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quarta-feira, 4 de março de 2015
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Suicidal Romance - Rêves & Souvenirs

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Gênero: EBM / Industrial
País: Estônia
Ano: 2015

Comentário: Preciso dizer que ao me deparar com este disco o qual posto cá, meu coração imediatamente transbordou de amor. O mix de sutileza e devastação de Rêves & Souvenirs pode conquistar tanto os corações sentimentais quanto os mais brutos e gélidos. Isto porque ele é resultado do melhor de três discos (“Love Beyond Reach”, “Shattered Heart Reflections” e “Memories Behind Closed Curtains”) lançados ao longo da carreira turbulenta de Suicidal Romance; a qual foi formada em 2006 e traz Viktoria Seimar (voz principal), Dmitry Ivanov (compositor e segunda voz) e Maarja Korstnik nos sintetizadores.

Para mim, Rêves & Souvenirs é um excelente disco para se conhecer o trabalho de Suicidal Romance, pois traz as principais características do grupo: infantis vocais femininos em contraponto a vocais rasgados masculinos (em uma espécie de “a bela e a fera” vocal) sobre uma batida rápida e voraz (alguma coisa Techno / Música de Boate / Afins). Apesar de conter músicas com levadas dançantes, Rêves & Souvenirs possui uma sutileza que muito me lembra o Futurepop.

Lembra-me até mesmo Blutengel – nos seus momentos mais alucinantes –  em algumas passagens. Em outros momentos, em uma batida lamuriosa e estendida, lembra-me um pouco o tipo de “dramatização sonora” que Otto Dix utiliza. E as influências reveladas pela banda vão além, passando por Frozen Plasma e In Strict Confidence. Algo que apenas reforçar o caráter doce / bruto de Rêves & Souvenirs.

Destaque para faixa 4, "Whisper Goodbye".

Site Oficial / Facebook / Last.fm

Tracklist:
01. Make Me Blind
02. Hold Me
03. Lose Your Fears
04. Whisper Goodbye
05. Build Me A Heart
06. Call Me
07. Ecstatic
08. Not Alone
09. Touch
10. Remember Me
11. White Snow
12. Dreamers
13. Remember Me (Emphasis Cover)
14. Not Alone (Blutengel Remix)
15. Touch (ES23 Remix)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
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Nachtmahr - Feindbild

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Gênero
: Industrial/EBM
País: Áustria
Ano: 2014

Comentário: Projeto solo de Thomas Rainer, famoso pelo L'âme Immortelle, o Nachtmahr vem sendo, desde que surgiu, em 2007, um dos mais intensos projetos de Industrial de toda a cena. E aqui quando se fala em "Industrial" se pensa em batidas REALMENTE intensas, bate estaca constante com o máximo possível de bass kick, vocais rasgados constantemente e essencialmente na lingua alemã, o idioma oficial do EBM (que se preze).

No seu último álbum, Veni Vidi Vici, Thomas tomou um caminho sutilmente mais leve, visivelmente menos pesado que os álbuns anteriores. Em Feindbild o clima ainda não é tão corrossivo quanto nos primeiros discos, mas é com certeza bem mais pesado que o disco anterior. O que no entanto não deixou de dar espaço para faixas mais dançantes e melódicas, como o cover I Hate Berlin e a faixa Die Fahner Unserer Väter, que maravilhosamente tornam a musicalidade do Nachtmahr imprevisível, finalmente. Por que embora eu ame os discos mais pesados e crus do Nachtmahr, eu confesso que já era completamente repetitivo. Feindblind mistura várias fases do projeto, numa amostra visível de maturidade da sua sonoridade.

Genialmente, Thomas consegue, mesmo usando vocais limpos, não dar um clima "L'âme Immortelle" pras faixas graças ao instrumental muito mais pesado e a temática sempre constante na segunda guerra, com batidas marciais o tempo inteiro. O mimetismo do compositor é uma das coisas que eu mais admiro em Rainer, e ele consegue manter uma qualidade constante em tudo que compõe que é invejável. Até os samples que ele encaixa na maioria das faixas são extremamente bem escolhidos. É curioso como a sonoridade do Nachtmahr parece ser bem menos saturada que muitos projetos de Industrial/EBM, mais enxuta e mais direcionada, mas consegue ser muito, muito mais intensa. Tomemos como exemplo outro projeto que admiro muito na cena, o Heimartaede. Comparando a densidade de sintetizadores nas duas musicalidades, o Nachtmahr é incrívelmente mais econômico, mas passa a mesma atmosfera opressiva. A faixa que sem dúvida mais exemplifica isso é a fantástica Parasit.

Mas acima de ser um excelente compositor, Thomas Rainer é um excelente vocalista. Seu vocal rasgado, que é o protagonista do álbum, é intenso exatamente com o estilo pede, mas seu vocal limpo é fantástico desde o L'âme Immortelle (eu, francamente, embora goste muito do L'âme, sempre fico esperando ansiosamente pelas músicas que o Thomas canta nos álbuns). Quando Thomas faz vocais limpos de forma mais estridente e grave, é impossível não nos lembrarmos da intensidade germânica do Rammstein. O que é inevitável, mas não é e nunca será um defeito.

Em suma, Nachtmahr novamente nos faz ter vontade de vestir um uniforme militar. Pra dançar e berrar em alemão, naturalmente. Mas não fazendo odes à Alemanha, e sim exclamando: Kaiserthum Österreich über alles!

