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quinta-feira, 6 de março de 2014
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Pantera - Vulgar display of power

1 comentários

Gênero: Thrash metal / Groove Metal / Heavy Metal
País: Estados Unidos
Ano: 1992

Comentário: "O passado é um lugar estranho", assim pondera o cantor britânico Morrissey, num dos momentos de interação com o público no disco ao vivo Live at Earls Court. Tal afirmação é, talvez, a melhor maneira de tentar compreender os primórdios do Pantera.

Com carreira iniciada na década de 80, o hoje ícone mor da segunda leva do thrash metal safra anos 90 foi durante os anos inicias uma banda que condessou o que pior existiu no período: o glam metal. Tal aposta durou cerca de quatro álbuns, todos quase indignos de nota. O cansaço e o fracasso resultaram numa enorme guinada para algo mais pesado e sujo: o ótimo Cowboys from hell. Mas se o disco lançado em 1990, apesar de inovador, ainda carregava heranças do malfadado passado é exatamente em Vulgar Display of power que o grupo texano atingiu o seu ápice criativo.

Produzido por Terry Date, produtor que seria responsável por grande parte da discografia da banda, o disco reúne o que de melhor a trupe de liderada por Phil Anselmo, vocalista e um dos melhores frontman de todos os tempos. De um lado temos as já clássicas guitarras de Dimebag Darrel que carregam de melodias dissonantes suas canções que primam por muito peso e distorções. Anselmo foi responsável pela temática das letras que primam, como a capa pode indicar, por retratar a violência e brutalidade quotidiana. Carregado de hinos, temos aqui desde os mundialmente famosos singles "Mouth for war", a enrustida balada "This love", "Hollow" e "Walk" que, de longe, sintetiza todo o poderio da banda dada a sequência de riffs marcantes cometidos por Dimebag que somada a ótica desafiadora impressa por Anselmo nos versos e a cozinha precisa formada por Rex Brown e o baterista Vinnie Paul criam o que talvez seja a clássica canção que será eternizada pelo público fã deste gênero. Ainda vale fazer menção as ferozes e rápidas "Fucking hostile" e "Rise"; o groove presente em "Regular people (conceit)" e peso absurdo cometido em "By demons be driven".    

O álbum segue até hoje com um dos discos mais influentes da seara thrash, groove e heavy metal. Todo e qualquer ouvinte do som pesado perpassa por este clássico que em 2012 comemorou 20 anos de existência com reedição de luxo contendo uma faixa a mais, "Piss", e um DVD contendo performances ao vivo e os vídeos clipes do período.

A banda seguiria produzindo discos que seriam cada vez mais pesados e sucessos de público e crítica, mas infelizmente um "fã" assassinou Darrell em plena performance em 2004.

A volta e o futuro do grupo seguem em aberto, mas com chances remotas infelizmente.

O que nos resta é seguir ouvindo este petardo.
 

Tracklist:

01. Mouth for war
02. A new level
03. Walk
04. Fucking hostile
05. This love
06. Rise
07. No good (attack the radical)
08. Live in a hole
09. Regular people (conceit)
10. By demons be driven
11. Hollow

Download: Mediafire

sábado, 28 de setembro de 2013
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Soulfly - Savages

3 comentários
Gênero: Groove / Thrash Metal
País: Brasil / Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário: Sempre tive muito preconceito em relação a essa banda e a tudo que os irmãos Cavalera faziam solo ou em parceria, ainda mais quando ouvi o primeiro disco do Soulfly quando foi lançado, e não me agradou o som proposto, e me desliguei de tudo, de todo o trabalho que era feito, e quando vi o novo disco e soube que não trataria de um som nu-metal tribalista, pensei: "Por que não? Vou dar uma chance pra ver se gosto", e estou aqui falando sobre esse trabalho novo.

Formado em 1997 pelo Cavalera mais velho, esse é o novo full-lenght do grupo, e aposta num groove thrashera, e conta com Marc Rizzo nas guitarras, Tonny Campos no contrabaixo, Zyon Cavalera, o primogênito de Max na bateria e o próprio criador do projeto nas guitarras bases e vocais.

O disco lançado pela Nuclear Blast me causou um baque extremamante positivo na primeira audição, ainda mais porque fui descrente em relação ao que eu ouviria. Eu já esperava um som modernoso, porque repito, eu nunca tinha ouvido nada desde o homônimo de 1998 e foi ai que cai do cavalo. É uma porrada, sem frescurera, direto, com riffs contundentes e vários elementos que me agradaram. A começar pela guitarra, firme, coesa, rica, e com umas nuances de timbres e distorções que me lembram muito o sepultura  em algumas passagens, mas em sua maioria usa uma distorção poderosa e até certo ponto básica. O contrabaixo faz lá sua basiqueira acompanhando sem inovar, e a batera, que esta a cargo de Zyon, não titubeia em nenhum momento, lembrando as levadas do tio rockstar. Uma porrada nos tambores, viradas precisas e um punch muito foda, mostrando muita maturidade pra um jovem de 20 anos e calando a boca da  galera na base da porrada. E o que falar do Max??? (momento depoimento de orkut) O cara está um monstro, apesar de usar alguns efeitinhos de vocais abafados e talz, o que eu acho totalmente desnecessário, o cara apavora. Muito urro, raiva e técnica, me fez lembrar da época de ouro do "Beneath the Remains", impossível o entusiasta do estilo não associar e imaginar uma (im)possível volta apoteótica.

O album inteiro é um petardo do começo ao fim, com as músicas "Bloodshed" e "Master of Savagery" como meus destaques, mas não vou falar detalhadamente dos destaques músicais, e sim dos comentários que me fizeram ouvir esse disco. Aqui acabou o mimi nu-metal mulecão criado com a vó. Muitos meninões falando: "Soulfly acabou pra mim"; "Preferia o som tribal"; "Esperava um metalcore"; "Soulfly old bla bla bla". Pelo menos esse album é um genuino trabalho de Thrash Metal, sem frescura e me faz ter uma esperança no futuro da banda. É pauleira do começo ao fim, é o mais próximo a raíz brasileira que vejo um conjunto chegar em anos. Está tudo aqui, violência, protesto, raiva e sem, REPITO, sem triablismo e ingredientes do  nu/metalcore.

