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sábado, 10 de dezembro de 2011
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Skrillex - Discografia

8 comentários

Gênero: Dubstep/Electro House/Complextro
País: Estados Unidos
Periodo de Atividade: 2007-Atualmente

Comentário: Confesso que ainda sou neófito quando o assunto é música eletrônica, e possuo um pouco de dificuldade pra distinguir certos subgêneros, mas a cada dia que passa, o meu apreço por esse tipo de música tem aumentando, que se estende a todas suas facetas, e tenho percebido como que existe um incontável número de artistas extraordinários por ai, e só pra citar alguns, como o Aphex Twin, Serre Gautier e James Blake, os quais conheci aqui mesmo no blog, que vem inovando, recriando e reinventando a musica eletrônica em geral.

Então esses dias atrás um amigo meu me mostrou um clipe de um cara que atende por Skrillex, eu gostei do vídeo e da música, então resolvi pesquisar mais, e baixei os seus trabalhos, e realmente gostei do que ele tá fazendo.

Pra quem não conhece, Skrillex é o pseudônimo de Sonny Moore, que era vocalista de uma banda de Post-Hardcore/Screamo norte-americana chamada From First to Last. Ele foi o frotman da banda de 2004 até 2007, então quando decide deixar a banda e seguir carreira solo, resolvendo bandear para o lado da música eletrônica, mais precisamente o Dubstep, um dos subgêneros mais em alta atualmente, mais ele não se limita, e também incorpora influências de Electro House, o que alguns chamam de "Complextro", não sei se isso vai vingar, e eu não vou entrar no mérito da questão, só que isso não agrada alguns fãs mais ortodoxos do Dubstep, deixando-os com um pouco de raiva, mas isso não tem atrapalhado a sua, até agora, bem sucedida carreira.

Lançando, oficialmente, até o momento 3 EPs, o seu som é bem característico, distorcido, marcante e energético, com passagens pesadas, agressivas, algumas dançantes, tranquilas, ou as vezes caóticas. Mas essa formula deu certo, e ele tem conseguido um notável sucesso na cena da música eletrônica, sendo aclamados por alguns, e odiados por outros, mas o fato é que ele já conseguiu seu lugar no cenário, e prova disso é que no recente álbum do Korn, The Path of Totality, contou com sua participação em 3 faixas. Ele também acaba de ser indicado a cinco categorias do Grammy.

OBS.: Não deixem de assistir o clipe da música "First of the Year (Equinox)", ele é muitoooo foda!

[Site/MySpace/LastFM]


Releases:

Álbum: My Name Is Skrillex (EP)
Ano: 2010

Tracklist:


1.My Name Is Skrillex - (4:31)
2.Weekends!!! (featuring Sirah) - (4:45)
3.Fucking Die 1 - (3:50)
4.Fucking Die 2 (€€ Cooper Mix) - (5:36)
5.Do Da Oliphant - (3:27)
6.With You, Friends - (6:22)

Megaupload/Mediafire/4Shared




Álbum: Scary Monsters and Nice Sprites (EP)
Ano: 2011

Tracklist:

1.Rock n' Roll (Will Take You to the Mountain) - (4:44)
2.Scary Monsters and Nice Sprites - (4:03)
3.Kill EVERYBODY - (4:58)
4.All I Ask of You (featuring Penny) - (5:40)
5.Scatta (featuring Foreign Beggars and Bare Noize) - (3:55)
6.With Your Friends (Long Drive) - (6:29)
7.Scary Monsters and Nice Sprites (Noisia Remix) - (3:24)
8.Scary Monsters and Nice Sprites (Zedd Remix) - (5:58)
9.Kill EVERYBODY (Bare Noize Remix) - (4:41)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: More Monsters and Sprites (EP)
Ano: 2011

Tracklist:

1.First of the Year (Equinox) - (4:22)
2.Ruffneck (Flex) - (4:43)
3.Ruffneck (FULL Flex) - (3:46)
4.Scary Monsters and Nice Sprites (Dirtyphonics Remix) - (4:51)
5.Scary Monsters and Nice Sprites (Phonat Remix) - (3:40)
6.Scary Monsters and Nice Sprites (The Juggernaut Remix) - (3:54)
7.Scary Monsters and Nice Sprites (Kaskade Remix) - (8:04)

Megaupload/Mediafire/4Shared





Álbum: Remixes (Compilação)
Ano: ????

