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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
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Howard Shore - The Lord of the Rings - Discografia

5 comentários
Gênero: Soundtrack/ Orquestrado
País: Nova Zelândia/ Reino Unido
Ano: 2001, 2002 e 2003
Compositor: Howard Shore/ London Philharmonic Orchestra/ London Voices e participação da New Zealand Symphony Orchestra

Comentário: Senhor dos Anéis e sua influência sobre a música:
Muitos músicos e bandas também inspiraram-se não só no Senhor dos Anéis como em outras obras de Tolkien. As letras de músicas de algumas bandas dos anos 1970 é recheada de referências à obra do autor. Led Zeppelin é provavelmente o mais famoso grupo diretamente inspirado em Tolkien, e possui quatro músicas com referências explícitas, como Ramble On e The Battle of Evermore. Outras bandas dos anos 1970 inspiradas no autor são Camel, Rush e Styx. The Beatles pode até não ter sido musicalmente influenciados, mas eles tinham a intenção de fazer um filme baseado em O Senhor dos Anéis. A idéia não saiu do papel, se é que chegou a ele. A banda alemã Improved Sound Limited, em seu segundo album, gravou a música "The dark lord", referência direta ao senhor dos aneis e Tolkien.

Mais tarde, nos anos 1980 e 90, bandas de metal encontraram lugar para Tolkien em suas músicas, muitas vezes usando a parte má da obra dele, os personagens e hostes ruins. As bandas alemãs Blind Guardian que possui entre outras referencias a Tolkien, no álbum Nightfall in Middle-Earth, contando história das Silmarils e a banda Helloween com o álbum Master of the Rings. A finlandesa Nightwish (que possui a música Elvenpath, que faz alusão a Elbereth e a Lórien) são famosas bandas de metal.

Fora do rock, muitos artistas New Age foram influenciados pelo trabalho Tolkieniano. Enya escreveu uma música chamada Lothlórien, e compôs duas músicas para o filme A Sociedade do Anel: May It Be, cantada em Inglês e em Alto-élfico e Aníron, cantada em Élfico-cinzento. Além dela outros muitos artistas encontraram na obra de Tolkien a inspiração para sua música.


Sobre sua trilha sonora:
A música da trilogia cinematográfica O Senhor dos Anéis foi composta, orquestrada e conduzida por Howard Shore. Shore escreveu quase 12 horas de música para O Senhor dos Anéis, 10 horas inseridas na versão em box The Complete Recordings CD/DVD. (O restante é composto de 2 horas de música alternada, composições não utilizadas, e estarão sendo liberados no final de 2008.) Shore compôs uma música emocionante, em forma de ópera, desenvolvendo na trilha sonora mais de 80 leitmotivs específicos, que caracterizam as culturas da Terra-Média as quais se referem. Shore iniciou seu trabalho com a música para a Sociedade do Anel, no final de 2000 e gravou a primeira peça de música (a seqüência MORIA) na Primavera de 2001. Música suplementar para a versão em DVD foi gravada em março de 2002. Um processo semelhante foi seguido para As Duas Torres e O Retorno do Rei, com a última sessão a ter lugar em Londres em 20 de março de 2004.

A música foi feita, principalmente, pela London Philharmonic Orchestra e a London Voices, com a New Zealand Symphony Orchestra contribuindo com algumas das primeiras músicas de MORIA.

A trilha sonora para a Sociedade do Anel e O Retorno do Rei ganharam o Academy Awards em 2002 e 2004. O último filme também ganhou um Oscar de Melhor Canção, bem como os Globos de Ouro de Melhor Trilha Sonora Original - Motion Picture e Melhor Canção Original. A música de Shore para O Senhor dos Anéis se tornou o maior sucesso de sua carreira , e é uma das mais populares trilhas sonoras orquestrais para filme de todos os tempos.

Temas desenvolvidos:
Nota: Os nomes e descrições destes temas vêm das anotações de Doug Adams e do Complete Recordings LotR Annotated Score.

Um Anel
"The History of the Ring": Triste, melancólico e sinistro. Se a trilha sonora possui um tema central seria este. A primeira vez que a música é ouvida é quando o título "O Senhor dos Anéis" aparece.

"The Seduction of the Ring": Este tema, realizado por um coro de meninos murmurando, representa a tentação esmagadora do Um Anel. O tema aparece quando Boromir, Aragorn, e Faramir são tentados pelo Um Anel.

"The Evil of the Ring" (Mordor/Sauron): O terceiro tema para o Um Anel é realizado por trompetes alucinados que anunciam o horror trazido pelo poder da Sombra, é ouvido na primeira cena que aparece Mordor e a Torre Negra.

O Condado e os Hobbits
"Pensive Setting": Normalmente tocado por uma flauta doce, representa a paz e tranquilidade dos hobbits e de seu lar. Usado nos momentos em que os hobbits pensam no Condado e em momentos emotivos entre eles. Aparece logo no início no momento em que Frodo está lendo um livro debaixo da árvore e quando ele abraça Gandalf.

"Rural Setting": Uma melodia bem campestre que é apenas ouvida no Condado, logo depois do Pensive tocar. Representa a vida simples e feliz dos hobbits no campo.

"Hymn Setting": Uma versão mais trabalhada do Pensive Setting, tocada nos momentos de maior emoção entre os hobbits. Você ouve ela quando Sam e Frodo chegam no milharal e se abraçam no barco no rio Anduin.

"A Hobbits Understanding": Os hobbits deixam o Condado e vivem momentos de dor e descobertas, este tema é usado para sublinhar estes momentos difíceis mais corajosos que os hobbits passam. Você o ouve na lição ensinada por Gandalf para Frodo em Moria e no Anduin quando Frodo lembra desta cena.

"Hobbit Outline": Acompanhamento divertido, ouvido antes, durante e depois do primeiro Pensive no filme e na cena de Gandalf na toca de Bilbo.

"Hobbit Skip Beat": Outro acompanhamento, ouvido sob o som do Rural e Pensive enquanto Gandalf cruza o Condado até o Bolsão. Melhor ouvido na cena de Merry e Pippin treinando com Boromir.

"Hobbit Two Step": Como uma marcação de dança, este acompanhamento mostra o lado infantil do povo hobbit. Ouvido depois que Gandalf passa pela Vila dos Hobbits e de uma melodia mais lenta.

"Hobbit End Cap": Este encerramento, é melhor ouvido na cena em que as crianças hobbits ficam desapontadas esperando os fogos de artifício de Gandalf.

Mordor
"The Ringwraiths": Tema tocado por trompetes como se fosse uma variação do Evil theme, quase sempre acompanhado por coral. É o tema dos Espectros ouvido quando eles deixam Minas Morgul e em todos os seus ataques. Apenas na perseguição do Condado pode-se ouvir bem as trombetas antes do coral entrar.

"Descending Third Motif": Música que acompanha quase todas as cenas de Mordor e dos Espectros, ouvida logo depois do encontro dos hobbits com o primeiro Espectro no Condado. Quando os exércitos da Última Aliança marcham no Prólogo, você também pode ouvir uma versão em marcha do tema.

"Threat of Mordor": Quando Gandalf ouve algo do lado de fora da janela, em Bolsão, e descobre Sam espiando, você pode ouvir este tema tenso que como o nome diz representa a constante ameaça de Mordor.

"Mordor Skip Beat Ostinnato": Acompanhamento com variações, ouvida nas cenas de Gandalf andando em Minas Tirith e antes dos Espectros subirem o Amon Sul.

"Mordor Outline": Apenas ouvida de fundo no final da Batalha dos Magos (Gandalf X Saruman) como um constante ribombar de tambores. Será mais desenvolvida nos próximos filmes.

