VA - The Guide To Grave Wave (by Мишка)
Categories :
/Forbidden . #Coletâneas . Electronic . Experimental . Gothic rock . Industrial . Neofolk . Post-Punk . Shoegaze . Synthpop . Witch House
Gênero: Post-Punk, Industrial, Witch House, Ambient, Noise, Shoegaze, Experimental, Neofolk
País: Vários
Ano: 2010
Comentário: "Grave Wave? Que porra de estilo é esse? É mais um estilo de Metal? Esses metalero adora inventar estilo" Não, caro amigo. Nada disso.
Grave Wave é uma alcunha criada em 2010 pela seção musical da loja de roupas estadunidense Mishka (ou estilizadamente, Мишка) para batizar uma amálgama de estilos variados com uma mesma vibe que começou a aparecer no underground do séc XXI, a internet, com uma pegada neogótica, oitentista revival e que trouxe consigo de volta uma pegada obscura que muito era evidente nos anos 80 mas que nos anos 90 pouco apareceu. Os gêneros que esse guarda-chuva musical abrangem são variadíssimos, porém surgiram todos por volta de 2010 e permanecem até hoje, meros quatro anos depois, praticamente, salvo raríssimas exceções, encrustado no underground. Post-Punk Revival na vibe do Interpol, mas ainda mais obscuros, com uma pegada que eu diria neo-batcave; Shoegaze, mas um shoegaze quase ambient, quase noise, quase Ethereal; Neofolk com uma vibe mais distópica que o normal, Witch House - o maravilhoso estilo eletrônico indescritível que abusa dos recursos de edição musical do novo século da forma mais sinistra e melódica possível, sem falar dos sempre presentes Dark Ambient, Noise e do rock Experimental de maneira geral - não que o resto aqui deixe de ser experimental em algum aspecto - que está mais dark do nunca.
Esse clima sinistro da música dos anos 10 se desenvolveu através das mídias sociais, especialmente do youtube e do bandcamp, sendo assim uma das primeiras ondas estilísticas a usufruir inteiramente do mundo digital para se propagar. Se nos anos 80 o Darkwave se propagadou através das saudosas fitas cassete trocadas mão à mão, hoje em dia a dita Grave Wave se multiplica downloads mundo a fora. Porém, curiosamente, essa divulgação massiva que a internet proporciona não agrada totalmente quem prega um estilo "underground". Então para evitar a divulgação excessiva que destruiria o caráter cult do gênero, muitos projetos e bandas aqui citadas tem nomes pouco usuais e ingoogleáveis, como "†‡†" ou "M△S▴C△RA". Portanto muitas vezes é de uma dificuldade hercúlea encontrar material disponível dessas bandas, o que faz esta coletânea aqui ser tão importante.
Quando em seu blog o coletivo Mishka postou essa coletânea, em 3 discos, com os mais interessantes e icônicos artistas supostamente ligados a essa "wave" musical a qual chamaram de Grave Wave, rapidamente esta se tornou referência no que tange a estilos como o Post-Punk Revival e o Witch House, especialmente. Não bastasse o fato de terem reunido 35 faixas em 2 horas e meia do 'estilo', eles ainda fizeram um artigo caprichadíssimo contando todos os pormenores de cada banda e do estilo como um todo. É simplesmente imperdível, tanto que reposto aqui mas com os links originais diretamente do bandcamp deles, e os incentivo fortemente que visitem o post original. Isso aqui é mais uma homenagem que qualquer coisa. Por que faz tempo que eu sou fanático por essa coletânea.
Baixem e corram atrás, por que nesses quatro anos, quase todas as bandas citadas já lançaram um monte de coisa nova e um monte de outras bandas surgiram com as mesmas propostas. Mas não se esqueçam que isso não é do Ignes, muito menos meu. Mas vale muitíssimo a pena divulgar por aqui.
Post Original no Mishka Bloglin
Tracklist:
Disco 1
1. These New Puritans – Orion
2. Dream Affair – Silent Story
3. His Electro Blue Voice 0 Black Veils
4. Screen Vinyl Image – Siberian Eclipse
5. Blessure Grave – Stranger In the House
6. Soft Metals – Hot on the Heels of Love
7. //TENSE// – Turn It Off (Valis Remix)
8. Funerals – Aitu (LQD Live Edit)
9. Pink Priest – Snake Flick Its Tongue
10. Scorpion Violente – Ray Ov Gold
11. Ðose – Spells
Disco 2
1. Hussle Club – Good Morning Midnight
2. White Car – Spread Spit Slap
3. These New Puritans – White Chords (Stalker Remix)
4. Night Gallery – Mary Bell
5. LAKE R▲DIO – Always
6. Gr†ll Gr†ll – They All
7. Passions – Endless
8. Warm Hands – Darker
9. Memory Tapes – Green Knight (Creep Remix)
10. GHXST – Holy Speed
11. M△S▴C△RA – krystalMETH/alanWATTS
Disco 3
1. Gatekeeper – Visions
2. Salem – Asia (Jokers of the Scene Remix)
3. Fostercare – Heat High (Refix)
4. Party Trash – Beast
5. Lust For Youth – On Your Knees
6. Cult of Youth – Lace Up Your Boots
7. GuMMy†Be▲R! – Gurl
8. Cccandy – Blood and Guts
9. Black Math – Bottomless Sea
10. †‡† (Ritualzzz) – Kvltstep
11. Dadfag – Twins
12. Mater Suspiria Vision – The Ring
13. Nowa Huta – Nowa Huta vs. Pink Priest (NOWAHUTARMX)
Download:
Soror Dolorosa - No More Heroes
Categories :
/Forbidden . #2013 . Darkwave . Gothic rock . Post-Punk
Gênero: Post-Punk/Gothic Rock
País: França
Ano: 2013
Comentário: Nos anos 80 existiu, principalmente (mas não somente), na Europa, um estilo de música que buscava suas raízes na simplicidade direta do Punk Rock porém com a melancolia de uma década decadente de fim de século, a obscuridade do ocultismo e a nostalgia clássica. Estilos melancólicos e obscuros existiram em todas as eras da música popular, em especial me referindo ao século XX, mas talvez o que foi mais longe nisso foi o Post-Punk e em sua vertente mais dedicada, o Gothic Rock. Ao lado de outros estilos com as mesmas características líricas e temáticas que surgiram no período, surgia também o rótulo do Darkwave, em referência ao termo "New Wave". A França, no meio disso, criou um cenário totalmente próprio para todos os estilos do chamado Darkwave, com uma lírica tão poética que ia além do que havia sido feito antes e uma profundidade melancólica ainda mais intensa. À essa variação sutil mas importante dos grupos franceses deu-se o nome de Coldwave. E o Soror Dolorosa é uma banda formada pela nata da musicalidade melancólica francesa da atualidade que poderia perfeitamente figurar entre as melhores bandas do Coldwave nos anos 80.
