Mostrando postagens com marcador Drone Doom. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Drone Doom. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Avatar

Porco na Cena #1 - Eclipse Doom Festival V

1 comentários

Olá amiguinhos, amiguinhas e inimiguinhos, estamos aqui novamente para apresentar uma nova seção no Pignes. Esta que no entanto não é nova em nossos propósitos, já pensavamos em criar algo congênere a muito, muito tempo mesmo. O Porco na Cena será uma coluna de resenhas de shows e festivais que nós do Ignes frequentamos. E acho que vocês vão adorar essa idéia.

Uma coisa que sempre pensamos e tivemos como chave no nosso propósito com o blog é a importância dos shows e festivais. Somos um blog com conteúdo pra download incrivelmente extenso, que muitos criticam fortemente por sermos 'ladrões de propriedade intelectual', porém somos também grandes frequentadores de shows e festivais (e também colecionadores de mídias físicas, e vem surpresa por aí no que concerne a isso). A relação entre as duas coisas está no fato que enquanto tentamos propagar a cultura de forma aberta através dos downloads, os shows e festivais permanecem experiencias únicas de contato com os artistas que um download, mesmo de um DVD, jamais poderá reproduzir totalmente. Dessa forma a idéia de resenhas de shows surge naturalmente sem a presença de downloads, exceto bootlegs que podem aparecer ocasionalmente. A idéia aqui é incentivar mesmo a presença nos shows contando as experiencias não só musicais que ocorrem num evento desse. E o primeiro festival que vamos mostrar aqui é um festival incrivelmente legal que ocorreu em terra brasilis com bandas nacionais de um estilo que só agora vem sendo valorizado dentro do Brasil: O Doom Metal. 


Espero que curtam essa nossa iniciativa e o primeiro capítulo dessa nova saga, o Eclipse Doom Festival V que aconteceu em São Paulo no dia 15 de Julho deste nosso 2012 e foi produzido por uma iniciativa muito legal dentro da cena do Metal brazuca, a União Doom Metal BrasilQuem foi lá, conferiu os shows e traz a resenha pra a gente é o Nixespero que curtam e vamo em frente ver o que rolou por lá.

terça-feira, 8 de maio de 2012
Avatar

Rose Kemp - Unholy Majesty

3 comentários
Gênero: Folk, Doom Metal, Drone Doom, Rock Psicodélico, Noise Rock, Stoner Rock, pitadas de Neofolk e música neoclássica, boas doses de experimentalismos, e uma porrada de outras influências musicais distintas
País: Inglaterra
Ano: 2008

Comentário: Sinceramente, às vezes a gente acha que já viu todo tipo de gêneros juntos, mas descobrimos, também, que sempre há algo novo por aí. E este álbum que vos posto é de uma singularidade bela.

Esta interessante cantora/instrumentista chegou até mim através de uma recomendação de uma amiga, que mostrou-me a música Nature's Hymn, que achei belíssima desde o primeiro instante. Por muito tempo, porém, só tive essa música dela pra ouvir e, apesar de ser algo de uma beleza sombria, não conseguia me mostrar com clareza o porquê das tags "singer-songwriter" e "doom metal" juntas. Resolvi baixar o álbum... não me arrependi.

Pra começo de história é bom falar que a musicalidade que a gente encontra aqui, ao meu ver, é homogênea, ou seja, não estamos falando de uma música que destoa completamente da outra, sem parecer que fazem parte do mesmo artista, ou do mesmo álbum. Pelo contrário, apesar das influências diversas, é notório que ela conseguiu encontrar uma certa "essência" para guiar suas músicas, uma harmonia, um guia. Mas isso não quer dizer, também, que este é um álbum em que as músicas sejam todas muito parecidas, pois não são! Não conheço os outros trabalhos dela para falar com mais propriedade, mas pelo que pesquisei, dos álbuns precedentes, o primeiro possuía uma linha mais acústica, enquanto as gravações seguintes já teriam uma dose mais forte de rock (não gosto de usar esse termo isolado).

Esse é o terceiro álbum de estúdio de Rose Kemp, e parece ser nele que ela encontra sua direção. A atmosfera é bastante sombria, sendo notados elementos do gênero Drone, bem como é possível notar experimentações com o chamado Noise Rock. Apesar de ser diversas vezes taxado como Doom Metal, eu não diria que o álbum como um todo pode ser considerado um álbum de metal, embora seja impossível, também, negar tal influência em todo o álbum (a última música, The Unholy, talvez seja a que mais se aproxima dessa descrição com mais êxito). Há também momentos que não soam tão "trevosos", como é o caso da música Nature's Hymn, de natureza mais tranquila. Iremos sempre ouvir, no decorrer do álbum, guitarras com muito peso e distorções ao lado de ambientações mais suaves, mas acho que é na música Nanny's World que é possível notar uma influência maior de um rock'n'roll mais "pegado", um Stoner Rock, talvez. Fico um pouco a dever nas minhas tentativas de descrever tais músicas, pois, realmente, é sempre um desafio tentar rotular trabalhos experimentais.

