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sábado, 15 de dezembro de 2012
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Mastodon - Discografia

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Gênero: Progressive Rock/Metal/Sludge
País: Estados Unidos
Tempo em atívidade: 1999-Atualmente

Comentário: Mastodon {Atlanta, Georgia} foi formada em 1999, e durante a ultima década ascendeu de forma meteórica se tornando febre e conquistando pelo mundo adeptos vindos de diversos nichos, pessoas que não possuíam a minima empatia por música pesada passaram a simpatizar com o quarteto, alcançaram uma posição rara, o de fazer música estritamente pesada, mas que ficou longe de se limitar a um único segmento de público. A banda se destaca por consolidar um som próprio, onde fica um pouco difícil definir limites e barreiras, pois, de álbum para álbum ela consegue ser dinâmica, inconstante e isso sem deixar de lado suas próprias características sonoras já muito bem definidas e sedimentadas.

Cheios de técnica, a banda faz o contrário de muitas outras ditas progressivas e dispensa firulas desnecessárias, apesar de sempre surgir algum instrumento, nem que sutilmente e ligeiramente "solto", antecedendo, sobressaindo ou sucedendo as faixas, além de várias mudanças no andamento das músicas, investem principalmente na originalidade e numa mistura magnífica de estilos pesados e violentos como o Groove e o Hardcore. Somando com o caótico e contrastante Sludge e acrescentando ainda uma quantidade considerável de Stoner Rock, Rock Progressivo, Post-Rock entre outros elementos, fazem um grande caldeirão onde poderemos saborear sonoridades próximas às empenhadas por bandas influentes como Melvins, Neurosis, ISIS, Kyuss, e lembranças de revolucionárias como Pink Floyd, Black Sabbath e King Crimson.

quinta-feira, 22 de março de 2012
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Dysphoria - Satyriasis XXI (EP)

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Gênero: Slamming Brutal Deathcore/Mathcore
País: Ucrânia
Ano: 2010

Comentário: Quando se trata de Deathcore tenho uma predileção por bandas de origem eslava, isso porque eles parecem ter um maior vigor e disposição para criarem canções extremamente brutais, mas bem coesas e ordenadas, diretas e consistentes, seja cantando em suas línguas nativas ou em inglês, elas são sempre densas e carregadas, e me agradam bastante. E um exemplo disso é essa banda proveniente da Ucrânia, chamada Dysphoria.

A banda é formada pelos amigos Led (guitarra), Slash (vocal), Fozz (guitarra) e Romankeen (bateria), e eles rotulam o seu som de “Regresive Mathcore/Deathcore” (seja lá o que isso for), mas acontece que é um som extremamente brutal e técnico. Lançaram seu primeiro trabalho, ”Satyriasis XXI”, que é esse em questão, no inicio de 2010.

Esse primeiro trabalho da banda é um EP, apesar de conter 10 faixas, que somam um total de 22 minutos de pura brutalidade e violência. Esse EP parece estar divido em duas partes distintas, porque as primeiras faixas tendem mais para um Slamming Brutal Deathcore, cheio de blast-beats, breackdowns, etc., e já da metade em diante, a brutalidade continua, mas dessa vez caótica e com mais experimentalismo, com riffs dissonantes e toda aquela esquisitice técnica do Mathcore. Eles até usam uma bateria eletrônica em algumas canções, mas fazem de forma que se encaixa perfeitamente nas músicas, não deixando nada a desejar. Todos os integrantes demonstram grande habilidade e técnica, inclusive o vocalista, que é bem versátil, com seus vocais rasgados, guturais extremamente graves, e pig squeals.

Eu achei esse trabalho de extrema qualidade, e os caras já chegaram chutando bundas de muitas bandas antigas no cenário. A banda conseguiu logo de cara criar uma coisa original, mesmo em um meio tão saturado, e apesar do álbum predominar o Deathcore e Mathcore, podemos perceber alguma influência do Grindcore e do Beatdown Hardcore. Com certeza é um dos meus álbuns preferidos no estilo, um som extremamente intenso, denso, agressivo, brutal, sem ser repetitivo e enjoativo, estou ansioso para que a banda lance mais coisas. Portanto se você gosta desse tipo de som, pode baixar sem medo.

[MySpace//LastFM]

Tracklist:

1.Whispers In My Head - (1:35)    
2.Protoflazidium - (1:48)  
3.Caligula Bows Down - (2:02)  
4.Santa Makes Giger's Tattoo - (2:05)      
5.Penguincore's What You Deserve - (1:30)      
6.Satyriasis XXI - (2:24)      
7.Pulsing Evisceration - (2:33)  
8.Xloya's Guilt - (2:46)      
9.Math Teacher Seems To Be Epileptic (Mathfuckcore) - (2:27)      
10.Outro - (2:28)

Download:

Mediafire/4Shared/UppIT


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
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Zelophilia - Lust, Loathing, & Love

1 comentários
Gênero: Experimental/ Mathcore/ Mathmetal/ Progressive/ Avant-garde
País: EUA
Ano: 2011

Comentário: Zelophilia é uma banda que parece reunir tudo que você já ouviu de mais inovador e doido no rock/metal sem soar repetitivo e de certa forma com maestria. Você se lembrará dos projetos de Mike Patton e Devin Townsend, SOAD, Meshuggah, incluindo muita influência do rock/metal alternativo, punk, death metal, pitadas de música barroca e muito mais.

