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terça-feira, 3 de setembro de 2013
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The Killing Moon - A Message Through Your Teeth

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Gênero: Rock Alternativo / Ska
País: Estados Unidos
Ano: 2006

Comentário: Se existe um benefício incontestável da era da Internet é a facilidade com que as mais variadas informações chegam ao seu conhecimento, seja qual for o conteúdo almejado. Detalhes sobre fatos históricos e dados sobre determinada produção cinematográfica passam a compor o seu conhecimento com a velocidade de um raio. No quesito música isso não é diferente: o que antes era algo dificultoso, estimulante da imaginação - por muitos anos, os rostos de alguns músicos permaneciam incógnitos, enquanto suas vozes perambulavam livremente pelos ouvidos alheios - hoje é facilmente atingido em questão de segundos. Por isso, sempre me intrigou a existência de algumas bandas que, embora tenham alcançado alguma notoriedade, ainda que pequena, possuem pouca ou quase nenhuma informação a ser prestada pela grande rede. É o caso do The Killing Moon.
Numa busca preliminar, a maior gama de resultados encontrados se comporá de alusões à clássica faixa do Echo & the Bunnymen. Página da Wikipedia só acerca de uma banda homônima, sem o 'The' inicial, de Death Metal com vocais femininos. Uma página da LastFM às moscas e, pasmem, um perfil ativo no Pure Volume. Esse é o legado online deixado pela banda.
O fato é que conheci essa banda através da energética versão de You Oughta Know, de Alanis Morrisette, constante da coletânea Punk Goes 90s, série que fez bastante sucesso na primeira metade da década de 2000. Naquela época, baixar músicas não era como é hoje. Antes do torrent, antes mesmo de megaupload ou mediafire se difundirem como grandes aliados dos aficionados por música, o esquema era usar a tecnologia peer-2-peer e garimpar faixas sozinhas. Kazaa, Morpheus, Ares e outros tantos programas fizeram a alegria de milhões de internautas, quando ainda se exigia um esforço hercúleo não só baixar mas simplesmente encontrar álbuns completos. Nesse contexto, consegui encontrar apenas mais duas músicas da banda, às quais ainda ouço com bastante satisfação.
Algum tempo depois, quando já era mais fácil fazer download de álbuns em sua totalidade, consegui achar o único EP dessa banda, A Message Through Your Teeth, com mais três faixas além das que eu já possuía. Uma oitiva atenta do registro me trouxe ainda mais dúvidas: o que será que teria dado errado na carreira da banda? O vocalista possui uma vitalidade invejável, e sua voz se entrelaça perfeitamente aos acordes lançados. As letras são bastante interessantes, e os arranjos dos metais de sopro ao fundo dão um toque extremamente especial a essas composições.
É possível notar uma clara influência do boom do Emo daquela época, nos refrões bastante melódicos, mas nada que coloque a banda no rol do marasmo, fazendo-a se dissipar entre tantas outras de som igual que surgiram naquela época e lá ficaram, exatamente por conta de sua inocuidade no quesito inovação. Trata-se de música bem mais madura do que o padrão da época - The Killing Moon está longe de ser uma banda qualquer: em cinco faixas, me conquistou.
O que deu errado? Qual foi a pedra no caminho entre um empolgante EP e um possível estrondoso debut, que nunca chegou a ser lançado? Essas perguntas remanescem sem resposta, e parece que não há muito mais gente interessado nelas. O que fica, entretanto, é um belo registro, símbolo de uma carreira que poderia ser promissora, mas que, assim como o mundo sem Internet, ou esta em seus primórdios, se tornou árida e pouco explorável. Infelizmente.




Tracklist:
  1. "Subject A" - 4:03
  2. "Bottomfeeder" - 4:30
  3. "Sugar Pills" - 3:33
  4. "A Book of Love Stories" - 5:04
  5. "Postcard From Los Angeles" - 3:24


Spotify
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
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São Paulo Ska Jazz - São Paulo Ska Jazz

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Gênero
: Ska/Jazz/Instrumental
País: Brasil
Ano: 2009

Comentário: Realmente incrível. Uma bela noite, de não sei qual dia da semana, uns amigos me convidaram para sair, meu pai então disse que aproveitaria a carona para ir à um show do festival de inverno de minha cidade, logo depois ele me buscaria. Foi então que ele me buscou e me mostrou um disco que ele havia comprado no show, disse que não resistiu, estava impressionado com o show e que eu tinha que ouvir o som daquela banda. Na programação do festival de inverno eles falavam sobre essa banda como um grupo de São Paulo que mistura a musica popular brasileira, o raggae, o rock, blues e outros diversos estilos e usam uma pegada de ska jazz nas musicas.

O CD é muito bom, os músicos, em geral, são muito bons, a maioria é bem jovem, mas são muito profissionais. A banda conta com Marcelo Calderazzo no baixo acústico e elétrico; Renato Guizelini na guitarra, no violão e no bandolim; Ramon Montagner na bateria; Thiago Sousa no piano e teclados; Valentino Menezes na percussão; Manu Falleiros no sax tenor, alto e barítono; Sergio Lyra no tenor, alto e flauta; Joao Lenhari no tompete e no fluegelhorn; Douglas “Tigrinho” no trombone.

