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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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Magma - Ẁurdah Ïtah

2 comentários

Gênero
: Zeuhl/Rock Progressivo
País: França
Ano: 1974

Comentário: Mais um capítulo (o quinto, após os álbuns Kobaia (1970), 1001° Centigrades (1971), Mekanïk Destruktïw Kommandöh (1973) e Köhntarkösz (1974) ) da discografia do Magma, trago-vos o segundo movimento do primeiro ciclo do Theusz Hamtaahk, ou "Tempo do Ódio" em Kobaiano, cuja terceira parte é o álbum  Mekanïk Destruktïw Kommandöh e a primeira nunca foi lançada como álbum de estúdio (no entanto em breve postarei o áudio do show onde o Magma tocou simplesmente todo o primeiro ciclo do Theusz Hamtaahk, em 2001, mas ainda falta alguns capítulos).

Pra quem é marinheiro de primeira viagem nas loucuras geniais de Christian Vander, recomendo a leitura de todos os posts anteriores da saga. É tudo muito complexo pra ser explicar em poucas linhas. Mas caso esteja preparado e paramentado para novamente mergulhar na mente de Vander, continue lendo e vamos afundar no Theusz Hamtaahk.



Ẁurdah Ïtah na verdade começa sua concepção não como um álbum do Magma, mas como um álbum criado para o filme Tristan et Iseult, do diretor avant-garde Yvan Lagrange (que tem uns pedaços no Youtube, aqui e aqui, por exemplo, mas a critica não é muito boa não... hehe) e contava ao invés da formação original do Magma, com os seguintes membros: Zëbehn Strain De Geustaah (Christian Vander - piano, bateria, vocais, eletronicos, outros), Wahrgenuhr Reugehlemaesteh (Jannick Top - baixo), Thaud Zaia (Stella Vander - vocais) e Klotsz Zaspiaahk (Klaus Blasquiz - vocais, percussão). Apesar de todos os 4 serem membros originais do Magma, o disco é privado de justamente as maiores características do Magma: Os metais, como o sax, e outros instrumentos operáticos que davam o caráter todo épico ao Zeuhl. No entanto ainda assim o disco segue praticamente a mesma construção do diretamente anterior, MDK, e é atualmente tão ovacionado pelos fãs a banda como genial quanto o próprio MDK. E apesar de ser em si uma Soundtrack, o disco tem uma história própria - embora esse seja o trecho mais indecifrado da história de Kobaia.

O disco pode ser traçado praticamente como após o desfecho do MDK, com o profeta Nebehr Gudahtt tendo conseguido coverter todos os terráqueos a Kohrmanites, ou terráqueos que aceitam a filosofia, religião e cultura Kobaiana. No entanto ainda assim muitos terráqueos criam o chamado "Tempo da Escuridão", que é uma guerra sangrenta rebelde contra Kobaia, que é retratada de forma magistral nos acordes dissonantes e atonais do disco em contraste com passagens melódicas e limpas com vocais femininos angelicais. Sem dúvida do ponto de vista de cenário musical, até por ser uma OST, este é o álbum onde Christian foi mais feliz e consegue imprimir em nossa mente com mais perfeição a história do disco. Toda a história doẀurdah Ïtah baseia-se justamente no seu título: Ẁurdah Ïtah significa "Terra Morta". O conto do álbum é uma metáfora de como os próprios terráqueos destróem o mundo em que vivem com guerras e conflitos de interesses, necessitando de uma ameaça externa que os unifica, no caso, contra os Kobaianos.

Como de costume, Ẁurdah Ïtah é absolutamente magistral musicalmente ao incorporar no rock progressivo elementos de óperas épicas a nível de Stravinsky, o jazz de nomes como John Coltrane e os coros a lá Carl Orff. Por isso não decepciona apesar de ser um álbum menos espetaculoso que os anteriores, pela diminuição de membros na banda. Mas eu acho até interessante esse fato, sinceramente, Ẁurdah Ïtah é o disco mais intimista do Magma.

PS: Tentarei ser mais frequente nos posts que se sucederão a esse, embora a história fique cada vez mais difusa e incompreensível. Mas aguardem, tem muitas lacunas na história dos Kobaianos que só serão reveladas mais a frente. Aguardem!

