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quarta-feira, 25 de março de 2015
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Imperial Triumphant - Abyssal Gods

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Gênero: Experimental / Black / Death Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2015

Comentário: O Imperial Triumphant é uma banda americana relativamente nova e ainda sem muita expressão no cenário. Apesar de ainda não ter alcançado uma popularidade mais expressiva, a banda surpreende em seu segundo álbum de estúdio intitulado Abyssal Gods.

Assim como já estamos acostumados, a banda é mais uma daquelas que possui um grande leque de inspirações e influências, tentando moldar uma sonoridade diferenciada dos padrões convencionais. Em Abyssal Gods, afirmaria que a banda caminha a passos largos para isso.

Utilizando uma boa mescla entre Black Metal e um Death Metal cavernoso (e técnico em diversos momentos), a banda criou dentro das suas experimentações com tais estilos, um álbum bastante pesado, sombrio e atordoante. A sonoridade da banda é repleta de riffs que não seguem obrigatoriamente um padrão ou lógica em algumas partes, além outros mais desenvolvidos e bem inseridos, alternando entre timbres mais estridentes e dissonantes. A bateria é impactante e veloz na maior parte do álbum, exceto nos momentos em que a banda impõem um ritmo mais arrastado ou numa levada mais estática e sombria. O baixo é notável em alguns momentos no meio do caos sonoro feito pela banda, e apresenta momentos bem técnicos e hábeis. O vocal é bem distribuído pelas faixas, apresentando características parecidas de bandas como Deathspell Omega e Ævangelist (principalmente no último álbum).

No geral, Abyssal Gods pode ser considerado um álbum confuso e até difícil de ser ouvido por aqueles que não estão acostumados com o estilo ou que não gostam de sonoridades que fujam do convencional. Apesar disso o álbum tem suas qualidades e uma boa produção, sendo quase um must listen para fãs do gênero. De destaque temos a faixa de abertura From Palaces of the Hive, que alterna entre intensidade e peso, para uma levada mais calma que se inicia com um dos melhores timbres de guitarra que ouvi em 2015. Krokodil é outro destaque por ser a faixa mais longa e onde o experimentalismo da banda é melhor explorado, conduzindo o ouvinte à 8 minutos de pura insanidade e caos.

O álbum foi lançado no dia 10 de Março pelo selo da Aural Music / Code 666.





Tracklist:

01 - From Palaces of the Hive
02 - Abyssal Gods
03 - Dead Heaven
04 - Celestial War Rape
05 - Opposing Holiness
06 - Krokodil
07 - Twins
08 - Vatican Lust
09 - Black Psychedelia
10 - Metropolis


Ouça: Spotify


segunda-feira, 13 de outubro de 2014
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Dephosphorus - Ravenous Solemnity

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Gênero: Black / Death Metal / Grindcore
País: Grécia
Ano: 2014

Comentário: Aqueles que acompanham minhas resenhas já devem ter reparado que eu tenho um apego maior por bandas que mesclam sonoridades variadas, e que em alguns casos, fica até difícil colocar um rótulo específico para facilitar na indicação da banda aos leitores. O Dephosphorus é mais uma dessas bandas que possuem influências vindas de esferas diferentes, e que por mais que não seja algo completamente inovador, o resultado final é bem satisfatório. Após um bom debut, a banda conseguiu em seu segundo álbum de estúdio intitulado Ravenous Solemnity, dar uma cara própria ao som e evoluir.

O trio grego passou por uma mudança na formação no ano de 2013. Com a saída do baterista Nikos Megariotis, Thanos Mantas (guitarra) e Panos Agoros (vocal) chamaram para ocupar o posto de baterista o experiente John Votsis (Dodsferd, Ravencult, entre outras).

A banda se mantém independente, mas poderia muito bem fazer parte de alguma gravadora especializada nesse tipo de som. A intensidade e energia contidas no som da banda podem ser comparadas com a apresentada em uma performance ao vivo, mas que em Ravenous Solemnity conta com uma produção digna dos mais sinceros elogios. A presença de John Votsis acrescentou qualidade à banda, basta conferir sua performance no decorrer do álbum e principalmente em faixas mais intensas e exigentes como "Glorification Of The Anti-Life Equation" e "Vicious Infinite Regress".

Um fato curioso sobre a banda, é que eles classificam sua sonoridade como "Astro Grind". Ok, muitos músicos até fogem de rótulos, e no caso do Dephosphorus, tal definição é a combinação de um dos estilos explorados e da temática voltada a assuntos astronômicos que a banda possui.

Apesar da sonoridade direta e intensa, a banda ainda surpreende ao decorrer do álbum e apresenta alguns momentos distintos nas faixas. Logo na abertura do álbum com "Reversed Into Contraction", o instrumental agressivo ganha destaque com algumas passagens próximas do Prog Death Metal. Já em "Ancient Drone", os riffs pesados e frenéticos do início cedem espaço para riffs mais lentos e um tom mais sombrio.

Ravenous Solemnity agrada dentro daquilo que se espera vindo da combinação de tais sonoridades, trazendo 15 faixas bem animadas e empolgantes totalizando cerca de 43 minutos. Bem produzido e contando com uma ótima performance dos membros, o álbum é garantia de um som intenso, direto e que agrada desde os fãs de Grindcore até os de Death Metal.




Tracklist:

01. Reversed Into Contraction (3:02)
02. There Is A Color (2:54)
03. Ancient Drone (2:27)
04. Dark On Dark (1:34)
05. Astrocyte Portal (3:20)
06. Storming The Sloan Wall (2:56)
07. False Vacuum (3:33)
08. Ravenous Solemnity (4:03)
09. Towards The Cold, Mysterious Infinity (2:28)
10. Hammer Of Logic (2:53)
11. A Fountain Of Daggers (3:28)
12. Buried Alive In Obsolescence (3:18)
13. Glorification Of The Anti-Life Equation (3:33)
14. Vicious Infinite Regress (2:35)
15. The Blood Runs Red (1:47)


Download: Sendspace

terça-feira, 23 de setembro de 2014
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Emptiness - Nothing But The Whole

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Gênero: Experimental / Black / Death Metal
País: Bélgica
Ano: 2014

Comentário: Quando uma banda resolve se reinventar, ela está ciente de que o resultado pode não ser satisfatório para seu público alvo, além de render algumas críticas negativas. A banda Emptiness se aventurou por esse caminho em seu quarto álbum de estúdio, e até o momento, o álbum vem colhendo ótimos resultados por parte do público e mídia especializada.

Nothing But The Whole é um álbum sombrio e experimental, daqueles em que o resultado final da sonoridade é até difícil de ser claramente descrito. O passado da banda ligado ao Black / Death e que foi o ponto principal até o álbum anterior, aqui ganha nova forma com a adição de elementos vindos do Industrial e Dark Ambient, algo que bem utilizado pelo Blut Aus Nord em alguns álbuns e pelo The Axis of Perdition. 

