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domingo, 16 de fevereiro de 2014
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Astari Nite - Stereo Waltz

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Gênero: Pós-Punk, New Wave, Indie, Darkwave
País: USA
Ano: 2014

Comentário: Após longo exílio em terras cruéis existentes por trás do logof, tento voltar lentamente a esta casa que, mesmo ausente, ainda acompanho. Então, sem escrachar com pé na porta, venho cá com sutileza, dessas que não pedem para entrar, mas igualmente não arrombam e transformam a atmosfera aos poucos, eis: Astari Nite.

Esta é uma banda recente, formada em 2010 de uma maneira casual e despretensiosa. Composta por Mychael Ghost (vocal), Illia Tulloch (bateria), Michael Setton (guitarra) e M. Sallons (baixo), e apesar de possuir uma formação crua, produz um som bem trabalhado, encharcado de synths e programação. As primeiras músicas autorais vieram em 2011 e foram lançadas em singles quase isolados entre 2011 e 2013, até finalmente convergirem e emergirem em Stereo Waltz, que se posta como um álbum de músicas “velhas”.

Confesso que, invariavelmente, a primeira coisa que me chamou atenção em Stereo Waltz foi a capa BELÍSSIMA (sim, escrito em caixa alta para reafirmar a beleza) dele! E, claro, depois as próprias músicas que revelam uma leveza sequencial e transformadora. Estes norte-americanos foram buscar na Darkwave a atmosfera única de Stereo Waltz, a qual é imperiosa e não há como não se envolver!

Há também várias passagens sonoras que tonalizam as músicas como algo retrô, daquilo dançante que ficou perdido entre os anos 80 e 90 em bandas como Depeche Mode e, algumas vezes, New Order (os sintetizadores da faixa 5 “I.O. 1987”, por exemplo, mostram isso). Eu ainda posso jurar que tem algo "gaze" nele. Em suma, Stereo Waltz é um apanhado de sonoridades que oscilam entre oitentista, goth, indie, pós-punk, revival e tudo mais, em uma sensação de deja-vu sonoro, quando pensamos “Ei, eu já ouvi isso em algum lugar!”. Quiçá, já em Janeiro, tivemos um dos melhores álbuns do ano e ainda não sabemos!

P.S.: Vale a pena também conferir o videoclipe da música "Pyramids" (faixa 3).

[ Facebook / Bandcamp / Lastfm ]

Tracklist:
01. Contentment
02. Astrid
03. Pyramids
04. Coven
05. I.O. 1987
06. Prayer for Lovers
07. Violently We Try
08. Wendy Darling
09. Red Letter Day
10. Waves

[ Mega ]

domingo, 5 de agosto de 2012
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Violens - True

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Gênero: Dream-Pop, New Wave, Indie, Pós-punk
País: Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: Violens é uma banda relativamente nova, formada em 2007 na cidade de Nova York. Composta por Jorge Elbrecht, Iddo Arad e Myles Matheny, possui influências nítidas de Cocteau Twins, além de uma levada mais Pop 80/90’s. True é seu segundo álbum e, no entanto, a banda conta com vários singles lançados, sobretudo durante a elaboração do mesmo – cada música composta era lançada em single em uma espécie de “diário musical”. Suas músicas são pautadas essencialmente em guitarras percussivas, synths e vocais/coros etéricos e harmônicos; vez ou outra escorregando para uma confusão sonora – meio noise – e psicodélica.

Devo dizer que uma das coisas que muito me chama atenção nesta banda é arte de seus álbuns: capas pitorescas, futuristas, abstratas, confusas, sobrepostas em cores fortes; algo que, de algum modo, previamente expõe a vibe que as músicas possuem.

Tracklist:
01. Totally True
02. Der Microarc
03. When to Let Go
04. Sariza Spring
05. Every Melting Degree
06. Lavender Forces
07. Unfolding Black Wings
08. All Night Low
09. Watch the Streams
10. Lucent Caries
11. Through the Window
12. So Hard to See

Download: Mediafire

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
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Santigold - Santogold

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Gênero: Electronic/ Dub/ New Wave/ Indie pop/ Reggae fusion
País: EUA
Ano: 2008