PS: Feindbild foi lançado hoje, 14.02.14, numa edição especial que vem acompanhada de uma HQ de 36 páginas, por isso a capa tão cartunizada, feita pelo artista alemão Bruce Stirling John Knox. Por sinal, confiram o trabalho do cara no site oficial dele, aqui. É finíssimo.


Tracklist:

1 Wir sind zurück
2 Dämon
3 I Hate Berlin (feat. Frl. Plastique) (Second Decay Cover)
4 Die Fahnen unserer Väter
5 Chaos
6 Parasit 
7 Feindbild
8 Stehend sterben
9 Liebst du mich?
10 The Torch
11 Wache

Download:

MEGA (98 Mb, 320 Kbps)

domingo, 28 de abril de 2013
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CygnosiC - Fire and Forget

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Gênero: Dark Electro, Industrial, EBM
País: Grécia
Ano: 2013

Comentário: CygnosiC é um estrangeiro som emergente buscando espaço nesse gremlinsíco mundo de bandas/projetos "electro". Formada em 2006 é uma banda do tipo "one man": Georg Psaroudakis, <tietagem> este portador da genuína beleza grega! </tietagem>. Com três álbuns no currículo – dentre eles o aclamado "A Deity In Pain", lançado em 2010 e um "reborn" em 2012 – e muitos elogios pela sonoridade em antítese: levemente pesada!

Fire and Forget é um álbum, primeiramente com uma bela capa (isto por si só chama atenção!) e, segundo, marca uma fase mais leve de CygnosiC, com mais synths de "boate", porém também com a velha batida hard de pano de fundo e o vocal marcante de Georg: seco, rouco, gutural. Quando eu falei do som em antítese, eu me referia a esta mistura do artista; a sonoridade da música a princípio é soft, mas o vocal e a letra são hard. Em outras palavras, Fire and Forget é o Futurepop para quem gosta de Harsh EBM!

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Tracklist:
01. Fire And Forget
02. Escape
03. This Is The Night
04. Alone
05. Crawl
06. The Drowning
07. Mad Desire
08. Begin With Me
09. One Last Time
10. Behold The Lie
11. Greed
12. The Darkness
13. Find You
14. Until Glory

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segunda-feira, 4 de março de 2013
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Centhron - Asgard

8 comentários
Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário: É foda você ser apaixonada por um gênero em que 80% do que produzem é uma merda! E nem me venham dizer que as batidas dessas bandinhas de Metal Agrário (Aggrotech) incendeiam uma pista de dança! Reconheço que uma ou outra música é "inflamável", contudo, não dá para juntar música a música e fazer uma playlist de determinada banda/projeto! Sou chata para com música eletrônica e, sendo bem sincera, é o tipo música que geralmente não aguento ouvir um álbum inteiro de tanta mesmice que tende a ser.

Penso na raridade que é encontrar e ouvir um álbum como Asgard. Era esperável uma batida dançante nesse álbum, haja vista que se trata de Centhron, a banda que mais protagonizou vídeos no Youtube de Industrial Dance no mundo ocidental! Contudo, devo ressaltar que a qualidade desse álbum vai muito mais além do que simples músicas dançantes (e puta que pariu, bota dançante nisso!)...

Asgard é a morada dos deuses nórdicos e, na faixa de mesmo nome, é nítida a exclamação instigante a Odin. A capa do álbum, devo ressaltar, foi o que me chamou atenção a princípio. Pensei "Nossa, parece jogo de RPG!". A ironia (ou não... vai saber!) é que se você ouvir o álbum e imaginar lutas contra monstros, zumbis, alienígenas, robôs ou seja lá o que for que tenha invadido a Terra e transformado-a em um grande buraco escuro e levando à extinção a raça humana... Bem, você chegará a conclusão de que não é uma teoria absurda, pelo contrário... Parece mesmo uma aventura trevosa musicada (e as foderosas fotos promo desse álbum provam isso)!

Eu disse que as músicas eram dançantes. A diferença é que TODAS as músicas são dançantes (exceto a último, pois é o pronunciamento misericordioso da batalha e do campo de carnificina e do odor da morte!)... Vocais rasgados, samplers, efeitos sonoros, brutalidade eletrônica; se você ligar seu corpo junto ao play das músicas, você terá de aguentar firme e não infartar! No mínimo, Asgard é para quebrar o pé dançando ou matando algumas criaturas!

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Tracklist:
01. Fuck Off And Die
02. Viking
03. Zombie Nazi Babe
04. Dr. Fuck You
05. Cyberlady
06. Slutbutt
07. Lamia
08. Panzerfaust Tyr
09. L’etat C’est Moi
10. Asgard
11. Ich Bin Ein Gott
12. Draugr
13. Untitled (Bonus Track)

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domingo, 30 de dezembro de 2012
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Nitzer Ebb - Showtime

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Gênero: EBM Old School
País: UK
Ano: 1990

Comentário: A historia de Nitzer Ebb se entrelaça com a própria historia da Electronic Body Music, mais conhecida como EBM. No início dos anos 80, esse gênero musical "explodiria" com sua peculiaridade: letras instigantes e agressivas, utilização de certos instrumentos inusitados (como furadeiras), e, claro, todo experimentalismo também eletrônico que muito lembrava o Industrial - vale lembrar que a música Industrial surgiu no final dos anos 70. Reza a lenda que quem nomeou esse jeito diferente de fazer música de "EBM" foi a banda Front 242, a qual carregaria até os dias atuais o estigma de "Pai da EBM". Bem, se o Front 242 é o pai, Nitzer Ebb deve ser a mãe!

