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quinta-feira, 6 de agosto de 2015
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Drenge - Undertow

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Gênero: Alternative Rock, Garage Rock, Grunge
País: Inglaterra
Ano: 2015

Comentário: Quando o Drenge surgiu, vindo de uma pequena cidade no norte da Inglaterra, com seu primeiro disco era difícil não se render ao então duo formado pelos irmãos Eion e Rory Loveless.

O disco homônimo saiu em meados de 2013 e era uma explosão de riffs pesados e refrões grudentos, a exemplo do carro-chefe, “Bloodsport”. Um disco pesado e recheado de uma frustração que só quem mora, ou já morou, em uma cidade pequena, é capaz de compreender.

O Drenge cresceu, viu o mundo, excursionou com grandes nomes, tocou em grandes festivais e agora conta com mais um membro. A forma que essas mudanças afetaram os irmãos Loveless fica bem clara em Undertow, segundo disco da banda.

Embora faixas como “We Can Do What We Want” (primeiro single do álbum) e “Favorite Son” ainda resgatem o espírito adolescente do primeiro disco, Undertow soa mais maduro, adulto e elaborado.

O maior trunfo do disco certamente reside no fato deste ficar cada vez mais denso, sombrio e pesado a cada música. É fácil perceber a atmosfera do disco se transformando, o que torna de Undertow uma metáfora para a passagem da fúria adolescente (We Can Do What We Want) para as nuances complexas da vida adulta (Standing In The Cold; Have You Forgotten My Name?).

Destaque para a faixa “The Woods”, o melhor trabalho da banda até então.

Tracklist:
1 . Introduction
2. Running Wild
3. Never Awake
4. We Can Do What We Want
5. Favourite Son
6. The Snake
7. Side By Side
8. The Woods
9. Undertow
10. Standing In The Cold
11. Have You Forgotten My Name?

Ouça: Spotify


terça-feira, 14 de outubro de 2014
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Playlists do Porco #8 - Duos

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Duas pessoas, o número mínimo de integrantes necessários para se formar uma banda e, talvez, o número ideal. Impossível é não ficar surpreso com a energia que flui entre duas pessoas no palco, mostrando que a complexidade musical, tão admirada por alguns, é irrelevante diante da energia que impulsiona uma platéia ao êxtase (e também ao ecstasy).

Do White Stripes ao celular de dois chips, esse formato se mostra ideal. Esta playlist consiste em 9 faixas que passam pelo Stoner, Grunge, Garage Rock e Indie. Sempre respeitando o formato em questão.

Boa audição!



Obs: O Bass Drum Of Death se tornou um trio, mas na época do lançamento da música que está nesta playlist, ainda era uma dupla.

quinta-feira, 10 de julho de 2014
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Garbage & Brody Dalle - Girls Talk

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Gênero: Alternative, Grunge, Indie
País: Estados Unidos
Ano: 2014

Comentário: Como citado anteriormente aqui, a parceria entre Garbage e Brody Dalle rendeu frutos este ano. ‘Girls Talk’ é mais um fruto da parceria entre uma das bandas mais importantes da música alternativa dos anos 90 e a eterna musa punk.

O Garbage surgiu em 1993. Liderado por Shirley Manson a banda conta ainda com o lendário produtor Butch Vig. Responsável pela produção de discos seminais como Nevermind (Nirvana), Dirty (Sonic Youth) e Siamese Dream (Smashing Pumpkins), Butch atua como baterista, bem como produtor, do Garbage. A banda fez muito barulho nos anos 90 e após um longo período na geladeira retomou as atividades para o lançamento de Not Your Kind Of People, em 2012.

Brody Dalle surgiu para os olhos e ouvidos do grande público no começo dos anos 2000, liderando o The Distillers. Aos gritos Brody lançou 3 discos com sua banda, sendo o último deles, Coral Fang, o mais aclamado. Após o fim da banda que alavancou Brody, a moça formou o Spinnerette e mais recentemente, no ano de 2014, lançou seu primeiro disco solo, Diploid Love, que conta com Shirley Manson na faixa, “Meet The Foetus/Oh The Joy’.

Girls Talk é um single lançado em comemoração ao Record Store Day 2014, composto por duas músicas, a pesa e sombria ‘Girsl Talk’ e a eletrônica ‘Time Will Destroy Everything’.

Tracklist:
1. Girls Talk
2. Time Will Destroy Everything

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domingo, 25 de maio de 2014
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Far From Alaska - ModeHuman

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Gênero: Grunge, Indie, Alternative, Stoner
País: Brasil
Ano: 2014

Comentário: ModeHuman certamente irá figurar nas listas de melhores discos nacionais do ano. O quinteto potiguar apresenta em seu disco de estreia uma sucessão de riffs pesados que remetem diretamente aos anos 90, combinados com uma sonoridade moderna em uma deliciosa ambiguidade que torna este um disco divertido e cativante.

O primeiro Ep, Stereochrome, caiu nas graças de Shirley Manson, vocalista do Garbage, com quem o Far From Alaska tocou no Planeta Terra Festival em 2012, mesmo ano em que a banda foi formada. A visibilidade em torno da banda cresceu e no final de 2013 começam as gravações do primeiro disco, ModeHuman.