Do início ao fim, o álbum apresenta contrastes bem interessantes e não causa a sensação de ser algo repetitivo ou monótono. A bateria alterna entre momentos mais intensos e passagens que lembram algumas bandas de Industrial Rock/Metal. As guitarras em alguns momentos sofrem algum efeito de distorção ou possuem um tom mais dissonante, algo que combina muito bem com esse tipo de sonoridade. 

Um álbum que chama a atenção pela capa e sonoridade, altamente recomendado para aqueles que gostam de sonoridades que fujam um pouco dos padrões convencionais. Cito como destaques do álbum a "All is Know" (a mais experimental do álbum) e a "Lowland" (dona de uma  atmosfera incrível e hipnótica). 



Tracklist:

01. Go and Hope
02. Nothing But The Whole
03. Behind The Curtain
04. All Is Known
05. Tale Of A Burning Man
06. The Past Is Death
07. Lowland

Download: Sendspace

segunda-feira, 15 de setembro de 2014
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Bölzer - Discografia

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Gênero: Black / Death Metal
País: Suíça

Comentário: Formada em 2008 na cidade de Zurique, a banda Bölzer vem ganhando uma atenção merecida por uma parte do público underground, além de alguns veículos de comunicação especializados em metal extremo. Tal atenção deve-se ao fato de que a banda vem reafirmando sua capacidade a cada material lançado, apresentando uma sonoridade bem interessante.

A banda consiste num duo formado por Okoi Thierry Jones (guitarra e vocal) e Fabian Wyrsch (bateria). Dois nomes desconhecidos do grande público mas que executam um belo trabalho à frente do Bölzer e não possuem um passado musical abrangente. Fabian tem seu nome ligado apenas ao Bölzer, enquanto Okoi tocou em bandas de curta duração da esfera Black/Death, além de duas em que faz parte paralelamente ao Bölzer.

O primeiro material lançado pelo banda foi a demo Roman Acupuncture em 2012. A demo composta por 3 faixas que totalizam cerca de 14 minutos, trazia uma banda promissora. A sonoridade altamente agressiva e esmagadora apresentada logo nos instantes iniciais da faixa título, é o suficiente para o ouvinte se empolgar. A bateria rápida e precisa, é o pilar da sonoridade que tem como destaque a série de riffs obscuros e dissonantes, encontrando na alternância vocal de Okoi a combinação ideal.

Em maio de 2013 o Bölzer lançou o EP intitulado Aura, que foi responsável pelo aumento no alcance de público da banda. Mantendo a pegada da demo, o duo demonstra um aprimoramento de suas ideias musicais, conseguindo criar uma sonoridade que chega a soar hipnótica. O riff principal de "Entranced By The Wolfshook" é um dos mais sensacionais que já ouvi, além de possuir uma parte mais cadenciada bem sombria e agradável. Ainda destaco a "The Great Unifier", faixa épica com duração de 10 minutos, na qual a atmosfera criada pela banda chega a ser sufocante e o vocal de Okoi soa bizarro (isso é um elogio) em algumas partes.

O EP Soma foi lançado em Agosto desse ano, vindo reafirmar que a qualidade apresentada pela banda, principalmente no trabalho anterior, era possível de ser repetida. Já na faixa de abertura "Steppes", aquela vibe cósmica e agressiva se faz presente. A outra faixa do EP é a "Labyrinthian Graves", despejando uma série de riffs insanos e mantendo o tom dissonante que ficou característico na sonoridade da banda, e contando com uma performance espetacular na bateria por Fabian.

O Bölzer é uma banda que consegue despertar a atenção do ouvinte com sua sonoridade intensa e agressiva, uma prova recente disso foi a apresentação da banda no Maryland Deathfest (clique aqui para conferir). Apesar da curta discografia até o momento atual, é uma daquelas bandas para se acompanhar atentamente, aguardando por futuras novidades e que mantenham a qualidade daquilo que já foi lançado.


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
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Celtic Frost - Discografia

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Gênero: Black/Thrash/Death Metal, Hard Rock/Thrash Metal, Doom/Death/Gothic Metal
País: Suíça
Anos em atividade: 1984-2008

Comentário: Em 1982 surgia em Zurique, na Suíça, uma das bandas chave no desenvolvimento de todos os subgêneros mais pesados e malvados do Metal, bem como influenciando recursivamente o punk e o hardcore: o Hellhammer. E da curta vida do Hellhammer, dois de seus membros, Tom 'Warrior' Fischer e Martin Ain, seguiram com uma nova banda, o Celtic Frost. E eles conseguiram novamente expandir as fronteiras do Heavy Metal e influenciar uma imensa quantidade de bandas à sua frente, seja pelos seus primórdios ligados ao Black e o Death Metal, ou a sua fase mais recente, que perambulou pelos caminhos do Doom Metal e das influências do Gothic Rock.

É bom lembrar que no início dos anos 80 vários estilos musicais pesados estavam surgindo ao mesmo tempo, sejam instrumentalmente como o metal extremo ou líricamente como o Post-Punk, a vibe da Batcave e o Gothic Rock. Havia uma onda de estilos sombrios e maléficos surgindo aqui e ali, naquilo que se convenciona chamar de Darkwave. E nessa vibe surgiu o Celtic Frost, embebido não somente nas influências do próprio Metal como Black Sabbath e Venom, como fora dele, como Bauhaus e Christian Death. E tudo isso ainda influenciado por uma outra das mais influentes bandas do final dos anos 70 e início dos 80, o Discharge. Ou seja, o Celtic Frost conseguiu com maestria unir em uma única sonoridade toda uma vibe suja e sombria que aparecia já em diversos pontos do espectro musical mundial. E isso se deu a princípio naturalmente, mas depois lentamente desenvolvendo-se em várias experimentações que tornaram a banda ainda mais interessante.

terça-feira, 27 de novembro de 2012
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Iperyt - Totalitarian Love Pulse

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Gênero
: Industrial Black Metal
País: Polônia
Ano: 2006

Comentário: Sempre tive um pé atrás ao ver a mistura de Industrial e Metal. Primeiro por que não raro as bandas que se rotulam dessa forma mal sabem o que estão fazendo - já vi desde Trance até EBM misturado com Metal e rotulado como "Industrial". Mas na verdade no final das contas o próprio termo Industrial em si tem múltiplos significados na música, desde o experimental industrial dos anos 80 até o 'dançante' industrial do EBM da atualidade. No Metal então o termo "Industrial" acabou recaindo sobre qualquer banda que mescle ao peso do estilo elementos eletrônicos de forma pesada. Mas posteriormente, talvez numa tentativa de resolver essa indecisão inerente ao termo 'industrial', surgiram estilos mais especificos como o Industrial Black Metal, após muitas bandas do estilo começarem a incluir em seu som elementos de diversos estilos de música eletrônica, desde o próprio EBM, até o Gabber e o Breakcore. Expoentes do estilo são, por exemplo, The Kovenant e Samael nas suas fases atuais e o francês CNK.

