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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
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Soulfly - Primitive

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Gênero: Nu Metal / Thrash Metal
País: Brasil / EUA
Ano: 2000

Comentário: Soulfly dispensa apresentações, banda criada pelo Max após sair do Sepultura. Bem, eu realmente adoro a banda, mesmo não estando tão ligado nesses últimos trabalhos por gosto mesmo, mas os primeiros trabalhos da banda me fascinam.

Escolhi o “Primitive”, primeiro por adorar a sonoridade crua e a temática do álbum, vejo muito de influências tribais, africanas e nordestinas no álbum, isso realmente me agrada. Segundo pelo dia de hoje, 13, ser aniversário do cara que mandou eu ouvir o álbum (e mais uma porrada de coisa que esporadicamente vou postando aqui), então, resolvi sentar e fazer essa resenha – mesmo que não me sinta totalmente apto para resenhá-lo, aqui estou fazendo. Parabéns ae Gud!

Então, Back To The Primitive funciona como um prelúdio para o restante do álbum, dando a prévia da temática e sonoridade da banda. O berimbau de início da música mais os gritos do Max são o começo ideal para o álbum: pesado e pulsante; visceral. Não poderia ter outra música para abrir o “Primitive”, se não fosse essa volta ao primitivismo, com bastante percussão e bateria marcante.

Pain conta com um dos melhores vocais do Max no álbum, com uma batida quase em loop, além é claro da participação do Chino Moreno, vocalista do Deftones (que dá todo um diferencial na faixa) e do Grady Avenell, do Will Haven. Bring It é porradera pura, não dá pra descrever em outra palavra. É porrada no melhor estilo que o Max pode oferecer, seguida de um pedaço de calmaria no meio da faixa, só pra atenuar. E mais porrada, mais bateria e gritos do Max, mais do que o melhor do álbum pode oferecer.

O álbum é bastante coeso entre si, as faixas combinam-se e todas enaltecem a estética característica dos primeiros trabalhos do Soulfly. Jumpdafuck conta com participação do Corey Taylor, aliás, em participações o álbum é recheado de nomes do nicho musical do Soulfly – e é um álbum incrível também por isso, pois as participações fazem diferença para as faixas, o Corey aqui, por exemplo, dialoga muito bem com o Max, mesclando sua voz em calmaria com a brutalidade que o Max impõe a faixa: uma das melhores e mais coesas participações do álbum, além do que, antes o fim, o Corey aparece em seu vocal rasgado também, imperdível.

Mulambo é uma das minhas faixas preferidas do álbum. Muito do tribal do álbum, além do Max cantar em português (sim, eu vejo isso como um bônus na faixa). À faixa me remete – tematicamente – a Nação Zumbi, mas com a pegada do Soulfly e bastante percussão, até porque o álbum pede isso.

Pulando um pouco, vamos pra Terrorist, com participação do Tom Araya. A faixa já abre com uma das melhores percussões tribais do álbum e a participação do Tom, que mesmo que não fizesse muita coisa, o que não é o caso, já seria fodalizante pra faixa. Porque ele é o Tom Araya e eu simplesmente não consigo desgostar de nada que ele participa, até porque eu acho que não tem como. Não, nem tem.

O álbum conta ainda com mais algumas faixas, uns lives e uns bônus, mas para terminar vou falar de Soulfly II e o quanto essa faixa me agrada sem destoar do álbum. É de longe mais tribal do álbum e a mais branda, de fato. Eu que sou viciado pra caramba com percussões desse tipo não consigo ouvir a faixa uma vez só, fora que ela mescla muitos elementos e eu fico tentando pescar todos, mas como disse, não me sinto apto para julgar totalmente o álbum, não sou imparcial. Todavia, essa faixa, creio eu, deveria requerer uma atenção especial – estética e tematicamente para o álbum é uma das mais valiosas.

Ah, ouçam também Tribe (live) que abre em referência clara a Zumbi e sua Nação. 



Tracklist:
01. Back To The Primitive
02. Pain
03. Bring It
04. Jumpdafuckup
05. Mulambo
06. Son Song
07. Boom
08. Terrorist
09. The Prophet
10. Soulfly II
11. In Memory Of...
12. Fly High
13. Eye For An Eye
14. Tribe
15. Soulfire
16. Soulfly (Universal Spirit Mix)

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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Sepultura - Roots

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Gênero: Death Metal / World Music / Nu Metal / Thrash Metal
País: Brasil
Ano: 1996

ComentárioGlobal Metal, documentário dirigido por Scot McFadyen e Sam Dunn, é um retrato didático e contemplativo da hegemonia mundial do gênero por todo globo. Através deste exímio trabalho descobrimos a existência de cenas em lugares inóspitos como na Índia, Indonésia e Israel, países estes cuja cultura local interfere, mas ao mesmo tempo acrescenta diversidade sonora de inúmeras bandas locais que sobrevivem no underground graças à um público devoto e seleto. Mas porque fazer menção a este trabalho já que o objetivo, como o título entrega, é falar sobre Roots do Sepultura? Simples: o filme realizado em 2008 inicia justamente no Brasil tendo como foco o legado deixado pelo álbum e o seu efeito mundo afora.