O disco abre com ‘Thievery’, primeiro single lançado por eles. Fica difícil não traçar um pararalelo entre o Far From Alaska e bandas grunge lideradas por garotas no começo dos anos 90, como o The Breeders ou o Elastica, mas não para por aí. O Far From Alaska ainda tem mais a oferecer. ‘Politks’ é a mais diferente do disco, dançante, pesada e carregada de sintetizadores é certamente um dos destaques deste lançamento. A partir de ‘Another Round’ tudo começa a soar, de alguma forma, diferente e se você ainda não se rendeu ao som da banda, bem, esta é hora. A bela sequência formada pela já citada ‘Another Round’, ‘About Knives’ e ‘Rolling Dice’ impressionam pela qualidade e deixam qualquer ouvinte babando. O terceiro ato começa com ‘Communication’ com um clima mais direcionando ao Stoner Rock setentista que segue até o fim do disco, sendo interrompido apenas pela eletrônica ‘ModeHuman pt. 1’.

O Far From Alaska acerta em cheio com seu disco de estreia. Barulhento, direto, pesado e moderno, ModeHuman não sairá da sua playlist tão cedo.

Tracklist:

1. Thievery
2. Deadmen
3. Dino Vs Dino
4. Politiks
5. Another Round
6. About Knives
7. Rolling Dice
8. Mama
9. Greyhound
10. Communication
11. The New Heal
12. Tiny Eyes
13. ModeHuman pt1
14. Rainbows
15. Monochrome

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quinta-feira, 25 de julho de 2013
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Pulled Apart By Horses - Discografia

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Gênero: Alternative, Garage Rock, Grunge, Noise Rock, Post Hardcore.
País: Inglaterra

Comentário: Em um pub qualquer da Inglaterra uma banda prepara seu equipamento em um canto. O lugar é escuro, o palco não tem mais de 30 centímetros de altura, mas quando os primeiros acordes são tocados a energia que preenche o lugar é intensa, o público vai a loucura e a banda dá o sangue no palco. Essa é a essência do rock, desde os primórdios, esse é o Pulled Apart By Horses.

Quando conheci a banda passei horas assistindo vídeos de suas apresentações ao vivo. Uma delas em especial chamou a minha atenção. A banda era uma das atrações do festival norte americano SXSW e o local do show parecia ser o fundo da casa de alguém, o palco era montando em um chão de pedra, atrás dos amplificadores tinha uma árvore e uma cerca típica de casas americanas completava o cenário. Mas, o modo que a banda se comportava me deslumbrou, era como se fosse o show mais importante de suas vidas em uma arena para milhares de pessoas, mas na verdade o público não passava de vinte.
sábado, 13 de abril de 2013
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Pulled Apart By Horses & Blood Red Shoes - Heartsink/Get Off My Ghost Train

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Gênero: Indie, Alternative, Garage Rock, Noise Pop, Post Hardcore, Grunge
País: Inglaterra
Ano: 2013

Comentário: Heartsink/Get Off My Ghost Train é o primeiro de uma série de splits que serão feitos pela gravadora do guitarrista do Pulled Apart By Horses, a Covered Records, todos seguindo esta mesma ideia, uma banda tocando um cover da outra. Para a estreia do projeto o Pulled Apart By Horses convidou o Blood Red Shoes para este split e o resultado é excelente.

O Pulled Apart By Horses foi formado em 2008 em Leeds, na Inglaterra. A banda tem dois ótimos discos em seu currículo, o auto intitulado de 2010 e o ótimo Tough Love de 2012. Os dois discos são altamente recomendados. Para esse Split o Pulled Apart By Horses escolheu aquela que é, provavelmente, a música mais pop do Blood Red Shoes, "Heartsink" e conseguiu imprimir a sua marca na música, com o peso exato que ela precisava.

Vindos de Brighton, Inglaterra, o Blood Red Shoes foi formado em 2004, por Steven Ansell e Laura-Mary Carter. Desde então a dupla vem conquistando cada vez mais espaço na cena Indie pop britânica. A música escolhida pela banda foi "Get Off My Ghost Train". O duo fez um ótimo trabalho transformando a música em algo sombrio e denso, na mesma linha dos últimos lançamentos da banda, In Time To Voices de 2012 e o recentemente lançado Ep Water.

Tracklist:
1. Get Off My Ghost Train
2. Heartsink

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segunda-feira, 4 de março de 2013
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Sound City - Real To Reel

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Gênero: Rock N Roll, Grunge, Stoner
País: Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário:  E então Dave Grohl resolve se aventurar pelo cinema, chamar alguns amigos e gravar um grande disco.

Sound City é um documentário dirigido pelo incansável Grohl e conta a história do estúdio de mesmo nome, localizado em Los Angeles, Califórnia. Alguns dos maiores nomes da música passaram por Sound City. Neil Young gravou seu After The Gold Rush lá. Johnny Cash, Elton John, Grateful Dead, Cheap Trick, Nirvana, Queens Of The Stone Age, Rage Against The Machine, A Perfect Circle e Nine Inch Nails também já passaram pelo Sound City Studio que fechou suas portas em 2011.

Após comprar vários dos equipamentos do estúdio onde gravou o lendário Nevermind, Dave Grohl resolveu fazer um documentário que exaltasse a história do estúdio, creditando aqueles que fizeram história em suas instalações e dessa forma contar uma grande parte da história da música desde os anos 70.

O documentário também questiona o uso excessivo de recursos digitais nas músicas atualmente. Auto-tune, Pro Tools e ferramentas que tornam a música cada vez mais genérica, menos orgânica, e criam uma infinidade de "artistas" de talento duvidoso os quais eu nem vou me dar o trabalho de enumerar.

Enquanto conta a história do estúdio um grande disco é feito. Com as participações de Josh Homme (Queens Of The Stone Age), Trent Reznor (Nine Inch Nails), Krist Novoselic (Nirvana), Paul MacCartney, Tim Commerford e Brad Wilk (Rage Against The Machine), Stevie Nicks (Fleetwood Mac), seus companheiros de Foo Fighters, Nate Mendel, Pat Smear, Taylor, entre outros, Dave toca em todas as músicas, em um disco que todo amante de música deveria ouvir.