Os intrumentos seguem uma linha mais mathcore/metahmetal, com toda aquela barulhenta e técnica, mas tem seus momentos de romantismo sádico, principalmente quando o vocal (com boa variação de técnicas vocais) está presente. Maravilho é a passagem dos gritos insanos para um grave solene.

Lust, Loathing, & Love é o debut e portanto não tenho muito o que informar sobre a banda, mas embora sobre-carregada de influências bem óbvias é difícil apontar algo não agradável em seu som. Me soa muito bem, músicas bem construídas onde observo uma certa relação com as bandas que citei anteriormente. Apesar disso a descrição que a banda nos deixa é essa: "Sounds like a childishly simplified, watered down combination of Meshuggah, The Locust, Dillinger Escape Plan, and Daughters".


Facebook//LastFM//BandCamp

Tracklist:
01. The Locust Plague Antarctica 01:59
02. Dancing In Bloody Leather 02:33
03. Demons & Diminished Chords 02:33
04. Deconstruction 02:53
05. Feed 01:35
06. Gentle Sleep 00:55
07. Product of Man (Not Nature) 03:21
08. The Fornicator’s Suicide Note 03:20
09. Wolves Scavenging For Crumbs 02:38
10. Scrawny Children 04:50
11. Lust, Loathing, & Love 03:29

Download (BandCamp)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
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Norma Jean - Redeemer

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Gênero: Metalcore / Mathcore / Christian
País: Estados Unidos
Ano: 2006

Comentário: Marilyn Monroe foi, talvez, a maior estrela do século passado, que sacudiu o showbiz e o moldou da forma que o conhecemos hoje. Por trás do pseudônimo escolhido, seu nome de nascença, Norma Jean, não foi tão proferido assim pelos seus fãs. Não se sabe exatamente por que, mas foi esse o nome escolhido pelos religiosos rapazes da Georgia para suas iniciante banda, lá pelos idos de 1997.
Redeemer é o terceiro álbum do grupo, e me fascina por diversos motivos: o primeiro deles é, obviamente, a qualidade do registro. Pra quem gosta da chamada música extrema, é uma paulada na cabeça. É grito o tempo todo, sem nenhum vocal mais animadinho para fazer o contraponto. O segundo é exatamente o paradoxo que isso traz. A banda é cristã, e o álbum já denota isso logo em seu título, o que não é diferente em suas letras. Eu imagino o grupo ao lado do Padre, numa Igreja, tocando as músicas desse disco entre o sermão e a homilia.
E o último motivo pode parecer irrelevante para muitos, mas para mim é, algumas vezes, determinante para o meu veredicto sobre o disco: a capa. Olha essa arte! Não, sério, olha bem. Olha de novo. É muito boa.


[ MySpace / LastFM ]

Tracklist:
  1. "A Grand Scene for a Color Film" – 3:24
  2. "Blueprints for Future Homes" – 2:49
  3. "A Small Spark vs. A Great Forest" – 5:00
  4. "A Temperamental Widower" – 2:46
  5. "The End of All Things Will Be Televised" – 5:11
  6. "Songs Sound Much Sadder" – 3:04
  7. "The Longest Lasting Statement" – 2:47
  8. "Amnesty Please" – 4:14
  9. "Like Swimming Circles" – 3:04
  10. "Cemetery Like a Stage" – 4:26
  11. "No Passenger : No Parasite" – 4:58



Bayfiles
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
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Car-Bomb - Centralia

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Gênero: Mathcore/Grindcore/Experimental
País: Estados Unidos
Ano: 2007

Comentário: Caótico e agressivo, essas duas palavras definem bem o som de Car-Bomb, banda formada em meados dos anos 2000, lançaram um EP em 2004 e um o seu primeiro Full-Length em 2007, Centralia.

Centralia é bem caótico e experimental, e segue uma linha bem parecida com Dilinger Scape Plan. Esbanjando técnica, os integrantes dão um show de virtuosidade em suas canções, levando a música a outro nível. As canções possuem andamentos estranhos, cheias de quebras e mudanças bruscas, riffs dissonantes, escalas não convencionais, onde em certas ocasiões você tem a impressão que eles esão tocando acordes aleatoriamente, umas passagens eletrônicas aqui e ali, o que deixa o som mais interessante, e para completar o vocal, que manda uns berros insanos.

É bem difícil descrever o som do Car-Bomb, mas eu retirei aqui um trecho da biografia presente no site oficial da banda, que acho que exprime bem o estilo da deles:

“...O resultado é como se um jato propulsor atirasse cascalho em seu crânio. Car-Bomb combina a loucura polirrítmica e matemática de Meshuggah e Dillinger Escape Plan com a raiva e fúria energética de Coalesce e Convergel. Sua intenção é a de atacar o ouvinte de todas as formas possíveis – desde da composição, sonoramente, e liricamente.”