Definir a sonoridade do Soror Dolorosa é fácil: pegue simplesmente tudo de mais genial que foi produzido pela Coldwave a 30 anos atrás e remonte numa única banda. A harmonia entre os músicos é um fator essencial em uma banda de post-punk, onde tradicionalmente os vocais sempre se destacam dando o feeling necessário à atmosfera cadenciada produzida pelo baixo sempre na cara, a guitarra de background e a bateria soturna. E os vocais de Andy Julia - que já tocou em nomes fortíssimos do Black Metal francês como Peste Noire, Mutillation, Nuit Noire e Celestia - não só seguram essa responsabilidade, como a abraçam maravilhosamente. O baixo de Hervé é competente em todos os sentidos, enquanto as guitarras (originalmente compostas pelo guitarrista da banda até o ano passado, Emey) se igualam em competência construíndo as atmosferas da sonoridade de forma perfeita, executadas pelo também baterista do grupo Franck Ligabue. Frank é em realidade o guitarrista original da banda, que em No More Heroes apenas comanda o instrumento durante as gravações, o posto atualmente é de cargo de Nicolas Mons, deixando Frank somente responsável pela bateria.
Em suma, Soror Dolorosa não é nada original, nem nada inovador, em nenhum mais remoto sentido. No entanto, nada disso é necessário pra que o Soror seja uma das melhores bandas da atualidade. A particularidade da banda talvez resida nos vocais de Andy e na incrível capacidade do grupo de soar oitentista em pleno século XXI e da forma mais absurdamente exitosa possível. Se eu já era um grande fã da banda desde seus primeiros lançamentos, em especial o debut da banda, Blind Scenes, este disco consolidou ainda mais minha paixão pelo grupo. Se você é fã de Gothic Rock, Post Punk e toda essa sonoridade do Darkwave/Coldwave dos anos 80, Soror Dolorosa e No Mores Heroes não são simplesmente recomendações essenciais, são obrigatórios.
Tracklist:
1. Silver Square (5:44)
2. Sound & Death (6:51)
3. Dany (6:01)
4. The Figure Of The Night (4:35)
5. Hologram (4:43)
6. Motherland (5:21)
7. Wormhole (5:54)
8. A Dead Yesterday (5:22)
9. Exodus (5:22)
Download:
Rapidshare//HotFile//Outros Links (miniup)//Mais outros links (Mirrorcreator)
Night Sins - New Grave
Categories :
/Ariel C. . #2012 . Gothic rock . Post-Punk
País: EUA
Ano: 2012
Comentário: O Pós-punk sempre foi um dos poucos gêneros que hipervaloriza o contrabaixo, talvez seja por isso que eu o ame tanto. Do mesmo modo, um gênero muito difuso nos anos oitenta. Portanto, para quem gosta de baixos furiosos e/ou música oitentista, segurem o coração, pois essa banda praticamente ressuscitou um defunto com mais de 20 anos de enterrado: o "Rock Gótico"!
Formada em 2010, pela união de duas bandas que provavelmente você nunca ouviu falar (Salvation e Mother of Mercy), Night Sins é composta por: Kyle Kimball (vocal), Drew Ferry (guitarra), Chris Betts (baixo). E New Grave é seu álbum de estreia e, para mim, um dos álbuns mais GÓÓÓTICOS pós-80's.
Logo pela capa, uma semelhança escrotíssima e de muito mal gosto do álbum In The Flat Field do Bauhaus, com um amadorismo gritando da boca do indivíduo na mesma. Então vem a primeira música do álbum (Playing Dead), que já carrega o signo clichê de envolver "morte" nome de sons gofis! O videoclipe dessa música é todo um CLICHEZÃO (sim, escrito em letras grandes!) de luzes piscando incansavelmente enquanto a banda toda de preto (com óculos escuro e tudo) faz a sua performance (com o vocalista incorporando o Peter Murphy), com cenas de um homem misterioso e uma mulher melancólica fugindo. De fato, muito "criativo"! Ah, e a própria banda já assumiu que possui como grande influência a banda Bauhaus... Claro, isso ninguém tinha percebido!
Um álbum com synths cheios de interferências que ecoam e atrapalham o discernimento da construção sonora dos outros instrumentos, um contrabaixo que parece cantar junto com o vocal, guitarras esguichadas e batidas fortes de bateria. Tudo isso em músicas com não mais que 5 minutos e em um amadorismo desgraçado!
Night Sins é a promessa para mundo solitário e sem esperanças dos góficos ou, no mínimo, uma cópia morta de escrota e fodassa de Bauhaus... Se New Grave não é o mais puro rock gótico (gravação "mal feita", baixo furioso, vocal difuso, clichês mais clichês possíveis, underground ao ponto de não ter nem myspace, clipes com luzes piscando a la boate gótica em noite de festa, escuridão e morte), eu não sei o que é isso!