Sound City Movie é, talvez, o maior presente de Grohl para a música e não vejo uma forma melhor de terminar este texto do que com as palavras do próprio Dave.

"Eu realmente sinto que o SOUND CITY é o trabalho mais importante da minha vida. Espero que vocês também. Estou louco pra que vocês o vejam! Mostrem para os seus amigos! Juntem-se, formem uma banda, soem como merda, e mudem o mundo. VÃO!"

Tracklist:
1. Heaven and All – Robert Levon Been, Dave Grohl, Peter Hayes
2. Time Slowing Down – Tim Commerford, Chris Goss, Grohl, Brad Wilk
3. You Can't Fix This – Grohl, Taylor Hawkins, Rami Jaffee, Stevie Nicks
4. The Man That Never Was – Grohl, Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Rick Springfield
5. Your Wife Is Calling – Grohl, Hawkins, Alain Johannes, Smear, Lee Ving
6. From Can to Can't – Grohl, Rick Nielsen, Scott Reeder, Corey Taylor
7. Centipede – Goss, Grohl, Johannes, Joshua Homme
8. A Trick with No Sleeve – Grohl, Homme, Johannes
9. Cut Me Some Slack – Grohl, Paul McCartney, Novoselic, Smear
10. If I Were Me – Jessy Greene, Grohl, Jaffee, Jim Keltner
11. Mantra – Grohl, Homme, Trent Reznor

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quarta-feira, 13 de junho de 2012
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The Smashing Pumpkins - Oceania

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Gênero: Alternative Rock
País: Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: Confesso que não esperava muito de Oceania, como um fã antigo da banda estava decepcionado com os lançamentos recentes da banda de Billy Corgan, todavia, fui surpreendido por esse disco, o nono disco de estúdio da banda. Oceania faz parte do conceitual Teagarden By Kaleidyscope, é um álbum dentro de outro, por assim dizer. As músicas de Oceania soam bem melhores do que tudo aquilo que a banda lançou desde Zeitgeist, em 2007, que marcou a volta da banda, com apenas Billy Corgan e Jimmy Chamberlin. Em Oceania, Billy é o único membro original, o que rendeu muitas críticas à banda.

Nesse novo disco Billy tenta retomar os elementos que fizeram da banda uma das mais importantes dos anos 90, guitarras sujas e pesadas contrastando melodias bem arranjadas e os vocais tão característicos de Billy, como pode ser ouvido na faixa de abertura "Quasar" que lembra bastante o hino dos Pumpkins "Cherub Rock", mas ao mesmo tempo, os elementos tão presentes nas músicas mais recentes da banda aparecem, como o uso de sintetizadores por exemplo, e talvez seja isso que torna Oceania interessante, a conjugação do velho Smashing Pumpkins e o novo Smashing Pumpkins. O disco tem grandes momentos, como "Panopticon" e a faixa título do disco, não chega a ser um clássico como Siamese Dream e Mellon Collie And The Infinite Sadness, mas merece certa atenção.

Vale ainda destacar a atuação dos "novos" membros da banda, Nicole Fiorentino e Mike Byrne, que nesse disco mostram de vez que são competentes o suficiente para uma banda do porte do Smashing Pumpkins.

Tracklist:
1. Quasar
2. Panopticon
3. The Celestials
4. Violet Rays
5. My Love Is Winter
6. One Diamond, One Heart
7. Pinwheels
8. Oceania
9. Pale Horse
10. The Chimera
11. Glissandra
12. Inkless
13. Wildflower

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sábado, 26 de maio de 2012
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Pignes LIVE! # 6 - Kurt Cobain & Courtney Love - Rock Against Rape Benefit '93

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Gênero: Grunge, Alternative Rock
País de origem: Estados Unidos
Quando: 8 de Setembro de 1993
Onde: Club Lingerie, Los Angeles, California, EUA.

Comentário: O casal real do Grunge (pronto, acabei minha cota de clichês para esse post) em uma performance rara, a única dos dois juntos. Em setembro de 1993, 5 dias antes de lançar aquela que é para mim a verdadeira obra prima do Nirvana, o In Utero, Kurt se reuniu com sua esposa, Courtney Love, para uma apresentação intimista em um clube de Los Angeles, em um evento que arrecadava fundos para uma organização que ampara vitimas de abuso sexual.

Muito se fala no relacionamento desses dois, chegando a ser comparados a Sid e Nancy dos anos 90 e a John e Yoko mais tarde, fato é que essa não é uma história simples ou apenas mais um conto de fadas junkie que termina nas manchetes de jornal, anunciando pela manhã em tom sombrio a morte do representante de uma geração (mesmo que Kurt rejeitasse esse título), e mesmo que muitos detalhes tenham sido expostos, vale ressaltar, desnecessariamente, as pessoas sempre estão sempre sedentas por mais. Kurt e Courtney foram muito além disso tudo e marcaram seu nome na história do rock, cada um a sua forma. Dos bares undergorund de Seattle ao tapete vermelho de Hollywood, Kurt, Courtney, sua filha Frances e a heroína estampavam capas de tabloides, explorando cada segundo da vida da família, como só a parte mais podre da imprensa consegue fazer, culminando no fim trágico que todos nós conhecemos.