[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:

1.Pieces of You - (2:58)
2.Gum Under the Table - (3:27)
3.Rid - (0:27)
4.Cellophane Stiletto - (2:53)
5.Best Intentions - (4:26)
6.M^6 - (2:15)
7.His Eyes - (4:18)
8.Hypnotic Worm - (3:19)
9.Cielo Drive - (2:27)
10.Solid Grey - (2:12)
11.H5N1 - (3:14)

Download:
Megaupload
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
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Maiwes - Eva

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Gênero: Deathcore/Mathcore
País: Rússia
Ano: 2010

Comentário: Maiwes é um projeto musical russo que conta com a colaboração de músicos de diferentes cidades, e que deu origem ao álbum “Eva”, lançado em julho de 2010. O som é um Deathcore técnico, bem puxado para o Mathcore, com riffs rápidos, bateria cheia de quebradas, sintetizadores e tal, até ai nada de mais, mas o destaque dessa banda é o vocal feminino, que intercala entre guturais agressivos, e limpos melódicos, que fica a cargo de 0.04, isso mesmo o nome é 0.04.

Encontrei poucas informações sobre a banda na internet, ao que tudo parece depois do projeto pronto, deixaram de lado, até o site deles está fora do ar. Particularmente achei o som deles parecido com Iwrestledabearonce, e tão bom quanto, inclusive o vocal que pra mim é dos melhores guturais femininos que já ouvi. Os títulos das faixas do álbum são todos nomes femininos, e pela informações que encontrei as letras contam a história dos assassinatos das respectivas mulheres. Abaixo segue a tradução da biografia da banda:

“O som é a junção entre estilos como deathcore, mathcore e drum’n bass. Originalidade é adicionada através de uma voz potente e brutal do sexo feminino. As canções de Maiwes estão tentando descobrir a ideologia de uma visão mundial, bem como a natureza do assassinato.

O assassinato ideal como uma imagem perfeita.
Cada canção conta a história de uma morte.
O álbum inteiro - uma caçada.”


[MySpace/LastFM]

Tracklist:
1.Lolita - (1:56)
2.Joan - (2:12)
3.Eva - (2:02)
4.... - (0:31)
5.Anna - (3:05)
6.Angelique - (2:58)
7.Elizabeth - (4:30)
8.... - (0:32)
9.Helga - (2:42)
10.Sophie - (3:34)
11.Maria - (3:49)

Joan


Elizabeth


Download:

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sábado, 27 de agosto de 2011
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Protest The Hero - Discografia

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Gênero: Progressive Post-Hardcore/Mathcore
País: Canadá
Ano de fundação: 1999

Comentário: Protest The Hero é uma banda que eu sou suspeito pra falar simplesmente por eu ser verdadeiramente fã. A banda foi formada em 1999 em Ontario, Canadá, inicialmente com o nome de Happy Go Luck, nome pelo qual ainda chegaram a lançar um EP em 2002 que não fora muito expressivo. Pouco tempo depois mudaram seu nome para Protest The Hero, é aqui que a brincadeira começa de verdade.

Posterior ao EP A Calculated Use Of Sound, Kezia foi o debut album da banda lançado pelo selo indie “Underground Operations”. Ao olhar para os integrantes da banda na época, o que você vê é simplesmente um bando de moleques comuns que aparentavam ter acabado de sair do colégio, mas eis a surpresa após ouvir alguns minutos do álbum, é pura virtuose! Uma complexidade técnica absurda que viria se aperfeiçoar ainda mais nos álbuns futuros, mas que aqui já seria digno de impressionar qualquer um.  Seja o expressivo baixo de Arif Mirabdolbaghi (uma das mentes criativas da banda), seja a bateria extremamente quebrada e cheia de levadas bizarras de Moe Carlson, as guitarras extremamente técnicas, cheias de tapping de Luke Hoskin e Tim Millar ou o vocal de alcance bem alto do mentor da banda, Rody Walker.


Normalmente após ler uma descrição dessas eu confesso que correria o risco de broxar e imaginar uma banda pé no saco nos moldes de Dream Theater, e é aí que entra a beleza do Protest The Hero, eles possuem toda essa complexidade, mas ao mesmo tempo produzem um som completamente acessivel, cativante, grudento, com as músicas cheias de momentos intensos, seja com os gritos de “Drop the gun” de Blindfolds Aside, ou o final de Turn Soonest To The Sea cantado em coro. Vale mencionar a qualidade das letras, sempre ácidas e críticas, mas sem aquele teor de rebeldia juvenil, tudo aqui é muito profundo, cheio de metáforas, referencias literárias, super expressivo. No caso mesmo de Kezia, é um álbum conceitual que narra a história de uma mulher prestes a ser executada, o álbum é contado no ponto de vista de 3 pessoas, um padre que presencia a execução, um dos soldados que a irá executar, e a própria Kezia.

Em 2008 é lançado Fortress, mais pesado e raivoso do que seu antecessor, abordando mais uma vez um conceito próprio que vai desde a capa as suas letras e sonoridade, ainda mais técnico, grudento, um completo aprimoramento vindo do Kezia, é considerado a obra prima da banda por muitos. Dessa vez o conceito do álbum se passa pela ascensão e queda de um deus mitológico da floresta, várias referências presentes são de antigas mitologias irlandesa e também da história de Genghis Khan.

Fato incrivel é que a banda não é só um grupo perfeccionista de estúdio, tudo isso feito por eles é reproduzido com completa fidelidade ao vivo, em seus curtos porem intensos shows, vale ouvir/assistir o DVD Gallops Meets The Earth.

