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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
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Envy - Insomniac Doze

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Gênero: Post-Rock/Screamo
Ano: 2006
País: Japão

Comentário: Dificil dizer que Envy é uma banda japonesa, visto que seu som é completamente ocidentalizado, as músicas são cantadas em inglês, e as bases instrumentais também remetem a dois gêneros tipicamente do lado de cá do mundo, o Screamo praticado com fortissimas influências de Post-Rock.

Insomniac Doze representa uma grande evolução na sonoridade do grupo, vindo de trabalhos mais puxados pro Screamo cru e agressivo, este álbum recebe uma enorme injeção de Post-Rock que aqui se torna um elemento tão relevante quanto o hardcore anteriormente. O trabalho consegue equilibrar os dois lados perfeitamente, sendo um ótimo representante tanto de um gênero como de outro, esses que mesmo tão distintos, ao mesmo tempo se completam tão bem, assim como Pax Cecilia e o Suffocate For Fuck Sake, dois outros expoentes dessa união podem nos mostrar.

À parte disso, as guitarras são brilhantes, talvez o elemento mais relevante na música desta banda, visto toda a coerência melódica com que elas são tocadas. Os temas são homogêneos, têm atmosferas brilhantes capazes de agradar desde fãs de Jesu, ou até mesmo Sun O))), podendo igualmente cativar os fãs de Suis La Lune ou Orchid. Fazendo referência rápida aos vocais, estes se alternam de um spokenword quase sussurrado ao completamente oposto das guitarras, raivosos e desesperados, dando aquele belíssimo contraste entre o bruto e o belo que quando bem trabalhados e sem soar brega, acalenta tão bem nossos ouvidos.

Tracklist

1. Further Ahead of Warp
2. Shield of Selflessness
3. Scene
4. Crystallize
5. The Unknown Glow
6. Night In Winter
7. A Warm Room

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domingo, 16 de setembro de 2012
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Porco na Cena #8 - Elma & Kevin Drumm

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Barulho, mormaço e tempo abafado: esta é a descrição de um dia comum na cidade de São Paulo. Multiplique por dois o ''barulho'': esta é a descrição da noite de ontem no Centro Cultural São Paulo (comumente chamado de Centro Cultural Vergueiro, por estar exatamente ao lado da estação de trem supracitada), que aliás, é um lugar interessante à beça! Logo ao chegar no local, me deparo com pessoas estudando, lendo, jogando xadrez e- MEL DELS- dois guris jogando Yu- Gi- Oh. É um lugar que irei bater cartão daqui em diante, vide os eventos que sempre rolam por lá.

Noite passada foi a vez da banda paulistana Elma, juntamente com o músico ''chicaguense'' Kevin Drumm (que, para minha surpresa, é um fã de Black Metal segundo o Wikipedia) para redobrar o clima caótico da noite de sábado. Elma vem com seu Sludge e pitadas de Drone, ainda que bastante enérgico; e Kevin Drumm, ao contrário do que imaginei, se apresenta separadamente, com uma performance única e uníssona com seu já conhecido Noise/ Drone.

segunda-feira, 16 de julho de 2012
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Porco na Cena #1 - Eclipse Doom Festival V

1 comentários

Olá amiguinhos, amiguinhas e inimiguinhos, estamos aqui novamente para apresentar uma nova seção no Pignes. Esta que no entanto não é nova em nossos propósitos, já pensavamos em criar algo congênere a muito, muito tempo mesmo. O Porco na Cena será uma coluna de resenhas de shows e festivais que nós do Ignes frequentamos. E acho que vocês vão adorar essa idéia.

Uma coisa que sempre pensamos e tivemos como chave no nosso propósito com o blog é a importância dos shows e festivais. Somos um blog com conteúdo pra download incrivelmente extenso, que muitos criticam fortemente por sermos 'ladrões de propriedade intelectual', porém somos também grandes frequentadores de shows e festivais (e também colecionadores de mídias físicas, e vem surpresa por aí no que concerne a isso). A relação entre as duas coisas está no fato que enquanto tentamos propagar a cultura de forma aberta através dos downloads, os shows e festivais permanecem experiencias únicas de contato com os artistas que um download, mesmo de um DVD, jamais poderá reproduzir totalmente. Dessa forma a idéia de resenhas de shows surge naturalmente sem a presença de downloads, exceto bootlegs que podem aparecer ocasionalmente. A idéia aqui é incentivar mesmo a presença nos shows contando as experiencias não só musicais que ocorrem num evento desse. E o primeiro festival que vamos mostrar aqui é um festival incrivelmente legal que ocorreu em terra brasilis com bandas nacionais de um estilo que só agora vem sendo valorizado dentro do Brasil: O Doom Metal. 


