Suidakra - Eternal Defiance
Categories :
/Renato Nagano . #2013 . Black Metal . Death Metal . Folk Metal . Melodic Black Metal
País: Alemanha
Ano: 2013
Comentário: Hail pignos, pignas, pignetes e piganos, trago-vos mais um excelente trabalho lançado nesse ano, dessa horda que já tem 19 anos e tem um catálogo de lançamentos realmente irretocável, e não será esse disco que maculará esse perfeito cartel.
Suidakra já é uma banda mais que consolidada no meio. Seu líder e único remanescente da formação original, Arkadius "Akki" Antonik, é responsável pelos vocais, guitarras e teclados. Além dele, o baterista Lars Wehner faz parte do time desde 2001. O baixista Tim Siebrecht e o outro guitarrista e cara por trás dos vocais limpos, Marius "Jussi" Pesch, se juntaram em 2012 e gravaram esse disco lançado no mês de maio. Farei uma menção honrosa a Tina Stabel, a responsável pelos vocais angelicais e que mesmo não fazendo parte do line-up oficial, é figurinha carimbada nos trabalhos do grupo desde Crógacht, de 2009.
O release lançado pela AFM Records, conta com 10 músicas em pouco mais de 45 minutos de execução, e o que se vê é um trabalho extremamente bom, com identidade, sem oscilações e muito maduro. Tudo que se espera de Suidakra está aqui. Gaitas de fole, guitarras melódicas, vocais agressivos e contrastado, além de uma cozinha muito segura e perfeita. Os destaques desse play são "Inner Sanctum", que após uma introdução instrumental chega como um soco na cara do ouvinte, como uma faixa de "abertura" deve ser, soa poderosa, com uma base de guitarra de extremo peso e growl vocals do inicio ao fim, mostrando a face Death/Black na sua essência . "March of Conquest" é a faixa de trabalho e nos brinda com a faceta Folk, com vocais femininos, bagpipes e teclados, com uma sonoridade melódica e é a mais acessível do album, com um clipe muito bem produzido que vocês podem ver abaixo. "Damnatio Memoriae" é a derradeira e a mais linda de todo o release. Com violões extremamente lindos, mostra o quão foda são os músicos. O vocal limpo é presente em toda a canção e é como se fosse um alento orquestrado que fecha o trabalho de maneira épica.
Aqui encontramos mais um caso em que ser "mais do mesmo" é algo de extrema importância. Essa banda é um dos casos em que a identidade e a coerência de todos os discos, são o suficiente para os fãs e entusiastas do estilo. Para aqueles que acabam de conhecer o trabalho do conjunto, indico qualquer um dos 11 full-lenghts, e podem ter certeza de que vão encontrar algo soberbo. Disco épico de uma horda épica, mais um masterpiece de 2013, eu garanto!
LastFM / Myspace
Tracklist:
1.Storming the Walls - 03:18
2.Inner Sanctum - 05:10
3.Beneath the Red Eagle - 04:55
4.March of Conquest - 03:51
5.Pair Dadeni - 03:51
6.The Mindsong - 05:40
7.Rage for Revenge - 04:54
8.Dragon's Head - 05:24
9.Defiant Dreams - 04:28
10.Damnatio Memoriae - 04:02
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Ancient - The Cainian Chronicle
Categories :
País: Noruega
Ano: 1996
Comentário: Essa horda que vos trago faz parte dos primórdios do Black Metal Melódico, e esse disco é o segundo de sua longa carreira que se iniciou em 1992. Apesar da nacionalidade, não tem os clichês noruegueses do gênero, e talvez tenha sido ofuscada e esquecida por isso. O grupo foi formado antes dos seus conterrâneos do Dimmu Borgir (fica difícil falar de black melódico/sinfônico norueguês e não citar essa banda), e fazem um som com menos recursos e mais cru que os seus compatriotas. Ancient foi formada por Aphazel como uma "One Man Band" em Eidsvaagneset. Em 1995, um ano após gravar seu debut, ele se mudou para os Estados Unidos e recrutou músicos que gravaram esse que foi o 2º de 6 full-lenghts, e que na minha singela opinião foi o melhor disco da banda, por vários motivos.
O lineup é o que me fez postar e dar total ênfase a esse trabalho, pois se trata de uma formação no minino curiosa. Aphazel, o dono da bagaça foi o responsável pelas guitarras, com riffs corretos, e muito característicos desse estilo. A cadência e a melodia ilustram bem e continua com a mesma fórmula entre a maioria das bandas, mesmo passados 16 anos. O baixo também é comandado pelo líder, que segue a linearidade das guitarras, sem inovações. A bateria fica a cargo de Kjetil, que gravou 7 faixas desse trampo, e não inova, fazendo o arroz com feijão, mas mostra competência e faz o que tem que ser feito. A partir daqui as coisas ficam interessantes. Os vocais femininos e os teclados ficam por conta da estrela Kimberly Goss, que na época tinha apenas 18 aninhos, e que viria a ser famosa por bandas como Sinergy, Therion, além de participações no Dimmu Borgir e Children of Bodom de Alexi Laiho, com quem se casou, e se separou. Musicalmente, sua voz não era madura e marcante como conhecemos hj, mas mesmo assim é muito linda e angelical, dando o contraste perfeito com o outro vocalista. Os teclados são bem colocados, dando o ambiente necessário de morbidez e sensação da era das trevas, sem o exagero sinfônico, deixando o trampo sem ser caricato, e eu acho o ponto forte entre todos os instrumentais. O outro vocalista é o carioca, brasileiro Valério Costa, com o pseudônimo Lord Kaiaphas, com sua vóz versátil, que sussurra e canta limpo, mas na maioria do trabalho é ríspida, gritada com as entranhas, dando um contraste forte se encaixando no personagem(?!), e além disso, toca bateria sem comprometer em 4 faixas, mantendo a linearidade no instrumento.
