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terça-feira, 21 de outubro de 2014
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Revocation - Deathless

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Gênero: Technical Death / Thrash Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2014

Comentário: Enquanto algumas bandas demoram para lançar material inédito, o Revocation vem presenteando seus fãs com certa frequência. Pouco mais de um ano após o último lançamento, o grupo americano lançou seu quinto álbum de estúdio, intitulado Deathless. O Revocation trocou a Relapse Records pela Metal Blade Records, uma mudança que aparentemente trouxe novos ares e motivação para o grupo.

Deathless traz um Revocation mais revigorado, algo que pode ser notado já nas faixas iniciais do álbum. O desempenho positivo do baixo e da bateria tiveram grande importância para tornar o álbum mais consistente. Os guitarristas  David Davidson e Dan Gargiulo demonstram uma capacidade técnica impressionante, nos brindando com riffs empolgantes e solos devastadores. O vocal também se destaca, seja nas partes agressivas ou nas partes limpas, demonstra uma grande qualidade e contribuiu para o resultado final do álbum. 

Não é fácil apontar as faixas de maior destaque do álbum, pois todas me agradaram muito. A faixa título tem um refrão daqueles marcantes e alguns do melhores riffs do álbum. A instrumental Apex reforça os elogios feitos à dupla de guitarristas, mostrando uma combinação e transição do som feito pela banda, indo de encontro com partes do Jazz. Witch Trails, faixa que encerra o álbum, confirma a evolução de Davidson como cantor, além de possuir um instrumental agressivo e de muita qualidade.

Contando com uma produção de muita qualidade, Deathless nos apresenta um Revocation em ótima fase. O álbum é coeso, trazendo faixas num mesmo nível de qualidade, além de brindar aos antigos e futuros fãs da banda com um registro bem empolgante.




Tracklist:

01. A Debt Owed to the Grave
02. Deathless
03. Labyrinth of Eyes
04. Madness Opus
05. Scorched Earth Policy
06. The Blackest Reaches
07. The Fix
08. United in Helotry
09. Apex
10. Witch Trials

Download: Sendspace


quinta-feira, 24 de julho de 2014
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Artificial Brain - Labyrinth Constellation

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Gênero: Technical Death Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2014

Comentário: De cara confesso que entre os lançamentos no ano de 2014, aqueles voltados para a esfera do Death Metal foram os que menos acompanhei. Nem irei partir com aquele vago discurso de que o estilo é repetitivo ou que as bandas atuais apenas copiam as mais antigas e coisa do tipo. Com o tempo tive minhas boas surpresas relacionadas ao Death Metal, primeiro o Morbus Chron, que lançou um dos álbuns que mais me agradaram esse ano (clique aqui para conferir) e na época me trouxe uma nova expectativa em torno dos lançamentos do estilo.

E no mês passado me deparei com uma banda que até então era uma total desconhecida para mim, o Artificial Brain. Vi ótimos comentários a respeito do seu álbum de estréia e resolvi conferir. A banda oriunda da cidade de New Stream do estado de Nova Iorque, contém em sua formação membros desconhecidos, com exceção do Dan Gargiulo, o qual já era um nome familiar pra mim devido ao Revocation

Causar um impacto positivo em seu álbum de estréia não é tarefa fácil, mas confesso que com o Labyrinth Constellation, a banda Artificial Brain conseguiu tal façanha. Logo irei avisando que não é uma banda que trouxe uma sonoridade inovadora, todos os elementos que compõem sua sonoridade são bem familiares para aqueles que acompanham o estilo. Desde sua sonoridade que traz alguma lembrança de bandas como Gorguts e Demilich, até sua temática Sci-Fi que já foi elaborada com grande excelência pelo clássico Nocturnus, entre outras bandas. Tudo isso somado à alguns bons elementos vindos do Black Metal, dando o toque final na sonoridade feita pela banda.

A sonoridade pesada da banda é um prato cheio prato os fãs do estilo. Keith Abrami realizou uma performance impecável na bateria, uma vez que a sonoridade da banda sofre mudanças bruscas no ritmo, Abrami tem um destaque muito positivo no álbum. O baixista Samuel Smith também mostrou certo talento apesar do baixo não soar tão nítido em meio as guitarras dissonantes da banda, que ficaram sob responsabilidade Dan Gargiulo e Jon Locastro. Gargiulo como Locastro mostram versatilidade, combinando passagens mais melódicas, outras de peso incrível e as partes mais dissonantes, que são uns dos pontos altos do álbum. A performance do vocalista Will é bem sólida, impondo aquele bom e velho gutural além de partes mais ríspidas, combinou bem com a sonoridade criada pela banda. 

Com faixas apresentando aspectos similares, não há grande mudança no decorrer do álbum .Os destaques do álbum ficam por conta de: "Absorbing Black Ignition", faixa na qual o peso do instrumental cede espaço para ótimas passagens mais melódicas em algumas partes, com guitarras bem dissonantes; e "Hormone's Echo", uma faixa que mescla perfeitamente um clima sombrio com um instrumental bem dinâmico e intenso.




Tracklist:

01. Brain Transplant
02. Absorbing Black Ignition
03. Wired Opposites
04. Worm Harvester
05. Frozen Planets
06. Orbital Gait
07. Bastard Planet
08. Labyrinth Constellation
09. Hormone's Echo
10. Moon Funeral

Download: Mediafire


terça-feira, 27 de agosto de 2013
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Ulcerate - Discografia

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Gênero: Technical Death Metal/Avant-Garde (ou 'Atmospheric Technical Death Metal')
País: Nova Zelândia
Ano: 2002-Atualmente

Comentário: Ah, bandas de Death Metal das terras austrais. Como vos adoro.

PS: Temos o novo álbum!
sexta-feira, 12 de abril de 2013
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YGODEH - The Experiment Interrupted

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Gênero: Technical / Progressive Death Metal
País: Letônia
Ano: 2013

Comentário: Após um tempo sem postar o adorado (por mim) death metal por não achar um motivo, e vendo que outros gêneros estão mais chamativos e variados ultimamente, vos trago o que me fez voltar a compartilhar o famigerado "Deathão" que tanto estimo. Esse é o debut desse quarteto da Letônia que se não são de uma qualidade fenomenal, experimentam e inovam, até certo ponto, de maneira surpreendente.