Espero que curtam essa nossa iniciativa e o primeiro capítulo dessa nova saga, o Eclipse Doom Festival V que aconteceu em São Paulo no dia 15 de Julho deste nosso 2012 e foi produzido por uma iniciativa muito legal dentro da cena do Metal brazuca, a União Doom Metal BrasilQuem foi lá, conferiu os shows e traz a resenha pra a gente é o Nixespero que curtam e vamo em frente ver o que rolou por lá.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
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Burning Witch - Crippled Lucifer

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Gênero
: Sludge/Drone/Doom Metal
País: EUA
Ano: 1998

Comentário: Se você conhece a dupla Stephen O'Malley e Greg Anderson, provavelmente você é um fã do Drone Doom Metal, do Sunn O))) e de outras inúmeras bandas a qual pelo menos um dos membros da dupla faz parte. A primeira banda onde os dois realmente coexistiram como músicos se chama Thorr's Hammer e é uma banda que vale muito a pena dar uma olhada. Só que a banda teve seu fim prematuramente, quando a vocalista norueguesa Runhild Gammelsæter teve que retornar a seu país ao fim do seu intercâmbio - bendito o seja - nos EUA. Das cinzas do Thorr's Hammer surge então o Burning Witch, que incorporava-se na figura de Stephen, Greg e Jamie Sykes na bateria, além dos depois contratados Edgy 59 para o posto de vocalista e G. Stuart Dahlquist para o baixo.

No entanto antes que qualquer coisa pudesse ser lançada pela banda, Greg Anderson dá adeus a mesma para se dedicar ao Goatsnake. Enquanto isso, nas mãos de ninguém menos que Steve Albini, o primeiro EP da banda tomava forma sob o nome de Towers.... Logo depois Sykes passa as baquetas a B.R.A.D. para o lançamento, ainda no mesmo ano de 1998, de Rift.Canyon.Dreams, segundo EP do grupo. Ao término deste segundo registro a banda acaba mais uma vez e nesta, em definitivo, em favor dos outros projetos dos membros do grupo. Mas logo depois, pela recém criada gravadora chefiada por Stephen e Greg, a Southen Lord, é lançado Crippled Lucifer (Seven Psalms For Our Lord Of Light), que é a união dos dois EP's lançados pela banda em um único material.

Com pouco mais de uma hora de duração, o disco que é comumente chamado pelo mais prático e econômico título de Crippled Lucifer é baseado especialmente no Sludge Metal, ao contrário do Thorr's Hammer que era quase um Funeral Doom hipnótico e mais acelerado. E ser mais caído ao Sludge significa, entre outras coisas, que o vocal de Edgy 59 não pode ser nada menos que berros agudos desesperados tendo como acompanhamento riffs extremamente pesados e cadenciados mas ao mesmo tempo com uma levada bem menos monolítica que o Thorr's, se deixando levar por uma pegada muito mais suingada. E essa vibe pesadamente malemolente se completa com os vocais limpos dandos as caras aqui e acolá. Uma receita perfeita para um bom Sludge Metal ainda com a adição de um peso a mais dado pelas tendências dronísticas das afinações baixas tradicionais de Stephen.

Absurdamente clássico do estilo, especialmente nos seus derivados mais obscuros e pesados. Recomendadíssimo, ouçam.

PS: "Pesadamente malemolente" foi a melhor definição de Sludge Metal que vocês já viram, admitam.