Formada em 1982, por Vaughan "Bon" Harris (sintetizadores, bateria e vocal), Douglas McCarthy (vocal), e David Gooday (bateria); seu nome "Nitzer Ebb" em alemão não significa nada, e, segundo a própria banda, não significa nada em outro idioma também. Na verdade, o que chamou atenção dos fundadores para este nome foi a sonoridade do mesmo, pois soa de maneira dura, forte. E, muito embora não possua mais sua formação original (David saiu), permanece na ativa até os dias atuais - incluindo um show histórico em 2010 no Brasil; ou seja, Nitzer Ebb é um dinossauro!

Showtime é o álbum que traz o hino Lightning man e mais oito porradas vocálicas sobre synths instigantes (a minha tão querida Getting Closer). A marca de Nitzer Ebb sempre foi essa crueza sonora enfeitada junto a um vocal imponente, sutil e raivoso. Uma hibridez musical oitentista. Particularmente, muito embora compreenda o porquê, acho uma pena não explorarem mais ou dedicarem um set em festas para esse tipo de som!

P.S: Já tem um tempo que quero postar esse dinossauro aqui; talvez, desde que entrei no blog, em 2010. Contudo, o que me impulsionou a concretizar esta vontade fora um pedido do Forba. Portanto, esse post é dedicado a ele.

Tracklist:
01. Getting Closer
02. Nobody Knows
03. One Man's Burden
04. All Over
05. My Heart
06. Lightning Man
07. Rope
08. Hold On
09. Fun To Be Had

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
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Snakeskin - Canta'tronic

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Gênero: Eletronic, EBM, Erudito (?)
País: Suíça
Ano: 2006

Comentário: Claro que eu não podia deixar de postar este clássico, pois, para quem não sabe, este é um projeto praticamente abandonado do Tilo Wolff (vocal, compositor, produtor, roadie, crítico, amante, marido, pai... do Lacrimosa).

O nome Snakeskin (pt. Pele de Cobra) é inspirado exatamente neste desprendimento de Tilo com o Lacrimosa, haja vista que algumas músicas do Snakeskin – neste álbum, por exemplo, a música Stonecoldhands – poderiam muito bem se enquadrar na proposta da banda e, devo ressaltar, pelos vocais inconfundíveis de Tilo junto a seu sotaque alemão carregado ao extremo, não tem como não relacionar! Contudo, o próprio artista disse que Snakeskin era um projeto novo e que, portanto, merecia uma pele nova.

Sob a pele de Snakeskin, Tilo chegou a lançar dois álbuns: Music for the lost (2004) – que, muito embora tenha uma belíssima capa, não me agradou muito – e, este o qual posto cá, Canta’tronic (2006) – o qual parece ter sido o mais famoso entre os dois.

A sonoridade predominante do projeto é leve e, por vezes, simples ou erudita demais para ser encaixada em Industrial, Dark Electro e afins. Contudo, eletrônica demais para ser encaixada em Darkwave. Ou seja, Snakeskin é quase um "Eletrônico Alternativo"! Que possui o vocal lírico da cantora Kerstin Doelle em algumas músicas e o vocal do próprio Tilo em outras. As letras são breves (quase haicais!) e, no entanto, passam despercebidas por conta das batidas de eletrônico.

Tracklist:
01. Etterna
02. Stonecoldhands
03. Bite me
04. La force
05. Mortal life
06. Still not home
07. The etternal
08. Manora
09. Tourniquet
10. Recall II
11. Bite me (Club-mix)
12. Etterna (Club-mix)
13. Etterna (FAQed up remix)

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sábado, 7 de janeiro de 2012
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FGFC820 - Law & Ordnance

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Gênero: Aggrotech, Dark Electro, EBM, Industrial
País: EUA
Ano: 2008

ComentárioConsiderados o resgate puro de um puta som de qualidade com letras que fazem jus à cena Industrial, FGFC820 é um projeto formado por dois Dj’s velha-guarda no meio das musiquinhas darquis eletrônicas: Rexx Arkana e Dräcos; o primeiro trabalhou nada mais nada menos com bandas como Ministry e Skinny Puppy, além de ter apadrinhado VNV Nation, Apoptygma Berzerk entre outros; o segundo trabalhou com a desconhecida Disciples of Astaroth. 

Militarismo musical e visual; com batidas agressivas, dançantes e galhofagens que se contrapõem junto a vocais rasgados, guturais e aqueles samplerzinhos para não quebrar a tradição. Há uns nuances de leveza eletrônica para incrementar − e fazer você recordar de música eletrônica de gente normal − e até mesmo um declínio terrorista na sonoridade − para fazer você lembrar que este som não é para qualquer um!

Eu devo dizer que sou muito chata para música, principalmente eletrônica e mais ainda quando se trata de Aggrotech. Gosto do que é dançante, daquilo que põe fogo em uma pista de dança anunciando o Apocalipse, do terror que me faça querer quebrar as coisas e/ou matar alguém, com letras (é, eu gosto de LETRAS mesmo... nada de samplers forever) cantadas em vocais no mínimo audíveis. Então, quando eu encontro algo desse naipe aqui, eu só falto chorar! Sendo assim, se você se identificou até aqui, pára de ser cabeçudo e me faz esse favor: Baixa isso... Sério!...

