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domingo, 15 de dezembro de 2013
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Blutengel - Monument

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Gênero: Darkwave, Gothic Synth, Dark Electro
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário: Em algum momento no passado, li um artigo de revista que falava sobre os vários tipos de vampiros, seus poderes, fisiologia, proveniência e maldições. Blutengel, por sua vez, conta os vários tipos de sentimentos que um vampiro poderia ter. É a narradora de um ser amaldiçoado e seu pacto com o diabo, onde adquire sua “meia-vida”. Em Monument, a historia contada é daquele que já sente o peso da eternidade e sua inevitável solidão.

Se de um lado temos a perspectiva contemporânea de vampiro: alguém que vive em casarões antigos e usa roupas de látex justíssimas ou formais no estilo mais clássico do que é concebido como gala – e aqui cabe a observação da verossímil semelhança da arte de Monument para Underworld (o filme); exposta em figurinos e tonalidades das cores nas fotografias (será que só eu percebi isso?). Do outro temos todos os clichês românticos, dramáticos e existenciais – típicos de Blutengel – passíveis de tal perspectiva.

A temática do amor é uma constante em Monument, porém como um amor proibido ou que, por algum motivo, não pode ser concretizado e, por isso, machuca. O álbum começa e termina com a mesma música pós-apocalíptica que, por fim, acaba deixando margem para um novo começo. O primeiro single lançado é também a segunda faixa do álbum, Save Our Souls, uma crítica um tanto quanto ácida cuja fotografia e lugar do videoclipe são belíssimo! O segundo single, You Walk Away, é a faixa que destaquei pelo clichê dramático e pela bela batida introdutória da música (confesso). Por fim, o terceiro single Kinder Dieser Stadt – faixa 3 – é uma das amarras dos sentimentos e ideologias ao “vampirismo” (e eu devo dizer que, além de ter um videoclipe bonito, até agora é uma das minhas preferidas do álbum; quiçá, perdendo apenas para Uns Gehort Die Nacht e All These Lies).

Em suma, fazia tempo que não tínhamos uma Blutengel tão pesada e dançante. Há quem diga que Monument é o ápice, que estas são as músicas que consolidam a sonoridade de Blutengel e que é de certa forma questionador pelo que virá depois. Particularmente, eu discordo; acho que isso foi feito lá em 2007 com meu tão amado Labyrinth. Contudo, Monument ainda é um marco e, seja lá o que vier, terá de suprir muitas expectativas. Então, carpe Monument!

P.S.: Lembrando que já postei a discografia de Blutengel aqui.

[ Myspace / Site Oficial / Lastfm ]

Tracklist:

CD 1:
01. A New Dawn To Rise (Intro)
02. Save Our Souls
03. Kinder Dieser Stadt
04. All These Lies
05. Tears Might Dry
06. Uns Gehort Die Nacht
07. Die Zeit
08. When I Feel You
09. Willst Du?
10. Nie Mehr
11. You Walk Away
12. Deine Welt
13. Lebensrichter
14. Monument

CD 2:
01. Legend Part 1
02. A Place Called Home
03. Tod_Sunde
04. One Voice
05. Wake Me Up
06. Konigin Der Nacht
07. I Am
08. Legend Part 2

CD 3 (Dark & Pure):
01. No Eternity (Piano Version)
02. Weine Nicht Um Mich (Piano Version)
03. Time (Piano Version)
04. Save Me (Piano Version)
05. Am Ziel (Piano Version)

[ Mega ]

domingo, 28 de abril de 2013
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CygnosiC - Fire and Forget

2 comentários
Gênero: Dark Electro, Industrial, EBM
País: Grécia
Ano: 2013

Comentário: CygnosiC é um estrangeiro som emergente buscando espaço nesse gremlinsíco mundo de bandas/projetos "electro". Formada em 2006 é uma banda do tipo "one man": Georg Psaroudakis, <tietagem> este portador da genuína beleza grega! </tietagem>. Com três álbuns no currículo – dentre eles o aclamado "A Deity In Pain", lançado em 2010 e um "reborn" em 2012 – e muitos elogios pela sonoridade em antítese: levemente pesada!

Fire and Forget é um álbum, primeiramente com uma bela capa (isto por si só chama atenção!) e, segundo, marca uma fase mais leve de CygnosiC, com mais synths de "boate", porém também com a velha batida hard de pano de fundo e o vocal marcante de Georg: seco, rouco, gutural. Quando eu falei do som em antítese, eu me referia a esta mistura do artista; a sonoridade da música a princípio é soft, mas o vocal e a letra são hard. Em outras palavras, Fire and Forget é o Futurepop para quem gosta de Harsh EBM!

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Tracklist:
01. Fire And Forget
02. Escape
03. This Is The Night
04. Alone
05. Crawl
06. The Drowning
07. Mad Desire
08. Begin With Me
09. One Last Time
10. Behold The Lie
11. Greed
12. The Darkness
13. Find You
14. Until Glory

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segunda-feira, 4 de março de 2013
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Centhron - Asgard

8 comentários
Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário: É foda você ser apaixonada por um gênero em que 80% do que produzem é uma merda! E nem me venham dizer que as batidas dessas bandinhas de Metal Agrário (Aggrotech) incendeiam uma pista de dança! Reconheço que uma ou outra música é "inflamável", contudo, não dá para juntar música a música e fazer uma playlist de determinada banda/projeto! Sou chata para com música eletrônica e, sendo bem sincera, é o tipo música que geralmente não aguento ouvir um álbum inteiro de tanta mesmice que tende a ser.

Penso na raridade que é encontrar e ouvir um álbum como Asgard. Era esperável uma batida dançante nesse álbum, haja vista que se trata de Centhron, a banda que mais protagonizou vídeos no Youtube de Industrial Dance no mundo ocidental! Contudo, devo ressaltar que a qualidade desse álbum vai muito mais além do que simples músicas dançantes (e puta que pariu, bota dançante nisso!)...