O show é bem curtinho, e provavelmente o menor post que já apareceu por aqui, são apenas duas músicas. Primeiro Courtney canta o clássico do Nirvana "Pennyroyal Tea", enquanto Kurt a acompanha, em uma bela performance da música. A segunda e derradeira canção é um cover de Leadbelly, que ficou eternizada na carreira do Nirvana devido à belíssima versão feita para o MTV Unplugged, muitos dizem que Kurt a cantou em "homenagem" a Courtney. Nesse show a música ficou um tanto quanto, digamos, excêntrica, certamente não é o melhor registro da música, mas vale pelo fator histórico. Tudo o que sobrou desse concerto foram algumas poucas fotos, uma matéria na TV, e essa gravação que vos trago.

PS: No lugar do Kurt, eu teria tocado "Rape Me".


Tracklist:
1. Intro
2. Pennyroyal Tea
3. Where Did You Sleep Last Night

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sexta-feira, 11 de maio de 2012
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Late! - Pocketwatch

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Gênero: Grunge
País: Estados Unidos
Ano: 1992

Comentário: Late! foi o nome adotado por Dave Grohl para esse lançamento, ainda em 1992, quando Dave fazia parte de um tal de Nirvana. Pocketwatch foi lançado apenas em cassete, por um selo independente chamado Simple Machines, e hoje em dia é uma raridade e vale uma caralhada de dinheiro. Todos os instrumentos e vocais foram gravados por Dave, exceto pelos backing vocals na faixa "Petrol CB", feitos pelo produtor Barret Jones. Com o sucesso do alcançado pelo Nirvana a demanda pela tal fita gravada por Dave cresceu muito e logo a pequena gravadora independente já não conseguia dar conta da demanda.

Algumas canções de Pocketwatch foram usadas posteriormente por Dave no Foo Fighters, como a música "Milk" que se tornaria "Alone + Easy target" do primeiro disco da banda e "Friend Of A Friend" que foi regravada para In Your Honor, de 2005. Na época do lançamento de Pocketwatch Kurt Cobain ouviu Dave trabalhando nas músicas e gostou do que ouviu, tanto que regravou "Color Pictures Of Marigold", nas sessões do In Utero, junto com Dave. Essa música foi lançada como B-side do single Heart Shaped Box, o resultado foi incrível, agora sob o nome "Marigold" é a única música do Nirvana que conta com Dave nos vocais.

PocketWatch é uma espécie de embrião do Foo Fighters e revela o talento eminente do cara que se escondia por trás da bateria ácida do Nirvana. É certamente um disco essencial para qualquer fã das duas bandas.

Tracklist:
1. Pokey The Little Puppy
2. Petrol CB
3. Friend Of A Friend
4. Throwing Needles
5. Just Another History About Skeeter Thompson
6. Colour Pictures Of A Marigold
7. Hell's Garden
8. Winnebago
9. Bruce
10. Milk

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quinta-feira, 5 de abril de 2012
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Mad Season - Above

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Gênero: Grunge Rock, Alternative Rock
País: EUA
Ano: 1995

Comentário: Hoje, 05/04/2012, faz 10 anos da morte de Layne Staley, famoso por seu trabalho como vocalista da banda Alice in Chains. Por isto, resolvi publicar aqui este trabalho paralelo de Layne com mais três músicos de Seattle, que ganhou grande reconhecimento, e supreende não apenas por sua qualidade, mas também por sua história: o Mad Season.

Mad Season surgiu, por assim dizer, numa clínica de reabilitação contra drogas. Foi aí onde Mike McCready (guitarrista do Pearl Jam) e John Baker Saunders (que não veio de nenhuma banda famosa, mas tinha ótima reputação local) se conheceram. Mais tarde, se juntaram a Barrett Martin (Screaming Trees) na bateria e Layne Staley (Alice in Chains) nos vocais e começaram a compor. Depois de alguns shows improvisados, ganharam popularidade, definiram seu nome (Mad Season se refere à época do ano em que cogumelos alucinógenos florescem) e lançaram seu único álbum, Above.

Above tem sua música muito bem dosada. Nada muito grudendo. Certamente foi composto sem pressão, mas com muita inspiração e dedicação dos artistas. O instrumental é tranquilo, descontraído. A voz de Layne é, como sempre, impecável. O baixo é sonoro e marcante. As melodias se desenvolvem naturalmente. E há sempre um clima meio triste, que talvez seja característico do som grave do Grunge de Seattle... Mas aqui, este clima é bem reforçado, até mesmo pelas letras, nada alegres, mas muito, muito poéticas. É um álbum excelente.

Os anos seguintes ao lançamento de Above foram complicados para os membros do projeto. Layne, já muito prejudicado pelo uso das drogas, não parecia ter interesse em continuar cantando. Entretanto, os demais membros tinham interesse em gravar mais um álbum, e continuavam compondo. Mas um novo álbum nunca saiu. John Saunders, o baixista e fundador do grupo, faleceu em 1999. Overdose de heroína. O Mad Season, que nasceu numa clínica de recuperação, morre junto com seu fundador, vítima do abuso da pesada droga.

Layne Staley viria a falecer três anos depois, também por overdose.

Mad Season foi, com certeza, um marco na história do Rock. Um encontro de grandes músicos do Grunge, um magnífico álbum lançado, um fim trágico e um grande presente para os admiradores da música.