Tracklist:
01. Playing Dead
02. Shoot Me Up
03. Spectral Bliss
04. The Stranger
05. Knell
06. The Eternal Giver
07. Wild Eyes
08. Winged Thing
09. Knife to the Sky
Download: Rapidshare // Outros Links
The Beauty of Gemina - Iscariot Blues
Categories :
/Ariel C. . #2012 . Darkwave . Gothic rock
País: Suíça
Ano: 2012
Comentário: Formada em 2006, The Beauty of Gemina traz Michael Sele no vocal/sintetizador, Mac Vinzens (bateria), David Vetsch (baixo), além Dennis Mungo como guitarrista de apoio nos shows. Sua historia começa quando a banda Nuuk termina, esta era a banda que Michael fazia parte. Pouco encontrei sobre Nuuk em si, mas dizem por aí que o som deles era uma mistura de The Cure e HIM. Se era mesmo, eu não sei, e em praticamente nada se reflete neste álbum o qual posto cá. Claro que devemos levar em consideração que Iscariot Blues é o último álbum lançado até agora por The Beauty of Gemina e antes dele, há três álbuns dos quais não me despertaram nenhum interesse – muito embora tenham capas lindíssimas. Ou seja, se há um acúmulo e herança advindos da primeira banda, estes já se dissiparam antes de Iscariot Blues.
The Beauty of Gemina é até bem famosa, já tocou no Wave-Gotik-Treffen
Com letras repetitivas – que fogem à forma clássica de verso-refrão – que falam de tristeza, solidão, dor e suicídio; a sonoridade de Iscariot Blues é crua com, no máximo, uma espécie de balada "Goth Blues" por conta da utilização demasiada de guitarras acústicas e synths que estão presentes e, no entanto, não me parecem relevantes. Os vocais são graves e embriagados que, por vezes, se arrastam e combinam perfeitamente não apenas com as músicas mas também com a própria beleza albina draculesca de Michael Sele. E quando se escuta Iscariot Blues, você está sujeito à transitoriedade das músicas que migram – ou brincam – entre um gênero e outro, entre o quase genuíno e o híbrido!
- Myspace // Site Oficial // Lastfm
Tracklist:
01. Voices Of Winter
02. Haddon Hall
03. Badlands
04. Golden Age
05. Stairs
06. Prophecy
07. Dark Revolution
08. June 2
09. Seven-Day Wonder
10. Last Night Home
Download: Mega
Héroes Del Silencio - Senderos De Traición
Categories :
Gênero: Rock en Español/Gothic Rock/Post-Punk
País: Espanha
Ano: 1990
Comentário: A algum tempo atrás postei duas bandas da cena gótica espanhola que mucho me gustan, que eram o Parálisis Permanente e o Décima Victima. De lá pra cá fiquei super fã da cena gótica espanhola e fui descobrindo cada vez mais e mais bandas fantásticas e uma delas, que conheci deve fazer uns seis meses, foi o Héroes Del Silencio. E talvez ela tenha ganho o posto de banda que mais gostei no meio desses achados, muito em particular por causa deste álbum, o fantástico Senderos de Traición.
A banda se formou em Zaragoza em 1984 e apesar de neste álbum parecer nítidamente uma banda de Gothic Rock aos moldes do Sisters Of Mercy, a banda não bebe das mesmas fontes obscuras das quais bebiam o Parálisis Permanente e o Décima Victima, em especial o Bauhaus. No caso do Héroes as influencias se colocam mais próximas de bandas como o próprio Sisters, o New Wave e até mesmo o Hard Rock, estilo este com o qual a banda perigosamente flertou em quase todos seus outros discos à exceção deste. Mas as guitarras da banda são totalmente góticas e o baixo não nega a veia post-punk. O principal elemento que torna o Héroes único e o distancia de certa forma da cena gótica espanhola são os vocais absurdamente geniais de Enrique Bunbury. Esses vocais deveriam ter uma resenha a parte, tal é a importancia deles pra musicalidade do disco. A emoção e a entrega de Enrique nos vocais são incrivelmente extremas e profundas, quase teatralmente interpretando cada letra, que por sinal, estas sim, são bastante obscuras. Tudo isso pode ser visto na prévia em vídeo que coloquei abaixo, o clipe de Maldito Duende. Sério, vejam.
Mas os vocais de Enrique incrivelmente ainda não são a única característica que me conquistou de cara no álbum. A guitarra de Juan Valdivia é igualmente fantástica, criando atmosferas totalmente intensas e poderosas pra acompanhar o fortíssimo vocal de Enrique. Juan conseque algo incrível que é criar um aspecto das músicas do disco tão marcante quanto os vocais, e isso é conquistado com a ajuda crucial do baixo de Joaquin Cardiel que se mantém sob a égide do Post-Punk; nos raros momentos em que Juan não arpeja a guitarra, Joaquin toma as rédeas do prosseguimento das músicas com um baixo marcante e praticamente a frente de todos os outros instrumentos. O baterista Pedro Andreu não faz nada mágico ou inovador, mas segura bem toda a intensidade dos outros elementos que constituem o álbum e isso por si só já é de uma grande responsabilidade.
Senderos foi o segundo álbum da discografia do Héroes de 4 discos que a banda lançou antes de se separar em 1996, isto após serem headliners do festival Monsters Of Rock que aconteceu em terras tupiniquins naquele ano e teve como outras atrações o naipe de Iron Maiden, Biohazard, King Diamond e seu Mercyful Fate, para vocês terem uma idéia da força que a banda tinha na época. No entanto a banda se reuniu em 2007 mas após uma tour que rendeu um disco ao vivo Enrique resolveu se concentrar em sua carreira solo
Esse álbum pra mim é uma das pérolas do chamado Rock En Español e considero obrigatório pra fãs tanto de Post-Punk, Gothic Rock e afins, quanto fãs de uma música intensa, emocional e lotadíssima de feeling, e isso transcende limites entre gêneros musicais. Portanto recomendo que qualquer um ao menos experimente escutar esse disco e correr o grave risco de se apaixonar pelas guitarras de Juan e os vocais de Enrique, como eu me apaixonei.