Agora em 2011, dia 21 de março ocorreu o lançamento de Scurrilous, o terceiro álbum. Scurrilous é aquele album que mesmo com hype em cima, consegue satisfazer completamente, aberto com C’est La Vie, música já divulgada anteriormente que deu uma bela água na boca, consegue manter o nível ao longo de suas 10 faixas. O que temos aqui é de fato o trabalho mais maduro deles, um belo hibrido entre Kezia e Fortress, o instrumental de Fortress ainda mais complexo, técnico e trabalhado, com os vocais mais limpos da época de Kezia, aqui não temos mais guturais ou rasgados, mas tudo compensado com doses e mais doses de progressividade.

A Calculated Use Of Sound


Ano: 2003

Tracklist

1."Red Stars Over the Battle of the Cowshed"   2:51
2."An Apathetic New World"   3:07
3."These Colours Don't Run"   3:13
4."Soft Targets Dig Softer Graves" (Only available on the re-release version) 4:29
5."Fear and Loathing in Laramie"   3:28
6."Led Astray"   4:33
7."I Am Dmitri Karamazov and the World Is My Father"   3:35



Rapidshare//DepositFiles
Kezia


Ano: 2005

Tracklist

Part I: Prison Priest
1."No Stars Over Bethlehem"   3:48
2."Heretics & Killers"   3:09
3."Divinity Within"   4:32

Part II: Prison Guard
4."Bury the Hatchet"   3:23
5."Nautical"   2:57
6."Blindfolds Aside"   5:59

Part III: Kezia
7."She Who Mars the Skin of Gods"   3:51
8."Turn Soonest to the Sea"   6:21
9."The Divine Suicide of K."   5:10

Part IV: Finale
10."A Plateful of Our Dead"   4:29





Ano: 2008

Tracklist

On Conquest and Capture
1."Bloodmeat"   3:54
2."The Dissentience"   4:23
3."Bone Marrow"   5:30

(Untitled)
4."Sequoia Throne"   3:11
5."Palms Read"   5:06
6."Limb from Limb"   4:22
7."Spoils"   3:43

Isosceles
8."Wretch"   4:12
9."Goddess Bound"   3:35
10."Goddess Gagged"   3:14




Rapidshare//DepositFiles


Gallop Meets The Earth


Ano: 2009

Tracklist

1."Sequoia Throne"   4:23
2."No Stars Over Bethlehem"   4:36
3."Bloodmeat"   4:01
4."The Dissentience"   5:23
5."Palms Read"   3:22
6."Blindfolds Aside"   5:30
7."Goddess Bound"   3:11
8."Goddess Gagged"   4:44
9."Spoils"   2:57
10."Nautical"   6:39
11."Limb from Limb"   5:35



Mediafire//Rapidshare//Crocko//FileJungle//WUpload//JumboFiles

Scurrilous


Ano: 2011

Tracklist

1."C'est la Vie"   3:33
2."Hair-Trigger"   4:48
3."Tandem"   5:12
4."Moonlight"   4:48
5."Tapestry"   4:29
6."Dunsel"   4:52
7."The Reign of Unending Terror"   3:25
8."Termites"   3:56
9."Tongue-Splitter"   4:34
10."Sex Tapes"   4:41



Rapidshare//DepositFiles
domingo, 21 de agosto de 2011
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Exotic Animal Petting Zoo - I Have Made My Bed in Darkness

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Gênero: Experimental/Post Metal/Progressive Rock
País: Estados Unidos
Ano: 2008

Comentário: Exotic Animal Petting Zoo é o tipo de pérola que eu ostento com orgulho ter conhecido em sua fase embrionária, e que mesmo até hoje sendo uma banda conhecida em apenas um nicho bem específico de ouvintes dentro da internet, é sempre saboroso ouvir ou recomendar pra alguém.

A banda teve uma formação comum, simplesmente objetivando a criação de uma sonoridade que passeasse por vários estilos e influências que seus membros receberam no decorrer de suas vidas, em especial citaria duas bandas, The Dillinger Escape Plan e Deftones. A primeira por emprestar sua estrutura “Mathcore”, repleta de poliritmia, tempos quebrados e complexos, riffs dissonantes mas ao mesmo tempo carregam toda a músicalidade e aura atmosférica e melancólica do Deftones, a partir dai, se você for fã de uma das duas bandas ou até de outras como Thrice e Between the Buried and Me, não precisa ter dúvidas que vai se satisfazer com o som da banda que ora passeia pela caoticidade pura, ora passeia pelo melancólico e calmo.

Porém, a musicalidade dos caras não termina por aí, não são uma simples referência as bandas citadas, apresentam muito mais. A começar pela produção do álbum que é impecável, realmente super produzido, tudo o mais cristalino e limpo possivel, timbres perfeitos, tudo com o maior requinte e cuidado. As referências e influências também vão longe, o post-rock é um dos elementos mais presentes, em faixas ou longos interludios instrumentais, fora uma atmosfera toda shoegazeada aqui e acolá. Enfim, é como se os caras jogassem num liquidificador diversas referencias do que se tem hoje de mais caótico e também do melancólico, e o resultado é uma banda super organica, extremamente técnica e cheia de feeling, com uma boa dose de experimentalismo que passeiam por suas faixas que variam entre 1 e 8 minutos.