Como já citado, esse grupo conta com quatro músicos, que são Potap no contra-baixo, Vadozz na bateria fechando a cozinha, além de Piton nas guitarras e na programação dos synths e teclado e Feka nos vocais. Esses caras fazem um som extremamente técnico preciso, com inclusão de instrumentos meio incomuns no estilo, com violinos, além de efeitos meio estranhos, mas que cairam muito bem na proposta do conjunto.

Esse album não trás uma linearidade, sendo difícil prever o que vamos encontrar nas próximas faixas, mas está longe de ser um trabalho sem coerência. Com uma produção muito bem feita, uma arte meio "futurista dos anos 90", esse disco tem alguns elementos que podem fazer muito tr00 torcer o nariz, mas é o que me atraiu. Com riffs clássicos de guitarra, com duetos e caracteristicas marcantes do gênero, o vocal é outro elemento que nos faz ter certeza que estamos escutando um death metal, e paramos por ai. A bateria é a clássica "Prog Drum", permeada de variações rítmicas, com double bass ora velozes, ora vagarosos em demasia, break downs pontuais, as vezes abusando da cadência, o que faz o som flertar com uma pegada mais doom, mais carregada, mas isso uma vez ou outra, como na canção "Eternal Immortal". Outros ingredientes que vemos nesse album é o uso de vionlinos e a presença carimbada dos sintetizadores, com efeitos futuristas, espaciais, diferentes e as vezes até dançantes, como na faixa "Trance Orchestra", nos surpreendendo com uma mistura de instrumentos eruditos, com uma batida techno, o que me soou muito estranho, mesmo eu com uma mentalidade mais aberta, a salada de estilos não me desceu muito bem, ficando uma música com muita coisa e ao mesmo tempo oca. A melhor canção do disco é a "Groove´s Night", que sintetiza em uma única faixa o objetivo da banda. Com uma técnica apurada na bateria, a guitarra com um riff espetacular, a presença dos efeitos eletrônicos para dar o diferencial, torna essa música a mais perfeita do disco.

A minha procura por coisas diferentes caiu nesse grupo. Eu que sou avesso a coisas modernosas em certas ocasiões, gostei muito desse disco, que trás um conjunto com muito futuro. Se você procura algo brutal, tr00, passe longe, e se procura algo tradicional, não deveria nem ter lido até aqui. Uma banda para te surpreender, para o bem ou para o mal, como eles se intitulam: Um Synthetic Progessive Death Metal de tirar o chapéu!

Myspace / LastFM

Tracklist:
1.To Down - 4:49
2.From on High - 5:24
3.Groove´s Night - 3:56
4.Fragment 1 - 0:59
5.Eternal Immortal - 4:35
6.Fallen´s - 3:16
7.Trance Orchestra - 4:26
8.Fragment 2 - 1:49

Download:
Mega  / Rapidshare / Queenshare / Bayfiles / Cloudzer
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
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Suffocation - Pinnacle of Badlam

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Gênero: Brutal / Technical Death Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário: Nosso ano de 2013 começou quente, com muita coisa boa sendo lançada, gente nova aparecendo e a velha guarda engolindo tudo que vê pela frente, e esse é o caso desse material que vos trago. Sem dúvidas, Suffocation é a banda responsável pela modernização do estilo, adotando com o pioneirismo a fusão do Brutal com o Technical Death Metal, se tornando um dos mais influentes grupos de todos os tempos. Vindos de Nova York, esse quinteto formado em 1988 tem uma das mais bem sucedidas carreiras do meio do Metal.

Com uma formação consolidada desde o hiato que o conjunto viveu (1998-2002), o lineup desse disco conta com apenas 1 mudança, e creio eu que essa mudança seja a responsável pela "evolução" instrumental que é visivel nas canções desse trabalho. Contando com Guy Marchais e Terrance Hobbs nas guitarras, Derek Boyer no contra-baixo, Frank Mullen nos vocais, Dave Culross reassume as baquetas após a saída de Mike Smith, e ao meu ver da um gás novo na banda.

Com 10 faixas e pouco mais de 38 minutos de pura pancadaria, arrisco dizer que Pinnacle of Badlam vem pra ser o melhor album da banda desde Breeding the Spawn. As guitarras trazem riffs de uma era clássica, com uma criatividade incrível, e solos na velocidade da luz, se reinventando a cada canção, o que é uma caracteristica do grupo e os diferencia dos demais. O contra-baixo faz seu trabalho seguindo a guitarra como de costume. Mullen esta como no início da carreira,e como no decorrer da mesma, sem ocilar, mantem a mesma pegada de sempre, o que o tornou um dos 5 maiores vocalistas do gênero, sem exageros. A hora de comentar a bateria é a parte mais ingrata, e a que mais teve mais mudanças, obviamente pela entrada de um novo baterista, que deu sua cara ao conjunto, coisa muito louvável a um músico, ainda mais de um instrumento não muito popular e harmonico. Não podemos discutir a técnica de Dave Culross e Mike Smith, mas a volta de Culross deu um punch, uma pegada mais thrasher, mantendo a versatilidade, a variação ritmica , bumbos precisos, mais direto, sem frescuras, sendo o grande diferencial do trampo anterior, mais burocrático ao meu ver nesse quesito.

Esse cd tambem primou pela produção, um masterpiece, deixando o disco mais pesado de toda a discografia, não que ao vivo o seja, mas a música "Beginning of Sorrow" lançada originalmente no clássico "Breeding the Spawn" e relançada aqui nos mostra uma brutalidade alcançada devido a melhor produção desse cd. Os destaques desse album fica com "Cycles of Suffering", que abre o trabalho de forma irrepreensível, um murro na cara, destaque pra batera matadora. "Sullen Days" é a mais bonita, começando como uma balada cheia de amor pra estourar com breaks de bateria, um riff gritante e um vocal monstruoso. A canção que dá nome ao disco tambem merece destaque devido a variação músical e ritmica, com o solo mais bem feito no album, merece dar nome ao cd.