Tracklist:

1.Bad Romance [Lady Gaga] - (4:21)
2.No Mercy, Only Violence [The Library] - (3:08)
3.Seventeen [Casxio] - (4:56)
4.Sexual Seduction [Snoop Dogg] - (5:05)
5.Shapeshift [Horse the Band] - (3:44)
6.The Sadness Will Never End [Bring Me The Horizon] - (6:02)
7.What Is Light Where Is Laughter [Twin Atlantic] - (6:26)
8.Alejandro [Lady GaGa] - (6:17)
9.Hey Sexy Lady [iSquare] - (5:25)
10.In For The Kill [La Roux] - (5:11)
11.Rock That Body [Black Eyed Peas] - (5:13)
12.The Wind Blows [The All-American Rejects] - (4:56)
13.Zeig Mir Wie Du Tanzt [Frida Gold] - (4:54)
14.Cat Rats (Original Mix) - (5:04)
15.Cinema [Benny Benassi Feat. Gary Go] - (5:07)
16.My Name Is Skrillex [Skrillex Remix] - (4:47)
17.Sick Bubblegum [Rob Zombie]  - (5:05)

Megaupload/Mediafire/4Shared






 Álbum: Misc (Compilação)
Ano: ????

Tracklist:

1.Father Said - (3:56)
2.Needed Change ft 12th planet - (3:11)
3.I am Skrillex - (2:53)
4.Make Things For Smile - (5:46)
5.Slats Slats Slats - (5:19)
6.Drop Dead (Club Mix) - (4:43)
7.I Wish You All The Luck In The World - (5:26)

Megaupload/Mediafire/4Shared

quinta-feira, 1 de setembro de 2011
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The Industrialism - Inconsequential Hallucinations

2 comentários
Gênero: Breakcore/ IDM/ Glitch/ Ambient/ Atmospheric Drum and Bass/ Experimental
Data de lançamento: 15 de Setembro 2011
País: Brasil
Gravadora: (self-released)

Bio:
The Industrialism é um projeto brasileiro de música eletrônica/experimental do músico, multi-instrumentista e compositor M1A1, formado em 2008. Cresceu no Rio de Janeiro, Brasil e começou a produzir música eletrônica aos 12 anos, mas antes disso, M1A1 era um guitarrista auto-didata desde os 6 anos. Suas obras musicais passeiam livremente pelo IDM, atmospheric drum and bass, drill and bass, breakcore e, até mesmo, música ambiente e chillout, sempre envolvendo melodias influenciadas pela nostalgia, tristeza e isolação. O nome de todas as músicas do projeto, muitas vezes, contém erros de digitação intencionais (typos; [sic]), junção de palavras e palavras/nomes aleatórios.

Resumo:
Inconsequential Hallucinations é o 17º release do projeto. Durante as sessões de gravação para o álbum (ler pdf), M1A1 acabou muito doente e se afastou da música um pouco. Durante esse tempo, M1A1 estava com uma dor de cabeça muito forte que não conseguia nem sair da cama, então ele decidiu só ficar na cama durante este período. No entanto, durante este período, M1A1 citou que ele só tinha sonhos lúcidos e, quando ele acordava, ele sofria com alucinações, então ele decidiu ficar na cama e "viver neste mundo paralelo" e, então, ele colocou em sua mente que esses sonhos lúcidos era sua vida real. Depois destas crises de alucinações, M1A1 foi inspirado por alguns desses momentos e criou a chamada "trilha sonora para sonhos lúcidos e alucinações." M1A1 não tinha planos de liberar esse material, considerando como se fosse "uma prova de que ele foi capaz de alcançar" e não como um álbum a ser adquirido e, posteriormente, criticado pelo público.

Musicalmente, este disco é uma mudança musical completamente radical de M1A1, com músicas que viajam entre breakcore, IDM, glitch e música ambiente, com foco nas melodias tristes e, algumas vezes, nostálgicas.

Comentário:
Simplesmente recomendadíssimo. Não irei prolongar, visto a biografia acima, mas cá está um projeto de considerável amplitude, seja musical ou sentimental, que desde a intersecção formada à partir do mundo externo e do interno do compositor, passando pela tradução sonora e tendo de ser interpretada ainda pelo interlocutor, se torna difícil medir seu impacto. Fora isso agradeço em nome do Ignes Elevanium o recebimento deste via e-mail — e no seu bandcamp vocês conferem os demais releases.

