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sexta-feira, 23 de outubro de 2015
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Crib45 - Marching Through The Borderlines

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Gênero: Post-Metal/Atmospheric Sludge
País: Finlândia
Ano: 2014

Comentário:
Mais tardio do que este post, Marching Through The Borderlines foi parido em abril de 2014, cinco anos após o primeiro e até então único full-length da banda Crib45, o Metamorphosis, um dos discos das levas subsequentes da cena post-metal que mais me agradaram, assumindo posições elevadíssimas no meu ranking ficcional (pois não existe de fato, não costumo piramidar discos). Foi um disco de estreia memorável, muito embora a banda não tivesse tanto reconhecimento. Bom, pelo menos não se ouvia falar de Crib45 por aqui.
Apesar da espera, Marching Through The Borderlines se mostrou igualmente bem conduzido, ainda apresentando, vez ou outra, os saborosos saxofone e clarinete do primeiro disco e o vocal convincente de Teemu Mäntynen. A diferença, aos meus ouvidos, em relação ao lançamento anterior está numa produção mais caprichada — embora, tenho de confessar, a produção mais "natural" é um dos pontos que mais me fez gostar de Metamorphosis —, em passagens eletrônicas de bom caimento e algumas outras performances bem pontuais no decorrer da obra.

A saída de vários integrantes também causou uma dissemelhança entre as obras, já que alguns deles eram também vozes de apoio. Uma pena, já que os vocais limpos ao lado do som rasgado, alto e ao mesmo tempo grave emitido por Teemu era de uma complementação belíssima. Entretanto, há de se notar que este disco foi conduzido de forma que necessitasse um pouco menos de vocais de apoio e, quando chega a hora, não apresentam tanto destaque como ouvíamos antes, principalmente porque aqui é comum estarem gritando, envoltos de muita distorção provinda das guitarras. Mas no geral, os novos integrantes se saíram bem e não tenho queixas.

Enquanto o Metamorphosis nos alegra a cada música, tornando-as individualmente memoráveis, deixando as vezes um pequeno vácuo no feeling entre elas, Marching Through The Borderlines parece se preocupar mais com o todo, com a coesão entre as nove faixas. Um álbum diferente, com uma nova formação (à exceção de Teemu) e que soa naturalmente mais moderno, mais alternativo que seu antecessor.

Ambos os discos, assim como singles e EPs, podem ser ouvidos através do Spotify.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
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Crib45 - Metamorphosis

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Gênero: Atmospheric Sludge/Post-Hardcore
País: Finlândia
Ano: 2009

Comentário: Metamorphosis é o primeiro e único full-length da banda Crib45, que só lançara duas demos e um EP. Formada em 2002, na cidade de Helsinki, Finlândia, Crib45 começou como uma banda de Grunge, mas que felizmente evoluiu para uma sonoridade ainda mais alternativa e experimental. A sonoridade da mesma é muito boa e mesmo original. É pesada e lenta, como outras bandas do estilo, porém com uma beleza desigual em meio ao clima mórbido, melancolista, que até demonstra requintes de "progressividade". Tudo isso fortalecido por suas letras que falam sobre a fraqueza humana, tristeza e a dor.

A banda praticamente não possui informações escritas, deixando-nos apenas a par de sua música da forma mais importante e significativa que existe, que é através de áudios e vídeos que mostram, mesmo depois de quase 10 anos de estrada, que a banda ainda está se encontrando e tem um longo caminho a ser explorado. Principalmente porque, tendo como principais influências bandas do nipe de Perfect Cirle, Nine Inch Nails, Faith No More, Khoma, Cult of Luna, Isis, Callisto e Deftones, é muito difícil fazer algo ruim e certamente eu lhes digo que é uma interessante revelação a ser acolhida.

FanSite||BandCamp
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
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Bandas Amigas #6 - Lingering Last Drops, Ilusion e The Tape Disaster

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Lingering Last Drops
Apesar de já ter feito parte do selo Sinewave, Lingering Last Drops apresenta neste mais recente lançamento ("no") uma estética muito diferente do que conhecemos por shoegaze, embora seja notável a presença deste gênero na mente, composição e execução de Carlos Paraná (que começou sozinho e, embora não seja mais o única pessoa na banda, a formação é inconstante e não citarei outros nomes). Seu som vai além de melancolia, mas traz também influências que parecem ter vindo de soundtracks de filmes de terror, jazz e até ritmos tribais, que como dito por Carlos: (…) Vai desde os terrores orquestrados de Scott Walker até o batmacumba dos Mutantes.
A banda surgiu em 2006, tendo lançado seu primeiro trabalho "The Lingering Last Drops" em 2009 pelo Sinewave — o que logo anuncia a possibilidade de um shoegaze — e "Daylight or Something Similar" em 2010, que distanciou bastante da sonoridade do primeiro disco. Agora em "no", seu mais recente lançamento, nos é apresentado uma estética diferenciada e com uma forte tendência a barrar alguns ouvintes logo de cara, graças a presença da faixa "Innocent". Ao decorrer do disco, o som se "harmoniza", ao mesmo tempo em que se enegrece e experimenta mais, com o vocal cedendo espaço para uma instrumentação mais melancólica.

Pignianos sobre esse som:
"A proposta como um todo é interessante, easy-listening e tudo mais. Mas o vocal realmente está aquém de todo o resto."
— Forbidden

"O vocal na música "Innocent" pode barrar alguns possíveis ouvintes, ou até servir como um diferencial, mas o mais importante é que o disco funciona estranhamente bem com todo esta psicodelia, drone, elementos eletrônicos, ritmos tribais, influência jazz e outras que enriquecem seu post-rock."
— Damien Willis

Disco: no [EP]
Ano: 2013
Gênero: Post-rock/ Experimental

Tracklist:
1.innocent 04:13
2.boxes 05:01
3.the moon canyons 04:00
4.iqlusion\flatliner blues 10:12
5.outerspace 03:38
6.false projection 03:51
7.musidora 04:53

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Links: BandCamp//WordPress







Ilusion
Com uma sonoridade e estilo próprio de quem vive na capital paulista (ou você acha que só nordestino e sulista podem ser reconhecidos pela forma de fazer música?), compartilham de certa semelhança com bandas entre Dance of Days e Glória — mas não só isso. É uma banda que ainda engatinha, embora seus integrantes demonstrem boa experiência adquirida de bandas anteriores, trazendo um ar de confiança bastante claro para uma banda que surgiu somente em 2012. Em 2013 lançaram seu primeiro EP, intitulado "Distância" e contendo 6 faixas que exalam o cheiro dos shows paulistanos e arredores. Lançaram também o single "Fim dos Tempos", uma alusão e inclusive lançada na própria data de 21 de dezembro de 2012, dia do fim do mundo (o evento foi adiado), que segundo Guilherme Krol, guitarrista da banda: "Essa foi uma idéia interessante, porque tivemos duas semanas para compor a música e gravar, o que gerou uma correria enorme e muitas noites sem dormir.".
Ilusion é formada por Vazz (Vocais), Ícaro (Guitarra Solo), Krol (Guitarra) e Lêe (Bateria). Saca o clipe de "Outro Lugar".