Esse trabalho matador credencia cada vez mais Suffocation como sendo uma das maiores de todas do death metal e vem pra ser um dos melhores discos da primeira metade dessa década que vivemos. Sem exageros, a banda mostra toda a maturidade, experiência e know-how para fazer um tecnical death raramente visto na história, estando entre os top 3 da discografia do grupo, é um trabalho indispensável pra quem curte death metal e acima de tudo, boa música.

LastFM / MySpace

Tracklist:
1.Cycles of Suffering - 03:56     
2.Purgatorial Punishment - 02:44
3.Eminent Wrath - 03:40     
4.As Grace Descends - 03:04
5.Sullen Days - 04:57     
6.Pinnacle of Bedlam - 03:42     
7.My Demise - 04:03     
8.Inversion - 03:50     
9.Rapture of Revocation - 03:49     
10.Beginning of Sorrow - 04:32

Download:
4shared  / Rapidshare / Turbobit / Freakshare / Ziddu
quinta-feira, 19 de abril de 2012
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Obscura - Illegimitation

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Gênero: Technical Death Metal
País: Alemanha
Ano: 2012

Comentário: Nessa onda de lançamentos maravilhosos, trago uma coletânea da banda alemã Obscura de Munique, devidamente discriminada assim, já que existem 2 bandas homônimas com carreiras consolidadas,uma equatoriana, e a outra de Jübek, tambem na Alemanha, o que pode causar algum mal entendido. Esse banda que vos posto conta com 3 full-lenght, e em março desse ano deu vida a essa compilação que conta com canções de demos anteriores e que não foram aproveitados nos discos, além de 3 covers. Esse disco é um caça-níquel ao pé da letra. Os integrantes da banda mantem um site onde os fã podem comprar coisas para angariar grana para o novo disco. As ofertas que vão de 5 dólares pelo download do cd, a 1200 doletas, que dão direito a várias regalias, como além do cd autografado e camisa, 2 ingressos para um show, com direito a encontro com a banda, com jantar e agradecimento no encarte do próximo álbum, além de regalos como baquetas, peles de bateria e palhetas. O endereço para você cooperar com a banda é esse aqui.  

Avaliar o intrumental é algo muito ingrato nesse trabalho, já que se trata de uma mescla dos trabalhos da banda de 2003 a 2011, e somente o vocalista/guitarrista Steffen Kummerer continua na banda entre os fundadores. É visível uma mudança na criação dos riffs de guitarra, sendo que Armin Seitz, o guitarrista que gravou a demo "Illegimitation" tem os riffs mais complexos e rápidos, e o guitarra que gravou as outras faixas, Christian Münzner (guitarrista do Spawn of Possession), tem uma cadência mais old school, no real sentido da palavra, não sendo pior nem melhor, apenas diferente, evidenciando as influências de cada um. A cozinha é muito correta, sem um destaque que mereça citação, baixo acompanhando a guitarra no arroz com feijão, com alguns lampejos, e a bateria comendo e cadenciando quando necessário, e mesmo as canções sendo gravadas por musicos diferentes, não se nota uma diferença gritante, sendo ambos os musicos da cozinha muito bons. O vocal é competente, alternado entre o gutural e o rasgado, e se observa uma evolução natural esperada com o passar dos anos, com encaixes mais precisos.

Esse trabalho conta com as 4 primeiras faixas da demo "Illegimitation", já citada acima, de 2003. As 3 seguintes são canções gravadas em 2006 para o disco "Cosmogenesis" de 2009, sendo que só a "Incarnated" entrou no álbuns, as outras 2 são sobras de estúdio. As últimas 3 são covers dos grandes pais do estilo. As músicas da primeira demo trazem uma banda mais rápida, mais direta, com pouca variação ritmica, sendo a "Immanent Desaster" a que ilustra melhor essa fase, sendo veloz, furiosa e direta, como um soco, como deve ser. Da segunda parte, entram as faixas mais old school, mais cadenciadas, com destaque para a brilhante "Headworm", com riffs contundentes, bateria precisa e vocal perfeito, mostrando uma evolução natural. Os covers são um capitulo a parte. O cover do Atheist é o melhor, é bem fiel e não compromete. A música do Death parece que foi feita e produzida nas coxas, com uma sujeira que na minha opinião foi equivocada, tentando dar um ar meio vintage. Já o cover da banda Cynic é risível, ao contrário da cover do Death, nessa música os caras querem ser mais modernosos que a banda original, mas se perdem com umas distorções estranhas e um efeito no vocal limpo que chega a ser bizarro, sendo o ponto negativo do cd. Merece o destaque a produção do cd, que é linear, e mesmo que remasterizado, foi feito com muita competência, fazendo o ouvinte que não conhece a origem do trabalho, pensar que esta ouvindo musicas gravadas no mesmo estudio, na mesma época, tamanha a coerencia da produção.

Esse álbum vale o download para conhecer a banda desde a sua origem, sua evolução e influências. É sim aquém dos full-lenghts gravados pelos irmãos do gênero de Technical Death nesse ano, mas tem uma ressalva de ser uma coletânea. Para fãs e pra quem quer ouvir um bom Death Metal, baixem sem medo, mesmo se tratando de uma fase passada da banda, é milhões de vezes melhor que muita coisa que se intitula Tr00 por ai.


Tracklist:
1....and All Will Come to an End - 03:01
2.Crucified - 04:26    
3.Fear - 04:39    
4.Immanent Desaster - 06:02    
5.Incarnated - 05:22
6.Open the Gates - 02:43    
7.Headworm - 04:46    
8.Flesh and the Power it Holds (Death cover) - 08:14
9.Piece of Time (Atheist cover) - 04:29
10. How Could I (Cynic cover) - 04:51

Download:

 
terça-feira, 17 de abril de 2012
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Gorod - A Perfect Absolution

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Gênero
: Technical Death Metal
País: França
Ano: 2012

Comentário: Não é surpresa os franceses do Gorod, banda formada em 2005 em Bordeaux, lançarem um álbum incrivelmente bom. Mas A Perfect Solution é simplesmente o melhor disco que eu já ouvi dos caras, e acreditem, isso é muita coisa, ainda que a banda esteja lançando somente seu quarto full-lenght. Quem conhece sabe, o esquema aqui é velocidade e técnica, só que com um diferencial que faz do Gorod e algumas outras bandas do gênero excepcionalmente cativantes: saber medir aonde é mais importante o feeling do que simplesmente centenas de notas por segundo. E quando isso é feito na medida certa em conjunto com a técnica e precisão de todos os integrantes da banda, é quase impossível não sair uma jóia como essa.