Asgard é a morada dos deuses nórdicos e, na faixa de mesmo nome, é nítida a exclamação instigante a Odin. A capa do álbum, devo ressaltar, foi o que me chamou atenção a princípio. Pensei "Nossa, parece jogo de RPG!". A ironia (ou não... vai saber!) é que se você ouvir o álbum e imaginar lutas contra monstros, zumbis, alienígenas, robôs ou seja lá o que for que tenha invadido a Terra e transformado-a em um grande buraco escuro e levando à extinção a raça humana... Bem, você chegará a conclusão de que não é uma teoria absurda, pelo contrário... Parece mesmo uma aventura trevosa musicada (e as foderosas fotos promo desse álbum provam isso)!

Eu disse que as músicas eram dançantes. A diferença é que TODAS as músicas são dançantes (exceto a último, pois é o pronunciamento misericordioso da batalha e do campo de carnificina e do odor da morte!)... Vocais rasgados, samplers, efeitos sonoros, brutalidade eletrônica; se você ligar seu corpo junto ao play das músicas, você terá de aguentar firme e não infartar! No mínimo, Asgard é para quebrar o pé dançando ou matando algumas criaturas!

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Tracklist:
01. Fuck Off And Die
02. Viking
03. Zombie Nazi Babe
04. Dr. Fuck You
05. Cyberlady
06. Slutbutt
07. Lamia
08. Panzerfaust Tyr
09. L’etat C’est Moi
10. Asgard
11. Ich Bin Ein Gott
12. Draugr
13. Untitled (Bonus Track)

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
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Blutengel - Discografia

40 comentários
Gênero: Electrogoth, Futurepop, Darkwave, Dark Electro
País: Alemanha

Comentário: Apresenta-me um indivíduo que pire nessa bagaça de Dark Eletrônico que não goste/tenha gostado de Blutengel! Do mesmo modo, mostra-me um site de download de música dark que não tenha no mínimo um álbum da banda... É fato que todo mundo já achou/acha o Chris Pohl bonito, ou já pirou/pira nas performances que acontecem durante os shows. Até os mais “puros-sangues” possuem um passado que, em algum momento, envolveu Blutengel − que eu sei...
Não tem jeito: Blutengel é o pop, o feijão-com-arroz, o clichê o Iron Maiden do meio Dark Eletrônico!

A banda foi fundada em 1998 pelo Chris Pohl, quem teve problemas contratuais com seu antigo grupo, o tal do “Seelenkrank”. Conquanto a banda, de algum modo, tenha permanecido uns bons sei-lá-quantos-anos com a mesma formação, esta mudou bastante. Logo no início, quando Blutengel ainda era um espermatozóide caminhando para vagina do mundo, a vocalista Nina Bendigkeit foi a primeira a pedir arrego em 2000. Depois vieram as duaszinhas do Tristesse de La Lune (Katie Roloff e Gini Martin, esta última que entrou para ficar no lugar de Nina) em 2001. Em 2004, foi a vez de Eva Pölzing pedir para sair (ela havia entrado no lugar de Gini). E por último, em 2010, Constance Rudert deixou a banda para se dedicar ao seu projeto cute-cute/hellokittiano , o Cinderella Effect. Ou seja, o único sobrevivente da formação original é o próprio Chris Pohl (irônico, né?!).

A palavra “Blutengel” significa Anjo de Sangue e a característica mais marcante da banda é o embasamento vampírico das músicas, das roupas e tudo mais. E ainda adotando a concepção de que o vampiro é um ser amaldiçoado que fez um pacto com o diabo (Lúcifer). No entanto, tal pacto é visto de forma positiva (imortalidade, beleza e força) e, a partir disto, persuasiva...

Deixe-nos mudar sua vida
Você só tem que fechar seus olhos
Você verá beleza e prazer

Isso é real ou só um sonho?
Feridas que sangram, almas sem vida
Dias se passaram e não voltam
Não há nada pra se arrepender

Noites inquietantes - um pesadelo vencerá
Olhos que queimam e lábios sangrentos
Pele tão branca, veja o fato:
Vida imortal, para sempre [...]

Beauty and Delight

A sonoridade de Blutengel permanece na escuridão, onde o mais dançante e alegre tende para uma festa ala Blade II. Há o abuso de duos femininos e sobrepujantes vocais masculinos (limpos), sobreposição vocal e sonora que por vezes, para no fim encontrarem a harmonia, estão em tempos diferentes. Desta forma, a construção musical de Blutengel está nos detalhes: são tonalidades vocais mais firmes, em determinado momento, ou a breve galhofagem-solo eletrônica ou teclados, e por aí vai.

Particularmente, Blutengel teve um papel catalisador e integrante de suma importância em minha vida, em dois momentos principais: Em meados de 2007, quando ouvi pela primeira vez a banda, da qual era “classificada” como EBM/Industrial, e vendo isto comecei a procurar mais sobre esses gêneros que, até então, desconhecia. E, no final de 2008, quando, na minha ânsia por mais álbuns da banda, acabei vindo parar aqui... O resto da história você já conhece!