Tracklist:
1.Entre dos tierras 6:05
2.Maldito duende 4:14
3.La carta 3:05
4.Malas intenciones 3:47
5.Sal 0:17
6.Senda 3:50
7.Hechizo 4:38
8.Oración 4:06
9.Despertar 2:50
10.Con nombre de guerra 4:18
11.El cuadro II 4:03
Download:
Gamefront//Bayfiles//DepositFiles
Esse clipe deve ter todos os efeitos possíveis de serem colocados em um videoclipe de 1990, me deixa até tonto
Lacrimosa - Discografia
Categories :
/Ariel C. . #Discografia . Gothic Metal . Gothic rock . Symphonic
País: Suíça
Comentário: Primeiramente, ressalto que meu intuito nunca foi elaborar um post genuíno, com a discografia completa de Lacrimosa, pelo contrário, posto apenas por pensar que isto era algo que verdadeiramente faltava em nosso acervo; pois, encontra-se facilmente qualquer álbum ou EP da banda na internet. Do mesmo modo, já adianto que Lacrimosa é um pedaço de mim e postar isto aqui é me expor por inteira... Então, não esperem que eu disseque álbum por álbum, pois isto seria desumano, sobretudo, para comigo. Se, por vezes, pareço detalhista e explicativa, acreditem: não é intencional!
A finlandesa Anne Nurmi apareceu apenas durante a turnê do álbum Satura, lançado em 1993, em participação especial. Antes disso, ela tocava na banda Two Witches. Terminada a turnê, o convite para a mesma unir-se ao Lacrimosa fora oficializado e, a partir disto, a banda se tornou o que conhecemos até hoje: Anne e Tilo como os únicos membros de fato, sendo ele o compositor das letras de todas as músicas, exceto Hohelied Der Liebe, cuja letra fora tirada de passagens da Bíblia.
Por toda formação clássica do Tilo, quando o artista recorria a Vivaldi, o supracitado Mozart, entre outros para se inspirar, o Symphonic sempre esteve presente na musicalidade de Lacrimosa, quase como um traço peculiar, marcante pelo famigerado violino que chora! Além do erudito, por vezes, encontramos músicas que trazem uma sonoridade Gothic Rock, com seu feroz contrabaixo e as batidas enfurecidas de bateria, como na música Siehst Du mich im Licht?, do álbum Stille. Unindo guitarras pesadas e esguichadas que muito remetem ao Metal, este sincretismo sonoro é a marca da banda!
As letras das músicas são verdadeiras poesias descritivas cantadas ou sutilmente gritadas; falam da vida em caráter pessimista, onde até positivo provém de algo ruim que passou e deixou marcas, como nos versos de Not Every Pain Hurts:
"[...]Sem dor alguma não seria a mesma coisa
São músicas derradeiras, de ápice, que falam e transmitem a agonia antes da morte, seja ela física ou psicológica. Por fim, confesso que não ouvi os álbuns posteriores a Lichtjahre, pois eu ainda não me sinto preparada para ouvi-los e provavelmente não os ouvirei tão cedo. Ainda não sinto que eles preencherão minha vida como os demais álbuns fizeram. Sendo assim, não me sinto digna de colocar em destaque qualquer música dos álbuns que não ouvi. Perdão!
- MySpace || Site Oficial || LastFm
Clan of Xymox - Notes From the Underground
Categories :
/Nix . Dark Electro . Darkwave . Ethereal . Gothic rock
Gênero: Eletro-Goth/Darkwave
Ano: 2001
País: Holanda
Comentários: Não conheço muito do trabalho de Dostoyevsky para poder afirmar se o título do álbum tem algo a ver com a obra do romancista, mas de qualquer forma, Notes From the Underground é um trabalho que chama a atenção: precedido pelo excelente CREATURES, é um lançamento que se destaca pela sua sonoridade em particular; músicas mais melancólicas e etéreas, que casam perfeitamente com o vocal grave de Ronny Moorings, e as batidas eletrônicas que remetem a um eletro com mais influências de Industrial (o que se tornou bem mais notável nos lançamentos que se seguiram).
O ponto alto do álbum são os teclados muito bem colocados, dando um toque bastante etéreo às canções (e que aparecem bem escancarados na música que eu considero como sendo a melhor do álbum, Something Wrong). Esse tipo de som nos remete diretamente a bandas de Shoegaze e Ethereal no que diz respeito à atmosfera criada pelos efeitos dos teclados e guitarras. E, claro, o que não poderia faltar: o baixo de Mojca Zugna que, apesar de não aparecer tanto como é de costume nesse estilo, mantém a base das músicas enquanto os teclados se apoiam nas melodias principais (ressaltando como o álbum é voltado para os teclados).
As músicas mais etéreas são as que mais se destacam: Something Wrong é uma canção com melodias cativantes e envolventes- essa última característica é a que mais salta à vista. Internal Darkness chama a atenção com uma melodia tétrica e a voz grave de Moorings, que se combinam para dar coesão ao contexto da letra. Into Her Web é uma ''balada'' sem percussão e distorção, movida a pianos e ao acústico das guitarras (esta canção é a que, talvez, mais nos remete ao Shoegaze/ Ethereal). E por fim, Number One, que destila elegância com seus riffs viciantes.
Myspace//LastFM
Tracklist:
1 Innocent 5:51
2 I Want You 5:21
3 Internal Darkness 5:13
4 At Your Mercy 6:48
5 Anguish 8:55
6 Number One 5:38
7 Into Her Web 2:55
8 The Bitter Sweet 5:15
9 Liberty 5:58
10 Something Wrong 7:18
11 Mysterium 2:44
12 The Same Dream 4:22
Rapidshare//Mediafire
Substance - A Brazilian Gothic Collection
Categories :
//Ex-membros . /Damien Willis . #Coletâneas . #Produto Nacional . Gothic rock . Industrial . Post-Punk
País: Brasil
Ano: 2009
Comentário:
Bem, aí está uma puta coletânea do pós punk nacional idealizada e criada pelo Sonambulo do Alle Sterne Sterben. Sem dúvidas, apesar de ter faltado alguns nomes na mesma como Almas Mortas, Últimos Versos, entre outros, não há como negar que essa coletânea ruleia demais. Não tem como citar uma faixa favorita, fato.