Tracklist:
01. Hello, Baghdad
02. Democracy
03. Killing Fields
04. Resolution 6
05. Ich Bin Ein Ausländer
06. Vengeance
07. Momentum
08. Resolution 7
09. Emotion
10. Forsaken
11. Not the World I Remember
12. Resolution 8
13. Dream for Tomorrow
14. The Heart of America

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Combichrist - Discografia

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Gênero: Aggrotech, EBM, Industrial, Dark Electro
País: Noruega

Comentário: Conquanto até os dias atuais e com a explosão absurda de bandas/projetos tidos como Aggrotech/Harsh EBM/Terror EBM ou ainda Metal Agrícola (Arkangel mode: ON); os puros-sangues permanecem a negar a existência deste subgênero, chamando-o apenas de Dark Electro. O fato é que se existe Aggrotech ou não, isso não importa. Contudo, em minha opinião e na de muitos outros, uma de suas maiores expressividades mundiais se encontra neste projeto chamado Combichrist.

Vindo das frias terras do Metal Extremo e igrejas queimadas por adoradores de Satã/Odin; Combichrist foi formado em 2003 por Ole Anders Olsen, mais conhecido como Andy LaPlegua. O nome veio de uma zine de Hardcore dos anos 90 na qual Andy participava. Andy ficou conhecido, sobretudo, devido sua fundamental participação na banda Icon of Coil, na qual ele fundara primeiramente como projeto e posteriormente esta se tornara uma banda.

Combichrist já existia ideologicamente mesmo quando Andy ainda fazia parte do I.O.C.; contudo só fora assumido e modelado de fato com o lançamento do primeiro álbum, em 2003, intitulado The Joy Of Gunz. Devido a maior liberdade de Andy em poder fazer tudo o que quisesse (o que já não acontecia em sua antiga banda), este álbum já trazia um gostinho do que seria Combichrist. Os álbuns que viriam a seguir apenas reforçavam de maneira estrondosa a liberdade doentia que Andy sentiu neste projeto.

Suas músicas possuem o tom da destruição, com letras sujas sobre perspectivas anti-humanistas de tom sarcástico, irônico, em agressividade tátil e instigadora; sobre batidas eletrônicas que beiram o apocalipse. Ultraviolento e pejorativo, no sentido pornográfico e ofensivo, este é o tipo de som não recomendado para os fracos de ouvido e coração, pois não dá para ouvir com volume baixo e, mais que isso, é necessário um tremendo autocontrole para não quebrar tudo enquanto se ouve as músicas!

P.S.: O videoclipe da música Throat Full Of Glass, o qual parece um curta, do album Making Monsters, possui duas versões uma light e outra pesada; a que está como amostra é a versão pesada, porque nós do Pignes gostamos de violência cinematográfica, muito sangue falso e mulheres seminuas, peitudas e tatuadas!

domingo, 25 de setembro de 2011
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Aesthetic Perfection - Close to Human

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Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: E.U.A.
Ano: 2005

Comentário: É, meus queridos, eu sei que vocês estavam com saudades das desgraceiras eletrônicas com todo o seu caráter homicida e estética Mortal Kombat. Então, para exorcizar um pouco esse clima pacífico que se alastrou pelo blog, venho cá com Aesthetic Perfection: projeto criado pelo produtor puta gostoso Daniel Graves em 2000. E como sina de vários artistas que desbravam as obscuras terras eletrônicas: está há anos na ativa, com pouquíssimos álbuns (neste caso, apenas três) e fazendo eternos revivais de suas músicas...

Close to Human é um álbum dualista, onde o que coexiste é a composição eletrônica para gostos de certo modo distintos: vocais rasgados, ácidos, verminosos, que nitidamente tendem para o terror, sobre uma sonoridade que recebe tanta influência de synths externos que acaba sendo "leve". Além de, em determinados momentos, as músicas adentrarem um clima mais lento, onde você jura que acabou o álbum, mas eis que repentinamente as músicas dançantes voltam, depois somem e voltam e...

Enfim, com letras que abordam o lado obscuro da mente humana e uma capa que, vá, você também achou interessante, confesse!, Close to Human é uma espécie de foda longa: no fim te deixará ofegante, mas você sempre quererá mais. Amém!

Tracklist:
01. Human
02. Architect
03.Fix
04. Relapse
05. I belong to you
06. Overcast
07. Coward
08. Surface
09. Ersatz
10. Sacrifice
11. Reset




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domingo, 28 de agosto de 2011
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Front 242 - Pulse

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Gênero: EBM/Industrial/Experimental 
País: Bélgica
Ano: 2003

Comentário: Um álbum que já fora postado, ao que me lembre no limiar do blog, porém apagado e agora ressurge sob outra perspectiva, neste caso, a minha... E, confesso que das bandas pioneiras mais famosas da EBM, Front 242 foi a que mais negligenciei todo esse tempo. No entanto, por sua devida importância, deveria receber sua discografia no blog. MAAAAAAAAAAAAAAAS isto daria trabalho, então por hora vamos apenas nos contentar com este álbum aqui, tudo bem, crianças?!