Lançado em 1996, Roots é de longe o mais ousado disco dos brasileiros do Sepultura. Max durante entrevista presente em Global Metal justifica essa ousadia dizendo que não há necessidade de se copiar a estética sonora gringa, pois existe no meu próprio país uma identidade cultural enorme e de alguma forma posso e tenho que expor este legado agregado ao meu trabalho. E é justamente esta herança o diferencial deste clássico.

Produzido por Ross Robinson e a própria banda, o disco traz à tona elementos já tradicionais ao grupo como as sonoridades tharsh, death, mas agora acrescida de muita brasilidade. Para tanto, o hoje malfadado Carlinhos Brown foi a peça crucial neste processo. Responsável pela parte percussiva do álbum, ele agregou ainda outros instrumentos nacionais como o berimbau e o timbau, recursos este que adicionaram ainda mais peso a música do Sepultura. Imagine uma canção/hino como "Ratamahatta" sem estes elementos? Impossível. Não obstante, para ainda mais se aprofundar em nossas raízes o grupo passou dias como os índios Xavantes, no Mato Grosso do Sul. A convivência gerou não só uma nova visão de mundo como também a faixa instrumental "Itsári" gravada junto a tribo.

Mas não é só no campo sonoro a grande diferença visível neste disco. Nas letras a herança punk de Max Cavalera ainda predomina ("Attitude", "Spit" são bons exemplos), porém agora há espaço para abordar nossas origens indígenas associado ao passado sangrento desta era como visualizamos na pungente canção de abertura "Roots bloody roots".

Voltando a sonoridade é admirável o encontro promovido na faixa "Lookaway". Nu metal na essência, gênero que aliás ainda engatinhava, a faixa tem guitarras em afinação baixa, arrastada e conta com Jonathan Davis (Korn) e o mestre Mike Patton (Faith No More) nos vocais, criatura e criador respectivamente.  

Infelizmente este é o último disco com a formação clássica da banda. Após o fim da turnê Max abandonou a banda, após homéricas brigas entre os integrantes. Ele formaria anos mais tarde o elogiado Soulfly e retomaria a parceira com seu o irmão no Cavalera Conspiracy. O Sepultura mudou substancialmente a formação e nunca mais seria o mesmo.  Porém, o estrago já estava feito.

P.S. Esta edição contém como duas bônus tracks duas: as covers de  "Procreation (of the wicked)" do Celtic Frost e "Symptom of the universe" do Black Sabbath.


Tracklist:

01 - Roots bloody roots
02 - Attitude
03 - Cut - Throat
04 - Ratamahatta
05 - Breed apart
06 - Straighthate
07 - Spit
08 - Lookaway
09 - Dusted
10 - Born Stubborn
11 - Jasco
12 - Itsári
13 - Ambush
14 - Endagered species
15 - Dictatorshit / Canyon Jam (hidden track)
16 - Procreation (of the wicked) - Celtic Frost cover
17 - Symptom of the universe - Black Sabbath Cover

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
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Ektomorf - Redemption

4 comentários

Gênero: Thrash Metal / Groove Metal / Nu Metal / Modern Metal
País: Hungria
Ano: 2010

Comentário: Um dos grandes lançamentos de 2010 que faz falta aqui no Pignes é "Redemption" da banda Ektomorf.

Já temos aqui um post do álbum "What Doesn't Kill Me" que apresenta a banda, que faz um Groove Metal pesadão, muito comparado com Sepultura e Soulfly. "Redemption" não é lá um álbum de imenso destaque dentro de seu cenário... Se assemelha com os trabalhos de outras bandas, inclusive do próprio Ektomorf, mas não deixa de ser destaque, e uma grande pedida para os fãs do Heavy Metal.

Guitarras cadenciadas e o vocal extremamente agressivo de Zoltán Farkas fazem o som do Ektomorf, pesado, agressivo, mas bem trabalhado, intenso, melódico e, é claro, cheio de groove.

O álbum conta com a presença mais do que especial de Danko Jones na faixa "One".