LastFm


Tracklist:
1. Wake Up
2. X-Ray Mind
3. River of Deceit
4. I'm Above
5. Artificial Red
6. Lifeless Dead
7. I Don't Know Anything
8. Long Gone Day
9. November Hotel
10. All Alone



Download:
(111mb, 320kbps)
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sexta-feira, 9 de março de 2012
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Nirvana - Nevermind 20th Anniversary Edition

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Gênero: Grunge, Alternativo
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário:  NIRVANA, sobre a banda eu já falei o suficiente, hora de falar sobre o disco, Nevermind é o segundo disco do Nirvana, lançado em 1991 o disco é o maior sucesso da curta carreira da banda, produzido por Butch Vig, Nevermind traz os maiores sucessos do Nirvana como “Smells Like Teen Spirit” “Come as You Are”, “Lithium” e “In Bloom”, e é considerado por muitos o melhor disco da banda (eu prefiro o In Utero) e um dos melhores dos anos 90. Nevermind é o primeiro disco com o novo baterista, ninguém mais ninguém menos do que Dave Grohl.

Em 2011 o disco completou 20 anos, e em comemoração foram lançados vários produtos da banda, entre eles o show nunca antes lançado Live At The Paramount, que é um show incrível gravado logo depois do lançamento do Nevermind e uma edição comemorativa do disco trazendo 70 músicas entre elas gravações ao vivo, ensaios e músicas remasterizadas. Nevermind é um disco incrível, que marcou, ainda marca e continuará marcando a vida de muitas pessoas, por vários e vários anos. Me lembro de ver um documentário onde definiam as músicas do Nirvana como “músicas que explodem do próprio vazio” e essa é uma das melhores definições que eu já vi.

Tracklist:
DISCO 1
1. Smells Like Teen Spirit
2. In Bloom
3. Come as You Are
4. Breed
5. Lithium
6. Polly
7. Territorial Pissing
8. Drain You
9. Lounge Act
10. Stay Away
11. On a Plain
12. Something in the Way
13.  Endless, Nameless
14.  Even in His Youth
15.  Aneurysm
16.  Curmudgeon
17.  D-7
18.  Been a Son (Live)
19.  School (Live)
20.  Drain You (Live)
21.  Sliver (Live)
22.  Polly (Live)

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DISCO 2 (The Smart Studio Sessions, The Boombox Rehearsals, BBC Sessions)
1. In Bloom
2. Breed (Immodium)
3. Lithium
4. Polly
5. Pay to Play
6. Here She Comes Now
7. Dive
8. Sappy
9. Smells Like Teen Spirit
10. Verse Chorus Verse
11. Territorial Pissings
12. Lounge Act
13. Come as You Are
14. Old Age
15. Something in the Way
16. On a Plain
17. Drain You (Live)
18. Something in the Way (Live)

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DISCO  3 (The Devonshire Mixes)
1. Smells Like Teen Spirit"
2. In Bloom"
3. Come as You Are"
4.  Breed"
5. Lithium"
6. Territorial Pissings"
7. Drain You"
8. Lounge Act"
9. Stay Away"
10. On a Plain"
11. Something in the Way"

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DISCO 4 (Live at The Paramount Theatre)
1. Jesus Doesn't Want Me for a Sunbeam
2. Aneurysm
3. Drain You
4. School
5. Floyd the Barber
6. Smells Like Teen Spirit
7. About a Girl
8. Polly
9. Breed
10. Sliver
11. Love Buzz
12. Lithium
13. Been a Son
14. Negative Creep
15. On a Plain
16. Blew
17. Rape Me
18. Territorial Pissings
19. Endless, Nameless

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sexta-feira, 2 de março de 2012
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The Subways - Discografia

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Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, Post Grunge
País: Inglaterra

Comentário: The Subways é uma banda de Indie Rock /Grunge, formada na Inglaterra no ano de 2002, inicialmente para tocar covers de Nirvana e outras bandas punks na casa dos irmãos Billy Lunn e Josh Morgan, na época sob o nome de Mustarseed, o nome The Subways veio de Billy que costumava passar o tempo em uma estação de metrô da cidade de Welwyn Garden. No ano de 2004 a banda tocou no GlastonBury festival que naquele ano fazia uma competição para bandas novas tocarem em um de seus palcos, nesse mesmo ano tocaram no Reading and Leeds, nessa ocasião atraíram uma plateia acima da capacidade do palco, e fizeram sua primeira turnê pelo reino unido.

Em 2005 lançaram seu primeiro disco Young For Eternity, que alcançou o número 32 nas paradas do reino unido e o single “Oh Yeah” alcançando o número 25. Young For Eternity é um ótimo disco e teve muitas de suas músicas usadas em filmes e comerciais como “Rock And Rool Queen” que foi usada nos filmes Live Free or Die Hard (Duro de matar 4.0) e RocknRolla. Naquele ano tocaram com bandas como Foo Fighters, Eagles Of Death Metal e The Strokes e em 2006 tocaram no festival Lollapalooza, na volta para o reino unido tocaram novamente no Reading and Leeds Festival, dessa vez no palco principal. Young For Eternity é na minha opinião o melhor disco do Subways, tem todos os elementos necessários para se fazer um ótimo disco de Rock e grandes hinos da banda como a grudenta a já citada “Rock and Roll Queen”, o hit “Oh Yeah”, a explosiva faixa título “Young For Eternity”, e a melhor do disco em minha opinião “With You”, com o contraste da voz de Charlotte Cooper sempre funcionando muito bem.

O segundo disco “All Or Nothing” foi gravado em Los Angeles e teve produção de Butch Vig, famoso por trabalhar com bandas como Nirvana, Foo Fighters, Smashing Pumpkins entre outras, e por ser baterista do Garbage.  Antes do lançamento do disco foram lançados dois singles “Girls & Boys” e “Alright”. No ano do lançamento eles tocaram nos maiores festivais da Europa e foram a banda de abertura de um show do AC/DC no lendário Wembley Stadium.