Foi o album que mais me surpreendeu esse ano, por minha descrença em relação ao grupo, meu preconceito, e por nunca ter ouvido nada desde 1998 do conjunto. Album sem frescura, porrada, e convido aos leitores que assim como eu, ávidos pelo bom e velho thrashão, que conheça esse disco, e tire suas próprias conclusões. Para os fãs antigos que esperam tambores primitivos e um som moderno, como a banda costumava fazer, passe longe, pois esse cd é algo totalmente fora dos antigos propósitos. Basta esperar pra ver se essa é apenas uma fase, ou se realmente essa nova cara veio pra ficar, é o que eu espero. Tire o preconceito da cabeça, esqueça tudo que você já ouviu sobre a banda, e baixe o album sem medo e deixe-se surpreender. Porrada que eu garanto.

Facebook / Myspace

Tracklist:
1.Bloodshed - 06:55
2.Cannibal Holocaust - 03:29    
3.Fallen - 05:55    
4.Ayatollah of Rock 'n' Rolla - 07:29    
5.Master of Savagery - 05:10    
6.Spiral - 05:34    
7.This Is Violence - 04:23    
8.K.C.S. - 05:15    
9.El Comegente - 08:17    
10.Soulfliktion - 05:43    

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sábado, 14 de julho de 2012
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Demon Hunter - True Defiance

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Gênero: Metalcore/ Groove metal/ Alternative metal
País: EUA
Ano: 2012

Comentário: Quase tão clichê quanto subestimar uma banda cristã é tentar defendê-la dizendo que ao contrário de muitas, esta é de qualidade e não fica apenas na adoração ao magnânimo senhor do universo (e começar o post dessa maneira não é nada clichê, né Sr. Damien?). Na realidade se eu não pesquisasse, provavelmente demoraria um tempo para saber que Demon Hunter, com este som, com esse groove e com esta aparência se tratava de uma banda cristã (embora algumas das letras e títulos dedurem isso). Mas, já adiantando para as primeiras prováveis caras feias e olhares tortos, tanto a instrumentação como os vocais são no mínimo muito bons e presenciais.

O metalcore é o principal "adjetivo" carregado pela banda que, formada em 2000 na cidade de Seattle, já conta com seis discos e uma carreira promissora, agradando até mesmo um número bastante grande de "mundanos" e "ímpios" (ou seja, não-cristãos), mas neste disco, felizmente, não é o único que ela carregou.

Não ouvi os lançamento anteriores, apenas algumas músicas soltas, mas alguns discos, não todos, já são tachados como tendo uma pegada mais groove. Acontece porém que neste último, True Defiance, a banda deixou seu som mais pesado e com aquele gostinho de bebida amadeirada e envelhecida que o thrash metal apresenta, e isso não é somente eu falando, pois pesquisando mais um pouco podemos notar que os fãs da banda não deixam de citar tal peso, que é um ponto positivo para mim, talvez para os fãs e provavelmente melhor ainda para asvendas e na conquista de novos seguidores.

Apesar disto ainda resta bons indícios de metal alternativo e do próprio metalcore, que fazem deste álbum uma ótima pedida para este ano de 2012.

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quarta-feira, 23 de maio de 2012
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Six Feet Under - Undead

3 comentários
Gênero: Death/Groove Metal, Death 'n' Roll
País: Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: Esse é o mais novo full-lenght dessa banda que é o que há de mais mainstream em se tratando de rock/metal, o que não é um defeito, pois esse grupo tem um cartel de respeito, sendo esse o 12º álbum de estudio, além de no mínimo 3 dvds, o que torna esse grupo um grande expoente do gênero. Todos sabem que esse projeto era pra ser um passatempo de Barnes e Allen West, mas Allen abandonou o barco em 1998, passando por bandas como Lowbrow e Obtuary (sua banda principal em 1988-1989, 1993-1997, 2003-2007)  e hoje ficando apenas com a Southwicked.

Esse trabalho conta com uma produção impecável, tudo em perfeita harmonia. Steve Swanson e Rob Arnold (também responsável pelo contra-baixo) fazem um som inconfundível, com riffs contundentes, mas muito cadenciado, carregado, ao contrário dos solos, muito escassos, ausente na grande maioria das canções, e quando aparece é acelerado, e sem muito nexo. A cozinha vem com uma bateria competente, com uma pegada monstra, sem se aventurar por quebradeiras, mas com passagens bem interessantes, e o baixo fazendo a mesma coisa que a guitarra. O vocal segue a linha gutural linear, sem ocilar, extremamente grave.

Esse disco tem uma coerência e linearidade notáveis até pelos mais leigos, soando sem inovações durante os seus quase 41 minutos. Um trabalho sem variações deixa um resenhista cozido numa alegria só, mas aquele que gosta de escrever, fica de mãos atadas. "Formaldehyde" começa com uma bateria comendo solta sendo rápida, a mais expontânea do trabalho em minha opinião. "Reckless" é a mais pop do cd, sendo bem acessível, com um refrão e um riff que colam fácil, grande candidata a clássico. A minha preferida foi "Near Death Experience", que é a mais rápida, soando a mais honesta, com um riff lindo .

Bom disco, agradável, um grande lançamento de 2012. Mesmo sendo uma banda mainstream e nem tudo soar tão honesto (um disco de metal sem solos de guitarra me faz chorar), e sim, é um disco pesado e não conta com parcerias duvidosas de outrora, como Ice-T nos vocais. Boa pedida pra quem curte um bom metal e adora ver sua banda na MTV. Eu curti pelo trabalho muito competente, só achando que faltou peso na produção, que por ser muito cristalina, tirou a sujeira que da o peso e o feeling.