Pignianos sobre esse som:
"Uma das faixas que mais gostei fora "Fim dos Tempos", onde tanto o vocal como instrumental me convenceram, mesmo com sua sonoridade faltando um bom acabamento e o vocal se desviando as vezes. Aliás, nota-se isso na maioria de suas faixas e talvez uma melhor produção já elevaria muito o som proposto pelos rapazes, mas ficaria contente também com uma sintonia melhor do vocal em determinadas músicas ou passagens. Só que, curiosamente, ainda assim o vocalista marca muita presença, representando demais o som dos caras e sendo bastante cativante. Nenhuma critica mais severa ao instrumental, pelo menos não ao som que a banda se propõe a fazer."
— Damien Willis

Disco: Distância [EP]
Ano: 2013
Gênero: Post-Hardcore/ Metal Alternativo

Tracklist:
1.Outro Lugar
2.Castelos de Areia
3.Monstro
4.Ponto de Partida
5.Fim dos Tempos
6.Não

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Links: Facebook//Soundcloud







The Tape Disaster
Apesar de toda a ecleticidade deste blog, é inegável que um dos pontos fortes, e também fracos de um grupo entre os colaboradores, tanto daqueles que saem, como dos que continuam, é o post-rock e congêneres. E parece não ser o bastante corrermos atrás de bandas do gênero, também temos que aturar que elas apareçam em nossos e-mails (Óh, que tormento!). E dessa forma que The Tape Disaster chegou até nós de uma forma mais direta, porque na real estivera sempre perto, logo ali naquele antro de audição chamado Sinewave. E definitivamente não é uma banda desconhecida neste meio, graças a participação em festivais (alguns deles promovidos pelo próprio netlabel) e lançamento de materiais de grande beleza e profundidade. O quarteto de Porto Alegre, que é Andres Araujo (baixo), Bruno Severo (guitarra), Rubens Formiga (bateria) e Thivá F.S (guitarra), lançou em 2011 seu primeiro EP, intitulado "Realidade Aumentada" e em 2012 "A Voz do Fogo" (Alan Moore detected), este com apenas duas músicas, mas que somam 12 minutos de puro êxtase. Saca o clipe de "Vitor Hugo (Hoje Utopia Amanhã Carne e Osso)".

Pignianos sobre esse som:
"Achei a sonoridade do "The Tape Disaster" bem sinestésica, se puder adjetivar assim, como dizem no release da banda é até rotulável, mas realmente complexo. Acho que as faixas tem aquela introspecção que eles mesmo pregam, mas transcendem, em algum momento, e você se pega indo além da música e se conecta realmente com o que eles fazer. Me agradou muito, de fato. (nem sei se dá pra entender muito disso, mas foi a primeira impressão que a banda me causou)."
— Lucas Rodrigues

"Bandas instrumentais de post-rock/post-hardcore soam maravilhosas quando fazem exatamente o que a gente espera que façam, e com competência. The Tape Disaster é simplesmente isso."
— Forbidden

Disco: A Voz do Fogo [EP]
Ano: 2012
Gênero: Post-rock/ Instrumanetal

Tracklist:
01. A Voz do Fogo
02. Vitor Hugo (Hoje Utopia, Amanhã Carne e Osso)

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sábado, 2 de novembro de 2013
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Red Fang - Whales And Leeches

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Gênero: Stoner Rock
País: Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário: Formado em 2005, em Portland, o Red Fang encontrou o sucesso com o estrondoso Murder The Mountains, de 2011. Os videoclipes cômicos somados a qualidade surpreendente da banda alavancou o Red Fang, garantindo shows em grandes festivais e tours ao redor do mundo. Puxado pelo single ‘Wires’, Muder The Mountains foi, indiscutivelmente, um dos melhores discos daquele ano.

Whales And Leeches chega dois anos depois e mostra porque o Red Fang é uma das melhores bandas da atualidade. Seria normal que o Red Fang embarcasse no sucesso do lançamento anterior e apostasse na mesma fórmula, gravando vários discos iguais, garantindo uma base de fãs e o conforto de uma banda consagrada. Mas, contrariando as expectativas, lançaram um disco mais pesado, urgente, com músicas curtas e diretas e isso é ótimo.

O disco abre com ‘DOEN’ e a bateria parece anunciar que pela frente vem um grande álbum. Com exceção de ‘Dawn Rising’ as músicas são bem curtinhas, de três a quatro minutos em média. ‘Blood Like Cream’, ‘No Hope’, ‘Crows In Swine’, ‘1516’ e ‘This Animal’ são os maiores destaques do disco. Whales And Leeches é uma afirmação do Red Fang como uma grande banda e um disco para ser ouvido sempre no volume mais alto possível.

Tracklist:
1. DOEN
2. Blood Like Cream
3. No Hope
4. Crowns In Swine
5. Voice Of The Dead
6. Behind The Light
7. Dawn Rising
8. Failure
9. 1516
10. This Animal
11. Every Little Twist

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013
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Nine Inch Nails - Hesitation Marks

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Gênero: Industrial, Alternative, Experimental, Dark Ambient, Noise
País: Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário: Resenhar o disco de uma banda pela qual tenho enorme admiração, que significa tanto para mim e com a qual me identifico bastante sem soar tendencioso parece uma tarefa complexa.

O Nine Inch Nails surgiu da mente perturbada do jovem Trent Reznor no final dos anos 80. Com o som caótico de seu disco de estreia, Pretty Hate Machine e o Ep  Broken lançado em seguida, a banda conquistou público e crítica. Mas, foi com o lançamento de The Downward Spiral que a banda explodiu de vez, em um sentido quase literal. A performance do Nine Inch Nails no Woodstock 94 é simplesmente histórica. A imagem de Trent coberto de lama, correndo freneticamente, derrubando tudo e todos que ficassem em seu caminho é a mais icônica de sua carreira. De lá pra cá muita coisa mudou. O som do NIN ficou mais sombrio, mais "acessível", Trent se envolveu com trilhas sonoras, decretou o fim do Nine Inch Nails, se casou, formou o How To Destroy Angels e por fim, resolveu que era hora de voltar com a banda que o consagrou.

