Lepard, Olliver Twisted assumiu os vocais da banda.
The Unattractive Revolution é o mais novo album do Crashdïet, ele consiste com musicas marcantes como "In The Raw", "Falling Rain", a antiga demo "I Can Sense A Lie" que agora é "Die Another Day", musicas quentes como "Overnight" e "XTC Overdrive", as seguintes faixas "I Don't Care" e "Alone" teve participação especial de Mick Mars (guitarrista do Mötley Crüe), porem as duas ultimas faixas "Bound To Be Enslaved" e "Buried Song" são meio chatas mas por isso não vai fazer o album perder nota.
Além de ter musicas surreais e agitantes, teve também um ótima produção e arranjos musicais que fez do album ser mais do que maravilhoso e por isso o album merece nota 10.

Tracklist:

01 - In The Raw
02 - Like A Sin
03 - Falling Rain
04 - I Don't Care
05 - Die Another Day
06 - Alone
07 - Thrill Me
08 - Overnight
09 - XTC Overdrive
10 - Bound To Be Enslaved
11 - Buried Song

D
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