Vou destacar um belíssimo cover que eles fizeram em homenagem ao grande Antônio Carlos Jobim. A nona musica do álbum é o “Samba de Uma Nota Só”, e vale dizer que foi muito bem gravada pela banda.

No mais, como um amigo disse, é uma ótima banda para deixar tocando durante um jantar à dois.

                                                Site Oficial / Myspace / Facebook

Tracklist:
1. São Paulo - 03:44
2. 220 - 02:45
3. Alta Frequencia - 03:13
4. Sombrinha - 02:54
5. Fim de Semana - 04:18
6. Estaçao da Luz - 01:49
7. Periferia - 03:21
8. Em algum lugar da America - 04:02
9. Samba de Uma Nota Só - 03:08
10. Skaião - 04:04
11. Rua Augusta - 04:40
12. A Torre - 04:59

Download: MEGA / 4shared / Mediafire

quarta-feira, 24 de julho de 2013
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Moveis Coloniais de Acaju - Discografia

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Gênero: Ska, Rock
País: Brasil
Ano: 1998 até os dias atuais

Comentário: Moveis Coloniais de Acaju é uma banda formada no ano de 1998 em Brasília, a adorada capital. A banda conta com dez integrantes, nove músicos e um produtor e todos eles assinam as composições. Os integrantes são: André (vocal), Beto Mejía (flauta), Eduardo Borém (Gaita, Teclado e Escaleta), Esdras (Saxofone), Fabio (Baixo), Fernando (Guitarra), Paulo (Sax Tenor), Gabriel Coaracy (Bateria), Alexandre (Trombone) e Fabricio (Produtor). Toda essa pluralidade no arranjo faz a banda criar um som perfeito e único, fazendo ela se destacar no cenário atual e acarretar vários fãs ao longo do Brasil.

A banda deve ótimo destaque após o show no porão do rock, em 2000, na qual fez um incrível show que repercutiu no Brasil todo. A banda ainda venceu o FINCA duas vezes, em 2001 e 2002. A banda ainda é criadora de um ótimo festival que acontece em Brasília, chamado “Moveis Convida” que foi criado em 2005 com o objetivo de reunir banda de todo o país, e de fora também como foi o caso de bandas como Juana Fé do Chile, para uma noite incrível de shows, e ainda possui debates sobre o mercado musical.

O primeiro disco de chama “Idem” e foi lançado em 2005 e tem uma pegada mio experimental no ritmo que possui ótimas quebras. Nesse primeiro disco você percebe claramente o som único da banda e a vontade de sempre explorar novas sonoridades dentro de uma única musica fazendo assim você ter uma experiência incrível viajando por diferentes ritmos e sons.

segunda-feira, 1 de julho de 2013
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Bois de Gerião - Discografia

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Gênero: Ska
País: Brasil
Ano: Meados da década de 90 até 2006

Comentário: Vira e Meche Brasília está sempre lançando ótimas bandas para o Brasil, algumas continuam outras terminam por motivos pessoais, mas é inquestionável a importância da banda para o cenário cultural da cidade, e uma dessas bandas é Bois de Gerião, que tem dois discos lançados e que foi uma importante banda para movimentar a cena.

No primeiro disco a banda apostou em uma sonoridade voltada para o ska com pitadas daquela boa e velha textura Hardcore. A primeira musica, “Cifrão”, já mostra um sopro bem estruturado e riffs de guitarra que flertam com o vocal e sua letra clara e simples.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
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Streetlight Manifesto - The Hands that Thieve

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Gênero: Punk / Ska
País: EUA
Ano: 2013

Comentário: Deixando minha veia metal um pouco de lado e me enveredando por outros caminhos, e quem me conhece sabe da influência punk que tenho em meus gostos musicais, resolvi compartilhar esse disco maravilhoso que escutei em uma dessas minhas procuras por coisas que me satisfaçam culturalmente, e é exatamente isso que aconteceu com esse cd. Com o primeiro release, uma demo lançada em 2002, essa banda de Nova Jersey formada por ex-integrantes de conjuntos locais (Catch 22 e Cool Guy), mesmo não frequentando o mainstream, angariou uma fanbase fiel, o que torna os shows disputadíssimos e sold out na maioria das ocasiões.

Com várias configurações desde o inicio das atividades, apenas o vocalista/guitarrista/líder Tomas Kalnoky é membro original, e o conjunto conta ainda com Matt Stewart (trompete, vocais), Nadav Nirenberg (trombone, vocais), Jim Conti (sax tenor/alto, vocais), Mike Brown (Sax Baritono/alto, vocais), Pete McCullough (contra-baixo, vocais) e Chris Thatcher (bateria) na formação, segundo suas mídias oficiais.