E em fevereiro sai um álbum acústico da banda Ektomorf. Isso mesmo, acústico. Pelo visto, vai ficar muito legal.



Site Oficial || MySpace 


Tracklist:
01. Last Fight
02. Redemption
03. I’m In Hate
04. God Will Cut You Down
05. Stay Away
06. Never Should
07. Sea Of My Misery
08. The One
09. Revolution
10. Cigany
11. Stigmatized
12. Anger



Download:
(82mb, 320kbps)
Mega || 4shared
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Korn - The Path Of Totality

3 comentários
Gênero: Nu Metal, Dubstep
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Korn é uma banda norte americana, formada em 1993, são conhecidos como um dos precursores do Nu Metal. Particularmente, não sou um fã de Korn, nunca gostei, mas há alguns dias eu ouvi o segundo single desse novo álbum, “Narcissistic Cannibal”, e achei incrível. "The Path Of Totality" é o décimo disco de estúdio da banda, que foi produzido por vários DJ’s da cena Dubstep, Drum and Bass, Electro House, etc., o que deu uma nova cara ao som da banda, trazendo mais elementos eletrônicos, o que foi uma jogada inteligentíssima, já que sua música estava saturada o gênero Nu Metal não é mais tão popular.

O disco dividiu opiniões por parte da critica, recebendo positivas de publicações como a Spin Magazine e Revolver, que classificou o disco como “álbum do ano”, por outro lado recebeu criticas negativas da BBC por exemplo. O fato é que “The Path Of Totality” é um disco completamente diferente de tudo que o Korn já lançou e vale a pena ser ouvido, tirem suas próprias conclusões.


MySpace

Site Oficial

Tracklist:
1. Chaos Lives In Everything
2. Kill Mercy Within
3. My Wall
4. Narcissistic Cannibal
5. Iluminati
6. Burn The Obedient
7. Sanctuary
8. Let's Go
9. Get Up!
10. Way Too Far
11. Bleeding Out
12. Fuels The Comedy
13. Tension

Download:

Bayfiles

MediaFire


sábado, 19 de novembro de 2011
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Disturbed - Discografia

4 comentários

Gênero: Alternative/Heavy/Nu Metal
País: Estados Unidos
Periodo de Atividade: 1996-2011 (em hiato)

Comentário: Surgida em 1996 junto com uma leva de bandas que carregavam o rotulo de Alternative Metal, a banda se destacava das demais por ter uma sonoridade mais sombria, agressiva e pesada, com destaque para o vocal raivoso de David Draiman e seus gritos, que viraram marca registrada. Mas foi só no início dos anos 2000 com o lançamento do álbum “The Sickness” e com o single "Down with the Sickness" e seu famoso “oo-ah-ah-ah-ah”, é que conseguem maior reconhecimento, então dai pra frente decoloram, emplacando hits, botando álbuns atrás de álbuns no topo das paradas, o Disturbed conseguiu assim consolidar seu trabalho no cenário do Metal mundial e hoje goza de um estável sucesso e uma legião de fãs fieis em todo mundo.

A banda inicialmente se chamava Brawl, mas depois da entrada de Dramian em 1996, ele resolveu mudar o nome para Disturbed, que é a mente criativa por trás da banda, escrevendo praticamente todas as canções, abordando as mais diversas temáticas, mas sempre de um ponto de vista pessoal. Dramian é filho de pais judeus ortodoxos, e foi uma criança muito rebelde, sendo transferido de escola várias vezes por indisciplina, e parece que o seu comportamento rebelde também rendeu abusos por parte dos sues pais. Aos 16 anos sua namorada comete suicídio, o que serviu de inspiração para escrever a canção: "Inside the Fire", do álbum “Indestructible”. Creio que a conturbada infância e adolescência de Dramian fazem com ele use suas canções como válvula de escape para sentimentos reprimidos, e nas suas interpretações ele consegue transmitir todos esses sentimentos e emoções ao ouvinte, de maneira bem intensa, que na sua maioria são de raiva, revolta, e indignação. Isso é pra mim um dos maiores atrativos da banda.

Em 2000 a banda lança seu primeiro álbum, “The Sickness”, que é o considerado o mais pesado e sombrio da banda, também é o álbum que a banda mais usa elementos eletrônicos, característica essa que deixada mais de lado nos trabalhos posteriores. O álbum chegou ao número 29 na Billboard 200 e vendeu mais de 4 milhões de copias nos estados unidos desde o seu lançamento e contém a faixa "Down with the Sickness", música de maior sucesso do disco, que estava na trilha sonora do filme “A Rainha dos Condenados”.