É ouvir e apreciar música brazuca de qualidade. =)
Enjóiem :p
Blog
Tracklist:
01 - Lua Nigra - Fogos
02 - Scarlet Leaves - Absinthe Tears
03 - The Knutz - You are the wonder
04 - Plastique Noir - Empty Streets
05 - Days are Nights - Guerra Fria
06 - Escarlatina Obsessiva - Where sank one million ships
07 - Jardim do Silêncio - A minha tragédia
08 - Projeto Reinfield - Mists
09 - Bells of Soul - I see your name in the sky
10 - Discotronike - Convict
11 - Enjoylive - My favorite Sin
12 - A Industrya e Rodrigo Helfenstein - Lies
13 - Alle Sterne Sterben - Me restaram somente flores
14 - Elegia - Bunker de Papel
15 - A Última Dança - 11 de junho
16 - Vitrine - Estranhos sonhos
17 - Low Hipnóise - The Sanctuary
18 - Gargula Valzer - Carrions Hunger
19 - The Silent Party - An Instant of Difference
20 - A Banda Invisível - Quando As Almas Se Encontram
Esse post pertenceu à Renata Demether, eu apenas atualizei (sem alterar), arrumei as tags das músicas e reupei.
MegaUpload/Mediafire
Monica Richards - The Strange Familiar [EP]
Categories :
País: EUA
Ano: 2011
Comentário: E eu não me canso de dizer que EP’s e Singles são um dos melhores jeitos de você conhecer determinados trabalhos sem muito esforço. Eis Monica Richard: uma pessoa que entende de Literatura e Antropologia e vocal do Faith and The Muse, banda esta que já disse que até hoje ainda não criei vergonha na cara para ouvir seu som.
Este é um somzinho bem hellokitiano, assim como o Cinderella Effect. Contudo, com umas levadas bem mais rockzinhas, o que nos remete a algo mais oitentista, com batidas (e, em alguns momentos, violinos) marcantes, e vocais leves, limpos, e ainda com uma influência meio ethérica. No mais, para quem segue esta linha darkwave hellokitiana ou gosta de algo mais leve, ou ainda quer conhecer o trabalho solo desta cantora é uma boa indicação!
Tracklist:
01. Armistice
02. The Mighty
03. Strange Familiar
04. A Good Thing (Strange Ones remix)
05. Oreiades
Download: Megaupload // Mediafire // Outros Links
Bloody Dead and Sexy - Narcotic Room
Categories :
País: Alemanha
Ano: 2005
Comentário: Existe banda alemã ruim?! NÃÃÃÃO! Sob um histórico trágico na perda fatal de um dos membros fundadores, Bloody Dead and Sexy foi formada em 1997 por Rosa Iahn, Tim Schande, Björn Henningson e Wolfgang Reetz. A tragédia veio em 2000, quando o guitarrista Wolfgang morreu em um acidente de moto. Se isto influenciou o som da banda, tornando-o mais sombrio, não sei; o fato é que em pleno século XXI, com inúmeras bandas que tentam fazer revivais distorcidos e, por vezes, trááágicos de seus ídolos, Bloody Dead and Sexy propaga uma incrível e absolutamente apaixonante reminiscência oitentista!
Quando você escuta Bloody Dead and Sexy e seu peculiar regaste do que poderíamos chamar de Death Rock Pós-punkeiro, com suas raízes intrínsecas nos anos 80 e na sua devastação com Christian Death; a primeira coisa que você pensa é: Não é possível que este som foi feito após 2000! Eu mesma, enquanto ouvia, precisei me certificar de que o ano era mesmo 2005. Narcotic Room é o primeiro álbum da banda propriamente dito e o primeiro assinado com uma gravadora pouco famosa: a Alice in..., quiçá, por isso, seja mais trabalhado. Possui vocais entorpecidos, guitarras ala góóóthico-transloucado-perdido-na-noite-em-becos-escuros com arranjos rastejantes, baixos soturnos, baterias que te fazem batucar com os dedos onde quer que você esteja e uns e outros efeitos sonoros para criar aquela atmosfera de sedução e morte!
- Myspace // Site Oficial // Last.fm
Tracklist:
CD 1:
01. A Friend In Mescalin
02. Sweet Is Evil
03. Cheeks
04. Slow
05. 4Th Coma
06. The Crystal Clear
07. Narcotic Room
08. Suitcase Men
09. Around & Around
10. Find A Clean Needle
11. My Secret Gardener
CD 2 [Bonus]:
01. Monstartanz (Feat. Annette Benjamin)
02. Hey Ho Armageddon, Twice As Evil As Sugar (Feat. Stevyn Grey)
03. A Friend In Mescalin (Demo Modesite)
04. The Crystal Clear (Demo Decadente)
05. Some Of This
Download: Megaupload // Mediafire // Outros Links
Décima Victima - Décima Victima
Categories :
Gênero: Post-Punk
País: Espanha
Ano: 1982
Comentário: Décima Victima é um dos maiores nomes do rock gótico oitentista espanhol, ao lado do Parálisis Permanente, Alaska Y Los Pegamoides, entre outros. Formado em 1981 em Madrid por dois suecos e dois espanhóis, a vida da banda durou apenas dois anos, terminando em 1983, mas com tempo suficiente para dois LP's e vários Ep's e Singles. O homônimo é o debut da banda, um disco cheio de influências do post-punk inglês e francês, mas com a personalidade do gótico espanhol, impulsionado pela Movida Madrileña.
A sonoridade do disco passeia entre o baixo sombrio de Per Mertanen, que em conjunto com o baterista José Brena criam as levadas lúgubres e melancólicas (como a própria banda definida, de certa forma rejeitando o termo "gótico") que são constantes durante todos os curtos 36 minutos do álbum. Guitarras aqui são quase sempre meros coadjuvantes; o irmão de Per, Lars Mertanen apenas cria texturas que dão melodia ao sepulcral baixo do irmão. Já os vocais de Carlos Entrena, grande idealizador e compositor da banda, é um dos mais sinistros do rock espanhol, com uma voz serena e hipnótica.