Isengard
"Isengard": Também utilizando-se de trompetes, ele age como o anúncio de uma nova era na Terra-Média trazida por Saruman, a era da máquina. Ouvido em todas as cenas de Isengard.

"Five Beat Pattern": Tema de percussão que segue essa medida de cinco, representando os orcs, raça guerreira e selvagem. Recebe sons metálicos quando se mistura ao tema de Isengard, simulando os sons das máquinas de Saruman.

Terceira Era da Terra-Média
"Power of Mordor": Tema variado que se utiliza de percussão e pode ser ouvido na hora que Frodo mostra o Um Anel no Conselho de Elrond, quando Saruman fecha as portas de Orthanc prendendo Gandalf e quando este traduz para Frodo a inscrição no Anel em Bolsão.

Elfos
"Arwen": Em tons doces e acompanhado por um coral de vozes femininas, caracterizando a cultura élfica, é apresentado junto com Arwen em sua chegada na floresta.

"Rivendell": Tema cheio de beleza, que representa o fim da civilização élfica. Ouvido assim que Frodo desperta e sai para passear com Sam em Valfenda. Dividido musicalmente em duas partes: os arpeggios, que podem ser ouvidos na cena da chegada de Legolas, Gimli e Boromir em Valfenda, no final da conversa entre Elrond e Gandalf e logo depois de Boromir pegar Narsil, representando a linhagem de Elros - a humana - e, a melodia acompanhada dos corais, representando a linhagem de Elrond - a élfica.

"Lórien": Música exótica e ameaçadora que representa os segredos e perigos da Floresta Dourada. É ouvida logo no início do filme já que é Galadriel que narra a história dos Anéis do Poder e da chegada da Sociedade em Lórien.

Anões
"Moria": Tema ouvido melhor durante a fuga da Sociedade de Moria, são como como cinco impulsos sonoros, ecos na imensidão do Reino dos Anões.

"Dwarrowdelf": Representando a tristeza e beleza do Reino dos Anões, é desenvolvida durante a chegada da Sociedade nos Salões Superiores.

"Dark Places of the World": Assim que Gimli salta a fenda você ouve este trecho, ligado aos perigos de Moria, são duas notas nos trompetes.

Sociedade do Anel
"Fellowship of the Ring": Fanfarra heróica pela primeira vez desenvolvida completamente no final do Conselho de Elrond.

"Heroics of Aragorn": Ouvido na primeira aparição de Aragorn em Bree e melhor desenvolvida na cena de luta dele com os Uruks no Amon Hen, representa a coragem e heroísmo dele. Por vezes confundido com o tema Fellowship of the Ring por sua similaridade intencional, aquele tema como parte deste representando a importância de Aragorn na Sociedade.

Homens e seu Mundo
"Realm of Gondor (in Decline)": Tema que se usa de sopros ouvido melancolicamente enquanto Boromir fala no Conselho. Mais desenvolvido no último filme.

"Minas Tirith": Enquanto Aragorn e Boromir conversam em Lórien é possível se admirar com a bela melodia deste tema, carregado de esperanças.

Criaturas da Terra-Média
"Watcher in the Water": Melodia estranha em três notas ouvida quando a Sociedade espera Gandalf abrir o Portão de Moria. Os sons graves fazem alusão ao perigo submerso no lago.

"Cave Troll": Ouvido no momento em que o troll ataca Frodo, ao fundo ouve-se um tambor descompassado representando o movimento desajeitado mas perigoso da criatura.

"Balrog": Tema agressivo tocado logo depois que Gandalf alerta sobre o perigo do Balrog que se aproxima deles e que devem fugir.

Gollum
"Pity of Gollum": Tema triste por vezes sinistro que caracteriza o sofrimento e angústia deste personagem, normalmente utiliza-se de oboé e sopros. Ouvido logo depois da cena em que Gollum encontra o Um Anel.

Comentário: Não pude deixar de lado essa magnífica descrição, fizeram um trabalho completo, dessa vez tenho que admitir, a Wikipédia acertou a mão, claro que ela acertou a mão inúmeras vezes, mas o fato é que o texto está traduzido, e também, se trata de informações sobre uma trilha sonora, e isso não se vê sempre. Fora isso, eu adoro o livro, as adaptações, e logo sua trilha, mas paro aqui, já nem tem mais o que escrever, e talvez nem poderia.

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sábado, 12 de novembro de 2011
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Peter Gabriel - New Blood

1 comentários

Gênero: Symphonic Rock
País: Inglaterra
Ano: 2011

Comentário: Peter Gabriel merecia pelo menos ser apresentado ao lado de toda a sua mística carreira, mas sinto lhes informar que desta vez somente um release estou a trazer, porém aproveitando o parágrafo prometo a discografia algum dia.
Mas bem, independente de ser um ou oito releases, vale sempre explicar quem é, o que faz e como faz Peter Gabriel. Nascido em 1950 na Inglaterra, viu-se logo cedo agraciado pela cultura local que influencia e guia suas crianças ao aprendizado da música. Graças a isso sua história como músico desabrochou em 1967 ainda no colégio, onde formou uma banda com outros colegas. Estes colegas são ninguém menos que Tony Banks, Anthony Phillips, Mike Rutherford e Chris Stewart, e, sem mais surpresas, a banda só poderia ter o nome de Genesis.


Infelizmente, ou felizmente em 1975 Peter resolve sair da banda devido a alguns fatores, por estar saturado e sempre parecer um estranho no ninho (sempre se destacou de forma diferente dos demais). O fim veio depois das turnês de 'The Lamb Lies Down on Broadway' e em seu lugar entrou Phil Collins, que já vinha sendo vocal de apoio na banda a algum tempo.

Deu-se então início a sua bem sucedida carreira solo. Peter carregou com sigo um pouco, ou muito de tudo que fizera no Genesis. Na verdade estava muito mais livre, construindo um pequeno universo enigmático em volta da sua carreira e de alguns discos em especial, onde era muito mais explorador de performances (em palcos e também clipes) e de sonoridade, mergulhando agora de cabeça nos elementos do world music e da new wave, e se tornando uma figura mor daquilo que costumo batizar de 'experimentador pop'.

Hoje são nove discos, quatro soundtracks e diversos outros trabalhos, mas o escolhido para o momento foi New Blood, lançamento que saiu 10 de outubro de 2011. A escolha deste disco se deve ao fato da apresentação do músico se chamar 'Peter Gabriel & The New Blood Orchestra' e, de fato, ser o show de lançamento de seu nono disco em terras brasileiras e ao lado de uma orquestra. Sem quaisquer vestígios de guitarras, bateria e demais instrumentos típicos de uma banda de rock.
O disco é duplo, no qual o primeiro consiste em regravações de canções de toda sua carreira (continuação do Scratch My Back (2010), onde regravou músicas de outros artistas e bandas) e o segundo é só de versões instrumentais retiradas do primeiro. O trabalho ficou ótimo, com Peter mantendo sua forma peculiar de interpretar e aproveitando ao máximo da orquestra que, por sua vez, incorporou bem a ideia. O músico contou ainda com uma boa ajuda do arranjador John Metcalfe. Já a New Blood Orchestra será conduzida por Ben Foster.