Todos os membros da banda são excelentes músicos, é bastante difícil algum se destacar em meio a toda essa chuva de técnica, mas o ponto forte do grupo são os riffs dos guitarristas Mathieu Pascal e Nicolas Albeny. Os caras misturam riffs tipicamente 'clássicos', digamos assim, do Technical Death (a lá Death ou Atheist) com muito bem manjadas e empolgantes sessões grooveantes com ajuda dos bumbos duplos e do baixo, este que como em muitas bandas de Technical Death Metal tem papel importantissimo na sonoridade da banda. Isso ainda com muitos solos - a banda usa e abusa de trechos totalmente instrumentais, certas músicas tem pouquissimo vocal - influenciados por desde jazz até notas bem latinas ou inspiradas no rock clássico (se acha isso estranho, coloque um bom fone de ouvido e preste bem atenção nos solinhos, vale a pena pela riqueza de influencias em cada um). E ainda tem o fato que músicas como "Elements And Spirit", apesar de serem extremamente técnicas, conquistam com trechos até relativamente simples, mas muito bem encaixados. E essa faixa mostra bem até onde vai o álbum: nela temos até um pequeno trecho com vocais limpos, algo que volta a acontecer em alguns pontos do disco.

Os vocais, como disse, ficam bastante em segundo plano devido a todo o instrumental absurdamente inspirado do disco, mas compensam isso sendo totalmente versáteis, desde guturais bem graves até rasgados, passagens limpas bastante inspiradas e alguns trechos spoken word. O vocalista Julien "Nutz" Deyres aguenta bem o tranco de toda a velocidade do álbum também berrando as letras com uma precisão incrivel acompanhando os compassos nem sempre totalmente simétricos das faixas, e isso é algo que eu sempre acho extremamente interessante no Technical Death Metal, não é fácil ter fôlego pra acompanhar as viradas de bateria do estilo, mas Julien não só consege isso como chama a atenção pra si em diversos momentos.

Finalizando uma resenha na qual não consegui deixar de ser longo, A Perfect Absolution é um álbum absurdamente cativante, inspirado, moderno e ousado mas sem perder a influencia inegável dos monstros do estilo como Death, Atheist e Cynic. Sinceramente, obrigatório aos fãs do gênero pela exímia capacidade dos músicos de usar a técnica em favor do feeling. Uma aula. Sem mais.

Site Oficial

Tracklist:

1.Birds of Sulphur 04:15
2.Sailing Into the Earth04:57
3.Elements and Spirit 05:09
4.The Axe of God 03:48
5.5000 at the Funeral 05:55
6.Carved in the Wind 06:21
7.Varangian Paradise 04:35
8.Tribute of Blood 04:03

OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.

Se ainda resta alguma dúvida, manjem esse esporro ultra técnico e grooveado e acabem com ela:

segunda-feira, 16 de abril de 2012
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Spawn of Possession - Incurso

2 comentários

Gênero
: Technical Death Metal
País: Suécia
Ano: 2012

Comentário:Este ano vem sendo muito gratificante em relação ao Metal em geral, com lançamentos excelentes, e trago nessa postagem um disco muito bom, com uma técnica que nos remete aos tempos áureos do death metal noventista, mas com um gás de banda recém formada. Esse trabalho é o terceiro full-lenght deste quinteto formado em 1997 na suécia, e foge maravilhosamente do que tem feito os expoentes suécos do death metal como Arch Enemy, Dark Tranquillity e o In Flames(?!), que na minha humilde opinião, não desenvolvem coisas novas como antes e estão longe de voltar a empolgar.

Esse grupo conta com dois guitarristas extremamente competentes, mas além disso, extremamente inteligentes, com riffs perfeitos, solos impecáveis e duetos sublimes, mostrando dois musicos no mais alto nível de maturidade musical. O contra-baixo não se resume a fazer a mesma coisa que a guitarra, mesmo que se fizesse isso já seria uma coisa extremamente competente, mas vai além, mostrando um groove, um "swing" ímpar, estralando na maior parte das músicas. A bateria completa o instrumental, talvez sendo o instrumento mais complexo desse trampo, devido a quebradeira e um leque de ritmos complexos, que poderia deixar Mike Portnoy suando pra tirar uma frase, e o que na minha opinião é o diferencial deste quinteto. O vocalista Dennis Röndum era tambem o baterista nos discos anteriores, mas abandonou as baquetas, pois deveria perder algo na performance ao vivo visto a complexidade da bateria. O vocal é firme, as vezes dobrados gutural/gritado, é competente, mas é muito "genérico", muito igual a várias bandas, mas não compromete em nada, não deixando de ser bom.

O cd começa com uma pequena  introdução intrumental ligada a "Where Angels Go Demons Follow", um verdadeiro petardo sem muita  frescura, sendo a mais direta do disco. Outro destaque, fica com "The Evangelist" a verdadeira aula de como se tocar bateria, com perfeitos e irrepreensíveis 9:45min, a melhor faixa do cd, aqui eles se diferenciam dos demais e mostram a arte da técnica brutal. Na linha das composições mais diretas vem a "No Light Spared", que tem as guitarras como protagonistas desde o primeiro segundo, com duetos lindos praticamente na música inteira, e termina com um lindo solo, o mais emocionante do disco. "Apparition" é ultima e a composição mais limpa, com arranjos de teclado, com um ambiente que chega a ser celestial e fúnebre ao mesmo tempo, é a faixa mais acessível a fãs de outros estilos de metal, é o momento mais "tranquilo" do trampo, pois conta com uma levada mais light, lenta, deixando mais óbvia a perfeição da produção, é a canção que por ser longa, evidencia todos os elementos da banda.