No meio disso surge na Polônia uma banda que conseguiu se destacar, e ela se chama Iperyt. E ela se destaca por justamente beber de uma fonte de música eletrônica que sempre teve tudo a ver com o Metal mas raramente foi aproveitada como deveria nas mais diversas fusões desta com os estilos mais extremos. E ela é o Hardcore Techno, mais especificamente o Gabber, dois estilos de música eletrônica que são em si completamente pesados, rápidos, intensos e muitas vezes possuem temáticas sinistras, maléficas e violentas. Porém o Iperyt não tinha a menor pretensão de perder a essência extrema da sua sonoridade, e misturou isso a um poderosissimo Black/Death Metal com uma certa tendência ao Grindcore (especialmente pelo kick de hardcore/gabber quase constante nas músicas que eleva consideravelmente os BPM's). A única outra banda que eu conheço que tentou e conseguiu realizar essa fusão foi o The Berzerker - que é uma das bandas mais pesadas que eu já ouvi, e o Iperyt não fica muito atrás, pra se ter noção de como fica essa receita no final.

Então basicamente o Iperyt mescla guitarras e bateria de Black/Death Metal, com vocais que oscilam entre os rasgados de Black Metal, guturais graves de Death Metal e não raro rasgados diferentes que lembram aqueles usados por bandas do chamado "Aggrotech" (embora tenha gente que insiste que esse gênero não existe, vocês entederam o que eu quero dizer). Além disso, está na receita um sintetizador que mostra a total influência do Gabber, embora ela se mostre bem mais evidente no kick de hardcore (um bate estaca cuja velocidade oscila entre o rápido e o rápido pra caralho, quase hipnoticamente). Não há no entanto muita variação entre as faixas, é uma receita simples - porém muito bem feita - repetida em diversas formas, variando os riffs de Metal e a pegada de Hardcore o quanto for possível, pra manter um ar de novidade a cada faixa. No geral, digamos que a variedade das faixas de Totalitarian Love Pulse não seja muito mais que a variedade que uma banda de Grindcore consegue ter, e no entanto que curte os estilos mais pesados e extremos sabe que nem sempre isso é exatamente relevante. Quando o que interessa é ouvir algo pesado e direto, o importante é a banda tentar a cada música superar a violência da faixa anterior sendo ainda mais rápida e barulhenta. E de fato esse disco parece um desafio do Iperyt consigo próprio em soar cada vez mais extremo a cada faixa.

Resumindo: se você curte Black/Death Metal, Grindcore e ao mesmo tempo curte Gabber e Hardcore (o gênero de música eletrônica), Iperyt é a banda perfeita para equilibrar as duas coisas e matar nossa curiosidade de como seria a mistura. E deu certo. Porém a experiência mostra que não foi coincidência - o que tem bandas que tentaram isso e acabaram soando artificiais e forçadas não dá pra contar nos dedos. O Iperyt por sua vez é talentoso em ser violento. Simplesmente isso.



Tracklist:

1. Transgression of Inhumanity 04:01
2. Adoration of Social Demise 03:36
3. Abuse You Fucking Christ 03:38
4. Calm Regained 03:11
5. The Silent Murderer 03:51
6. Scorched Earth Creed 02:22
7. Wolfcalls 03:35
8. Let's Fucking Rejoice 03:11
9. Filthy Criminals 03:00
10. Superior Breed 03:30
11. Totalitarian Love Pulse 04:03

Download:

Gamefront/Megashares/Extabit/Bayfiles
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
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Cradle of Filth - Discografia

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Gênero: Black Metal (íncio) - Symphonic Black/Extreme Gothic Metal (depois)
País: Inglaterra
Período em atividade: 1991-Presente

Comentário: Cradle of Filth foi primeira banda de metal extremo que escutei, lembro que ainda era um adolescente e não tinha ouvido nada parecido em toda minha vida, e achei a coisa mais demoniacamente legal que poderia existir! Fiquei encantando com o clima sombrio e vampiresco da banda, assim como os vocais rasgados e agudos do Dani Filth.

Paasei a ouvir COF o tempo todo e fazia questão pra mostrar pra todo mundo que ia a minha casa, enquanto isso eu era recriminado pelos meus pais por ouvir essas coisas do capeta! Rsrs. E claro, eu ficava me sentindo o todo poderoso e fodão, o ser mais tr00 que poderia existir.

O tempo se passou, e com a internet tive a oportunidade de conhecer uma enorme quantidade bandas, infinitamente mais tr00s, e que faziam o Cradle of Filth parecer Restart diante delas (espero não ser linchado por essa comparação, rsrs). Mas continuei com uma queda pela banda, e por gostar do seu estilo musical, até hoje escuto.

O fato é que o Cradle of Filth sem sombra de duvidas é uma das bandas mais icônicas da cena do Metal! Adorada por alguns, e odiadas por outros, principalmente pelos tr00s que acham que o Dani Filth é apenas um poser, e culpam a banda por popularizarem o metal extremo.

Diferentemente dos tr00s de plantão, não vejo essa popularização de forma negativa, e imagino que assim como foi pra mim, o COF também foi para muitos a porta de entrada para desenvolverem um gosto por bandas mais extremas, alternativas e undergrounds, abrindo os horizontes para verem além de Iron Maiden, Metalica, Guns ‘n Roses, etc.

Então acho que ser importante, disponibilizar aqui a discografia completa da banda, com todos os álbuns de estúdio, demos e EPs. Para que quem não conhecem possam apreciar, e os que como eu já estão familiarizados, conhecer um pouco mais.

A banda teve várias mudanças no seu line-up ao longo dos anos, sendo que da formação original só restou o vocalista Dani Filth, que é quem escreve todas as canções. Sua sonoridade também sofreu alterações ao longo dos anos, começando como Black Metal, e aos poucos ficando mais melódico, mas bem produzido, incorporando elementos de música clássica, deixando o som mais sinfônico e com uma atmosfera Gótica.  Sendo que determinação do seu estilo musical gera muita discussão, sem se chegar a nenhum consenso.

Foi formada na Inglaterra em 1991 por Daniel Davey (Dani Filth) e nos seus primeiros demos temos um Black Metal bem sujo e ríspido. Dani fazia um vocal diferente, predominava o gutural bem mais grave e rouco. Ainda sem gravadora lançaram 4 demos: “Invocking The Unclean” e The Black Goddess Rises em 1992, Orgiastic Pleasures e Total Fucking Darkness em 1993, sendo que com esse último conseguiram um contrato com a gravadora Cacophonous, em 1994, e no mesmo ano lançaram o primeiro álbum “The Principal Of Evil Made Flesh”. Esse álbum já trás um som mais trabalhado e com uma qualidade maior, agora já contam com um tecladista, o que deixou o som mias melódico que as demos, mais continuando com uma essência Black Metal, apresentando uma sonoridade crua e perversa. Em 1996 lançam o EP “Vempire or Dark Faerytales in Phallustein”, mas logo em seguida rompem com a Cacophonous, mudando para a gravadora Music For Nations, e em 1996 eles lançam "Dusk ... and her Embrace", esse álbum foi bem parecido com o último EP lançado anteriormente e banda já começa a assumir a forma que iria ser sua marca registrada pelo resto dos anos. Nesse trabalho podemos notar uma maior técnica na composição e execução das musicas, os elementos sinfônicos ganham mais destaque e o Dani começa a cantar com aquela voz aguda e rasgada bem característica.