Hesitation Marks é o oitavo disco da banda. O disco traz uma sonoridade bem diferente de seu antecessor, The Slip de 2008 e é, provavelmente, o disco mais pop do Nine Inch Nails, o que pode causar certo estranhamento nos primeiros momentos. O primeiro show do retorno já mostrava a nova direção da banda, abrindo com um música nova, 'Copy Of A', já ficava claro que Hesitation Marks seria um disco mais dançante do que o anterior. A verdade é que a escolha dos singles, 'Came Back Haunted' e 'Everything', não fez jus a totalidade do disco. Hesitation Marks é melhor do que eu esperava. Faixas como 'Satellite' te conquistam aos poucos e quando você se dá conta, está se movendo no ritmo da música. 'All Time Low', 'Various Methods Of Escape', 'I Would For You' e 'In Two' são suaves e com batidas mais pop mas, ao mesmo tempo, são sombrias e densas e é essa ambiguidade que faz de Hesitation Marks um disco especial.

No final das contas Hesitation Marks é um ótimo disco mas, peca pela extensão. Esse erro já foi cometido antes no disco duplo 'The Fragile'. Hesitation Marks é mais puxado para o trabalho de Trent Reznor com trilhas sonoras e certamente merece um lugar especial na discografia da banda.

Tracklist:
1. The Eater Of Dreams
2. Copy Of A
3. Came Back Haunted
4. Find My Way
5. All Time Low
6. Disappointed
7. Everything
8. Satellite
9.  Various Methods Of Escape
10. Running
11. I Would For You
12. In Two
13. While I'm Still Here
14. Black Noise

MEGA // Novafile

sexta-feira, 9 de novembro de 2012
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Porco na Cena # 15 - Macaco Bong

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Não encontrei o flyer nem do show nem da tour, então o álbum com a macaca pelada vai quebrando o galho.

Indo pela acepção erudita do termo ''canção'', nunca poderíamos dizer que bandas instrumentais compõem canções - já que o propósito da mesma é ter, sobre uma estrutura montada de refrões e versos, o destaque ao vocal. Os cuiabanos do Macaco Bong também fazem algo um pouquinho além da música, das canções e de toda essa nomenclatura- os caras fazem uma viagem! E assim foi o show do dia 26/ 10 na zona leste de São Paulo, no SESC Belenzinho - aí vocês param por um momento e percebem a quantidade de shows bons que são anunciados e programados nesses SESCs da vida. Não conhecia o lugar até então, que é ''um pouquinho'' maior que o daqui de Santo André - aquela piscina estava convidativa demais, vide o calor da noite. Calor que ficou pra fora da comedoria, onde rolou o show do Macaco; um lugar agradável, que comportaria bem mais pessoas do que foram e, que mesmo não sendo tantas, agitaram e mostraram que realmente o som da banda não é pra ficar parado.

A organização do SESC, sempre profissional (não estou chupando as bolas do SESC, que fique bem claro), iniciou o show com um leve atraso, já às dez para as dez da noite. Eu, com uma latinha de Cerpa na mão e um baita sanduba sobre a mesa, só fui me levantar pra assistir ao show quando os moçoilos já haviam subido ao palco e apresentavam a primeira canção de seu último trabalho, que fez um bom serviço ao chamar a atenção do público para danças e tímidos headbangs. Agrada também pela mescla de psicodelia, ainda que não tão escancarada (mas que ainda assim proporciona um estado de transe a quem ouve), com os riffs pesados de Heavy Metal e, entre os trechos mais cadenciados (que realmente puxam o ouvinte para uma tímida dança de ''dois pra cá, dois pra lá''), alguns riffs mais amaciados do resultado de mais uma mescla - do Metal com Post Rock.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012
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Fair To Midland - Arrows & Anchors

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Gênero: Rock Progressivo / Rock Alternativo
País: EUA
Ano: 2011

Comentário: Nossos queridinhos estão de volta com disco que foi lançado pelo selo ‘’ E1 Music’’ E não mais pela ‘’ Serjical Strike’’, pelo menos quando era pela ‘’ Serjical Strike’’ a mixagem era perfeita, tsc, tsc. (assunto que você vai entender ao final dessa resenha)

Arrows & Anchors é um disco bem completo. Digo logo que alguns fãs de ''Fables From a Mayfly What I Tell You Three Times is True'' Vão estranhar esse ''Arrows & Anchors''. Os motivos são, as músicas deixaram de ser ''Simples''. Bem ''Fables From a Mayfly What I Tell You Three Times is True'' é um disco que podemos taggear como ''Alternativo'' com algumas ideias embrionárias do que poderia vir a ser o A&A e só (nada complexo). Sabe, funciona (muito, mais muito bem mesmo, até por que sou viciado) bem, mas continua sendo um disco bem ''Simples''. Já o Arrows & Anchors é um disco bem maduro, digo maduro por que fica clara após o termino da audição do ''Arrows & Anchors'' a evolução dos músicos e claro das composições, reparem em ''The Greener Grass''. Tem seus 10 minutos... eu acho essa composição perfeita, pois tem tudo que FTM já vinha fazendo na sua jornada Pokémon e tem os adicionais técnicos adquiridos com o decorrer dos anos na parte do vocal e também instrumental que acaba culminando em uma melodia bem mais complexa/progressiva. Sendo assim, o A&A não é um disco que você, fã acostumado com ''Fables From a Mayfly What I Tell You Three Times is True'' vá gostar de cara. Mas, jovens, deem uma chance o trabalho, está maravilhoso. E só para quebrar o argumento de que a banda se modificou demais, escutem ''Whiskey & Ritalin'' .Temos uma Big-Bang em riffs nos ouvidos... Ah ia esquecendo, gostei também dos instrumentos ''exóticos'' que o Darroh usou nas gravações escutem ''Amarillo Sleeps on My Pillow''. Por fim fico orgulhoso de ser fã de uma banda que não tem medo de ousar.
PS: espero que nos próximos discos eles usem outro estúdio de mixagem, pois o utilizado nesse é uma porcaria, o que acaba ''atrapalhando'' um pouquinho a audição.


Tracklist:


1. "Heavens to Murgatroyd"
2. "Whiskey & Ritalin"
3. "Musical Chairs"
4. "Uh-Oh"
5. "Amarillo Sleeps on My Pillow"
6. "A Loophole in Limbo"
7. "Typhoid Mary Sends Her Best"
8. "Short-Haired Tornado"
9. "The Upset at Bailey Bridge"
10. "Rikki Tikki Tavi"
11. "Golden Parachutes"
12. "Bright Bulbs & Sharp Tools"
13. "Coppertank Island"
14. "Three Foolproof Ways to Buy the Farm"
15. "The Greener Grass"


Download:
Rapidshare || Crocko
sábado, 14 de julho de 2012
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Demon Hunter - True Defiance

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Gênero: Metalcore/ Groove metal/ Alternative metal
País: EUA
Ano: 2012

Comentário: Quase tão clichê quanto subestimar uma banda cristã é tentar defendê-la dizendo que ao contrário de muitas, esta é de qualidade e não fica apenas na adoração ao magnânimo senhor do universo (e começar o post dessa maneira não é nada clichê, né Sr. Damien?). Na realidade se eu não pesquisasse, provavelmente demoraria um tempo para saber que Demon Hunter, com este som, com esse groove e com esta aparência se tratava de uma banda cristã (embora algumas das letras e títulos dedurem isso). Mas, já adiantando para as primeiras prováveis caras feias e olhares tortos, tanto a instrumentação como os vocais são no mínimo muito bons e presenciais.