No seu 5º full-lenght e com uma carreira consolidada, aqui a banda consegue beirar a perfeição, isso se não alcançou-a. Em 10 canções extremamente bem feitas. O trabalho já começa com uma canção matadora, e o que impressiona é a presença dos metais de maneira inteligente, linda, tanto nos ataques como nas frases e no decorrer das músicas, explorados ao extremo e correspondendo de maneira extraordinária, aparecendo junto com os coros vocais, como o grande diferencial do disco, sem deixar espaços acústicos. A presença marcante do contra-baixo também é de se exaltar. "The Littlest Things" tem uma pegada mais quebrada, mais latina e a bateria é fenomenal. O conjunto volta a explorar a veia caliente com "If Only For Memories" com um ritmo salseado e um refrão muito grudento. Dentre várias influências, o folkizinho presente em várias nuances durante todo o cd, em "Toe To Toe" ela grita, sendo a música mais bonita do trampo. E o punk?? Esse disco é permeado de milhões de ingredientes e influências, que passeiam por funk, jazz, world music, e o punk esta inserido em cada canção desse album, com riffs simples, uma bateria mais acelerada ora ou outra, mas definitivamente esse é um disco de SKA.

Fico feliz quando acho uma coisa assim, diferente e as vezes até superior aos medalhões do estilo, e mais contente ainda em poder compartilhar. Esse é um album light pra tocar em várias ocasiões, sem peso, para todos os gostos, podendo ser a trilha sonora de uma tarde ensolarada, ou de um fim de noite ao lado da pessoa certa (ou errada). Aqui cada um dos integrantes deixa claro a competência e a alegria de se tocar, e a liberdade de criação de todos fica evidente devido a quantidade de detalhes, nuances, arranjos dos mais variados estilos e influências, sem ser incoerente e muito longe de parecer artificial, de uma honestidade incrível do começo ao fim! Vale muito o download, ahhh quanto tempo eu não ouvia algo assim. Para todos os gostos, principalmente pra quem quer diversão e música perfeita para tudo.

LastFM / Myspace

Tracklist:
1.The Three Of Us - 5:18
2.Ungrateful - 4:31
3.The Littlest Things - 4:50
4.The Hands That Thieve - 5:40
5.With Any Sort Of Certainty - 6:10
6.If Only For Memories - 5:28
7.They Broke Him Down - 5:20
8.Toe To Toe - 4:22
9.Oh Me, Oh My - 3:45
10.Your Day Will Come - 4:44

Download:
Rapidshare / Turbobit / Cloudzer / Freakshare / Queenshare
domingo, 12 de fevereiro de 2012
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No Te Va Gustar - Aunque Cueste Ver El Sol

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Gênero
: Ska/Rock Alternativo/Latin Rock/Latino
País: Uruguai
Ano: 2004

Comentário: Formada em 1994 em Montevidéu, o No Te Va Gustar (mais conhecido como NTVG) é uma banda bem peculiar uruguaia que mescla diversos estilos num som bastante próprio, como o reggae, o ska, o cadombe, o tango e a murga. Como nota-se, é um caldeirão de influências latinoamericanas, o que justifica o post, visto que eu to nessa vibe ultimamente (haja visto os posts do Calle 13 e do Orishas). No entanto não quis continuar no Hip Hop e gêneros próximos, e aqui está uma legítima banda de rock.

Mas o NTVG é uma banda bastante peculiar, como já citado, e absurdamente dificil de explicar em poucas palavras. Mas posso tentar: o vocal de Emiliano Brancciari é levemente agudo com uma vibe bem jovem e dinâmica, nada pesada, que contrasta com a formação extensa da banda, 9 membros, cuja extensão de instrumentos abrange desde percussão (o que aumenta bastante a influencia dos gêneros mais percussivos latinos no som da banda, como a murga) até metais, como trompete, sax e trombone (que dão a vibe mais ska ao som do grupo). E isso ainda com o fato de que vez ou outra temos ainda outros instrumentos dando as caras, como acordeón e teclados. E o mais incrível é que o som da banda não é confuso como muitas bandas com metais no som, é bastante limpo e enxuto, sem exageros.

Aunque Custe Ver El Sol é o terceiro disco da banda, que já conta com 6 álbuns lançados até a data. Considero um dos melhores discos da banda, embora toda a discografia seja bem estável. Também é o disco com faixas mais intimistas, como "Dificil", "Al Vacio" e "Cielo De Un Solo Color", bem envolventes com extensas partes acústicas. Não é um disco pra quem espera o som enlatado norte-americano ou europeu, a presença do ska e dos ritmos latinos é bem forte, no entanto é um excelente álbum pra quem busca uma sonoridade diferente sem nenhuma pretensão e sem dúvida um dos melhores discos de uma das melhores bandas do nosso atual rock latino. Diria eu que é um excelente disco pra se ouvir numa tarde fria, pensando na vida olhando um sol poente. Se acham que eu exagerei na poesia, baixem e comprovem.