Sobre o álbum, ele é conceitual, e é dividido em 2 temas. A primeira parte é o pedaço mais rico em composições, que relata a história famosa cristã de Cain, representado por Kaiphas, sua exclusão pra Nod, a participação de Lilith (Kimberly Goss), seu tormento, até se tornar vampiro. As canções que se destacam aqui é "The Curse", com uma variação vocal perfeita, riffs muito criativos e uma ambientalização maravilhosa por conta dos teclados. "Lilith´s Embrace" é a menina dos olhos desse trampo, ganhando um clipe, meio tosco e caricato é verdade, que passou até na MTV. Essa é a melhor música do disco, com uma melodia que gruda na cabeça, e que é o encontro entre Cain e Lilith, com uma lendária interpretação de Kimberly, soberba. A segunda parte fala da mitologia nórdica, e é muito mais rica na parte musical. "Pagan Circle" é a melhor canção dessa parte, com uma bela variação musical, com uma guitarra contundente, e mais pesada, e uma passagem ambiente muito linda na parte final da canção. Pra fechar, "Homage to Pan" começa com um tecladinho descompromissado de intro, e é a faixa mais melódica, relembrando muito o que é feito hoje em dia se tratando de Melodic Black Metal.
Esse é um cd histórico, que retrata como era feito o Black Metal mais comercial, com muito menos recurso financeiro, mas com muito mais inteligência, e sem precisar apelar, como algumas bandinhas como CoF, pra ilustrar a cena que hoje em dia é vergonhosa. Mas vale o download por quê?? Ver Kimberly Goss no início de carreira, ver o conceito mitológico cristão da banda, e por ter um brasileiro fazendo bonito em uma banda oriunda do berço do metal negro mundial e impondo respeito. Pra quem não conhece e/ou é limitado por Amethista, Hecate Enthroned, Anorexia Nervosa e afins, bom pra saber a origem dessas modinhas.
MySpace//LastFM
Tracklist:
01.Ponderous Moonlighting - 02:23
02.I- The Curse - 04:48
03.II- Lilith's Embrace - 06:15
04.III- Descipline Of Caine; Iv- Zillah And The Crone - 05:53
05.Al The Infernal Portal (Canto III) - 07:05
06.Cry Of Mariamne - 03:02
07.Prophecy Of Gehenna - 04:04
08.Song Of Kaiaphas - 08:47
09.Exu - 02:51
10.The Pagan Cycle - 07:30
11.Homage To Pan - 13:24
Download:
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Ne Obliviscaris - Portal Of I
Categories :
/Forbidden . #2012 . Avant-Garde . Black Metal . Melodic Black Metal . Symphonic Black Metal
Gênero: Avant-Garde Black Metal
País: Austrália
Ano: 2012
Comentário: Estamos já bem acostumados a ouvir bandas de Black Metal com elementos sinfônicos, elementos de Doom Metal como o DSBM, e as shoegazeadas lideradas pelo Alcest. Porém escondida nos porões do estilo existe uma outra vertente sem nome que surge aqui e ali de vez em quando com álbuns fantásticos - o chamado "avant-garde" Black Metal, que mescla à sonoridade do estilo elementos melódicos capitaneados por instrumentos atípicos, como o Saxofone, o Violoncelo e o Violino, ou ainda simplesmente vocais limpos. Muitos chegam a afirmar que são bandas do chamado "Progressive Black Metal", e como eu acho ridículo chamar qualquer coisa melódica e com vocal limpo de "progressivo", prefiro evitar. São bandas como Enslaved, o trabalho solo do ex-vocalista do Emperor, Ihsahn, o Arcturus, e algumas outras parecidas dentro dessa vibe. Acho que deu pra entender.
Pois bem, Ne Obliviscaris é uma banda surgida em 2003 em Melbourne que ao lançar sua demo em 2007, The Aurora Veil, de forma independente, logo de cara chamou toda a atenção dos fãs desse estilo de Black Metal por conter, entre outras coisas, um vocalista só pra cantar limpo e bem melódico, e que também é violinista, e o instrumento tomava a frente de todos os outros em muitos momentos da demo. Apesar de não ser exatamente uma coisa nova, era feito de uma forma totalmente diferente das outras bandas que citei por que realmente não tinha vergonha alguma de jogar vocais melódicos e violinos totalmente a frente dos outros instrumentos, em certos momentos tinhamos a nítida sensação de não estar ouvindo um disco de Black Metal até que surgiam vocais rasgados e uma bateria com blast beats, tremolos de guitarra, e toda aquela coisa.