O metalcore é o principal "adjetivo" carregado pela banda que, formada em 2000 na cidade de Seattle, já conta com seis discos e uma carreira promissora, agradando até mesmo um número bastante grande de "mundanos" e "ímpios" (ou seja, não-cristãos), mas neste disco, felizmente, não é o único que ela carregou.

Não ouvi os lançamento anteriores, apenas algumas músicas soltas, mas alguns discos, não todos, já são tachados como tendo uma pegada mais groove. Acontece porém que neste último, True Defiance, a banda deixou seu som mais pesado e com aquele gostinho de bebida amadeirada e envelhecida que o thrash metal apresenta, e isso não é somente eu falando, pois pesquisando mais um pouco podemos notar que os fãs da banda não deixam de citar tal peso, que é um ponto positivo para mim, talvez para os fãs e provavelmente melhor ainda para asvendas e na conquista de novos seguidores.

Apesar disto ainda resta bons indícios de metal alternativo e do próprio metalcore, que fazem deste álbum uma ótima pedida para este ano de 2012.

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sábado, 12 de maio de 2012
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Pignes LIVE! # 4 - Peter Murphy & Trent Reznor - The 2006 Radio Sessions

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Gênero: Industrial, Dark Ambient, Drone
País de Origem: Inglaterra - Estados Unidos
Quando: 07 de junho, 13 de junho, 23 de junho e 1 de julho de 2006
Onde: Atlanta, Washington, Boston e Chicago, Estados Unidos

Comentário: O que acontece quando pessoas incríveis se reúnem? Coisas incríveis, certo? E foi exatamente isso que aconteceu em meados de 2006, quando Trent Reznor (Nine Inch Nails, How To Destroy Angels) resolveu se juntar a Peter Murphy (Bauhaus) para algumas sessões em rádios nos Estados Unidos, e são essas sessões que eu vos trago.

Vamos a um pequeno resumo da carreira desses dois artistas. Trent Reznor, após ter passado por bandas meio duvidosas, coloridas e extravagantes como o Exotic Birds e o Slam Bamboo (Sério, vale a pena demais ver esses dois vídeos) formou uma das bandas mais importantes dos anos 90, o Nine Inch Nails. Com um som agressivo e caótico a banda conquistou milhões de fãs ao redor do mundo e lançou discos fundamentais como "Pretty Hate Machine", "The Downward Spiral" e "The Fragile". Após o fim do Nine Inch Nails, em 2009, Trent formou uma nova banda com sua esposa e Atticus Ross, o How To Destroy Angels e também tem trabalhado com trilhas sonoras de filmes, chegando a ganhar um Oscar em 2011 pela trilha sonora de The Social Network, feita em colaboração com Atticus.

Peter Murphy foi o vocalista de uma das bandas mais importantes do Pós Punk britânico, o Bauhaus, banda que detem um dos maiores hinos góticos, "Bela Lugosi's Dead". Após o fim do Bauhaus, em 1983, Peter Murphy se envolveu em outros projetos, lançando em sua carreira solo discos que eram bem diferentes daquilo que o Bauhaus fazia, obtendo grande êxito com os discos Love Hysteria e Deep.  Em 1998 o Bauhaus se reuniu para uma turnê comemorativa de 20 anos, se separando novamente em 2008 e dessa vez, segundo seus integrantes, não haverá volta.

Atlanta, 07 de junho de 2006.


A Primeira dessas sessões foi em Atlanta, na rádio 99X, onde foram tocadas as músicas "Head Like A Hole", "Hurt" ambas do Nine Inch Nails e "Sanity Assassin" do Bauhaus. "Head Like A Hole" soou bem diferente da original, mais lenta e sombria com os vocais de Murphy contrastando com os de Trent no refrão.

Tracklist:
1. Head Like A Hole
2. Sanity Assassin
3. Hurt



Washington, 13 de junho de 2006.

Dessa vez junto com o Tv On The Radio em um palco do lado de fora da rádio DC 101, um pequeno público pode ver esse grande encontro onde foram tocadas uma música do Tv On The Radio, um cover de Peru Ubu, que já havia sido gravada anteriormente por Peter Murphy e a clássica "Bela Lugosi's Dead"

Tracklist:
1. Dreams
2. Final Solution
3. Bela Lugosi's Dead



Boston, 23 de junho de 2006.


A terceira sessão contou com as participações de Atticus Ross (How to Destroy Angels e parceiro de Trent nas trilhas sonoras de The Social Network e The Girl With The Dragon Tattoo) e o então baixista do Nine Inch Nails, Jeordie White (ex A Perfect Circle, mais conhecido como Twiggy Ramirez, ex-baixista e atual guitarrista da banda de Marilyn Manson). O show foi feito em uma sala para uma pequena audiencia e é na minha opinião a melhor de todas, com uma versão hipnotizante de "Reptile", e covers de Normal's e Iggy Pop, além de uma música de Peter Murphy.

Tracklist:
1. Reptile
2. Warm Leatherette
3. A Strange Kind Of Love
4. NightClubbing



Chicago, 1 de julho de 2006.


A quarta e última sessão (haveria uma quinta, mas infelizmente foi cancelada) aconteceu em Chicago, na rádio Q101 e é uma homenagem a uma das bandas preferidas de Trent, o Joy Division. Quatro músicas foram tocadas em versões de tirar o fôlego e fazem jus ao legado do Joy Division.

Tracklist:
1. Dead Soul
2. Warsaw
3. Atmosphere
4. Twenty Four Hour

Download:

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quinta-feira, 26 de abril de 2012
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Marilyn Manson - Born Villain

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Gênero: Alternative Metal, Industrial
País: Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: É sempre muito difícil falar de Marilyn Manson. Amado por uns, odiado pela maioria, a banda iniciou suas atividades em 1989, durante sua carreira sofreu mudanças constantes em sua formação e lançou alguns bons discos, vide o clássico Antichrist Superstar de 1996, disco produzido por Trent Reznor (tudo que esse cara toca vira ouro). Os fãs mais xiitas certamente vão se irritar com o texto que se segue.