A banda lança mais 2 trabalhos sob o selo da Music For Nations, “Cruelty and the Beast” e “Midian”. “Cruelty and the Beast“ é um álbum conceito, sobre a vida e crimes de Elizabeth Báthory, assassina em serie da antiguidade. Daí pra frente vira tradição o lançamento de álbuns conceituais. Nessa fase a banda também já começa a incorporar elementos medievais e do período vitoriano a sua sonoridade, se afastando ainda mais do Black Metal clássico, e assumindo um estilo próprio. Em 1999 a banda lança o EP "From The Cradle To Enslave”.

Depois de abandonarem a Music For Nations, a banda tem uma rápida passagem pela gravadora Abracadaver, onde sob esse selo lançaram apenas um EP Bitter Suites to Succubi, logo após assinam contrato com a Sony Records, e nessa fase a banda já goza de um notável sucesso pelo mundo, participando no mês de maio do “Ozzfest-UK” ao lado das bandas: Slayer, Ozzy Osbourne, Tool e System Of A Down. Em 2003 a banda lança seu quinto álbum "Damnation And A Day" e nesse mesmo ano abriram alguns shows do Iron Maiden na Europa.

Mais uma vez mudam de gravadora, largando a Sony e assinando com a Roadrunner, essa com a qual permaneceu o maior período de tempo, de 2004 a 2010 e lançando 3 álbuns com o selo da gravadora “Nymphetamine”, “Thornography” e “Godspeed on the Devil's Thunder”, que conta a historia de Gilles de Rais, nobre francês, que lutou ao lado de Joana d'Arc contra os ingleses, mas que ficou conhecido por ser um serial killer, e acusado de, entre outros crimes, ter matado centenas de garotos e ter envolvimento com o demônio.

Em abril de 2010 eles deixam a Roadrunner para assinar contrato com uma gravadora independente, Peaceville Records, sendo que a alegação para o rompimento foi que estavam sofrendo restrições e inibições artisitcas por parte da antiga gravadora, achando por bem então procurar uma gravadora independente. Assim no mesmo ano, lançam seu 10º álbum, “Darkly, Darkly, Venus Aversa”, que dessa vez é sobre Lilith, demônio feminino da mitologia judaica.

Recentemente, em outubro de 2011, a banda lança um EP, intitulado Evermore Darkly, que é um complemento do álbum anterior, contendo duas faixas novas "Transmission from Hell" e "Thank Your Lucky Scars".

[Site/MySpace/LastFM]

Release:

Álbum: Invoking the Unclean (Demo)
Ano: 1992

Tracklist:

1.Chewing Your Guts - (2:56)    
2.Circle of Perversion - (6:15)    
3.Loathsome Fucking Christ - (5:42)    
4.Darkly Erotic - (5:44) 
5.Dead Orchestra - (1:41)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: The Black Goddess Rises (Demo)
Ano: 1992

Tracklist:

1.Darkly Erotic - (5:44)     
2.Dawn of Eternity - (6:24)
3.Chewing Your Guts - (2:56)     
4.So Violently Sick - (5:27)     
5.Funeral - (3:41)


Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: Orgiastic Pleasures (Demo)
Ano: 1993

Tracklist:

1.Bleeding In Heaven - (6:16)     
2.As My Stomach Churns - (5:26)    
3.Funeral - (3:46)     
4.Darkly Erotic - (5:41)     
5.Graveyard By Moonlight - (5:49)     
6.So Violently Sick - (5:43)     
7.Foul Winds Threaten - (6:44)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Total Fucking Darkness (Demo)
Ano: 1993

Tracklist:

1.The Black Goddess Rises - (6:26)
2.Unbridled at Dusk - (7:13)
3.The Raping of Faith - (5:44)
4.As Deep as Any Burial - (4:04)
5.Fraternally Yours, 666 - (0:42)

Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: The Principle of Evil Made Flesh
Ano: 1994

Tracklist:

1.Darkness Our Bride (Jugular Wedding) - (2:00)
2.The Principle of Evil Made Flesh - (4:35)
3.The Forest Whispers My Name - (5:06)
4.Iscariot - (2:33)     
5.The Black Goddess Rises - (6:48)
6.One Final Graven Kiss - (2:15)     
7.A Crescendo of Passion Bleeding - (5:30)
8.To Eve the Art of Witchcraft - (5:28)
9.Of Mist and Midnight Skies - (8:10)
10.In Secret Love We Drown - (1:29)     
11.A Dream of Wolves in the Snow - (2:10)
12.Summer Dying Fast - (5:39)
13.Imperium Tenebrarum - (0:49)

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Álbum: Vempire (Or Dark Faerytales in Phallustein) (EP)
Ano: 1996

Tracklist:

1.Ebony Dressed for Sunset - (2:49)
2.The Forest Whispers My Name - (4:40)
3.Queen of Winter, Throned - (10:27)
4.Nocturnal Supremacy - (5:53)
5.She Mourns a Lengthening Shadow - (3:42)
6.The Rape and Ruin of Angels (Hosannas In Extremis) - (8:52)


Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Dusk... and Her Embrace
Ano: 1996

Tracklist:

1.Humana Inspired to Nightmare - (1:24)
2.Heaven Torn Asunder - (7:04)
3.Funeral in Carpathia - (8:24)
4.A Gothic Romance (Red Roses for the Devil's Whore) - (8:35)
5.Malice Through the Looking Glass - (5:31)
6.Dusk and Her Embrace - (6:09)
7.The Graveyard by Moonlight - (2:29)    
8.Beauty Slept in Sodom - (6:32)
9.Haunted Shores - (7:04)



Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: Cruelty and the Beast
Ano: 1998

Tracklist:

1.Once Upon Atrocity - (1:43)    
2.Thirteen Autumns and a Widow - (7:14)
3.Cruelty Brought Thee Orchids - (7:18)
4.Beneath the Howling Stars - (7:42)
5.Venus in Fear - (2:20)
6.Desire in Violent Overture - (4:16)
7.The Twisted Nails of Faith - (6:50)
8.Bathory Aria: Benighted Like Usher... - (11:02)
9.Portrait of the Dead Countess - (2:52)    
10.Lustmord and Wargasm (The Lick of Carnivorous Winds) - (7:30)


Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: From the Cradle to Enslave (EP)
Ano: 1999