Obs: Para quem já tentou, sabe que o difícil não é encontrar a discografia do Blutengel, e sim encontrá-la completa. Eu realmente pesquisei muito e me baseei no site da banda para chegar até aqui; porém, se estiver faltando algum álbum, é só falar que retorno às minhas pesquisas.


domingo, 2 de dezembro de 2012
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Grausame Töchter - Mein Eigentliches Element

4 comentários
Gênero: Noise, Dark Electro (SadoMaso Music)
País: Alemanha
Ano: 2011

Comentário: Quando eu penso na famigerada fama pervertida da galera dark, da bissexualidade em "massa", das performances eróticas/pornográficas ensanguentadas feitas nas festas e nas bandas que comumente levam isso para o palco, eu penso que tudo faz sentido! E se vocês pensam que a imagem da capa do álbum sugere alguma coisa, meus queridos, vocês ainda não viram nada! Este post é para quem curte duas mulheres seminuas se pegando no palco no meio do show; aos adeptos do sexo violento e do Sadomaso Music. Portanto, tirem suas roupas de látex preto justíssimas daquele esconderijo no guarda-roupa, pois este post aqui é para derramar muita cera de vela no mamilo!

Grausame Töchter é o tipo de banda "famosa" que ninguém sabe porra nenhuma, nem se a vocalista/dançarina (Aranea Peel - a loira da foto) é mulher mesmo! Porque, convenhamos, tem fotos dela por aí que são bem masculinas, hein! Aliás, eu devo ressaltar que as fotos promo e os vídeos dos shows de Grausame Töchter geralmente são o que de mais sádico a banda tem. O próprio nome do grupo remete à violência, pois "Grausame Töchter", em tradução livre, significa "Filhas Cruéis". De resto, ao que me parece e pude perceber, o único integrante de fato da banda além de Aranea, é um DJ chamado Gregor Hennig, quem compõe a sonoridade das ideias propostas pela vocalista, ideias estas que geralmente se referem a alguma paixão de Aranea.

Seu som é o suprassumo do eletrônico, cibernético até no vocal. Verdadeira cacofonia de sintetizadores que, muito embora possua sempre vocais, nem sempre é dançante! Aliás, esse "dançante" é bem relativo, pois no mesmo álbum encontramos um Techno/EBM ("Mephisto", faixa 02) e um Trip Hop Macabro ("Beleidigte Engel", faixa 03; que eu devo ressaltar ser lindo!) e esta contradição do hard com o soft se repete outras vezes. Para mim, Mein Eigentliches Element é um álbum sutilmente perturbador, pelo simples fato de sua inconstância, indefinição a tal ponto de eu ter ouvi-lo inúmeras vezes para taggear e ainda assim sentir que não cheguei nem próximo do som real. Afinal, o que se esperar de músicas cuja autora já fez até sexo no palco na hora de cantá-las?!

P.S.: Quem upou para mim este álbum foi o Gabriel. Obrigada, Gab!

Tracklist:
01. Untergang
02. Mephisto
03. Beleidigte Engel
04. Bis das Blut Fliesst
05. Freundin
06. Wie eine Schlange
07. Liebestod
08. Drecksau
09. Mein Messer
10. Warum Nur?

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
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Heimataerde - Gottgleich

1 comentários
Gênero: Dark Electro, Techno, Darkwave, Industrial, "Medieval Electro"
País: Alemanha
Ano: 2012

Comentário: E o templário Ashlar permanece em sua dual saga de credo e sangue, dentro das histórias quase mitológicas de Heimataerde. Após o alucinante Unwesen, lançado em 2010, Ashlar nos invade a vida contando seus conflitos através de Gottgleich, lançado em junho deste ano.

Segundo o Grande Oráculo e suas ferramentas inúteis, Gottgleich significa algo como “semelhante a Deus” e eu devo ressaltar que, referente aos álbuns anteriores, este está mais... “hard”, sobretudo, por conta da inusitada adição de guitarras elétricas as quais aparecem praticamente no álbum inteiro e, em determinado momento, dão uma levada mais Metal Industrial. Do mesmo modo, em algumas músicas há um toque de levada oriental bem conveniente com a condição das Cruzadas exposta no projeto Heimataerde.

De fato, está um álbum com sonoridade um pouco estranha para quem vem acompanhando a trajetória de Ashlar, como eu. Claro, a identidade do projeto – instrumentos acústicos, flautas e os caralhos unidos a batidas alucinantes de eletrônico (as quais, confesso, parecem-me relativamente mais escassaz) – permanece e, provavelmente, este deve ser um proposital desvio musical para combinar com o andamento da historia, em si.

Neste álbum, destaca-se também a literal narração épica de Heimataerde, pois no CD 2 não há música, há narrações postas em um verdadeiro audiobook! Desta forma, para quem entende alemão, ficará encantado; para quem está estudando a língua alemã, é um ótimo exercício e, para quem, assim como eu, não sabe falar/não está estudando alemão, será 170MB ocupados no HD!

P.S.: Os outros álbuns e EP's estão aqui: Heimataerde - Discografia (com Templerblut - EP, lançado também este ano).


Tracklist:

CD 1:
01. Der Weg
02. Templerblut
03. Diese Nacht
04. Zwischen Den Sternen
05. Agnus Dei
06. Wacht Auf
07. God Rest Ye Merry Gentlemen
08. Tief In Dir
09. Outremer
10. Dein Opfer
11. Pilgerlied
12. Al Naharot Bavel
13. Allein
14. Leise Fliesst Der Ebro

CD 2:
01. Die Suche
02. Schlechte Nachrichten
03. Alagons Kastell
04. Nachttraum
05. Das Wiedersehen
06. Escatron
07. Der Feind
08. Die Kirche
09. Das Gefecht
10. Die Gabe
11. Zebaoth
12. Aufbruch

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quarta-feira, 11 de abril de 2012
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Clan of Xymox - Notes From the Underground

1 comentários

Gênero: Eletro-Goth/Darkwave
Ano: 2001
País: Holanda

Comentários: Não conheço muito do trabalho de Dostoyevsky para poder afirmar se o título do álbum tem algo a ver com a obra do romancista, mas de qualquer forma, Notes From the Underground é um trabalho que chama a atenção: precedido pelo excelente CREATURES, é um lançamento que se destaca pela sua sonoridade em particular; músicas mais melancólicas e etéreas, que casam perfeitamente com o vocal grave de Ronny Moorings, e as batidas eletrônicas que remetem a um eletro com mais influências de Industrial (o que se tornou bem mais notável nos lançamentos que se seguiram).