Em 2011 o The Subways lançou o terceiro disco, muito mais pop do que os anteriores “Money and Celebrity” , precedido pelos singles “It’s a Party” e “We Don't Need Money To Have A Good Time” que foram disponibilizados para download gratuito na site da banda, não teve uma boa repercussão tendo avaliações negativas de publicações como a NME por exemplo. A verdade é que “Money and Celebrity” é um disco muito diferente dos anteriores, muito mais pop deixa a impressão que o Subways “perdeu um pouco o jeito da coisa”, o disco tem algumas pérolas como “It’s a Party” e “I Wanna Dance With You”, Money and Celebrity é um disco mediano, não passa disso.

MySpace

Discos:

Young For Eternity (2005)
 Tracklist:
1. I Want To Hear What You Have Got To Say
2. Holiday
3. Rock & Roll Queen
4. Mary
5. Young For Eternity
6. Lines Of Light
7. Oh Yeah
8. City Pavement
9. No GoodByes
10. With You
11. She Sun
12. Somewhere


Mega // Novafile



All Or Nothing (2008) 

Tracklist:
1. Girls & Boys
2. Kalifornia
3. Alright
4. Shake! Shake!
5. Move To Newlyn
6. All Or Nothing
7. I Won't Let You Down
8. Turnaround
9. Obsession
10. Strawberry Blonde
11. Always Tomorrow
12. Lostboy
13. Streetfighter
14. Burst
15. Love and Death
16. This Is The Club For People Who Hate People
17. Clock
18. The Only Ones

Mega //  Novafile



Money & Celebrity (2011)
Tracklist:
1. It's A Party
2. We Don't Need Money To Have A Good Time
3. Celebrity
4. I Wanna Dance With You
5. Popdeath
6. Like I Love You
7. Money
8. Kiss Kiss Bang Bang
9. Down Our Street
10. Rumour
11. Friday
12. Leave My Side


Mega // Novafile

terça-feira, 27 de dezembro de 2011
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Blood Red Shoes - Box Of Secrets

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Gênero: Indie Rock, Alternativo, Garage Rock
País: Inglaterra
Ano: 2008

Comentário: Blood Red Shoes é uma dupla britânica formada em 2004, por Steven Ansell (bateria) e Laura-Mary Carter (guitarra), o som deles é uma mistura de Indie Rock, Garage Rock, Grunge, tendo como influencia bandas como Nirvana, Sonic Youth, Queens Of The Stone Age, etc.

“Box Of Secrets” é o primeiro disco da banda, lançado em 2008, a maioria das musicas já haviam sido lançadas anteriormente em singles, após o lançamento do disco a banda tocou em grandes festivais como Reading and Leeds, Lowlands entre outros, a faixa “It’s Getting Boring By The Sea” aparece na trilha sonora do filme Scott Pilgrim VS. The World, de 2010.

MySpace

Site Oficial

Tracklist:
1.  Doesn't Matter Much
2. You Bring Me Down
3. Try Harder
4. Say Something, Say Anything
5. I Wish I Was Someone Better
6. Take The Weight
7. A.D.H.D.
8. This Is Not For You
9. It's Getting Boring By The Sea
10. Forgive Nothing
11. Hope You're Holding Up

BayFiles

MediaFire


domingo, 30 de outubro de 2011
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Hole - Live Through This

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Gênero: Grunge
País: Estados Unidos
Ano: 1994

Comentário: “Live Through This” é o segundo disco do Hole, que traz uma sonoridade diferente do primeiro disco “Pretty On The Inside”, soando mais acessível que este. O ano era 1994, o mês, Abril, duas semanas após o suicídio de Kurt Cobain, líder do Nirvana e casado com Courtney Love, “Live Trough This” é lançado. No meio tempo entre o lançamento do disco e o início da turnê, que havia sido então suspensa, a baixista Kristen Pfaff é encontrada morta devido a uma overdose de heroína, esse turbilhão de emoções por qual Courtney passava tornou os shows da era “Live Trough This” históricos, com Kristen sendo substituída pela incrível Melissa Auf Der Maur, os shows eram sempre explosivos, Courtney sempre transtornada se jogava, discutia com a platéia e literalmente se destruía no palco.

O disco foi muito bem recebido pela mídia, recebendo criticas positivas da NME, Rolling Stone e Spin que lhe deu o título de álbum do ano, rumores diziam (e ainda dizem) que Cobain escreveu grande parte do álbum, apesar da banda negar isso. Cobain gravou backing vocals em “Asking For It” e “Softer,Softest”. Voltando à espiral autodestrutiva de Courtney, a banda se apresentou em grandes festivais como o Big Day Out, Reading, participou do projeto MTV Unplugged e no Video Music Awards, tocando “Violet”.

Quatro singles foram lançados, “Miss World”, “Doll Parts” um dos maiores clássicos do Hole, “Violet” que foi escrita para Billy Corgan, líder do Smashing Pumpkins, que teve um relacionamento com Courtney alguns anos antes, e “Softer, Softest”.

