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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
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Izah - Sistare

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Gênero: Atmospheric / Progressive Sludge Metal
País: Holanda
Ano: 2015

Comentário: Com a grande variedade de bandas lançando material novo a cada dia que passa, é impossível acompanhar de maneira que se tire proveito de tudo aquilo que mereça um pouco da nossa atenção. Em algumas ocasiões eu arrisco, me deixo levar pela capa e estilo designado à banda. Com o Izah, foi exatamente isso o que ocorreu.

A banda é oriunda de Tilburg, cidade famosa por receber o ótimo Roadburn Festival. O pouco tempo de carreira da banda e o fato de terem lançado até então um EP e um Split, me deixou com um pé atrás na hora de conferir o som. Por mais que existam muitas bandas que consigam demonstrar potencial no debut, não imaginei que seria o caso do Izah. 

Sistere é divido em quatro faixas de longa duração, que ultrapassam os 10 minutos. A faixa de abertura é a Indefinite Instinct. A faixa apresenta momentos em que o instrumental pesado é o plano principal, com um bom efeito causado pelas guitarras e pelos vocais rasgados característicos de bandas como Cult of Luna e Mouth of the Architect. Há também passagens mais estáticas, conduzidas por leves dedilhados na guitarra, vocais limpos e calmos, além de um clima sombrio causado pelos synths e efeitos de fundo. 

Duality já começa com um ritmo mais agressivo e direto. Riff num ritmo acelerado, acompanhado de perto pelo baixo distorcido e a bateria impactante, servem de plano de fundo enquanto o vocalista Sierk se sobressai. A faixa possui partes mais melódicas e com um instrumental bem preciso e detalhado, demonstrando muito bem o repertório criado pela banda. A evolução da faixa é interessante, apresentando mais uma vez as passagens mais estáticas que ocorrem na faixa de abertura, somadas ao final dinâmico contínuo, que em alguns instantes me lembrou algo do já citado Cult of Luna em seus primeiros álbuns.

Finite Horizon traz uma abordagem bem similar ao que foi feito pelo Isis no álbum Oceanic. A faixa apresenta um mix bem interessante entre momentos de ritmo arrastado, passagens de um instrumental leve e atmosférico, e outros de ritmo frenético repleto de ótimos riffs. O grande destaque da faixa é justamente os momentos mais calmos, que fazem bom uso de um instrumental mais contido e vocal limpo. O feeling criado nos momentos finais da faixa é incrível!

A faixa título encerra o álbum, é um petardo de 30 minutos. A faixa traz uma série de variações e abordagens mais distintas, trazendo momentos de um instrumental cadenciado e bem atmosférico, com outro estáticos numa levada bem ambient. As passagens mais agressivas do início me lembraram algo feito pelo Inter Arma no Sky Burial, uma série de riffs atordoantes e furiosos, com uma bateria bem acelerada. Eu sei que muitas pessoas "correm" de faixas longas desse tipo, mas Sistare vale a tentativa. O instrumental é tão bem elaborado e encaixado que não deixa falhas, nem aquela sensação de que a extensão da faixa foi para preencher espaço no álbum. 

O trabalho feito pelo Izah em Sistare está de grande tamanho para um álbum de estréia. A opção da banda por elaborar faixas mais longas, permitiu que a mesma pudesse utilizar bem todos elementos vindos do Sludge, Progressivo, Post-Metal e Noise, que formam o leque de influências da banda. O bom de se escutar algo novo de uma banda totalmente desconhecida, é de que não criamos expectativas e nem cobramos por uma qualidade característica. Vá com a mente aberta para escutar Sistare, uma boa pedida para aqueles que gostam de um Sludge Metal mais atmosférico e bem tocado.