Porém, o que mais me surpreendeu não foi exatamente o experimentalismo em si, pois, embora eu tenha realmente gostado, sei que sempre existem uns loucos por aí decididos a fazer um som único. Minha surpresa foi saber de onde surgiu esta moçoila, com seus menos de trinta anos. Pois bem, ela é, na verdade, filha de um casal de músicos (a saber: Maddy Prior e Rick Kemp) que participam de uma mesma banda, chamada Steeleye Span, (banda essa que a própria Rose chegou a participar nos vocais em shows, durante sua adolescência) que toca um folk rock com influências celtas, um som aparentado com o que o mais famoso, Fairport Convention, faz. Bem, minha surpresa reside no fato de que o mais comum, hoje, é ver os filhos de artistas que tocam sons loucos (sem generalizar, claro), rendendo-se aos sons genéricos populares, esses que fazem sucesso na grande mídia (não estou discutindo qualidade aqui, pois sei que ela também existe na grande mídia). De qualquer forma, fico feliz em saber que alguém resolveu enveredar por caminhos tortuosos não-convencionais, acabando por adentrar no universo louco dos experimentalismos.

P.S.: O álbum mais recente, Golden Shroud, de 2010, parece seguir na mesma linha de experimentalismos, porém mais sombrio e com músicas mais longas, só que eu ainda não tive muito contato com este, mas assim que possível tentarei traze-lo para cá =)


MySpace//LastFm//Site

Tracklist:

01. Dirty Glow - 4:59
02. Nanny's World - 3:17
03. Bitter and Sweet - 4:00
04. Flawless - 4:25
05. Saturday Night - 4:57
06. Nature's Hymn - 4:34
07. Wholeness Sounds - 4:08
08. Vacancies - 5:04
09. Milky White - 3:33
10. The Unholy - 9:06


Links:

RapidShare//MegaShares//BayFiles//Badongo

O único vídeo ao vivo com gravação decente que achei, mas se assistir até o fim vale muito a pena:


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Avatar

Burning Witch - Crippled Lucifer

2 comentários

Gênero
: Sludge/Drone/Doom Metal
País: EUA
Ano: 1998

Comentário: Se você conhece a dupla Stephen O'Malley e Greg Anderson, provavelmente você é um fã do Drone Doom Metal, do Sunn O))) e de outras inúmeras bandas a qual pelo menos um dos membros da dupla faz parte. A primeira banda onde os dois realmente coexistiram como músicos se chama Thorr's Hammer e é uma banda que vale muito a pena dar uma olhada. Só que a banda teve seu fim prematuramente, quando a vocalista norueguesa Runhild Gammelsæter teve que retornar a seu país ao fim do seu intercâmbio - bendito o seja - nos EUA. Das cinzas do Thorr's Hammer surge então o Burning Witch, que incorporava-se na figura de Stephen, Greg e Jamie Sykes na bateria, além dos depois contratados Edgy 59 para o posto de vocalista e G. Stuart Dahlquist para o baixo.

No entanto antes que qualquer coisa pudesse ser lançada pela banda, Greg Anderson dá adeus a mesma para se dedicar ao Goatsnake. Enquanto isso, nas mãos de ninguém menos que Steve Albini, o primeiro EP da banda tomava forma sob o nome de Towers.... Logo depois Sykes passa as baquetas a B.R.A.D. para o lançamento, ainda no mesmo ano de 1998, de Rift.Canyon.Dreams, segundo EP do grupo. Ao término deste segundo registro a banda acaba mais uma vez e nesta, em definitivo, em favor dos outros projetos dos membros do grupo. Mas logo depois, pela recém criada gravadora chefiada por Stephen e Greg, a Southen Lord, é lançado Crippled Lucifer (Seven Psalms For Our Lord Of Light), que é a união dos dois EP's lançados pela banda em um único material.

Com pouco mais de uma hora de duração, o disco que é comumente chamado pelo mais prático e econômico título de Crippled Lucifer é baseado especialmente no Sludge Metal, ao contrário do Thorr's Hammer que era quase um Funeral Doom hipnótico e mais acelerado. E ser mais caído ao Sludge significa, entre outras coisas, que o vocal de Edgy 59 não pode ser nada menos que berros agudos desesperados tendo como acompanhamento riffs extremamente pesados e cadenciados mas ao mesmo tempo com uma levada bem menos monolítica que o Thorr's, se deixando levar por uma pegada muito mais suingada. E essa vibe pesadamente malemolente se completa com os vocais limpos dandos as caras aqui e acolá. Uma receita perfeita para um bom Sludge Metal ainda com a adição de um peso a mais dado pelas tendências dronísticas das afinações baixas tradicionais de Stephen.

Absurdamente clássico do estilo, especialmente nos seus derivados mais obscuros e pesados. Recomendadíssimo, ouçam.

PS: "Pesadamente malemolente" foi a melhor definição de Sludge Metal que vocês já viram, admitam.

MySpace

Tracklist:

1. "Warning Signs"   8:22
2. "Stillborn"   11:57
3. "History of Hell"   6:03
4. "Sacred Predictions"   7:05
5. "Country Doctor"   10:20
6. "Tower Place"   5:25
7. "Sea Hag"   14:18

Links:

Mediafire//Megashares//Depositfiles


terça-feira, 9 de agosto de 2011
Avatar

Khanate - Things Viral

0 comentários

Gênero: Sludge/Drone/Doom Metal
País: EUA
Ano: 2003
Comentários: Antes de começar uma resenha do Khanate, é preciso ressaltar algumas coisas. Este disco, lançado pelas lendárias Hydra Records e Southern Lord Records, provocou as mais diversas reações no mundo da música ao ser lançado, com fatos que chamam a atenção, como por exemplo receber nota 1.0 (ruim) pelo Sputnick Music e ao mesmo tempo 3.5 (excelente) dos usuários (de um máximo de 5), sendo que uma grande parte votou mais que 4. Além disso, no Metal Archives (que não serve como parâmetro, mas ok) ganhou 52%, sendo o álbum menos cotado da discografia da banda, enquanto está entre os 50 melhores álbuns da década de 2000 na opnião de um crítico famoso que eu esqueci completamente o nome (me lembra Kot). Enfim, cá temos algo totalmente do tipo "ame ou odeie". E eu amo.