Esse álbum é uma obra-prima para fãs de música técnica, podendo parecer uma bagunça para fãs de coisas mais cruas. Disco obrigatório para amantes da arte  extrema. Para quem quer fugir dos mesmos  "mainstreams" de sempre e abrir a mente para a nova geração(não tão nova) que está engolindo alguns medalhões, este é o indicado. Admiradores de Cynic e Atheist fiquem felizes, um Masterpiece irretocável surge pra estourar nossos tímpanos.


Tracklist:
1. Abodement - (01:38)      
2. Where Angels Go Demons Follow - (05:38)      
3. Bodiless Sleeper - (05:47)      
4. The Evangelist - (09:45)      
5. Servitude of Souls -    (04:31)      
6. Deus Avertat - (05:38)      
7. Spiritual Deception - (06:34)      
8. No Light Spared - (04:37)      
9. Apparition -    (08:24)

Download:


quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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Decapitated - Carnival Is Forever

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Gênero: Technical Death Metal (?)
País: Polônia
Ano: 2011
Comentários: Bom, difícil falar desse disco sem falar de um monte de clichês que povoaram as resenhas do mesmo. Primeiro, pra quem desconhece, Decapitated é uma banda bem conhecida no cenário do Death Metal pelos seus primeiros (e sensacionais) álbuns, especialmente o clássico Winds Of Creation, onde a banda praticava um Death Metal 'old school' que foi se moldando em um som técnico e pesadíssimo a cada disco, muito (mesmo) em parte ao baterista Vitek, por muitos considerado um dos melhores bateristas da história do Metal. E também ao vocal grave e de pegada de Adrian "Covan" Kowanek, que berrou no grupo no período entre 2005 e 2007 mas já ficou marcado naquele periodo como um vocalista de personalidade. Mas eis que em 2007 o carro em que a banda viajava sofre um acidente grave, e Vitek morre. Além desse trágico acontecimento, Covan fica com sequelas graves, de tal forma que ele está pelos dias de hoje apenas conseguindo voltar a falar com certa normalidade. Trágico e inesperado, o acidente deixou a banda em um periodo de algo além de um simples "on hold", lançando diversos discos (em especial DVD's) deixados ainda com Vitek no grupo (e na Terra, rs). Só algum tempo depois surgiu a vontade de continuar com a banda lançando um novo cd de inéditas.

Muitos fãs do grupo ao saber do projeto de Carnival Is Forever ficaram apreensivos para os dois novos membros do grupo que substituiriam tão aclamados artistas. Eis que então surgem um dos melhores discos não só do Death Metal dos últimos anos como sem dúvida um dos grandes lançamentos no Metal esse ano. O disco não apela tanto para a técnica e complexidade características da bateria de Vitek, contando com um baterista que se poupa mais, de certa forma. Embora, ao ouvir o disco, o instrumento é claramente totalmente coeso com a fluidez do grupo, então em nada isso prejudica. A sonoridade como um todo da banda foi modificada, saindo de um som realmente old school e complexo para uma aproximação do "Djent" e do Groove Metal. E ficou extremamente foda. O novo vocalista, Rafal Piotrowski, tem um vocal bem mais "moderno" que Covan, no sentindo que tende muito mais para um vocal "drive" que para os guturais graves. Os riffs continuam, por sua vez, inovadores e com uma pegada fenomenal, ainda mais com a adição do "groove". O Djent já é naturalmente um estilo bem fluido, apesar dos compassos assimétricos, e então usar guitarras bastante graves não foi nada desarmônico na proposta do disco.

Por fim, as músicas em si estão muito boas, não é só um disco com uma boa proposta. Se a banda perdeu em técnica com a morte de Vitek, o "novo" Decapitated sugere uma banda que além de ter paixão pelo Death Metal se dedica também a sempre manter um nível de brutalidade e inovação alto. E convenhamos, o Death Metal Técnico se renovou nos ultimos anos em diversas bandas, e as que não seguiram essa evolução parecem cantigas de ninar frente aos bumbos intensos e afinações cada vez mais graves de hoje em dia. Mas sem dúvida alguma, recomendo este álbum para os fãs de Death Metal das antigas, pois esse disco não chega a ser revolucionário ou muito moderno, tudo foi muito bem dosado. É um disco que, sem exageros, agrada desde o fã de Morbid Angel até o de Chimaira e Meshuggah. Tava demorando pra postar esse disco, essencial.

Agora o top de 5 segundos até esse post sumir miraculosamente ou todos os links ficarem off, aproveitem.

Tracklist:

1. The Knife 04:34
2. United 05:26
3. Carnival Is Forever 08:51
4. Homo Sum 04:35
5. 404 05:10
6. A View from a Hole 06:13
7. Pest 03:38
8. Silence 04:18

Links

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domingo, 8 de maio de 2011
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Cynic - Focus

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Gênero: Progressive Metal, Technical Death Metal, Jazz Fusion, Jazz Metal
País: EUA
Ano: 1993

Comentário: Cynic começou sua história em 1987 com a proposta de fazer Metal pesado, influenciado por Venom, Slayer, etc., assim como várias outras bandas conterrâneas que deram os pontapés iniciais ao Death Metal. Entre 1987, ano de sua criação, e 1993, ano de lançamento do álbum Focus, a banda gravou quatro demos que demonstraram uma gradual mudança no som da banda. O som brutal desejado no início começou a ser moldado, transformado em algo mais complexo, mais progressivo. O auge dessa evolução foi o Focus, um peculiar Metal altamente influenciado por Jazz, extremamente complexo.

A mudança no som talvez seja consequencia do aprendizado musical obtido nos trabalhos parelelos dos membros da banda. Paul Masvidal e Sean Reinert - os únicos membros constantes no Cynic - participaram da banda Death, gravando o álbum Human. Membros do Atheist também passaram pelo Cynic. Death e Atheist naquela época já se destacavam com o que veio a ser chamado de "technical death metal". A busca pelo metal técnico, e uma dose do Jazz-Rock do Mahavishnu Orchestra, deram inspiração para a criação de Focus.