Comentário: Santi White, que resolveu iniciar sua carreira artística sob o pseudônimo de Santogold, chegando a lançar seu debut de 2008 com ele, viu-se obrigada a alterá-lo para Santigold, provavelmente pela já existência do nome e de um processo contra ela que já estava a rolar. É atualmente uma das grandes entusiastas dessa ~nova~ nipe de músicos à misturar batidas eletrônicas, new wave, música afro-americana (e em alguns casos até a afro-brasileira) e que possuem uma considerável ligação com a música jamaicana, o que envolve desde o universal reggae até o dub e as loucas batidas (e 'performances') do dancehall. É quase sempre associada a artistas e produtores como o casal M.I.A.e Diplo, mas também cabe a citação de outros como (seja por influenciarem, abusarem dos mesmos elementos ou simplesmente contituirem sua lista pessoal de ídolos) Lykke Li, Devo, Benga, Amanda Blank, Aretha Franklin, James Brown, Goldfrapp, entre outros.

Só que teríamos de abrir uma observação. Santigold mesmo fazendo o uso de vários desses elementos e de ser convidada em parcerias que vão desde os projetos de Diplo até a lendária Beastie Boys, conduziu seu debut, SANTOGOLD, de uma forma menos 'maluca', digamos assim. Mesmo apresentando uma variedade avultada de influências, batidas e performances este disco corre por uma linha electro pop/electro rock bem guiada, dando às faixas a condição favorável para se transformarem em um coletivo mais coeso. É de verdade um disco para se ouvir do começo ao fim sentado à frente de um computador, mas também potencialmente construído para ser dançado ou tocado num carro bem equipado em som.

Além da própria cantora marcar presença na produção, algumas faixas contaram com a produção de nomes visados como Diplo, Switch, John Hill, e Disco D, produtores e Djs reconhecidos tanto por trabalharem com artistas mais famosos como por terem experiência com a diversidade do house e dubstep ao hip-hop e baile funk.

Bom, estou ansioso pelo próximo disco, Master of My Make-Believe, que já teve prévia rolando por aqui. Pela música e clipe dá-se a impressão de que a moça está andando muito com o casal Diplo e M.I.A. e se misturado ao cast do Guns Don't Kill People... Lazers Do. Esperamos que a Santi vomite ainda mais confetes que em Santogold, quem sabe embalada por um clima mais malicioso por conta dos possíveis ritmos calientes apresentados.

Site//LastFM

Tracklist:
1    L.E.S. Artistes         3:24
2    You'll Find a Way         3:00
3    Shove It (feat. Spank Rock)         3:46
4    Say Aha         3:35
5    Creator         3:33
6    My Superman         3:00
7    Lights Out         3:12
8    Starstruck         3:54
9    Unstoppable         3:32
10    I'm a Lady         3:43
11    Anne         3:28
12    You'll Find a Way (Remix)         3:12

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sábado, 11 de fevereiro de 2012
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Yello - Stella

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Gênero: Electronic/ Dance/ New Wave/ Synthpop
País: Suíça
Ano: 1985

Comentário: "Bow bow, chick, chicka chickaaaaa. Bow bow, chick, chicka chickaaaa" - Já deu pra entender ou será que precisarei fazer uma resenha?

Ok, vamos fazer uma resenha: Yello pode soar desconhecido aos ouvidos de muitos, principalmente para esta parte do ocidente, mas ela tem suas glórias e, de certa maneira, faz parte da vida de cada um de nós. A dupla, suíça, se destaca por sua versatilidade no uso do eletrônico.
Com uma sonoridade que varia entre synthpop, new wave e dance, Dieter Meier e Boris Blank são conhecidos por manipularem vocais e estão muito ligados à cultura popular, tendo suas músicas emprestadas para filmes, desenhos, séries, jogos e comerciais. Enquanto Boris Blank cuida dos sons, batidas e de cada instrumento (dos quais são sempre projetados e executados por Blank, que sempre cria novos e evita reutilizá-los em trabalhos posteriores), o milionário Dieter Meier fecha com os vocais — que quase sempre recebem manipulação — e se encarrega da direção dos clipes — já que é metido a cineastra —, tornando-os um dos melhores exemplos dessa arte extremamente criativa, mas muito subestimada por quem não entende o universo eletrônico.