O ponto alto do álbum são os teclados muito bem colocados, dando um toque bastante etéreo às canções (e que aparecem bem escancarados na música que eu considero como sendo a melhor do álbum, Something Wrong). Esse tipo de som nos remete diretamente a bandas de Shoegaze e Ethereal no que diz respeito à atmosfera criada pelos efeitos dos teclados e guitarras. E, claro, o que não poderia faltar: o baixo de Mojca Zugna que, apesar de não aparecer tanto como é de costume nesse estilo, mantém a base das músicas enquanto os teclados se apoiam nas melodias principais (ressaltando como o álbum é voltado para os teclados).

As músicas mais etéreas são as que mais se destacam: Something Wrong é uma canção com melodias cativantes e envolventes- essa última característica é a que mais salta à vista. Internal Darkness chama a atenção com uma melodia tétrica e a voz grave de Moorings, que se combinam para dar coesão ao contexto da letra. Into Her Web é uma ''balada'' sem percussão e distorção, movida a pianos e ao acústico das guitarras (esta canção é a que, talvez, mais nos remete ao Shoegaze/ Ethereal). E por fim, Number One, que destila elegância com seus riffs viciantes.

Myspace//LastFM

Tracklist:

1 Innocent 5:51
2 I Want You 5:21

3 Internal Darkness 5:13
4 At Your Mercy 6:48
5 Anguish 8:55
6 Number One 5:38
7 Into Her Web 2:55
8 The Bitter Sweet 5:15
9 Liberty 5:58
10 Something Wrong 7:18
11 Mysterium 2:44
12 The Same Dream 4:22

Rapidshare//Mediafire


sábado, 7 de janeiro de 2012
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FGFC820 - Law & Ordnance

0 comentários
Gênero: Aggrotech, Dark Electro, EBM, Industrial
País: EUA
Ano: 2008

ComentárioConsiderados o resgate puro de um puta som de qualidade com letras que fazem jus à cena Industrial, FGFC820 é um projeto formado por dois Dj’s velha-guarda no meio das musiquinhas darquis eletrônicas: Rexx Arkana e Dräcos; o primeiro trabalhou nada mais nada menos com bandas como Ministry e Skinny Puppy, além de ter apadrinhado VNV Nation, Apoptygma Berzerk entre outros; o segundo trabalhou com a desconhecida Disciples of Astaroth. 

Militarismo musical e visual; com batidas agressivas, dançantes e galhofagens que se contrapõem junto a vocais rasgados, guturais e aqueles samplerzinhos para não quebrar a tradição. Há uns nuances de leveza eletrônica para incrementar − e fazer você recordar de música eletrônica de gente normal − e até mesmo um declínio terrorista na sonoridade − para fazer você lembrar que este som não é para qualquer um!

Eu devo dizer que sou muito chata para música, principalmente eletrônica e mais ainda quando se trata de Aggrotech. Gosto do que é dançante, daquilo que põe fogo em uma pista de dança anunciando o Apocalipse, do terror que me faça querer quebrar as coisas e/ou matar alguém, com letras (é, eu gosto de LETRAS mesmo... nada de samplers forever) cantadas em vocais no mínimo audíveis. Então, quando eu encontro algo desse naipe aqui, eu só falto chorar! Sendo assim, se você se identificou até aqui, pára de ser cabeçudo e me faz esse favor: Baixa isso... Sério!...

Tracklist:
01. Hello, Baghdad
02. Democracy
03. Killing Fields
04. Resolution 6
05. Ich Bin Ein Ausländer
06. Vengeance
07. Momentum
08. Resolution 7
09. Emotion
10. Forsaken
11. Not the World I Remember
12. Resolution 8
13. Dream for Tomorrow
14. The Heart of America

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Combichrist - Discografia

10 comentários
Gênero: Aggrotech, EBM, Industrial, Dark Electro
País: Noruega

Comentário: Conquanto até os dias atuais e com a explosão absurda de bandas/projetos tidos como Aggrotech/Harsh EBM/Terror EBM ou ainda Metal Agrícola (Arkangel mode: ON); os puros-sangues permanecem a negar a existência deste subgênero, chamando-o apenas de Dark Electro. O fato é que se existe Aggrotech ou não, isso não importa. Contudo, em minha opinião e na de muitos outros, uma de suas maiores expressividades mundiais se encontra neste projeto chamado Combichrist.

Vindo das frias terras do Metal Extremo e igrejas queimadas por adoradores de Satã/Odin; Combichrist foi formado em 2003 por Ole Anders Olsen, mais conhecido como Andy LaPlegua. O nome veio de uma zine de Hardcore dos anos 90 na qual Andy participava. Andy ficou conhecido, sobretudo, devido sua fundamental participação na banda Icon of Coil, na qual ele fundara primeiramente como projeto e posteriormente esta se tornara uma banda.

Combichrist já existia ideologicamente mesmo quando Andy ainda fazia parte do I.O.C.; contudo só fora assumido e modelado de fato com o lançamento do primeiro álbum, em 2003, intitulado The Joy Of Gunz. Devido a maior liberdade de Andy em poder fazer tudo o que quisesse (o que já não acontecia em sua antiga banda), este álbum já trazia um gostinho do que seria Combichrist. Os álbuns que viriam a seguir apenas reforçavam de maneira estrondosa a liberdade doentia que Andy sentiu neste projeto.