O disco terminava originalmente com “Rock Star”, mas de ultima hora foi resolvido que seria substituída por “Olympia”, visto que “Rock Star” trazia os versos “How'd you like to be Nirvana? So much fun to be Nirvana . A barrel of laughs to be Nirvana. Say you'd rather die" o que julgaram impróprio devido a proximidade da morte de Cobain, porém a arte do disco já havia sido impressa e a música acabou sendo creditada como “Rock Star”.
MySpace

Site Oficial

Tracklist:
1. Violet
2. Miss World
3. Plump
4. Asking For It
5. Jennifer's Body
6. Doll Parts
7. Credit In The Straight World
8. Softer, Softest
9. She Walks On Me
10. I Think That I Would Die
11. Gutless
12. Rock Star

Download:

MegaUpload

MediaFire

quinta-feira, 20 de outubro de 2011
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Verbena - Into The Pink

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Gênero: Alternative, Grunge, Garage Rock
País: Estados Unidos
Ano: 1999

Comentário: Verbena é uma banda norte americana formada nos anos 90. Três discos foram lançados, Into The Pink, que é esse que vos trago, é o segundo disco da banda. O primeiro disco, Souls For Sale, acabou chamando a atenção de ninguém menos que Dave Grohl, que produziu Into The Pink, o primeiro do Verbena por uma grande gravadora. O disco chegou a fazer certo sucesso, mas nada extrondoso como as bandas as quais o Verbena era tão comparado.

A banda passou por varias mudanças em sua formação e encontrou, infelizmente, seu fim em 2003.  Em Into The Pink a banda era composta por: Scott Bondy (vocal e guitarra), Anne Marie Griffin (baixo e vocal) e Les Nuby (bateria). Um dos diferenciais desse disco são os vocais de Anne que trazem um toque especial para o som da banda e é um dos fatores que tornam o disco o melhor do Verbena.

Guitarras sujas e ritmo marcante são características dessa banda que tinha tudo pra ter sido uma das maiores dos anos 90, mas por algum motivo desconhecido acabou não sendo. O disco traz ótimas músicas que esbanjam influencias do garage rock e do rock alternativo, como "Into The Pink", "Baby Got Shot" e a minha preferida "Depression Is A Fashion".

Tracklist:
1. Lovely Isn't Love
2. Into The Pink
3. Baby Got Shot
4. John Beverly
5. Pretty Please
6. Monkey, I'm Your Man
7. Prick The Sun
8. Oh My
9. Submissionary
10. Bang Bang
11. Depression Is A Fashion
12. Sympathy Was Dead
13. Big Skies, Black Rainbowns

Depositfiles // Bayfiles // ZippyShare // Badongo // Rapidgator

segunda-feira, 15 de agosto de 2011
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Sunny Day Real Estate - Diary

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Gênero: Real Emo/Alt Rock
País: Estados Unidos
Ano: 1994

Comentário: Sunny Day Real Estate fora uma das grandes bandas do chamado “Real Emo” gênero que teve seu auge nos anos 90. Se você não sabe o que realmente é esse rótulo, não torça o nariz de cara e associe ao tão mal falado e mitificado emo que explodiu  em meados dos anos 2000 com aquelas bandas meia-boca que tocavam pop-punk/hardcore melódico de quinta. A começar pela sonoridade, tais bandas dos anos 90 tocavam o que eu diria ser uma mistura de rock alternativo/indie rock com influências claras de post-hardcore, e o toque da melancolia advinda do que era o tão grande grunge na primeira metade da década de 90, ainda mais em Seattle, cidade onde o grupo nasceu.

Sunny Day figura entre uma das maiores do estilo, ao lado de outras ótimas bandas como Cap’n'Jazz, Embrace e Mineral. Fizeram um certo sucesso à época e foram uma das grandes apostas da Subpop (a gravadora responsável por revelar o Nirvana e mais uma montanha de bandas de grunge e rock alternativo durante o final dos anos 80 e início dos anos 90), porém, o sucesso alcançado por eles injustamente nunca chegou a ser realmente grande e acabaram se tornando datados. Em 2000 a banda acabou, mas recentemente, em 2009, ela se reuniu relançando o Diary, após 15 anos e saindo em tour comemorativa.

Por curiosidade, ao menos um dos membros conseguiu chegar longe na música, ele no caso é nada mais nada menos do que Nate Mendell, também conhecido por ser baixista da maior banda de rock da atualidade, o Foo Fighters. Enfim, é um álbum obrigatório pra qualquer pessoa que goste de rock alternativo, post-hardcore, e rock dos anos 90 no geral. Um grande medalhão da época.

Tracklist

1."Seven"   4:45
2."In Circles"   4:58
3."Song About an Angel"   6:14
4."Round"   4:10
5."47"   4:34
6."The Blankets Were the Stairs"   5:27
7."Pheurton Skeurto"   2:33
8."Shadows"   4:46
9."48"   4:46
10."Grendel"   4:53
11."Sometimes"   5:43



sábado, 2 de julho de 2011
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The Vines - Future Primitive

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Gênero: Post-Grunge, Rock Alternativo, Rock Psicodélico, Punk de Garagem, Indie Rock
País: Austrália
Ano: 2011

Comentário:
O blog Ignes Elevanium apresenta em primeira mão, o novíssimo e tão esperado álbum do The Vines: Future Primitive, que foi lançado no dia 6 de junho. Se você esperava aquele The Vines elétrico do álbum Highly Evolved, e um Craig lbastante surtado no vocal, pode ficar um pouco decepcionado, porém o CD possui boas músicas.

O novo álbum segue um ritmo bem mais tranquilo, com um som que lembra bastante as bandas dos anos 60, por causa dos efeitos psicodélicos
utilizados nas músicas. Isso é uma prova de que a banda já atingiu um pouco sua
maturidade, e que também o "Gardenal" está fazendo bem para o Craig (se você não
entendeu a piada, o vocalista costumava surtar no início da carreira da banda,
devido a algumas crises decorrentes da sua Síndrome de Asperger).