MySpace//LastFM

Tracklist:
1.Frozen at the Moment of Death - 03:42    
2.Formaldehyde - 02:47    
3.18 Days - 02:40
4.Molest Dead - 03:13    
5.Blood on My Hands - 03:37    
6.Missing Victims - 03:57    
7.Reckless - 03:04    
8.Near Death Experience - 02:56    
9.The Scar - 03:07    
10.Delayed Combustion Device - 03:27    
11.Vampire Apocalypse - 03:54    
12.The Depths of Depravity - 03:49 

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sábado, 17 de março de 2012
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Soulfly - Enslaved

2 comentários
Gênero: Thrash Metal
País: Brasil / Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: Sobre o Soulfly acho que não preciso falar muito. É a banda pós-Sepultura de Max Cavalera, formada em 1997 já lançou 8 discos e teve várias mudanças em sua formação durante os anos. Enslaved, oitavo disco de estúdio da banda, é certamente o mais pesado do Soulfly e um dos melhores trabalhos de Max nos últimos anos, esqueça todo aquele Nu Metal do começo da carreira, esqueça as participações de Fred Durst, Corey Taylor entre outros, this is the real shit. Em Enslaved o Soulfly continua aquilo que já vinha fazendo desde o Dark Ages, o retorno a um som mais pesado e mais parecido com aquele que o Sepultura fazia nos bons tempos.

Enslaved soa como uma orquestra caótica e brutal, com muitas influências de Death Metal parece que a nova formação pesou no som da banda. O disco abre com "Resistance" que já vai lhe preparando para o que está por vir, "World Scum" primeiro single desse novo disco, que tem participação de Travis Ryan do Cattle Decapitation, é incrivelmente pesada e bem produzida, após "Intervention"o que se ouve é uma sucessão explosiva de músicas, "Gladiator", uma das melhores do disco em minha opinião, "Legions" e "American Steel". "Plata O Plomo" é a música que mais me surpreendeu nesse disco, com letras em português e espanhol (por Tony Campos, novo baixista da banda), a música fala sobre o mega traficante Pablo Escobar e rola até um bandolin (acho que é esse o instrumento mesmo) no meio da música, é a que mais gostei nesse disco. "Revengeance" que fecha o disco tem participações de toda a prole de Max Cavalera, Ritchie, Zyon e Igor. A versão deluxe do disco traz mais 3 músicas, "Slave", com direito a Max tocando berimbau, "Bastard" e "Soulfly VIII".

Tracklist:
1. Resistance
2. World Scum
3. Intervention
4. Gladiator
5. Legions
6. American Steel
7. Redemption Of Man By God
8. Treachery
9. Plata O Plomo
10. Chains
11. Revengeance
12. Slave
13. Bastards
14. Soulfly VIII

MEGA // Novafile

domingo, 29 de janeiro de 2012
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2 Ton Predator - Discografia

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Gênero: Groove/ Thrash Metal
País: Suécia
Formada: 1993 — Unknown

Comentário: A história e música do 2 Ton Predator é simples: banda originária da Suécia no ano de 1993 que carregou durante 4 discos a proposta de fazer um thrash metal mais grooveado, ou seja, o Groove Metal. Basicamente influenciado por Pantera, Crowbar, Down e Corrosion Of Conformity, além de outras bandas influentes para o estilo (ou não), lançou bons discos com algumas músicas de grande qualidade que servem facilmente de convite para se ouvir outras sobreviventes deste subgênero.

Sua biografia conta que inicialmente a banda, fundada por Morgan Lundin (vocalista) e Tobias Anger (baixista) se chamava Wedge e soava de forma descompromissada, mais como um Alice In Chains que para o som formulado no primeiro disco In The Shallow Water (1999), que já soava pesado e violento. Logo após forma-la os músicos Petter Freed (guitarrista) e Mathias Borg (baterista) se juntaram, mas o começo foi difícil: entre a prisão de Morgan que durou 8 meses e o recuso incial da gravadora que, mesmo depois de tê-la aceito, viu-se falida após a revelação de que seu gerente deixara dívidas e pagamentos dos funcionários para trás, obrigando Morgan a recomeçar do zero. Desta vez a banda voltaria com tudo e com novo nome, o 2 Ton Predator (em referência ao magnífico tubarão branco) que viria assinar 4 discos: In The Shallow Water (1999), Boogie (2001), Demon Dealer (2003) e Untitled (2005).

O reconhecimento conquistado pela banda é incerto para mim, até porque seu último disco já foi lançado há algum tempo (2005) e de forma independente, totalmente gratuita por falta de interesse das gravadoras. Muitas de suas músicas mostram uma inspiração e uma pegada própria, por outro lado não espere por novidades, mas nada que te dê tédio, não.

Como recomendação inicial baixem o Boogie, segundo disco dos caras e que na minha opinião soa mais original e convincente.

MySpace//Last.FM


In The Shallow Waters (1999)
Tracklist:
1. Still Remains 03:33
2. Hole in My Mind 03:40
3. Burned 05:07
4. The Bitteraftertaste 03:08
5. From Her Eyes 04:19
6. Rage Out of Silence 03:16
7. Backstabber 04:46
8. Get Out 04:04
9. Some Way 04:14
10. Lynch Mob 03:33
11. How 02:38

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Boogie (2001)
Tracklist:
1. Boogie 02:49
2. Duct Tape Story 04:41
3. Broken Bond 03:39
4. Pumpjack Pleasure 03:43
5. Hail From Sweden 04:40
6. Freak 2000 05:28
7. Downright Evil 03:59
8. 4 Tounges Strong 04:24
9. Turning Point 03:29
10. September Flu 03:25
11. Last Boost 03:56
12. Empty Chambers 03:44


Demon Dealer (2003)
Tracklist:
1. Slowly Slaughtered 03:30
2. Bone Brigade 04:10
3. Pipeyard Killings 04:17
4. Demon Dealer 03:10
5. A Funeral Romance 04:17
6. Hell is Where You're Headed 03:15
7. Transparent Venom Addiction 03:36
8. Henchmen 04:09
9. Hammered 03:34
10. Ready to Die 03:32
11. Killing Flames 03:11

Bayfiles//iFolder//Mediafire



Untitled (2005)
Tracklist:
1. A Big Bastard Of A Bad Day 02:59
2. Butcher's Bill 03:20
3. Closet Guy 03:29
4. Diabolic 02:53
5. Creature Of The Middle East 03:55
6. You Know I'll Live Again (Crowbar Cover) 05:15
7. Golddigger 02:52
8. Nightmares 04:14
9. No. 1 Crematorium 03:14
10. Reckoning Day 02:16
11. Two Bullets 03:47
12. White Knuckles 03:54

Bayfiles//iFolder//Mediafire
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
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Ektomorf - Redemption

4 comentários

Gênero: Thrash Metal / Groove Metal / Nu Metal / Modern Metal
País: Hungria
Ano: 2010

Comentário: Um dos grandes lançamentos de 2010 que faz falta aqui no Pignes é "Redemption" da banda Ektomorf.