Stella é o quarto disco da dupla e existe um motivo todo especial para ter sido o escolhido. Antes de tudo o disco é maravilhoso e muito diversificado. É uma mistura de sons, estilos e ideais que o faz soar de clássico à futurista.
Entre algumas músicas se destaca àquela qual destacou toda a banda: Oh Yeah, música estranha e viciante que viria a ser um dos grandes temas de um dos mais saudosos filmes norte-americanos: Ferris Bueller's Day Off (Curtindo a Vida Adoidado). Além deste a música é tema do Duffman (Simpsons), O Segredo do Meu Sucesso (com Michael J. Fox no papel principal), entre outros.

Ao começar a ouvir o disco você talvez pense que Oh Yeah seja uma estranha no ninho, mas com o decorrer do disco notará que existem outras estranhezas lá e, portanto, não há motivos para discriminá-la.
Recomendo a banda para quem curte os grandes nomes do synthpop/new wave mas que está disposto a se surpreender com algum eventual ruído industrial, vocal feminino, trecho funkeado e solo de guitarra.

Site//LastFM

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
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Talking Heads - Talking Heads: 77

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Gênero: New Wave/Post-Punk/Alternative
País: Estados Unidos
Ano: 1977

Comentário: Banda formada em 1974, na cidade de Nova York. Vanguardistas, misturavam Punk Rock, New Wave, Pop, Funk, Folk Music e Art Rock. Era uma das bandas mais aclamadas dos anos 80. Durante os 12 anos que separaram a gravação do primeiro e ultimo álbum a banda havia gravado de tudo, desde funk-arte até pop melódico. David Byrne, o líder, vocalista, guitarrista e também compositor, fazia letras densas e obscuras e imprevisíveis. O primeiro álbum da banda Talking Heads: 77 foi lançando 1977 e em 2003, a revista Rolling Stone nomeou o álbum como o 290ª maior de todos os tempos, como parte da Lista dos 500 melhores álbuns de sempre. Esse disco contém o hit "Psycho Killer", que fala sobre pensamentos de um Serial Killer, possui um ritmo cativante e uma das mais memoráveis, conduções de baixo do Rock.


[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:
1.Uh-Oh, Love Comes to Town - (2:48)
2.New Feeling - (3:09)
3.Tentative Decisions - (3:04)
4.Happy Day - (3:55)
5.Who Is It? - (1:41)
6.No Compassion - (4:47)
7.The Book I Read - (4:06)
8.Don't Worry About the Government - (3:00)
9.First Week/Last Week…Carefree - (3:19)
10.Psycho Killer - (4:19)
11.Pulled Up - (4:29)



Download:

segunda-feira, 18 de julho de 2011
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Arctic Plateau - On a Sad Sunny Day

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Gênero: Post-Rock,Metal/ Shoegaze/ New Wave
País: Itália (Roma)
Ano: 2009

Comentário: Arctic Plateau, por um lado é mais um daqueles trabalhos complexos e completos produzidos na forma one-man band que em nada deixam à desejar para muitas com seus seis integrantes em poses tokusatsus. Por outro lado, apesar de ser mais um novo projeto às asas do post-rock, do shoegaze e new wave, Arctic Plateau tem um feeling, uma sonoridade bem própria e uma pegada especial com notáveis influências distorcidas do dream pop, além de algumas passagens acústicas.

Formado por Gianluca Divirgilio, músico e escritor italiano, o projeto deixa muitas dúvidas no ar devido à falta de informação e uma história mais detalhada, o que é de se esperar de quem cria a arte introspectiva. A curiosidade é saciada, ou talvez aumentada após darmos o play.

Sua música, extremamente densa — porém muito agradável e sutil —, além de linda, consegue fugir do habitual (que diga-se, pouco tem de habitual esta cena) mas não deixa em momento algum de mencionar, musicalmente, suas fontes. Gianluca ainda define seu som como música explicitamente sonhada e diz que o silêncio absoluto, seu sexto sentido e o mar são algumas de suas influências.

O músico já lançara algumas músicas, mas On A Sad Sunny Day — lançado pelo selo The Prophecy — é seu primeiro álbum e a prova concreta e sonora de uma música que serve para reflexão, mas também para se animar, indo além do tradicional. Uma literal viajem conduzida por sua atmosfera que alterna entre o sonho nulo e a melancolia. Não é triste, nem obscuro, mas se faz proveito de todos estes elementos. Influências? Nota-se influências de Alcest, e até Anathema, como por exemplo e mais fortemente na faixa título.

Aqui fica não somente um trabalho qualquer, na realidade deixo, como dito pelo próprio Gianluca, seu alter ego, o que torna este um projeto, independente de quanto dure, sempre um trabalho de um único músico.