Tracklist:

1.From the Cradle to Enslave - (6:34)
2.Of Dark Blood and Fucking - (6:00)
3.Death Comes Ripping (Misfits cover) - (1:56)
4.Sleepless (Anathema cover) - (4:17)
5.Pervert's Church (From the Cradle to Deprave) - (4:55)
6.Funeral in Carpathia (Be Quick or Be Dead version) - (8:07)

Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: Midian
Ano: 2000

Tracklist:

1.At the Gates of Midian - (2:21)
2.Cthulhu Dawn - (4:17)
3.Saffron's Curse - (6:32)
4.Death Magick for Adepts - (5:54)
5.Lord Abortion - (6:50)
6.Amor e Morte - (6:44)
7.Creatures That Kissed in Cold Mirrors - (3:01)
8.Her Ghost in the Fog - (6:23)
9.Satanic Mantra - (0:50)
10.Tearing the Veil from Grace - (8:13)
11.Tortured Soul Asylum - (7:54)

Megaupload/Mediafire/4Shared/Post desse álbum no Ignes



Álbum: Bitter Suites to Succubi (EP)
Ano: 2001

Tracklist:

1.Sin Deep My Wicked Angel - (2:23)
2.All Hope in Eclipse - (6:39)
3.Born in a Burial Gown - (4:46)
4.Summer Dying Fast - (5:21)
5.No Time to Cry (Sisters of Mercy cover) - (3:22)
6.The Principle of Evil Made Flesh - (4:49)
7.Suicide and Other Comforts - (6:58)
8.Dinner at Deviant's Palace - (2:59)
9.The Black Goddess Rises II - (7:22)
10.Scorched Earth Erotica - (7:27)

Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: Damnation and a Day
Ano: 2003

Tracklist:

1.A Bruise Upon the Silent Moon - (2:03)
2.The Promise of Fever - (5:56)
3.Hurt and Virtue - (5:23))       Show lyrics
5.Damned in Any Language (A Plague on Words) - (1:57)
6.Better to Reign in Hell - (6:11)
7.Serpent Tongue - (5:10)
8.Carrion - (4:42)
9.The Mordant Liquor of Tears - (2:35)
10.Presents from the Poison-Hearted - (6:19)
11.Doberman Pharaoh - (6:02)
12.Babalon A.D. (So Glad for the Madness) - (5:39)
13.A Scarlet Witch Lit the Season - (1:33)
14.Mannequin - (4:26)
15.Thank God for the Suffering - (6:13)
16.The Smoke of Her Burning - (5:00)
17.End of Daze - (1:24)

Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: Nymphetamine
Ano: 2004

Tracklist:

1.Satyriasis - (1:41)
2.Gilded Cunt - (4:07)
3.Nemesis - (7:17)
4.Gabrielle - (5:27)
5.Absinthe With Faust - (5:14)
6.Nymphetamine (Overdose) - (9:14)
7.Painting Flowers White Never Suited My Palette - (1:57)
8.Medusa and Hemlock - (4:43)
10.English Fire - (4:45)
11.Filthy Little Secret - (6:15)
12.Swansong for a Raven - (7:08)
13.Mother of Abominations - (7:32)
14.Nymphetamine (Fix) - (5:02)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Thornography
Ano: 2006

Tracklist:

1.Under Pregnant Skies She Comes Alive Like Miss Leviathan - (1:40)
2.Dirge Inferno - (4:53)
3.Tonight in Flames - (5:55)
4.Libertina Grimm - (5:51)
5.The Byronic Man - (5:03)
6.I Am the Thorn - (7:06)
7.Cemetery and Sundown - (5:37)
8.Lovesick for Mina - (7:00)
9.The Foetus of a New Day Kicking - (3:43)
10.Rise of the Pentagram - (7:02)
11.Under Huntress Moon - (6:58)
12.Temptation (Heaven 17 cover) - (3:47)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Godspeed on the Devil's Thunder
Ano: 2008

Tracklist:

1.In Grandeur and Frankincense Devilment Stirs - (2:27)
2.Shat Out of Hell - (5:03)
3.The Death of Love - (7:13)
4.The 13th Caesar - (5:35)
5.Tiffauges - (2:14)
6.Tragic Kingdom - (5:59)
7.Sweetest Maleficia - (5:59)
8.Honey and Sulphur - (5:37)
9.Midnight Shadows Crawl to Darken Counsel With Life - (8:58)
10.Darkness Incarnate - (8:55)
11.Ten Leagues Beneath Contempt - (4:58)
12.Godspeed on the Devil's Thunder - (5:36)
13.Corpseflower - (2:41)  

Megaupload/Mediafire/4Shared/Post desse álbum no Ignes



Álbum: Darkly, Darkly, Venus Aversa
Ano: 2010

Tracklist:

1.The Cult of Venus Aversa - (7:07)
2.One Foul Step From the Abyss - (4:53)
3.The Nun with the Astral Habit - (4:55)
4.Retreat of the Sacred Heart - (3:56)
5.The Persecution Song - (5:34)
6.Deceiving Eyes - (6:32)
7.Lilith Immaculate - (6:12)
8.The Spawn of Love and War - (6:19)
9.Harlot on a Pedestal - (5:09)
10.Forgive Me Father (I Have Sinned) - (4:33)
11.Beyond Eleventh Hour - (7:16)

Megaupload/Mediafire/4Shared



Álbum: Evermore Darkly (EP)
Ano: 2011

Tracklist:

1.Transmission from Hell - (2:05)     
2.Thank Your Lucky Scars - (4:52)    
3.Forgive Me Father (I Have Sinned) - (4:21)     
4.Lilith Immaculate - (8:11)     
5.The Persecution Song - (5:43)     
6.Forgive Me Father - (6:27)     
7.The Spawn of Love And War - (6:23)     
8.Summer Dying Fast - (5:22)

Megaupload/Mediafire/4Shared


quarta-feira, 17 de agosto de 2011
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Vociferatus - Blessed By The Hands Of Flames

0 comentários
Gênero: Blackned Death Metal
País: Brasil
Ano: 2011
Comentários: Vociferatus é uma banda carioca formada em 2008 que até este ano só tinha lançado uma demo. Blessed By The Hands Of Flames é o primeiro EP da banda, produzido por Felipe Eregion da banda Unearthly. Lançado de forma independente, o pessoal liberou pra nozes o link deles mesmo para o download do EP, e aqui vos trago.