Suas músicas possuem o tom da destruição, com letras sujas sobre perspectivas anti-humanistas de tom sarcástico, irônico, em agressividade tátil e instigadora; sobre batidas eletrônicas que beiram o apocalipse. Ultraviolento e pejorativo, no sentido pornográfico e ofensivo, este é o tipo de som não recomendado para os fracos de ouvido e coração, pois não dá para ouvir com volume baixo e, mais que isso, é necessário um tremendo autocontrole para não quebrar tudo enquanto se ouve as músicas!

P.S.: O videoclipe da música Throat Full Of Glass, o qual parece um curta, do album Making Monsters, possui duas versões uma light e outra pesada; a que está como amostra é a versão pesada, porque nós do Pignes gostamos de violência cinematográfica, muito sangue falso e mulheres seminuas, peitudas e tatuadas!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011
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Blutengel - Nachtbringer

3 comentários
Gênero: Darkwave, Dark Electro
País: Alemanha
Ano: 2011

Comentário: E no dia 18 deste mês (Novembro), pela Out of Line, Blutengel lança seu segundo álbum, propriamente dito, só este ano; com oito faixas inéditas, 3 demos e uma versão ao vivo de Black Roses, isto no “CD 1”. No “CD 2”, que na verdade é baseado em um DVD, traz músicas do álbum precedente Tränenherz e alguns sucessos ao vivo, mas cá temos apenas o áudio pois somos meros mortais: (X) sem grana para comprar, ( ) sem saco para procurar na internet, (X) sem internet decente para baixar e upar. Ah, e não vale esquecer: (X) sem espaço no HD (que já extrapolou o limite do limite do limite)!...

Quando ouvi a primeira música, pensei “Pronto! Lá vem a mesmice ala Blutengel!” e já estava me preparando para fazer um verdadeiro discurso sobre a diferença entre apostar no certo e fazer sempre a mesma coisa! Contudo, devo dizer que me surpreendi... Normalmente o som de Blutengel é romântico, vampiresco e com umas batidinhas de eletrônico; o que não necessariamente implica que estes elementos sempre se misturem... O que acontece em Nachtbringer é exatamente esta mistura; com aquela velha e, agora renovada, galhofagem vocal draculesca do Chris Pohl e suas lamuriosas vocalistas secundárias, batidas sangrentas e sonoridade nobre. Enfim, Nachtbringer é dramático, sombrio e dançante!

P.S.: Discografia de Blutengel àAQUI.

Tracklist:
CD 1:
01. Nachtbringer
02. Out Of Control
03. Time (There's Nothing More)
04. Anders Sein
05. Wir Sind Die Nacht
06. Another World
07. Voices
08. Am Ziel
09. Like A Shadow (Demo 2009)
10. Color Of The Night (Demo 2009)
11. Still Standing (Demo 2009)
12. Black Roses (Live 2011)

CD 2:
01. Intro
02. The Lost Children
03. Ordinary Darkness
04. Doomsday
05. Behind The Mirror
06. Ueber Den Horizont
07. Soul Of Ice
08. Lucifer
09. Das Andere Ich
10. Die With You
11. Winter Of My Life
12. Vampire Romance
13. Ein Augenblick
14. The End
15. Bloody Pleasures
16. Bonusmaterial

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domingo, 25 de setembro de 2011
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Aesthetic Perfection - Close to Human

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Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: E.U.A.
Ano: 2005

Comentário: É, meus queridos, eu sei que vocês estavam com saudades das desgraceiras eletrônicas com todo o seu caráter homicida e estética Mortal Kombat. Então, para exorcizar um pouco esse clima pacífico que se alastrou pelo blog, venho cá com Aesthetic Perfection: projeto criado pelo produtor puta gostoso Daniel Graves em 2000. E como sina de vários artistas que desbravam as obscuras terras eletrônicas: está há anos na ativa, com pouquíssimos álbuns (neste caso, apenas três) e fazendo eternos revivais de suas músicas...

Close to Human é um álbum dualista, onde o que coexiste é a composição eletrônica para gostos de certo modo distintos: vocais rasgados, ácidos, verminosos, que nitidamente tendem para o terror, sobre uma sonoridade que recebe tanta influência de synths externos que acaba sendo "leve". Além de, em determinados momentos, as músicas adentrarem um clima mais lento, onde você jura que acabou o álbum, mas eis que repentinamente as músicas dançantes voltam, depois somem e voltam e...

Enfim, com letras que abordam o lado obscuro da mente humana e uma capa que, vá, você também achou interessante, confesse!, Close to Human é uma espécie de foda longa: no fim te deixará ofegante, mas você sempre quererá mais. Amém!

Tracklist:
01. Human
02. Architect
03.Fix
04. Relapse
05. I belong to you
06. Overcast
07. Coward
08. Surface
09. Ersatz
10. Sacrifice
11. Reset




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sábado, 13 de agosto de 2011
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Patenbrigade Wolff - Demokratischer Sektor

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Gênero: Trance, Techno, House, EBM, Industrial, Dark Electro, Aggrotech, Synthpop, Noise, Psy, e os caralhos... e...???...
Ano: 2008
País: Alemanha

Comentário: Demokratischer Sektor é um álbum deveras estranho, sobretudo, na sequência e na gororoba das músicas! Neste Setor Democrático googletradutor mode: ON da música eletrônica, cada música segue − de certa forma − um gênero eletrônico. Por exemplo, Maurerradio (Old School Retro Club Mix) tem uma batida mais EBM/Industrial; Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx já segue algo mais Aggrotech; Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds) é mais Dance/Futurepop; Demokratischer Sektor (PVD Club Remix) tende para o House/Trance/Techno, com uma sonoridade bem mais leve e dançante como aquelas que encontramos comumente em festas de música eletrônica; Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew) é mais Noise e por aí vai.