E por causa dessa demo a banda criou uma grande expectativa para um Full-Lenght, e eis que finalmente aqui o temos. Portal Of I mal saiu a uns dias e alguém já jogou na internet (pra nossa felicidade, embora como a banda ainda é de uma gravadora pequena - duvido que por muito tempo - o disco está a venda a módicos 19 euros, que dá uns 50 mangos já com frete pro Brasil, aqui, ou seja, não há justificativa pra não comprar, é quase mais barato que você pagaria nesse mesmo cd numa loja no Brasil - thanks impostos!). E como já havia sido esperado baseado nas previews que a banda havia soltado no seu facebook oficial, o álbum é tudo que esperavamos, e ainda vai muito além.
O disco conta com 7 faixas, sendo 3 destas justamente as faixas da demo de 2007. Apesar delas serem lindas e combinarem perfeitamente com o resto do disco, nota-se claramente uma evolução da demo pra esse disco e as 4 músicas novas são ainda mais incríveis e se distanciam em qualidade abissal das músicas antigas, portanto nota-se claramente uma diferença de qualidade entre as antigas e novas músicas e isso soa ligeiramente esquisito, embora natural. Mas pra quem não conhece a banda, eis aqui um resumo do que é Portal Of I: imagine uma banda com o instrumental totalmente pesado, a nível de bandas de Black Metal mais pesadas como o Crimson Moonlight (só pelos bumbos, me lembraram muito esses caras), com a adição de passagens totalmente absolutamente melódicas, com o uso de um violino bem, mas bem mais construido que um simples background; aqui ele é um instrumento a nível das guitarras, que também fazem solos virtuosos durante todo o disco. O baixo tem um papel fundamental na construção desses momentos, enquanto muitas vezes as guitarras somem ou se tornam arpejos acusticos, o baixo dá todo o tom e a base pros solos de violino. A bateria, como eu já disse ao comparar com o Crimson Moonlight, é totalmente focada num trabalho de bumbos e pratos e não muito frequentemente apela pra Blast Beats, embora eles existam no decorrer do álbum. Normalmente o ritmo da banda é bem rápido nas partes pesadas, mas muito cadenciado ao mesmo tempo, então blast beats só atrapalhariam. Os vocais alternam-se entre rasgados agudos caracteristicos do Black Metal muito bem feitos e vocais limpos totalmente melódicos que normalmente aparecem junto com o violino. Enfim, certamente não deu pra entender bulhufas por essa explicação e eu realmente acho melhor escutar pra sacar toda essa proposta da banda. Só pra embolar mais ainda, as influências no disco ainda vão muito além de só um black metal com violino e vocal limpo, temos muito Jazz, Death Metal e muita latinidade, mas isso você só vai perceber ao ouvir com calma.
Enfim, como eu esperava, um grande, enorme (até na duração) disco. Mas se você gosta de Black Metal truzão, raivoso, satanico e maléfico, passe longe. Se você estiver disposto a ouvir algo pesado e totalmente inesperado, vai se maravilhar, no entanto. Vejam a prévia e vamos ver quem se atreve a discordar que estamos diante de um grande candidato a Top 2012.
MySpace
Tracklist:
1.Tapestry of the Starless Abstract 12:01
2.Xenoflux 10:01
3.Of the Leper Butterflies 05:52
4.Forget Not 12:04
5.And Plague Flowers the Kaleidoscope 11:35
6.As Icicles Fall 09:24
7.Of Petrichor Weaves Black Noise 10:43
Links:
320 Kbps, 162,55 Mb
DepositFiles//Mega
Graveland - Cold Winter Blades
Categories :
//Ex-membros . Ambient Black Metal . Black Metal . Dark Ambient . Melodic Black Metal . Melodic Death . Pagan Metal . Viking Metal

Gênero: Black Metal, Pagan Metal
Ano: 2010
País: Polônia
Comentários: Graveland é uma banda polonesa de black metal formada em 1992 por Rob Darken (Robert Fudali). Três das canções aqui são as sobras das sessões anteriores e as duas primeiras são novas. Os riffs são ligeiramente mais nítidos e os teclados criam melodias mais óbvias do que nos álbuns anteriores, e também dá ao ouvinte algo que não seja monótono. White Winged Hussary é a faixa de destaque, melodias limpas e claras. Vale a pena baixar e ouvir.
Myspace
Site
Tracklist:
1. In the Morning Mist
2. From the Beginning of Time
3. White Winged Hussary
4. Spear of Wotan
5. Dance of Axes and Swords
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Limbonic Art - Phantasmagoria
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Dark Metal . Death Metal . Depressive Black Metal . Melodic Black Metal . Symphonic Black Metal
Gênero: Black Metal, Symphonic Black MetalPaís: Noruega
Ano: 2010
Comentário: Uma das melhores e mais carismáticas bandas de Black Metal.