Bom, claramente este é um disco que não tem muitas novidades no gênero - mas isso não quer dizer que soe necessariamente genérico - e portanto vai agradar os fãs mais ortodoxos da porradaria extrema. As influencias que pude notar ao ouvir o disco foram de bandas como Marduk e Belphegor (especialmente nos vocais de Pedrito Hildebrando, que são um dos pontos fortes do disco, graves e bem postados lembrando os guturais do grupo austríaco). O som da banda pode ser esmiuçado entre o ritmo extremamente rápido da bateria de Augusto Taboransky, totalmente direcionados ao Black Metal, exceto na última faixa em que se dá o luxo de ser mais cadenciada (provocando inclusive um feeling incrível, Warpath é a melhor faixa do EP) e as guitarras da dupla Luiz Mallet e Maria Fernanda Cals que apostam essencialmente em tremolos rápidos, outra característica Black Metalística, no entanto feitos de uma forma notavelmente presente em bandas como o já citado Belphegor e os poloneses do Behemoth. E esses dois elementos contrastam de forma harmônica com os vocais de Pedrito, estes sim totalmente direcionados ao Death Metal. O baixo de Lucas Zandomingo também não deixa a desejar, acompanhando toda a porradaria das faixas com uma base bem postada. Como dito anteriormente, a melhor faixa na minha opnião do disco é Warpath, seguida de perto pela To Seal With Blood, que apesar de mais tradicional, consegue cativar.

No entanto como nem tudo são flores e eu sou chato pra cacete, reparei uma coisa que me irritou ao longo do EP que foi a bateria estourando por cima dos outros instrumentos. Neste estilo acho que o peso dos riffs fazem muita diferença, e em alguns momentos os vocais e a bateria eram praticamente os únicos instrumentos claramente definidos. Claro que por ser uma produção independente, o trabalho ficou realmente excepcional, mas vale dar uma atenção especial para não abafar demais os riffs nos próximos lançamentos.

Vale dar uma conferida no trabalho dos caras, por que apesar de não ser nada inovador, possui um caráter de peso e brutalidade aliados a uma tentativa sempre presente de não cair no mesmismo nítida, no entanto sempre tentando agradar aos amantes da música rápida, pesada e direta. Certamente os próximos trabalhos virão com mais personalidade, característica essencial para uma banda no nicho musical tão abarrotado de bandas idênticas. E quando sair o físico, tomem vergonha na cara e comprem, que aliás possui um belíssimo trabalho gráfico, creditado no encarte (incluso) ao vocalista Pedrito Hildebrando, mandou bem.

Reverbnation / Myspace / Facebook

Tracklist:

1. Blessed By The Hands Of Flames
2. To Seal With Blood
3. Warpath

Links

Mediafire 




PS: Os gritinhos de "Gostoso!" óbviamente são pro Mallet.
sábado, 9 de abril de 2011
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Folge Dem Wind - Inhale The Sacred Poison

1 comentários

Gênero:
Pagan/Death/Black Metal
País: França
Ano: 2011
Comentários: Teoricamente, Folge Dem Wind é uma banda do chamado Pagan Black Metal, estilo caracterizado pela temática relacionada à natureza, xamanismo, ritos pagãos e aos ancestrais da maioria das bandas desse estilo; os europeus que viveram por lá mesmo antes da Idade Média. Musicalmente, geralmente esse rótulo vem acompanhado de vocais mais esguelantes que o habitual, algumas vezes até uns coros épicos e levadas cadenciadas no meio da porradaria toda. Nesses pontos acima citados, a banda não foge em nada do estereótipo do estilo. No entanto, o que temos aqui não é então uma mudança no estilo, mas uma extrapolação da suas características. Se após ler essa descrição o que veio na sua cabeça foi algo rápido, épico e quase folk, esqueça, pois o que título do álbum demonstra bem o caráter do disco como um todo: uma viagem alucinógena usando como mote a atmosfera pagã e como veículo o Black Metal.

Os vocais são esguelados sim, mais que rasgados e bem mais profundos que guturais. No entanto, se deixam variar bastante no decorrer do álbum entre esse padrão mais comum e pegadas mais fortes, com grandes tendências ao Death Metal. As guitarras são o show a parte do disco. Sabe aquela falta de compromisso com as escalas, aquele desrespeito com a progressão melódica natural? Por mais que pareça estranho, essa quase desafinação constante nos riffs da banda são o maior trunfo dos caras ao passar uma sensação praticamente psicodélica com levadas que começam melódicas e terminam totalmente atonais. Claro que temos muitas passagens acústicas no meio da bagunça, pra criar ainda mais aquele feeling de estar ouvindo isso no meio de uma floresta intocada. A bateria é cadenciada, mas mostra uma queda fenomenal ao Black/Death Metal quando, digamos, exposta a guitarras mais pesadas. O baixo é outro grande diferencial do grupo, que o coloca como destaque encima dos outros instrumentos em momentos totalmente inesperados.

Em suma, o álbum é uma pérola vinda de um estilo sempre prolífico mas que tem a tendência enorme de cair num clichê. Inhale The Sacred Poison é um veneno alucinógeno e viciante que surpreende qualquer fã de Black Metal pela sua incrível espontaneidade musical. Vale a pena experimentar.

Tracklist:

1.     Inhale The Sacred Poison     09:21    
2.     Of Blood and Ether     04:55    
3.     Behind The Grey Veil     07:07    
4.     Through the Eye of the Immortal     06:28    
5.     Of Reptilian Fires     05:08    
6.     Awakening in Unity     07:20    
7.     Of Primordial Whirlwind     03:19    
8.     Of Bloody Hands and Mocking Stars     06:20

Links:

Mediafire (link enviado pelo leitor Wendell, valeu mesmo cara!)
Megashare


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
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Agalloch - Marrow Of The Spirit

4 comentários

Gênero: Dark Metal, Dark Folk
Ano: 2010
País: E.U.A.
Comentários: Esta ai, album fresquinho do Agalloch. É uma banda que realmente dispensa comentários, uma das bandas mais geniais do estilo que mescla perfeitamente elementos do folk e do black, e em albuns anteriores tinha músicas que te deixavam chapado tal era a atmosfera das músicas. Eu sinceramente não gostei muito deste albúm, ele ficou bem puxado para um lado mais black, ainda não perdendo a sua essência, mas ficou significantemente mais pesado. Mesmo assim, era um dos albuns mais esperados deste ano, e para os fãs da banda vale o download.

tracklist:

01 - They Escaped the Weight of Darkness
02 - Into The Painted Grey
03 - The Watcher's Monolith
04 - Black Lake Nidstång 
05 - Ghosts Of The Midwinter Fires
06 -  To Drow

links: megaupload/ fileserve/ rapidshare/ sendspace.  
domingo, 31 de outubro de 2010
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Darkthrone - Circle The Wagons

0 comentários
Gênero: Black Metal, Black/Death
Ano: 2010
País: Noruega

Comentários: Segue aqui a minha primeira contribuição para o tr00 day. Se você gosta do rumo que Darkthrone tomou, Circle The Wagons é uma continuação do caminho que a dupla tomou desde que The Cult Is Alive foi lançado, mais especificamente, estilisticamente, é um seguimento direto para Darkthrone e Black Flags. “Circle The Wagons” é descrito como um disco que mistura metal/speed-metal e punk. Tá aí, espero que gostem!