Pra quem não se ligou ainda disso, Khanate se formou em 2001 quando dois caras se conheceram num show do Isis, e esses caras eram ninguém menos que James Plotkin (baixo) e Stephen O'Malley (guitarra). Enquanto Plotkin tem como suas bandas mais famosas o Khanate e o Khlyst, o O'Malley tem uma penca de bandas nas costas incluindo o maior fenômeno do Drone: Sunn O))). Khanate foi, por assim dizer, a primeira banda do O'Malley no meio do Drone extremo de verdade, visto que as bandas que ele tinha antes de formar o Khanate lidavam com o Doom Metal extremo de maneiras diferentes, como o Burning Witch mais caído pra um Sludge influenciado pelo Black Metal e o Thorr's Hammer no Funeral Doom. Aqui a bagaça realmente fica séria, com os vocais de Alan Dubin - que garanto, se você nunca ouviu Khanate vai ser a primeira coisa com a qual se surpreenderá. Não só é um dos vocais mais bem feitos do estilo, como une duas caracteristicas marcantes: ser extremamente rasgado e ser totalmente entendível. Apesar de passar uma agonia claustrofóbica excruciante, cada verso das letras é de fácil entendimento na voz de Dubin. Isso é muito interessante.

Além disso, claro, vem a parte maravilhosa do instrumental desse disco. Ao contrário do primeiro disco dos caras, homônimo, este - o segundo - é mais etéreo, com mais "dronadas" e passagens ambient. Stephen produz aqui várias paredes sonoras e texturas profundas, com uma distorção altíssima unida a afinações graves e o baixo de Plotkin criando - sem exageros que me são habituais - um dos mais excruciantes e agonizantes albuns que eu já ouvi. E aí que está o problema, eu acho.

Things Viral não é um disco para momentos de relaxamento, muito pelo contrário, o principal objetivo do disco é passar uma sensação de desconforto e agonia. Talvez por isso muita gente entenda errado essa mensagem da banda e critique esse disco. Mas se você é fã do Stephen O'Malley e suas estripulias pelo mundo da música extrema, esse disco não será nenhuma surpresa. E dentro do contexto do estilo é um dos melhores discos da década passada tranquilamente. Portanto, espero que gostem.

Tracklist:

1. Commuted 19:13
2. Fields 19:50
3. Dead 09:27
4. Too Close Enough to Touch 11:11

Links:

Mediafire
Megaupload
Outros Links (Mirrorcreator)

PS: Coisa rara aqui, um clipe de Drone. E puta merda, se era pra ser agoniante a proposta foi muito bem executada...


quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Avatar

Sobre A Máquina - Areia

0 comentários
Gênero: Experimental/ Post-Industral/ Dark Ambient
País: Brasil (Rio de Janeiro)
Ano: 2011
Selo: Sinewave

Comentários: No dia 28 de fevereiro vocês conferiam aqui o debut do Sobre A Máquina, Decompor, que conseguiu chamar a atenção da blogosfera, de sites especializados e até da mídia impressa. A banda idealizada por Cadu Tenório e tendo na sua formação também os músicos Emygdio Costa e Ricardo Gameiro decidiu então revelar seu segredo: Não havia segredo algum, ou pelo menos é o que acreditamos.
A simplicidade foi fundamental na criação de tal disco, e junto com ela, o feeling pessoal de Cadu T. e seus comparsas. Mas o que se destaca, o que fica no ar e ecoa por nossos cérebros são as texturas formadas por ruídos típicos do drone e ferragens do industrial. Essas camadas, mixes e ambiências tornam o produto final um verdadeiro emaranhado de idéias, barulhos e imagens. Eis que surge a complexidade.

Mas a data de hoje servirá como mais um ponto de referência do mais novo trabalho dos caras, Areia, que parece ter saído dos galpões cheios de ferrugem e cavacos para tomar um ar na areia das praias cariocas num dia nublado, onde os ruídos desconcertantes das máquinas dão lugar para o som das ondas que terminam se chocando com as pedras litorâneas.

O ar arejado mexeu com os três músicos que desta vez criaram um material bem mais melódico, se assim posso dizer. A acessibilidade musical combina contrariamente com o rotina das metrópoles e estabelece novos ânimos à sua música. Mas nos tempos atuais é preciso muito mais que a brisa do mar para se encontrar com a plena 'paz'. Deixam transparecer aqui que, embora estejam a passeio, sabem que mais tarde voltarão para os conflitos diários.

A universalidade é mantida, característica que faz do seu som representante de cada um de nós, mas agora com maior requinte. Um dos culpados é o russo Alexander Zhemchuzhnikov, que deu todo um toque jazzístico ao álbum com seu sax tenor. A ambiência mudou um pouco, mas continua sempre super-carregada, o que nos leva a crer que A Máquina estará sempre presa a eles.