Site Oficial

Tracklist:

1- Sólo
2- No Te Quiero Acá
3- Verte Reir
4- Ya Entendí
5- Al Vacío
6- Cielo De Un Solo Color
7- Reevolución
8- Difícil
9- Voces Del Tiempo
10- Fueron
11- Voy
12- Ni Uno Suelto
13- No Llegás A Mí
14- Adiós

Links:

Bayfiles//Mediafire//Rapidshare

Cielo de Un Solo Color (Recomendo, música maravilhosa):



E o clipe de Al Vacio, belíssimo clipe:

domingo, 18 de setembro de 2011
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Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir Sua Praia

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Gênero: Rock N'Roll/ Punk rock/ Alternative rock
País: Brasil
Ano: 1985

Comentário: Na realidade fiz este post em 2009, muito antes da banda voltar à mídia (embora nunca tenham parado suas atividades) junto ao programa Agora É Tarde de Danilo Gentili. Na época a recepção deste post foi até neutra, embora ainda fosse o tipo de disco que poderia sofrer bullying dos metalheads que aqui predominavam. Pura besteira, visto que o disco é ótimo, possuindo toda aquela brasilidade em ritmo, humor e letras (além de pitadas de zoação com os cariocas).
É uma banda que possui grandes sucessos, que mesmo muitos não gostando, não podem negar que jamais ouviram, cantaram e até curtiram alguma faixa/refrão.

"Nós Vamos Invadir Sua Praia" é, na minha opinião, o primeiro e único grande troféu do Ultraje a Rigor, mas um troféu também ao rock nacional. Foi o seu primeiro álbum de estúdio, marcado pelas letras divertidas, críticas sócio-econômicas e referências sonoras que vão do rock n' roll ao reggae. Músicas estas que, na sua maioria, viraram rapidamente hits, tornando-se até temas televisivos e vinhetas de rádio. Um disco marcado por premiações, recordes, curiosidades e fórmula única. Não é a toa que seja um dos melhores discos já produzidos no Brasil e uma das primeiras bandas a esbanjar tanto humor escrachado (também sendo censurados pela Ditadura MIlitar) em suas composições.

Além da faixa título, "Rebelde sem Causa", "Inútil" e "Eu me Amo" são algumas das minhas prediletas, embora vale lembrar que o disco é repleto de músicas imensamente conhecidas.

Músicos convidados
Liminha: guitarra, violão, percussão, teclados e vocais
Herbert Vianna: guitarra solo em “Marylou”
Lobão, Ritchie, Selvagem Big Abreu e Léo Jaime: vocais em “Nós Vamos Invadir Sua Praia”

LastFM//SiteOficial//MySpace

Tracklist:
1. "Nós Vamos Invadir Sua Praia"
2. "Rebelde Sem Causa"
3. "Mim Quer Tocar"
4. "Zoraide"
5. "Ciúme"
6. "Inútil"
7. "Marylou"
8. "Jesse Go"
9. "Eu Me Amo"
10. "Se Você Sabia"
11. "Independente Futebol Clube"

MegaUpload (incluso a G Magazine de Roger)

sábado, 3 de setembro de 2011
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Los Hermanos - Bloco Do Eu Sozinho (2/4)

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Gênero: Indie Rock / Alternative Rock / MPB / Samba / Ska
Ano: 2001
País: Brasil

Biografia Pt.2: Logo após o grande sucesso comercial do primeiro disco, a gravadora dos Hermanos esperava que eles repetissem a fórmula no segundo. Não foi bem o que aconteceu. Eles fugiram para a região serrana do Rio, compondo de forma despretensiosa. Nesta época, o baixista Patrick Laplan se afasta do grupo, alegando diferenças musicais.

Quando entregue à gravadora, o disco foi rejeitado por não conter hits em potencial e gravação amadora. A Abril Music exigiu que o disco fosse remasterizado, a contragosto do grupo. No entanto, o produtor, Marcelo Sussekind, que ficou encarregado de remixar o disco, teria gostado muito da versão original e a alterado muito pouco.

Apesar de ser um disco muito mais maturo do que o primeiro e ser considerado um clássico nacional, o ábum vendeu muito pouco. O que se deve, em grande parte, da pouca divulgação que a gravadora fez do disco. Foram períodos complicados na história do grupo, mas mesmo assim, a banda manteve-se na ativa e conquistou mais fãs com esse novo lançamento.

Comentário: Bloco do Eu Sozinho representa uma grande evolução na carreira dos Hermanos. Na verdade, o disco é uma mistura um pouco inusitada de rock, samba e MPB. Maravilhoso em seus detalhes. Metais delirantes e orquestras de cordas adornando canções melancólicas de letras honestas e caprichadas.

Todo Carnaval Tem Seu Fim começa com seu sax e bateria e vai indo em formato de marcha, em seus riffs atropelados pelos trombones, até desabrochar em um refrão pra lá de triste. Algo que percebi é que as faixas estão amarradas umas às outras. Realmente, um trabalho muito coeso. Retrato pra Iáiá já se sustenta mais no Ska do primeiro disco.

A banda ganha pontos por saber explorar desde a sonoridade mais acústica de Mais Uma Canção até a distorção suja de Casa Pré-fabricada. Tão Sozinho destoa completamente do resto de álbum, um hino punk entre a maresia de Adeus Você e a tristeza de Veja Bem Meu Bem. Pessoalmente, gosto de ver o Marcelo Camelo tentando cantar Hardcore, ele não possui o mínimo de rancor que os demais vocalistas do gênero apresentam, acho engraçado. O clima de aceitação e pessimismo domina o registro em Assim Será, herdeira do samba. Fingi na Hora Rir é marcante em suas linhas de baixo, comprovando que a saída de Patrick Laplan não fez lá tanta falta. A experimental Cher Antoine. Metade em francês, metade em português. Sucede a minha canção favorita no disco. Eu não sei aonde os executivos da Abril Music estavam com a cabeça quando julgaram que o álbum não possuía nenhum hit em potencial. Sentimental é a canção mais linda do disco. Pesada, em termos de melodia e letra. Em versos penosos que falam sobre a perda de um ser amado.