Precursora da EBM, Front 242 foi formada no início da década de 80 por Dirk Bergen e Codenys Patrick, e, posteriormente, veio a entrada de Daniel Bressanutti e Jean-Luc De Meyer. Politizada, causou polêmica logo na escolha do nome, haja vista que, embora tenha falado que “Front 242” não possuía um significado específico, muitos levaram em consideração o conteúdo de suas músicas (agressivas/politizadas) e, por fim, acabaram relacionando ao Nazismo, à Resolução da ONU (aquela que mandou Israel se retirar de territórios da Palestina) e sabe-se-lá mais o que. Todavia, a principal ideia que de fato ficou foi “o avanço do forte sobre o fraco” se não é isso, é quase isso!

Pulsação... bom nome para um álbum sintético, frio, onde a baladinha soa muito mais como desprezo/enfado do que misericórdia. Letras ufológicas (foi o que li por aí) cantadas por synths cibernéticos e estes são acompanhados por vagos vocais, que mais parecem adornos! Pulsação... então apenas se prepare para seus batimentos cardíacos acelerarem, seu cérebro ordenar o despejo de adrenalina e endorfina, seus músculos contraírem e você dançar até o orgasmo!



Tracklist:
01. SEQ666 (P)
02. SEQ666 (U)
03. SEQ666 (L)
04. SEQ666 (S)
05. SEQ666 (E)
06. Together
07. Triple X Girlfriend
08. No More No More
09. Beyond The Scale Of Comprehension
10. Song (Untitled)
11. Song (StarCandy)
12. One (With The Fire)
13. One (Reverse)
14. Matrix (OpenStatic)
15. Matrix (MegaHertz)
16. Never Lost (Faust)
17. Never Lost (Riley)
18. 7RAIN (Filter)
19. PAN (DHE)
20. PAN (MIHK)




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Download (Parte II): Megaupload // Mediafire // Hotfile // Outros Links
sábado, 13 de agosto de 2011
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Patenbrigade Wolff - Demokratischer Sektor

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Gênero: Trance, Techno, House, EBM, Industrial, Dark Electro, Aggrotech, Synthpop, Noise, Psy, e os caralhos... e...???...
Ano: 2008
País: Alemanha

Comentário: Demokratischer Sektor é um álbum deveras estranho, sobretudo, na sequência e na gororoba das músicas! Neste Setor Democrático googletradutor mode: ON da música eletrônica, cada música segue − de certa forma − um gênero eletrônico. Por exemplo, Maurerradio (Old School Retro Club Mix) tem uma batida mais EBM/Industrial; Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx já segue algo mais Aggrotech; Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds) é mais Dance/Futurepop; Demokratischer Sektor (PVD Club Remix) tende para o House/Trance/Techno, com uma sonoridade bem mais leve e dançante como aquelas que encontramos comumente em festas de música eletrônica; Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew) é mais Noise e por aí vai.

Realmente não sei se, de fato, o Patenbrigade Wolff resolveu unificar boa parte dos gêneros eletrônicos em apenas um álbum, contudo, posso afirmar que este álbum conseguiu atingir diversas preferências eletrônicas por mais antagônicas que fossem, ainda que com tão-somente uma música para cada gosto... e, claro, é bem dançante!



Tracklist: 
01. Maurerradio (Extended Version)
02. Sendersuche 1
03. Stalinallee
04. Sendersuche 2
05. Demokratischer Sektor (Blutfuss Club Remix)
06. Schusswechsel
07. Die rote Fahne faellt
08. Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew)
09. Demokratischer Sektor (PVD Club Remix)
10. Turmdrehkran (Extended Version)
11. Maurerradio (Old School Retro Club Mix)
12. Mit jedem sender informationen
13. Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds)
14. Turmdrehkran (PVD Club Remix)
15. Ostberliner Bauarbeiter (Club Mix)
16. Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx
17. Krantransport feat. Sarah Noxx
18. Schadenshoehe unbekannt
19. Karl Eduard von Schnitzler
20. Maurerradio (Remix by leserotique)




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sábado, 2 de julho de 2011
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Code : Red Core - Caution [single] + Infektus Vendetta

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Gênero: Aggrotech/Industrial/EBM/Cybergoth/Powernoise
País: São Paulo - Brasil
Ano: 2011


Comentário: Quando um artista se propõe a fazer projetos musicais dos quais seguem uma linhagem semelhante ou que estão, de certa forma, no mesmo “nível”; indubitavelmente, há a comparação entre eles. Não é diferente com Code : Red Core, haja vista que este é um dos projetos de uma das figurinhas já carimbadas por aqui: Rodrigo Albuquerque, mais conhecido como Gothic Guy, sob cujo pseudônimo lançou um EP ano passado: Toxic Candy (Bicth).

O fato é, se criada raízes ou não, Code : Red Core se difere de um jeito ou de outro não apenas do projeto anterior, como dos próprios álbuns entre si (ex: Caution é bem mais singelo por ter apenas uma música e, no entanto, nesta única música há relativamente mais elementos sonoros externos do que as outras músicas do álbum Infektus Vendetta, algo que torna a idéia de algum modo mais completa).

Uma das características mais evidentes desse artista se encontra na agressividade dançante das músicas incorporadas a determinadas idéias. Em Code : Red Core, por exemplo, não há espaço para sedução (quiçá até haja, isso depende muito do seu desequilíbrio mental); nele, evidencia-se o terror, trazendo características altamente fuckin' rivets, indo do “instrumental” introspectivo que causa suspense e angústia às batidas fortes de eletrônico que te arrebatam para uma atmosfera de adrenalina (às vezes os dois elementos na mesma música!). E, para finalizar, vocais verminosos/rasgados ca(o)ntam a história desse projeto que muito bem poderia ser trilha sonora de alguma saga que começasse a partir do isolamento de determinada área com faixas contendo o símbolo de BIOHAZARD.