Tracklist:

01 - Indefinite Instinct
02 - Duality
03 - Finite Horizon
04 - Sistare

Ouça em: Spotify


terça-feira, 16 de setembro de 2014
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Kongh - Sole Creation

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Gênero: Progressive Sludge / Doom Metal
País: Suécia
Ano: 2013

Comentário: Me recordo com facilidade da primeira vez em que me deparei com esse álbum e de como me surpreendi com ele. De início confesso que antes de ouvi-lo, pensei que se tratava de apenas mais uma banda genérica do estilo, trazendo todos os detalhes e características que estão presentes em bandas com essa mescla de sonoridades.

Mas eu me surpreendi agradavelmente quando resolvi conferir a primeira faixa do álbum, o Kongh não era apenas mais uma banda qualquer e sua sonoridade era algo que não se restringia apenas à esfera do Sludge/Doom. Daí fui procurar informações sobre a banda e vi que possui um tempo até considerável de carreira (está completando 10 anos em 2014). Os membros não são nomes conhecidos, tirando o fato de que o baixista e vocalista da banda, David Johansson, já tocou em algumas performances ao vivo do Cult of Luna

Mas enfim, falando um pouco sobre o Sole Creation, já havia citado que a sonoridade da banda é um pouco mais ampla do que lhe é atribuída por alguns. Os suecos sabem pegar a base do Sludge/Doom e combinar com alguns elementos vindos do Progressivo e do Post-Metal. Logo de cara nos deparamos com a agressiva e intensa faixa título, um petardo de 10 minutos que não economiza nos riffs. O interessante é ver a evolução da faixa, que alterna em momentos mais distintos e variando entre o harsh vocal e o limpo.

Se "Sole Creation" tinha como principal tom a agressividade, a faixa seguinte "Tamed Brute" tem um tom de calmaria. Mas não se engane com isso, pois a banda se desprende dessa característica em certos momentos. Riffs arrastados cedem espaço à um instrumental mais elaborado e com arranjos mais interessantes, com o vocal limpo tendo maior destaque nessa faixa. "The Portals" mantém a pegada da faixa título, trazendo de volta a agressividade dominada por alguns dos riffs mais sujos e pesados do álbum. 

O álbum se encerra com "Skymning", faixa mais singular e easy listening do álbum. Dona de um psicodelismo incrível, a faixa se desenvolve entre riffs pesados e vocais melancólicos. O tom mais ameno que predomina em boa parte da faixa é deixado de lado no final, quando a banda encerra o álbum da maneira em que o começou: com peso e agressividade.


Sole Creation despertou meu interesse pela banda e acredito que o de muitos. Se comparado aos outros dois álbuns de estúdio lançados, a sonoridade desenvolvida é de assimilação mais fácil e mostra uma banda transitando dentro dos estilos que se propôs a tocar, experimentado e fazendo um dos álbuns que mais me agradaram em 2013.





Tracklist:

01 - Sole Creation
02 - Tamed Brute
03 - The Portals
04 - Skymning

Download: Sendspace


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
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Cult of Luna - Vertikal

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Gênero: Atmospheric Sludge Metal/Post-Rock/Electronic
País: Suecia
Ano: 2013

Comentário: Foram 5 anos desde que o Cult of Luna lançou Eternal Kingdom, seu ultimo álbum até então. Fora também o maior hiato que a banda manteve entre um disco e outro desde seu debut auto-intitulado, onde mantiveram uma frequência de até então, 2 anos na gravação de cada trabalho. Os suecos lançaram 5 discos na década passada e se firmaram como um dos nomes mais proeminentes em uma das reinvenções mais interessante que o heavy metal ganhou nos anos 2000, a tal da nova safra do metal progressivo, ou post-metal, ou atmospheric sludge metal, chame como quiser. 