Já temos aqui um post do álbum "What Doesn't Kill Me" que apresenta a banda, que faz um Groove Metal pesadão, muito comparado com Sepultura e Soulfly. "Redemption" não é lá um álbum de imenso destaque dentro de seu cenário... Se assemelha com os trabalhos de outras bandas, inclusive do próprio Ektomorf, mas não deixa de ser destaque, e uma grande pedida para os fãs do Heavy Metal.

Guitarras cadenciadas e o vocal extremamente agressivo de Zoltán Farkas fazem o som do Ektomorf, pesado, agressivo, mas bem trabalhado, intenso, melódico e, é claro, cheio de groove.

O álbum conta com a presença mais do que especial de Danko Jones na faixa "One".

E em fevereiro sai um álbum acústico da banda Ektomorf. Isso mesmo, acústico. Pelo visto, vai ficar muito legal.



Site Oficial || MySpace 


Tracklist:
01. Last Fight
02. Redemption
03. I’m In Hate
04. God Will Cut You Down
05. Stay Away
06. Never Should
07. Sea Of My Misery
08. The One
09. Revolution
10. Cigany
11. Stigmatized
12. Anger



Download:
(82mb, 320kbps)
Mega || 4shared
sábado, 26 de novembro de 2011
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Cavalera Conspiracy - Blunt Force Trauma

0 comentários
Gênero: Thrash Metal, Groove Metal
País: Brasil/Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Blunt Force Trauma é o segundo (e mais pesado) álbum da banda americotupiniquim Cavalera Conspiracy, formada pelos irmãos Max e Iggor Cavalera (ambos ex-Sepultura), Marc Rizzo e Johnny Chow. O disco que sucede o aclamadissimo Inflickted de 2008, traz mais peso e qualidade ao som da banda.

O disco começa com "Warlord" e uma bateria inconfundível e destruidora de Iggor Cavalera, de cara já dá pra sentir o que vai ser o disco; "Lybch Mob" tem participação de Roger Miret do Agnostic Front, o que a torna uma das faixas mais interessantes do album; "Burn Waco" traz um refrão marcante e certeiro; algumas versões do disco trazem um cover de "Eletric Funeral" do Black Sabbath, que ficou incrível na voz de Max.

O ponto fraco do disco são os solos excessivos, o que não chega a tirar a qualidade do mesmo. Blunt Force Trauma tem tudo aquilo que nos fez amar o Sepultura e agora o Cavalera Conspiracy, só que dessa vez com mais peso e brutalidade, o disco vem para consolidar o Cavalera Conspiracy como uma das melhores bandas de metal da atualidade e não mais apenas como a banda que reune Max e Iggor.

Tracklist:
 1. Warlord
2. Torture
3. Lynch Mob
4. Killing Inside
5. Thrasher
6. I Speak Hate
7. Target
8. Genghis Khan
9. Burn Waco
10. Rasputin
11. Blunt Force Trauma
12. Psychosomatic
13. Jihad Joe
14. Eletric Funeral

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sábado, 22 de outubro de 2011
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Skinlab - Disembody: The New Flesh

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Gênero: Groove Metal
País: EUA
Ano: 1999

Comentário: Na realidade este era um post antigo, coitadinho, bem esculachado. Mas o trago novamente, bonito, atraente e com uma resenha quase igual a anterior, porque sou um ignorante.
Enfim, Skinlab já teve sua dose de reconhecimento, aclamações, de boas composições e até, atualmente, uma queda nisto tudo, sendo criticada por estar seguindo o caminho tortuoso do nu metal.
O fato é que independente disso tudo, Disembody: The New Flesh, segundo disco em sua carreira, é nada mais, nada menos que um trabalho de grande validade e autenticidade.
Nada que ultrapasse uma barreira de qualquer inovação, mas é bem original, sendo comparada com a música do Machine Head, essa sim única no que faz. Não somente na sonoridade, pois veio três anos após o Machine Head, mas até mesmo deve ter sido influenciado e estado ao lado de muitas bandas em comum, se tornando, mais tarde, mais uma representante da famosa bay area thrash metal.

Em Disembody: The New Flesh batemos cabeça com vontade, mas, ao mesmo tempo, somos levados à outras viagens, ritmos, e todo aquele feeling mais alternativo que caracteria o groove e que as vezes espantam os mais tradicionais.

Finalizando, não consigo explicar mais nada sobre o som neste momento, mas fica a dica pra quem ainda não conhecia. Para os apreciadores do gênero, ou mesmo do thrash em si, acredito que conhecê-la é estudo básico.

MySpace//LastFM//MetalArchives
segunda-feira, 6 de junho de 2011
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Sepultura – Kairos

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Gênero: Thrash/Death Metal
País: Brasil
Ano: 2011

Comentário: Antes de mais nada, num hiper-resumo acompanhado de uma dúvida: Este seria talvez um álbum para trazer de volta os órfãos da era Cavaleira sem ter de necessariamente rebuscar toda aquela sonoridade thrash? Seria mesmo o supra-sumo (como quando Kisser o considerou o melhor trabalho do Sepultura) de toda uma carreira? De todos os 26 anos?

Não sei bem, tenho a minha opinião, mas Kairos sem dúvida é um híbrido. O meio termo para quem não é tão fã da fase "os cabeludos são os melhores" e daqueles que simplesmente enojam os "moderninhos" Dante XXI e A-Lex. E isso pode ser notado da primeira até a última faixa, sem qualquer pegadinha, e com músicas que voltam a ter a saudável (mais tempo para bangear e perder calorias) média de 3:30min (45:51 no total) e apresentando somente 3 'vinhetas' em títulos numéricos.

Não só a sonoridade (que irei retomar ao final do post) mas o álbum todo, a sua produção, possuem novidades e histórias para contar.
Pra início de conversa a produção deste foi — se não me engano — semelhante ao do A-Lex. Assim como ele, Kairos tentou ser honesto, trazer a sonoridade do Sepultura ao vivo (ou quase) para dentro do disco. Com uma produção comandada e mixada por Roy Z (Rob Halford, Bruce Dickinson, Warrior, Rob Rock, Tribe of Gypsies, Glenn Hughes), foram necessários poucos takes, na verdade, queria-se construir um álbum à partir dos primeiro takes, trazendo um ar mais 'quem sabe faz ao vivo (ou em poucos takes)" e "não somos escravos da tecnologia (ou quase isso também)" que funcionou muito bem para as composições que assumem uma posição mais old school. O disco também fora produzido nos estúdios da Trama.