O som atual do The Vines se renovou bastante, mas sem deixar de ter algumas
músicas que lembram o The Vines antigo. Algumas delas, são o single principal
Gimme Love, Future Primitive, e Weird Animals que trazem uma sinoridade bem ativa.
Outro destaque do álbum é a nova Autumn Shade (A.S.4),música essa que já foi
gravada em álbuns anteriores. Dessa vez ela vem num ritmo beeem mais profundo.

Ao pesquisar por informações sobre o álbum na internet, encontrei uma resenha que
sintetiza muito bem o que é esse novo CD dos Vines:

Future Primitive traz a sonoridade clássica do The Vines, misturando o som
psicodélico da década de 60 com riffs poderosos de guitarra distorcida. O grupo
não lançava nada desde Melodia, de 2008. A banda do clássico Get Free, mistura
nesse CD canções que lembram bastante os Beatles e outras com uma clara influência

do punk. Uma mistura explosiva!

A faixa A.S.4., por exemplo, nos leva a uma sinestesia em que o som parece ter
cor e instantaneamente remete a capa multicolorida do disco. Por outro lado, a
canção que abre o lançamento, Gimme Love, começa elétrica, com um grito capaz de
gerar um eco na cabeça de quem estiver ouvindo os vocais de Craig Nicholls,
dependendo do volume.

Porém, Weird Animals é a música que sintetiza não só esse trabalho, como todo o
grupo. Começando com uma pegada forte, segue até aterrizar na psicodelia
sessentista para novamente apertar o ritmo no final. No geral, é um bom disco.
Rock puro e simples.

Não perca tempo! Faça o download de Future Primitive e viage nesse universo
sinetésico do álbum!

Post feito por Pete Sudray do Comissão do Rock

SiteOficial // Myspace

Tracklist:
01.Gimme Love
02.Leave Me in the Dark
03.Candy Flippin' Girl
04.A.S.4 (Autumn Shade 4)
05.Weird Animals
06.Cry
07.Future Primitive
08.Riverview Avenue
09.Black Dragon
10.All That You Do
11.Outro
12.Goodbye
13.S.T.W (Screw the World)

OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.

terça-feira, 7 de junho de 2011
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Screaming Trees - Sweet Oblivion

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Gênero: Grunge, Neo-Psicodelia, Rock Alternativo
País: EUA
Ano: 1992

Comentário: Olá pessoal do Pignes,
Eu, o uploader "anônimo" do blog, mando novamente por e-mail, mais um ótimo álbum da música grunge: trata-se de Sweet Oblivion, gravado pela banda Screamind Trees em 1992, no auge do movimento grunge. Esse foi o sexto álbum lançado pela banda; um dos mais importantes, pois ajudou a catapultar o Screaming Trees para o cenário musical, graças a sucessos como Winter Song, Dollar Bill, For Celebration Past entre outras excelentes músicas.
Apesar de ser uma grande banda, o Screaming Trees não alcançou tanto a fama tal qual os grunges da época, como Nirvana, Pearl Jam, e Alice In Chains. Talvez tenha sido esse o motivo que fez essa banda terminar com tão pouco tempo de vida"

Começaram em 1985, gravaram o primeiro álbum, Clairvoyance, em 1986, demonstrando um som bastante alternativo, que misturava a psicodelia dos anos sessenta, o hard rock da década de setenta e a agressividade do rock de garagem dos anos oitenta

Tracklist:
1. Shadow Of The Season (4:34)
2. Nearly Lost You (4:07)
3. Dollar Bill (4:35)
4. More Or Less (3:11)
5. Butterfly (3:22(
6. For Celebrations Past (4:09)
7. The Secret Kind (3:08)
8. Winter Song (3:43)
9. Troubled Times (5:20)
10. No One Knows (5:13)
11. Julie Paradise (5:05)

Downloads: 4Shared//Rapidshare

Autor: 'Pete Sudray'
http://comissaodorock.blogspot.com
http://areadorocknroll.blogspot.com

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
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The Butterfly Effect - Final Conversation Of Kings

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Gênero: Post-Grunge/Prog Metal/Alternative
País: Austrália
Ano: 2008

Comentários: Este é o 3° disco da carreira dos australianos do The Butterfly Effect, recém lançado. A banda, que mescla tons progressivos com pegadas mais melacólicas e alternativas, me conquistou totalmente ao ouvir esse álbum. As guitarras parecem ter vida própria, com uma "progressividade" incrivel, ao tornar riffs aparentemente simples em frases criativas e originais. O baixo é algo incrivel, como se as músicas tivessem sido feitas apartir dele. É tão bem encaixado o baixo nas músicas, que as vezes eu esqueço das guitarras pra ouvi-lo. Os vocais são um dos pontos fortes da banda, nesse álbum extremamente calminhos, aliás, como todo o álbum, mas tendo uma técnica vocal acima de média da maioria dos vocais do chamado "post-grunge", além da interpretação sensacional em músicas como Worlds On Fire e 7 Days. A bateria é bem condizente com a proposta do álbum, não muito rápida mas extremamente técnica, apostando em seus bumbos duplos nas horas apropriadas e com uma precisão matadora. Do que eu ouvi da banda, é sem dúvida o álbum mais progressivo e menos "pop", lembrando até bandas como Evergrey e Threshold, além é claro do Dream Theater, especialmente pelo timbre do vocalista. Um álbum sensacional e de uma vibração de tranquilidade e romântismo incrivel.

Tracklist:

01. Worlds On Fire
02. Room Without A View
03. Final Conversation
04. The Way
05. Window And The Watcher
06. ...And The Promise Of The Truth
07. In These Hands
08. 7 Days
09. Rain
10. Sum Of 1

Quem escreve e faz os uploads:

 
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Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.