Realmente não sei se, de fato, o Patenbrigade Wolff resolveu unificar boa parte dos gêneros eletrônicos em apenas um álbum, contudo, posso afirmar que este álbum conseguiu atingir diversas preferências eletrônicas por mais antagônicas que fossem, ainda que com tão-somente uma música para cada gosto... e, claro, é bem dançante!



Tracklist: 
01. Maurerradio (Extended Version)
02. Sendersuche 1
03. Stalinallee
04. Sendersuche 2
05. Demokratischer Sektor (Blutfuss Club Remix)
06. Schusswechsel
07. Die rote Fahne faellt
08. Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew)
09. Demokratischer Sektor (PVD Club Remix)
10. Turmdrehkran (Extended Version)
11. Maurerradio (Old School Retro Club Mix)
12. Mit jedem sender informationen
13. Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds)
14. Turmdrehkran (PVD Club Remix)
15. Ostberliner Bauarbeiter (Club Mix)
16. Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx
17. Krantransport feat. Sarah Noxx
18. Schadenshoehe unbekannt
19. Karl Eduard von Schnitzler
20. Maurerradio (Remix by leserotique)




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sábado, 18 de junho de 2011
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Heimataerde - Discografia

7 comentários
Gênero: Dark Electro/Industrial/Techno/uma pitadinha de EBM/o tal do Medieval Electro
País: Alemanha

Comentário (explicativo): Finalmente, após quase um ano, consegui upar o restante dos álbuns de Heimataerde. No entanto, não senti necessidade em refazer a resenha, pois (quiçá, por uma questão de sequência pela própria história do projeto, como vocês já sabem) os álbuns permanecem de certo modo "retilíneos". 

Comentário (original): Puta responsa falar sobre Heimataerde, pois a criação deste projeto envolve toda uma historinha e um álbum é ligado ao outro. Claro, essa “complexidade” é um dos principais atrativos de Heimataerde, sem superar – óbvio! – a sonoridade simplesmente fodástica desse tal de “Medieval Electro”!

Então, o projeto surgiu em 2004 com um carinha bizarro por trás, chamado DJ Ash. O que mais gosto nesses seres medonhos é que eles costumam ser “transgressores”, é o caso do DJ Ash: um cara estranho, porém genial! Adepto da experimentalização, usou instrumentos acústicos “tradicionais”, corais religiosos, uivos, batidas fortes, vocais lindíssimos e tudo mais – além de um latim chulo, em algumas músicas – para compor a materialização da história que vem por trás do projeto: Um templário, chamado Ashlar, que questiona as razões das Cruzadas e acaba virando um vampiro e é, na tentativa de recuperar a sua fé, que os álbuns de Heimataerde se desenvolvem. Por exemplo:

Under ter Linden é a canção mais famosa de Walther Von der Vogelweides (poeta “austríaco”), é um dos maiores proponentes do ideal cortês que consistia na proibição do amor carnal entre damas e cavaleiros. Maria (Anna Maria Straatmann, do Massiv in Mensch, faz a voz dela no álbum) e Ashlar não concordavam com isso e, desde que Ashlar se tornou um vampiro, isto terminou com um sangrento abraço em Gotteskrieger (1º álbum), que empurrou a angelical Maria para a semi escuridão da imortalidade.
Resumindo: simplesmente FODA!


terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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Funker Vogt - Navigator

1 comentários
Gênero: EBM/Industrial/Futurepop
Ano: 2005
País: Alemanha

Comentário: E quem diria que artigos acadêmicos pudessem nos oferecer novidades musicais, hein?! Conheci a banda após ler o artigo Visões obscuras do underground: Hackers e Rivetheads – O cyberpunk como subcultura híbrida (Adriana Amaral), nele, a autora cita algumas bandas e dentre estas estava o Funker Vogt!

Então, a banda foi formada em 1995 por Jens Kästel (vocais) e Gerrit Thomas (sintetizadores). Depois vieram outros membros e, embora a banda ainda esteja em atividade, já não possui sua formação original; inclusive, no final do ano passado, o compositor da banda (Kai Schmidt) caiu fora.

O nome seria algo como "Operador de rádio Vogt". Vogt é o sobrenome de um amigo da banda que foi um operador de rádio militar. Militarismo, este, que não foi posto apenas no nome da banda como uma alusão, porém, também, em todo o resto: em sua performance, em suas roupas e, principalmente, nas letras das músicas.

O som de Navigator é leve, "limpo" e muito cibernético e pirante, com vocais e efeitos quase de ficção científica.


Tracklist:
01. Killing Ground
02. Fallen Hero
03. No Tomorrow
04. Friendly Fire
05. Navigator
06. House of Sorrows
07. Thoughts of a Soldier
08. Stronghold
09. Starfighters
10. Reject
11. The End
12. Fur Dich
13. Vorwarts



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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
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E Nomine - Das Testament

1 comentários
Gênero: Techno/Trance/Dark Electro/o tal do "Monumental Dance"
Ano: 1999
País: Alemanha
Comentário: Para expurgar essa energia pagã impregnada no blog e remanescente do Tr00 Day, eis: E Nomine.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAmém!

Projeto fundado em 1999 pelos produtores Christian Weller e Friedrich "Fritz" Graner, traz aquilo que eles chamam de "Monumental Dance", o qual seria uma mistura de elementos orquestrais, cantos gregorianos e uma batida de Techno e Trance em cima.

O nome "E Nomine" é um jogo de palavras que usa a expressão latina "In Nomine" (que significa "em nome de") com a palavra "ex" (que significa "fora" ou "de dentro para fora"). No caso, "e" seria o contrário de "in", logo, entende-se que E Nomine é o oposto de In Nomine.

Outra curiosidade sobre o projeto é que não há vocalista. As vozes do coral e solos vocais são retirados de trechos de filmes estrangeiros em versões alemães e depois sintetizados. Contudo, nos shows, quem assume o microfone, para fazer os solos vocais, é o cantor Senad Feurzkelper Giccic.