Site//LastFM

Tracklist:
Disco1
1. "The Rhythm of the Heat"   Peter Gabriel (IV), 1982 5:41
2. "Downside Up (ft. Melanie Gabriel)"   OVO, 2000 3:52
3. "San Jacinto"   Peter Gabriel (IV), 1982 6:58
4. "Intruder"   Peter Gabriel (III), 1980 5:07
5. "Wallflower"   Peter Gabriel (IV), 1982 6:25
6. "In Your Eyes"   So, 1986 7:13
7. "Mercy Street"   So, 1986 5:59
8. "Red Rain"   So, 1986 5:16
9. "Darkness"   Up, 2002 6:10
10. "Don’t Give Up (ft. Ane Brun)"   So, 1986 6:40
11. "Digging in the Dirt"   Us, 1992 4:57
12. "The Nest that Sailed the Sky"   OVO, 2000 3:54
13. "A Quiet Moment"   4:48
14. "Solsbury Hill (bonus track)"   Peter Gabriel (I), 1977 4:35
Disco2
1. "The Rhythm of the Heat (instrumental)"   5:41
2. "Downside Up (instrumental)"   3:52
3. "San Jacinto (instrumental)"   7:12
4. "Intruder (instrumental)"   5:06
5. "Wallflower (instrumental)"   6:24
6. "In Your Eyes (instrumental)"   7:13
7. "Mercy Street (instrumental)"   6:00
8. "Red Rain (instrumental)"   5:16
9. "Darkness (instrumental)"   6:10
10. "Don’t Give Up (instrumental)"   6:40
11. "Digging in the Dirt (instrumental)"   4:58
12. "The Nest that Sailed the Sky (instrumental)"   3:54
13. "Blood of Eden (bonus track)"   6:05
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
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Fleurs Noires - Orchestre de Tango

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Gênero: Tango
Ano: 2007
País: Argentina/França

Comentário: Durante o período ditatorial na Argentina, muitos músicos tanguistas se exilaram na romântica e nostálgica Paris, desta forma, entende-se o porquê de Paris e Argentina se entrelaçarem tanto quando se trata de Tango. Não é de hoje que bandas parisienses optam por tocarem este ritmo latino ao invés de algo mais direcionado à sua própria terra natal.

Eis o caso de Fleurs Noires: este é um grupo composto por 11 musicistas, todas mulheres, que fazem esta conexão: França-Argentina, haja vista que a nacionalidade de suas integrantes variam entre esses dois países; compondo assim músicas inspiradas em artistas famosos que também difundiram esta idéia de Paris Tango. 

Orchestre de Tango é álbum, claro, predominantemente orquestral; que mostra bem o que essas meninas se propuseram a fazer: a sensualidade tanguistísca ora romântica, ora selvagem em uma releitura contemporânea de bases tradicionais. Como outras bandas que emergiram dos anos 90 para cá, sobretudo, em um boom de tango eletrônico, Fleurs Noires não fundamenta seu contemporâneo aí; este elemento está em suas performances teatrais herdadas de Paris!
Tracklist:
01. Sombras
02. Tango Atroz
03. Maquinando
04. Obsesivo
05. 11 heures 25
06. Urbano
07. Candombe del funeral
08. Disonante
09. Milonga del Immigrante
10. Cruzando el charco



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terça-feira, 16 de agosto de 2011
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Vadrum - Classical Drumming

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Gênero: Música Erudita/ Instrumental/ Bateria
País: Itália
Ano: 2011

Comentário: Bom, acho que todo mundo aqui conhece. Andrea Vadrucci (aka Vadrum) é aquele baterista que ficou famoso na Internet por conta de seus vídeos onde fazia tributos e covers (ao seu próprio modo) de trilhas sonoras lendárias da série "Super Mario Bros" e a abertura de "The Simpsons". Também por covernar bandas como Metallica, Dream Theater, temas de Tenacious D e MacGyver, além, é claro, das versões para composições eruditas. Estas últimas foram selecionadas, e mais um monte de outras, formando assim o Classical Drumming, primeiro disco de Vadrum inteiramente dedicado ao trabalho em conjunto de uma orquestra. Não conheço esta orquestra, mas parece ser local e conta com 36 músicos, onde executam peças eruditas de compositores variados ao lado do baterista — uma união virtuose, realmente.
Assim sendo, não tem nada além do que o músico já mostrara anteriormente, mas agora são 20 músicas para apreciar, julgar ou apenas matar a curiosidade.
Sem ter muito o que dizer, segue o link da sua biografia disponível no lastfm.
Particularmente, como uma coletânea/tributo, eu gostei, embora não ache que as baquetas tenham valorizado todas as faixas.

Site/Canal/LastFM

quarta-feira, 20 de julho de 2011
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Black Swan - OST

3 comentários
Gênero: Instrumental/Música Erudita/Orchestral/OST
Ano: 2010
País: Estados Unidos

Comentário: Indubitavelmente um dos melhores filmes lançados ano passado. Do clássico (sublime) ao moderno (angustiante), a trilha sonora de Black Swan (pt: Cisne Negro) fora composta por Clint Mansell, em cuja característica é exatamente esta: fazer releituras de músicas clássicas, de forma a adaptá-las ao contexto e contemporanizá-las. Esta protuberante marca se evidencia em um dos mais famosos filmes dos quais compôs a trilha sonora: Requiem For A Dream. Ao lado do diretor Darren Aronofsky (em ambos os filmes), Mansell conta histórias com suas músicas através de sensações causadas por verdadeiros e inconstantes zênites sonoros.

Em Cisne Negro, por causa da natureza mais clássica do filme, o trabalho musical é mais elegante e geralmente atua em três registros: ambiência, descrição e explosão dramática.

Heitor Augusto

O álbum oscila tal qual a personagem principal (Nina) se perde em si mesma... Uma busca incessante pela perfeição, a existência de conflitos internos e pressão externa. A trilha sonora de Black Swan, enraizada em Tchaikovsky e influenciada por goles de expressionismo alemão, é um ciclo de declives e aclives musicais, onde o triste e o belo terminam e começam onde o obscuro e o voraz começam e terminam.



Tracklist:
01. Nina's Dream
02. Mother Me
03. The New Season
04. A Room Of Her Own
05. A New Swan Queen
06. Lose Yourself
07. Cruel Mistress
08. Power, Seduction, Cries
09. The Double
10. Opposites Attract
11. Night Of Terror
12. Stumbled Beginnings...
13. It's My Time
14. A Swan Is Born
15. Perfection
16. A Swan Song (For Nina)



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quarta-feira, 6 de julho de 2011
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Final Fantasy VII Advent Children Original Soundtrack

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Gênero: Soundtrack: Erudita/ Piano/ Electronic/ Rock
País: Japão
Ano: 2005

Comentário: Final Fantasy VII Advent Children é fruto de uma franquia (franquia esta cuja soundtrack merecia ser publicada aqui no blog) de renome mundial e se baseia especificamente em um dos jogos de rpg mais vendidos na história do Playstation: FinalFantasyVII.
Apesar do filme em si ser empolgante, ele parece mais uma apresentação, e, como sabemos que esta era a intenção incial, olho para ele e vejo que não conseguiu perder o lado "vamos mostrar o resumo da história, as habilidades dos personagens e depois finalizamos com uma explosiva e emocionante luta entre Cloud e Sephiroth (depois de ter encarado Os Remanescente).

Embora dê esta sensação de que falta algo, de que fora muito rápido, pouco profundo, ainda assim é um belo filme e que conta com altíssima tecnologia. O visual é orgásmico e dá a devida vida a estes personagens e ao ambiente mencionado no RPG.

Quanto a trilha, é talvez uma das mais atrativas que conheço quando se trata de variações musicais. Sim pois, a ost possui desde as típicas composições orquestradas, mas também trabalha muito com elementos da música eletrônica e com o rock, este que, eu posso chamá-lo realmente de pesados hiffs de heavy metal e hardrock.
Também existe a beleza do piano, a exaltação dos corais, o ataque súbito dos instrumentos de sopro, a insanidade do dubstep (embora menos apelativo) e os gritos e solos da guitarra.