O que temos aqui é mais um trabalho de alta qualidade como seus cinco antecessores, tendo sua maior inspiração nascida do filme Metropolis de 1927, dirigido pelo austríaco Fritz Lang, onde o conceito não aparece vagamente, mas está ali influenciando não só a parte lírica como também sua sonoridade e até sua parte gráfica. Vertikal não é uma obra de fácil absorção, é o tipo de disco que precisa de diversas audições para que sua digestão seja feita por completa (convenhamos, é algo que a maior parte dos bons álbuns progressivos pedem). Suas influências atiram para várias direções, do post-rock ao krautrock, industrial e dubstep (calma, mais pra frente eu explico), e não fique com medo, não há nada desconexo por aqui, muito pelo contrário, o que temos é um trabalho bem coeso. Sem dúvidas a maior inovação em relação aos seus antecessores fora a grande incorporação de elementos eletrônicos permeando todo o disco, e se a parte atmosférica anteriormente sempre fora de grande preocupação, em Vertikal a tradição se mantém, mas apresentada de forma diferente, as passagens acústicas, as guitarras limpas abrem espaço para um uso extremamente constante de programações eletrônicas.

O disco é longo, como eu disse, precisa de calma para ser degustado, desde sua introdução com a faixa The One que puxa muito para o industrial e também para o clima de Metropolis com estruturas lineares, remetendo justamente ás maquinas do filme de Lang. Á seguir I: The Weapon abre de fato o disco com uma potência absurda, logo em seu primeiro segundo o urro de Klas Rydberg surge monstruosamente com guitarras pesadas que trabalham ao longo da faixa sempre junto de toques eletrônicos e momentos contrastantes de melancolia, porém, isso só guarda a surpresa que vem a seguir, Vicarious Redemption, o grande destaque do disco. Um épico de 20 minutos, mais de 5 minutos apenas de introdução numa crescente digna das melhores bandas de post-rock acompanhada por batidas repetitivas (lembra o que eu falei sobre as maquinas de Metropolis?) para então por fim chegar uma progressão de acordes, uma nova crescente em clima soturno e por fim a porrada sonora, o sludge vem visceral e se mantém até que OPA, WOB WOB WOB, pois é, por cerca de 30 segundos o Skrillex ataca e uma dose de wobble bass, é descarregado, confesso que comecei a rir na primeira vez que aquilo surgiu, o negócio pula na sua cara do nada, mas quer saber? até que ficou legal, e a pancada continua, o peso só aumenta até chegar no estado de caos, Vicarious Redemption é forte, e grande concorrente a música do ano na opinião de quem vos fala. (Eu sei que ainda é muito cedo pra isso, mas o negocio é do caralho).

O resto do disco mantém o mesmo padrão de qualidade, após Vicarious temos The Sweep, um quase que interlúdio eletrônico, meio sci-fi, projetado por urros macabros de "Hail falls; Burn like fire; Hate turns; The swell. The end." Sinchronicity sendo a que mais se aproxima do metal industrial com sua repetição de riffs e suas inúmeras camadas eletrônicas. E o disco segue nessa interação eletro-metal, onde é interessante notar como muitas vezes as batidas eletrônicas servem pra dar um boost nos graves deixando o disco ainda mais pesado, mas também serve para exprimir a parte atmosférica do disco, criando aquele climinha que todos adoram do contraste entre o agressivo e o melancólico. Por fim o disco é encerrado por Passing Through, onde Klas demonstra mais uma vez que muito além de rasgados e guturais viscerais, possui belos vocais limpos, que funcionam muito bem em faixas calmas e melancólicas (And With Her Came The Birds do Somewhere Along The Highway é uma das coisas mais lindas da vida).

Vertikal é um grande álbum, daqueles que crescem a cada ouvida e que mesmo tendo sido lançado nos primeiros dias de Janeiro, deve ser lembrado no final do ano por todas aquelas listas de melhores que todo mundo adora publicar.