Na minha opinião, um dos discos essenciais da nossa música brasileira. Não deixem de conferir o primeiro post da discografia e agora é com tu, PH.

Tracklist
01. Todo Carnaval Tem Seu Fim
02. A Flor
03. Retrato pra Iaiá
04. Assim Será
05. Casa Pré-fabricada
06. Cadê Teu Suin
07. Sentimental
08. Cher Antoine
09. Deixa Estar
10. Mais uma Canção
11. Fingi na Hora Rir
12. Veja Bem Meu Bem
13. Tão Sozinho
14. Adeus Você

Site Oficial

Download: Multiupload Mediafire EasyShare


domingo, 7 de agosto de 2011
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Los Hermanos - Los Hermanos (1/4)

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Gênero: Hardcore / Ska / Indie Rock / Alternative Rock / MPB / Samba
Ano: 1999
País: Brasil

Biografia Pt. 1: Os primórdios do grupo remetem a meados de 1997 quando os estudantes da PUC-RJ Marcelo Camelo (jornalismo) e Rodrigo Barba (psicologia), amigos dos tempos de colégio, resolvem dar início a uma banda. O nome do conjunto, sugestão de Camelo, faz referência aos sons latinos que tanto os influenciaram e, de certa forma, à sonoridade que eles representariam em seus registros. Com a incorporação de Bruno Medina aos teclados, Rodrigo Amarante aos vocais, guitarra e percussão e Patrick Laplan ao baixo, eles gravariam os primeiros materiais em 1997. As demos "Chora" e "Amor e Folia" iriam repercutir por toda cenário underground brasileiro e levariam os cariocas ao festival Abril Pro Rock, considerado a porta de entrada para as grandes gravadoras nacionais.

Em 1999, os Hermanos assinam contrato com a Abril Music e gravam o primeiro disco homônimo. Los Hermamos ganharia disco de platina sendo de longe o maior sucesso comercial do grupo. O sucesso do álbum foi alavancado, em grande parte, pelos hits "Anna Julia" e "Primavera" que criavam uma grande indentidade com o público jovem, levariam o grupo a grande programas de auditório e tocavam incessantemente nas rádios.

Comentário: Inicialmente vou apresentar a proposta que o PH me fez. Eu tinha em mente postar toda discografia dos Hermanos em um único post, mas o PH já havia feito o upload e tinha em mente postar a discografia em partes para podermos então termos uma maior liberdade de descrevermos o verdadeiro sentimento que nutríamos por uma das maiores bandas do cenário nacional. Então nós, como representantes da "ala cult do blog", dividimos a discografia da seguinte forma. Eu fiquei com os dois primeiros releases e PH com os dois últimos.

O primeiro lançamento do Los Hermanos não é outra coisa se não um disco de Hardcore. Embora a voz de Camelo não tivesse a raiva que o gênero exigia. Suas letras não contestavam a ordem social vigente. Camelo cantava sobre amor. Além dos trompetes que não são nada comuns ao Hardcore e que adornavam o som da banda. Neste disco ainda não havia aflorado na banda o sentimento melancólico dos lançamentos que o sucederam. Eram músicas de melodias alegres e letras de amores perdidos. As influências de samba ainda não eram nítidas apesar das marchinhas de carnaval como Pierrot. Uma coisa que eu acho bem interessante é que o disco foi quase que completamente composto por Marcelo Camelo e que, se compararmos ao projeto solo que ele mantém e aos registros subsequentes do grupo, fica claro o amadurecimento em suas composições.

Deixando de lado os mega-hits do lançamento. Eu gosto bastante de Quem Sabe; composição de Amarante e completamente enraizada no Skacore. Vai Embora é a mais ampla do disco, com direito a piano e flauta. Aline é a mais Hardcore. Em geral todas as músicas são ótimas. Agora começaria um período conturbado no Los Hermanos, mas é assunto para o próximo post. Até lá.

Tracklist:
  1. "Tenha Dó"
  2. "Descoberta"
  3. "Anna Julia"
  4. "Quem Sabe"
  5. "Pierrot"
  6. "Azedume"
  7. "Lágrimas Sofridas"
  8. "Primavera"
  9. "Vai Embora"
  10. "Sem Ter Você"
  11. "Onze Dias"
  12. "Aline"
  13. "Outro Alguém"
  14. "Bárbara"

Myspace

OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.

domingo, 30 de janeiro de 2011
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Demon Fuzz - Afreaka!