MySpace//SoundCloud//BandCamp//Last.FM

Tracklist:
  1. Eyes of Heather

  2. The Relentless Pursuit of Happiness

  3. Passage 9

  4. The Basement Melancholic

  5. Taeyeon

  6. Hyun Isles I

  7. The Prisoner of Dawn Lake

  8. Maybe All This Time She Was Right and I Was Wrong

  9. My Life of Loving Pseudo-Friends

  10. Hyun Isles II

  11. Hyun Isles III

  12. Spiritual Disappearance

  13. Abstract Nostalgic Battery

  14. I, The Wretched

  15. When The Life Ends

  16. Interblended Changes

  17. Psychedelic Telephonic Conversation (Interlude)

  18. Ironic Jungle Between All the Sadness

  19. Montreal, QC

  20. Who You Was Thinking That I Was

  21. I Wish You Hadn't Died That Day

  22. Hyun Isles IV

  23. We Are Alone on the Funeral

Download (BandCamp)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
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Igorrr - 2 álbuns

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Gênero: Breakcore, Experimental
Ano: 2006
Label: Sem label, lançamento independente
País: França


Poisson Soluble foi o álbum de entrada do Sr. Serre na cena eletrônica, e sinceramente, o melhor álbum dele, e vou explicar o porquê.

Nenhuma música desse álbum é igual à outra, nem seguem um ritmo definido. Enquanto o álbum começa com a Petit Prelude Perimé e suas blasts de baterias em velocidades insanas, ao mesmo tempo acompanhadas pelo som, aparentemente, de um cravo (instrumento de origem italiano similar a um piano), ela passa pelas excelentes Mastication Numérique, que pode ser designada como uma "viagem experimental à Veneza", como você vai perceber pelo instrumento de funso usado na música; A criativa Tartine De Contrebasse, que tem, além de snares distorcidos e glitches quase constantes, sons de baixo muito bem tocados (me pergunto se foi o próprio Serre quem gravou o baixo); Depois, a experimentalíssima e até lenta Dixit Dominus, que mais parece do Aphex Twin do que do Igorrr, a única coisa que realmente assina o nome dele é que se trata de um "remix" de uma ópera, de mesmo nome, composta por Handel; E termina na melancólica Sorbet Aux Ongles, com seus riffs de guitarra meio tristes e ritmo devagar.

Não vou mentir, é um álbum difícil de ser escutado por alguns, já que tem um ritmo tão "sem sentido", mas é um excelente álbum e foi o que colocou o Igorrr na minha lista de artistas favoritos. Escute o álbum com atenção, pois é coisa fina. Ah, e outra coisa: Um lançamento desse ser independente merece ainda mais respeito.


Tracklist:
  1. Petit Prelude Perimé
  2. Mastication Numérique
  3. Tartine De Contrabasse
  4. Pizza Aux Narines
  5. Dixit Dominus
  6. Seuer De Caniche
  7. Dieu Est-Il Un Etre? 
  8. Sorbet Aux Ongles

Link: Mediafire
 Sim, a capa é a mesma do Baroquecore, só muda a legenda embaixo do quadro.

Gênero: Breakcore, Experimental
Ano: 2010
Label: Ad Noiseam
País: França

O próximo da lista, Nostril, foi lançado no ano passado. Lembro até de ficar numa expectativa enorme pelo lançamento do álbum, um F5 frenético por uns dois meses na shoutbox do Igorrr, na Last.fm, até que um amigo meu de lá me mandou o álbum. Mais uma vez, Gautier Serre me lança uma pedrada com doses cavalares de música clássica/barroca e insanidade. Vamos ao review:

Acho que esse é o álbum mais barulhento e mais doido do Igorrr até agora, e o que mais abusa da música erudita/barroca em todas as formas.

O maior destaque do álbum é a música Melting Nails, a música mais Breakcore e mais bem-feita dele: Nada de exageros no uso de samples de música clássica ou nada fora do comum, apenas o bom, puro e descompassado Breakcore. Outros destaque vão para Cruciform Dachshund, Tendon, Excessive Funeral e Pavor Nocturnus.

No geral, mesmo usando 5 das 6 músicas do EP Baroquecore (tirando a Terrine), o Nostril é mais um trabalho insanamente bem-feito do Sr. Gautier Serre. Se você gostou dos outros releases dele e procura algo bizarro e genial, vai gostar muito desse álbum. Falo sério.