Tracklist

1.The One 2:16
2.I: The Weapon 9:24
3.Vicarious Redemption 19:51
4.The Sweep 3:09
5.Synchronicity 7:13
6.Mute Departure 9:08
7.Disharmonia 0:45
8.In Awe Of 9:56
9.Passing Through 6:03



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sábado, 15 de dezembro de 2012
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Mastodon - Discografia

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Gênero: Progressive Rock/Metal/Sludge
País: Estados Unidos
Tempo em atívidade: 1999-Atualmente

Comentário: Mastodon {Atlanta, Georgia} foi formada em 1999, e durante a ultima década ascendeu de forma meteórica se tornando febre e conquistando pelo mundo adeptos vindos de diversos nichos, pessoas que não possuíam a minima empatia por música pesada passaram a simpatizar com o quarteto, alcançaram uma posição rara, o de fazer música estritamente pesada, mas que ficou longe de se limitar a um único segmento de público. A banda se destaca por consolidar um som próprio, onde fica um pouco difícil definir limites e barreiras, pois, de álbum para álbum ela consegue ser dinâmica, inconstante e isso sem deixar de lado suas próprias características sonoras já muito bem definidas e sedimentadas.

Cheios de técnica, a banda faz o contrário de muitas outras ditas progressivas e dispensa firulas desnecessárias, apesar de sempre surgir algum instrumento, nem que sutilmente e ligeiramente "solto", antecedendo, sobressaindo ou sucedendo as faixas, além de várias mudanças no andamento das músicas, investem principalmente na originalidade e numa mistura magnífica de estilos pesados e violentos como o Groove e o Hardcore. Somando com o caótico e contrastante Sludge e acrescentando ainda uma quantidade considerável de Stoner Rock, Rock Progressivo, Post-Rock entre outros elementos, fazem um grande caldeirão onde poderemos saborear sonoridades próximas às empenhadas por bandas influentes como Melvins, Neurosis, ISIS, Kyuss, e lembranças de revolucionárias como Pink Floyd, Black Sabbath e King Crimson.

quinta-feira, 3 de março de 2011
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Dirge - Wings Of Lead Over Dormant Seas

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Gênero: Sludge/Ambient/Drone Metal
País: França
Ano: 2007

Comentários: Quando se lê o rótulo "Drone" ou "Ambient" logo se pensa em uma coisa monótona e chata, ainda mais quando se vê que o que temos aqui trata-se de um álbum duplo contendo uma música de 60 minutos de duração, totalizando os dois discos mais de 2 horas de play. Apesar disso, garanto uma coisa: São 2 horas de uma viagem nada monótona, que passam mais tranquilamente que muitos álbuns de 30, 40 minutos de riffs repetitivos. Inspirado claramente por Neurosis, Isis e Earth, a banda  usa e abusa de efeitos atmosféricos misturados à guitarras pesadas do Sludge num ambiente etéreo, ao mesmo tempo que sufocante.

Formada em 1994 em Paris, Dirge é uma banda que começou como mais uma de Industrial Metal nos anos 90, mas lentamente foi se aproximando de uma origininalidade - embora sempre à sombra dos mestres Neurosis e Nadja, é importante dizer - compondo uma identidade musical que se destaca dos outros grupos do gênero num ponto crucial: Fazer um disco de 2 horas de duração com ritmos cadenciados e contrastantes, é um dos mais difíceis desafios musicais. Cada nota é bem definida, e cada efeito bem colocado. As "paredes" sonoras não desanimam, até pelo fato de vocais fazerem um papel importante na diversidade do álbum. Apesar de "Wings of Lead Over Dormant Seas", faixa única do segundo disco, ser praticamente instrumental, ela é o grande ápice do disco, que parece na realidade ter uma introdução de uma hora no disco 1, tal a grandiosidade e diversidade da faixa.

Enfim, apesar dos gêneros um tanto quanto famigerados, aos amantes de bandas como Neurosis, Isis, Nadja e Cult Of Luna, é um material quase obrigatório. A banda inclusive já saiu em tour com o Cult Of Luna, Baroness e o Earth, e surpreendentemente com o Nasum. Álbum excelente para passar um bom tempo entretido e após duas horas de Sludge/Drone ainda querer ouvir mais.