MySpace

Tracklist:

1. "Warning Signs"   8:22
2. "Stillborn"   11:57
3. "History of Hell"   6:03
4. "Sacred Predictions"   7:05
5. "Country Doctor"   10:20
6. "Tower Place"   5:25
7. "Sea Hag"   14:18

Links:

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
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Corrupted - Garten der Unbewusstheit

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Gênero
: Sludge/Funeral Doom Metal
País: Japão
Ano: 2011

Comentário: Quatro japoneses de Osaka resolvem montar uma banda de Funeral Doom e cantar em espanhol. Essa é a premissa do Corrupted, que apesar de parecer uma estranha no ninho, vem da terra de bandas como Boris e Gallhammer, entre outros vários artistas que usam e abusam dos subgêneros mais extremos do Doom Metal - e com intensa maestria. Apesar de inicialmente a banda de fato ter cantado apenas em espanhol, ao longo da carreira os caras já cantaram tanto em inglês, como em alemão e é claro, em japonês. Garten Der Unbewusstheit é o último lançamento de uma vasta discografia e aparentemente é cantado em japonês e alemão. Porém, não tenho a menor certeza. E isso tem uma explicação.

Primeiramente por que o álbum, como a grande maioria dos álbuns do Corrupted, é um Sludge absurdamente melancólico em um ritmo tão lento que apesar do "Funeral Doom" no gênero, beira as raias do Drone. E nesses imensos espaços vazios entre um nota e outra, é que o Corrupted conquista a atenção de quem escuta seus discos, pelo incrível que pareça. É sublime a forma com que a banda lida com notas esparsas, lentas ou pesados riffs extremamente cadenciados. Em segundo lugar, os vocais não são uma constante no disco, aparecendo somente em momentos - incrivelmente bem escohidos, diga-se de passagem - bem rarefeitos ao longo dos 64 minutos de play. No entanto, isso de forma alguma quer dizer que estes vocais sejam descartáveis, visto que o vocalista Hevi tem um dos guturais mais profundos que eu já escutei, ao mesmo tempo que conseguindo sustentar notas e cantar de forma quase inteligível.

E então eis que de repente, em meio a arpejos acústicos lentíssimos, surgem distorções e riffs cadenciados bem aos moldes do bom Sludge Metal com os vocais viscerais. E esta variação intensa faz com que o álbum não seja nada cansativo, pelo contrário, deixa uma vontade incrível de ouvir mais coisas da banda, e sabendo que essa vontade surgirá no âmago de vocês, espero postar mais alguns discos dos caras em breve (e reupar alguns que eu já postei).

Um dos melhores lançamentos do estilo de 2011, sem sombra de dúvida.

Tracklist:

1. Garten 28:45
2. Against the Darkest Days 04:34
3. Gekkou No Daichi 30:22

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PS: Apesar dessa prévia assustar com seus 51 minutos, ela tem a Garten inteira, com seus 28 minutos, e depois só silêncio. Mas foi o que deu pra achar no youtube.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
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Khanate - Things Viral

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Gênero: Sludge/Drone/Doom Metal
País: EUA
Ano: 2003
Comentários: Antes de começar uma resenha do Khanate, é preciso ressaltar algumas coisas. Este disco, lançado pelas lendárias Hydra Records e Southern Lord Records, provocou as mais diversas reações no mundo da música ao ser lançado, com fatos que chamam a atenção, como por exemplo receber nota 1.0 (ruim) pelo Sputnick Music e ao mesmo tempo 3.5 (excelente) dos usuários (de um máximo de 5), sendo que uma grande parte votou mais que 4. Além disso, no Metal Archives (que não serve como parâmetro, mas ok) ganhou 52%, sendo o álbum menos cotado da discografia da banda, enquanto está entre os 50 melhores álbuns da década de 2000 na opnião de um crítico famoso que eu esqueci completamente o nome (me lembra Kot). Enfim, cá temos algo totalmente do tipo "ame ou odeie". E eu amo.

Pra quem não se ligou ainda disso, Khanate se formou em 2001 quando dois caras se conheceram num show do Isis, e esses caras eram ninguém menos que James Plotkin (baixo) e Stephen O'Malley (guitarra). Enquanto Plotkin tem como suas bandas mais famosas o Khanate e o Khlyst, o O'Malley tem uma penca de bandas nas costas incluindo o maior fenômeno do Drone: Sunn O))). Khanate foi, por assim dizer, a primeira banda do O'Malley no meio do Drone extremo de verdade, visto que as bandas que ele tinha antes de formar o Khanate lidavam com o Doom Metal extremo de maneiras diferentes, como o Burning Witch mais caído pra um Sludge influenciado pelo Black Metal e o Thorr's Hammer no Funeral Doom. Aqui a bagaça realmente fica séria, com os vocais de Alan Dubin - que garanto, se você nunca ouviu Khanate vai ser a primeira coisa com a qual se surpreenderá. Não só é um dos vocais mais bem feitos do estilo, como une duas caracteristicas marcantes: ser extremamente rasgado e ser totalmente entendível. Apesar de passar uma agonia claustrofóbica excruciante, cada verso das letras é de fácil entendimento na voz de Dubin. Isso é muito interessante.