No geral este disco é um dos mais seminais para o rock gótico europeu como um todo, e recomendadíssimo a quem curte Joy Division, The Fields Of Nephilim e Sister Of Mercy, enfim, quem curte o bom post-punk praticado na década de 80.
Tracklist:
1 - La Voz Que Me Persigue 4:52
2 - Más Allá Del Silencio 2:45
3 - Inseguridad 2:33
4- Escombros de Un Triunfo 2:26
5- Otro Futuro 2:17
6- Almas Perdidas 4:26
7- Hacia La Luz 2:06
8- Fe En Ti Mismo 1:58
9- Detrás de La Mirada 3:33
10- Desde El Acantilado 3:00
11- Hasta El Límite 2:!8
12- Decisión 4:19
Links
Wupload
Outros Links (multiupload)
Tosco o programa onde foi feito o vídeo, mas dada quantidade infelizmente pequena de material da banda disponível atualmente, esse vídeo é um achado!
Cinema Strange - The Astonished Eyes Of Evening
Categories :
Gênero: Deathrock/Darkwave
País: EUA
Ano: 2002
Comentário: The Astonished Eyes Of Evening é o segundo álbum da banda estadunidense Cinema Strange, um dos mais proeminentes nomes na cena Deathrock mundial atualmente. Criado por Lucas Lanthier, aka Zampano, em 1994, o projeto é mais que uma banda; envolvido aqui há teatro, cinema, música e literatura. Todas girando em torno da temática sombria e doentia da morte, do cinema trash (zumbis!) e aquele clima batcave oitentista que só as bandas do Deathrock conseguem reproduzir com fidelidade.
A sonoridade do disco é praticamente indescritível, com os vocais bizarros de Lucas e um instrumental totalmente sinistro, ao mesmo tempo que passa uma sensação de ser tudo uma grande brincadeira sombria e nefasta - e não algo opressor e propositalmente depressivo. Os temas líricos também tem esse caráter, desde metáforas maravilhosas com temas infantis e "fofinhos" em situações das mais escabrosas - Catacomb Kittens que o diga - fazendo analogias a decadência do nosso cotidiano e outros temas congêneres sem apelar para a exposição disso tudo de forma chocante. E isso torna o projeto ao mesmo tempo que absurdamente sombrio, totalmente poético.
Esse álbum é uma viagem pelos esgotos e uma conversa de 48 minutos com seres esquecidos da sociedade, personagens criados por Lucas, musicados na forma do Cinema Strange. Algo como a mentalidade de um louco perambulando pela cidade deserta descrevendo o que vai vendo na paisagem noturna urbana. Minhas faixas preferidas do disco são os 'hits' Catacomb Kittens e Speak, Marauder! mas todo o disco é excelente.
Postado pra ajudar a Ariel na idéia dela de fazer posts comemorativos à Zombie Walk de Belém (PA), que acontecerá no próximo sábado e deve ser realmente um evento muito interessante visto que (Ariel que me contou) a Zombie Walk tão fomasinha em São Paulo teve sua primeira edição tupiniquim nas terras selvagens do Pará (e que hoje em dia em SP só dá patricinha pintando a cara de caveira e aparecendo no jornal pagando de gótica, sejamos sinceros). Então como tem visto a Ariel postando umas darkera como de costume, eu também vou dedicar os próximos dias a isto, espero que gostem.
Site Oficial
Tracklist:
1. Reveil en Sursaut d'un Réve
2. 'Ere the Flowers Unfold
3. Dead Eyes Open, or, How the Woman in the Attic Fled, Never to Return
4. Catacomb Kittens
5. "Speak, Marauder!"
6. Mathilde in the Dirt
7. Legs and Tarpaulin
8. Finger Broken Branches (instrumental)
9. Tomb Lilies
10. The Red and Silver Fantastique and the Libretto of the Insipid Minstrel
Links:
Rapidshare
All Gone Dead - Fallen & Forgotten
Categories :
País: Inglaterra
Ano: 2006
Comentário: Formada em 2004 por Stich e sua namorada (e, posteriormente, esposa) Barb, All Gone Dead é uma banda bem conhecidinha entre os amantes de Defirroqui. Contudo, com um histórico conturbado em sua formação e quiçá pelo modo como tentou abraçar suas diversas influências, foi uma banda que marcou muito, produziu pouco e se desfez assim...
Certo que seria muita cretinice de minha parte colocar a tag #Discografia aqui, no entanto, este foi o único álbum de fato lançado pela banda. Antes dele houve a demo “Conceiving the Subversion” com a qual ganharam o prêmio de melhor banda gótica independente pela revista alemã Gothic Magazine. E, posteriormente, o “Exquisite & Unsuited” que ficou só na perspectiva mesmo, já que seu lançamento morreu junto com a banda, a qual anunciara seu término em 2008 pelo myspace. Algo que ainda gerou polêmica, já que alguns incrédulos até hoje juram que milagrosamente a banda ressurgirá do túmulo e os convidará para uma última dança...
Sob vocais teens
Tracklist:
01. G(enerating)
02. The Holy City Of Karbala
03. Newspeak (Room 101)
04. Just 80 Miles West
05. Skritch'N'Skrill
06. Vivid Still Beating
07. O(perating)
08. Orchids In Ruin
09. Cedric Krane
10. Within But Not Before
11. Sunday Went Mute
12. The Aftertaste
13. D(escending)
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Deadchovsky - Decadence Revolution
Categories :
País: França
Ano: 2004
Comentário: Existe banda francesa ruim?! NÃO! Das profundezas sórdidas e insanas da França, veio Deadchovsky sob o signo de um mendigo chamado Igor, que ninguém sabe se de fato existiu ou se foi tudo invenção... Este mendigo, quase um Messias, andaria por toda Europa pregando uma revolução decadente, onde o mesmo adentra outra dimensão após algumas garrafas de vódca! Encarnando o Igor
Bem, já dá para imaginar o que se pode esperar do álbum Decadence Revolution, né?! Um som pútrido com nítidas influências de Industrial (algo que o faz não ser tão cru assim), com poéticas e filosóficas raízes de Pós-punk. É fato que quem curte aquele roquezinho da morte é bem provável que goste de Deadchovsky, contudo, o interessante desse álbum é a oscilação que ele traz de demência, tenebrosidade (refletidas principalmente nos vocais) com elementos externos e até mesmo desconexos, como uma sonoridade circense (WTF?) ou ainda uns belos synths industriais, e uma sonoridade instável de suspense, horror, obscuridade e euforia!