Myspace||LastFm||WebSite||TheProphecy
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
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Murnau's Playhouse - Demo

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Gênero: Pós-Punk/New Wave
Ano: 2008
País: Finlândia

Comentário: Formada em 2007, a banda nasceu praticamente dentro de um pub. Marko (guitarra) e Ville (baixo) já trocavam umas idéias a respeito de ter uma banda, até que em uma noite em um pub "goth", Arttu (vocal) ouviu os planos dos dois e se ofereceu para assumir o microfone. Por um tempo, o trio permaneceu apenas compondo e fazendo uns covers, até se concretizarem como banda mesmo após a entrada de Kontra (bateria) e Sari (teclado).

Murnau's Playhouse é simplesmente a compilação dos dotes artísticos e musicais que encontramos nessas coletâneas-amostras de setlist's de festas góticas. No entanto, claro, tendo como inspiração a ausência do sol e toda a "lugubrosidade" da terra do Papai Noel!

O lúgubre nesse álbum é implícito, algo que vem com certas notas, efeitos sonoros ou, ainda, tons dos vocais, estes últimos são limpos e imersos aos outros sons, além de serem completamente harmônicos com o pós-punk! A parte "New Wave" indubitavelmente se apresenta na euforia introspectiva que as músicas transmitem.


Tracklist:
01. Showreel
02. Bloodstopper
03. Sister Violence
04. White Noise White Light



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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
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Killing Joke - Killing Joke

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Gênero: Post-Punk/Industrial
País: Estados Unidos
Ano: 2003

Comentário: Sabe aquela banda que tem uma importância fundamental para a criação de um estilo, mas nunca se lembram dela em primeira instância? Killing Joke é uma delas. Criada em 1978, foram juntos como outras bandas de renome como Joy Division, fundadoras do Post-Punk, estilo que viria a explodir nos anos 80.
Tamanha importância é que são citados como influências de bandas monstruosas, que vai de Nirvana, Nine inch Nails, Faith No More até Metallica e Napalm Death. Com uma carreira de relativo sucesso nos anos 80, a banda chegou ao fim em 1996. Porém em 2002 foi anunciado o retorno, que viria lançar um segundo Self-Titled no ano posterior, eis aqui o Killing Joke.
Agora a presença do Industrial se torna mais marcante do que o post-punk, muito mais pesado, com vocais rasgados e viscerais. Na época o baixista Paul Raven, havia recentemente conhecido Dave Grohl, que além de fã, havia demonstrado interesse em trabalhar com a banda. Coleman em um depoimento disse que a idéia inicialmente era chamar três dos bateristas favoritos da banda, John Dolmayan do System Of A Down, Danny Carey do Tool além do próprio Dave Grohl.
Porém durante as gravações Dave resolveu que queria fazer todo o trabalho, não ligava para o pagamento, apenas queria gravar o CD, e assim foi feito. Quando lançado, o álbum foi sucesso de críticas, ganhando o titulo de "album mais viciante do ano" ou até então de "album perfeito" como foi o caso da Outburn Magazine.

Tracklist

1. "The Death & Resurrection Show" – 6:56
2. "Total Invasion" – 5:28
3. "Asteroid" – 3:24
4. "Implant" – 5:18
5. "Blood On Your Hands" – 6:00
6. "Loose Cannon" – 4:12
7. "You'll Never Get To Me" – 6:19
8. "Seeing Red" – 5:27
9. "Dark Forces" – 6:26
10. "The House That Pain Built" – 6:13

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
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She Wants Revenge - She Wants Revenge

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Gênero: Pós-Punk/Rock Alternativo
Ano: 2006
País: EUA

Comentário: Incrível como um compreensível e simples nome pode ser tão foda! Juro que de todos os significados de nomes das bandas e/ou músicas que gosto, "She Wants Revenge" é um dos que mais mexe comigo!

A banda foi formada em 2005 por Justin Warfield (vocais, guitarra e teclado) e Adam Bravin, também chamado de "Adam 12" (vocais, baixo, teclado, sintetizador e percussão). Oficialmente a banda possui apenas esses dois integrantes mesmo; no entanto, durante os shows, conta com músicos de apoio. Do mesmo modo como álbum mesmo a banda só tem dois: este que leva o próprio nome da banda e o "This is Forever", lançado exatamente no dia 09 de Outubro de 2007 o dia do meu aniversário!. Entretanto, o She Wants Revenge possui vários ep's.