Myspace
Site

Tracklist:
01. Those Treasures Will Never Befall You
02. Running For Borders
03. I Am The Graves Of The 80s
04. Stylized Corpse
05. Circle The Wagons
06. Black Mountain Totem
07. I Am The Working Class
08. Eyes Burst At Dawn
09. Bränn Inte Slottet

Download
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Warfare Noise - I, II e III

3 comentários
Gênero: Thrash/ Death/ Black Metal
País: Brasil (Minas Gerais)
Anos: 1986, 1988 e 1990

Comentário:
Na verdade, Warfare Noise não se trata de uma banda, mas sim o nome dado a esta coletânea/split que teve um papel importante  na história do metal nacional.
Produzido pela Cogumelo Records, teve o lançamento de sua primeira versão (Warfare Noise I) em 1986 com o objetivo de mostrar ao país, ou mesmo, ao mundo, a força da cena metálica de Minas, que inclusive é considerada a capital do heavy metal no Brasil, ou a maior representante, enfim.

Warfare Noise I teve a participação das bandas Chakal, Mutilator, Sarcófago e Holocausto. Um misto de  bandas em ascensão e com sonoridades entre o thrash, o death e o black metal. Material este remasterizado e  lançado no formato Digipack em 2007.
Mas até aqui tudo bem, o "problema" é que não sabia da existência das demais versões desta coletânea, e tive de pesquisar e baixá-la também.

Em sua segunda versão, intitulada Warfare Noise II, trouxe as bandas Witchhammer, Mayhem (a brasileira, claro), Megathrash e Aamonhammer — Isso em 1988. Dois anos depois, em 1990, chega o Warfare Noise III, a terceira e última parte deste split, desta vez as bandas a participarem foram Razeforce, Grey Flow, Butcher e Disease.

A primeira versão deste material foi mencionado no documentário "Ruído das Minas" — lançado em 2009 e disponibilizado de graça no MySpace oficial do doc.

Warfare Noise é realmente um material para os apreciadores saudosistas e que não importam tanto com a precariedade de sua produção, ou mesmo da forma — muitas vezes imatura — de fazer música destes caras.

Por imaturidade, fica a atenção sobre as letras e "ideais" fajutos de garotos que gostavam de brincar de satanismo, ou mesmo, não ligavam para tais rótulos, usando-os em sua músicas sem um pingo de eufemismo. Assim sendo, das bandas que restaram (algumas chegaram a fazer apenas uma demo) várias deixaram essa besteira de lado e realmente se comprometeram a fazer música por música, sem politicagem ou ideais extremistas... outras nunca aprendem.



Warfare Noise I
Tracklist:
Chakal
1. Cursed Cross 05:56
2. Mr Jesus Christ 04:43
Mutilator (Bra)
3. Believers of Hell 02:59
4. Nuclear Holocaust 03:31
Sarcófago
5. Recrucify / The Black Vomit 04:55
6. Satanas 02:01
Holocausto (Bra)
7. Destruição Nuclear 03:24
8. Escarro Napalm 03:13

Download: Megaupload//Rapidshare//Easyshare//MirrorCreator(outros)


Warfare Noise II
Tracklist:
Witchhammer (Bra)
1. Weekend In Auschwitz 06:08
2. Degradation Process Rad 03:16
Mayhem (Bra)
3. Brain Mutilation Wardeath 05:52
4. Insane Minds 04:16
Megathrash
5. Desire by Kill 06:51
6. End 03:26
Aamonhammer
7. The Decaptator 03:54
8. B.O.D.E. 03:50

Download: Megaupload//Rapidshare//MirrorCreator(outros)


Warfare Noise III
Tracklist:
Razeforce
1. Death For All 04:25
2. Those Who Kill Be Killed 03:06
Grey Flow
3. Toward Destiny 05:10
4. Childhood Illusions 04:52
Butcher (Bra)
5. Frontier of Chaos 05:02
6. Quest 03:21
Disease (Bra)
7. Schewy 04:15
8. Disease 03:54

Download: Easyshare//Megaupload//Rapidshare//MirrorCreator(outros)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
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Akercocke - Words That Go Unspoken, Deeds That Go Undone

1 comentários

Gênero: Black/Death Metal Progressivo
País: Inglaterra
Ano: 2005

Comentários: Akercocke é uma banda inglesa, de Londres, marcada por contrastes espetaculares. Primeiro, o visual aristocrático da banda, que mesmo sendo uma banda de Black Metal não passa nem perto dos corpse paints, usando no palco ternos, gravatas borboleta, suspensórios e outros trajes típicamente do séc. XIX e início do séc. XX. Além disso, o contraste musical entre um som extremamente pesado como o Black/Death e toques progressivos de extremo bom gosto, sempre regados a uma temática altamente satânica, blasfema e obscena. Akercocke é uma daquelas bandas que você nunca sabe o que pode esperar na próxima música, embora saiba que vai ser uma coisa excelente. Como dito acima, a banda usa e abusa da porradaria do Black/Death com tudo que tem direito: Blast Beats, vocais rasgados, tremolos de guitarra, mas suavemente transforma tudo isso em leves melodias acústicas (mas não menos obscuras) e vocais limpos, com influência direta do progressivo setentista de bandas como King Crimson. Esculachantemente boa banda, upada a pedidos de 'coisas a nível de Opeth' que rolou na Cbox antes da mudança de layout. (viu, eu não apaguei a Cbox sem ler antes!)

Página Oficial
MySpace

Tracklist:
1.Verdelet04:45
2.Seduced04:40
3.Shelter From the Sand10:40
4.Eyes of the Dawn04:41
5.Abbadonna, Dying in the Sun01:20
6.Words That Go Unspoken (Part 1)05:12
7.Intractable (Words That Go Unspoken Part 2)03:56
8.Seraphs and Silence04:44
9.The Penance04:32
10.Lex Talionis03:29

Download (mediafire)

quinta-feira, 1 de julho de 2010
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Graveworm - Discografia

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Gênero: Melodic Black/ Dark Metal
País: Itália/Alemanha

