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segunda-feira, 4 de março de 2013
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Centhron - Asgard

8 comentários
Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário: É foda você ser apaixonada por um gênero em que 80% do que produzem é uma merda! E nem me venham dizer que as batidas dessas bandinhas de Metal Agrário (Aggrotech) incendeiam uma pista de dança! Reconheço que uma ou outra música é "inflamável", contudo, não dá para juntar música a música e fazer uma playlist de determinada banda/projeto! Sou chata para com música eletrônica e, sendo bem sincera, é o tipo música que geralmente não aguento ouvir um álbum inteiro de tanta mesmice que tende a ser.

Penso na raridade que é encontrar e ouvir um álbum como Asgard. Era esperável uma batida dançante nesse álbum, haja vista que se trata de Centhron, a banda que mais protagonizou vídeos no Youtube de Industrial Dance no mundo ocidental! Contudo, devo ressaltar que a qualidade desse álbum vai muito mais além do que simples músicas dançantes (e puta que pariu, bota dançante nisso!)...

Asgard é a morada dos deuses nórdicos e, na faixa de mesmo nome, é nítida a exclamação instigante a Odin. A capa do álbum, devo ressaltar, foi o que me chamou atenção a princípio. Pensei "Nossa, parece jogo de RPG!". A ironia (ou não... vai saber!) é que se você ouvir o álbum e imaginar lutas contra monstros, zumbis, alienígenas, robôs ou seja lá o que for que tenha invadido a Terra e transformado-a em um grande buraco escuro e levando à extinção a raça humana... Bem, você chegará a conclusão de que não é uma teoria absurda, pelo contrário... Parece mesmo uma aventura trevosa musicada (e as foderosas fotos promo desse álbum provam isso)!

Eu disse que as músicas eram dançantes. A diferença é que TODAS as músicas são dançantes (exceto a último, pois é o pronunciamento misericordioso da batalha e do campo de carnificina e do odor da morte!)... Vocais rasgados, samplers, efeitos sonoros, brutalidade eletrônica; se você ligar seu corpo junto ao play das músicas, você terá de aguentar firme e não infartar! No mínimo, Asgard é para quebrar o pé dançando ou matando algumas criaturas!

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Tracklist:
01. Fuck Off And Die
02. Viking
03. Zombie Nazi Babe
04. Dr. Fuck You
05. Cyberlady
06. Slutbutt
07. Lamia
08. Panzerfaust Tyr
09. L’etat C’est Moi
10. Asgard
11. Ich Bin Ein Gott
12. Draugr
13. Untitled (Bonus Track)

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sábado, 7 de janeiro de 2012
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FGFC820 - Law & Ordnance

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Gênero: Aggrotech, Dark Electro, EBM, Industrial
País: EUA
Ano: 2008

ComentárioConsiderados o resgate puro de um puta som de qualidade com letras que fazem jus à cena Industrial, FGFC820 é um projeto formado por dois Dj’s velha-guarda no meio das musiquinhas darquis eletrônicas: Rexx Arkana e Dräcos; o primeiro trabalhou nada mais nada menos com bandas como Ministry e Skinny Puppy, além de ter apadrinhado VNV Nation, Apoptygma Berzerk entre outros; o segundo trabalhou com a desconhecida Disciples of Astaroth. 

Militarismo musical e visual; com batidas agressivas, dançantes e galhofagens que se contrapõem junto a vocais rasgados, guturais e aqueles samplerzinhos para não quebrar a tradição. Há uns nuances de leveza eletrônica para incrementar − e fazer você recordar de música eletrônica de gente normal − e até mesmo um declínio terrorista na sonoridade − para fazer você lembrar que este som não é para qualquer um!

Eu devo dizer que sou muito chata para música, principalmente eletrônica e mais ainda quando se trata de Aggrotech. Gosto do que é dançante, daquilo que põe fogo em uma pista de dança anunciando o Apocalipse, do terror que me faça querer quebrar as coisas e/ou matar alguém, com letras (é, eu gosto de LETRAS mesmo... nada de samplers forever) cantadas em vocais no mínimo audíveis. Então, quando eu encontro algo desse naipe aqui, eu só falto chorar! Sendo assim, se você se identificou até aqui, pára de ser cabeçudo e me faz esse favor: Baixa isso... Sério!...