Porém Sobre A Máquina pode ter ido navegar, mas levou consigo todas as ferramentas, maquinários  barulhentos e aparelhos eletrônicos. A angústia agora divide espaço com a refrescância marítima. Do cão urbano mecânico à garça — também mecânica.

Arte gráfica por Thiago Modesto.


Tracklist:
01. Língua Negra
02. Barca
03. Foz
04. Garça


Download oficial
quinta-feira, 3 de março de 2011
Avatar

Dirge - Wings Of Lead Over Dormant Seas

1 comentários
Gênero: Sludge/Ambient/Drone Metal
País: França
Ano: 2007

Comentários: Quando se lê o rótulo "Drone" ou "Ambient" logo se pensa em uma coisa monótona e chata, ainda mais quando se vê que o que temos aqui trata-se de um álbum duplo contendo uma música de 60 minutos de duração, totalizando os dois discos mais de 2 horas de play. Apesar disso, garanto uma coisa: São 2 horas de uma viagem nada monótona, que passam mais tranquilamente que muitos álbuns de 30, 40 minutos de riffs repetitivos. Inspirado claramente por Neurosis, Isis e Earth, a banda  usa e abusa de efeitos atmosféricos misturados à guitarras pesadas do Sludge num ambiente etéreo, ao mesmo tempo que sufocante.

Formada em 1994 em Paris, Dirge é uma banda que começou como mais uma de Industrial Metal nos anos 90, mas lentamente foi se aproximando de uma origininalidade - embora sempre à sombra dos mestres Neurosis e Nadja, é importante dizer - compondo uma identidade musical que se destaca dos outros grupos do gênero num ponto crucial: Fazer um disco de 2 horas de duração com ritmos cadenciados e contrastantes, é um dos mais difíceis desafios musicais. Cada nota é bem definida, e cada efeito bem colocado. As "paredes" sonoras não desanimam, até pelo fato de vocais fazerem um papel importante na diversidade do álbum. Apesar de "Wings of Lead Over Dormant Seas", faixa única do segundo disco, ser praticamente instrumental, ela é o grande ápice do disco, que parece na realidade ter uma introdução de uma hora no disco 1, tal a grandiosidade e diversidade da faixa.

Enfim, apesar dos gêneros um tanto quanto famigerados, aos amantes de bandas como Neurosis, Isis, Nadja e Cult Of Luna, é um material quase obrigatório. A banda inclusive já saiu em tour com o Cult Of Luna, Baroness e o Earth, e surpreendentemente com o Nasum. Álbum excelente para passar um bom tempo entretido e após duas horas de Sludge/Drone ainda querer ouvir mais.

Myspace
Site Oficial

Tracklist:
Disco 1:
1 - Meridians
2 - End Infinite
3 - Epicentre
4 - Lotus Continent
5 - Nulle Part

Disco 2:
5 - Wings Of Lead Over Dormant Seas

Download:

Depositfiles
Easy Share
Megaupload
Megashare
Ziddu
Rapidshare
Zshare
Filefactory
Sendspace
Mediafire
Hotfile
Badongo


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Avatar

Sobre A Máquina - Decompor

3 comentários
Gênero: Experimental, Post-Industrial, Dark Ambient
País: Brasil (Rio de Janeiro)
Ano: 2010
Selo: Sinewave

Comentário:
Influenciado por bandas como SPK, Einsturzende Neubauten, Cranioclast, Swans, Sunn O))) e Nadja, o projeto Sobre A Máquina chama atenção e traz orgulho e simpatia aos apreciadores brasileiros (e estrangeiros) deste tipo de música tão pouco visto dentro de nossas fronteiras. Uma variante de experimentalismo sobre as bases mórbidas e desconcertantes do drone e do clima frio do tão orgasmicêntrico post-rock. Uma ebulição resultante de boas e más influências; de diários mentais entendiantes e tediantes; de experiências diversas e de uma canseira quase mortal da vida como ela se encontra hoje; da beleza da simplicidade e talvez da complexidade do falso-belo; da esperança escondida em rostos fechados.
Algo que podemos simplesmente capitar em nosso dia-a-dia; eles capitaram e transformaram em música.

Mas este é meu diálogo; será mesmo que foi a mensagem e as bases usadas por Cadu, Emygdio e Ricardo? Será que o trio carioca, tachado de experimental/post-industrial/dark ambient, concorda com tal descrição? E o que o compositor Cadu T. teria a dizer?
Na verdade ele já disse, em entrevista ao Fernando Augusto Lopes, do blog Floga-se (veja aqui).

Aparentemente foi sim a idéia deles, mas é fácil pensar isso ao tentar decompor seu disco. E não é pra menos um título destes. As músicas parecem realmente serem feitas para 'desmontar' (ou montar), e não é apenas (ressalto: 'apenas') um oportunista jogo de idéias meu sobre o título do álbum (como podemos notar, no encarte ainda existe uma insinuação com o nome Decompor, e claro, com a imagem do 'cão-mecânico'. Mundo cão; mundo mecânico). Após baixar, veja se encontra os elementos casuais de que mencionam. Fique inquieto e ao mesmo tempo conformado e confortado. Sinta a repetição que se mistura com ruídos dos quais se desprendem de suas próprias fontes e passam a perambular ligeiramente pelo ar. Nas belas melodias numa incansável briga com outras sonoridades irritantes. Nisso posso concordar com a resenha feita no Ponto Alternativo, onde também o disco entrara na lista de André Forte dos seus melhores álbuns de 2010.