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Gênero: Afro Jazz-Fusion/ Ska/ Soul/ Funk/ Experimental/ Rock Progressivo/Psicodélico
País: Inglaterra
Ano: 1970 - 2005 (re-lançado em formado digital + 3 músicas do EP)

Comentário: Demon Fuzz, banda da cena afrodescendente européia que faz um som tão bom quanto se pode imaginar. Muito psicodélico e progressivo, usando e abusando dos estilos, mesmo assim sem ficar absolutamente técnico e cansativo, pelo contrário, é de uma harmonia incrível e a melodia sempre a passear pelo seu som. Instrumental excelente, sem comparações, que além dos instrumentos básicos do rock, ainda conta com piano, órgão, trombone, sax, flauta e congas.
Por tais instrumentos, podemos deduzir que a banda adicione pitadas fortes de Soul e um clima embalado pela cultura afro. Mas vai muito além disso. É quase como uma afronta aos bons músicos de antes e de agora. Soa até como blasfema de tão autoritária e pretensiosa, e ainda assim, mostra com gentileza e gratidão que só moldara tudo aquilo que já existia, tudo aquilo que lhes influenciou. O resultado obviamente é um trabalho que faz você se render aos delírios do rock, dos metais, dos batuques e do psicodélico. Também é de esperar de qualquer um que escreva algo sobre a banda, citar e dar as honras ao vocal leve e reconfortante de Smokey Adams.

Em todo caso, Demon Fuzz é emblematicamente original demais pra ser real, mas é, ou melhor era. Uma pena não terem lançado nada além, talvez estes 8 negros vieram ao mundo somente para mostrar que o limite não é uma palavra adequada à música e que técnica, simplicidade, diversidade e melodia podem sim ser parceiros, isso em apenas 8 músicas. Ao decorrer do disco, seremos também convidados à Índia, Arábia e até Etiópia, o que mostra ainda mais experimentalismo em suas mangas.

Para quem já os conhecia — e digo quanto ao conhecimento do primeiro play de 1970, que continha 5 faixas — saiba que este é um novo lançamento (2005), contendo mais 3 faixas do primeiro EP, totalizando 8 faixas de pura satisfação.

Amazon||LastFM

Integrantes:
Smokey Adams (voz)
Ray Rhoden (piano, órgão)
W. Raphael Joseph (guitarra)
Sleepy Jack Joseph (baixo)
Steven John (bateria)
Clarance Brooms Crosdale (trombone)
Paddy Corea (flauta, sax, congas)
Ayinde Folarin (congas)

Tracklist:
01. Past, Present And Future
02. Disillusioned
03. Another Country
04. Hymn To Mother Earth
05. Mercy (Variation No. 1)
06. I Put A Spell On You (*bônus)
07. Message To Mankind (*bônus)
08. Fuzz Oriental Blues (*bônus)

FileFactory||MegaUpload
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
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Cidade Negra - Acústico MTV

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Gênero: Reggae/ Soul/ Ska/ Pop Rock/ Acoustic
País: Brasil (Rio de Janeiro)
Ano: 2002

Comentário:
Cidade Negra, em se tratando de uma mistura de reggae, soul e pop rock, foi uma das melhores bandas que já existiu em terras latinas. Talvez venha alguém que me mostre outras com mais técnica e coisas do tipo, mas é exatamente nisso que o Cidade impera. Com letras tocantes, gingados envolventes, músicas não-complexas, dinamismo presente, e mesmo assim longe de serem meros simplistas. Extremamente pop, donos de vários hits, mas com uma presença de espírito forte sempre agarrado ao pés do Reggae. Facilmente identificável e feita a partir de uma fórmula grudenta, é complementado pela utilização de metais e outros instrumentos, assim, como neste caso, representado pelos vocais de Garrido. O toque mais folk e rock em algumas faixas faz delas algumas das mais memoráveis e conhecidas da banda. Não é a toa que agrada até mesmo quem não curte tanto o reggae, ou assim como eu, que em suma acho cansativo.

Apesar da super popularidade, Cidade é conhecida pelas letras que agradavelmente falam de amor até problemas sociais, jogando uma real de forma sutil, mas clara.

Mas aqui eu trago somente o Acústico MTV: Cidade Negra (produção da MTV do qual eu já havia elogiado e reconhecido em posts passados) um show leve, mas muito empolgante. Conta com Da Gama e seus violões de 6 e 12 cordas, além vocal; Bino Farias no baixolão e baixo upright; Lazão assumindo a bateria e também vocais; e ainda contava com Toni Garrido nos vocais, únicos por sinal, mas também violão. Mas claro, muitos outros músicos em segundo.

Como de praxe, existem covers e participações especiais. Bom, mas foi bem singelo aqui, contendo somente o cover da música “Soldado da Paz”, do Herbert Vianna e a da participação de Gilberto Gil na sua própria música, a faixa “Extra”. Em "Johnny B. Goode", de Chuck Berry, ouvimos uma versão em português aos arranjos iguais da versão de Peter Tosh (um nome importante no reggae/ska, tanto musicalmente como no seu idealismo).

Este acústico está na minha lista de músicas que ficaram melhores ao vivo que em estúdio, em sua maioria, e nisso me baseio a dica de ser visto em DVD, conferindo a performance mais nitidamente.

Material excelente para influenciar o clima e purificar o tédio, com seu aparelho em volume alto.