Tracklist:
01. Hello, Baghdad
02. Democracy
03. Killing Fields
04. Resolution 6
05. Ich Bin Ein Ausländer
06. Vengeance
07. Momentum
08. Resolution 7
09. Emotion
10. Forsaken
11. Not the World I Remember
12. Resolution 8
13. Dream for Tomorrow
14. The Heart of America

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Combichrist - Discografia

10 comentários
Gênero: Aggrotech, EBM, Industrial, Dark Electro
País: Noruega

Comentário: Conquanto até os dias atuais e com a explosão absurda de bandas/projetos tidos como Aggrotech/Harsh EBM/Terror EBM ou ainda Metal Agrícola (Arkangel mode: ON); os puros-sangues permanecem a negar a existência deste subgênero, chamando-o apenas de Dark Electro. O fato é que se existe Aggrotech ou não, isso não importa. Contudo, em minha opinião e na de muitos outros, uma de suas maiores expressividades mundiais se encontra neste projeto chamado Combichrist.

Vindo das frias terras do Metal Extremo e igrejas queimadas por adoradores de Satã/Odin; Combichrist foi formado em 2003 por Ole Anders Olsen, mais conhecido como Andy LaPlegua. O nome veio de uma zine de Hardcore dos anos 90 na qual Andy participava. Andy ficou conhecido, sobretudo, devido sua fundamental participação na banda Icon of Coil, na qual ele fundara primeiramente como projeto e posteriormente esta se tornara uma banda.

Combichrist já existia ideologicamente mesmo quando Andy ainda fazia parte do I.O.C.; contudo só fora assumido e modelado de fato com o lançamento do primeiro álbum, em 2003, intitulado The Joy Of Gunz. Devido a maior liberdade de Andy em poder fazer tudo o que quisesse (o que já não acontecia em sua antiga banda), este álbum já trazia um gostinho do que seria Combichrist. Os álbuns que viriam a seguir apenas reforçavam de maneira estrondosa a liberdade doentia que Andy sentiu neste projeto.

Suas músicas possuem o tom da destruição, com letras sujas sobre perspectivas anti-humanistas de tom sarcástico, irônico, em agressividade tátil e instigadora; sobre batidas eletrônicas que beiram o apocalipse. Ultraviolento e pejorativo, no sentido pornográfico e ofensivo, este é o tipo de som não recomendado para os fracos de ouvido e coração, pois não dá para ouvir com volume baixo e, mais que isso, é necessário um tremendo autocontrole para não quebrar tudo enquanto se ouve as músicas!

P.S.: O videoclipe da música Throat Full Of Glass, o qual parece um curta, do album Making Monsters, possui duas versões uma light e outra pesada; a que está como amostra é a versão pesada, porque nós do Pignes gostamos de violência cinematográfica, muito sangue falso e mulheres seminuas, peitudas e tatuadas!

domingo, 25 de setembro de 2011
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Aesthetic Perfection - Close to Human

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Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: E.U.A.
Ano: 2005

Comentário: É, meus queridos, eu sei que vocês estavam com saudades das desgraceiras eletrônicas com todo o seu caráter homicida e estética Mortal Kombat. Então, para exorcizar um pouco esse clima pacífico que se alastrou pelo blog, venho cá com Aesthetic Perfection: projeto criado pelo produtor puta gostoso Daniel Graves em 2000. E como sina de vários artistas que desbravam as obscuras terras eletrônicas: está há anos na ativa, com pouquíssimos álbuns (neste caso, apenas três) e fazendo eternos revivais de suas músicas...

Close to Human é um álbum dualista, onde o que coexiste é a composição eletrônica para gostos de certo modo distintos: vocais rasgados, ácidos, verminosos, que nitidamente tendem para o terror, sobre uma sonoridade que recebe tanta influência de synths externos que acaba sendo "leve". Além de, em determinados momentos, as músicas adentrarem um clima mais lento, onde você jura que acabou o álbum, mas eis que repentinamente as músicas dançantes voltam, depois somem e voltam e...

Enfim, com letras que abordam o lado obscuro da mente humana e uma capa que, vá, você também achou interessante, confesse!, Close to Human é uma espécie de foda longa: no fim te deixará ofegante, mas você sempre quererá mais. Amém!