Tracklist:
  1. Double Monk
  2. Tendon
  3. Excessive Funeral
  4. Very Long Chicken
  5. Melting Nails
  6. Pavor Nocturnus
  7. Caros
  8. Cruciform Dachshund
  9. Half A Pony
  10. Unpleasant Sonata
  11. Dentist
  12. Fryzura Konika
  13. Veins
  14. Moldy Eye


Link: Mediafire


Nota: Se as capas não aparecerem de novo, avisem-me nos comentários, por favor.

Nota II: Seguindo o legado dos manos Nameless e Damien, decidi postar esses dois Fulls que faltavam pra completar a discografia do Igorrr aqui no Pignes.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
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Kkrusty - A Change Could Do Us Some Good

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Gênero: Chiptune, Breakcore
Ano: 2008
Label: Sociopath Recordings
País: Estados Unidos

Comentário: Se você gosta de Chiptune, aquelas músicas que lembram videogames antigos, e gosta de Breakcore, vai se viciar em Kkrusty. Mike Taylor, nome verdadeiro do Kkrusty é de Illinois, EUA, e lançou seu primeiro álbum em 2005, pela label Give Daddy The Knife, sempre com a mistura Chiptune+Breakcore.

Comparado a outros artistas que fazem a mesma mistura em 8-bit com Breakcore, como Sabrepulse e Saskrotch (que postarei aqui em breve, se gostarem desse), ele se destaca por ter, ao mesmo tempo, um estilo "agressivo" de Breakcore e um estilo sentimental no seu Chiptune, o que é criativo, pois junta estilos quase opostos de se fazer música, e é algo que dá certo, como você vai ver nesse álbum.

Falando nele, "A Change Could Do Us Some Good" vem com melodias até melosas, em algumas músicas, mas que são extremamente viciantes, sem contar o uso massivo de baterias programadas e quebras, como todo artista de Breakcore que se preze. Os destaques vão para as faixas "Dirt Don't Hurt", que usa até alguns elementos de Noise em algumas partes da música; A divertida "Level Skip", faixa no qual você se sente jogando os Megaman antigos; e "A Quick Death", a melhor do álbum, rápida e depressiva.

Pra quem é nostálgico, e ao mesmo tempo gosta de um barulho, e quer ouvir algo fora do habitual, esse álbum (e esse artista) são ótimas pedidas. Aproveitem.

Mais infoLast.fm // MySpace // Discogs

Tracklist:
1. Dirt Don't Hurt
2. Boo
3. Vaudeville Horror
4. Red Sheets, White Lies
5. Level Skip
6. Sunday Morning On Mars
7. Smartass
8. Life
9. Electronic Music Is Still A Joke
10. Jamais Deux
11. A Quick Death
12. Forty Thousand Feet High
13. 2-9
14. Farewell, My Little Basquiat
15. Stupor

Links: Link direto da Netlabel // Mediafire


Obs.: O babaca aqui salvou um post em cima desse, por isso tô repostando. Agora tá tudo certo. Assim espero...
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Bong-Ra - Full Metal Racket

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Gênero: Breakcore
Ano: 2007
Label: Ad Noiseam
País: Holanda

Comentário: Você, fã de Metal, esse post vai te agradar. Portanto, vamos ao artista e ao álbum.

Jason Köhnen, vulgo Bong-Ra, é um produtor holandês que iniciou sua carreira na música eletrônica em 1996, como um DJ. Seu primeiro release foi o "New Millenium Dreadz", em 1998, e lá pra cá, já conta com 7 fulls e outra porrada de EPs e participações em compilações. Seu estilo varia muito, indo de Ragga, até o puro Breakcore, contando com Glitch e IDM também. É um artista que merece atenção por ser um daqueles em que nenhum álbum é 100% igual a outro, o que é bom, pois mostra que o artista em questão tem criatividade e tudo o mais.

Nesse álbum, o Full Metal Racket, Köhnen faz uso massico de samples de Heavy Metal, contando até com Slayer, na música Slaytronic (não torça o nariz, headbanger purista, ele fez um ótimo trabalho, se quer saber). As baterias programadas estão presentes, fazendo do álbum algo agressivo, rápido e bem experimental. Os destaques vão para Bloody Cenotaph, Terrorizah e a já citada Slaytronic, que é a melhor do álbum.

É um ótimo álbum pra aprender a gostar de Bong-Ra, e um bom álbum de Breakcore. Postarei outros releases do Köhnen mais pra frente, mas por enquanto, aproveitem esse bom álbum.