E, como se não bastasse, está aquela qual muitos são devotos: Advent: One-Winged Angel, naquela mesma versão Erudita x Metal.

Finalizando com créditos, o nome de destaque por trás da composição desta OST é Nobuo Uematsu, famoso por estar atrás da trilha sonora de outros jogos da série Final Fantasy (acredito que em todos), Chrono Trigger, entre vários outros, incluindo o trabalho sob o título The Black Mages, que lançara três álbuns e atualmente parece ter terminado.
Apreciem.

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Tracklist:
Disco um
1. "Opening" 1:30
2. "The Promised Land" (約束の地~The Promised Land~ Yakusoku no Chi ~The Promised Land~) 2:52
3. "Beyond the Wasteland" 4:14
4. "Sign" 1:49
5. "Tifa's Theme (Piano Version)" (ティファのテーマ (Piano Version) Tifa no Tēma (Piano Version)) 4:24
6. "For the Reunion" 2:32
7. "Let the Battles Begin! (Piano Version)" (闘う者達 (Piano Version) Tatakau Monotachi (Piano Version)) 4:00
8. "Water" 2:21
9. "Materia" 0:53
10. "Black Water" 2:40
11. "Aerith's Theme (Piano Version)" (エアリスのテーマ (Piano Version) Earisu no Tēma (Piano Version)) 4:07
12. "Battle in the Forgotten City" 3:25
13. "Violator" 2:35
14. "The North Cave (FFVII AC Version)" (北の大空洞 (FFVII AC Version) Kita no Daikūdō (FFVII AC Version)) 1:51

Disco dois
1. "Divinity I" (天来~Divinity I~ Tenrai ~Divinity I~) 2:54
2. "Let the Battles Begin! (FFVII AC Version)" (闘う者達 (FFVII AC Version) Tatakau Monotachi (FFVII AC Version)) 1:59
3. "Fight On! (FFVII AC Version)" (更に闘う者達 (FFVII AC Version) Sarani Tatakau Monotachi (FFVII AC Version)) 4:25
4. "Divinity II" (天来~Divinity II~ Tenrai ~Divinity II~) 3:35
5. "Encounter" 0:53
6. "The Chase of Highway" 4:34
7. "Savior" 2:16
8. "Jenova (FFVII AC Version)" (J-E-N-O-V-A (FFVII AC version)) 2:46
9. "Advent: One-Winged Angel" (再臨:片翼の天使~Advent: One-Winged Angel~ Sairin: Katayoku no Tenshi ~Advent: One-Winged Angel~) 6:07
10. "Cloud Smiles" 3:29
11. "End Credits" 5:36
12. "Calling" 5:03

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quinta-feira, 21 de abril de 2011
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Nekromantik - OST

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Gênero: Orquestrada/Dark Ambient
Ano: 1987
País: Alemanha

Comentário: Nekromantik fora um filme dirigido pelo tão polêmico Jörg Buttegereit; e conta a história de Rob Schmadtke, um funcionário público, que trabalha como uma espécie de “gari de corpos”. Este trabalho lhe propicia a saciar sua (e a de sua namorada) perversão sexual: a necrofilia.

Doentio, trash, melancólico e, por vezes, hilário, Nekromantik recebeu pesadas críticas pelas cenas grotescas de sexo a três: homem - mulher - cadáver; homem - gato morto - as tripas do gato (dizem que essa cena fora real, onde os produtores verdadeiramente mataram um gato para fazer a cena! Obs: eu não acredito nisso!), homem - seu pênis - faca, etc; além de ser censurado em 3232323424 países puritanos que não agüentaram ver uns litrinhos de sangue e pênis falso.

A trilha sonora é surreal no sentido mais arrebatador da palavra. Uma das trilhas sonoras mais lindas que já conheci, ela traz basicamente música orquestrada (na verdade, só há vocal na última música), com uma supervalorização de piano e violinos desafinados. Inclusive a respeito dessa desafinação, algumas músicas me lembraram a música “Halte Funebre Et Melancolique Au Sommet De Rochers Suprlombant L'Ocean” do Vzaeurvbtre (quem for fã de LLN saberá do que estou falando). Enfim, há também a utilização de efeitos sonoros absurdamente instigantes (como na faixa 06: Katzi) e estrondosos (como na faixa 08: Gardener).

De fato, no fim, não importa se você baixar a trilha sonora ou o filme primeiro, haja vista que qualquer que seja o escolhido, um irrevogavelmente levará ao outro.

Recomendo os dois (filme e trilha sonora) tão-somente para quem gosta da hilária demência atrelada ao sexo.

Tracklist:
01. Nekromantik
02. At Home
03. Surprise
04. Pas De Deux
05. Supper
06. Katzi
07. Drunk
08. Gardener
09. Die Fahrt Ins Reich Der Menschent
10. Menschentruemmer 2
11. Petrified
12. Poison
13. Fish
14. Menschentruemmer 3
15. Ich liebe Meine Frau
16. Freund Hein
17. Sie Fängt An Zu Weinen
18. Menschentruemmer 4
19. Der Todesking
20. Nekromantik 2 - Scelette Delicieu

Trailer do Filme (faixa 03: Surprise):


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Xerath - II

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Gênero: Progressive/Orchestral/Groove Metal
País: Inglaterra
Ano: 2011

Comentários:
E aqui está um dos discos que eu estava com mais expectativa para que saíssem logo. Pra quem gostou do primeiro disco do Xerath (intitulado I), não espere algo muito semelhante em seu segundo trabalho, pois a sonoridade da banda mudou bastante, podemos dizer que progrediu e amadureceu dentro dos parâmetros do estilo que a banda fazia, que é totalmente peculiar, diga-se de passagem. Digo isso pois o Groove Metal é naturalmente um estilo sujo e agressivo, algo sem muita técnica e perfeição, e o Xerath fez um contraste ao misturar tal gênero com o Progressivo, que além de acrescentar características musicais mais complexas à sonoridade do grupo, aumenta de uma maneira muito significativa a técnica de riffs e harmonias instrumentais.

E isso sem contar o acréscimo de temas sinfônicos e orquestrados às músicas, coisa que acentua mais ainda o conceito de "peculiar" citado por mim acima. Mas bom, agora fazendo breves comparações com seu primeiro disco: os vocais estão bem diferentes, os guturais estão mais agudos e extremamente gritados e agressivos, a base do instrumental não mudou, apenas amadureceu e deu mais ênfase à técnica, com riffs totalmente técnicos e velozes com tempos quebrados e complexos.

A bateria mantém ritmos complexos, muitas vezes velozes pedais duplos com um andamento dificílimo, e o baixo abusa do peso e agressividade e do groove para fazer harmonias violentíssimas. Em relação às orquestras, em II temos um pouco de carência das mesmas em certas músicas, mas que não deixam de aparecer, pois o principal contraste é feito por orquestras e a agressividade desse Groove Metal extremamente técnico com os vocais apedrejadores.

Mas apesar da banda fazer um Groove muito diferente do tradicional - a guitarra segura essa marca com os timbres sujos e pesados -, de vez em quando podemos perceber certos "deslizes" remetendo fortemente ao clássico, tais como o uso de um vocal limpo "desleixado", riffs sujos e simples e outros fatores. Se você já achava o primeiro disco da banda bom, é só escutar esse que terá o Xerath como sua banda preferida, risos.