Além disso, claro, vem a parte maravilhosa do instrumental desse disco. Ao contrário do primeiro disco dos caras, homônimo, este - o segundo - é mais etéreo, com mais "dronadas" e passagens ambient. Stephen produz aqui várias paredes sonoras e texturas profundas, com uma distorção altíssima unida a afinações graves e o baixo de Plotkin criando - sem exageros que me são habituais - um dos mais excruciantes e agonizantes albuns que eu já ouvi. E aí que está o problema, eu acho.

Things Viral não é um disco para momentos de relaxamento, muito pelo contrário, o principal objetivo do disco é passar uma sensação de desconforto e agonia. Talvez por isso muita gente entenda errado essa mensagem da banda e critique esse disco. Mas se você é fã do Stephen O'Malley e suas estripulias pelo mundo da música extrema, esse disco não será nenhuma surpresa. E dentro do contexto do estilo é um dos melhores discos da década passada tranquilamente. Portanto, espero que gostem.

Tracklist:

1. Commuted 19:13
2. Fields 19:50
3. Dead 09:27
4. Too Close Enough to Touch 11:11

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PS: Coisa rara aqui, um clipe de Drone. E puta merda, se era pra ser agoniante a proposta foi muito bem executada...


quinta-feira, 3 de março de 2011
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Dirge - Wings Of Lead Over Dormant Seas

1 comentários
Gênero: Sludge/Ambient/Drone Metal
País: França
Ano: 2007

Comentários: Quando se lê o rótulo "Drone" ou "Ambient" logo se pensa em uma coisa monótona e chata, ainda mais quando se vê que o que temos aqui trata-se de um álbum duplo contendo uma música de 60 minutos de duração, totalizando os dois discos mais de 2 horas de play. Apesar disso, garanto uma coisa: São 2 horas de uma viagem nada monótona, que passam mais tranquilamente que muitos álbuns de 30, 40 minutos de riffs repetitivos. Inspirado claramente por Neurosis, Isis e Earth, a banda  usa e abusa de efeitos atmosféricos misturados à guitarras pesadas do Sludge num ambiente etéreo, ao mesmo tempo que sufocante.

Formada em 1994 em Paris, Dirge é uma banda que começou como mais uma de Industrial Metal nos anos 90, mas lentamente foi se aproximando de uma origininalidade - embora sempre à sombra dos mestres Neurosis e Nadja, é importante dizer - compondo uma identidade musical que se destaca dos outros grupos do gênero num ponto crucial: Fazer um disco de 2 horas de duração com ritmos cadenciados e contrastantes, é um dos mais difíceis desafios musicais. Cada nota é bem definida, e cada efeito bem colocado. As "paredes" sonoras não desanimam, até pelo fato de vocais fazerem um papel importante na diversidade do álbum. Apesar de "Wings of Lead Over Dormant Seas", faixa única do segundo disco, ser praticamente instrumental, ela é o grande ápice do disco, que parece na realidade ter uma introdução de uma hora no disco 1, tal a grandiosidade e diversidade da faixa.

Enfim, apesar dos gêneros um tanto quanto famigerados, aos amantes de bandas como Neurosis, Isis, Nadja e Cult Of Luna, é um material quase obrigatório. A banda inclusive já saiu em tour com o Cult Of Luna, Baroness e o Earth, e surpreendentemente com o Nasum. Álbum excelente para passar um bom tempo entretido e após duas horas de Sludge/Drone ainda querer ouvir mais.