Mais info: Last.fm // MySpace // Discogs

Tracklist:
1. Terrorizah
2. Slaytronic
3. Necrogoat
4. Earache
5. Bloody Cenotaph
6. Jo Bench
7. Ram Waster
8. DSTRCTV
9. Grindkrush (Doormouse Remix)
10. Painkiller (Sickboy Remix)

Link: Mediafire
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
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Igorrr - Baroquecore (EP)

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Gênero: Breakcore/Experimental/ Uma mergulhada na música Barroca
País: França
Ano: 2010

Comentário:
Então, você se lembra desta resenha aqui onde nosso chegado Nameless nos apresentou o álbum cacofônico Moisissure do encantador Igorrr?

Pois bem, ano passado saiu mais algumas músicas, porém como o Nameless não está aqui para apresentá-lo, faze-lo-ei!

Baroquecore dá as dicas logo de cara. Como se mixar, sobrepor, progredir e cadenciar já não fosse o bastante, ainda temos que aturar mais essa grande investida na divina e magnânima Música Barroca. Mas eis que isso pode até não soar tão estranho caso você já tenha ouvido o disco anterior e/ou lido a resenha da qual roubei estas citações.

Porém acredite, você pode encontrar um novo caminho à partir deste disco. É como se pegássemos a tecnologia da nossa década, somado com a insanidade mental de um músico que sabe o que faz e viajássemos para um passado vívido em desejos materiais e espirituais, de magníficas obras que se misturavam entre a conservação e realidade dramástica das características humanas e o desejo indescritível pelo desconhecido divino ou a curiosidade pelo oculto macabro.

Assim podemos dizer deste disco, que bem parecido com o anterior nos gera confusão, inquietação, intimidação e ansiedade. Mas, cá entre nós, o Barroco aqui me fez simplesmente enchergar uma variação de um de seus pontos marcantes: Conflitos espirituais. Além é claro, não vamos esquecer de que temos um momento na história passada de composições musicais complexas que se encaixaram perfeitamente a Igorrr de hoje.

Mas em todo caso pulemos para a parte do "Play".

MySpace||Selo||Lastfm

Tracklist:
01. Tendon
02. Half a Pony
03. Terrine
04. Unpleasant Sonata
05. Excessive Funeral
06. Veins

MegaUpload||4Shared||MediaFire||EasyShare
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
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Atari Teenage Riot - 60 Second Wipe Out

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Gênero: Digital Hard Core/Breakcore/Techno/Industrial
País: Alemanha
Ano: 1999

Comentário: Atari Teenage Riot, é uma banda com história. Formada em 1992, foi considerada uma das maiores da música eletrônica dos anos 90, e de longe, a mais agressiva. Altamente política, eles fundiram uma música bastante eletrônica, barulhenta e com pitadas de Techno, com guitarras distorcidas, ideais anarquistas, anti-nazistas e um vocal típicamente punk. Apesar de a sonoridade da banda ter sido rotulada por muito tempo como "eletrônica" o próprio Alec Empire dizia que não era um rótulo que o Atari Teenage Riot se encaixava pelo som da banda ser "Barulhento demais".
Muitas vezes os lugares onde o Atari Teenage Riot tocava não suportavam tecnicamente as grandes distorções e o barulho feito pelo quarteto e muitos aparelhos simplesmente estouravam. Para Alec Empire o som do Atari Teenage Riot poderia ser chamado de "Riot Sound" (algo como som de revolta) e a canção do ATR gerava sempre tumultos.


Em 1999 em Berlin (cidade natal da banda) houve um grande tumulto envolvendo centenas de fãs do grupo e a policia local. O grupo chegou até a ser investigado pelo Verfassungschutz, uma repartição do serviço secreto alemão que investiga grupos que representam perigo para a sociedade. O Atari Teenage Riot chegou até ser preso em outra apresentação em Berlin, por terem "incitado as pessoas à violência" durante uma passeata anti-nazista em 1° de maio. A banda estava tocando a canção "Revolution Action" em um caminhão estacionado no meio do evento quando de repente começou uma briga entre a polícia e os manifestantes, que totalizavam cerca de 30.000 pessoas.


Uma das últimas apresentações do ATR foi no Brixton Academy em Londers um dos shows mais extremos do grupo. Carl Crack teve um ataque de pânico durante o vôo para Londres provavelmente devido ao seu envolvimento com drogas. Hanin Elias também teve problemas na Turnê e a banda se encontrava em um estado psicológico deplorável. Em 9 de setembro de 2001, Carl Crack acabou sofrendo uma overdose e morreu aos 30 anos de idade. Carl sempre teve muitos problemas psicológicos desde sua adolescência. Após a morte de Carl a banda não se reuniu de novo. Hanin Elias partiu para trabalhar em seu projeto solo, assim como Alec Empire e Nic Endo (esses dois últimos continuam trabalhando juntos).