Faixas:
1. Unite to Defy - 05:24
2. God of the Frontlines - 04:37
3. Reform III - 04:36
4. The Call to Arms - 05:52
5. Machine Insurgency - 04:55
6. Sworn to Sacrifice - 04:44
7. Enemy Incited Armageddon - 07:24
8. Nuclear Self Eradication - 05:29
9. Numbered Among the Dead - 04:36
10. The Glorious Death - 08:34

Line Up:
Michael Pitman - Drums
Owain Williams - Guitars, Bass
Richard Thomson - Vocals
Chris Clarke - Bass

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
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Javier Navarrete - Pan's Labyrinth OST

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Gênero: Orquestrado/ Contemporâneo/ Soundtrack
País: Espanha
Ano: 2006
Comentário: Trilha sonora de um belo filme mexicano/espanhol, O Labirinto do Fauno, estreado em 2006 pelo cineastra Guillermo Del Toro (ele é roteirista do "The Hobbit" *-*) e que chamou bastante atenção do público mundial. Indicado ao Oscar, ganhou nas categorias "Melhor direção de arte", "Melhor fotografia" e "Melhor maquiagem", porém havia sido nomeado nas seguintes: "Melhor filme estrangeiro", "Melhor argumento original" e "Melhor trilha sonora". Também, no Globo de Ouro, foi nomeado na categoria de melhor filme estrangeiro. Venceu na Independent Spirit Awards na categoria de melhor fotografia, tendo sido nomeado também na de melhor filme. E para não estender demais isso, resumindo, também foi nomeado - ganhando boa parte - nas premiações BAFTA e Goya.

Realmente o filme é maravilhoso, em todos os sentidos, cabeça, cheio de mistérios, metáforas e coisas fantásticas, e é bem provável que quem assista se lembre do livro "Alice no País das Maravilhas" e até Hellboy (também do Del Toro), quando olhamos para as criaturas que aparecem no filme.

Sua trilha sonora, composta por Javier Navarrete (A Espinha do Diabo), deixa claro porque foi nomeada ao Oscar. Mas é fato que para mim está sendo difícil comentar sobre trilhas sonoras, então meus posts sobre OSTs serão sim fracas, sinto muito. Mas em todo o caso, eu destaco a cantiga que é um elemento marcante na série. Se não me falha a memória, e até seguindo a lógica da trilha, ela aparece no início do filme, se tornando a melodia do CD/Filme, e também ao final. E por falar em final... belíssimo (mas não farei essa sacanagem de soltar spoiler, rs).

Então é isso, belo material. Procurem comprar também os CDs de OSTs, muita gente não dá importância, o que é uma pena.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
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E Nomine - Das Testament

1 comentários
Gênero: Techno/Trance/Dark Electro/o tal do "Monumental Dance"
Ano: 1999
País: Alemanha
Comentário: Para expurgar essa energia pagã impregnada no blog e remanescente do Tr00 Day, eis: E Nomine.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAmém!

Projeto fundado em 1999 pelos produtores Christian Weller e Friedrich "Fritz" Graner, traz aquilo que eles chamam de "Monumental Dance", o qual seria uma mistura de elementos orquestrais, cantos gregorianos e uma batida de Techno e Trance em cima.

O nome "E Nomine" é um jogo de palavras que usa a expressão latina "In Nomine" (que significa "em nome de") com a palavra "ex" (que significa "fora" ou "de dentro para fora"). No caso, "e" seria o contrário de "in", logo, entende-se que E Nomine é o oposto de In Nomine.

Outra curiosidade sobre o projeto é que não há vocalista. As vozes do coral e solos vocais são retirados de trechos de filmes estrangeiros em versões alemães e depois sintetizados. Contudo, nos shows, quem assume o microfone, para fazer os solos vocais, é o cantor Senad Feurzkelper Giccic.

"Das Testament" é o primeiro álbum do projeto e conta com 14 faixas cujas letras são feitas de trechos da Bíblia, tanto do novo quanto do velho testamento, sem nenhuma modificação. Por exemplo: Vater Unser = Pai Nosso (música, esta, que fez parte da trilha sonora da novela "O Beijo do Vampiro" - CREDO!); Psalm 23 = Salmo 23.
Muito embora boa parte da galera que leu o comentário até aqui, esteja pensando que E Nomine é voltado à religião cristã; esta está muito enganada, pois E Nomine tem, sim, em sua essência o sacro, o místico, porém, de forma mais abrangente.

Atualmente, E Nomine permanece em estado vegetativo: em standbye desde 2007, sem perspectiva alguma de voltar!
Então, por hora, deixo a música para os cristãos germanófilos, e aos demais que não se converterem ao sacro dançante:

QUEIMEM NO INFERNO, PECADORES!

Tracklist:
01. Am Anfang War Die Schöpfung
02. Vater Unser
03. E Nomine (Pontius Pilatus)
04. Die 10 Gebote
05. Das Abendmahl
06. Die Sintflut
07. Himmel & Hölle
08. Der Fürst Der Finsternis
09. Bibelworte Des Allmächtigen
10. Die Posaunen Von Jericho
11. Ave Maria
12. Psalm 23
13. Hallelujah
14. Gott Tanzte



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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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Matsuo Hayato - Hellsing OVA Original Soundtrack - BLACK DOG

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Gênero: Soundtrack/ Orquestrado/ Eletronic
País: Japão
Ano: 2008

Comentário: Depois do fiasco nosense da série animada Hellsing (que mesmo assim não escondeu por total o Alucard bestial que conhecemos), finalmente veio algo "dinamite pura". Os OVAs trouxeram cor, movimento e som para um dos mais insanos mangás de todos os tempos.

Hellsing OVA Original Soundtrack - BLACK DOG é um de dois CDs desta série composta por Hayato Matsuo(tendo no seu currículo vários animes e games, mas destaco "Guerreiras Mágicas de Rayearth" que é um nome conhecido por aqui, e também "Final Fantasy XII", ao lado de Hitoshi Sakimoto e Masaharu Iwata).

A OST também tem seu nível de insanidade, como não poderia faltar. Com a destreza da The Warsaw Philharmonic Orchestra (Orkiestra Filharmonii Narodowej w Warszawie) mais a criatividade de Matsuo Hayato uniram o orquestral e o operístico com samples, baixos e vários outros elementos.

PS: Em breve trago o outro CD.
PS²: O vídeo abaixo é na verdade o trailer da série OVA de Hellsing Ultimate, contendo algumas músicas deste CD. Um show à parte.

Profile

Tracklist:
01. Song of DEMETER
02. TARGET INSIGHT
03. Hakushaku Tatsu!
04. Kuro Inu to Mukade no Koushin
05. Sen no Kima Man no Hitomi
06. EMIA
07. Inu no Koku
08. Shishuu Kaze to Chi Shibuki
09. Badrick
10. Inu no Kuso
11. Shotgun Circus
12. Makai Kyoukai Sen
13. Hyaku Yorozu Hatsudan
14. Cromwell
15. Die Fledermaus
16. SHINOBIASHI SASURIASHI
17. Gradus Vita

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sábado, 23 de outubro de 2010
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The Red Violin - Soundtrack

1 comentários
Gênero: Soundtrack, Orquestrado
Ano: 1999

Comentários: Juntamos aqui o compositor John Corigliano e o violinista Joshua Bell - dois dos maiores nomes da música clássica - e o resultado não seria outro senão a criação de uma das melhores trilhas sonoras já compostas. A trilha de O Violino Vermelho é tão impressionante quanto o filme, uma comovente mistura de etnia cigana, folclórica e composições clássicas, aqui vc tem a sensação de estar ouvindo algo realmente único e mágico!