O som deste álbum é como se fosse um Joy Division alternativo (bem alternativo... muito alternativo!) tendendo pro New Wave, que lhe induz ao escárnio e ao mariticídio, com letras que, de certa forma, justificam o nome da banda.


Tracklist:
01. Red flags and long nights
02. These things
03. I don't wanna fall in love
04. Out of control
05. Monologue
06. Broken promises for broken hearts
07. Sister
08. Disconnect
09. Us
10. Someone must get hurt
11. Tear you apart
12. She loves me, she loves me not
13. Spend The Night



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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
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Cyndi Lauper - True Colors

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Gênero: Pop, Rock, Dance-pop, New wave
País: EUA
Ano: 1986

Comentário: Não é apenas um som que ouvi no verão passado, viciei, ouvi pra cacete, e depois enjoei. Cyndi Lauper é a diva mais punk — que não punk — que eu conheço.
Enfim, um pouco de história. Para os desinformados, Cyndi Lauper (Cynthia Ann Stephanie Lauper Thornton) é uma cantora, compositora, multi instrumentista e atriz (chegou a ganhar o Emmy) estadunidense (por algum motivo, passei minha adolescência toda achando que ela era SOMENTE de origem francesa, mas na real é franco-americana) que nasceu no ano longínquo de 1953. Logo em seu primeiro álbum, She's So Unusual, Lauper se tornou a primeira mulher - e a primeira artista global - a emplacar cinco músicas na Billboard, a parada musical mais "importante" do mundo. Com uma voz única e marcante, Lauper tem a marca de 30 milhões de vendas entre os 11 discos e 40 singles.

Cyndi é também bastante lembrada pelo saudoso The Goonies, que é basicamente um filme obrigatório na bagagem de qualquer pré-adolescente, no qual ela canta a canção tema, "The Goonies 'R' Good Enough". Já no mesmo ano ela participou do memorável projeto USA for Africa, um dia liderado por Michael Jackson, onde vários artistas cantaram a canção We are the World.

Em 1986 chegou o álbum responsável por este post. "Chegou" é meio desanimador para um álbum que também alcançou, com suas músicas, alguns lugares altos — o que inclui o 1º — na Billboard.

Sinceramente, não sei o que destacar neste álbum. Não sei explicar o porque dele, de sua escolha, já que poderia facilmente ter escolhido o anterior ou o posterior para postar (o que não inclui os demais, que são bem diferentes). Talvez por estar mais maduro, mais vivo e mais empolgante, mas não poderia exemplificar bem isso. O toque rocker é definitivamente um ponto forte, que integrou mais técnica e rebeldia no instrumental, e talvez em seu vocal. As canções vão de agitadas à lentas/calmas, mas todas belas e bem fluentes. A parte eletrônica também marca presença e se diferencia muito da anterior. As músicas ainda possuem aquele clima antiquado, mas não são todas, e nem da mesma forma. E suas letras, foram feitas para atingir profunda e delicadamente as pessoas, pois como diria a própria: “Quero chegar nas pessoas que batalham todo santo dia, naqueles para quem a maior conquista é conseguir construir alguma coisa, conseguir viver um dia atrás do outro. Por isso escolhi ser suave. Agora, se suavidade é confundida com frescura, o problema não é meu.

True Colors conta também com a canção What’s Going On, do cantor de soul e R&B Marvin Gaye e Iko Iko, escrita originalmente por James "Sugar Boy" Crawford em 1953, e gravada anos mais tarde (1965) por The Dixie Cups, no que parece, em uma versão diferente.
O álbum também contou com músicos como o guitarrista e produtor musical Nile Rodgers (Chic, Madonna, Diana Ross), o cantor, compositor e pianista Billy Joel (Echoes, The Hassles, Attila, Elton John) e o guitarrista e vocalista do King Crimson, Adrian Belew (King Crimson, Frank Zappa, The Bears).

Fora isso, Lauper é uma mulher admirável. Consegue ser bonita além do fator aparência (que nem lhe ajuda muito mesmo), mas sim atitudes. Vulgar, polêmica (no sentido fútil da coisa) e mesquinha, são palavras que não consigo associar à sua pessoa.