Tracklist:
01. Human
02. Architect
03.Fix
04. Relapse
05. I belong to you
06. Overcast
07. Coward
08. Surface
09. Ersatz
10. Sacrifice
11. Reset




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sábado, 13 de agosto de 2011
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Patenbrigade Wolff - Demokratischer Sektor

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Gênero: Trance, Techno, House, EBM, Industrial, Dark Electro, Aggrotech, Synthpop, Noise, Psy, e os caralhos... e...???...
Ano: 2008
País: Alemanha

Comentário: Demokratischer Sektor é um álbum deveras estranho, sobretudo, na sequência e na gororoba das músicas! Neste Setor Democrático googletradutor mode: ON da música eletrônica, cada música segue − de certa forma − um gênero eletrônico. Por exemplo, Maurerradio (Old School Retro Club Mix) tem uma batida mais EBM/Industrial; Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx já segue algo mais Aggrotech; Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds) é mais Dance/Futurepop; Demokratischer Sektor (PVD Club Remix) tende para o House/Trance/Techno, com uma sonoridade bem mais leve e dançante como aquelas que encontramos comumente em festas de música eletrônica; Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew) é mais Noise e por aí vai.

Realmente não sei se, de fato, o Patenbrigade Wolff resolveu unificar boa parte dos gêneros eletrônicos em apenas um álbum, contudo, posso afirmar que este álbum conseguiu atingir diversas preferências eletrônicas por mais antagônicas que fossem, ainda que com tão-somente uma música para cada gosto... e, claro, é bem dançante!



Tracklist: 
01. Maurerradio (Extended Version)
02. Sendersuche 1
03. Stalinallee
04. Sendersuche 2
05. Demokratischer Sektor (Blutfuss Club Remix)
06. Schusswechsel
07. Die rote Fahne faellt
08. Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew)
09. Demokratischer Sektor (PVD Club Remix)
10. Turmdrehkran (Extended Version)
11. Maurerradio (Old School Retro Club Mix)
12. Mit jedem sender informationen
13. Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds)
14. Turmdrehkran (PVD Club Remix)
15. Ostberliner Bauarbeiter (Club Mix)
16. Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx
17. Krantransport feat. Sarah Noxx
18. Schadenshoehe unbekannt
19. Karl Eduard von Schnitzler
20. Maurerradio (Remix by leserotique)




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sábado, 2 de julho de 2011
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Code : Red Core - Caution [single] + Infektus Vendetta

1 comentários
Gênero: Aggrotech/Industrial/EBM/Cybergoth/Powernoise
País: São Paulo - Brasil
Ano: 2011


Comentário: Quando um artista se propõe a fazer projetos musicais dos quais seguem uma linhagem semelhante ou que estão, de certa forma, no mesmo “nível”; indubitavelmente, há a comparação entre eles. Não é diferente com Code : Red Core, haja vista que este é um dos projetos de uma das figurinhas já carimbadas por aqui: Rodrigo Albuquerque, mais conhecido como Gothic Guy, sob cujo pseudônimo lançou um EP ano passado: Toxic Candy (Bicth).

O fato é, se criada raízes ou não, Code : Red Core se difere de um jeito ou de outro não apenas do projeto anterior, como dos próprios álbuns entre si (ex: Caution é bem mais singelo por ter apenas uma música e, no entanto, nesta única música há relativamente mais elementos sonoros externos do que as outras músicas do álbum Infektus Vendetta, algo que torna a idéia de algum modo mais completa).

Uma das características mais evidentes desse artista se encontra na agressividade dançante das músicas incorporadas a determinadas idéias. Em Code : Red Core, por exemplo, não há espaço para sedução (quiçá até haja, isso depende muito do seu desequilíbrio mental); nele, evidencia-se o terror, trazendo características altamente fuckin' rivets, indo do “instrumental” introspectivo que causa suspense e angústia às batidas fortes de eletrônico que te arrebatam para uma atmosfera de adrenalina (às vezes os dois elementos na mesma música!). E, para finalizar, vocais verminosos/rasgados ca(o)ntam a história desse projeto que muito bem poderia ser trilha sonora de alguma saga que começasse a partir do isolamento de determinada área com faixas contendo o símbolo de BIOHAZARD.