Tracklist


1."Revolution Action" (Alec Empire/Hanin Elias) – 4:09
2."By Any Means Necessary" (Empire) – 2:38
3."Western Decay" (Empire) – 5:50
4."Atari Teenage Riot II" (Empire) – 6:08
5."Ghostchase" (Empire/Elias) – 4:34
6."Too Dead For Me" (Empire/Elias) – 4:17
7."U.S. Fade Out" (Empire) – 2:52
8."The Virus Has Been Spread" – 1:15
9."Digital Hardcore" (Empire) – 4:11
10."Death Of A President D.I.Y.!" (featuring Dino Cazares) (Empire/Elias) – 4:43
11."Your Uniform (Does Not Impress Me!)" (featuring MC D-Stroy from The Arsonists) (Empire/David Melendez) – 5:48
12."No Success" (featuring Freestyle, Kathleen Hanna) (Empire/Elias/Melendez/Kathleen Hanna) – 3:48
13."Anarchy 999" (featuring The Arsonists, Kinetics) (Empire/Melendez/Andy Wallace/Anthony Quiles/G. Barreto/J. Perez) – 4:07


sexta-feira, 1 de maio de 2009
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Venetian Snares - Rossz Csillag Allat Született

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Gênero: Experimental, Eletrônico, Neoclássico, Breakcore
Ano: 2005
País: Canadá
Comnetário: Venetian Snares é um projeto do músico eletrônico canadense Aaron Funk. Funk é muito conhecido no meio eletrônico por fazer uma música muito experimental, com uma assinatura de tempo musical bem assimétrica (7/4, por exemplo). Aaron passeia com facilidade sobre vários estilos, de maneira rápida, 'picotada'(uma das características do Breakcore). Esse trabalho, pelo que ouvi, é o que contém mais incidência de música erudita: apenas quatro faixas apresentam bateria computadorizada, utilização de violinos, violoncelos e amostras sutis do Jazz americano (principalmente na faixa Hajnal). E claro, tudo isso tendo como espinha dorsal o experimentalismo e a 'quebrada' eletrônica.

Bem, para mim Rossz Csillag Allat Született é uma obra prima, um dos trabalhos mais inteligentes em termos de experimentalismo e música eletrônica que já tive a oportunidade de ouvir. De fato,
Rossz Csillag Allat Született é uma épica eletrônica que tem um pé na rave e outro na música de câmara. Perfeito demais!

Altamente recomendado para aqueles que curtem experimentalismo.


Destaque para a faixa
Kétsarkú Mozgalom (sim, essa faixa é grandinha, mas recomendo que a ouçam na íntegra para notarem como ela evolui \m/)

Tracklist:

1. Sikertelenség
2. Szerencsétlen

3. Öngyilkos Vasárnap

4. Felbomlasztott Mentökocsi

5. Hajnal

6. Galamb Egyedúl

7. Második Galamb
8. Szamár Madár
9. Hiszékeny

10. Kétsarkú Mozgalom

11. Senki Dala







Download Rapidshare
Download Megaupload
Download zShare
Download Badongo
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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Drumcorps - Grist

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Gênero: Breakcore/Grindcore
País: Alemanha
Ano: 2006

Comentário: Drumcorps é o projeto caoticão "one-man-band" do produtor americano Aaron Spectre. Ele une a brutalidade do Hardcore/Grindcore ao Breakcore, vertente da música eletrônica focada em bpms rápidos e extremamente quebrados. Ele começou sua carreira no mundo da música em 2003 como baterista no subúrbio de Massachussets, porém sua carreira deslanchou mesmo depois que se mudou para Berlim onde iniciou sua carreira como produtor, e uniu suas duas paixões, a força do hardcore com a música eletrônica. O resultado é para poucos um som extremamente experimental e agressivo, mas que já alavancou e carrega uma grande quantidade de fãs devotos.

Tracklist

1. Botch Up and Die
2. Down
3. Pig Destroyer Destroyer
4. Terrible Things
5. Forgive and Forget
6. Grainbeast
7. Saddest RMX
8. Incarnate
9. Worse
10. Time
11. Grist



Quem escreve e faz os uploads:

 
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