Caution (2011)
Tracklist:
01 - Caution
Megaupload//Mediafire

Infektus Vendetta (2011)
Tracklist: 
01. Intoxication
02. Radiation Effects
03. Presage
04. Infektus Vendetta
05. Deception
06. Fuck Resonance
07. Preconception
08. Virus.exe (Over Mind)
09. The World Behind The Gas Mask
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sábado, 18 de junho de 2011
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Heimataerde - Discografia

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Gênero: Dark Electro/Industrial/Techno/uma pitadinha de EBM/o tal do Medieval Electro
País: Alemanha

Comentário (explicativo): Finalmente, após quase um ano, consegui upar o restante dos álbuns de Heimataerde. No entanto, não senti necessidade em refazer a resenha, pois (quiçá, por uma questão de sequência pela própria história do projeto, como vocês já sabem) os álbuns permanecem de certo modo "retilíneos". 

Comentário (original): Puta responsa falar sobre Heimataerde, pois a criação deste projeto envolve toda uma historinha e um álbum é ligado ao outro. Claro, essa “complexidade” é um dos principais atrativos de Heimataerde, sem superar – óbvio! – a sonoridade simplesmente fodástica desse tal de “Medieval Electro”!

Então, o projeto surgiu em 2004 com um carinha bizarro por trás, chamado DJ Ash. O que mais gosto nesses seres medonhos é que eles costumam ser “transgressores”, é o caso do DJ Ash: um cara estranho, porém genial! Adepto da experimentalização, usou instrumentos acústicos “tradicionais”, corais religiosos, uivos, batidas fortes, vocais lindíssimos e tudo mais – além de um latim chulo, em algumas músicas – para compor a materialização da história que vem por trás do projeto: Um templário, chamado Ashlar, que questiona as razões das Cruzadas e acaba virando um vampiro e é, na tentativa de recuperar a sua fé, que os álbuns de Heimataerde se desenvolvem. Por exemplo:

Under ter Linden é a canção mais famosa de Walther Von der Vogelweides (poeta “austríaco”), é um dos maiores proponentes do ideal cortês que consistia na proibição do amor carnal entre damas e cavaleiros. Maria (Anna Maria Straatmann, do Massiv in Mensch, faz a voz dela no álbum) e Ashlar não concordavam com isso e, desde que Ashlar se tornou um vampiro, isto terminou com um sangrento abraço em Gotteskrieger (1º álbum), que empurrou a angelical Maria para a semi escuridão da imortalidade.
Resumindo: simplesmente FODA!


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
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Nurzery Rhymes - Injections

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Gênero: Aggrotech/Industrial/EBM
Ano: 2006
País: Alemanha

Comentário: Banda formada em 2000 a partir de uma performance!
Injections é o seu primeiro álbum e essencialmente traz influências de Dawn of Ashes, Grendel e Psyclon Nine; então vamos analisar os requisitos de Nurzery Rhymes:

- Vocais rasgados e/ou distorcidos, onde você pensa que estão matando um porco?
Confere.

- Intenso? Perturbador?
Confere.

- Exaltação de Ultra-violência?
Confere.

- Utilização de gritos, lamúrias, desespero, dor?
Confere.

- Sonoridade cibernética com batidas aterrorizantes?
Confere.

- Os membros usam máscara de gás, roupa de Mortal Kombat − com ou sem sangue −, cyberlox e/ou tem cara de psicopata?
Confere.

Então, para mim, está tudo certinho... Vou colocá-la na categoria: “Somzinho bem nojento e verminoso, do jeito que meu pupilo sumido Neylor Guerra e o ObersturmführerForbão gostam”...

Logo, este post é dedicado a eles!


Tracklist
01. Injection Fear
02. Alphaomega
03. Through Your Eyes
04. One Of The Dead
05. Injection Hate
06. Love Is A Game
07. Sick Little Bitch
08. All You Liars
09. Injection Believe
10. Messiah (Heretical Rmx)
11. The Bloodprince
12. Rotten
13. Injection Death



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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
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Atrocity Feat. Das Ich - Die Liebe

1 comentários
Gênero: Eletronic/ Industrial/ Darkwave/ EBM
País: Alemanha
Ano: 1995

Comentário:
Pelo que sei, o álbum pertence ao Atrocity, mas Das Ich está tão penetrado neste trabalho que, se torna uma injustiça tirá-lo do nome do projeto e simplesmente colocá-lo ali, ao final do nome do álbum, como uma participaçãozinha qualquer. Sem o trabalho do Das Ich este seria um álbum totalmente diferente, se olharmos para a discografia metalística do Atrocity.

Das Ich vem das profundezas do darkwave e é um dos fundadores e colaboradores da criação do Neue Deutsche Todeskunst (New German Death Art), um movimento musical do início dos anos 90. Formado pela dupla Bruno Kramm (música, instrumentos, vocal de apoio) e Stefan Ackermann (vocais e letras) no estado alemão de Bavaria, fazem uma música eletrônica baseada no darkwave e na música industrial.

Já Atrocity, também alemã mas do estado de Baden-Württemberg, mudaram com o tempo, passando de uma banda de death metal para a atual gothic/industrial, aplicando-se a mudança também em suas letras. São conhecidos também por dois álbuns inteiros de covers intitulados Werk 80 e Werk 80 II, onde neste último contamos com uma foto da bela Dita Von Teese, um matrimônio que já passara pelas mãos grotescas de Marilyn Manson.