Sobre o filme: Pra quem não conhece, normalmente pensamos em um instrumento musical como um objeto passivo a serviço de um artista. Mas e se esse instrumento é em si uma obra de arte, contendo os segredos de vários proprietários, por cujas mãos ele passou ao longo dos séculos? Essa é a premissa por trás deste filme intrigante por François Girard (diretor de 32 Curtas sobre Glenn Gould). Ele traça a história de um lendário violino (pensado para ser possuído por uma alma imortal) desde o seu nascimento na Itália do século 17 através de Viena de Mozart, na Inglaterra vitoriana, e China revolucionária à sua sorte de hoje para ser leiloado. A aura única do violino, carrega muito do fardo da história, e que reúne alguns dos mais destacados talentos da música clássica contemporânea. Algo ricamente eclético e poético compositor John Corigliano - elegância clássica abrangente, paixão cigana, e harmonias repletas de angústia existencial - grava retratos vivos de épocas diferentes do filme, mas também dá uma sensação geral de unidade para o caráter episódico do script. É essencialmente um conjunto de variações extremamente imaginativas para violino e orquestra, assombram e é um trabalho importante da música em seu próprio direito. Como solista, Joshua Bell satura o instrumento de mesmo nome com personalidade. Sua combinação de bravura virtuosa e alma, quase parece levar o violino à beira do discurso humano. O álbum também inclui um poderoso trabalho relacionado com o tema usado na trilha, confirmando o status de Corigliano, como hoje, um dos principais e mais comunicativos compositores americanos. By: Thomas May

Tracklist:
01. The Red Violin: Anna’s Theme
02. The Red Violin: I. Cremona: Main Title
03. The Red Violin: I. Cremona: Death Of Anna
04. The Red Violin: I. Cremona: Birth Of The Red Violin
05. The Red Violin: I. Cremona: The Red Violin
06. The Red Violin: II. Vienna: The Monastery
07. The Red Violin: II. Vienna: Kaspar’s Audition; Journey To Vienna
08. The Red Violin: II. Vienna: Etudes; Death Of Kaspar
09. The Red Violin: III. Oxford: The Gypsies; Journey Across Europe
10. The Red Violin: III. Oxford: Pope’s Gypsy Cadenza
11. The Red Violin: III. Oxford: Coitus Musicalis; Victoria’s Departure
12. The Red Violin: III. Oxford: Pope’s Concert
13. The Red Violin: III. Oxford: Pope’s Betrayal
14. The Red Violin: IV. Shanghai: Journey To China
15. The Red Violin: IV. Shanghai: People’s Revolution; Death Of Chou Yuan
16. The Red Violin: V. Montreal: Morritz Discovers The Red Violin
17. The Red Violin: V. Montreal: Morritz’s Theme
18. The Red Violin: V. Montreal: The Theft
19. The Red Violin: V. Montreal: End Titles
20. The Red Violin: ‘The Red Violin’: Chaconne For Violin And Orchestra

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domingo, 3 de outubro de 2010
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Gladiator - Music From The Motion Picture

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Gênero: Soundtrack, Orquestrado
Ano: 2001

Comentário: Algumas vezes não é possivel expressar apenas com palavras a grandeza de algo, Hans Zimmer é um gênio, vai ficar aqui uma sensação de que eu poderia ter escrito algo bem melhor para descrever essa trilha, no entanto, quero deixar que o ouvinte sinta-se livre para colocar suas próprias impressões nesta obra-prima, que ainda conta com a contribuição de Lisa Gerard (Dead Can Dance), hipnotizante, clássico, um dever!

Tracklist

1. Duduk of the North
2. Now We Are Free (Juba's Mix)
3. The Protector of Rome
4. Homecoming
5. The General Who Became a Slave
6. The Slave Who Became a Gladiator
7. Secrets
8. Rome Is the Light
9. All That Remains
10. Maximus
11. Marrakesh Marketplace
12. The Gladiator Waltz
13. Figurines
14. The Mob
15. Busy Little Bee
16. Not Yet
17. Now We Are Free (Maximus Mix)

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terça-feira, 3 de agosto de 2010
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Jerry Goldsmith - Gremlins

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Gênero: OST/ Orquestrado
País: EUA
Ano: 1984

Comentário: E lá vem Jerry Goldsmith novamente compondo mais uma bela obra. "Novamente" é modo de falar, já que esta trilha, em se tratando de uma vida humana, é velha.
Bom, o que falar desta obra? É difícil comentar sobre trilhas sonoras, mas esta aqui está entre uma das melhores do gênero "humor negro".
A trilha  transpira tudo aquilo que o filme transmite, uma obra demasiadamente divertida, bizarra e com bom suspense. Filmes assim explodiram na década de 80 com filmes como "A Bolha Assassina" {remake}, "Criaturas", "A Pequena Loja dos Horrores" {remake} e "Ghostbusters", que de certa forma brincavam com o sobrenatural e com os monstros, dando-lhes um lado cômico.
Não sei explicar, mas independente do tipo de filme, você percebe que a trilha sonora foi feita por JG. É como uma assinatura deixada no rodapé de um documento.
Destaque para "The Gremlin Rag", a mesma do vídeo, a melhor na minha opinião.

Tracklist:
01. Fanfare - Chinatown
02. Buying Gizmo
03. Late for work
04. Mrs. Deagle - Barney
05. Gizmo's accident - Bedtime breakfast
06. Gizmo multiplies
07. Silent night - After midnight
08. The transformation begins
09. First victim -Gremlins in the kitchen
10. Gremlin loses his head
11. The chaos begins
12. Mrs. Deagle's untimely death
13. A Gremlin's Christmas
14. Christmas memories
15. The cinema is destroyed
16. The toy store - Searching for Stripe
17. Gizmo to the rescue
18. Time to go home Gizmo
19. The Gremlin rag

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sábado, 10 de julho de 2010
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Max Richter - Infra

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Gênero: Instrumental, piano
Ano: 2010
País: Alemanha

Comentários: Max Richter, é pianista e compositor, nascido na Alemanha moveu-se quando jovem para o Reino Unido onde ainda reside. A sua sonoridade é difusa e confunde-se em neblinas de eletrônica e ruídos, nas vozes e nos violinos despidos que ao som acre do piano se unem e se completam. Em 2006 lança o seu terceiro álbum “Songs from Before” pela editora Fat Cat Records . Um álbum muito bem construído, onde se encontram arranjos de radio e clicks de uma gravação analógica e nostálgica, agradável para se ouvir, descobrir e se deixar seduzir. Sentir.

Tracklist:
1. Infra 1
2. Journey 1
3. Infra 2
4. Infra 3
5. Journey 2
6. Infra 4
7. Journey 3
8. Journey 4
9. Journey 5
10. Infra 5
11. Infra 6
12. Infra 7
13. Infra 8

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sexta-feira, 9 de julho de 2010
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Jerry Goldsmith - The Omen: Soundtrack

3 comentários
Gênero: Original Motion Picture Soundtrack (Trilha sonora)/ Suspense/ Horror/ Drama
País: EUA
Ano: 1976

Comentário: Não basta ser um dos mais sinistros filmes do gênero "terror" de todos os tempos. Este deve acompanhar uma fantástica e inesquecível trilha sonora "diabólica".
Um dos filmes mais comentados de todos os tempos, cheio de acontecimentos inusitados que até hoje se confundem entre o real e o sobrenatural, a verdade e a mentira. E mesmo assim ficando no underground de Hollywood...