Tracklist:
01. Chemical Underground
02. Sacrification (Tears of Crust)
03. Alcool
04. Le Sandwichier Glauque de Montmartre
05. Solene is a Batcave
06. Bacterium on the Drive
07. Dislocation
08. Der Verfall
09. Falling Curtain
10. Hallucinogene
11. Rendez Moi Mon Cerveau
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Villa 21 - A Ghost On The Move
Categories :
País: Grécia
Ano: 1983
Comentário: E quem disse que rock gótico grego não é bom?! Quero dizer, não que a cena underground do rock gótico na Grécia não existisse nos anos 80. Todavia, de tão relativo underground algumas bandas (verdadeiras preciosidades), como esta a qual posto agora, permaneceram chafurdadas até se dissiparem e, consequentemente, sem tomarmos consciência de sua existência, infelizmente. Contudo, acho que fui hiperbólica quando citei “banda” como preciosidade em vez de “álbum”.
Villa 21 foi uma banda que de tão boa, GRAÇAS, ganhou um tímido reconhecimento no cenário mundial, mesmo que uns 20 anos depois de seu término, justamente por conta da “inclusão digital”
O meu equívoco em taxar de preciosidade ocorre a partir das mudanças em Villa 21, esta começou em um pós-punk doidão e terminou em algo como Garage Punk. Não que as produções voltadas ao Garage Punk não sejam boas, no entanto, em minha singela opinião, Villa 21 era bem melhor quando fazia o seu pós-punk típico dos anos 80. O álbum A Ghost On The Move é o resultado disto: guitarras distorcidas, proeminentes bumbos de bateria, vocais dementes e, claro, a imponência baixística; além de synths que dão um toque mais vampiresco, sobrenatural ou, como na música em destaque In The Darkened Night, até mesmo extraterrestre... Há quem diga que Villa 21 é pós-punk, outros que é Pós-punk com influências nítidas de New Wave. Eu prefiro dizer que Villa 21 está em algum lugar entre a insanidade sonora de Alien Sex Fiend e Poesie Noire.
Tracklist:
01. Welcome To The Villa 21
02. In The Darkened Night
03. Like The First Time
04. Annie's Animal
05. Too Much Nothing
06. Losing Control
07. Death Career
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La Chanson Noire - Canções de Faca e Alguidar
Categories :
//Ex-membros . #Produto Português . Alternative Pop . Gothic rock . Post-Punk . Punk Cabaret
Gênero: Gothic / Punk Cabaret
Ano: 2007
País: Portugal
Comentário: La Chanson Noire é o transbordo musical da inquieta e multifária mente de Carlos Monteiro. É composta por três heterônimos (?): Iktush Nosfellatio, Charles Sangnoir e João Semnome; cada um com sua respectiva e diferente personalidade, a qual compõe de certa forma um traço das músicas bucólicas-decadentes de LCN. Do mesmo modo, oscilam nos shows em performances, onde até o próprio criador aparece incorporando uma quarta pessoa.
"Canções de Faca e Alguidar" é o orgulho desta estação para a Necrosymphonic Entertainment (gravadora (?) criada pelo próprio Carlos). Voz, bateria e piano, pontualmente acompanhados por um baixo ou uma secção de cordas, numa toada de cabaret decadente em delírios de haxixe e absinto. Capa exclusivamente para k7 - puro romantismo retro!
Já foi postado aqui no Ignes o Split dele com o Espelho Mau: Gay Music For Straight People.
Tracklist:
1. Construir Monstros
2. Fado Mau
3. Food For The Worms
4. Fuck Me
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Specimen - Discografia
Categories :
/Damien Willis . #Discografia . Deathrock . Gothic rock . Post-Punk
País: Inglaterra
Atividade: 1980–1985, 2006–present (?)
Biografia: O Specimen nasce no começo de 1981 em Bristol, como um epidêmico fenômeno na estagnado costa Oeste da Inglaterra, sob o comando de Ollie, Kev e Jon Klein. Seu primeiro show surge como uma piada. No dia 29 de Julho do mesmo ano, a audiência idosa de uma festa casamento contempla a agressividade sensual da banda.
O Specimen faz alguns shows em Bristol, mais especificamente num club sujo e pegajoso chamado Scamps, mas violência e não-aceitação de seu som por parte da platéia se torna rotina em suas apresentações ao vivo. Um pouco antes de partirem pra capital inglesa eles gravam sua primeira demo em estúdio contendo três músicas, incluindo “Nightfall”, faixa com forte aparições em suas primeiras apresentações ao vivo.
Em Londres o Specimen se concentra mais na composição e novo material à shows. Tendo algumas apresentações devastadoras em clubs como o Dingwalls, Embassy e The Lyceum; a banda decide que participar regularmente do circuito londrino não era algo que eles planejavam: os shows do Specimen deveria ser verdadeiros eventos memoráveis. Em junho de 1982 gravam uma edição limitada com seu próprio video-single, contendo duas músicas: “Friends in the Dark” e uma primeira versão de “Returning”, com o novo baterista Jonathan.
Julho do mesmo ano entra em funcionamento em Soho a Batcave, um nightclub da banda que se tornaria a mais lendária casa noturna londrina voltada à um saciar centenas de celebrantes sedentos por um entretenimento furioso e novo.