Die Liebe não é exatamente uma mera união do death com o industrial/gótico de Das Ich. Algumas faixas, inteiramente repetitivas, exploram sim esse lado genético-musical de cada banda, mas em outras podemos ver somente o lado obscuro, ruidoso e sussurrador da dupla espalhafatosa. Um trabalho totalmente elaborado, um híbrido perfeito.

Não entrei em maiores detalhes quanto às bandas, deixemos isso para posts com seus respectivos e individuais trabalhos.

Das Ich: WebSite||MySpace||LastFM
Atrocity: WebSite||MySpace||LastFM
Atrocity Feat. Das Ich: LastFM||Discogs

Tracklist:
1 Die Liebe
2 Moonstrucker
3 Bloodlust (Undead Trance)
4 Misdirected
5 Parentalia
6 Trial By Ordeal
7 Unschuld
8 Von Leid Und Elend Und Seelenqualen
9 Die Todgeweihten

Download: MegaUpload||MediaFire||RapidShare||Outros
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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Funker Vogt - Navigator

1 comentários
Gênero: EBM/Industrial/Futurepop
Ano: 2005
País: Alemanha

Comentário: E quem diria que artigos acadêmicos pudessem nos oferecer novidades musicais, hein?! Conheci a banda após ler o artigo Visões obscuras do underground: Hackers e Rivetheads – O cyberpunk como subcultura híbrida (Adriana Amaral), nele, a autora cita algumas bandas e dentre estas estava o Funker Vogt!

Então, a banda foi formada em 1995 por Jens Kästel (vocais) e Gerrit Thomas (sintetizadores). Depois vieram outros membros e, embora a banda ainda esteja em atividade, já não possui sua formação original; inclusive, no final do ano passado, o compositor da banda (Kai Schmidt) caiu fora.

O nome seria algo como "Operador de rádio Vogt". Vogt é o sobrenome de um amigo da banda que foi um operador de rádio militar. Militarismo, este, que não foi posto apenas no nome da banda como uma alusão, porém, também, em todo o resto: em sua performance, em suas roupas e, principalmente, nas letras das músicas.

O som de Navigator é leve, "limpo" e muito cibernético e pirante, com vocais e efeitos quase de ficção científica.


Tracklist:
01. Killing Ground
02. Fallen Hero
03. No Tomorrow
04. Friendly Fire
05. Navigator
06. House of Sorrows
07. Thoughts of a Soldier
08. Stronghold
09. Starfighters
10. Reject
11. The End
12. Fur Dich
13. Vorwarts



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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
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E Nomine - Das Testament

1 comentários
Gênero: Techno/Trance/Dark Electro/o tal do "Monumental Dance"
Ano: 1999
País: Alemanha
Comentário: Para expurgar essa energia pagã impregnada no blog e remanescente do Tr00 Day, eis: E Nomine.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAmém!

Projeto fundado em 1999 pelos produtores Christian Weller e Friedrich "Fritz" Graner, traz aquilo que eles chamam de "Monumental Dance", o qual seria uma mistura de elementos orquestrais, cantos gregorianos e uma batida de Techno e Trance em cima.

O nome "E Nomine" é um jogo de palavras que usa a expressão latina "In Nomine" (que significa "em nome de") com a palavra "ex" (que significa "fora" ou "de dentro para fora"). No caso, "e" seria o contrário de "in", logo, entende-se que E Nomine é o oposto de In Nomine.

Outra curiosidade sobre o projeto é que não há vocalista. As vozes do coral e solos vocais são retirados de trechos de filmes estrangeiros em versões alemães e depois sintetizados. Contudo, nos shows, quem assume o microfone, para fazer os solos vocais, é o cantor Senad Feurzkelper Giccic.

"Das Testament" é o primeiro álbum do projeto e conta com 14 faixas cujas letras são feitas de trechos da Bíblia, tanto do novo quanto do velho testamento, sem nenhuma modificação. Por exemplo: Vater Unser = Pai Nosso (música, esta, que fez parte da trilha sonora da novela "O Beijo do Vampiro" - CREDO!); Psalm 23 = Salmo 23.
Muito embora boa parte da galera que leu o comentário até aqui, esteja pensando que E Nomine é voltado à religião cristã; esta está muito enganada, pois E Nomine tem, sim, em sua essência o sacro, o místico, porém, de forma mais abrangente.

Atualmente, E Nomine permanece em estado vegetativo: em standbye desde 2007, sem perspectiva alguma de voltar!
Então, por hora, deixo a música para os cristãos germanófilos, e aos demais que não se converterem ao sacro dançante:

QUEIMEM NO INFERNO, PECADORES!

Tracklist:
01. Am Anfang War Die Schöpfung
02. Vater Unser
03. E Nomine (Pontius Pilatus)
04. Die 10 Gebote
05. Das Abendmahl
06. Die Sintflut
07. Himmel & Hölle
08. Der Fürst Der Finsternis
09. Bibelworte Des Allmächtigen
10. Die Posaunen Von Jericho
11. Ave Maria
12. Psalm 23
13. Hallelujah
14. Gott Tanzte



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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
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Grendel - Soilbleed [EP]

1 comentários
Gênero: EBM/Industrial/Aggrotech
Ano: 2005
País: Holanda

Comentário: Fundada em 1997, só que com outro nome, após a ruptura da formação original da banda, os integrantes remanescentes buscaram na lenda/poema épico de Beowulf que data do século XI, a origem do nome da banda.