LastFM

Tracklist:

Lado Um

1. "Malawëlëkaahm" 3:37
2. "Bradia da Zimehn Iegah" 2:18
3. "Maneh Fur Da Zess" 1:38
4. "Fur Dihhel Kobaia" 4:55
5. "Blum Tendiwa" 3:29
6. "Wohldunt Mem Deweless" 3:29

Lado Dois


1. "Wainsaht" 2:30
2. "Wlasik Steuhn Kobaia" 2:46
3. "Sehnnteht Dros Wurdah Sums" 3:24
4. "C'est la Vie Qui les A Menes La!" 4:58
5. "Ek Sun Da Zess" 2:16
6. "De Zeuhl Undazir" 3:40

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terça-feira, 1 de novembro de 2011
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Magma - Köhntarkösz

4 comentários


Gênero
: Progressive Rock/Zeuhl
País: França
Ano: 1974

Comentário:

Seguindo (depois de meses de atraso, procrastinação e vários pedidos - mentira só alguns mas atendo com carinho <3) retorno com o 4° álbum da discografia da banda francesa de rock progressivo Magma, idealizada pelo baterista Christian Vander conhecida por três fatos distintos além de sua música: cantar essencialmente em Kobaiano, lingua fictícia criada por Vander para contar a história de Kobaia, que pode ser acompanhada até aqui nos outros 3 posts da série, Kobaia(1970), 1001 Centigrades(1971) Mekanik Destruktiv Kommandoh(1973)e por ser criadora do gênero do rock progressivo conhecido como Zeuhl, um misto de opera, rock progressivo, jazz fusion e rock experimental (falando bem simplóriamente).


Bem, seguindo a história contada pelos álbuns da banda, Köhntarkösz é o que seria o primeiro ato da segunda trilogia do Theusz Hamtaakh, a história de Ëmëhntëhtt-Rê, que foi planejado inicialmente para ser um conjunto de 3 ciclos formados cada por 3 trilogias somando 9 álbuns,  cujo terceiro ato do primeiro ciclo é o álbum anterior, Mekanik Destrukiv Kommandoh e o segundo seria o álbum Wurdah Itah(1974) que eu pulei na discografia pelo fato de ser um álbum solo de Christan Vander, e não exatamente um álbum do Magma, mas será o próximo álbum que postarei. No entanto como pode-se observar pela incrível falta de cronologia da história ao longo dos álbuns, a idéia inicial de nove álbuns foi aparentemente (aparentemente, ressalto que a falta completa de cronologia nos levará a boas surpresas nos álbuns mais recentes da banda) colocada de lado após este álbum que vos posto, no entanto a história contida nele contarei a seguir (leia os outros posts pra entender a história até aqui).

Este é um dos mais sombrios álbuns do Magma, e não por acaso - esse é o álbum com o conceito mais obscuro e cheio de suspense. A história começa quando Köhntarkösz, um arqueologista, encontra a tumba do faraó Ëmëhntëhtt-Rê. Ao explorar a cripta, Köhntarkösz começa a ouvir vozes estranhas e visões bizarras que ele rapidamente identifica como partes da vida do faraó, e pouco a pouco as peças se encaixam formando a vida de um homem que passou a vida tentando entender o funcionamento do universo e buscando a imortalidade, mas que é assassinado próximo de conseguir seu objetivo. Depois de lentamente adentrar na cripta de Ëmëhntëhtt-Rê, Köhntarkösz finalmente chega a tumba do faraó própriamente dita e ao agitar a poeria sob o caixão de pedra a poeira que sobe libera esporos que fazem com que o arqueólogo instantaneamente entenda todo o progresso de Ëmëhntëhtt-Rê até o momento de sua morte. A partir de então, o arqueólogo passa a dedicar sua vida a completar o objetivo do faraó, que é contada em álbuns que só seriam lançados 30 anos depois.

Como de costume para o Magma, este álbum é épico, envolvente e enigmático, com muito menos vocais que os outros álbuns mas uma atmosfera ainda mais sombria e inspirada no Jazz Fusion que os outros álbuns. Recomendado, assim como toda a discografia da banda, por todos os motivos que fazem do Magma uma banda única: Seja seu estilo único, seja seu conceito único, ou a virtuosidade de Christian Vander.

Só por curiosidade, a última música do lado B, Coltrane Sundia (Descanse em Paz Coltrane), é uma homenagem póstuma ao saxofonista John Coltrane.

Vou tentar não atrasar muito o próximo capitulo, até breve.

Tracklist:

Lado Um
1- "Köhntarkösz (Part I)" (Christian Vander) – 15:22
2- "Ork Alarm" (Jannick Top) – 5:28

Lado Dois
3- "Köhntarkösz (Part II)" (C. Vander) – 15:55
4- "Coltrane Sündïa" (C. Vander) – 4:11

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quinta-feira, 21 de julho de 2011
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Magma - Mekanïk Destruktïw Kommandöh

6 comentários

Gênero: Rock Progressivo/Zeuhl
País: França:
Ano: 1973
Comentários: Pedindo desculpas logo de cara pela minha ausência recente no blog, trago-vos a terceira parte da discografia detalhada do Magma, que eu prometi e fiquei devendo. Dando continuidade a história e a evolução musical dos álbuns grupo, Mekanïk Destruktïw Kommandöh é um dos mais aclamados e conhecidos discos da banda, muito pelo fato que o ficou conhecido como "Zeuhl" estilisticamente se define de verdade nesse álbum. Entenda-se por coros, elementos sinfônicos, baixo obscuro e pesado, vocais em kobaiano e jazz fusion. Pra quem está boiando ao ler esse parágrafo, procure outros posts do Magma do blog para ouvir os primeiros, antes de seguir para o MDK e os próximos posts.