Depois de vários projetos como Dimension F3H da parte do Morpheus e das participações sempre bem sucedidas do Dæmon em Zyklon e em SiriuS ao fim destes anos de silêncio umm tanto quanto sepulcral a dupla retorna a pegar nos instrumentos e oferecer mais uma obra de música transcendental e cósmica sempre com a aura maléfica a sobrevoar os céus limbônicos. O álbum começa com a violenta “A Cosmic Funeral of Memories” que nos traz a memória o passado brilhante dos noruegueses e mostra que a banda não perdeu as suas qualidades. O esplendor cósmico da banda continua vivo o que lhes confere a tal aura mágica que se sente ao ouvir os albuns desta poderosa banda, poucas bandas deste gênero conseguem captar com tanta emoção todo este emaranhado de sensações.
Phantasmagoria, possui ótimos riffs, elementos de Funeral Doom, por sinal excelentes, sinfônicos e também algumas partes de death, grind e dark thrash.
Esse álbum tem tudo para ser um dos melhores clássicos da história do Black metal. "No hope, no light, no life can enter the new somber world of Limbonic Art!!"
Chega de blá, blá, blá e bora baixar o som, pois é o que interessa!
Myspace
Tracklist:
1. Prologue / Phantasmagoria
2. Crypt of Bereavement
3. Curse of the Necromancer
4. Portal to the Unknown
5. Dark Winds
6. A World in Pandemonium
7. Flight of the Minds Eye
8. Apocalyptic Manifestation
9. Prophetic Dreams
10. The Burning Vortex
11. A Black Sphere of Serenity
12. Astral Projection
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Sacramentum - 3 Releases
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Melodic Black Metal . Melodic Death
País: Suécia
Biografia: Puro black/death metal estilo Dissection, às vezes lembrando At The Gates, comparação essa sobretudo com grande capacidade de harmonia e sensibilidade!
(Aahh caralho, tô sem a menor criatividade no momento para escrever algum tipo de comentário massa sobre a banda, talvez eu mude isso depois, no entanto, a banda é boa, baixem ou morram!!).
Para reais!
Myspace:
Site:
Tracklist: 1. Ironwinds
2. The Manifestation
3. Shun the Light
4. Demonaeon
5. Overlord
6. Deathobsession (Black Destiny Part II)
7. Spiritual Winter
8. Rapturous Paradise (Peccata Mortali)
9. Weave of Illusion
10. Thy Black Destiny
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Tracklist: 1. Dreamdeath
2. ...As Obsidian
3. Awaken Chaos
4. Burning Lust
5. Abyss of Time
6. Portal of Blood
7. Black Destiny
8. To the Sound of Storms
9. The Coming of Chaos
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1. Fog's Kiss
2. Far Away from the Sun
3. Blood Shall Be Spilled
4. When Night Surrounds Me
5. Cries from a Restless Soul
6. Obsolete Tears
7. Beyond All Horizons
8. The Vision and the Voice
9. Darkness Falls for Me
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Keep of Kalessin - 3 releases
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Melodic Black Metal . Symphonic Black Metal

Gênero: Black Metal
País: Noruega
Biografia: Keep of Kalessin é uma banda de black metal vinda de Trondheim, Noruega formada em 1993. No inicio da banda o lineup consistia em Ghash nos vocais, Obsidian C. guitarras e teclados, Warach no baixo e Vyl na bateria. A banda Lançou 2 albuns com este Lineup, Through Times of War em 1997 e Agnen A Journey Through the Dark em 1999.
Em 2006 a banda foi reconstituída o com um novo lineup e lançou um terceiro full-length, Armada. Seguiram-se atuações as bandas Behemoth e Dimmu Borgir no início de 2008. O seu quarto álbum Kolossus foi lançado em 6 de junho de 2008.

Tracklist:
1.Dragon Iconography
2.The Awakening
3.Judgement
4.The Dragontower
5.Leaving The Mortal Flesh
6.Dark As Moonless Night
7.The Divine Land
8.Reptilian Majesty
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Tracklist:
1.Origin
2.A New Empire's Birth
3.Against the Gods
4.The Rising Sign
5.Warmonger
6.Escape the Union
7.The Mark of Power
8.Kolossos
9.Ascendant
Link
1.Surface
2.Crown of the Kings
3.The Black Uncharted
4.Vengeance Rising
5.Many Are We
6.Winged Watcher
7.Into the Fire
8.Deluge
9.The Wealth of Darkness
10.Armada
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Graveworm - Diabolical Figures
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Black/Gothic . Gothic Metal . Melodic Black Metal

Gênero: Melodic Black Metal/Gothic Metal
País: Itália
Ano de Lançamento: 2009
Comentários: Graveworm, em seus primeiros álbuns, trazia uma excelente combinação de Black Metal com elementos góticos. No entanto, nos últimos álbuns, a banda mudou seu estilo, lançando álbuns com uma maior agressividade em detrimento da atmosfera. Entretanto, para alegria de seus fãs mais antigos, a banda no seu mais novo lançamento, Diabolical Figures, traz de volta as belas melodias e atmosfera sombria, sem deixar de lado a agressividade dos seus álbuns mais recentes. Excelente combinação de riffs death/black metal com os teclados (o responsável pela construção de uma linda atmosfera). Interessante também são os vocais, Stefan faz os vocais em dois estilos diferentes, um grunhido mais grave, típico de Death Metal e um mais alto. Adorei este álbum!