Caution (2011)
Tracklist:
01 - Caution
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Infektus Vendetta (2011)
Tracklist: 
01. Intoxication
02. Radiation Effects
03. Presage
04. Infektus Vendetta
05. Deception
06. Fuck Resonance
07. Preconception
08. Virus.exe (Over Mind)
09. The World Behind The Gas Mask
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
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Nurzery Rhymes - Injections

4 comentários
Gênero: Aggrotech/Industrial/EBM
Ano: 2006
País: Alemanha

Comentário: Banda formada em 2000 a partir de uma performance!
Injections é o seu primeiro álbum e essencialmente traz influências de Dawn of Ashes, Grendel e Psyclon Nine; então vamos analisar os requisitos de Nurzery Rhymes:

- Vocais rasgados e/ou distorcidos, onde você pensa que estão matando um porco?
Confere.

- Intenso? Perturbador?
Confere.

- Exaltação de Ultra-violência?
Confere.

- Utilização de gritos, lamúrias, desespero, dor?
Confere.

- Sonoridade cibernética com batidas aterrorizantes?
Confere.

- Os membros usam máscara de gás, roupa de Mortal Kombat − com ou sem sangue −, cyberlox e/ou tem cara de psicopata?
Confere.

Então, para mim, está tudo certinho... Vou colocá-la na categoria: “Somzinho bem nojento e verminoso, do jeito que meu pupilo sumido Neylor Guerra e o ObersturmführerForbão gostam”...

Logo, este post é dedicado a eles!


Tracklist
01. Injection Fear
02. Alphaomega
03. Through Your Eyes
04. One Of The Dead
05. Injection Hate
06. Love Is A Game
07. Sick Little Bitch
08. All You Liars
09. Injection Believe
10. Messiah (Heretical Rmx)
11. The Bloodprince
12. Rotten
13. Injection Death



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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
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Grendel - Soilbleed [EP]

1 comentários
Gênero: EBM/Industrial/Aggrotech
Ano: 2005
País: Holanda

Comentário: Fundada em 1997, só que com outro nome, após a ruptura da formação original da banda, os integrantes remanescentes buscaram na lenda/poema épico de Beowulf que data do século XI, a origem do nome da banda.

Grendel é, segundo esta lenda, um monstro sanguinário e um dos três oponentes derrotados por Beowulf no poema. As descrições de Grendel são poucas no poema, no entanto, ele é mencionado como um descendente diabólico de Caim (aquele da Bíblia, velho testamento, que matou o irmão e blá blá blá). Também há uma possível ligação dessa criatura aos trolls da Mitologia Nórdica. <-- Perfeito para os seguidores de Odin de plantão! \o/ Enfim, vocês conhecem essa história, pois, ao contrário de mim, vocês assistiram ao filme! u.u De fato, o caráter raivoso e destrutivo de Grendel (a criatura) tem muito a ver com Grendel (a banda). O som não poderia ser menos desgraceira que um nome com um significado tão simbólico e mais ainda quando os integrantes possuem, como nicks, letras maiúsculas misturadas com números: VLRK, M4RC e MRKO (altamente ELETRONIC FUCKIN' CYBER!).

Os vocais estão naquela escala progressiva e oscilatória de/entre limpeza e rasgação extremada. Claro, um pouco de sobreposição vocal para não quebrar a tradição, a clássica contagem regressiva para o apocalypse bélico/militar também está presente e, para fechar o pacote, uma puta batida eletrizante em cima.
Ah, sim, Soilbleed é um álbum decrescente (após 6 músicas de ápice, vem uma baladinha para relaxar) como um orgasmo!

Post dedicado ao Obersturmführer Forbidden.


Tracklist:

01. Soilbleed (V.3)
02. Interrogation Leash
03. Zombienation (V.2K5)
04. Aspiration Feed
05. Soilbleed (Agonoize Remix)
06. Soilbleed (Obszoen Geschoepf Remix)
07. Dream II (Feat. Ordo Rosarius Equilibrio)



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sábado, 25 de setembro de 2010
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Dawn of Ashes - Sacred Fever

2 comentários
Gênero: EBM/Industrial/Aggrotech
Ano: 2005
País: EUA

Comentário: Respondendo ao pedido informal de N. Guerra: Sim, eu conhecia, entretanto, apenas por nome, pelo simples fato de fugir de bandas/projetos estadunidenses, por um possível e mais que provável preconceito e mais ainda pelo - quase total - escárnio para com o idioma Inglês. Enfim, são concepções de meu lado contra-cultural que não vem tanto ao caso! rs

A banda tem um visual bem fodástico, repleto de sangue, maquiagens, máscaras, algo que nos remete a elementos zumbísticos. De fato, Dawn of Ashes tem uma batida eletrônica meio aterrorizante, agressiva, um vocal rasgado quase que constante e, por vezes, sussurrado, sufocado e/ou sobreposto. Há uns efeitos interessantes e insanos, sobretudo, nas introduções como gritos seguidos de risadas de crianças, grunhidos, conversas enquanto o TAN TAN TAN TAN da música emerge.