Ao ouvir Focus, a primeira coisa que chama a atenção é o vocal robótico. Isso mesmo! Cynic trabalha com duetos de vocais sintetizados por Vocoder e vocais guturais. Outro elemento sobressaltante é o contra-baixo: sem trastes, executado por Sean Malone, gerando um som bastante limpo e aveludado.

O dinamismo das canções é fascinante. Logo nos primeiros minutos de "Veil of Maya", temos uma bela passagem com cordas limpas, combinadas com um vocal melódico que lembra um mantra, aparência esta que se encaixa bem nas temáticas trancedentais/espirituais/mitológicas das canções. Tais momentos suaves e atmosféricos se intercalam com pesadas guitarras. E que guitarras! Os dois instrumentos trabalham isoladamente, cada um fazendo seus riffs, que se encaixam com maestria. E a complexibilidade presente nos riffs são atordoantes, chegam a deixar o ouvinte confuso tentando captar todos os detalhes. Mas são tantos detalhes, que se torna necessário ouvir centenas de vezes para sentir tudo o que o álbum tem para passar.

Aos poucos, o ouvinte percebe a complexibilidade do ritmo das músicas. A performance de Sean Reinert na bateria é merecidamente reconhecida quando ousa dar base a métricas incomuns de forma muito bem trabalhada.

A influência do Jazz é bastante sentida através dos sons do contra-baixo e durante as passagens suaves, mas se torna definitivamente inegável na faixa "Textures". A canção é um Jazz bem experimental, com algumas pequenas doses de Metal.  "How Could I" fecha o trabalho com chave de ouro. O instrumental é indescritível. Um paraíso! Vale lembrar que tudo isso foi feito em 1993, quando ainda não haviam tantas experimentações feitas a partir do Metal extremo. Certamente este álbum foi influência para muitas bandas posteriores.

Pouco depois do lançamento de Focus, a banda se separou, reunindo-se novamente em 2006 e gravando o álbum Traced in Air. A banda continua ativa, e aparentemente vai sair material novo em breve.

Estou disponibilizando a versão remasterizada do álbum, lançada em 2004. A versão contém remixes de 3 canções do álbum original e mais 3 canções compostas pelos membros do Cynic após o fim da banda, num projeto denominado "Portal". Essas canções são bem mais leves, sem guturais, com vocal feminino, e maior presença de teclados e sintetizadores. Porém, a qualidade técnica e a pegada jazz continuam.


Tracklist:

1.  Veil of Maya — 5:20
2.  Celestial Voyage — 3:37
3.  The Eagle Nature — 3:28
4.  Sentiment — 4:24
5.  I'm But a Wave To... — 5:28
6.  Uroboric Forms — 3:30
7.  Textures — 4:40
8.  How Could I — 5:27
9.  Veil of Maya (2004 Remix) — 5:21
10.  I'm But a Wave To... (2004 Remix) — 5:20
11.  How Could I (2004 Remix) — 6:19
12.  Cosmos — 4:20
13.  The Circle's Gone — 5:20
14.  Endless Endeavors — 9:55




Site Oficial
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
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Amogh Symphony - Quantum Hack Code

2 comentários

Gênero: Progressive, Technical Death Metal, Avant-Garde
País: Índia
Ano: 2010

Comentário: Comentar sobre este álbum é um pouco complicado. Normalmente seria classificado como Progressive, Death Metal, mas o mesmo surpreendeu por ter vários elementos e até mesmo psytrance! A música é uma combinação de metal progressivo e fusão clássica indiana com a extrema br00talidade do death metal técnico, mas também alguns elementos de jazz são adicionados em toda a estrutura do álbum. Particularmente, amei este novo álbum, já está na minha lista de preferid00s!

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Tracklist:
01. Intro - The Fall Of World Defence System
02. Dvorzhetskii's Prophecy
03. Osiris 1
04. The Quantum Barrier Code Interpretation By Mainframe
05. Polymorphic Infection : Releasing Proteus
06. X - Karna : Activated
07. The Nullification Method : ONI VS Proteus
08. Decoded : Karnosiris
09. The Collapse Of Q-Web And Osiris 1

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domingo, 31 de outubro de 2010
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Fleshwrought - Dementia Dyslexia

0 comentários
Gênero: Technical Death Metal, Prog/Death, Death Metal
Ano: 2010
País: USA

Comentários: Projeto dirigido por Navene Koperweis que lida com todos os instrumentos de Dementia Dyslexia. Álbum "rápido", técnico, intrincado, death metal cativante assim como Psycroptic e Gorod são. A composição aqui é top de linha. Os riffs misturam-se bem, apesar da multiplicidade de influências de toneladas de malha alimentando o fogo sob o som. Os vocais de Jonny estão sempre no tempo, algo que ele leva, além do excelente trabalho vocal que é realizado com Job for a Cowboy, claro, e com uma voz tão única como a dele! Talvez essa "mudança ambiental" seja um pouco difícil para os fãs de JFAC mas em suma esse álbum, ruless!

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Tracklist:
1. Mental Illness
2. Inner Thoughts
3. Programming The Herds
4. Weeping Hallucinations
5. Conceptual Hallucinations
6. State of Desolation
7. Dyslexic Interlude
8. Self-Destructive Loathing
9. Relevant Intoxication
10. Final Nausea

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sábado, 23 de outubro de 2010
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Psycroptic - Ob(servant)

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Gênero: Technical/Brutal Death Metal
País: Austrália
Ano: 2008
Comentários: Eu já tinha postado essa belezinha no blog mais ou menos na época que ele foi apagado pelo tio Google, e eu nem ia repostar, mas quando o chefinho (Alx) pediu uma coisa "pesada e raivosa" pra escutar, eu nem pensei duas vezes. Advinda da Tasmânia, esse pessoal aí pra mim salva o Death Metal técnico da saturação que vem encarando nos ultimos anos. Num mar de 'mais do mesmo', os caras jogam uma avalanche de técnica, precisão e principalmente feeling. Nada de punhetação desnecessária, blast beats intermináveis e passagens acústicas, neoclássicas, e o caralho a quatro; o que se tem aqui é muita porradaria, uma bateria insana, vocais violentíssimos e riffs memoráveis. O grande diferencial dessa banda pra mim, é o fato de conseguirem me surpreender dentro desse estilo. Ouçam a "Slaves Of Nil" do vídeo abaixo e não me deixem mentir. A melhor parte da música é uma sequencia simples, mas que dá todo um feeling único e violento pra música. Mas a banda não deixa de ser extremamente técnica, em momentos de inspiração como na poderosa "A Calculated Effort". Enfim, coisa rara no Death Metal hoje em dia, recomendado a fãs da porradaria sonora que já estão cansados de tanta mesmice, ou pessoas estressadas procurando consolo.