Tracklist:
| 1. | Vengeance Is Sworn | 04:17 | |
| 2. | Circus Of The Damned | 05:58 | |
| 3. | Diabolical Figures | 04:54 | |
| 4. | Hell's Creation | 04:04 | |
| 5. | Forlorn Hope | 06:27 | |
| 6. | Architects Of Hate | 04:06 | |
| 7. | New Disorder | 03:09 | |
| 8. | Message In A Bottle | 04:16 | |
| 9. | Ignoreance Of Gods | 04:56 | |
| 10. | The Reckoning | 02:14 |
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Sworn - Bastards And Conqueror
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Black Metal . Melodic Black Metal . Symphonic Black Metal


Gênero: Extreme Melodic Metal
País: Noruega
Ano Lançamento: 2009
Comentário: Essa banda nos remete em muitas passagens de teclados aliados aos vocais do bom Vehemence, mas o que escutamos em Bastards and Coquerors são melodias com nuances de black metal. As impostações de acordes de piano caem como uma luva na proposta da banda em fazer um som extremo com a contrapartida de doses características do Heavy Metal. Os vocais dobrados em algumas partes deixam as músicas pesadas e nada enjoativas como algumas bandas de black metal que abusam das melodias nas passagens de teclados. Os timbres das guitarras utilizadas nesse disco em questão, foram bem escolhidos e a bateria segue bem seu curso com bons andamentos, porém nada que chame muita atenção. O destaque fica com os vocais bem postados e pelas estruturas das músicas. É um disco recomendado para ouvintes que primem por um metal extremo trabalhado e coeso.
Resenha by Humberto Sobrinho, valeu Humberto o/
Tracklist:
01 - Beyonder
02 - The Bastard, The Conqueror
03 - Carnal Monuments
04 - Ascendant
05 - Damnation Spawned
06 - Summoning The Sinister
07 - Prophecies From The Land Of Lost Voices
08 - The Archaic Wraith
09 - Descendant
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Agathodaimon - Serpent's Embrace
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Black/Gothic . Gothic Metal . Melodic Black Metal . Symphonic Black Metal

Gênero: Symphonic Black Metal/Gothic/Melodic Black
País: Alemanha
Ano de Lançamento: 2004
Comentário: Agathodaimon é uma banda alemã que toca Symphonic Black Metal, neste álbum faz um som um pouco mais acessível que seus trabalhos anteriores, com uma pegada mais melódica, entretanto sem deixar de ser pesada. A banda continua fazendo o uso de vocais limpos. A produção é muito boa, bem como a qualidade de suas composições. Destaque para as faixas Cellos for the Insatiable e Limbs of a Stare (as mais pesadas do álbum). O momento "estranheza total" do álbum ficou por conta da faixa Solitude, que consiste apenas em voz, sintetizadores e teclado, mas ficou pop demais, na minha opinião. Bom álbum para os interessados em um som mais polido, melódico, com um resquício de Black Metal.
Tracklist:
| 1. | Cellos for the Insatiable | 04:05 | |
| 2. | Serpent's Embrace | 04:15 | |
| 3. | Rebirth | 05:41 | |
| 4. | Light Reborn | 05:03 | |
| 5. | Faded Years | 05:42 | |
| 6. | Solitude | 05:41 | |
| 7. | Limbs of a Stare | 05:27 | |
| 8. | The Darkness Inside | 05:00 | |
| 9. | Bitter End | 03:37 | |
| 10. | Feelings | 05:26 |
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Omnium Gatherum - Spirits And August Light
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Death Metal . Melodic Black Metal . Melodic Death


Gênero: Melodic Death Metal
País: Finlândia
Ano: 2003
Resenha by Humberto Sobrinho, valeu Humberto!
[ MySpace ]
Tracklist:
- "Writhen"
- "Deathwhite"
- "The Perfumed Garden"
- "Amor Tonight"
- "Cure A Wound"
- "The Emptiness Of Spirit"
- "Wastrel"
- "Son's Thoughts"
- "It Shines"
- "Candles Dor Giordano Bruno"
- "Ammo"
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Alghazanth - Wreath Of Thevetat
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Melodic Black Metal . Symphonic . Symphonic Black Metal
Gênero: Symphonic Black Metal
País: Finlândia
Ano de Lançamento: 2008
Comentário: A banda que já existe há 15 anos lançou seu quinto álbum , o qual vos trago neste post em 2008. Os finlandeses mantêm-se fiéis às suas raízes, fazendo um som pesado e ao mesmo tempo usando teclados.