O álbum foi lançado pelo selo Sinewave — netlabel responsável por apresentar bandas como Black Sea, Amnese, This Lonely Crowd (postada aqui), e outros de semelhante estilo e qualidade — e disponibilizado de graça para ser baixado e distribuído aos quatro cantos da Terra. Mas a parte legal é o reconhecimento do Cadu & Banda para conosco do Ignes Elevanium. Então, boa sorte na caminhada, estaremos aqui para resenhar o próximo álbum.

E assim finalizo este post dizendo que Sobre A Máquina nos ensina que se locomover de ônibus pode ser uma boa fonte de inspiração e de trama de idéias; desde que esteja na janela (a parte chata é a superlotação e um 'calor de 40 graus, às 8 da manhã').

Tracklist:
01. Expediente Contínuo
02. Rotina
03. Fôlego
04. Conflito

Ouça:


Download:
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Avatar

Earth – The Bees Made Honey In The Lion’s Skull

1 comentários
Gênero: Drone/Post-Rock
País: Estados Unidos
Ano: 2008

Comentário: Earth é um dos grandes nomes da música instrumental contemporânea. Formado em 1989 em nada mais nada menos do que Seattle. Sim, eles são da terra do Grunge, durante o surgimento e o auge do Grunge. E há ainda mais, Dylan Carlson, o fundador e lider da banda era um dos melhores amigos de Kurt Cobain, tendo até tido a participação de Kurt com os vocais em uma das primeiras demos da banda. Dylan também é conhecido principalmente na biografia de Kurt, por ter sido quem comprou a arma responsável por colocar fim na vida de titio Cobain.
A grande importância do Earth se dá por terem sido junto com o Sun O))) os precursores do Drone, que como eu descrevi anteriormente no post do Angelic Process, é um gênero minimalista, lento, de estrutura repetitiva, e se for descrever de forma mais completa e profunda, acaba se tornando completamente metafórico.
Porém, aqui em The Bees Made Honey In The Lion’s Skull (titulo baseado em um trecho da biblia sobre a história de Sansão) temos um som bem diferente do apresentado no início da carreira. Com a presença de um baterista, e influências de Jazz e Country, e um direcionamento natural mais focado pro post-rock, é um álbum bem mais fácil de se ouvir do que os da era Drone.
Fora tudo isso, vale ressaltar a belissima capa do álbum e que é um album tranquilo e de facil assimilação e digestão, não devendo se assustar pelo pé no Drone que a banda sempre teve.

Tracklist


1."Omens and Portents I: The Driver"   9:06
2."Rise to Glory"   5:47
3."Miami Morning Coming Down II (Shine)"   8:01
4."Engine of Ruin"   6:28
5."Omens and Portents II: Carrion Crow"   8:04
6."Hung from the Moon"   7:44
7."The Bees Made Honey in the Lion's Skull"   8:15
8."Junkyard Priest" (Vinyl bonus track) 8:19

Myspace

Megaupload
sábado, 15 de janeiro de 2011
Avatar

Jesu - Conqueror

3 comentários
Gênero: Experimental/Post-Rock/Ambient/Shoegaze/Drone
País: Inglaterra
Ano: 2007

Comentário: Jesu é o genial projeto criadao por Justin Broadrick, eu diria que é praticamente obrigatório. Justin nada mais é do que o líder da extinta banda Godflesh, que foi uma das pioneiras no Metal Industrial e no Sludge, e considerada uma das bandas mais influentes dos anos 90, tendo bandas como Korn, Fear Factory, Danzig e Faith No More se inspirado em seu trabalho.
Jesu é o nome da última canção, do último álbum do Godflesh. Em 2003 se teve início, uma das bandas mais relaxantes, viajantes e minimalistas de todas. Inicialmente com o som bem puxado pro Drone Doom e todo seu minimalismo, difícil de digerir, chegamos ao Conqueror, o quarto álbum da banda, que hoje em dia possui um som mais puxado pro shoegaze e pro ambient, muito mais melódico e menos Drone. Toda a melancolia e emoções de Justin, são exploradas em longas e lentas faixas extremamente bem trabalhadas, em que é possivel se atentar a novos detalhes a cada ouvida. Eis aqui um CD experimental e fenomenal da música contemporânea.

Tracklist

  1. "Conqueror" – 8:10
  2. "Old Year" – 5:46
  3. "Transfigure" – 5:58
  4. "Weightless & Horizontal" – 10:06
  5. "Medicine" – 7:22
  6. "Brighteyes" – 7:20
  7. "Mother Earth" – 7:16
  8. "Stanlow" – 5:58
Myspace

Megaupload
sábado, 13 de março de 2010
Avatar

Sunn O))) - Monoliths & Dimensions

3 comentários
Sunn O)))
Gênero: Drone Metal/Drone Doom
País: EUA
Ano: 2009

Comentário: Vou colocar aqui comentários que fiz de cada música com minha primeira relação de amor e inquietação com o álbum.

"Aghartha" é agonizante e nos enche de ansiedade e até uma certa irritação/confusão, tanto no início pela repetição do riff, como o final com sons que parecem violinos desafinados e "barulhos" estranhos. Ao decorrer da música, uma voz masculina vai se erguendo, inicialmente quase inaudível, mas depois de algum tempo podemos até entender o que diz. Aos seus 14min notamos instrumentos de sopro (talvez trombones) inquietos. Não há dúvidas que é a música mais insistente e perseverante. Aghartha é de provocar uma ansiedade incrível!