Tracklist

1. Seeds 8:25
2. Anniversary Psalm 1:30
3. Hairdresser 3:21
4. A Balloon Enters Kyoto City 3:33
5. Moonshoes 3:56
6. Every Waking Moment 6:48
7. Richard Dean Anderson 4:33
8. a) Translations 4:22
9. b) Curse Of The Sands 4:54
10. These People Refuse to Believe That The Lake Is Bottomless 5:22
11. Ira Lore 8:11
12. Arendering 8:25

Myspace

Turbobit//Crocko//Bayfiles//Rapidgator

quinta-feira, 4 de agosto de 2011
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The Fall of Troy - Discografia

8 comentários
Gênero: Rock Progressivo / Experimental / Post-Hardcore / Mathcore
País: Estados Unidos
Anos em Atividade: 2002-2010

Comentário: Os meandros do Mathcore ainda são, de certo modo, obscuros pra mim. Os riffs são muito bem trabalhados, de fato, mas alguns baluartes do gênero, na minha opinião, ainda fazem tanto sentido quanto o Vanilla Sky do Tom Cruise e da Penélope Cruz (sério, até hoje eu tento entender onde tá o nexo daquela porra).
No entanto, quando eu ainda era um garotinho juvenil, o youtube não existia e, portanto, havia meios alternativos - e mais complexos - para se achar vídeos musicais. Eu me valia, assim, do extinto punkrockvids.net, e dali extraía a minha fonte de músicas novas. Apesar do nome, o que mais aparecia no site era emocore e screamo. Eis que um dia me deparo com Wacko Jacko Steal the Elephant Man's Bones e, dali em diante, minha opinião sobre o mathcore mudou drasticamente.

The Fall of Troy é uma banda coesa. Óbvio que as abstrações afeitas ao gênero estão bem presentes em seus trabalhos, mas o diferencial da banda é que eles alternam vocais rasgados com os tradicionais, momentos de calmaria com guerras de riffs trabalhados, de maneira coerente. Aí é que reside o grande trunfo do trio: passar longe de ser ortodoxo, mas, concomitantemente, seguir uma linha identificável de raciocínio.
Thomas Erak, Andrew Forsman e Tim Ward compuseram o crew durante grande parte da carreira, sendo este último substituído por Frank Ene no álbum mais recente. Após a turnê de divulgação de In the Unlikely Event, a banda encerrou as atividades. Cada um seguiu seu rumo com um novo grupo, mas nenhum deles lançou, ainda, algum disco. Sigo no aguardo: os caras são talentosos.


Releases:

Álbum: The Fall of Troy
Ano: 2003

Tracklist:

  1. "ROCKSTAR NAILBOMB!" - 2:02
  2. "Spartacus" - 1:15
  3. "The Circus That Has Brought Us Back to These Nights (Yo Chocola)" - 3:08
  4. "Mouths Like Sidewinder Missiles" - 3:51
  5. "The Last March of the Ents" - 2:59
  6. "F.C.P.S.I.T.S.G.E.P.G.E.P.G.E.P." - 4:40
  7. "Whacko Jacko Steals the Elephant Man's Bones" - 4:51
  8. "Reassurance Rests in the Sea" - 3:58
  9. "The Adventures of Allan Gordon" - 4:06
  10. "I Just Got This Symphony Goin'" - 4:14
  11. "What Sound Does a Mastodon Make?" - 7:12



Megaupload / Mediafire / Rapidshare / Hotfile / Filesonic

Álbum: Doppelgänger
Ano: 2005

Tracklist:
  1. "I Just Got This Symphony Goin'" - 4:09
  2. "Act One, Scene One" - 5:00
  3. "F.C.P.R.E.M.I.X." - 3:57
  4. "You Got a Death Wish, Johnny Truant?" - 2:12
  5. "Mouths Like Sidewinder Missiles" - 3:44
  6. "The Hol[ ]y Tape..." - 4:51
  7. "Laces Out, Dan!" - 2:31
  8. "We Better Learn to Hotwire a Uterus" - 2:10
  9. "Whacko Jacko Steals the Elephant Man's Bones" - 4:50
  10. "Tom Waits" - 3:03
  11. "Macaulay McCulkin" - 8:06

Álbum: Manipulator
Ano: 2007

Tracklist:
  1. "Cut Down All the Trees and Name the Streets After Them" - 2:37
  2. "The Dark Trail" - 4:30
  3. "Quarter Past" - 4:51
  4. "Problem!?" - 1:56
  5. "Semi-Fiction" - 4:26
  6. "Oh! The Casino!?" - 2:17
  7. "Sledgehammer" - 6:01
  8. "Seattlantis" - 4:01
  9. "Ex-Creations" - 3:09
  10. "Shhh!!! If You're Quiet, I'll Show You a Dinosaur" - 2:44
  11. "Caught Up" - 2:30
  12. "A Man a Plan a Canal Panama" - 8:20