Neste álbum, Alghazanth não trilha por caminhos desconhecidos, ainda assim realizaram um álbum muito convincente graças às excelentes composições de suas músicas. Mesmo usando aquela "receita de bolo" em praticamente todo o álbum, o álbum não peca em nenhum momento. As mudanças de andamento são arranjadas de forma inteligente, variando entre partes rápidas, sinfônicas, épicas, melódicas e agressivas. Ainda há pitadas extra de melancolia trazidas pelos violinos na faixa The Phosphorescent. Os teclados desempenham papel importante em todas as músicas, no entanto, sem "atropelar" a presença dos outros instrumentos.
Enfim, Alghazanth é bem sucedido ao juntar melodias grandiosas com uma atmosfera depressiva. Altamente recomendado para aqueles que curtem Symphonic Black Metal.
Tracklist:
| 1. | Moving Mountains | 06:42 | |
| 2. | The Kings to Come | 06:51 | |
| 3. | The Phosphorescent | 05:42 | |
| 4. | On Blackening Soil | 05:17 | |
| 5. | Rain of Stars | 06:14 | |
| 6. | Twice-Born | 06:34 | |
| 7. | Future Made Flesh | 05:23 | |
| 8. | As Nothing Consumes Everything | 05:35 |
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Dissection - The Somberlain
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Black/Death . Death Metal . Melodic Black Metal . Melodic Death
Gênero: Melodic Black/Death Metal Tracklist:
- "Black Horizons "
- "The Somberlain"
- "Crimson Towers"
- "A Land Forlorn"
- "Heaven's Damnation"
- "Frozen"
- "Into Infinite Obscurity"
- "In the Cold Winds of Nowhere"
- "The Grief Prophecy / Shadows Over a Lost Kingdom"
- "Mistress of the Bleeding Sorrow"
- "Feathers Fell"
Download:
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Keep of Kalessin - Armada
Categories :
Gênero: Melodic Black Metal
País: Noruega
Ano de Lançamento: 2006
Comentário: KoK é uma banda já bem conhecida, que foi formada na década de 90 por Obsidian C, na fria Trondheim. A banda já teve o lendário Atilla Csihar (Mayhem, Tormentor, etc) nos vocais, mas a partir deste álbum passou a contar com o talentoso e belo Thebon *_*. ehehehe.
Agora, falando sério, este álbum é MUITO bom. Desde que o ouvi pela primeira vez, me impressionei com a banda. Todas as músicas são muito boas, Obsidian C é uma máquina de fazer belos riffs, tão técnicos, tão melódicos, tão bonitos (os riffs, é claro). O baterista Vyl é excelente, a bateria é muito bem executada. E os vocais de Thebon são rasgados, muito bom. Enfim, uma banda que, ao ouvir pela primeira vez, é paixão súbita. Eu sou suspeita para falar desta banda, pois é uma das minhas favoritas, devido ao talento imenso destes simpáticos rapazes noruegueses. Recomendadíssimo!
Tracklist:
| 1. | Surface | 01:09 | |
| 2. | Crown Of The Kings | 07:11 | |
| 3. | The Black Uncharted | 06:52 | |
| 4. | Vengeance Rising | 05:01 | |
| 5. | Many Are We | 04:52 | |
| 6. | Winged Watcher | 03:53 | |
| 7. | Into The Fire | 04:10 | |
| 8. | Deluge | 02:43 | |
| 9. | The Wealth Of Darkness | 06:26 | |
| 10. | Armada | 07:32 |
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Rotting Christ - Sleep Of The Angels
Categories :
//Ex-membros . Black Metal . Black/Gothic . Gothic Metal . Melodic Black Metal
Ano: 1999
País: Grécia
Comentário: Sou um tanto suspeito para falar de Rotting Christ, pois se trata de uma das minhas bandas favoritas. R.C é uma banda única, do tipo que não há uma certa rotulação para ela, cada álbum eles exploram atmosféras diferentes, dando uma beleza única para cada um. Sleep Of The Angels tem uma atmosféra mais misteriosa e sombria, com uma levada melancólica. Bom, não vou falar muito sobre o álbum, pois é inútil, apenas ouvindo irão entender do que estou falando.
Destaco todas as músicas, mas o destaque em particular fica para a sublime faixa "Thine Is The Kingdom", canção baseada no poema épico de T.S Eliot "The Hollow Men".
Tracklist:
1.Cold Colours
2.After Dark I Feel
3.Victoriatus
4.Der Perfekte Traum(The Perfect Dream)
5.You My Flesh
6.The World Made End
7.Sleep the Sleep of Angels
8.Delusions
9.Imaginary Zone
10.Thine is the Kingdom
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Gothmog - A Step In The Dark
Categories :
Gênero: Melodic Black Metal
País: Espanha
Ano de Lançamento: 2009
Comentário: O Gothmog foi formado em 2005, mas só agora lançam seu primeiro full-lenght. A banda é fortemente inspirado por Dimmu Borgir, Emperor, entre outros deste gênero Symphonic/Melodic Black Metal.
O álbum é muito bom, a produção é excelente e os músicos são muito competentes. As músicas são bem agradáveis, quase grudentas. Os riffs são melódicos, havendo alguns bons solos. A bateria é bem executada, desempenha seu papel de forma bem decente. O vocal é típico das bandas de Melodeath. Os teclados se fazem presentes, mas sem aparecer demais. Enfim, é um álbum muito bom no gênero, embora nada inovador (o que é difícil ser dado a proliferação de bandas deste gênero nos últimos anos).