"Big Church" é uma obra prima, começando com um coral feminino, orquestrado e macabro, (algo que não se vê na banda) e logo inicia uma onda de riffs. Depois temos os mesmos riffs com o coral, e eis que surge uma voz masculina com frases indecifráveis, e segue novamente a linha anterior. Com certeza é algo que muitos nessa vida jamais ouviram igual!

Eu diria que "Hunting & Gathering" dá até pra "banguear", e não estou mentindo!! Seu início é extremamente sujo e ruidoso, mas mesmo assim ouvimos claramente um riff atrás, como se estivesse um tanto fora de ritmo, que logo vem à frente com o súbito sumiço dos ruídos. Daí em diante meu amigo, se quiser pode até bater cabeças, pois além dos riffs, temos aquela já conhecida voz, quase que dentro do ritmo, se encaixando à guitarra. A banda explora alguns sons durante à faixa, mas ela continua seguindo o mesmo andar do início.

"Alice", tem duas fases, um início lento porém sombrio e psicodélico e um final caracterizado como um som de "triunfo" (esqueçam as bolachas) ou um paraíso mesmo, porém a calma ainda prevalece. O início é marcado por um timbre diferente de guitarra e alguns instrumentos em um agudo sinistro e o final por metais e outros instrumentos num tom muito mais agradável.

Tracklist:
1. "Aghartha" - 17:34
2. "Big Church [megszentségteleníthetetlenségeskedéseitekért]" - 9:43
3. "Hunting & Gathering (Cydonia)" - 10:02
4. "Alice" - 16:21

FileFactory//MegaUpload//RapidShare
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Avatar

Sunn O))) & Pan Sonic, Alan Vega, Stephen Burroughs - Che

0 comentários

Gêneros:


Sunn O))) & Pan Sonic: Eletro/Drone/Ambient
Alan Vega: Post Punk/Eletrônico/Industrial/Avant-Garde
Stephen Burroughs: Ambient/Acustico/Folk

País: EUA/Finlândia/?
Ano: 2009
Comentários: Primeiramente, se alguém souber deonde é o Stephen Burroughs, comente aí que eu edito. Agora de volta a programação normal.

Esta será uma resenha extensa, pois apesar de curto, é um Split com pelos menos 3 grandes nomes da música experimental. Primeiro, é claro, o Sunn O))), o maior expoente do Drone/Doom, gênero caracterizado nos riffs monolíticos de guitarra longos e extendidos para parecerem que a música inteira é composta por um único acorde. Famosa por experimentações e depois de seu melhor álbum - Monoliths And Dimensions - que expandiu a sonoridade da banda e do Drone como um todo à musicalidade, adicionando instrumentos como a tuba, o trompete, e até um coro, neste Split a dupla formada pro Greg Anderson e Stephen O'Malley contribui com uma composição conjunta com a dupla Finlandesa Pan Sonic, que desde 1993 pratica um som que mescla o eletrônico e o Avant-Garde. As influências do grupo são boas, indo desde Einsturzende Neubauten à Suicide (vocês ainda lerão esse nome novamente nesta resenha), ou seja, música industrial, eletrônica, techno, experimental, uma salada. A música é Che e combina as guitarras do Sunn com uma certa melodia e vocais, coisa que quando aparece em músicas do Sunn sempre é surpreendente. Vale lembrar que não é a primeira vez que o Sunn trabalha compondo em conjunto com outros grupos, como Boris, Jarboe, Xasthur, Ulver e muitos outros. A segunda música do disco é do ex-vocalista da lendária banda de Industrial Avant-Garde dos anos 80, Suicide (eu disse que ia aparecer de novo), grupo que, sob o rótulo "synthpunk", reinou no undergound estadunidense sendo extremamente influente na sua época. Alan Vega lança álbuns solos paralelamente o Suicide desde 1980, e já fez duas participações com o Pan Sonic, uma no álbum Endless de 1998 e outra no álbum Ressurection River de 2004. A sonoridade da música do cara é um Industrial cheio de passagens quebradas e uma atmosfera de rebeldia, tipica do Punk. Por fim, Stephen Burroughs é a parte desse Split que eu menos consegui encontrar informarções, então vou me ater a música em si. Talvez seja a música que mais gostei do split, um folk acustico meio Bob Dylan mais moderno e Ambient, muito interessante. A voz e a letra são legais, bem interessante mesmo.

Enfim, este é um split que você não precisa deixar de baixar se não curtir o Sunn O))), é a banda que menos aparece no disco. Se você curte música experimental no geral, ou é fãs dos artistas citados, recomendo o cd fortemente.

E capa foderásticamente linda.

Tracklist:

1. Che 5:54
2. 13 Crosses, 16 Blazin' Skulls 5:54
3. Goodbye Dear 3:54

Links:

MEGA
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Avatar

Nadja & 5/5/2000 - Tümpisa (Split)

0 comentários


Gênero: Ambient/Drone Doom
Ano Lançamento: 2008
País: EUA, Canadá
Comentário: Nadja é uma banda excelente no que se trata de Ambient, é uma banda oriunda do Canadá e que faz um som próprio magnifico, com uma mistura de instrumentos, como por exemplo flautas, piano, até mesmo vocal...e sem esquecer da guitarra que sempre dita o tempo da música com suas paletas prolongadas. O 5/5/2000 é um projeto consideravelmente "old school", pois existe desde 1996 e o motivo do nome estranho, é pelo fato de ser este a data de uma profecia meia boca, em que o mundo terminaria neste dia. E os integrantes deste projeto são no mínimo diferentes! Trata-se do vocalista da banda Cattle Decapitation e do baixista da extinta Creation is Cruscifixion, e que ditam muito bem o estilo musical proposto, misturam muito bem alguns elementos eletrônicos com as guitarras distorcidas. No geral é um split muito bacana para os admiradores do estilo!