Quanto ao conceito, Kairos vem do grego e significa "momento certo e oportuno", que não só podemos referir a mudança sonora, no novo contrato com a Nuclear Blast e num possível fechamento de um tipo de trilogia composta por discos conceituais e que começara com Dante XXI (A Divina Comédia) e A-Lex (A Laranja Mecânica), como também se aplica ao fato de Kairos ser uma auto-biografia em plenos 26 anos de carreira, além de uma futura produção do documentário para o cinema sobre a mesma. "Agora a gente fala da nossa experiência, da nossa carreira, os bons e maus momentos. Na verdade é um livro, mas da nossa própria história" — Kisser, retirado da página da entrevista feita pelo UOL Música.

Outras surpresas são os dois covers: "Just One Fix" do Ministry e "Firestarter" do Prodigy, sendo este último presente somente na versão Deluxe Edition. Também temos a participação do grupo francês Tambours du Bronx em uma das faixas, que impregnam-na com uma linha percussiva que é um misto de — falando superficialmente — afrobeat e drum'n'bass.

Porém talvez a maior surpresa seja o fato de que não há tanta surpresa quanto esperávamos. Sem frescuras excessivas, nem um mar de efeitos eletrônicos, apenas um convite ao bom e velho thrash metal executado na forma moderna da década de 2010. Quanto a capa, ao mesmo tempo que gostei, estranhei, como se fosse a 'menos Sepultura' de todas.
Vale conferir também a matéria da revista Guitar Player.

COMPREM ESTE ÁLBUM, ELE É LINDO! (se eu achar a outra faixa eu posto, e talvez a versão Deluxe, mas não prometo este).

MySpace//Site//LastFM

Tracklist:
1. "Spectrum" 04:03
2. "Kairos" 03:37
3. "Implacável" 03:36
4. "2011" 00:30
5. "Just One Fix (cover do Ministério)" 03:33
6. "Diálogo" 04:57
7. "Máscara" 04:31
8. "1433" 00:31
9. "Seethe" 02:27
10. "Nascido forte" 04:40
11. "Embrace the Storm" 03:32
12. "5772" 00:29
13. "No One Will Stand" 03:17
14. "Violência Estrutura (Azzes)" 05:39

Download//Mirrors
quinta-feira, 21 de abril de 2011
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Xerath - II

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Gênero: Progressive/Orchestral/Groove Metal
País: Inglaterra
Ano: 2011

Comentários:
E aqui está um dos discos que eu estava com mais expectativa para que saíssem logo. Pra quem gostou do primeiro disco do Xerath (intitulado I), não espere algo muito semelhante em seu segundo trabalho, pois a sonoridade da banda mudou bastante, podemos dizer que progrediu e amadureceu dentro dos parâmetros do estilo que a banda fazia, que é totalmente peculiar, diga-se de passagem. Digo isso pois o Groove Metal é naturalmente um estilo sujo e agressivo, algo sem muita técnica e perfeição, e o Xerath fez um contraste ao misturar tal gênero com o Progressivo, que além de acrescentar características musicais mais complexas à sonoridade do grupo, aumenta de uma maneira muito significativa a técnica de riffs e harmonias instrumentais.

E isso sem contar o acréscimo de temas sinfônicos e orquestrados às músicas, coisa que acentua mais ainda o conceito de "peculiar" citado por mim acima. Mas bom, agora fazendo breves comparações com seu primeiro disco: os vocais estão bem diferentes, os guturais estão mais agudos e extremamente gritados e agressivos, a base do instrumental não mudou, apenas amadureceu e deu mais ênfase à técnica, com riffs totalmente técnicos e velozes com tempos quebrados e complexos.

A bateria mantém ritmos complexos, muitas vezes velozes pedais duplos com um andamento dificílimo, e o baixo abusa do peso e agressividade e do groove para fazer harmonias violentíssimas. Em relação às orquestras, em II temos um pouco de carência das mesmas em certas músicas, mas que não deixam de aparecer, pois o principal contraste é feito por orquestras e a agressividade desse Groove Metal extremamente técnico com os vocais apedrejadores.

Mas apesar da banda fazer um Groove muito diferente do tradicional - a guitarra segura essa marca com os timbres sujos e pesados -, de vez em quando podemos perceber certos "deslizes" remetendo fortemente ao clássico, tais como o uso de um vocal limpo "desleixado", riffs sujos e simples e outros fatores. Se você já achava o primeiro disco da banda bom, é só escutar esse que terá o Xerath como sua banda preferida, risos.

Faixas:
1. Unite to Defy - 05:24
2. God of the Frontlines - 04:37
3. Reform III - 04:36
4. The Call to Arms - 05:52
5. Machine Insurgency - 04:55
6. Sworn to Sacrifice - 04:44
7. Enemy Incited Armageddon - 07:24
8. Nuclear Self Eradication - 05:29
9. Numbered Among the Dead - 04:36
10. The Glorious Death - 08:34

Line Up:
Michael Pitman - Drums
Owain Williams - Guitars, Bass
Richard Thomson - Vocals
Chris Clarke - Bass

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segunda-feira, 18 de abril de 2011
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LaZarus A.D. - Black Rivers Flow

1 comentários
Gênero: Groove Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentários:
O Lazarus A.D., banda formada nos Estados Unidos em 2005 mostrou novamente sua agressividade e qualidade musical em seu segundo álbum, Black Rivers Flow, lançado nesse ano. Além de que provavelmente irá abrir um espaço maior para o Lazarus no meio musical e um reconhecimento maior, que não foi atingido com seu primeiro disco, The Onslaught, Black Rivers Flow deixou definitivamente que essa banda tem uma capacidade incrível pra fazer música de boa qualidade.