Myspace
Site Oficial

Tracklist:
Disco 1:
1 - Meridians
2 - End Infinite
3 - Epicentre
4 - Lotus Continent
5 - Nulle Part

Disco 2:
5 - Wings Of Lead Over Dormant Seas

Download:

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Badongo


domingo, 3 de maio de 2009
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Blindead - Autoscopia: Murder In Phazes

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Gênero: Death Metal, Post Metal, Sludge, Doom Metal, Progressive Metal
Ano de lançamento: 2008
País: Polônia
Comentário: Blindead é uma banda formada em 1999 pelo ex-guitarrista do Behemoth, Havoc. Porém, acreditem, Blindead vai muito além do metal extremo. Esse trabalho é o segundo da banda, e conta com 7 faixas muito particulares, que vão do doom tradicional, death metal, industrial e música atmosférica. Os vocais, que não chegam a ser aqueles guturais bestiais, caem muito bem com a mistura paradoxal entre o pesado e o sublime que a banda consegue transmitir. Soar melancólico e agonizante sem paracer clichê é um desafio para muitas bandas que se arriscam por esses meandros. Ao que pareceu para meus ouvidos e sentidos, Blindead conseguiu uma fórmula muito original de expressão neste álbum.

Enfim, um dos melhores trabalhos de 2008, sem sombra de dúvida. Recomendo eváhmente.


Destaque para a faixa
Phaze II: Phenomena com os seus quase três minutos de uma guitarra distrocida hipnotizante.

Tracklist:

01 - Phaze I: Enlightenment
02 - Phaze I: Abyss

03 - Phaze II: Symmetry

04 - Phaze II: Phenomena

05 - Phaze III: Blood Bond

06 - Phaze III: A Nice Night For A Walk

07 - Phaze IV




Download Rapishare
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Download Badongo
quarta-feira, 25 de março de 2009
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Unearthly Trance & Minsk - Split

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Gênero: Sludge/Stoner/Post-Metal
País: EUA
Ano: 2009
Comentários: Unearthly Trance é uma banda estadunidense criada em 2000 com um Sludge Metal bem próximo do que o Grief e o Eyehategod fizeram, um som sujo, pesado, caótico e odioso. O Minsk, por sua vez, foi criado dois anos depois também nos EUA praticando um Sludge mais psicodélico e progressivo, na veia de bandas como o Neurosis e os Melvins. Daí agora em 2009 as duas bandas lançam este split com uma música de cada banda, onde ambas tentam, talvez, aproximar seus sons uma à outra. Na primeira parte, o Unearthly Trance começa destruindo com uma faixa característicamente Sludge, com seus vocais rasgadíssimos e guitarras barulhentas. De um ritmo viciante e empolgante, a faixa vicia seus ouvidos a ficar lembrando dela por horas e horas depois de ouvir. Então, na segunda faixa, o Minsk demonstra uma capacidade criativa incrível ao misturar uma bateria inspirada com riffs rujos de Sludge e os vocais limpos de Tim Mead. No geral, excelente split recomendado a amantes do velho e bom Sludge.

Tracklist:






Unearthly Trance
1.Night of the Vampire05:20
Minsk
2.Stand for the Fire Demon07:05

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
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Steve Von Till - If I Should Fall To The Field

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Gênero: Progressive sludge/ambient/acoustic
País: EUA
Ano: 2002

Comentário: Steve Von Till para quem não sabe é um dos vocalistas/guitarristas da lendária banda norte-americana Neurosis, este material é o segundo full-length de sua carreira solo. Quanto a música, nesse album, a "banda" pratica um som acústico, tranquilo, calmo e totalmente atmosférico, mas ao mesmo tempo melancólico e sombrio. Com suas melodias envolventes, esse album se torna uma boa pedida para quem quer apenas relaxar ou ouvir algo mais calmo.

Tracklist:

1Breathe
2To the Field
3My Work Is Done
4Hallowed Ground
5This River
6Running Dry
7Wild Hunt
8Am I Born to Die
9Dawn
10Harpy

Download:

Quem escreve e faz os uploads:

 
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