Myspace da rapaziada

Tracklist:


1. Ob(Servant) 03:23
2. A Calculated Effort 06:30
3. Slaves Of Nil 06:01
4. The Shifting Equilibrium 04:27
5. Removing The Common Bond 06:00
6. Horde in Devolution 05:21
7. Blood Stained Lineage 04:54
8. Immortal Army Of One 05:11
9. Initiate 08:00

Download (hotfile)



domingo, 5 de setembro de 2010
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Hacride - 3 Releases

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Gênero: Progressive Death Metal, Death Metal
País: France
Comentários: Hacride é uma banda francesa de Progressive Death Metal, formada em 2001 com músicos provenientes de um conjunto de bandas, origens e estilos musicais diferentes. O som tem evoluído tanto a partir de compassos ímpares de Death Metal Técnico quanto para o Metal Progressivo e Avant-Garde.
Banda muito foda véii, apresentada por meu amigo Jorge Corrêa, ouvi e decidi postar imediatamente, realmente o som me surpreendeu, até mais do que esperava, portanto, pare de ler e vá baixar agora!!

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Myspace

Lazarus (2009)
Tracklist:

1. To walk along them
2. Act of god
3. Lazarus
4. Phenomenon
5. A world of lies
6. Awakening
7. My enemy

Link

Amoeba (2007)
Tracklist:

1. Perturbed
2. Fate
3. Vision of hate
4. Zambra (ojos de brujo cover)
5. Liquid
6. Cycle
7. Deprived of soul
8. Strength
9. Ultima necat
10. On the threshold of death

Link
Deviant Current Signal (2005)
Tracklist:

1. Human monster
2. Typo
3. This place
4. This place
5. Flesh lives on
6. Protect
7. Cold
8. Down

Link
sábado, 7 de agosto de 2010
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Pavor - Furioso

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Gênero: Technical Death Metal
País: Alemanha
Ano: 2003

Comentário: Esqueça tudo que você sabe sobre o death metal técnico. Seja qual for banda que você está ouvindo agora! Pavor foi fundado em 1987, na Alemanha pelos guitarristas Armin Rave e Holger Seebens. a melhoria constante e crescente profissionalismo trouxeram mudanças no início da formação: Sucessivamente, Pelkowsky Michael (bateria), Rainer Landfermann (baixo) e Cláudio Schwartz (vocal), substituiu os seus antecessores.
So... prepare yourself and enjoy it!

Site
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Tracklist:
1. Inflictor Of Grimness
2. Perplexer: Perdition Projectile
3. Wroth Volcanic Vent
4. Furioso
5. A Schizoid Uglifier
6. Crucified Hopes
7. Inconsistent ClayBlood Totemist
8. Dilettante's Dilemma

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sábado, 24 de julho de 2010
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Son Of Aurelius - The Farthest Reaches

0 comentários
Gênero: Technical Death Metal
País: EUA
Ano: 2010

Biografia: Em 2009 os músicos de Santa Cruz se uniram para um projeto de gravação de três músicas, que incluía o vocalista Josh Miller, guitarrista Cary Geare, e uma seção rítmica composta pelo baterista Spencer Edwards e o baixista Max Berklee Zigman. A gravação aconteceu no Zack Ohren's Castle Ultimate Studios. Zack já produziu álbuns para: All Shall Perish, Suffocation, and Decrepit Birth. Sua habilidade de combinar Technical Progression, Brutal Death, e melodias obrigando-os a transformar suas sessões de estúdio em uma missão de tempo integral.

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Tracklist:
01. Mercy For Today
02. Let Them Hate And Fear
03. The Farthest Reaches
04. Olympus Is Forgotten
05. Facing The Gorgon
06. Pandora's Burden
07. A Champion Reborn
08. Mycoardial Infarction
09. The Calm
10. A Good Death
11. The Fist, The Serpent

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domingo, 4 de julho de 2010
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Aeon - 2 Releases

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Gênero: Technical Death Metal
País: Suécia
Biografia:
Aeon é uma banda Sueca de brutal death metal que tem letras com fortes crenças anti-cristãs. Tommy Dahlström, Johan Hjelm, Arttu Malkki, e Zeb Nilsson formaram o Aeon a partir da banda Defaced Creation. Eventualmente Malkki e Hjelm saíram da banda, deixando o Aeon com apenas dois membros. O problemas com formação tem atormentado o Aeon; em 2007 o baterista Nils Fjellström se juntou a banda de Black Metal Dark Funeral, com quem saiu em turnê, forçando o Aeon a cancelar a turnê com que fariam com o Cannibal Corpse e outras bandas.
Grande banda, o novo álbum está brutal, particularmente falando, gostei demais das letras também, álbum perfeito para apreciadores de um excelente Death Metal Técnico!