Essa sem dúvida é uma de minhas trilhas favoritas, e também a mais forte. Claro que podem desconfiar, pois sou um eterno xiita da série "The Omen" (conhecida no Brasil como "A Profecia"), principalmente o livro, que acreditem, é 5x mais assustador que o filme... só não é mais porque Jerry Goldsmith (série Star trek, série Rambo, The 13th Warrior, The Mummy, Mulan, Gremlins I e II, Poltergeist, Planet of the Apes, Alien, etc) fez uma verdadeiro pacto com o cramunhão e deu vida à esta soundtrack perversa, que lhe garantiu o Oscar de melhor trilha sonora. Brincadeiras à parte (sobre o pacto), pois acredito muito no potencial humano, mas mesmo assim fico surpreso toda vez que ouço este CD.

O filme não fica para trás. Tem uma linda fotografia, uma história forte e polêmica, ótimas atuações, principalmente do pequeno Damien (Harvey Spencer Stephens) e de seus pais Robert Thorn (Gregory Peck) e Katherine Thorn (Lee Remick). Juntando à um enredo de romance, drama, suspense e terror.

Algumas informações sobre o filme:
Diretor: Richard Donner
Produtor: Harvey Bernhard
Escritor: David Seltzer
Atores: Gregory Peck, Lee Remick, David Warner, Patrick Troughton, Billie Whitelaw, Harvey Stephens, Leo McKern, Martin Benson.
Compositor: Jerry Goldsmith


Tracklist comentada:
1. Ave Satani é a supremacia diabólica em forma de música. Não é possível se referir à The Omen sem citar Ave Satani, é no mínimo falta de consideração à grande obra. Também é a faixa que emprestará elementos para outras tracks do filme. Infelizmente a mesma é bem curta.

2. New Ambassador é uma bela música romântica, que é tocada em um dos poucos momentos de real aproximação carinhosa entre Robert e Katherine Thorn.

3. Killer's Storm lembra a Ave Satani no seu início, mas depois se torna um som meio confuso e atormentador, num ritmo rápido.

4. Sad Mensage é uma música de fundo mesmo, que se esconde, por sua lentidão, apesar de ter elementos da qual você pensa "Estou com um mau pressentimento!".

5. Demise if Mrs. Baylock, tema da babá, que na minha opinião, foi o personagem pior caracterizado... quem leu/ler o livro entenderá o que digo. Sobre a trilha, já começa abrupta, ou seja, pela faixa você já imagina aquela babá dos infernos pulando sobre você (oskaksa). A música é forte do começo ao fim, porém tem algumas passagens que se destacam. Comentário por Jerry Goldsmith aqui (contém cenas reveladoras, SPOILER).

6. Don't Let Him é outra calma mas com um peso de suspense, que pode se encaixa bem em cenas nas quais o principal está em busca de pistas e vez ou outra sente-se vigiado por alguém.

7. Piper Dreams uma música até romântica, mas lembra "descobertas", ou também reflexões. Inteiramente cantada. Comentário por JG aqui (contém cenas reveladoras, SPOILER).

8. Faill A faixa mais lenta... por pouco tempo. É uma música que apesar de calma, tenta misturar o terror e a confusão, mas o resultado é de uma faixa por vezes até cômica, claro que esta é a real intenção, inclusive uma das minhas faixas favoritas.

9. Safari Park, o que este CD usa muito é a velha fórmula: inicialmente um música lenta e até agradável, posteriormente lentamente ou até mesmo um abrupto suspense. Aqui o mesmo ocorre, mas de forma mais comportada e rápida, mas fundamental para a cena.

10. Dog's Attack, ao menos no livro, é uma das cenas mais medonhas, já no filme, com poucos recursos e com cães reais, não foi possível tal reprodução, infelizmente, mas fico feliz por não terem usado bonecos escrotos, transformando-no num filme trash (não que eu não goste deles, mas este não podia ser assim). A faixa é dominada pelos violinos que formam uma camada de som, por vezes quebrada por ataques de fúria. Mais ao final temos o já supra-cantado (rs) verso: "Sanguis Bibimus. Corpus Edimus." Que significa: "A carne que comemos. O sangue que bebemos". Comentário por JG aqui (contém cenas reveladoras, SPOILER).

11. Homecoming é uma música boa para acompanhar pessoas depressivas. Bela.

12. Altar. Sim, você já ouviu essa letra várias vezes (osakosa), mas essa é mais agitada, talvez como o título sugere, mas vale a pena ouvi-la toda por sua intensidade.

Aos interessados, o filme pode ser encontrado em torrent nos trackers The Pirate Bay e IsoHunt.

Para quem se interessa por soundtracks, acessem aos links comentados. São vídeos ao qual o gênio Jerry Goldsmith faz comentários sobre algumas das músicas que criou, além das cenas onde elas aparecem. Infelizmente está sem legenda. Como eu tenho o DVD original, com tudo legendado, poderei algum dia ripar e upar para o Youtube, se alguém se interessar, claro.

Fiz uma análise em um de meus blogs: The Omen

|Megaupload| Post re-postado, um dia volto com mais links.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
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Marco D'Ambrosio - Vampire Hunter D: Bloodlust - OST

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Gênero: Original Motion Picture Soundtrack/ Anime(Vampiro/ Sci-Fi/ Romance/ Aventura/ Fantasia)
País: Japão
Ano: 2001
Comentário: Uma surpreendente trilha sonora para um dos filmes de animação japonesa que mais me interteu.
Bom, não vou elogiar a trilha, além de dizer que é forte, dark, e por incrível que pareça (ou não) eu já havia notado que a trilha poderia ter sido criada por um italiano, antes ter pesquisado. O que foi bem legal, um anime que se passa num mundo após o domínio de mosntros, tendo como Vampiros os mais fortes, mas atualmente sua raça beira a extinção com a revolta dos homens humanos e com a rivalidade dos caçadores de recompensa. Poderia ser uma típica animação japonesa se não fosse pelo toque à mais de D'Ambrosio, unindo a sombria história com uma trilha fria, característica européia.
O filme pode ser encontrado em ótima qualidade e com legenda em tracker's como OMDA, Tengoku, Seizu ou Haitou.

Sobre o filme:
Tipo:
Anime (filme)
Ano: 2000/2001
Diretor: Yoshiaki Kawajiri
Produtor: Taka Nagasawa/Masao Maruyama/Mataichiro Yamamoto
Escritor: Yoshiaki Kawajiri

Tracklist:
01 Opening 3:05
02 Marcus Brothers 2:55
03 Hunter D 0:54
04 Sandmantas/Rest Area 4:56
05 Meier’s Pain 1:00
06 Benge 3:22
07 Village of Barbarois 1:22
08 Grave 3:46
09 Come Out You Coward 1:48
10 The Letter 0:42
11 Poke’s Story 2:18
12 Sunlight 0:40
13 Into the Trees 2:18
14 Caroline’s Revenge 0:40
15 Leila’s Feelings 2:22
16 The Bridge 0:32
17 Mortal Meier 4:03
18 The Castle of Chaythe 2:23
19 The Rocket Hall 3:10
20 Hallucinations 6:26
21 Vampyra Missa 5:40
22 Charlotte’s Love 1:32
23 The Ring 2:47
24 Outside the Castle 1:07
25 A Bit(e) of Hope 1:51
26 The Promise 1:13
27 Bonus Track (Tooku Made / Far Away by "Do As Infinity")
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The Lion King - OST (2 versões)

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Gênero: Soundtrack/ Orquestrado e Cantado (Musical)
País: EUA
Ano: 1994
Música Original: Hans Zimmer (instrumental), Elton John (música), Tim Rice (letras) entre outros.