Tracklist:

Nadja
1.Spahn

5/5/2000
2. Shadows in the Valley of Death (A. Sunbleached and Osseous/B. Dead Flora/C. Dawn Ascends On a Dead Valley)



Rapidshare
Megaupload
zSHARE
Depositfiles
Badongo

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Avatar

Melvins - Bullhead

3 comentários
Gênero: Stoner/Doom/Experimental Metal
País: EUA
Ano: 1991
Comentários: Se você curte bandas como: Neurosis, YOB, Electric Wizard, Jucifer, ISIS, entre outras, é moralmente obrigado a conhecer os Melvins. A banda formada em 1983 é a maior e mais evidente influência de todas as bandas citadas, e de toda e qualquer outra banda que siga o Drone ou o Sludge como gênero principal. Unindo o Blues de Nova Orleans, o Doom sueco em sua forma mais lenta e minimalista, o Punk inglês com toda sua irreverência e o Hardcore americano em suas baterias rápidas e guitarras sujas, o Melvins influenciou os gêneros "americanos" de Doom Metal, Drone e Sludge. Se B.B. King alguma vez ouviu Bullhead, provavelmente deve ter dito: "E veja onde o blues foi parar". A quem conhece as bandas dos gêneros do Melvins, a impressão de se estar ouvindo a mesma coisa numa forma mais solta e leve será óbvia. Bandas como Jucifer e Neurosis são dificies de definir se são "muito influenciadas" ou um grande plágio dos Melvins. Bullhead é um álbum com vocais limpos e psicodélicos, guitarras imundas alternando entre tons graves e lentos a aceleradas passagens punks ou bluezadas e uma bateria que é um show a parte, com a última faixa, Cow, sendo inclusive um solo de bateria dos mais fodas. Vale lembrar que Bullhead é só o terceiro Full-Lenght dessa banda, que viria a ter uma extensa discografia e estando ativa até hoje, contando com músicos do mais alto nível, como Mike Patton (Faith No More, Fantômas), Jello Biafra (Dead Kennedys), Joe Preston (Earth) e atualmente o ex-baterista do Nirvana, Dale Crover. Recomendado a quem queira conhecer algo diferente, irreverente e experimental, e obrigatório a quem curta Drone ou Sludge Metal.

PS: A título de curiosidade, a primeira faixa foi a que deu nome a banda de Noise Rock japonesa, Boris.

Tracklist:
1.Boris08:34
2.Anaconda02:23
3.Ligature03:49
4.It's Shoved02:35
5.Zodiac04:14
6.If I Had An Exorcism03:07
7.Your Blessened05:39
8.Cow04:31

Links:

Rapidshare
Megaupload
Zshare
Free
Megashares
Filefactory
Uploaded.to
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Avatar

Attera - Wound Upon Wound

4 comentários


Gênero: Drone/Doom Metal
País: Brasil, Rio de Janeiro (RJ)
Ano Lançamento: 2009
Comentário: "então galere do Ignes e pessoas que baixam aqui, me sinto lisonjeado de ter o segundo álbum da Attera postado aqui no IE, o blog com a galera e os files mais fodas que eu ja vi ! então, como já tem um álbum postado aqui da minha querida banda Attera no IE, o "Under The Night" (baixem também !) do ano passado, esse álbum, chamado "Wound Upon Wound" está bem mais agressivo, pesado e sujo, com algumas nuances de Noise até, eu acho, mas se perder os riffs lentos e monótonos do Drone, essas musicas me agradaram muito, e espero que agradem MUITO a vocês também =) obrigado ao IE por tudo o que faz pelas minhas bandas xD, pelo metal nacional e o metal em geral, fiquem em paz, valeu =)" Mallet.

Bom, abrirei aqui pra comentário dos visitantes, quem baixar o álbum e fizer uma resenha vou colocar aqui no post, conto com vcs visitantes, obrigado! \o/
Tracklist:
1 - Scenes Painted In Blood
2 - Wound Upon Wound

Rapidshare
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Avatar

Menace Ruine - The Die Is Cast

2 comentários
Gênero: Drone/Neofolk/Black Metal
País: Canadá
Ano: 2008

Comentário: Menace Ruine foi formado em Quebec no Canadá durante o outono de 2006 quando Geneviève e S. De La Moth começaram a compor as primeiras músicas de seu debut, In Vulva Infernum. Após In Vulva Infernum, logo lançaram seu segundo álbum Cult Of Ruins um misto de Black Metal bem acelerado e Noise. Á seguir veio The Die Is Cast que ao invés de um metal rápido e veloz como apresentado anteriormente, eles resolveram ir na contra mão e compor músicas extremamente lentas que podem ser descritas como "heavy/downtempo/drone com influência marcial".