Myspace
Site Oficial

Tracklist:
Disco 1:
1 - Meridians
2 - End Infinite
3 - Epicentre
4 - Lotus Continent
5 - Nulle Part

Disco 2:
5 - Wings Of Lead Over Dormant Seas

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
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Melvins - Bullhead

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Gênero: Stoner/Doom/Experimental Metal
País: EUA
Ano: 1991
Comentários: Se você curte bandas como: Neurosis, YOB, Electric Wizard, Jucifer, ISIS, entre outras, é moralmente obrigado a conhecer os Melvins. A banda formada em 1983 é a maior e mais evidente influência de todas as bandas citadas, e de toda e qualquer outra banda que siga o Drone ou o Sludge como gênero principal. Unindo o Blues de Nova Orleans, o Doom sueco em sua forma mais lenta e minimalista, o Punk inglês com toda sua irreverência e o Hardcore americano em suas baterias rápidas e guitarras sujas, o Melvins influenciou os gêneros "americanos" de Doom Metal, Drone e Sludge. Se B.B. King alguma vez ouviu Bullhead, provavelmente deve ter dito: "E veja onde o blues foi parar". A quem conhece as bandas dos gêneros do Melvins, a impressão de se estar ouvindo a mesma coisa numa forma mais solta e leve será óbvia. Bandas como Jucifer e Neurosis são dificies de definir se são "muito influenciadas" ou um grande plágio dos Melvins. Bullhead é um álbum com vocais limpos e psicodélicos, guitarras imundas alternando entre tons graves e lentos a aceleradas passagens punks ou bluezadas e uma bateria que é um show a parte, com a última faixa, Cow, sendo inclusive um solo de bateria dos mais fodas. Vale lembrar que Bullhead é só o terceiro Full-Lenght dessa banda, que viria a ter uma extensa discografia e estando ativa até hoje, contando com músicos do mais alto nível, como Mike Patton (Faith No More, Fantômas), Jello Biafra (Dead Kennedys), Joe Preston (Earth) e atualmente o ex-baterista do Nirvana, Dale Crover. Recomendado a quem queira conhecer algo diferente, irreverente e experimental, e obrigatório a quem curta Drone ou Sludge Metal.

PS: A título de curiosidade, a primeira faixa foi a que deu nome a banda de Noise Rock japonesa, Boris.

Tracklist:
1.Boris08:34
2.Anaconda02:23
3.Ligature03:49
4.It's Shoved02:35
5.Zodiac04:14
6.If I Had An Exorcism03:07
7.Your Blessened05:39
8.Cow04:31

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
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The Angelic Process - Weighing Souls With Sand

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Gênero: Avantgarde Drone/Funeral Doom Metal
Ano: 2006
Comentário:
Apesar de parecer ter estilos confusos, The Angelic Process é uma banda com uma fórmula simples, criativa e eficaz. Um shoegaze extremamente pesado e distorcido, com vocais perdidos em meio a uma chuva de sons ensurdecedoramente melódicos e uma bateria que nos faz lembrar que isso ainda é música. Nunca ouvi uma banda exatamente parecida com essa, mas quem curtiu o Nadja com certeza vai curtir isso aqui. Recomendado a quem ouve Drone e Shoegaze e está preparado para ouvir uma viagem. Reupado a pedidos.

Tracklist:

1. The Promise of Snakes
2. Million Year Summer
3. The Resonance of Goodbye
4. We All Die Laughing
5. Dying in A-Minor
6. Weighing Souls With Sand
7. Mouvement-World Deafening Eclipse
8. Burning in the Undertow of God
9. Mouvement-The Smoke of Her Burning

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sábado, 23 de agosto de 2008
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ISIS - Panopticon

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Gênero: Post-Doom/Progressive Sludge Metal
País: EUA
Ano: 2004
Comentários: ISIS é uma banda estadunidense que cita como influências Neurosis, Tool, o Sludge de Nova Orleans e Post-Hardcore. A verdade é que o som da banda é um Sludge com pegadas progressivas, ambient e de hardcore mesmo, sem ser muuuuito ambient. Basicamente é uma banda inigualável, incomparável e fodástica, uma das melhores do gênero e na vanguarda do Metal. Esperem ouvir passagens pesadas e melódicas, vocais pesados e limpos, levadas psciodélicas e ritmos quebrados. Além de uma melancolia inerente. Upado a pedidos, espero que gostem! Segue junto o clip de In Fiction.