"Das Testament" é o primeiro álbum do projeto e conta com 14 faixas cujas letras são feitas de trechos da Bíblia, tanto do novo quanto do velho testamento, sem nenhuma modificação. Por exemplo: Vater Unser = Pai Nosso (música, esta, que fez parte da trilha sonora da novela "O Beijo do Vampiro" - CREDO!); Psalm 23 = Salmo 23.
Muito embora boa parte da galera que leu o comentário até aqui, esteja pensando que E Nomine é voltado à religião cristã; esta está muito enganada, pois E Nomine tem, sim, em sua essência o sacro, o místico, porém, de forma mais abrangente.

Atualmente, E Nomine permanece em estado vegetativo: em standbye desde 2007, sem perspectiva alguma de voltar!
Então, por hora, deixo a música para os cristãos germanófilos, e aos demais que não se converterem ao sacro dançante:

QUEIMEM NO INFERNO, PECADORES!

Tracklist:
01. Am Anfang War Die Schöpfung
02. Vater Unser
03. E Nomine (Pontius Pilatus)
04. Die 10 Gebote
05. Das Abendmahl
06. Die Sintflut
07. Himmel & Hölle
08. Der Fürst Der Finsternis
09. Bibelworte Des Allmächtigen
10. Die Posaunen Von Jericho
11. Ave Maria
12. Psalm 23
13. Hallelujah
14. Gott Tanzte



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sábado, 2 de outubro de 2010
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Stahlfrequenz - Coma Themes

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Gênero: Rhythm 'n' Noise, Industrial
Ano: 2006
País: Alemanha
Comentário: Stahlfrequenz (que significa mais ou menos 'frequência do aço'), é um projeto de Rhythm 'n' Noise alemão fundado por Markus Houben e Klaus Richter em 2002.
O projeto se faz uso de discursos e sons de instalações industriais (de indústria mesmo, não o estilo :p), 'metálicos', porém de forma muito harmoniosa e agressiva musicalmente falando.

Recomendo, baixem! u.u

Destaque para a faixa First Nightmare

Post original: ??? - Restaurado por: Damien

Tracklist:
01 ATC
02 Black Horizon
03 Toxic Bodies
04 Massenwahn
05 El Raja
06 Prozedur Abwärts
07 First Nightmare
08 Access Denied
09 Schalltherapie
10 Baikonur
11 Dunkelkammer
12 Maschinenwelten
13 Suduva
14 Maschinenwelten (Noisuf-X Remix)
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sábado, 18 de setembro de 2010
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The Birthday Massacre - Pins And Needles

3 comentários
Gênero: Industrial, Gothic Rock
País: Canadá
Ano: 2010

Comentário: The Birthday Massacre é uma banda de synth rock e industrial de Toronto, Canadá formada em 1999. A sonoridade mescla guitarras pesadas e elementos eletrônicos que lembram os anos 80, e junto aos vocais sussurrantes e suaves, fazem dessa banda uma das mais inovadoras da atualidade. Pins And Needles, é um grande álbum e já é um dos meus favoritos de 2010, melodias doces, suaves, porém único e mantendo sua sonoridade melancólica. A capa como sempre lindíssima, só faz aumentar ainda mais a curiosidade em ouvir o álbum. Acredito que Pins And Needles seja um álbum mais sombrio embora mais acessível, por ser extremamente melódico, mostrando aqui estar amadurecido e certamente inesquecível! Destaques para: "Sideways", "Pale", "In The Dark" (claro!), "Pins And Needles", etc...(esse "etc" quer dizer o álbum inteiro).

Myspace

Tracklist:
1. In the Dark
2. Always
3. Pale
4. Control
5. Shallow Grave
6. Sideways
7. Midnight
8. Pins and Needles
9. Two Hearts
10. Sleepwalking
11. Secret

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domingo, 22 de agosto de 2010
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Bodycall - Discografia

2 comentários
Gênero: Aggrotech/Dark Electro/Industrial/Synth Pop
País: Polônia/Irlanda

Comentário: Bodycall é a banda mais nova que conheci desse meio dark-eletrônico, e foi amor à primeira ouvida! Acredito que o tempo que ficarei aqui no blog provavelmente um tempo bem curto, este será um dos melhores – senão o melhor – posts que fiz/farei, pois não só a sonoridade é linda, dançante e viciante – algo que eu buscava há tempos –, porém a ideologia por trás da banda também, algo voltado – na sua essência – à contra-cultura do Industrial, tanto é que o que escreverei aqui foi baseado no site da banda e, sobretudo, todos os álbuns foram tirados de lá (algo que não é tããããããão comum assim, pois uma galera aí só disponibiliza para download algumas faixas de seus álbuns). Algo que Milton Santos falava sobre você usar o sistema contra o próprio sistema. Enfim, deixemos o papo “rebelião politizada” para lá e vamos ao que interessa...

“Bodycall” foi um nome inventado como uma referência à cultura pop com a sua pré-fabricada, de plástico e santos cultos à beleza padronizada. As letras retratam, de forma crítica, as patologias da sociedade consumista contemporânea (crescente desigualdade social, a comercialização de tudo, normas opressivas sobre o corpo, etc.), exposição da loucura dos sistemas totalitários e ideologias, e também com os temas habituais humorísticos reservados à cena Dark.

A banda foi formada em 2002, na Polônia (Hoje, eles estão na Irlanda), por dois caras: Andie (o único que mostra a cara) e Voy – são os únicos que permanecem no grupo até hoje. Ambos carregavam experiências significativas (de uns 10 anos) no meio Underground. Andie já havia tocado guitarra em bandas de Metal e Hardcore Techno, onde foi DJ e produtor. Voy fez vários vocais em Death/ Thrash Metal e Punk/HC. Além de vários projetos caóticos os quais participavam, como o projeto de grindcore “Extorted Vomit”. Com essa bagagem e mais inspirações, veio o primeiro material deles, “Somatic Turn”, em 2003, uma demo com 11 faixas, com vocais duros e alguns tons sinistros e até uma auto-ironia ao Synth Pop oitentista.