Em sua primeira noite de quarta-feira, nas vizinhanças do Gargoyle Club, numa mistura trash-burlesca, a casa cheia testemunha o desempenho feroz do Specimen para celebrar o retorno de seus shows como compulsão visual - apresentação essa chamada “The Event”.
O Club ganha a devida popularidade, e se torna uma lenda. Mudam para uma casa maior, aonde era o Subway club, e a partir daí passam pelas portas da Batcave artistas como Marc Almond, UK Decay, Test Dept., Sex Gang Children, Alien Sex Fiend e Brilliant, sob seu clima sombrio, coberto de musgo e resquícios de auto-mutilação.
Com um sintetizador adicionado ao seu som, a banda assina seu contrato de gravação com a Londres Records e lança “Young Limbs and Numb Hymns”, o Batcave Album, trazendo diversas das suas melhores faixas como “Dead mans autochop” e uma nova versão de “Returning”.
Era hora deles irem mais longe. Voam para a América por duas semanas, numa invasão à Nova York, que lhes rende uma apresentação no CBGB, entre outras, depois continuando com uma turnê pela Inglaterra.
Durante os próximos dois meses eles fazem shows por todas as províncias inglesas, então volta para os estúdiso Marquee para gravar quatro novas músicas, lançadas no single “Beauty of Poisin”. Aparições em alguns shows de TV surgem, incluindo um especial de halloween junto com o Alien Sex Fiend. Mas em breve aparecem alguns conflitos com o baixista Kevin Mills, sendo este substituídos por Jonny Slag, e o baterista Jonathan Trevsick é chutado da banda pelo seu gosto grotesco em camisetas.
Alguns lançamentos de batcave deram certo, mas o auge do movimento Gótico estava decaindo rápido, e o Specimen luta para manter sua notoriedade que prometia devolvê-los ao mundo sobre um rato manchado a sangue.
Ollie estava convencido a se mudar com a banda para São Francisco, proposta que não foi bem recebida pelos membros restantes, até perceberem que todo interesse ao redor da banda tinha sido trocado pelo sucesso de novas bandas como o The Mission e Fields of the Nephilim.
Com o fracasso do novo single “Sharp Teeth” eles se dão por mortos, e é o fim de uma das maiores lendas da chamada “geração Batcave”, aclamada até hoje como maiores influências de diversos novos talentos do deathrock e gótico mundial.
Biografia retirada do LastFM.
Comentário: Conheci esta exótica banda ('exótico' é o que não falta nesta cena) através de uma belíssima coletânea chamada Gothic Rock - Ultimate Collection que faz uma verdadeira varredura em túmulos e cavernas em busca dos vestígios de bandas das décadas de 70 e 80. Sou pouco — pra não dizer 'nada' — recomendado para falar sobre alguma banda de gothic rock, ainda mais em Specimen, que é uma lenda, portanto heis a cópia descarada da biografia acima. Não quis nem mesmo resumi-la para não perder nada.
Finalizando, trouxe para vocês dois álbuns, duas compilações e um EP.
MySpace//LastFM
01 The Beauty Of Poisin
02 Syria
03 Kiss Kiss Bang Bang
04 Returning From A Journey
05 Tell Tail
06 Lovers
Mediafire//Megaupload//MirrorCreator
01 Kiss Kiss Bang Bang (12") 4:53
02 Tell Tail 3:47
03 Beauty Of Poisin (12") 4:15
04 Hex (12") 6:20
05 Returning From A Journey (12") 5:40
06 Syria 3:19
07 Dead Man's Autochop 3:57
08 Stand Up Stand Out 3:21
09 Holes 4:41
10 Lovers 3:04
11 Sharp Teeth Pretty Teeth (12") 5:10
12 Wolverines (Live) 6:41
13 Azoic (Live) 4:07
Mediafire//Megaupload//MirrorCreator
01 Kiss Kiss Bang Bang (7") 4:21
02 Tell Tail 3:47
03 Beauty Of Poisin (TV Mix) 4:17
04 Hex (7") 4:30
05 Returning From A Journey (7") 4:10
06 Syria 3:19
07 Dead Man's Autochop 3:57
08 Stand Up Stand Out 3:21
09 Holes 4:41
10 Lovers 3:04
11 Sharp Teeth Pretty Teeth (7") 3:52
12 Ooze (Live) 4:57
13 Wet Warm Clingfilm Red Velvet Crush (Live) 4:28
Mediafire//Megaupload//MirrorCreator
01 Death Drive 3:31
02 Electric Ballroom 3:51
03 Lilacs 4:22
04 Nothing Lasts Forever 4:50
05 Play Prey 4:23
06 Fatal Error 2:39
07 Cinema Of Attractions 5:35
08 Aftershock 5:13
09 White Space 4:30
10 Kiss Kiss Bang Bang (Specimen vs. Atomizer) 6:42
11 Ticket To Oblivion 6:03
Mediafire//Megaupload//MirrorCreator
01 Stand Up Stand Out
02 Tell Tail
03 Beauty Of Poisin
04 Hex
05 Dead Man's Autochop
06 Syria
07 Wolverines
08 Lovers
09 Death Drive
10 Ooze
11 Kiss Kiss Bang Bang
12 Returning From A Journey
Mediafire//Megaupload//MirrorCreator
Zeraphine - Kalte Sonne
Categories :
País: Alemanha
Ano: 2002
"Eu simplesmente tentei transferir o meu estilo de escrever a minha língua materna e gostei bastante"Sven Friedrich
Bitrate: 320 kbps
Tracklist:
01.Flieh mit mir
02.Die wirklichkeit
03.Unter eis
04.Sterne sehen
05.In der teife
06.Kannst du verzeihen
07.Siehst du mich
08.Siamesische einsamkeit
09.Lass mich gehen
10.Ohne dich
11.Licht
12.Deine welt
Download: Megaupload | Mediafire
The Vyllies - Discografia
Categories :
País: Suíça
Bauhaus - Discografia
Categories :
País: Inglaterra
