O disco é aberto com "American Dreams", música que lembra levemente o Pantera na agressividade do vocal feito por Jeff Paulick - também baixista, aliás. E essa lembrança não nos remete apenas na primeira música do disco, pois apenas os riffs, passagens vocais, linhas de baixo e mais alguns fatores deixam claro que a banda é altamente influenciada pelo grupo. Outro ponto positivo é a produção do disco: nada sujo, nada porco, nada mal feito, uma produção extremamente de qualidade e o som muito bem mixado. Quando eu disse "nada sujo" acima, me referia à qualidade sonora do disco, porque os timbres de guitarra e os vocais são sujos, agressivos e pesados, totalmente dignos de uma banda Groove de tamanha excelência.

E, pra finalizar, não podemos deixar de ressaltar a qualidade e a capacidade musical de cada músico, seja na banda ou até mesmo isoladamente, pois a extensão vocal do Jeff impressiona um pouco, assim como a versatilidade em sua voz. Dan Gapen e Alex Lackner, os guitarristas, deixam claro que são ótimos músicos, isso é mais do que explícito, tanto na composição música - os dois tem riffs e solos do caralho, diga-se de passagem - quanto na técnica e velocidade. As linhas de baixo são agressivas, velozes e tem um groove incrível, que acompanham as viradas e os ritmos das linhas de baterias, que muitas vezes soam como murros no peito. Com certeza um dos mais fortes candidatos ao melhor disco do ano.

Faixas:
1. American Dreams - 04:54
2. The Ultimate Sacrifice - 04:54
3. The Strong Prevail - 03:04
4. Black Rivers Flow - 04:53
5. Casting Forward - 03:57
6. Light A City (Up In Smoke) - 03:49
7. Through Your Eyes - 04:10
8. Beneath the Waves of Hatred - 05:05
9. Eternal Vengeance - 07:03

Line Up:
Dan Gapen - Guitars and Backing Vocals
Alex Lackner - Guitars
Jeff Paulick - Bass, Vocals
Ryan Shutler - Drums

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terça-feira, 12 de abril de 2011
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Coldseed - Completion Makes The Tragedy

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Gênero: Modern Groove/Industrial Metal
País: Alemanha
Ano: 2006

Comentário: Coldseed é uma banda que nasceu grande, mas que curiosamente acabou ficando no desconhecimento do grande público. Talvez por ser uma banda paralela, e não ter sido bem divulgada, já que sequer lançaram um clip.
Coldseed é liderada por Bjorn "Speed" Strid mais conhecido como vocalista do Soilwork, e por Thomen ex-baterista do Blind Guardian. Aqui vemos um som diferente do praticado usualmente de ambos os lados, nada de Melodic Death nem de Power Metal, o que temos aqui é um som bem moderno, dificil de rotular, com riffs grooveados, teclados e sintetizadores atmosféricos, e Bjorn esbanjando efeitos em seus vocais. Se eu fosse usar de alguma banda pra comparar, eu diria que algumas coisas acabam lembrando o Static-X no formato Industrial com influências bem modernas.

Tracklist

01. My Affliction
02. Democracy Lesson
03. Nothing But A Loser
04. Five More To Fix
05. Burning With A Shade
06. Low
07. On My Way
08. Reflection
09. Completion Makes The Tragedy
10. Hatchet
11. Vulture Of The Throne
12. At Last
13. Strike The Nerve

Myspace

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
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Sepultura - A-Lex

3 comentários
Gênero: Groove/ Thrash Metal
País: Brasil
Ano: 2008

Comentário: Vamos a alguns números: Já se passaram mais de quatorze anos desde a saída de Max Cavalera. Também cinco álbuns foram lançados após sua saída. Sem contar as tantas apresentações e demais trabalhos. Mas tudo isso ainda não é válido para muitos.

Eternos murmuradores são estes que nem largam a banda e nem se entregam ao seu som e reconhecem que, apesar da espantosa mudança — tanto musicalmente como na formação —, o "Sepa" continua sendo uma banda de extrema originalidade, criatividade e de boa referência.

Mas Andreas Kisser, um dos nomes que admiro, segue em frente com seus projetos sem muito ligar para os apedrejadores e suas pedras. Responsável por carregar todo o fardo, caminha convicto e mostra que não precisa de Max para lançar um bom álbum, ou melhor, dos Cavalera, já que até mesmo Igor pulara para fora do barco — e com isso contamos com a oficialização de Jean Dolabella, um músico de boa bagagem (no bom sentido) — como baterista. Um line-up cada vez menos Sepultura para aumentar os protestos.
Sim, eu sei, temos Paulo Jr. presente desde os primórdios, mas como sempre, aparece sempre na dele, a segurar seu baixo. Quieto e compenetrado (mas o mesmo ganhara a Medalha da Inconfidência e foi um dos maiores destaques do doc Ruído das Minas. Não que isso tenha algum valor neste texto).

E como sabemos, já se passara três anos desde o lançamento do disco A-Lex, álbum onde Andreas Kisser repetiu a fórmula que criara e executara tão bem em Dante XXI, de 2006. Logo temos outro álbum conceitual, desta vez baseado no livro "Laranja Mecânica", de Anthony Burgess, que viraria filme através da mente de Stanley Kubric. Isso fora comentado por Kisser: "Nós escreveremos nossa trilha sonora para essa história e a vida de Burgess será uma inspiração tanto para escrever as músicas, letras como para a arte do CD.".
Vinhetas, faixas curtas que variam e/ou se intercalam entre rápidas, arrastadas, groveadas e breakdowns com todo um trabalho de fundo excepcional, fazem parte do disco.

Um álbum ainda mais diferente do que foi mostrado na fase Dante XXI, como se estivesse indo ao encontro de um sub-gênero do metal deveras discriminado, com uma atmosfera vista em bandas mais "alternativas/técnicas". Mas algumas faixas, cheias de groove, ainda nos remetem ao passado, para a era Cavalera. Entretanto Derrick Green está lá para batizar as faixas com sua voz inconfundível e deixar claro que quem comanda os vocais ali é ele.

Destacando alguns momentos deste último trabalho, logo após a primeira vinheta, temos uma seqüência de quatro faixas destruidoras, uma boa forma de dar às boas vindas, não é?. Ao decorrer, temos belas vinhetas e, praticamente ao fim, nos deparamos com "Ludwig Van", baseada na Nona Sinfonia de Ludwig van Beethoven e "Paradox", uma letra co-escrita por Lucas Kater, que são as únicas faixas não escritas (ou não totalmente) pela banda.