As músicas são repletas de violência e caos, nota-se pelos nomes das músicas (Ripped Apart = Rasgado em pedaços, Scalpel = Bisturi, Killer Instinct = Instinto Assassino, etc.). Só para constar que sou brasileira e falo língua portuguesa, então, qualquer erro de tradução é relevante! 


ATENÇÃO: É necessário você se acostumar primeiro ao som da banda para, então, começar a gostar (digo por experiência própria!).


Bom, agradeço demais ao pedido de N. Guerra, pois é uma forma de democratizar esta bagaça.
E este post é dedicado a ele (Eu realmente espero ter-lhe ajudado, Guerra).




Tracklist:
01. Ripped Apart
02. Rechard Assault
03. Sacred Fever
04. Killer Instinct
05. Scalpel
06. Desire to Die
07. Black Hearted Fiction
08. Bludgeon
09. Redemption
10. Knife Fight
11. Fetish Decay
12. Love Dies In Vain
13. Walking Death
14. Reflection Of Evil



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domingo, 22 de agosto de 2010
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Bodycall - Discografia

2 comentários
Gênero: Aggrotech/Dark Electro/Industrial/Synth Pop
País: Polônia/Irlanda

Comentário: Bodycall é a banda mais nova que conheci desse meio dark-eletrônico, e foi amor à primeira ouvida! Acredito que o tempo que ficarei aqui no blog provavelmente um tempo bem curto, este será um dos melhores – senão o melhor – posts que fiz/farei, pois não só a sonoridade é linda, dançante e viciante – algo que eu buscava há tempos –, porém a ideologia por trás da banda também, algo voltado – na sua essência – à contra-cultura do Industrial, tanto é que o que escreverei aqui foi baseado no site da banda e, sobretudo, todos os álbuns foram tirados de lá (algo que não é tããããããão comum assim, pois uma galera aí só disponibiliza para download algumas faixas de seus álbuns). Algo que Milton Santos falava sobre você usar o sistema contra o próprio sistema. Enfim, deixemos o papo “rebelião politizada” para lá e vamos ao que interessa...

“Bodycall” foi um nome inventado como uma referência à cultura pop com a sua pré-fabricada, de plástico e santos cultos à beleza padronizada. As letras retratam, de forma crítica, as patologias da sociedade consumista contemporânea (crescente desigualdade social, a comercialização de tudo, normas opressivas sobre o corpo, etc.), exposição da loucura dos sistemas totalitários e ideologias, e também com os temas habituais humorísticos reservados à cena Dark.

A banda foi formada em 2002, na Polônia (Hoje, eles estão na Irlanda), por dois caras: Andie (o único que mostra a cara) e Voy – são os únicos que permanecem no grupo até hoje. Ambos carregavam experiências significativas (de uns 10 anos) no meio Underground. Andie já havia tocado guitarra em bandas de Metal e Hardcore Techno, onde foi DJ e produtor. Voy fez vários vocais em Death/ Thrash Metal e Punk/HC. Além de vários projetos caóticos os quais participavam, como o projeto de grindcore “Extorted Vomit”. Com essa bagagem e mais inspirações, veio o primeiro material deles, “Somatic Turn”, em 2003, uma demo com 11 faixas, com vocais duros e alguns tons sinistros e até uma auto-ironia ao Synth Pop oitentista.

A banda permaneceu em standby de 2004 à 2008, até lançar o EP intitulado “Merchanically Recovered Meat”, em Janeiro de 2009. Este EP agregava parte do primeiro álbum e vinha com novas músicas, variava de Dark Electro a Aggrotech e alguma coisa de Synth Pop. Ainda em 2009, lançaram o álbum “States of Exception” o qual ia de Dark Electro a Aggrotech, com vocais mais rasgados. E, por fim, este ano (2010) lançaram, em Março, “Reiteration”, desta vez indo ao extremo com um som totalmente caótico, vocais limpos, rasgados, gritados, distorcidos e os caralhos.