Ficou meio grandinho a bagaça hoje, então vou dar um break aqui, se quiser ler sobre a história contida em MDK, clique no leia mais, e vamos novamente adentrar de cabeça no universo criado por Christian Vander.




O álbum anterior, 1001° Centigrades, contava a história dos primeiros mensageiros terráqueos que voltaram de Kobaia para repassar a evolução que viram naquele planeta, principalmente sobre a moral dos habitantes kobaianos. Após uma série de desventuras, os mensageiros retornam a Kobaia e deixam no nosso planeta uma série de seguidores que se dedicam a manter viva a mensagem Kobaiana. Este álbum nos introduz a uma trilogia chamada Theusz Hamtaahk ( Tempo do Ódio) que conta o período entre a visita dos mensageiros de Kobaia à Terra e o processo de assimilação da mensagem por eles trazida. Neste álbum o protagonista é um profeta chamado Nebehr Güdahtt que prega aos terráqueos que a única salvação da nossa alma é a busca de uma limpeza moral, só conseguida ao começar a adorar a deídade suprema kobaina, chamado 'Kreuhn Kohrmahn'. E isso seria feito, não por acaso, através da chamada Zeuhl Wortz, um tipo de música sagrada.

Logo Nebehr alcança prestígio e começa  ter muitos seguidores. Porém, nem todos se sentem bem com a situação, especialmente devido a um tipo de imperialismo cultural provocado pelos conceitos kobaianos sempre considerados superiores aos terráqueos. No entanto, embora tenha tido uma má recepção no início, aos poucos o povo da Terra vai se tornando adepto da Zeuhl Wortz e cada vez mais se convencendo da mensagem de Nebehr como real caminho de iluminação.

O título do álbum, Mekanïk Destruktïw Kommandöh, se refere a uma arma de destruição em massa com qual o governo de Kobaia ameaça a Terra no álbum anterior, com o objetivo de ter seus mensageiros libertos. Apesar da mensagem de paz e iluminação, a arma se mantém durante a trilogia Theusz Hamtaahk  como constante forma de domínio kobaiano sobre a Terra. Pouco se tem certeza sobro que o fim da trilogia, visto apenas Christian Vander sabe ao certo o idioma com o qual canta, e pouco revelou sobre. Não se sabe ao certo se, por exemplo, a Terra acabou por seguir a "religião" de Kobaia ou foi destruída pela MDK, depois de anos de insurreição ao domínio cultural alienígena.

Além disso, MDK é oficialmente o terceiro capitulo da saga Theusz Hamtaahk; a segunda parte da trilogia seria lançada só no ano seguinte no álbum Ẁurdah Ïtah, que originalmente foi feito para a trilha sonora do filme "Tristan et Yseult" do diretor Yvan Lagrange. A primeira parte seria lançada só depois das outras duas, no disco Köhntarkösz (ambos são os próximos posts da discografia).

Como notado, aqui a história começa a tomar forma de uma trama bastante complexa e, acreditem, a coisa vai piorar ainda. Espero que curtam este que é um dos melhores discos da série e aguardem o próximo post.

Tracklist:

Lado Um
Hortz Fur Dëhn Stekëhn West – 9:36
Ïma Süri Dondaï – 4:30
Kobaïa Is de Hündïn – 3:34

Lado Dois
Da Zeuhl Wortz Mekanïk – 7:48
Nebëhr Gudahtt – 6:02
Mekanïk Kommandöh – 4:10
Kreühn Köhrmahn Iss de Hündïn – 3:13

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sexta-feira, 17 de junho de 2011
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Magma - 1001° Centigrades

2 comentários
Gênero: Rock Progressivo, Zeuhl
País: França
Ano: 1971
Comentários:

Vou postar a série de todos os discos do Magma. Portanto não vou repetir a história inicial sobre a banda que contei no post do primeiro álbum, confira aqui.

Então, no ano seguinte ao debut, Christian Vander e seu grupo lançam mais um capítulo na saga dos Kobainos, 1001° Centigrades. Aqui a história é a seguinte, após a chegada dos primeiros terráqueos a Kobaia, estes já desenvolveram uma sociedade, cada vez mais impressionados com o avanço tecnólogico que eles vão alcançando num novo lar. O álbum começa com a chegada dos primeiros emissários Kobaianos de volta a Terra, com as noticiais do novo planeta, do desenvolvimento que produziram, as melhores qualidades em relação ao nosso planeta, e tudo mais. Apesar de inicialmente bem vindos, logo eles são subitamente presos e impedidos de retornar a sua nave para regressar a Kobaia, mas ainda conseguem enviar uma mensagem de resgate ao planeta, que logo providencia uma equipe de resgate enviada a Terra em busca de seus emissários aprisionados.