A banda permaneceu em standby de 2004 à 2008, até lançar o EP intitulado “Merchanically Recovered Meat”, em Janeiro de 2009. Este EP agregava parte do primeiro álbum e vinha com novas músicas, variava de Dark Electro a Aggrotech e alguma coisa de Synth Pop. Ainda em 2009, lançaram o álbum “States of Exception” o qual ia de Dark Electro a Aggrotech, com vocais mais rasgados. E, por fim, este ano (2010) lançaram, em Março, “Reiteration”, desta vez indo ao extremo com um som totalmente caótico, vocais limpos, rasgados, gritados, distorcidos e os caralhos.

Costumo dizer que Bodycall é a banda para a destruição; é quando você atinge o ápice e transcende com violência. Se o mundo acabar em 2012, deveria acabar ao som de Bodycall!




Reiteration (2010)

Tracklist:
01. Naked Life (Biometric Mix)
02. My War (Version 5)
03. Disintegration (Chaos Mix)
04. Dancing in the Dark (Cold Mix)
05. My War
06. Reiteration




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States of Exception (2009)


Tracklist:

01. Revolution at Your Gates
02. Disintegration (Factory Mix)*
03. Naked Life
04. Disintegration
05. Electro Havoc




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Mechanically Recovered Meat (EP - 2009)

Tracklist:
01. Beyond Control (Comatose Mix 2009)
02. Disciples of Hedone (Club Mix)*
03. You and Me (Recovery Mix)
04. Fools' Paradise (Too Disco Mix)
05. Fools' Paradise (Harsh Mix)



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Somatic Turn (2003)


Tracklist:
01. We are the Crowd
02. Hate Me
03. On and On
04. You and Me
05. Bodycall Again
06. Minor Immortality
07. Fools' Paradise
08. Dancing in the Dark
09. Beyond Control
10. Disciples of Hedone
11. You and Me (Club Version)




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sexta-feira, 25 de junho de 2010
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Switchblade Symphony - Serpentine Gallery (Deluxe Edition) 2 CDs

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Gênero: Darkwave, Dark Eletro, Gothic Rock
País: USA
Ano: 1995

Comentário: Som muito bom e envolvente, segue abaixo a resenha original:
"
Para a tristeza do Forba (:P) e minha alegria, um post de uma grande banda de darkwave da safra dos anos 90. Estava sentindo muita falta de darkwave aqui no blog e nada mais justo voltar a postar tal estilo com uma banda que mescla bem elementos oriundos da 'old school' (xD) do pós-punk com os elementos mais recentes, com pegadas mais eletrônicas...
Bem, não há muito o que falar da banda, a não ser que este trabalho é o melhor da mesma.
Músicas como 'Clown' e 'Dissolve' são velhas conhecidas de qualquer amante do darkwave que se preze.
Porém, o que chama mais a atenção neste trabalho é a atmosfera sombria imputada não pelos baixos, sintetizadores, guitarras e sim, pela voz maravilhosamente estranha de Tina Root. Vocal esse que por sinal era mixado por ninguém mais ninguém menos que Nina Hagen...
Infelizmente a banda teve uma vida curta. Sendo criada em 1989, dissolveu-se em 1998.

Bem, não tenho mais o que dizer. Para quem gosta, é uma ótima pedida. Logo, baixem sem medo de serem felizes. =)
"

Tracklist:
1. Bad Trash
2. Dissolve
3. Wall Flower
4. Wrecking Yard
5. Clown
6. Cocoon
7. Doll House
8. Sweet
9. Gutter Glitter
10. Mine Eyes
11. Bloody Knuckles

2005 Re-release Bonus Disc Track Listing:
"Waiting Room"
"Chain"
"Rain"
"Numb"
"Ride"
"Novocaine"
"Wrecking Yard"
"Sweet" (Burning Mix)
"Blue"

Live 105 Radio Interview
sexta-feira, 18 de junho de 2010
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The Crüxshadows - Frozen Embers

0 comentários
Gênero: Darkwave, ElektroGoth
País: Florida, EUA
Ano: 2004

Comentário: The Cruxshadows é uma popular banda norte-americana de Darkwave, embora muitos fãs a classifiquem como sendo um banda que segue o estilo Electrogótico , um mix de música eletrônica razoavelmente dançante , porém com letras e sons pesadamente góticos.
Frozen Embers é um EP da banda, lançado em 2004, que tem algumas das melhores músicas até à data. Destaque para DanceFloor Metaphor, que vai colocar todo o mundo dançando [ou tentando né xD].
Atendendo ao pedido do Alx \o

Tracklist:
1. Winter Born (This Sacrifice) 6:24
2. Dance Floor Metaphor 5:25
3. Return (Coming Home - Dreamside Remix Part I) 4:36
4. Return (Coming Home - Dreamside Remix Part II) 3:22
5. Seraph (Revox Lost Souls Mix) 5:55
6. Winter Born (This Sacrifice - Club/Radio Edit) 5:14
7. Go Away (Future Bible Heroes Remix) 7:47
8. Sinking 4:40
9. Return (Coming Home - Assemblage 23 Remix) 5:24
10. Winter Born (This Sacrifice - Sacrificial Acoustic Version) 5:04
11. Return (Coming Home - Tenebrous Remix) 5:06
12. Return (Coming Home - Dj Ian Fford 555 Remix) 5:57
13. Deception (Original English Version)
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Quem escreve e faz os uploads:

 
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