Fato é que nos últimos anos Marilyn Manson não tem sido feliz em seus lançamentos, havendo uma queda de qualidade significativa. Born Villain, oitavo disco de estúdio da banda, era a oportunidade de Manson voltar com tudo, mas não rolou. Marilyn Manson foi uma banda que eu ouvi bastante na minha adolescência, e vê-los voltar depois de alguns discos não muito bons era algo que eu esperava muito. The High End Of Low foi melhor do que Eat Me Drink Me e a expectativa era que Born Villain fosse melhor do que seu antecessor, o que realmente aconteceu, mas ficou a sensação de que podia ser melhor. A volta de Twiggy Ramirez, que já passou por bandas como Nine Inch Nails e A Perfect Circle, além de ter gravado as guitarras no disco de estreia de Melissa Auf Der Maur (ex-Hole e ex-Smashing Pumpkins), e ter remixado algumas faixas do Oasis, realmente fez diferença, o instrumental nesse disco está impecável.

A sensação inicial que tive ao ouvir o disco era que realmente a banda tinha reencontrado seu caminho, mas infelizmente essa sensação só durou até a quinta faixa, "Slo-Mo-Tion", que, aliás, teria funcionado melhor se fosse só instrumental. O disco abre com "Hey, Cruel World", que é uma ótima faixa de abertura, o clima da música remonta perfeitamente aos tempos áureos da banda e é talvez a melhor do disco, seguida pelo primeiro single desse novo disco "No Reflection" que tem um instrumental ótimo. A sucessão de boas músicas continua com "Pistol Whipped" e "Overneath The Path Of Misery", que foi a trilha sonora de um curta metragem intitulado Born Villain, dirigido por Shia LeBeouf (aquele cara do Transformers)  e lançado por Manson como uma espécie de trailer do novo disco. O que se ouve após a já citada "Slo-Mo-Tion" é uma repetição daquilo que já tinha sido feito em High End Of Low, mais do mesmo. O clima quebra e o disco soa completamente diferente do que estava, com algumas exceções como a excelente "Murderers Are Getting Pretier Every Day".

É interessante ver um artista que tanto cultuei em minha adolescência se recriando, ou pelo menos tentando. Born Villain é um disco que vai agradar os fãs mais recentes, mas aqueles que como eu, estão velhos e entediados, só terão alguns momentos de diversão e nada mais. Espero que os próximos discos continuem com essa melhoria gradual que vem ocorrendo. Em entrevista recente Marilyn Manson disse que esse disco seria a sua volta, bem, ele quase acertou.

Quase me esqueço, a faixa "You're So Vain" é um cover de Carly Simon e conta com a participação do ator, galã e ídolo de todo e qualquer pseudo-cult Johnny Depp.

Tracklist:
1. Hey, Cruel World
2. No Reflection
3. Pistol Whipped
4. Overneath The Path Of Misery
5. Slo-Mo-Tion
6. The Gardener
7. The Flowers Of Evil
8. Children Of Cain
9. Disengaged
10. Lay Down Your Goddamn Arms
11. Murderers Are Getting Prettier Every Day
12. Born Villain
13. Breakin The Same Old Ground
14. You're So Vain
15. No Reflection (Radio Edit)

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Korn - The Path Of Totality

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Gênero: Nu Metal, Dubstep
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Korn é uma banda norte americana, formada em 1993, são conhecidos como um dos precursores do Nu Metal. Particularmente, não sou um fã de Korn, nunca gostei, mas há alguns dias eu ouvi o segundo single desse novo álbum, “Narcissistic Cannibal”, e achei incrível. "The Path Of Totality" é o décimo disco de estúdio da banda, que foi produzido por vários DJ’s da cena Dubstep, Drum and Bass, Electro House, etc., o que deu uma nova cara ao som da banda, trazendo mais elementos eletrônicos, o que foi uma jogada inteligentíssima, já que sua música estava saturada o gênero Nu Metal não é mais tão popular.

O disco dividiu opiniões por parte da critica, recebendo positivas de publicações como a Spin Magazine e Revolver, que classificou o disco como “álbum do ano”, por outro lado recebeu criticas negativas da BBC por exemplo. O fato é que “The Path Of Totality” é um disco completamente diferente de tudo que o Korn já lançou e vale a pena ser ouvido, tirem suas próprias conclusões.


MySpace

Site Oficial

Tracklist:
1. Chaos Lives In Everything
2. Kill Mercy Within
3. My Wall
4. Narcissistic Cannibal
5. Iluminati
6. Burn The Obedient
7. Sanctuary
8. Let's Go
9. Get Up!
10. Way Too Far
11. Bleeding Out
12. Fuels The Comedy
13. Tension

Download:

Bayfiles

MediaFire


sábado, 26 de novembro de 2011
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Cavalera Conspiracy - Blunt Force Trauma

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Gênero: Thrash Metal, Groove Metal
País: Brasil/Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Blunt Force Trauma é o segundo (e mais pesado) álbum da banda americotupiniquim Cavalera Conspiracy, formada pelos irmãos Max e Iggor Cavalera (ambos ex-Sepultura), Marc Rizzo e Johnny Chow. O disco que sucede o aclamadissimo Inflickted de 2008, traz mais peso e qualidade ao som da banda.

O disco começa com "Warlord" e uma bateria inconfundível e destruidora de Iggor Cavalera, de cara já dá pra sentir o que vai ser o disco; "Lybch Mob" tem participação de Roger Miret do Agnostic Front, o que a torna uma das faixas mais interessantes do album; "Burn Waco" traz um refrão marcante e certeiro; algumas versões do disco trazem um cover de "Eletric Funeral" do Black Sabbath, que ficou incrível na voz de Max.

O ponto fraco do disco são os solos excessivos, o que não chega a tirar a qualidade do mesmo. Blunt Force Trauma tem tudo aquilo que nos fez amar o Sepultura e agora o Cavalera Conspiracy, só que dessa vez com mais peso e brutalidade, o disco vem para consolidar o Cavalera Conspiracy como uma das melhores bandas de metal da atualidade e não mais apenas como a banda que reune Max e Iggor.

Tracklist:
 1. Warlord
2. Torture
3. Lynch Mob
4. Killing Inside
5. Thrasher
6. I Speak Hate
7. Target
8. Genghis Khan
9. Burn Waco
10. Rasputin
11. Blunt Force Trauma
12. Psychosomatic
13. Jihad Joe
14. Eletric Funeral

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sábado, 19 de novembro de 2011
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Disturbed - Discografia

4 comentários

Gênero: Alternative/Heavy/Nu Metal
País: Estados Unidos
Periodo de Atividade: 1996-2011 (em hiato)

Comentário: Surgida em 1996 junto com uma leva de bandas que carregavam o rotulo de Alternative Metal, a banda se destacava das demais por ter uma sonoridade mais sombria, agressiva e pesada, com destaque para o vocal raivoso de David Draiman e seus gritos, que viraram marca registrada. Mas foi só no início dos anos 2000 com o lançamento do álbum “The Sickness” e com o single "Down with the Sickness" e seu famoso “oo-ah-ah-ah-ah”, é que conseguem maior reconhecimento, então dai pra frente decoloram, emplacando hits, botando álbuns atrás de álbuns no topo das paradas, o Disturbed conseguiu assim consolidar seu trabalho no cenário do Metal mundial e hoje goza de um estável sucesso e uma legião de fãs fieis em todo mundo.