A equipe de resgate consegue libertar os principais oficiais da comitiva aprisionada, e os governantes da Terra acabam libertando o resto por medo de uma "arma mortífera" com a qual os Kobainos ameaçam destruir a Terra, seu próprio planeta de origem. Os kobaianos libertados juram nunca mais retornar a Terra, mas sua visita se torna eternamente lembrada pelos terráqueos, como herança dos ensinamentos e desenvolvimentos capazes de resolver problemas na própria Terra. No entanto, um habitante em especial, chamado de Nebehr Gudahtt, se lembra de forma especial desses visitantes regressos. A história dele é contada no próximo disco do Magma, Mekanik Destructiw Kommandoh, que fica pro próximo capítulo :B

Musicalmente o que temos aqui é disco de um lado de uma única faixa de mais de 20 minutos contando a épica aventura da chegada dos emissários e seu aprisionamento. Essa faixa segue muitos caminhos diferentes dentro de si própria, com vários andamentos, trechos jazzísticos e tudo mais. E neste álbum o kobaiano é muito mais frequente que no debut, portanto quem sentiu falta disso agora vai se deliciar, pois o álbum é bem menos instrumental. O segundo lado do disco é mais espetacular que o primeiro, com duas músicas maravilhosas, bebendo a goladas da fonte do Jazz Fusion. Esperem linhas de teclado virtuosas, solos maravilhosos e improvisações de varios instrumentos coexisitindo numa harmonia - literalmente - alienígena. Destaque pra última faixa, Ki Ïahl Ö Lïahk, que é perfeita!

Tracklist:

1. Rïah Sahïltaahk (21:45)
2. "Iss" Lanseï Doïa (11:46)
3. Ki Ïahl Ö Lïahk (8:23)

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Prévia: Magma - Ki Ïahl Ö Lïahk

terça-feira, 14 de junho de 2011
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Magma - Kobaïa

2 comentários
Gênero: Rock Progressivo, Zeuhl
País: França
Ano: 1970
Comentários:

O Magma é uma idealização do baterista Christian Vander que criou mais que uma banda, mas também um estilo e uma história, contada ao longo dos próximos 10 álbuns do grupo, durante três décadas. A história é de uma terra futurista, onde nós somos obrigados a fugir do nosso planeta em direção a um outro planeta chamado Kobaïa. Clichê? Talvez. Mas o fato é que Christian foi muito além disso: criou também o idioma "kobaiano" e todos os álbuns do Magma são cantados nele. Além disso, a história ao longo dos discos aparentemente se torna complexa, embora nunca tenha sido divulgado algum tipo de tradução as músicas, somente fragmentos da história contados nos encartes dos discos e a atmosfera das músicas que nos indica o desenrolar da trama.

Musicalmente, o disco é de um rock progressivo absurdamente experimental, com diversas influências bem evidentes como o Ambient, a música étnica, a ópera, e principalmente o Jazz Fusion. Como é logo notado ao se escutar o disco, todas essas influências juntas formam um som totalmente original, especialmente pelo kobaiano, fato este que levou a várias bandas seguirem essa estrutura (ou a liberdade dela) sonora e a essas bandas foi-se dado o gênero Zeuhl, palavra em kobaiano que significa "celestial". Entre elas destacam-se por exemplo o Univers Zero da Bélgica e o Ruins, do Japão, que é uma banda inclusive bem recente.

Então esse é um disco totalmente incrível, seja na sua originalidade ou na sua qualidade musical em si, com o uso de diversos instrumentos, especialmente muitos metais, estruturas musicais pouco usuais usadas de forma magnifica na construção dos climas da história e improvisações maravilhosas em vários trechos das músicas executadas de forma perfeita por músicos do mais alto cacife.

Fazia tempo que não rolava um álbum de Rock Progressivo aqui, então aproveitem essa pérola. Quem sabe upo o resto dos álbuns dessa banda magnífica compondo a história dos Kobaianos, descedentes dos primeiros habitantes terráqueos a colonizar Kobaïa. Recomendado pra quem curte um prog complexo muito bem executado.

Tracklist:
Disc 1 (43:07)
1. Kobaïa (10:15)
2. Aïna (6:15)
3. Malaria (4:20)
4. Sohïa (7:35)
5. Sckxyss (3:47)
6. Auraë (10:55)

Disc 2 (39:13)

1. Thaud Zaïa (7:00)
2. Naü Ektila (12:55)
3. Stöah (8:05)
4. Mûh (11:13)

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