Álbum: In the Unlikely Event
Ano: 2009

Tracklist:
  1. "Panic Attack!" – 3:34
  2. "Straight-Jacket Keelhauled" - 2:24
  3. "Battleship Graveyard" - 5:10
  4. "A Classic Case of Transference" - 4:43
  5. "Single" - 3:06
  6. "Empty the Clip, the King Has Been Slain, Long Live the Queen" - 3:17
  7. "People and Their Lives" - 6:18
  8. "Dirty Pillow Talk" 4:18
  9. "Nobody's Perfect" - 4:44
  10. "Webs" - 4:18
  11. "Walk of Fame" - 5:20
  12. "Nature Vs. Nurture" - 5:43

PS: o Koticho já disponibilizou, também, um EP, que aqui está. 
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
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The Fall Of Troy - Manipulator

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Gênero: Progressive Rock/Mathcore/Post-HC/Experimental
País: Estados Unidos
Ano: 2007

Comentário:Fall Of Troy é um power-trio vindo de Washington, que despontou nos ultimos anos como um dos grandes nomes do Prog Rock moderno. Combina muitas vezes o prog rock de bandas clássicas como o Rush, com o Post-Hardore, além de tendências notáveis ao Mathcore.

Manipulator foi o álbum responsável por dar destaque a banda, produzido por Matt Bayles que já trabalhou com Minus The Bear, Mastodon e até Pearl Jam o álbum angariou muitas críticas e notas positivas por aí, como por exemplo os 4 de 5 Ks da Kerrang Magazine.

A sonoridade do Fall Of Troy pra quem não conhece, vai agradar e muito os fãs de At-The Drive In e Mars Volta, remete bastante a ambos. Diria até que Fall Of Troy é um Mars Volta Post-Hardcorizado, com mais distorções e menos trips psicodélicas, variando muito em vocais limpos e rasgados. Manipulator entra no meu top 5 melhores albuns do Mathcore.

Tracklist


1. "Cut Down All the Trees and Name the Streets After Them" 2:37
2. "The Dark Trail" 4:30
3. "Quarter Past" 4:51
4. "Problem!?" 1:56
5. "Semi-Fiction" 4:26
6. "Oh! The Casino!" 2:17
7. "Sledgehammer" 6:01
8. "Seattlantis" 4:01
9. "Ex-Creations" 3:09
10. "Shhh!!! If You're Quiet, I'll Show You a Dinosaur" 2:44
11. "Caught Up" 2:30
12. "A Man a Plan a Canal Panama" 8:20



Megaupload
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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Sikth - Death Of A Dead Day

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Gênero: Mathcore/Progressive Metalcore
País: U.K
Ano: 2006

Comentário: Sikth é uma banda progressiva formada em Hertfordshire, no Reino Unido. Death Of A Dead Day é o segundo álbum da banda, e novamente produzido apenas por eles mesmo estrearam na posição 55 do UK Album Charts, uma boa posição pra uma banda complexa, pesada e underground como eles.

O estilo do Sikth é dificil de definir por causa das diferentes influências incorporadas no som. Comumente são considerados uma banda de Prog Metal por causa de seu jeito unortodoxo mas também são considerados como Technical Metal e Mathcore em virtude da natureza complexa do instrumental de suas músicas.

Tracklist

1. "Bland Street Bloom" - 5:40
2. "Flogging the Horses" - 3:32
3. "Way Beyond the Fond Old River" - 5:02
4. "Summer Rain" - 3:35
5. "In This Light" - 4:24
6. "Sanguine Seas of Bigotry" - 4:17
7. "Mermaid Slur" - 0:47
8. "When the Moment's Gone" - 5:59
9. "Part of the Friction" - 5:13
10. "Where Do We Fall?" - 4:40
11. "Another Sinking Ship" - 4:02
12. "As the Earth Spins Round" - 6:36

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sábado, 9 de outubro de 2010
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War From A Harlots Mouth - MMX

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Gênero: Deathcore/ Mathcore/ Grindcore
País: Alemanha
Ano: 2010

Comentário: War from a Harlot's Mouth é uma banda alemã formada em 2005. É bem dinâmica, cheio de quebradas, misturando death, grind, hardcore, porém mais progressivo, fazendo um mathcore violento e longe da ideia de metalcore que muitas possuem. Outro destaque são as linhas de Jazz adicionadas em muitas músicas, uma mistura insana, com certeza.
Este é o terceiro álbum da banda, e resolvi postar pois esse blog está devendo nos lançamentos. Aqui no blog já existem os anteriores, acesse: Transmetropolitan (2007) e In Shoals (2009).

Ainda não ouvi, então baixa aí e diz, D:

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sexta-feira, 19 de junho de 2009
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Between The Buried And Me - Colors

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Gênero: Prog Metal/Metalcore/Mathcore
País: EUA
Ano: 2007
Comentários: Between the Buried and Me é um quinteto de Mathcore originários de Raleigh, North Carolina. O nome da banda foi retirado da canção “Ghost Train”, da banda Counting Crows (“Took the cannonball down to the ocean/Across the desert from the sea to shining sea/I rode a ladder that climbed across the nation/Fifty million feet of earth between the buried and me”)
A banda foi fundade em 2001 na cidade americana Winston-Salem de North Carolina pelo vocalista Tommy Rogers (From Here On, Undying, Prayer For Cleansing), pelos guitarristas Paul Waggoner (Prayer For Cleansing) e Nick Fletcher (Azazel), o baixista Jason King (Azazel) e o baterista Will Goodyear (Voids, Prayer For Cleansing).