Tracklist:
1.So Did We07:30
2.Backlit07:43
3.In Fiction08:58
4.Wills Dissolve06:47
5.Syndic Calls09:39
6.Altered Course09:56
7.Grinning Mouths08:27


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quinta-feira, 31 de julho de 2008
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Thou - Peasant

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Gênero: Sludge/Drone Metal
País: EUA
Ano: 2008
Comentários: Thou é uma banda da Lousiana que pratica um Sludge beeem lento e pesado, nas raias no Drone, mas eu ainda acho bem longe do Drone. Talvez a definição mais precisa pro som desses caras seja a do Metal-Archives, "Droning" Sludge. As guitarras tendem a drones, mas são controladas antes que tornem o som aquela repetição monolítica. O que vemos aqui é uma banda bem diferenciada, com vocais rasgadíssimos, bem puxados pro Black Metal, ao contrário da maioria das bandas de Sludge onde ele tem tendências mais hardcore. As guitarras ainda tem um quê melódico, com algumas passagens acústicas e umas "paredes" sonoras bem pesadas. Recomendado pra quem não conhece o estilo, e pra quem curte bandas como Neurosis, Monarch!, Minsk e até Sunn O))).

Tracklist:

1.The Work Ethic Myth05:45
2.An Age Imprisoned11:05
3.Belt of Fire to Guide Me, Cloak of Night to Hide Me07:55
4.Burning Black Coals and Dark Memories07:28
5.They Stretch Out Their Hands05:24
6.The Road of Many Names05:16

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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
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Jucifer - If Thine Enemy Hunger

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Gênero: Indie Rock/Drone/Sludge/Stoner/Shoegaze/Post-Metal/Post Rock
País: EUA
Ano: 2006
Comentários: É isso mesmo que vc leu, Indie Rock, Sludge, Stoner, Shoegaze, e muito mais é o que você vai encontrar nessa banda. A banda é formada por dois integrantes, a guitarrista e vocalista Amber Valentine e o baterista Edgar Livengood. O som deles é o que sua mãe chamaria de "barulhento", o barulho das guitarras está longe de ser normal, minha guitarra quebrada não soaria tão distorcida. Porém, o vocais constantes de Amber mantém um certo nível de melodia, caindo muitas vezes no Shoegaze, Post-Rock. O peso da banda é algo absolutamente indefinido, algumas músicas nos remetem ao Stoner/Sludge do Electric Wizard, por exemplo, enquanto a música seguinte pode ser um cover perfeito do Shoegaze do My Bloody Valentine. Chegam a ter paradas absurdas de ritmo, caindo num Drone/Sludge nas raias do Monarch!, logo depois crescendo até remeter a um Stoner puro e pesado. Isso quando o som da banda não cai totalmente no Indie Rock, leve e melódico, até que de repente vão pra um Grind ultra rápido com guturais e o cacete a quatro. Sem falar que a banda foi escolhida pela Alternative Press em 2004 como uma das 100 bandas que deveriam ser mais reconhecidas. Ainda ressalto a "auto-definição" da banda, que em si mesma não consegue encaixar em nenhum estilo o que produzem, dizendo que misturam "almost every genre. pop, doom, noise, punk, jazz, hardcore, emo, indie, trip hop, art metal, goth, glam, grunge, rock, surf, classical...". Pra finalizar deixo uma entrevista em português com a banda que eu achei na rockpress, aqui.

Tracklist:

1 She Tides The Deep
2 Centralia
3 Lucky Ones Burn
4 Hennin Hardline
5 Antieteam
6 My Benefactor
7 Four Suns
8 Pontius Of Palia
9 Backslider
10 Luchamos
11 Ludlow
12 The Plastic Museum
13 In A Amily Way
14 Medicated
15 Led

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quarta-feira, 5 de setembro de 2007
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Burning Witch - Crippled Lucifer (Seven Psalms For Our Lord Of Light)

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Gênero: Sludge/Drone Metal
País: EUA
Ano de Lançamento: 1998
Comentários: Burning Witch é um dos vários projetos do gênio Stephen O'Malley, do Sunn O))). A musicalidade da banda é totalmente doentia, 'Dronadas' bem ao estilo do Sludge, muito, muito, muuuuito pesadas, com um vocal muio, muuuito, extremo. É até difícil explicar com palavras esse som, só ouvindo mesmo, pq é sensacional.

Tracklist:
1.Warning Signs08:22
2.Stillborn11:57
3.History of Hell06:03
4.Sacred Predictions07:05
5.Country Doctor10:20
6.Tower Place05:25
7.Sea Hag14:18

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