A banda inicialmente se chamava Brawl, mas depois da entrada de Dramian em 1996, ele resolveu mudar o nome para Disturbed, que é a mente criativa por trás da banda, escrevendo praticamente todas as canções, abordando as mais diversas temáticas, mas sempre de um ponto de vista pessoal. Dramian é filho de pais judeus ortodoxos, e foi uma criança muito rebelde, sendo transferido de escola várias vezes por indisciplina, e parece que o seu comportamento rebelde também rendeu abusos por parte dos sues pais. Aos 16 anos sua namorada comete suicídio, o que serviu de inspiração para escrever a canção: "Inside the Fire", do álbum “Indestructible”. Creio que a conturbada infância e adolescência de Dramian fazem com ele use suas canções como válvula de escape para sentimentos reprimidos, e nas suas interpretações ele consegue transmitir todos esses sentimentos e emoções ao ouvinte, de maneira bem intensa, que na sua maioria são de raiva, revolta, e indignação. Isso é pra mim um dos maiores atrativos da banda.

Em 2000 a banda lança seu primeiro álbum, “The Sickness”, que é o considerado o mais pesado e sombrio da banda, também é o álbum que a banda mais usa elementos eletrônicos, característica essa que deixada mais de lado nos trabalhos posteriores. O álbum chegou ao número 29 na Billboard 200 e vendeu mais de 4 milhões de copias nos estados unidos desde o seu lançamento e contém a faixa "Down with the Sickness", música de maior sucesso do disco, que estava na trilha sonora do filme “A Rainha dos Condenados”.

No ano seguinte lançam “Believe” que comparado com o trabalho anterior apresenta menos peso, e apresenta um ar mais melódico. As temáticas das canções ganham uma abordagem mais religiosa, espiritualista e reflexiva, inspiração vinda do ataque às torres gêmeas em 2001 e a morte do avô de Dramian. O álbum conseguiu o primeiro lugar na Billboard 200.

Em 2005 lançam o álbum “Ten Thousand Fists” que também alcança o primeiro lugar na Billboard 200. A banda já possui bastante prestigio, sendo uma das atrações principais do Ozzyfest 2006. Quanto à sonoridade, os caras retomam novamente o peso e agressividade característica, mas com um diferencial, são adicionados solos de guitarra as canções, o que não havia nos álbuns anteriores.

“Indestructible” é lançado em 2007 e como os seus dois antecessores também alcança o primeiro lugar na Billboard 200. A banda continua com sonoridade pesada, mas dessa vez flertando mais com o Hard Rock e Heavy Metal.

Então em 2010 é lançado o álbum “Asylum”, e aqui temos a mesma formula usada nos álbuns anteriores, principalmente no “Indestructible”, mas dessa vez tudo parece mais fluido e coeso, e podemos perceber claramente uma sonoridade mais madura que nos álbuns anteriores. “Asylum” foi o quarto álbum consecutivo da banda a alcançar o primeiro lugar na Billboard 200, o que antes só havia sido conseguido pelo Metallica e Dave Matthews Band. No mesmo ano em comemoração aos 10 anos de lançamento do álbum “The Sickness” eles o remasterizam, e o re-lançam em uma versão que inclui B-sides.

Então depois de 15, bem sucedidos, anos na ativa os caras resolveram dar uma parada nas suas atividades e já anunciaram que vão entrar em hiato por tempo indeterminado. Os integrantes alegam motivos pessoais para a pausa no trabalho. E recentemente Dan Donegan, guitarrista da banda, deu a seguinte declaração a Billboard.com:

     “Eu não sei se serão seis meses ou seis anos ou mais do que isso. Eu realmente não sei. Então é um pouco assustador para eu pensar sobre isso: ‘E se a gente não voltar? Essa parte realmente me incomoda. Nós sentimos muita falta e queremos fazer tudo novamente. E, não porque um cara simplesmente alguém diz: ‘Ei, eu realmente sinto falta disso …’ “ 

    “Minhas esperanças estão nisso: ‘Se ficarmos longe tempo suficiente, nós vamos querer isso e muito mais (referindo-se ao retorno da banda). Eu gosto de pensar que, no tanto de coisas que fizemos juntos e como foi boa a química na banda – espero que mais cedo ou mais tarde – a gente de repente fale: ‘Cara, nós estamos sentindo muita falta. Queremos voltar lá’. Ficarei surpreso se isso não acontecer.”

Porém antes de encerarem suas atividades, eles resolveram lançar um álbum de despedida (?), uma compilação de B-Sides, que segundo Donegam é: "Um monte de nossas músicas favoritas foram deixadas de lado em nossos álbuns com o propósito de esperar que veria a luz do dia." O álbum intitulado “The Lost Children”, com certeza é um registro memorável e contém a essência da banda, sendo que irá agradar facilmente qualquer fã de carteirinha e até ser um deleite para aqueles que ainda não experimentaram da sonoridade.

O álbum contém 16 faixas, que por ser de momentos distintos da banda, não apresentam muita coesão entre si, deixando o álbum mais com um aspecto de Greatest Hits, contando com dois covers muito bacanas de “Midlife Crisis” do Faith No More’s e Living After Midnight do Judas Priest.

[Site/MySpace/LastFM]

Releases:

Álbum: The Sickness
Ano: 2000

Tracklist:

1.Voices - (3:11)
2.The Game - (3:47)
3.Stupify - (4:34)
4.Down With the Sickness - (4:38)
5.Violence Fetish - (3:24)
6.Fear - (3:46)
7.Numb - (3:44)
8.Want - (3:52)
9.Conflict - (4:35)
10.Shout 2000 - (4:17)
11.Droppin” Plates - (3:49)
12.Meaning of Life - (4:02)

Megaupload/Mediafire/Já postado aqui



Álbum: Believe
Ano: 2002


Tracklist:

1.Prayer - (3:41)
2.Liberate - (3:30)
3.Awaken - (4:29)
4.Believe - (4:27)
5.Remember - (4:11)
6.Intoxication - (3:14)
7.Rise - (3:57)
8.Mistress - (3:36)
9.Breathe - (4:21)
10.Bound - (3:53)
11.Devour - (3:52)
12.Darkness - (3:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Ten Thousand Fists
Ano: 2005


Tracklist:

1.Ten Thousand Fists - (3:33)
2.Just Stop - (3:46)
3.Guarded - (3:22)
4.Deify - (4:18)
5.Stricken - (4:07)
6.I'm Alive - (4:41)
7.Sons of Plunder - (3:50)
8.Overburdened - (5:59)
9.Decadence - (3:26)
10.Forgiven - (4:14)
11.Land of Confusion - (4:49)
12.Sacred Lie - (3:07)
13.Pain Redefined - (4:09)
14.Avarice - (2:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared





  Álbum: Indestructible
Ano: 2008


Tracklist:


1.Indestructible - (4:37)
2.Inside the Fire - (3:50)
3.Deceiver - (3:48)
4.The Night - (4:45)
5.Perfect Insanity - (3:55)
6.Haunted - (4:41)
7.Enough - (4:19)
8.The Curse - (3:24)
9.Torn - (4:08)
10.Criminal - (4:15)
11.Divide - (3:35)
12.Façade - (3:46)

Megaupload/Mediafire/4Shared/Já postado aqui





Álbum: Asylum
Ano: 2010


Tracklist:

1.Remnants - (2:43)
2.Asylum - (4:36)
3.The Infection - (4:08)
4.Warrior - (3:24)
5.Another Way To Die - (4:13)
6.Never Again - (3:33)
7.The Animal - (4:13)
8.Crucified - (4:36)
9.Serpentine - (4:09)
10.My Child - (3:18)
11.Sacrifice - (4:00)
12.Innocence - (4:31)
13.I Still Haven't Found What I'm Looking For - (5:28)
14.Down With the Sickness (Live) - (5:55)
15.Stricken (Live) - (4:17)

Megaupload/Mediafire/4Shared







 Álbum: The Sickness 10th Anniversary Edition
Ano: 2010


Tracklist:

1.Voices - (3:11)
2.The Game - (3:47)
3.Stupify - (4:34)
4.Down With the Sickness - (4:38)
5.Violence Fetish - (3:24)
6.Fear - (3:46)
7.Numb - (3:44)
8.Want - (3:52)
9.Conflict - (4:35)
10.Shout 2000 - (4:17)
11.Droppin” Plates - (3:49)
12.Meaning of Life - (4:02)
13.God Of The Mind - (3:05)
14.A Welcome Burden - (3:31)

Megaupload/Mediafire/4Shared




 Álbum: The Lost Children
Ano: 2011


Tracklist:

1.Hell - (4:15)
2.A Welcome Burden - (3:31)
3.This Moment - (3:05)
4.Old Friend - (3:35)
5.Monster - (4:04)
6.Run - (3:12)
7.Leave It Alone - (4:06)
8.Two Worlds - (3:30)
9.God Of The Mind - (3:04)
10.Sickened  - (3:58)
11.Mine - (5:04)
12.Parasite - (3:23)
13.Dehumanized - (3:32)
14.3 - (4:01)
15.Midlife Crisis - (4:03)
16.Living After Midnight - (4:25)

Megaupload/Mediafire/4Shared



segunda-feira, 7 de novembro de 2011
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Faith No More - Discografia

2 comentários

Gênero: Alternative Metal / Funk Metal / Hard Rock
País: Estados Unidos
Atividade: 1983-1997/2009-2011

Comentário: O que dizer de Mike Patton? Hiperatividade musical, genialidade excêntrica e talento que tinha tudo pra ser incompreendido, mas graças à habilidade de comunicação e ao extremo carisma que lhe são peculiares encontrou grande séquito de admiradores. Sendo a cabeça pensante detrás de projetos como Mr. Bungle, Weird Little Boy, Moonraker, Fantômas, Tomahawk, Maldoror, Peeping Tom, Lovage, Hemophiliac e Crudo, cobre gêneros como Rock Experimental, Death Metal, Noise, Eletrônica e Trip Hop, o que dá argumentos inegáveis à sua versatilidade.
Mas o grande veículo de sua voz e irreverência foi, indubitavelmente, o Faith No More. Inicialmente sob o pseudônimo de Faith-The-Man, a banda tinha Mike "The Man" Morris como vocalista. Vendo que o grupo não iria pra frente, e tendo perdido a fé no cara, mandaram o Mike Morris passear e mudaram o nome para este com o qual os conhecemos, tendo sido substituído por Chuck Mosley, que ocupou o front nos dois primeiros discos da banda.
Insatisfeitos com o desempenho de seu líder, beberrão inveterado, que arruinou alguns shows por conta de seus tragos a mais, colocaram Patton em seu lugar, em 1988, manobra que mudaria radicalmente o status do grupo. Patton injetou criatividade nas composições do grupo e voltou suas composições para um horizonte totalmente diferente e inexplorado por parte deles, o que fez, inclusive, com que o guitarrista Jim Martin saísse da banda, insatisfeito com os novos rumos, que acabaram por enterrar o rótulo de Funk Metal e outorgar muito mais experimentalismo aos discos. Quatro álbuns foram lançados, até que divergências contratuais e influências comerciais decretaram o fim da banda após o contestado Album of the Year. Para alegria dos fãs, retornaram em 2009, e até hoje se valem de suas enérgicas apresentações para continuar propagando seu sucesso.
Em suma, Faith No More é uma banda mais do que respeitável, e seu legado é notavelmente interessante. O mais bcana de aguardar o show deles no SWU é o fato de que há uma ligaçaõ toda peculiar do grupo com as terras brasileiras, que começou no Rock In Rio de 1991. Pouco tempo depois, voltaram para fazer uma mini-turnê brasileira. Vale lembrar que uma de suas canções se caham Caralho Voador, em arranjos que se assemleham bastante a uma Bossa Nova. É muita brasilidade.





[ Site Oficial / MySpace / LastFM ]

Releases:

Álbum: We Care a Lot
Ano: 1985

Tracklist:
  1. "We Care a Lot" - 4:08
  2. "The Jungle" - 3:10
  3. "Mark Bowen" - 3:33
  4. "Jim" - 1:16
  5. "Why Do You Bother" - 5:39
  6. "Greed" - 3:50
  7. "Pills for Breakfast" - 2:59
  8. "As the Worm Turns" - 3:11
  9. "Arabian Disco" - 3:16
  10. "New Beginnings" - 3:46


Álbum: Introduce Yourself
Ano: 1987

Tracklist:

  1. "Faster Disco" - 4:16
  2. "Anne's Song" - 4:46
  3. "Introduce Yourself" - 1:32
  4. "Chinese Arithmetic" - 4:37
  5. "Death March" - 3:02
  6. "We Care a Lot" - 4:02
  7. "Rn'R" - 3:11
  8. "The Crab Song" - 5:52
  9. "Blood" - 3:42
  10. "Spirit" - 2:52


Álbum: The Real Thing
Ano: 1989

Tracklist:
  1. "From Out of Nowhere" - 3:21
  2. "Epic" - 4:51
  3. "Falling to Pieces" - 5:17
  4. "Surprise! You're Dead!" - 2:25
  5. "Zombie Eaters" - 6:00
  6. "The Real Thing" - 8:12
  7. "Underwater Love" - 3:36
  8. "The Morning After" - 3:40
  9. "Woodpecker from Mars" - 5:41
  10. "War Pigs" - 7:42
  11. "Edge of the World" - 4:10