Path of fire (2010)
Tracklist:

1. Forgiveness Denied
2. Kill Them All
3. Inheritance
4. Abomination To God
5. Total Kristus Inversus
6. Of Fire
7. I Will Burn
8. Suffer The Soul
9. The Sacrament
10. Liar In The Name Of God
11. God Of War

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Bleeding the false (2005)
Tracklist:

1. Cenobites
2. Soulburner
3. Morbid Desire to Burn
4. Biblewhore
5. Forever Nailed
6. Satanic Victory
7. Enchanter
8. Bleeding the False
9. Doorknocker
10. Bow Your Heads
11. I Hate Your Existence
12. God Gives Head in Heaven
13. Hell Unleashed
14. War Choirs
15. God Gives Head in Heaven (Country version)

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sábado, 3 de julho de 2010
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Aeon of Horus - The Embodiment Of Darkness And Light

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Gênero: Progressive/Technical Death Metal
País: Australia
Ano: 2008

Comentário: O nome da banda foi tirado do Livro da Lei de Aleister Crowley. Aeon de Horus é um período de 2.000 anos (época atual em que vivemos). "O Novo Aeon é descrito como um tempo de mudança e crescimento, que é a nossa maneira de escrever música. Nós sempre queremos fazer algo diferente e empurrar os limites, e como tema subjacente da banda".
Em outras palavras: Technical Death Metal de primeira e inovador, enjoy!

Entrevista

Tracklist:
01. 3C321
02. Conquering the Speed of Ligh
03. The Embodiment: Part One - Of Darkness
04. The Embodiment: Part Two - And Light
05. The Pillars
06. Arrogantly Opposing Reality
07. Icon
08. Heru-Ra-Ha
09. As the Earth Shatters (Intro)
10. As the Earth Shatters

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quarta-feira, 23 de junho de 2010
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Defile - Demo \'01

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Gênero: Brutal Technical Death Metal
País: EUA
Ano: 2001

Comentário: Sim, o Damien aqui também gosta de uns petardos ao ouvido, não se espantem. Defile é uma banda do caramba, e é tão tr00, que é uma aventura procurar algo dela.
A banda aparentemente está na ativa, e formou-se em 2000, mas só lançou uma Demo (2001), um EP (2002) (do qual não faço idéia onde encontrar) e um DVD no mesmo ano.
O fato de eu ter gostado mesmo desse som, foi esse "technical" aí, pois em geral, eu acho um som cansativo, mas neste caso, o som tem umas viradas bem locas, e uns riffs de peso pra deixar muita banda famosa no chão, e é um dos guturais que mais gostei, feroz.
Bom, agradeço a Nayara da HMB (Orkut) por disponibilizar as faixas, mas esta demo não está completa, falta uma faixa, e em seu lugar entrou um live. Está muito bem gravado apesar de demo, vale muito a pena, só 13Mb.

MetalArchives

Tracklist Oficial:
1. Lost Hope
2. Predestined
3. Machete Burn
4. Miscarrige of Justice

Tracklist do post:
1. Predestined
2. Machete Burn
3. Miscarrige of Justice
4. Fake (Live)

Mediafire
segunda-feira, 22 de março de 2010
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Man Must Die - Discografia

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Gênero: Technical Death Metal
País: Reino Unido, Escócia.
Formação: 2002

Biografia: Man Must Die foi formado em maio de 2002, com John Lee, Alan McFarland, McNab Danny e Joe McGlynn. Os membros da banda eram conhecidos em toda a cena do metal em Glasgow através de suas outras bandas. Eles lançaram uma demo, que atraiu a produtora Retribute Records, que lançou seu álbum de estréia ...Start Killing, em 2004. Eles lançaram seu segundo álbum de estúdio através da Relapse Records, intitulado Human Condition. Em 2007, Man Must Die separaram de John Lee, que foi substituído por Matt Holland o ex-baterista do Sons of Slaughter e Madman is Absolute. Man Must Die recentemente lançou seu terceiro álbum de estúdio, intitulado "No Tolerance for Imperfection" através da Relapse Records. Eles são esperados para turnê na Europa em 2009, bem como tocar no 2009 Maryland Death Metal Festival.

Comentário: Bom, finalmente após alguns re-uploads resolvi deixar uma brecha para meus próprios posts.
Man Must Die é talvez a melhor banda que ouvi neste ano até o momento, sim, é a melhor, apesar do ano ainda estar começando. A banda esbanja agressividade e técnica desde a demo, mas é no No Tolerance for Imperfection que a coisa toma forma real e definitiva. Basta ouvir e sentir o ódio que eles querem passar, e o fato de ser mais trabalhado, pelo menos pra mim, torna bandas como esta muito mais agressivas que as velhas do DM. Baixem e não se arrependam, discografia linda demais.
Exatamente HOJE a banda se encontra em Tour com Machine Head, Hatebreed e Bleeding Through. Segunda-feira com Decapitated e Kataklysm, e daí por diante, porque sua agenda está lotada *--*
Ouçam essa fuderagem antes de baixar:

MySpace//Last.fm

Discografia:
The Season of Evil (2003) [DEMO]
...Start Killing (2004)
The Human Condition (2007)
No Tolerance for Imperfection (2009)


The Season of Evil (2003) [DEMO]
Tracklist:
1. Eradicate (The Weak) 03:50
2. Kingdoms Shall Fall 03:43
3. Severe Facial Reconstruction 03:02
4. War On Creation 05:10
4Shared

...Start Killing (2004)
Tracklist:
1. A Lesson Once Learned 05:27
2. Indulge In Genocide 03:33
3. Severe Facial Reconstruction 03:11
4. All Shall Perish 04:57
5. War On Creation 04:09
6. Eradicate the Weak 03:28
7. Scumkiller 04:52
8. Kingdoms Shall Fall 03:41
9. Faint Figure In Black 05:03
4Shared

The Human Condition (2007)
Tracklist:
1. Intro 01:08
2. Silent Observer 03:24
3. March of the Clones 02:46
4. Waster 04:11
5. 1000 Promises of Pain 05:00
6. Cardboard Gangster 04:08
7. Past the Point 04:55
8. You Stand Alone 04:29
9. Elitist 04:39
10. Organized Insanity 03:19
11. Suicide Gene 05:34
4Shared

No Tolerance for Imperfection (2009)
Tracklist:
1. No Tolerance For Imperfection 04:39
2. Gainsayer 04:54
3. Kill It Skin It Wear It 04:18
4. It Comes In Threes 05:05
5. This Day Is Black 04:38
6. Hide The Knives 04:33
7. Dead In The Water 04:40
8. What I Can't Take Back 03:33
9. Reflections From Within 06:06
10. How The Mighty Have Fallen 05:18
11. Survival Of The Sickest 02:45
4Shared

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.