Não preciso nem dizer que gosto demasiadamente da fase em que a banda se encontra, mas também devo ter deixado claro que eu tenho consciência da mudança da mesma. Brutalidade e tribalismo (me refiro à implementação de elementos culturais primitivos em sua música, e não ao laço entre os músicos) parecem ser fixos, então quanto a isso não temos que nos preocupar.

SiteOficial//MySpace//LastFM
sábado, 15 de janeiro de 2011
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Icon In Me - Human Museum

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Gênero: Groove Metal/ Melodeath/ "Modern Metal"
País: Rússia
Ano: 2009

Comentário: Icon In Me é mais uma banda competente procurando espaço no melodeath/groove e vindo a ser conhecida no novo mundo dúbio do Modern Metal (apesar de achar "melo death" também algo bem indefinido). Com um som pesado e violento unido à melodias e cadências, a banda se torna também acessível, mas se mantém sobre uma base sólida e não cai nem na onda da falta de personalidade e nem fica na mesmice, enferrujando em sua cadeira de balanço.

Human Museum é seu primeiro e único trabalho, e já mostra algo interessante e extremamente bem produzido. Detentor de músicas mais empolgantes, como That Day, That Sorrow e Moments, — esta última esbanjando carisma mesmo com todo seu peso e agressividade — atrai novos ouvintes e amolece o coração de alguns bangers menos dóceis. Com toques de hardcore, a banda talvez seja apreciada pelos já fãs de bandas como Soilwork, System Divide até 5FDP, Tracedawn e trabalhos do tipo, devido aos seus variados elementos.

Cabe ouvir e entender sua proposta, compensando a falta de informação quanto à sua música.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
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Devildriver - Pray For Villains

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Gênero: Groove/Melodic Death
País: Estados Unidos
Ano: 2009

Comentário: Quarto álbum da carreira da banda, Pray For Villains resume a boa história ascendente do DevilDriver. Formada em 2002 pelo ex-vocal do Coal Chamer, Dez Fafara. O álbum não é muito diferente dos outros da banda, guitarras melódicas mas com muitos palm mutes e as afinações baixas que garantem o peso da banda. Bateria com os bumbos o tempo todo cantando alto, e o baixo ressoante.
O vocal de Dez continua afiado, com refrões cativantes como na ótima "I've Been Sober". Recomendado a amantes da banda já a tempos, e à fãs de bandas como Hatebreed, Lamb Of God e toda essa onda do chamado "Groove Metal". Excelente lançamento.


Tracklist

# Pray For Villains - 4:02
# Pure Sincerity - 4:38
# Fate Stepped In - 5:10
# Back With A Vengeance - 3:42
# I've Been Sober - 5:16
# Resurrection Blvd. - 3:59
# Forgiveness Is A Six Gun - 4:42
# Waiting For November - 5:07
# It's In The Cards - 4:25
# Another Night In London - 3:05
# Bitter Pill - 4:25
# Teach Me To Whisper - 4:01
# I See Belief - 3:55

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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Kittie - In The Black

3 comentários

Gênero: Groove/Metalcore/Nu metal
País: Canadá
Ano: 2009

Comentário: Kittie provavelmente foi uma das primeiras bandas de "roque paulera" composta só por garotas a fazer sucesso no mundo. Isso lá pelo final da década de 90, durante o auge do Nu-Metal.
As 4 garotas canadenses faziam um som bem carácteristico do gênero, que com o passar do tempo foi sendo lápidado e mais trabalhado. Após uma fase mais "relax", onde a banda chegou bem próximo do Alternative Rock, agora elas voltam quebrando tudo.
In The Black tá um tanto quanto pesado e grooveado, alguns momentos eu me peguei pensando "cacete, isso é Pantera". Os vocais da Morgan é de longe os melhores já produzidos por ela, mostrando uma grande competência tanto nos guturais quanto nos limpos. Mercedes que junto com a Morgan são as unicas remanescentes da formação original, está estuprando a bateria, impressiona por ser uma mulher tocando (sem machismo).

Tracklist

1.Kingdom Come 1:29
2.My Plague 3:05
3.Cut Throat 2:55
4.Die My Darling 2:46
5.Sorrow I Know 3:30
6.Forgive & Forget 3:44
7.Now Or Never 2:35
8.Falling Down 3:08
9.Sleepwalking 3:17
10.Whiskey Love Song 4:29
11.Ready Aim Riot 3:13
12.The Truth 6:42

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
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Hammathaz - Cursing [Single]

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Gênero: Groove metal, Melodic Death/Thrash, Metalcore....
País: Brasil (Sorocaba, São Paulo)
Ano: 2010

Comentário: Hammathaz é uma banda paulista que mescla muita coisa aí, como podem ter notado. O vocal está mais para o Groove e as guitarras, por vezes, fazem algumas linhas técnicas, melódicas e breakdowns. Ou seja, um pouco de tudo.
A banda, formada em 2003, vem lançando apenas Demos durante este tempo, passando até por uma mudança de line-up. Está no momento divulgando este single que será um convite para o novo EP, que está produção.
Infelizmente não temos mais informações. Procurei nos demais endereços da banda, mas pouco encontrei. Também por conter apenas uma música. Em todo caso, o som é muito competente e certamente vale a pena conferir. Não gosto de rebaixar as bandas nacionais, mesmo que com comentários não-mal intencionados, mas Hammathaz certamente lhes fará lembrar da sonoridade e qualidade gringa.

Para ouvir mais, acessem o MySpace da banda e baixem a demo anterior.

Créditos à banda que nos enviou seu material. Obrigado pela confiança e sucesso. Quem quiser enviar uma resenha melhor, é só comentar.


LineUp:
JR JACQUES – VOCAL
GUILHERME MENDES - GUITARRA
ANDERSON ANDRADE – BAIXO
VITOR MACHADO – GUITARRA
DIEGO ANTUNES – BATERIA


Tracklist:
Cursing

Download: Mediafire
sábado, 21 de agosto de 2010
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Mechanica Sundown - "3" [EP]

0 comentários
Gênero: Uma mistura de Groove/Thrash/HC/Death...
País: Lisboa, Portugal
Ano: 2010

Biografia: O nosso objectivo é não só o de revelar ao público o nome dos MECHANICA SUNDOWN através de concertos, mas também procurar uma editora que connosco possa levar a cabo um plano de trabalho sólido, desenvolvido a partir de uma gravação (de onze temas no total) e “artwork” já finalizados. Pretendemos que 2010 seja o ano da conquista de visibilidade; por isso, a promoção junto das entidades que se esforçam por difundir os estilos musicais mais extremos, surge-nos como uma prioridade nos tempos que correm.