Álbum: Angel Dust
Ano: 1992

Tracklist:

  1. "Land of Sunshine" - 3:44
  2. "Caffeine" - 4:28
  3. "Midlife Crisis" - 4:21
  4. "RV" - 3:43
  5. "Smaller and Smaller" - 5:11
  6. "Everything's Ruined" - 4:33
  7. "Malpractice" - 4:02
  8. "Kindergarten" - 4:31
  9. "Be Aggressive" - 3:42
  10. "A Small Victory" - 4:57
  11. "Crack Hitler" - 4:39
  12. "Jizzlobber" - 6:38
  13. "Midnight Cowboy" - 4:12
  14. "Easy" - 3:04


Álbum: King for a Day... Fool for a Lifetime
Ano: 1995

Tracklist:
  1. "Get Out" - 2:17
  2. "Ricochet" - 4:28
  3. "Evidence" - 4:53
  4. "The Gentle Art of Making Enemies" - 3:28
  5. "Star A.D." - 3:22
  6. "Cuckoo for Caca" - 3:41
  7. "Caralho Voador" - 4:01
  8. "Ugly in the Morning" - 3:06
  9. "Digging the Grave" - 3:04
  10. "Take This Bottle" - 4:59
  11. "King for a Day" - 6:35
  12. "What a Day" - 2:37
  13. "The Last to Know" - 4:27
  14. "Just a Man" - 5:35

Bayfiles

Álbum: Album of the Year
Ano: 1997

Tracklist:
  1. "Collision" - 3:24
  2. "Stripsearch" - 4:29
  3. "Last Cup of Sorrow" - 4:12
  4. "Naked in Front of the Computer" - 2:08
  5. "Helpless" - 5:26
  6. "Mouth to Mouth" - 3:48
  7. "Ashes to Ashes" - 3:37
  8. "She Loves Me Not" - 3:29
  9. "Got That Feeling" - 2:20
  10. "Paths of Glory" - 4:17
  11. "Home Sick Home" - 1:59
  12. "Pristina" - 3:51

Bayfiles


sábado, 5 de novembro de 2011
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Fiddy - Música Para Espantar Elefantes Ou Cavalos

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Gênero: Metal Alternetivo/Experimental/??? 
País: Brasil 
Ano: 2011

Comentário: Banda pernambucana bastante peculiar possui nove membros em sua formação e além dos cantores e instrumentistas tem um carinha que só fica dançando. Em seus shows são bem performáticos e irreverentes, sempre vestidos de preto com gravatinhas amarelas.

O som dos caras é um mistura de guitarras pesadas, sons eletrônicos, influencias de música circense, sons infantis, música para ninar, etc. Os vocais também não são usuais, uma voz grave, estilo de narrador de histórias, alterna com guturais, vocais rasgados e grunhidos. E como não podia ser diferentes as letras das suas canções também não são nada convencionais, possuindo temáticas engraçadas, bizarras e um tanto infantis (?).

Pra mim a mistura ficou ótima e acho a banda genial. Músicas extremamente divertidas e grudentas!

“Chame a sua vó, sente no sofá e chacoalhem seus encéfalos até que o líquido cefalorraquidiano vaze por suas orelhas e ocorra o rompimento das suas meninges.”

[MySpace/LastFM]

Tracklist:

1.Costas de Abacate - (3:54)
2.Monstro do Armário - (4:18)
3.Três Letras - (3:30)
4.Seu Jair - (3:27)
5.Fantástica História da Menina...  - (3:47)
6.Bolo de Rolo - (3:02)
7.Pirulito na Parede - (3:33)
8.Doce Travessura - (3:02)
9.Quinca Badaló - (2:44)
10.O Homem da Cabeça de Amedoim - (3:56)
11.Mabel - (3:08)
12.Axé do Bizouro - (3:06)
13.Seu Rei - (3:06)
14.Dancing Davis - (2:40)
15.Palhaço Furico - (4:01)

Download:

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Doce Travessura - Final regional do gas sound (etapa Recife)
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
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Primus - Sailing The Seas Of Cheese

1 comentários

Gênero: Funk Rock/Alternative Metal
País: Estados Unidos
SWU: 14.11.11, Main Stage

Comentário: Ano de 1984, California, Les Claypool ainda um jovem de 21 anos, resolve montar o que viria a ser o Primus, porém em pouco tempo ele estacionou a banda por bons 6 anos. O ano é 1990 quando finalmente o Primus volta a ativa e lança seu primeiro álbum, Suck On This, gravado ao vivo e lançado de forma independente e ainda no mesmo ano lançaria Frizzle Fry, o primeiro álbum de fato gravado em estúdio.

Com esses dois álbuns o Primus chamou alguma atenção conseguindo assinar um contrato com uma primeira gravadora para o lançamento de Sailing The Seas Of Cheese, o trabalho responsável por colocar o trio de fato no mapa do Rock. O lançamento foi deverás promissor, visto que também na época o tal do Funk Rock estava no auge, Faith No More colhendo os frutos de seu The Real Thing, Red Hot Chilli Peppers lançando Blood Sugar Sex Magik, e pouco atrás desses dois monstros surgiam várias outras ótimas bandas como o Living Colour, Infectious Grooves e a mais experimental de todas, o Primus.

O grande destaque do Primus sempre foi e sempre será Les Claypool que torna o som da banda tão marcante com seu baixo, o instrumento que costumeiramente é o que fica mais escondido na maioria das bandas de rock, aqui o efeito é inverso, o baixo potente e slapeado de Claypool é jogado na sua cara como o instrumento mais evidente. Porém, Claypool ainda tem o apoio de dois músicos incríveis, Larry Lalonde, ex-guitarrista do Possessed e o baterista Tim Herb, dono de um groove absurdo.

Sailling The Seas Of Cheese ainda contou com a participação de Tom Waits em Tommy The Cat, um dos grandes hits da banda,  fora a faixa Jerry Was A Race Car Driver que se tornará o grande clássico deles (e muitos aqui devem conhecer graças ao primeiro jogo da série Tony Hawk's Pro Skater.

Tracklist

1."Seas of Cheese" - 0:42
2."Here Come the Bastards" - 2:55
3."Sgt. Baker" - 4:16
4."American Life" - 4:32
5."Jerry Was a Race Car Driver" - 3:11
6."Eleven" - 4:19
7."Is It Luck?" - 3:27
8."Grandad's Little Ditty" - 0:37
9."Tommy the Cat" - 4:15
10."Sathington Waltz" - 1:42
11."Those Damned Blue Collar Tweekers" - 5:20
12."Fish On (Fisherman Chronicles, Chapter II)" - 7:45
13."Los Bastardos" - 2:39



Quem escreve e faz os uploads:

 
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