MySpace

Tracklist:
1."Girassol"
2."A Sombra da Maldade"
3."Johnny B. Goode"
4."Soldado da Paz"
5."Firmamento"
6."Extra"
7."O Erê"
8."Podes Crer"
9."A Estrada"
10."Berlim"
11."Já Foi"
12."Onde você mora?"
13."Pensamento"
14."Conciliação"
15."Realidade Virtual"
16."Mensagem"
17."A Cor do Sol"


quinta-feira, 23 de setembro de 2010
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Jangos - Deixa Pra Lá

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Gênero: Rock Alternativo, uma mistura e influencias de Rock, Hip Hop, Groove, Ska, Samba e Reggae.
País: Brasil (SP)
Ano: 2009

Comentário: O que falar de Jangos? É uma nova banda cheia de déjà vus, ou melhor, déjà entendus. Suas letras falam dos nossos problemas sociais como política, violência, malandragem, doRgas..., alguns destes bem genéricos, mas não tanto quanto os tais "problemas", pois os enfrentamos diariamente e já estamos cansados, portanto sempre é preciso fazer como Jangos, montar uma banda e falar o que se pensa dessa porcaria toda.

Sua musicalidade parece ser uma herança de bandas como Tihuana, Comunidade Nin-Jitsu, Gabriel O Pensador, O Rappa, Marcelo D2 além da própria extinta Planet Hemp {A letra de "Deixa pra lá" até nos remetem à posição do PH que era a favor da legalização da maconha}, porém a banda também assume um ritmo mais pop-rock/pop-punk que me fazem associar com Ultrage a Rigor e até a recente Ecos Falsos, por exemplo. Destaque para o vocal que dá um "lance" maior nas músicas e o baixo que faz umas linhas bem espertas.

Enfim, mais uma ótima banda paulista, vale muito a pena. Não prejulgue pelo "genérico" ali em cima, a banda tem sua própria personalidade. E quem gostou, que divulgue, não precisa ser com o nome do blog {a não ser que utilize este texto} pois a banda está crescendo consideravelmente, mas tudo é bancado de seus próprios bolsos.

Para terminar, destaco as faixas: "Deixa Pra Lá", que ganhou um Videoclipe; "Malandro Demais se Atrapalha" e "Quem Avisa Amigo É".

Obrigado à banda pelo som e pela iniciativa independente de divulgar seu material colocando o CD e o Clipe na rede.

SiteOficial
MySpace

Formação:
Bruno Patto – Vocal
Marcos Tibo – Guitarra
Gustavo Baralho – Baixo
Lucas Garcia - Bateria

Tracklist:
1 - Deixa pra lá
2 - Malandro demais se atrapalha
3 - Janela do busão
4 - Pra quê
5 - Efêmero
6 - Pra vadiar
7 - Quem avisa amigo é
8 - Sangue bom

Download {A banda disponibilizou seu CD na rede, só clicar, ir em DOWNLOADS e baixar na fé, mermão}

quarta-feira, 30 de junho de 2010
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The Alter Boys - The Exotic Sounds of the Alter Boys

1 comentários
Gênero: Experimental rock/ Funk Metal
País: EUA
Ano: 2005

Comentário: E agora apara baixar um pouco os animos, uma banda de Funk Metal CHEIA de experimentalismo, inclusive o do próprio funk americano. Como eu poderia classificar... bom, talvez um death metal/rock com funk, e algumas passagens de música hawaiana, jazz, ska, e instrumentos de sopro(metais)? Bom, não sei, mas é o tipo de som que você não deve morrer antes de conhecer, ou talvez, morrer por ter conhecido, vai depender da sua mentalidade para música. "The Exotic Sounds of the Alter Boys" é seu primeiro trabalho, e até o momento, único. Este EP nos mostra do que a banda é capaz... e sinceramente, até assusta hahaha. Pessoalmente, gostei muito, exeperientalismo é sempre bem vindo, ainda mais quando bem executado. Entretanto, existe um ponto negativo... umas 2 ou 3 faixas se ocupam de "diálogos", o que sinceramente, eu não gosto... pois cessa qualquer som musical... poderiam ao menos deixar uma música de fundo, mas enfim, vale a pena pela criatividade. Destaco alternancias na voz, e o contrabaixo sempre se destacando.
A banda inclui membros das bandas: Dog Fashion Disco, Polkadot Cadaver, Unified Culture, Mudfoot, Original Pranksta, e Mushroomhead. Também conta com Ryan Dunn do seriado de tv Jackass.
PS: Não confundam com "Altar Boyz" ou algo desse tipo.


Integrantes:
* Vocals - Todd Smith, Jason Popson
* Additional Vocals - Craig Martini, Mike Martini, Ryan Dunn
* Guitar - Todd Smith, Mike Martini
* Bass - Craig Martini
* Keyboards - Matt Rippetoe, Jeff Siegel
* Drums - Eric Matthews

Participações:
* David Koechner
* The Naked Trucker
* Mary Cushman
* Syona Martini
* Andrea Ferro
* Bam Margera
* Jimmy Pop
* Johnny Knoxville
* Brandon Dicamillo

MySpace//Last.fm

Tracklist:
1. "Pigs & Pineapples" – 2:47
2. "Can't Cool Down" – 2:29
3. "Famine Ghost" – 4:04
4. "Little White Lies" – 5:22
5. "Where Have You Gone" – 4:07
6. "A Little Pain Goes a Long Way" – 7:21
7. "Auto-Erotica" – 2:41
8. "Boy in a Bubble" – 2:35
9. "Docking Bay 94" – 2:39
10. "Surrounded by Porcelain Flies" – 4:05
11. "I See You Moving" – 4:13
12. "Yesterday Is Here" – 14:08
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sábado, 14 de fevereiro de 2009
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VA - 2 The Skinhead Girl Crew Vol.2