Tracklist:
| 1. | Eternal Hate | 02:36 | |
| 2. | The Awakening of Lord Strigoi | 03:50 | |
| 3. | Raging Spiritual Ecstasy | 04:22 | |
| 4. | Nostalgia of Heaven | 05:08 | |
| 5. | Spirit of Nature | 03:38 | |
| 6. | Wandering Viking | 03:30 | |
| 7. | Death of a Warrior | 03:58 | |
| 8. | Ghost of Ancient Days | 04:43 | |
| 9. | Art of War | 04:38 | |
| 10. | Downwards the Hades of the Soul | 05:21 |
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Old Man's Child - Revelation 666 - The Curse of Damnation
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Black Metal . Melodic Black Metal . Symphonic


Gênero: Melodic Black Metal
País: Noruega
Ano Lançamento: 2000
Comentário: Os elementos que tornaram a música da banda notória estão todos aqui, mas parece que está faltando um algo mais. O Old Man’s Child - na verdade um projeto do músico Galder, que, de tempos em tempos, reúne colaboradores de calibre para a gravação de um novo álbum - faz um Black Metal levemente sinfônico de respeito, criativo, ousado, por vezes classificado como um dos “três grandes” do gênero, logo atrás do próprio Dimmu Borgir (banda a qual Galder faz parte) e Cradle Of Filth. Entretanto, parece que alguma coisa não engrena direito em Revelation 666 - The Curse Of Damnation, um álbum que fica aquém dos demais que Galder e cia conceberam, tanto antes quanto depois deste. Algo difícil de explicar, pois os músicos são competentes, a produção está razoável e os elementos que enobrecem a base Black estão todos aqui. Para quem se acostumou com o Old Man’s Child trazendo sempre composições grandiosas e criativas, o álbum deixa aquele sabor de coisa incompleta. Faltou mais inventividade nas construções melódicas e capricho no vocalAinda é um trampo fácil de ouvir, tanto brutal como melódico na medida certa - e que, de qualquer forma, tem recursos para agradar os apreciadores do gênero. Mas quem conhece a banda sabe que o negócio poderia ser ainda melhor. Destaque para “Phantoms Of Mortem Tales” e "Passage To Pandemonium", que, embora nada tenham de fenomenais, ajudam a dar uma "calibrada" no teor geral do trabalho.
Alskyer
Vídeo de Phantoms Of Mortem Tales.
Tracklist:
02 - Hominis Nocturna
03 - In Black Endless Void
04 - Unholy Vivid Innocence
05 - Passage To Pandemonium
06 - Obscure Divine Manifestation
07 - World Expiration
08 - Into Silence Embrace
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Primordial - To The Nameless Dead
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Black Metal . Celtic Music . Folk Metal . Folk Music . Melodic Black Metal


Gênero: Celtic/Folk/Black Metal
País: Irlanda
Ano Lançamento: 2007
Comentário: O novo álbum do ótimo Primordial já começa com tudo, trazendo a fantástica “Empire Falls”, faixa cadenciada, épica, visceral, hipnótica e contagiante - combinação que, graças aos últimos e excelentes full-lengths lançados (principalmente The Gathering Wilderness, de 2005, resenhado no NovoMetal), já se tornou a marca registrada destes irlandeses. As oito faixas - algumas bem longas - seguem a mesma linha, com melodias levemente rústicas em um andamento constante, climas de marcha épica e o vocal marcante de Nemtheanga alternando entre um tom mais ríspido (embora não exatamente brutal) e partes limpas. Para quem já escutou os dois plays anteriores, aqui não há grandes surpresas e tampouco algum detalhe que sirva como “algo a mais”. A qualidade é a mesma de costume. Já a criatividade, deixou um pouco a desejar. Explicando: após a audição do álbum completo, fica um certo incômodo ao constatar que os sete temas restantes não seguem o mesmo nível do primeiro - aquele que inicia o álbum já cativando o ouvinte, como mencionado no primeiro parágrafo. A grande composição de abertura já dá aquela chacoalhada no ouvinte e o deixa com água na boca, na expectativa por mais do mesmo. E conforme as demais faixas vão passando e tal espera não se faz plenamente recompensada, surge um certo sabor amargo na boca. Não que no restante da bolacha este To The Nameless Dead seja um full-length ruim, ou mesmo fraco. Afinal, é do Primordial que estamos tratando aqui. Mas que este seria um produto muito mais funcional e bem-sucedido se houvesse mais algumas “Empire Falls” no tracklist, disto não tenho dúvidas. Mas, como dizem, não se pode ter tudo. Algumas vezes, a luz que ilumina o túnel se apaga quando estamos no meio do caminho, nos fazendo perder um pouco do rumo. Pelo menos aqui, para mim a solução está ao alcance da mão - basta pegar o The Gathering Wilderness e colocar pra rolar na sequência...
Alskyer
(Ripado do CD)
Vídeo de Gallows Hymn.