Logo o baixista Dan Briggs de Erie, Pennsylvania substitui Jason King no baixo. O novo integrante também é membro das bandas Espinaca, Nemo e MFWC. Briggs e Waggoner são ambos straight-edges e alguns membros da banda são veganos.

[Trecho Acima Tirado Do LastFM Da Banda]

Colors é o ultimo album da banda, lançado depois do Otimo Alaska. Colors é o album mais progressivo da banda... Considero ele o melhor deles tbm. Album muito Lindo, escutem e garanto que não vão se arrepender. O peso dos albums anteriores aida esta la, apenas com mais variaçoes.

Tracklist:

01 - Foam Born, Pt. A: The Backtrack (2:13)
02 - Foam Born, Pt. B: The Decade Of Statues (5:20)
03 - Informatl Gluttony (6:47)
04 - Sun Of Nothing (10:59)
05 - Ants Of The Sky (13:10)
06 - Prequel To The Sequel (8:36)
07 - Viridian (2:51)
08 - White Walls (14:13)

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sexta-feira, 17 de abril de 2009
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Rolo Tomassi - Hysterics

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Gênero: Noisecore/Mathcore/Experimental
País: Inglaterra
Ano Lançamento: 2008


Comentário: O Rolo Tomassi surgiu em 2005 em Sheffield na Inglaterra. Em 2006 após um split com a Mirror! Mirror! a banda conseguiu contrato com a Hassle records, e posteriormente em 2008 lançou seu primeiro disco, o Hysterics. A banda apresenta um misto de gritaria, vocais limpos, porrada, passagens eletrônicas e ritmos deprimentes. A vocalista Eva Spence surpreende bastante quando começar a cantar com sua grande virtuosidade em passar de berros para vocais limpos e vice-versa. Na verdade toda a banda surpreende por sua mistura de muita coisa.

O álbum é bem interessante e diferente, agrada quem gosta dessa leva de bandas de mathcore ou bandas mais experimentais do hardcore e também agrada quem está ligado em toda essa cena indie/alternativa por aí. O disco vem sido bem elogiado pela crítica especializada recebendo diversas notas altas por toda a mídia especializada em música alternativa.


Tracklist:


1. Oh, Hello Ghost
2. I Love Turbulence
3. Fofteen
4. Abraxas
5. An Apology to the Universe
6. Nine
7. Macabre Charade
8. Trojan Measures
9. Everything Went Grey
10. Scabs
11. Fantasia

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terça-feira, 31 de março de 2009
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The Tony Danza Tapdance Extravaganza - Danza II: The Electric Boogalo

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Gênero: Grindcore/Experimental/Mathcore
País: Estados Unidos
Ano Lançamento: 2007
Comentário: Banda dos EUA, que mistura vários estilos, mas com o mesmo propósito, agradar a quem ouve o som. Vocais gritados e agressivos, junto com riffs de guitarra cadênciados, com breakdowns ótimos e trechos experimentais. 13 faixas que são de prender a atenção do ouvinte, ouçam a You Gonna Buy The Beers Or The Whole Damn Bar.

Vídeo de Carroll 14 Wossman 7.

Tracklist:

01. T.R.O.U.B.L.E.
02. You Gonna Buy The Beers Or The Whole Damn Bar
03. I Don't Mean To Impose, But I Am The Ocean
04. Go Greyhound
05. Top English
06. The Electric Boogaloo
07. Crunchy Black Did Me In A Midnight Madness
08. Mad Max Beyond Superdome
09. Carroll 14 Wossman 7
10. Nobody Eats BBQ Two Days In A Row
11. Shot Of Whiskey
12. Rollin' And Tumblin' On Satan's Rotisserie
13. The Louisiana Dive Bar Massacre

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
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Psykup - We Love You All

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Gênero: Mathcore/Experimental
País: França
Ano: 2008

Comentário: Falar dessa banda será muito dificil, porem tentarei: Para começar é uma das bandas mais undergrounds das quais ja ouvi falar, nem no Metal-Archives consta arquivos sobre. Como ja viram, o seu gênero é um pouco(POUCO!??!?!) complexo, acreditem, não foi exagero colocar todas essas tags. A falar sobre a musica, posso dizer que o som dos caras é completamente doentil, representando a loucura de uma forma incrivel, em um momento notamos um som completamente extremo com guturais forçados, em questão de instantes isso se torna algo acustico com umas linhas de contra-baixo destruidoras, rapidas e brutais. Os vocais nunca são a mesma coisa, em alguns momentos guturais, outros algo mais agudo, vocais limpos, sussurrados e falas e os backin vocals, que são um dos pontos fortes da banda. Enfim, Psykup é extremamente criativo. Recomendo!

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sábado, 27 de dezembro de 2008
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Genghis Tron - Board Up The House

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Gênero: Grindcore Experimental
País: EUA
Ano: 2008
Comentários: Genghis tron é uma conhecida banda formada por um trio de americanos que mistura o metal com diversos tipos de música eletrônica, tendo como produto final um som bem experimental puxado pro grindcore e math.
Pra quem curte um som bem agressivo e com partes eletronicas , recomendado.