Grendel é, segundo esta lenda, um monstro sanguinário e um dos três oponentes derrotados por Beowulf no poema. As descrições de Grendel são poucas no poema, no entanto, ele é mencionado como um descendente diabólico de Caim (aquele da Bíblia, velho testamento, que matou o irmão e blá blá blá). Também há uma possível ligação dessa criatura aos trolls da Mitologia Nórdica. <-- Perfeito para os seguidores de Odin de plantão! \o/ Enfim, vocês conhecem essa história, pois, ao contrário de mim, vocês assistiram ao filme! u.u De fato, o caráter raivoso e destrutivo de Grendel (a criatura) tem muito a ver com Grendel (a banda). O som não poderia ser menos desgraceira que um nome com um significado tão simbólico e mais ainda quando os integrantes possuem, como nicks, letras maiúsculas misturadas com números: VLRK, M4RC e MRKO (altamente ELETRONIC FUCKIN' CYBER!).

Os vocais estão naquela escala progressiva e oscilatória de/entre limpeza e rasgação extremada. Claro, um pouco de sobreposição vocal para não quebrar a tradição, a clássica contagem regressiva para o apocalypse bélico/militar também está presente e, para fechar o pacote, uma puta batida eletrizante em cima.
Ah, sim, Soilbleed é um álbum decrescente (após 6 músicas de ápice, vem uma baladinha para relaxar) como um orgasmo!

Post dedicado ao Obersturmführer Forbidden.


Tracklist:

01. Soilbleed (V.3)
02. Interrogation Leash
03. Zombienation (V.2K5)
04. Aspiration Feed
05. Soilbleed (Agonoize Remix)
06. Soilbleed (Obszoen Geschoepf Remix)
07. Dream II (Feat. Ordo Rosarius Equilibrio)



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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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Gothic Guy - Toxic Candy (Bitch) EP

0 comentários
Gênero: Cybergoth/Industrial/EBM/Powernoise
País: São Paulo - Brasil
Ano: 2010

Minha biografia :
Rodrigo Albuquerque também conhecido como “Gothic Guy”, nasceu em São Paulo, Brasil, em 7 de março de 1991 Artista independente que em 2010 iniciou seu projeto musical. Seu visual é algo que mistura o sensível ao agressivo, até mesmo psicodélico, com um estilo que junta o gótico ao industrial e o cyber.

Ele tem a proposta de mostrar o seu ponto de vista sobre a musica, tentando criar algo diferente que possa agradar e demonstrar seus sentimentos e emoções em composições que abordam temas como o amor, suicídio e insanidade.

Influenciado por Bitch Brigade, Aktive Hate, Blutengel, ASP, Sopor Aeternus, Cinderella Effect, Zombie Girl, Nachtmahr entre outras bandas que foram à motivação para começar a criar.

No inicio o projeto passou por diversas mudanças na sua sonoridade, começou com algo mais neo classic e synthpop, seguindo para o darkelectro. Atualmente esta entrelaçado no industrial/Cybergoth de ritmo dançante e sombrio com vocal sexy e agressivo.

Em setembro de 2010 fez a sua primeira parceria em uma musica junto à banda de heavy metal/Prog. Metal “Dragon Skull” na faixa “New Begin”, também teve a participação de “Luluzinhah” (Luciane Nascimento) no Single “Darkness [??/??/2010]” que fez parte das vozes presente na musica alem de Victor Alucard( Victor Cesar) que ajudou no desenvolvimento da letra assim como nos efeitos sonoros de ambiente da faixa “Acid...” presente no EP “Toxic Candy (Bitch)”.

Alem de musico também é desenhista, designer de games e roupas, atualmente esta trabalhando criando sua coleção pessoal chamada de “Synthetic Love”.

Integrantes: Gothic Guy (Rodrigo Albuquerque)/musica,vocal,sound effects

Links do projeto:
Myspace||LastFM||Twitter||Orkut

Material cedido pelo Rodrigo Albuquerque (Gothic Guy) para nós do Ignes Elevanium. Um som competente e promissor. Esperamos que nos traga novos trabalhos em breve! Obrigado pelo contato. 

Tracklist:
01 - Toxic Candy (Bitch)
02 - Acid...

Link para download
sábado, 2 de outubro de 2010
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Stahlfrequenz - Coma Themes

0 comentários
Gênero: Rhythm 'n' Noise, Industrial
Ano: 2006
País: Alemanha
Comentário: Stahlfrequenz (que significa mais ou menos 'frequência do aço'), é um projeto de Rhythm 'n' Noise alemão fundado por Markus Houben e Klaus Richter em 2002.
O projeto se faz uso de discursos e sons de instalações industriais (de indústria mesmo, não o estilo :p), 'metálicos', porém de forma muito harmoniosa e agressiva musicalmente falando.

Recomendo, baixem! u.u

Destaque para a faixa First Nightmare

Post original: ??? - Restaurado por: Damien

Tracklist:
01 ATC
02 Black Horizon
03 Toxic Bodies
04 Massenwahn
05 El Raja
06 Prozedur Abwärts
07 First Nightmare
08 Access Denied
09 Schalltherapie
10 Baikonur
11 Dunkelkammer
12 Maschinenwelten
13 Suduva
14 Maschinenwelten (Noisuf-X Remix)
Mediafire||Megaupload

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.