“AntagonistA” tenciona ser um trabalho diferente no âmbito do panorama nacional. A nossa aposta incide sobretudo na diversidade criativa, configurada pela multiplicidade de subgéneros de peso, porém geridos em torno de um eixo de identidade muito própria.

Cada tema vale por si enquanto unidade distinta. Mas a verdadeira dimensão da nossa musicalidade só é plenamente percebida na torrente de variações estilísticas que é transversal à totalidade dos temas. Aí sucedem-se riffs duros, inteligentes e directos estruturados mediante uma certa inspiração death, pontuados por ritmos mais mecanizados e acentuações melódicas esporádicas, por momentos de groove agressivo e samples que evocam ambiências industriais. A cadência é a de um fluxo enérgico que chega a atingir velocidades próprias do Thrash e até do Grind, resultando tudo numa dinâmica que serve de plataforma para poderosas vocalizações guturais com algumas modulações harmoniosas.

A esta aventura estilística muito própria, os MECHANICA SUNDOWN chamaram de “ hybrid-metal “, em tom de sarcasmo anti-rotulação.

“AntagonistA” é o reflexo da versatilidade dos MECHANICA SUNDOWN. Contudo, mesmo mergulhados nessa amplitude sonora que nos caracteriza, e pela qual nos iremos sempre orientar, a tendência é para nos tornarmos cada vez mais negros, pesados e agressivos.
“O futuro começa agora!”

Comentário por Roger Esteves: Mechanica Sundown apostam na diversidade criativa,na versatilidade de estilos que povoam o seu imaginário.Os temas pessoais dão o mote e a base death metal recheada de apontamentos oriundos dos subgéneros de peso mais dispares que subtilmente se passeiam pela sua música:o grind,o core,o heavy metal,etc tudo pode fazer parte dum tema da banda.Riffs duros,directos e inteligentes,secção ritmica poderosa e uma voz potente e esporadamente melódica caracterizam esta banda que se auto intitularam (porque odeiam rótulos e nunca ninguém acerta no estilo que praticam) de criadores do Hybrid Metal.

Comentário do Damião: Antes de mais nada, gostaria de agradecer IMENSAMENTE ao Roger Esteves e à banda que nos enviou, confiou, elogiou e reconheceu nosso amado Pignes.

Em segundo, e não menos importante, é totalmente dedicado às músicas do Mechanica Sundown. É um som chamativo apesar de coeso. Com pitadas salgadas de Groove, Hardcore, riffs por momentos frenéticos e solos corridos metralhados para fora da guitarra, sem dúvida alguma é Thrash que os acompanha. Um som alternativo mas que não se perde, sabe onde quer chegar, e isso fica exposto em todas as 3 faixas deste EP. Alternâncias do vocal, que soa potente, apesar de notar uma ronquidão. Músicas finalizadas com um bom trabalho de áudio/ samples, que são notados principalmente nos efeitos jogados em conjunto do vocal. Vocal este que também busca referências ao Grindcore. Bateria recorre várias vezes ao Death Metal.

A faixa Mesmer(o) por vezes me lembra Slipknot, mas bem levemente, e depois cai num hardcore metalizado.
O Vocal nesta faixa é de se estranhar, mas eu gostei, apesar da entonação.
Realmente, vai ficar difícil definir um estilo para esta banda e arrumá-la em uma de nossas categorias. Mas o pior é ter de ouvir só 3 faixas {risos} o som é realmente bom.

Valeu irmãos portugas, sucesso!

Contacto: 939380059 (depois das 20h) mechanicasundown@gmail.com
MySpace: http://www.myspace.com/mechanicasundown

Integrantes:
Pedro Batista: Voz;
Mané Teles: Bateria;
Bruno Vicente: Guitarra, Coros;
Roger Esteves: Guitarra, Letras;
Mário Pereira: Baixo
Comentário por Roger Esteves:

Tracklist:
1-Monolith
2-Legacy of Cain
3-Mesmer(0)

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domingo, 27 de junho de 2010
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The Sign Of The Southern Cross - ...Of Mountains and Moonshine

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Gênero: Southern/Groove/Stoner
País: E.U.A
Ano: 2009

Comentário: Fala Galera, Venho aqui postar para vocês uma banda de Southern Metal ,muito, mas muito boa! The Sign of the Southern Cross é uma banda que quando você ouvir vai lembrar de varias bandas, principalmente PanterA, o timbre do vocal é muito parecido, igual!

A banda foi formada em 2005 com influencias de PANTERA, Black Sabbath, Zakk Wylde (BLS), Down, Lynyrd Skynyrd, Corrosion of Conformity, Led Zeppelin, Soilent Green, Exhorder, Hawg Jaw, Thin Lizzy, Superjoint Ritual, Eyehategod, Hank I II and III, Sleep, Goat Whore, Crowbar, Acid Bath, Doctor Butcher, Dream Theater (Segundo o myspace dos caras).

Guitarras pesadas, musicas bem trabalhadas e um vocal de arrepiar, mais uma daquelas bandas que a cada faixa chama mais e mais você, convida-o a beber um bom whisky.

Recomendo o cd todo, mas a faixa “Hog Callin” é mais uma daquelas que quando você ta bêbado você olha para o nada com o copo na mão e grita “Aaaaaaaaaaah \,,/”.

Myspace

Tracklist:
1. Of Mountains & Moonshine 00:50
2. Huck Finn 04:23
3. The South is Rising 04:23
4. Dead Skies 06:38
5. Weeping Willow 05:09
6. Hog Callin' 04:44
7. Scry 08:03
8. Eating the Sun 06:38
9. Appointed Reaper 05:19
10. Unwelcome in that House 04:58
11. Purge 07:00
12. Stitch in Time (To Save Nine) 05:37
13. Stalking Horse 04:32

Download:
Depositfiles / Mega

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.