Upado pelo Enthorned, amiguinho do Ignes, vulgarmente conhecido como Vic.

Tracklist:
  1. "Board Up the House" – 5:54
  2. "Endless Teeth" – 1:47
  3. "Things Don't Look Good" – 3:35
  4. "Recursion" – 2:08
  5. "I Won't Come Back Alive" – 6:34
  6. "City on a Hill" – 3:26
  7. "The Whips Blow Back" – 2:07
  8. "Colony Collapse" – 4:01
  9. "The Feast" – 1:56
  10. "Ergot" – 1:14
  11. "Relief" – 10:47
Links:
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
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The Fall Of Troy - Phantom On the Horizon

1 comentários

Gênero: Progressive Post-Hardcore/Mathcore
Ano: 2008
País: Estados Unidos

Comentário: Fall Of Troy é um power-trio vindo de Washington que despontou nos ultimos anos como um dos grandes nomes do Prog Rock moderno. Combina muitas vezes o prog rock de bandas como Rush, com o Post-HC, além de tendências notáveis ao Mathcore.
Eu particularmente sempre comparo mentalmente o Fall Of Troy com o falecido At-The Drive In, primeiramente pelo vocal extremamente agudo de Thomas Erak que lembra um pouco o do mestre Credric Bixler-Zavala (sem contar a enorme cabeleira de ambos), fora a pegada post-hc altamente experimental que ambas as bandas sempre carregaram.
Enfim, a banda é recomendada para todos que gostam de post-hardcore, mathcore ou até música progressiva e experimental como um todo.

Tracklist

1. Chapter 1: Introverting Dimensions (10:50)
2. Chapter 2: A Strange Conversation (4:42)
3. Chapter 3: Nostalgic Mannerisms (7:51)
4. Chapter 4: Enter The Black Demon (5:36)
5. Chapter 5: The Walls Bled Lust (8:08)



quarta-feira, 5 de março de 2008
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The Dillinger Escape Plan - Calculating Infinity

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Gênero: Mathcore
País: EUA
Ano: 1999
Comentários: The Dillinger Escape Plan é uma banda estadunidense que tira seu nome de um famoso ladrão de bancos (John Dillinger). A banda é reconhecida pela abusrdamente incrivel técnica dos integrantes, e pela alta complexidade da sua música. A banda mistura Jazz/Fusion com Hardcore, Grindcore e até Death Metal, criando uma das músicas mais complexas da história. Nesse álbum aqui por exemplo não há uma música em 4/4, todas as músicas giram am torno de compassos assimétricos e impensáveis de se tocar normalmente. A principio a banda é de dificil digestão, por ser desconexa demais, mas conforme se pega a melodia Jazz da banda fica clara a evolução musical que a banda representa pro cenário Hardcore e Metal como um todo. E destaque pra ausência de cabelos dos integrantes, compensada com cérebros e técnica apurados! Recomendadíssimo!

PS: E Assitam a o vídeo da música 43% Burnt, é sensacional a performance dos caras *-*

Tracklist:

1.Sugar Coated Sour
2.43% Burnt
3.Jim Fear
4.*#..
5.Destro's Secret
6.Running Board, The
7.Clip The Apex...Accept Instruction
8.Calculating Infinity
9.4th Grade Dropout
10.Weekend Sex Change
11.Variations On A Cocktail Dress

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sábado, 26 de janeiro de 2008
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The Dillinger Escape Plan - Ire Works

2 comentários

Gênero: Mathcore
País: EUA
Ano: 2007
Comentários: The Dillinger Escape Plan é uma banda estadunidense com o nome tirado do famoso ladrão de bancos John Dillinger. Mathcore é um estilo de metalcore extremamente técnico, muitas vezes atonal, com compassos girando nos 7/8, 13/8, 11/8 e afins. Os musicos são virtuosos ao extremo, com solos quebrados e viradas de ritmo quase inacompanháveis. A banda recebe influências dos mais diversos estilos, com o Jazz sendo a mais importante delas. Em algumas músicas, na parte melódica chega a ser evidente a faceta mais Jazz da banda, em outras descambam pra ritmos de blues ou rithym-blues, me lembrando uma versão ultra pesada do Jamiroquai. A banda ainda usa Samples e partes eletrônicas em muitas músicas, quase todas, que por vezes deixam ainda mais complexas as músicas e em outras mantém a base no Jazz Fusion. Os vocais melódicos são inacreditáveis, levam a banda a patamares experimentais que eu nunca tinha visto ser possível.

Basicamente, junte músicos altamente técnicos, um vocalista louco, vontade de fazer algo diferente, cabeça aberta e teremos o TDEP.

Tracklist:
  1. "Fix Your Face" – 2:41
  2. "Lurch" – 2:03
  3. "Black Bubblegum" – 4:04
  4. "Sick on Sunday" – 2:10
  5. "When Acting as a Particle" – 1:23
  6. "Nong Eye Gong" – 1:16
  7. "When Acting as a Wave" – 1:33
  8. "82588" – 1:56
  9. "Milk Lizard" – 3:55
  10. "Party Smasher" – 1:56
  11. "Dead as History" – 5:29
  12. "Horse Hunter" – 3:11
  13. "Mouth of Ghosts" – 6:49
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Quem escreve e faz os uploads:

 
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