Tracklist:
02 - Gallows Hymn
03 - As Rome Burns
04 - Failures Burden
05 - Heathen Tribes
06 - The Rising Tide
07 - Traitors Gate
08 - No Nation On This Earth
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Primordial - The Gathering Wilderness
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Black Metal . Celtic Music . Folk Metal . Folk Music . Melodic Black Metal


Gênero: Celtic/Folk/Black Metal
País: Irlanda
Ano Lançamento: 2005
Comentário: O Primordial mudou, e com isso ficou melhor. Bem melhor. Ainda fazendo um potente Metal com referências folclóricas (nada muito evidente, o que torna difícil classificá-la como Folk Metal), a banda apresenta faixas longas, que mantém um cadenciamento uniforme, com estruturas simples, porém enérgicas e uniformes, calcadas no Heavy tradicional. O que diferencia o andamento das melodias é que este Heavy tradicional é mantido num peculiar e constante ritmo de marcha épica, num tom que é inusitado justamente no formato moldado pelas influências Folk. Com os instrumentos e regras básicos e clássicos do Metal, eles fazem algo mais que simplesmente Metal. Não é muito fácil de explicar, mas deliciosamente hipnótico ao se ouvir. A grande diferença neste novo trabalho ficou por conta dos vocais de Nemtheanga, que agora aplica um timbre de voz limpa, ora ligeiramente rasgada, ora um tanto quanto trêmula e emotiva. Algo realmente diferente, uma abordagem toda própria, que casa à perfeição com o clima da obra. Os tradicionais guturais que o cara utilizava até então no Primordial foram extintos por conta deste The Gathering Wilderness, e neste processo a banda descobriu uma nova forma, toda sua, de fazer Metal. O tom um pouco rústico, sem refinamento na parte de produção, tornou a coisa incrivelmente plausível e orgânica, mostrando que a dose certa (moderada, calculada, premeditada) de “tosquice” pode se mostrar genial, fazendo maravilhas pelo resultado final de um trabalho onde a proposta seja compatível com tal expediente. Pode parecer estranho afirmar que o jeitão meio “abafado”, “à vontade” e "impreciso" no som do Primordial o torna ainda melhor, mas é o que ocorre. Quem ouvir, entenderá. Um trabalho diferente, inevitavelmente empolgante aos que procuram justamente por esta característica ao explorar o vasto e por vezes surpreendente universo metálico. Por fazer parte desta, digamos, linhagem que preza pela excentricidade, sinto-me premiado. Ter me deparado com The Gathering Wilderness é mais uma grata recompensa que o trabalho de explorador me permite. E que renova meu empenho em não desistir dele por nada. Putz, acho que me empolguei um pouco. Isso sempre acontece quando encontro trabalhos como este, onde a grande qualidade reside justamente no fato de serem exóticos e arrojados.
Alskyer
(Ripado do CD)
Vídeo de The Gathering Winderness.
Tracklist:
02 - The Gathering Winderness
03 - The Song of the Tomb
04 - End of All Times (Martyrs Fire)
05 - The Coffin Ships
06 - Tragedy's Birth
07 - Cities Carved in Stone
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Primordial - Storm Before Calm
Categories :
//Ex-membros . /Brutales Opfer . Black Metal . Celtic Music . Folk Metal . Folk Music . Melodic Black Metal


Gênero: Celtic/Folk/Black Metal
País: Irlanda
Ano Lançamento: 2002
Comentário: O Primordial tem uma forte identidade, estabelecida por um jeitão todo seu de interpretar suas composições. Um toque de Ambient aqui, uma pitadinha de Black ali, um clima levemente Folk, temas longos, épicos e cadenciados, vocal relativamente versátil... e pronto. Taí uma receita de qualidade assegurada. Nesta fase, o vocalista Nemtheanga já apresentava boa técnica e disposição em variar sua performance entre linhas semi-guturais e limpas-trêmulas, conferindo uma dimensão expandida ao som da banda. Storm Before Calm também traz variação na parte instrumental - não dentro de uma mesma composição (os andamentos são constantes nas longas sete faixas, como convém ao Ambient), mas de um tema para o outro. Geralmente acompanhando a postura vocal, uns são mais rápidos e pesados, outros, lentos e introspectivos. Mas sempre com a atmosfera densa e rústica que tem tudo a ver com a proposta do Primordial. Este Storm Before Calm, de 2002, faz um elo de ligação bem coerente entre o bom álbum de 2000 e o maravilhoso play de 2005, ambos já resenhados em nossas páginas. Prova de que os caras são músicos que estão sempre evoluindo a cada trabalho, sem nunca perder o pique ou se desviar do caminho - ao menos até agora. A torcida, claro, é para que esta regra nunca seja quebrada, o que constituiria garantia de vindouras obras-primas para presentear os ouvidos de apreciadores do gênero.
Alskyer
(Ripado do CD)
Vídeo de Fallen to Ruin.
Tracklist:
02 - Fallen to Ruin
03 - Cast to the Pyre
04 - What Sleeps Within
05 - Suns First Rays
06 - Sons of the Morrigan
07 - Hostings of the Sidhe
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