Comentário: Soundtrack maravilhosa de um dos mais marcantes desenhos da Disney, esse sem dúvida é. Quando menor, pelas minhas contas, devia ter visto algumas dezenas de vezes, e com certeza o veria novamente. A cada música, uma cena vem a cabeça, e são muitas para se lembrar e viajar. Como a primeira, "Ciclo Sem Fim", de todos aqueles animais aparecendo, voando, correndo e galopando. Ou as hienas a comando de Scar, saboreando a raiva e a maldade numa noite sombria e num lugar sinistro, onde elas e suas sombras dançam, marcham e saltam de excitação. Ou que tal uma música cômica e relaxante junto de Timão e Pumba?? Zazu como sempre irritadiço, preocupado e a dar vários conselhos... muitas vezes não seguidos por Simba e Nala.
Bom, momentos marcantes não faltam neste filme, é nostalgia pura o/
Posto aqui as duas versões, brazuca e gringa, e tenho que admitir... a nossa versão é estupenda, muito mais forte que a deles, excelente!!
Post pra quem teve infância XD

Se preparem para o golpe do século
Se preparem para a trama sombria
Bem premeditada
E bem calculada
E um rei rejeitado
Será coroado
Por isso eu disputo
E por isso que eu luto
O trono terá que ser meu!
Que os amigos não me desamparem
Se preparem!



Versão original

Tracklist:
1. Circle Of Life (Elton John, Tim Rice)- Carmen Twillie, Lebo M. e Mbongheni Ngema
2. I Just Can't Wait to Be King (Elton John, Tim Rice) - Jason Weaver, Rowan Atkinson e Laura Williams
3. Be Prepared! (Elton John, Tim Rice) - Jeremy Irons, Cheech Marin e Whoopi Goldberg
4. Hakuna Matata (Elton John, Tim Rice)- Nathan Lane, Ernie Sabella, Jason Weaver, e Joseph Williams
5. Can You Feel The Love Tonight (Elton John, Tim Rice) - Joseph Williams, Sally Dworsky, Nathan Lane, Ernie Sabella e Kristle Edwards
6. This Land (Hans Zimmer)
7. ... To Die For (Hans Zimmer)
8. Under the Stars (Hans Zimmer)
9. King Of Pride Rock (Hans Zimmer)
10. Circle Of Life (pop version) - Elton John
11. I Just Can't Wait To Be King (pop version) - Elton John
12. Can You Feel The Love Tonight (pop version) - Elton John

Download (Vários servidores)



Versão especial brasileira
Tracklist:
1. Ciclo Sem Fim
2. O Que Eu Quero Mais É Ser Rei - Pádua Moreira, Bruno Miguel e Nanná Tribuzy
3. Se Preparem - Jorge Ramos, Hércules Fernando e Carmem Sheila
4. Hakuna Matata - Pedro Lopes, Mauro Ramos, Bruno Miguel e Garcia Júnior
5. Esta Noite o Amor Chegou - Garcia Junior, Nanná Tribuzy, Pedro Lopes e Mauro Ramos
6. Relatório Matinal - Gustavo Pereira, Pádua Moreira e Paulo Flores
7. As Terras do Reino
8. É de Matar
9. As Hienas
10. Sob a Luz das Estrelas
11. O Soberano da Pedra do Rei
12. Can You Feel The Love Tonight - Elton John
13. Can You Feel The Love Tonight (Remix) - Elton John

Adaptação de letras por Eliana Estevão, Alfredo Marco, Telmo Perle Munche, Marcelo Coutinho, Renato Lopez, Javier Porton e Maurício Seixas

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Pirates of the Caribbean - Discografia

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Gênero: Original Soundtrack/ Orchestrada,Erudita
País: EUA
Ano: 2003/2006/2007

Comentário: Enquanto o quarto filme da série "Pirates of the Caribbean" não chega (Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides), aqui vai sua bela e aventureira soundtrack.
"Uma das melhores OST que já ouvi" é uma frase um tanto clichê, mas poderia ser facilmente empregada nesta trilogia.

Apesar de meu gosto por OST's de terror, suspence e sci-fi, as de aventura não ficam nada atrás e mostram que podem ser tão carregadas de feeling quanto as demais.
Sou um fã da série, e tenho a imagem de Jack Sparrow gravada em minha mente como um dos personagens mais carismaticamente louco das telonas.
Bom, não tenho muito o que comentar (como sempre), então espero que naveguem pelos 7 mares, ou até mesmo ao Fim do Mundo com esta fantástica coleção.

Vale ressaltar que The Curse of the Black Pearl foi criada por Klaus Badelt, onde fez um trabalho totalmente orquestrado, e as duas posteriores, Dead Man's Chest e At World's End são de autoria de Hans Zimmer, que além da orquestra, mesclou elementos que lembram Rock. Em geral é uma trilha (dos 3 CDs) bastante energética, com muitos picos e quebras repentinas, caindo muitas vezes numa calmaria mágica, nada de melancolia, mas sempre esperta. O primeiro filme tem muito dessa energia musical, um pouco de humor, pilantragem e romance. O segundo tem uma tonalidade mais grave, lembra ação, infiltração, fuga, e poderia dizer com um toque de clima dark. O terceiro e último não tem aquelas grandes entonações de metais como no primeiro, se trata de um som bem alternativo, se comparado aos demais, mas ainda com aquele toque dark do segundo.
Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl
(Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra)
Ano: 2003
Compositor: Klaus Badelt
Tracklist:
1. Fog Bound - 2:17
2. The Medallion Calls - 1:53
3. The Black Pearl - 2:17
4. Will and Elizabeth - 2:08
5. Swords Crossed – 3:16
6. Walk the Plank – 1:59
7. Barbossa is Hungry – 4:06
8. Blood Ritual – 3:33
9. Moonlight Serenade – 2:09
10. To the Pirates' Cave! – 3:31
11. Skull and Crossbones – 3:24
12. Bootstrap's Bootstraps – 2:39
13. Underwater March – 4:13
14. One Last Shot – 4:46
15. He's a Pirate – 1:31
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Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest
(Piratas do Caribe: O Baú da Morte)
Ano: 2006
Compositor: Hans Zimmer
Tracklist:
1. Jack Sparrow – 6:06
2. The Kraken – 6:55
3. Davy Jones – 3:15
4. I've Got My Eye On You – 2:25
5. Dinner Is Served – 1:30
6. Tia Dalma – 3:57
7. Two Hornpipes (Tortuga) – 1:14
8. A Family Affair – 3:34
9. Wheel of Fortune – 6:45
10. You Look Good Jack – 5:34
11. Hello Beastie – 10:15
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Pirates of the Caribbean: At World's End
(Piratas do Caribe - No Fim do Mundo)
Ano: 2007
Compositor: Hans Zimmer
Tracklist:
1. Hoist the Colours - 1:31
2. Singapore - 3:40
3. At Wit's End - 8:05
4. Multiple Jacks - 3:51
5. Up Is Down - 2:42
6. I See Dead People in Boats - 7:09
7. The Brethren Court - 2:21
8. Parlay - 2:10
9. Calypso - 3:02
10. What Shall We Die For - 2:02
11. I Don't Think Now Is the Best Time - 10:45
12. One Day - 4:01
13. Drink Up Me Hearties Yo Ho - 4:31
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
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Xerath - I

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Gênero: Orchestral/Progressive/Groove Metal
Pais: Inglaterra
Ano Lançamento:
2009

Comentário: Formada na Inglaterra, em 2007, a Xerath lança seu primeiro full-length mês passado, entirulado I, com vocais guturais e agressivos, instrumental sensacional, orquestrado, progressivo e em certas partes até Groove. Ouçam Alterra, Consequences, Abiogenesis e Right to Exist. Capa linda!

Tracklist:

01 - Intrenity
02 - Alterra
03 - Nocturnum
04 - Consequences
05 - Interlude
06 - False History
07 - Abiogenesis
08 - Reform Part I
09 - Reform Part II
10 - Right to Exist

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