Biografia: Graveworm assinou por Serenades Records em 1997, a publicação seu primeiro EP, Eternal Winds, naquele mesmo ano. Durante seu primeiro tour acompanhou-lhes Crematory, Therion e Lake of Tears, a banda promoveu o álbum When Daylight's Gone.
Em 1998 publicaram o EP Underneath The Crescent Moon destacando a Sarah Jezebel Deva (Cradle of Filth, Therion) na canção "Awake...Thy Angels Of Sorrow." Graveworm também tocou no Wacken-Open-Air (Alemanha) com bandas como Children of Bodom, Cradle of Filth e Vader.
Seu segundo álbum As The Angels Reach The Beauty foi terminada em 1999, e seguida por um tour europeu com Agathodaimon. O Scourge of Malice foi publicado em 2001, o que permitiu à banda seu primeiro tour de headliner junto com Dornenreich, Vintersorg e Darkwell. Em 2002, eles se mudaram ao selo alemão Nuclear Blast Neste ponto, Didi Schraffel (baixo) abandonou a banda e Harry Klenk (guitarra) foi substituído por Eric Treffel.
Junto com Righi, eles produziram Engraved in Black, que foi terminado em 2003, e melhorado de Losing My Religion de R.E.M.. Um pouco depois de sua publicação, Stefan Unterpertinger (guitarra) marcha-se e Lukas Flarer une-se à banda. Também, Harald Klenk, o antigo guitarrista e agora o bajista, voltou à banda.
Em 2004, Graveworm tocou em "X-Mas Festival Tour" juntos com Destruction, Kataklysm e muitos outros. Martin Innerbichler (batería) tomou-se um descanso para estudar e foi substituído por Moritz Neuner (dantes em Darkwell e o batería de Shadowcast.)
O álbum mais recente da banda Collateral Defect publico-se no 2007.
Lukas Flarer (guitarra) foi-se da banda por motivos pessoais e tem sido substituído por Orgler "Stirz" Thomas.
Em 2006, Graveworm empreendeu uma viagem por norteamerica com Kataklysm, Destruction, The Absence e Vader.

Comentário Forbidden: Graveworm é uma das bandas q eu mais gosto, inclusive me surpreendo muito de não ter postado nenhum álbum deles até hoje no blog. Suas música possuem uma atmosfera q poderia se dizer gótica, mas os vocais do Stefan , guturais muito graves, e guturais muito agudos (carinhosamente apelidado de pato donald), deixam o som mais próximo do Black Metal sinfônico, como Dimmu Borgir e Cradle Of Filth, influências confessas da banda. Nos últimos álbuns , o graveworm ainda possui uma forte base no Death Metal, com riffs pesados e no último álbum especificamente vocais limpos. Além disso, o outro diferencial da banda é o costume de fazer covers de bandas famosas, como Iron Maiden, Type O Negative, REM, Helloween e outros. Enfim, recomendo aos novos em graveworm o álbum q mais gosto deles, Scourge Of Malice, ou o também excelente Engraved In Black.


Comentário Damien Willis: Faço das palavras do Forba as minhas, mas recomendo também os albuns mais recentes, os primeiros me parecem faltar algo, principalmente os 2 primeiros, e eu diria que o Engraved In Black é um de meus favoritos, mas também o (N)Utopia, apesar de ser um álbum mais "acessível" ...então vamos pular para a parte das informações:
Todos os links foram reupados, porém somente os álbuns, deixei os EPs, demos e compilações de lado. Alterei algumas coisinhas também, já que o post era antigo (03/09/07), e tinha coisas fora das "regras".
E por último, só estou escrevendo este mini aviso porque é minha primeira "restauração" [na época que escrevi este comment] de posts, nos demais só escreverei algo se achar necessário.
Bons downloads!

MySpace//Site

Membros atuais:
Stefan Fiori - voz (1997)
Sabine Mair - teclado (1997)
Maschtl Innerbichler - batería (1997)
Harry Klenk - guitarra (1997)
Eric Righi - guitarra (2001)
Orgler Thomas - guitarra (2005)

Membros antigos:
Lukas Flarer - guitarra (2003-2005)
Stefan Unterpertinger - guitarra (1997-2003)
Didi Schraffel - baixo (1997-2001)
Eric Treffel - guitarra (2001)

Discografia:
  • 1997 - Demo 97' [Demo]
  • 1997 - Eternal Winds [EP]
  • 1997 - When Daylight's Gone
  • 1998 - Underneath The Crescent Moon [EP]
  • 1999 - As Angels Reach The Beauty
  • 2001 - Scourge Of Malice
  • 2003 - Engraved In Black
  • 2005 - (N)Utopia
  • 2007 - Collateral Defect
  • 2009 - Diabolical Figures

1997 - When Daylight's Gone
Tracklist:
1. Awake 06:26
2. Lost Yourself 05:33
3. Far Away 07:24
4. Eternal Winds 05:11
5. Dark Silence 01:29
6. Tears from My Eyes 04:11
7. When the Sky Turns Black 04:56
8. Another Season 05:15
9. Aeons of Desolation 04:07
Mediafire

1999 - As Angels Reach The Beauty
Tracklist:
1. A Dreaming Beauty 07:18
2. Portrait of a Deadly Nightshade 04:16
3. Ceremonial Requiem (Instrumental) 03:03
4. Nocturnal Hymns 07:36
5. Behind the Curtain of Darkness 04:52
6. Pandemonium (Instrumental) 02:05
7. Prophecies in Blood 05:44
8. Into the Dust of Eden 05:21
9. Graveyard of Angels (Instrumental) 02:02
Mediafire

2001 - Scourge Of Malice
Tracklist:
1. Dreaded Time 01:46
2. Unhallowed by the Infernal One 06:01
3. Abandoned by Heaven 06:08
4. Descending into Ethereal Mist 06:46
5. Threnody 04:30
6. Demonic Dreams 07:23
7. Fear of the Dark (Iron Maiden cover) 08:47
8. In Vengeance of Our Wrath 05:55
9. Ars Diaboli 01:11
10. Sanctity Within Darkness 05:22
Mediafire

2003 - Engraved In Black
Tracklist:
1. Dreaming into Reality 07:03
2. Legions Unleashed 05:29
3. Renaissance in Blood 03:42
4. Thorns of Desolation 04:10
5. Abhorrence 04:50
6. Losing My Religion (REM cover) 04:24
7. Drowned in Fear 04:49
8. Beauty of Malice 05:25
9. Apparition of Sorrow 02:04
Mediafire

2005 - (N)Utopia
Tracklist:
1. I - The Machine 04:39
2. (N)Utopia 04:13
3. Hateful Design 04:01
4. Never Enough 04:13
5. Timeless 04:37
6. Which Way 05:32
7. Deep Inside 02:17
8. Outside Down 04:47
9. MCMXCII 04:35
Mediafire

2007 - Collateral Defect
Tracklist:
1. Reflections 02:28
2. Bloodwork 03:30
3. Touch of Hate 03:09
4. Suicide Code 03:52
5. The Day I Die 05:11
6. Fragile Side 04:20
7. I Need a Hero (Bonnie Tyler cover) 04:33
8. Out of Clouds 03:54
9. Scars of Sorrow 03:54
10. Memories 06:16
Mediafire

2009 - Diabolical Figures
Tracklist:
1. Vengeance Is Sworn 04:17
2. Circus of the Damned 05:58
3. Diabolical Figures 04:54
4. Hell's Creation 04:04
5. Forlorn Hope 06:27
6. Architects of Hate 04:06
7. New Disorder 03:09
8. Message in a Bottle (Police cover) 04:16
9. Ignoreance of Gods 04:56
10. The Reckoning 02:14
Mediafire

Quem escreve e faz os uploads:

 
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Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.