WebSiteOficial
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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Orchestral Manoeuvres in the Dark - The Best of OMD

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Gênero: Synthpop/ New Wave/ Post-punk
País: Inglaterra
Ano - Músicas: 1979-1988 Compilação: 1988
Comentário:
Orchestral Manoeuvres in the Dark, conhecida também como OMD, é uma banda de synthpop do Reino Unido formada em 1978 por Andy McCluskey (VCL XI, Equinox, Pegasus, The Id, Dalek I Love You, Atomic Kitten) e Paul Humphreys (The Listening Pool, Onetwo), mas se separando alguns anos depois, em 1989. McCluskey ficou com o nome e continuou a gravar com novos músicos (porém com um cast que variava de CD para CD e com Humphreys ajudando em alguns trabalhos), e assim continuaram por mais um tempo. Depois de algumas mudanças e reviravoltas, a banda, em seu site oficial, anunciou a retomada das atividades em 2005 e atualmente está na ativa, inclusive lançaram seu mais novo CD em setembro deste ano, intitulado History of Modern.

A compilação que lhes trago, como perceberam, é um The Best produzido antes da separação dos fundadores. Ela traz grandes sucessos envolventes como Electricity, Enola Gay, Secret, Souvenir, Messages, Locomotion, If You Leave... O Clipe abaixo é faixa Electricity.

Talvez a melhor pedida pra quem curte Ultravox, Naked Eyes, Human League, ou seja, na maioria influenciadas diretamente por bandas como Kraftwerk.
domingo, 24 de outubro de 2010
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Söderut - Söderut

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Gênero: Synthpop/New Wave
Ano: 2009
País: Suécia
Comentário: Desde que conheci Kent, apaixonei-me perdidamente pelo idioma Sueco e assim como Kent, muito embora o som das duas bandas seja totalmente diferente, Söderut também deixa a gente morrendo de vontade de saber falar sueco!

Söderut significa "Ao Sul", uma junção de palavras que, para mim, são bem simbólicas. No entanto, considerando que descobri isso através do Google Tradutor, o sobrenome do fundador é o mesmo da banda e é um cu achar qualquer coisa que seja sobre esta banda (ou se você acha ainda é em SUECO), eu diria que não deve significar nada, ao menos, não simbolicamente! Como já citado, a banda foi formada, em 2008, por um cara chamado Andreas Söderut. A príncipio era apenas um projeto despretensioso e só veio ganhar cara de banda mesmo quando Gustaf Hammarlund e Fredrik Ulmhage e, posteriormente, outros integrantes entraram para a mesma.

As músicas falam sobre a vida cotidiana, algo bem coerente com o som, pois não é difícil você imaginar uma historinha enquanto escuta o álbum. A leveza musical posta aqui é sublime, com vocais limpos e/ou sobrepostos e às vezes um jogo de vozes bem interessante, uns toques de piano e uma guitarra, um pouco tímida. Este álbum é daquele tipo que nenhuma música é igual a outra, porém, se você coloca para repetir as músicas e deixa tocar, não sabe onde termina ou começa e viaja na batidinha cute cute do som!

Formação da banda:
Andreas Söderut: Vocais, sintetizador, gaita
Gustaf Hammarlund: Guitarra
Fredrik Ulmhage: Guitarra e vocais
Ida Gillner: Piano e sintetizador
kim falck: Baixo

Tracklist:
01. Hh
02. Kärlekspsykopat
03. Plast
03. Du Är Söt
04. Regler För Andra
05. Ett Dygn Till



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sábado, 25 de abril de 2009
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Eurythmics - Sweet dreams (Are Made Of This)

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Gênero: Synthpop, Pop, New Wave
Ano de lançamento: 1983
País: Inglaterra
Comentário: Eurythmics é um duo musical britânico bem famoso formado em 1980 por Annie Lennox e Dave Stewart e ficou ativo durante toda a década de 80. A banda mistura um híbrido de pop, soul, eletrônico, rock que se encaixa perfeitamente com a voz afindíssima e forte da loira platinada Annie Lennox.
Recomendo, para quem gosta de batidas do pop oitentista. =)

Destaque para a faixa Sweet Dreams (Are Made Of This)

Tracklist:

01. Love Is A Stranger
02. I've Got An Angel
03. Wrap It Up
04. I Could Give You (A Mirror)
05. The Walk
06. Sweet Dreams (Are Made Of This)
07. Jennifer
08. This Is The House
09. Somebody Told Me
10. This City Never Sleeps



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