2 comentários

Gênero: Ska/Reggae/Rocksteady
País: Vários
Ano: 2002

Comentários: Existe coisinha mais graciosa do que uma "rude girl"?(lógico que, dependendo da ideologia da garota...ela pode atear fogo em você...) Muitos as vêem apenas como "mulheres-objeto", pois várias "skingirs" aderem ao estilo apenas para agradar seu parceiro careca, atitude que ajuda a enfraquecer o lado feminino desse movimento tão vasto e lindo, e acaba com a moral das verdadeiras Skingirls, aquelas que dão de seu própio sangue para combater os neo-fascistas.Mudando de assunto...toodos os apreciadores de carecomusik já devem ter ouvido aquele grandioso hino da era two-tone, que começa com "When she comes swing down the right street,yeah...", e essa copilação é justamente uma coletânea em homenagem a nossas queridas "Skinhead Girls": com várias canções de amor embaladas pelo swing two-tone e pela pegada do bom e velho punk rock. Material raro...recomedadíssimo para os fãs de música "podrera".

Tracklist:
  1. Red London - All The Skinhead Girls
  2. The Warriors - South London Girl
  3. Swoons - Skinhead Girl
  4. Mele Marce - Skinhead Girl
  5. Partia - Skinhead Girl
  6. Orange Street-Rude Girl
  7. 4 Promilem- Jenny
  8. The Busters - Rude Girl
  9. Evil Conduct - My Skinhead Girl
  10. Skalariak - Neska Reggae
  11. Blanks 77 - Chelsea Girls
  12. Skontra - Son Tus Puños
  13. The Tennors - Reggae Girls
  14. Doubling Boys - Skinhead Girls
Links

Rapidesheire
Zé-Cheire
Badagongo
Megaupload
DepositFiles
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
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VA - The Skimeder´s Songs - A Ska Two-Tone Compilation

1 comentários
Gênero:Ska Two-tone/Reggae/Rocksteady
Ano: 1970 - 1980
País: Vários

Comentários: Klaude Von Skimeder foi um skinhead polonês que eu conheci quando estava perambulando pela cidade de São Paulo, pra vocês terem idéia....o cara já foi até preso (injustamente!!) por "incitação ao nazismo" quando na verdade estava apenas fazendo sinal para o ônibus parar!!!E, com muito carinho pedi pra que essa criatura fizesse uma coletânea com a síntese do "movimento" 2-tone. Temos aqui grandes clássicos do Ska, tal como "On My Radio" do Selecter, a apaixonante "My Girl" do Madness ou a maravilhosa "Skinhead Girl" na versão dos Specials (banda que aliás aparece em PESO nessa coletânea). Resumindo: Uma boa pedida para aqueles que querem conhecer Ska, e para aqueles que não alimentam simpatia pelos nossos queridos "KaRéCuXxXôs" verem que "skinhead" não é coisa do mal =)


Tracklist:

  1. The specials - Rudy, A Message To You
  2. Madness - My Girl
  3. The Specials - Skinhead Girl
  4. Secret Affair - My World
  5. The Selecter - On My Radio
  6. Madness - Drving In My Car
  7. Claudette - Queen Of the World
  8. Madness - It Must be Love
  9. The Merton Parkas - You Need Wheels
  10. The Skatalites - Guns of Navaronne
  11. The Selecter - Three Minutes Hero
  12. The Specials - Too Much Too Young
  13. The Specials - Gosth Town
  14. The Specials - I Can´t Hide
  15. The English Beat - Mirror In the Bathroom
Links

Rapidesheire
Badonga
Megaupload
Zé Txeire
domingo, 15 de junho de 2008
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Ornatos Violeta - O Monstro Precisa de Amigos

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Gênero: Altern. Rock, Ska, Jazz
Ano: 1999
País: Portugaaaaaaaaaaaal xD

Comentário: Os Ornatos Violeta foram uma banda portuguesa de rock alternativo, com fusão de algumas outras tendências (incluindo o ska e o jazz).

É originária da cidade do Porto, composta por Manel Cruz na voz, Nuno Prata no baixo, Peixe na guitarra, Kinörm na bateria e Elísio Donas nos teclados. Com apenas dois álbuns publicados, depressa se tornou uma referência na música portuguesa do final dos anos 90, embora a porção da sua carreira correspondente ao seu maior sucesso tenha durado apenas cerca de três anos, separando-se então os seus membros. Deixaram uma legião de fãs e um eterno Mito do Quinto Império.

Para o Forbinha, e para a Renata \o

01. Tanque
02. Chaga
03. Dia Mau
04. Para Nunca Mais Mentir
05. Ouvi Dizer
06. Capitão Romance
07. Pára De Olhar Para Mim
08. O.M.E.M.
09. Coisas
10. Nuvem
11. Deixa Morrer
12. Noticias Do Fundo
13. Fim Da Canção


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Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.