Tracklist

1.One Too Many07:43
2.This Place of Power02:35
3.The Die is Cast06:27
4.Surface Vessel03:04
5.Dismantling05:34
6.Utterly Destitute06:24
7.The Bosom of the Earth16:44

Myspace

Megaupload
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Avatar

Spiral Galaxy - Physical Universe

2 comentários

Gênero: Drone/Dark Ambient
País: Brasil
Ano: 2008
Comentários: Spiral Galaxy é um projeto criado em Florianópolis no ano passado com o objetivo de fazer um som que transita entre o Dark Ambient e o Drone, com influências de bandas como God Is An Austronaut e Sunn O))) com uma temática centrada na natureza e na galáxia, uma proposta bem viajante mesmo. O som desta demo é um híbrido de guitarras graves e "dronadas" com uma grande parte ambient que nos leva a realmente viajar. Dentre os projetos do gênero do nosso país, o Spiral Galaxy é um dos mais maduros e concretos. E adivinhem quem é o idealizador do Spiral Galaxy, xMaxyx, nosso mais novo upador, que inclusive me recrutou para participar dos próximos lançamentos do projeto, assim como chamou também nossa violinista macho, a Renata Demether. Enfim, baixem, seja por que o som é ótimo, ou pra dar uma valorizada no produto dos upadores do Ignes, que fazem mais do que só upar ^^.

Tracklist:

01 - Natura (intro)
02 - Space Transmission
03 - Physical Universe
04 - Neoproterozoic
05 - Breathing
06 - The Earth Is Dying (outro)

Link (Badongo)
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Avatar

Sunn O))) - White 1

1 comentários

Gênero: Drone/Ambient Doom Metal
País: EUA
Ano: 2003
Comentários: Sunn O))) é uma banda oriunda dos EUA que dispensa apresentações, inspirada no Earth revolucionaram e firmaram o gênero Drone Doom como um dos mais extremos do Metal e são de longe a banda mais conhecida do gênero. White 1 é o terceiro álbum da banda, um dos mais experimentais, longe de conter só longos drones de guitarra e paredes sonoras, mas por ter músicas com vocais, bateria (sim!) entre outras coisas que raramente apareceriam nos outros álbuns da banda. My Wall é uma música longa narrada inteiramente, o que é bem hipnótico e prende a atenção até o fim da mesma. The Gates of Ballard possui uma bateria ditando ritmo que é uma coisa rara no Sunn O))), mas que caiu excelentemente nessa música, e A Shaving of the Horn That Speared You é uma música mais tradicional com uma extensa ambientação. Recomendado aos fãs da banda e quem sempre quis conhecer essa banda.

Tracklist:




1.My Wall25:16
2.The Gates of Ballard15:32
3.A Shaving of the Horn That Speared You17:52

Links:

Rapidshare
Megaupload
Megashares
Zshare
Filefactory
Uploaded.to

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Avatar

The Angelic Process - Weighing Souls With Sand

4 comentários

Gênero: Avantgarde Drone/Funeral Doom Metal
Ano: 2006
Comentário:
Apesar de parecer ter estilos confusos, The Angelic Process é uma banda com uma fórmula simples, criativa e eficaz. Um shoegaze extremamente pesado e distorcido, com vocais perdidos em meio a uma chuva de sons ensurdecedoramente melódicos e uma bateria que nos faz lembrar que isso ainda é música. Nunca ouvi uma banda exatamente parecida com essa, mas quem curtiu o Nadja com certeza vai curtir isso aqui. Recomendado a quem ouve Drone e Shoegaze e está preparado para ouvir uma viagem. Reupado a pedidos.

Tracklist:

1. The Promise of Snakes
2. Million Year Summer
3. The Resonance of Goodbye
4. We All Die Laughing
5. Dying in A-Minor
6. Weighing Souls With Sand
7. Mouvement-World Deafening Eclipse
8. Burning in the Undertow of God
9. Mouvement-The Smoke of Her Burning

Links:

Rapidshare
Megaupload
Zshare
Badongo
DepositFiles
Avatar

Khanate - Clean Hands Go Foul

4 comentários


Gênero: Extreme Drone/Doom Metal
País: Estados Unidos
Ano Lançamento: 2009
Comentário: Khanate é uma banda dos EUA, formada em 2000, já conhecida do público 'Drone'. Seu novo álbum, o Clean Hands Go Foul, é algo que se pode descrever, porque o Drone não se descreve :B
São gritos e berros em meio a riffs de guitarra distorcidos, (e isso é bem feito sim) pra quem gosta de Sunn O))), Khlyst, Potop e etc pode baixar mesmo. Grande lançamendo do gênero em 2009.

Post dedicado ao nosso amigo, Luiz Mallet.

Tracklist:

01 Wings From Spine
02 In That Corner
03 Clean My Heart
04 Every God Damn Thing

MySpace

Download Rapidshare
Download Megaupload
Download DepositFiles
Download Badongo
Download Zshare
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Avatar

Potop - Channels

0 comentários


Gênero: Drone/Doom Metal
País: Macedônia
Ano Lançamento: 2008
Comentário: Popot é uma banda da Macedônia, lançou um split e seu primeiro full-length em 2008. Na minha opinião um Drone/Dark/Funeral Doom metal, pois ao contrário da maioria das bandas de Drone, ela tem vocais, que inclusive lembram muito Bethlehem. Partes candênciadas, riffs ótimos e lentos, recomendo.

Tracklist:

01 - S.S. Eksplozija
02 - Untitled
03 - Untitled
04 - Untitled
05 - Golemi Crni Lebedi

MySpace

Download Rapidshare
Download Megaupload
Download Badongo
Download Zshare

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.