Costumo dizer que Bodycall é a banda para a destruição; é quando você atinge o ápice e transcende com violência. Se o mundo acabar em 2012, deveria acabar ao som de Bodycall!




Reiteration (2010)

Tracklist:
01. Naked Life (Biometric Mix)
02. My War (Version 5)
03. Disintegration (Chaos Mix)
04. Dancing in the Dark (Cold Mix)
05. My War
06. Reiteration




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States of Exception (2009)


Tracklist:

01. Revolution at Your Gates
02. Disintegration (Factory Mix)*
03. Naked Life
04. Disintegration
05. Electro Havoc




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Mechanically Recovered Meat (EP - 2009)

Tracklist:
01. Beyond Control (Comatose Mix 2009)
02. Disciples of Hedone (Club Mix)*
03. You and Me (Recovery Mix)
04. Fools' Paradise (Too Disco Mix)
05. Fools' Paradise (Harsh Mix)



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Somatic Turn (2003)


Tracklist:
01. We are the Crowd
02. Hate Me
03. On and On
04. You and Me
05. Bodycall Again
06. Minor Immortality
07. Fools' Paradise
08. Dancing in the Dark
09. Beyond Control
10. Disciples of Hedone
11. You and Me (Club Version)




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sábado, 21 de março de 2009
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FabrikC - Impulsgeber

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Gênero: Power Noise/Industrial/Rhythm 'n' Noise
País: Alemanha
Ano: 2007

Comentário: FabrikC é um projeto de one man, inciado, ao menos idealizado na década de 80, onde a música eletrônica estava começando a se firmar, principalmente na Europa. Sob influência de Front 242 e Depeche Mode, FabrikC começou a dar os primeiros passos, com músicas totalmente computadorizadas. Em 2003, o projeto introduziu voz as suas composições, porém, a posteriori, FabrikC achou o ponto certo do experimentalismo. A partir de 2004, o projeto ganhou notoriedade nos clubes da Alemanha e da a Europa. FabrikC faz um Power Noise sudorífero, agressivo, sem atmosferas sombrias, meclando isso a algumas nuances de 'suavidade', para, claro, respirarmos. 

Recomendo, eváh!

Destaque para a faixa Chinese Food


Tracklist:
01. Impulsgeber
02. 100% elektronik
03. Chinese food
04. Klangaktiviert
05. n.h.n.s.
06. x³
07. Andere Welt
08. Parasit
09. Schalltod
10. Folter
11. Exorcism
12. Machtpolitik
13. n.h.n.s. [remixed by NOISUF-X]
14. Klangaktiviert [frosted by XOTOX]
15. Schalltod [S.A.M. rmx]
16. Absolvo te (in memoriam francisca)




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quarta-feira, 11 de março de 2009
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Combichrist - Sex, Drogen Und Industrial

5 comentários

Gênero: EBM/Industrial/Aggrotech
Ano: 2004
País: Noruega

Comentário: Um dos melhores trabalhos dessa máquina chamada Combichrist. A banda é um projeto de Andy LaPlegua, fundador da banda Icon Of Coil. Inicialmente, a banda tendia a fazer uma sonoridade mais voltada para o power noise e techno. Com o passar do tempo a banda passou a se chamar Combichrist por causa de um zine de hardcore dos anos 90, no qual LaPlegua participava, mudando um pouco a sua temática lírica e musical.
A temática da banda gira em torno de uma espécie de um anti-humanismo, exposto de forma irônica e agressiva evidenciada pelo Aggrotech (uma fusão do dark eletro, industrial eletro e techno surgida em meados da década de 90, com batidas agressivas e temática exposta de forma igualmente agressiva).
Enfim, uma banda phoda, destruidora, ótima para dias de TPM!
Para quem gosta do estilo, recomendo.

Destaque para a faixa Sex, Drogen und Industrial (Soman Remix)


Tracklist:
01. Blut Royale
02. Tractor
03. Anatomy
04. Sex, Drogen und Industrial (Low Tech)
05. Sex, Drogen und Industrial (Soman Remix)
06. Vater Unser (Combicritters Remix)
07. Like To Thank My Buddies (Live at Infest 2004)



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