No ano seguinte lançam “Believe” que comparado com o trabalho anterior apresenta menos peso, e apresenta um ar mais melódico. As temáticas das canções ganham uma abordagem mais religiosa, espiritualista e reflexiva, inspiração vinda do ataque às torres gêmeas em 2001 e a morte do avô de Dramian. O álbum conseguiu o primeiro lugar na Billboard 200.

Em 2005 lançam o álbum “Ten Thousand Fists” que também alcança o primeiro lugar na Billboard 200. A banda já possui bastante prestigio, sendo uma das atrações principais do Ozzyfest 2006. Quanto à sonoridade, os caras retomam novamente o peso e agressividade característica, mas com um diferencial, são adicionados solos de guitarra as canções, o que não havia nos álbuns anteriores.

“Indestructible” é lançado em 2007 e como os seus dois antecessores também alcança o primeiro lugar na Billboard 200. A banda continua com sonoridade pesada, mas dessa vez flertando mais com o Hard Rock e Heavy Metal.

Então em 2010 é lançado o álbum “Asylum”, e aqui temos a mesma formula usada nos álbuns anteriores, principalmente no “Indestructible”, mas dessa vez tudo parece mais fluido e coeso, e podemos perceber claramente uma sonoridade mais madura que nos álbuns anteriores. “Asylum” foi o quarto álbum consecutivo da banda a alcançar o primeiro lugar na Billboard 200, o que antes só havia sido conseguido pelo Metallica e Dave Matthews Band. No mesmo ano em comemoração aos 10 anos de lançamento do álbum “The Sickness” eles o remasterizam, e o re-lançam em uma versão que inclui B-sides.

Então depois de 15, bem sucedidos, anos na ativa os caras resolveram dar uma parada nas suas atividades e já anunciaram que vão entrar em hiato por tempo indeterminado. Os integrantes alegam motivos pessoais para a pausa no trabalho. E recentemente Dan Donegan, guitarrista da banda, deu a seguinte declaração a Billboard.com:

     “Eu não sei se serão seis meses ou seis anos ou mais do que isso. Eu realmente não sei. Então é um pouco assustador para eu pensar sobre isso: ‘E se a gente não voltar? Essa parte realmente me incomoda. Nós sentimos muita falta e queremos fazer tudo novamente. E, não porque um cara simplesmente alguém diz: ‘Ei, eu realmente sinto falta disso …’ “ 

    “Minhas esperanças estão nisso: ‘Se ficarmos longe tempo suficiente, nós vamos querer isso e muito mais (referindo-se ao retorno da banda). Eu gosto de pensar que, no tanto de coisas que fizemos juntos e como foi boa a química na banda – espero que mais cedo ou mais tarde – a gente de repente fale: ‘Cara, nós estamos sentindo muita falta. Queremos voltar lá’. Ficarei surpreso se isso não acontecer.”

Porém antes de encerarem suas atividades, eles resolveram lançar um álbum de despedida (?), uma compilação de B-Sides, que segundo Donegam é: "Um monte de nossas músicas favoritas foram deixadas de lado em nossos álbuns com o propósito de esperar que veria a luz do dia." O álbum intitulado “The Lost Children”, com certeza é um registro memorável e contém a essência da banda, sendo que irá agradar facilmente qualquer fã de carteirinha e até ser um deleite para aqueles que ainda não experimentaram da sonoridade.

O álbum contém 16 faixas, que por ser de momentos distintos da banda, não apresentam muita coesão entre si, deixando o álbum mais com um aspecto de Greatest Hits, contando com dois covers muito bacanas de “Midlife Crisis” do Faith No More’s e Living After Midnight do Judas Priest.

[Site/MySpace/LastFM]

Releases:

Álbum: The Sickness
Ano: 2000

Tracklist:

1.Voices - (3:11)
2.The Game - (3:47)
3.Stupify - (4:34)
4.Down With the Sickness - (4:38)
5.Violence Fetish - (3:24)
6.Fear - (3:46)
7.Numb - (3:44)
8.Want - (3:52)
9.Conflict - (4:35)
10.Shout 2000 - (4:17)
11.Droppin” Plates - (3:49)
12.Meaning of Life - (4:02)

Megaupload/Mediafire/Já postado aqui



Álbum: Believe
Ano: 2002


Tracklist:

1.Prayer - (3:41)
2.Liberate - (3:30)
3.Awaken - (4:29)
4.Believe - (4:27)
5.Remember - (4:11)
6.Intoxication - (3:14)
7.Rise - (3:57)
8.Mistress - (3:36)
9.Breathe - (4:21)
10.Bound - (3:53)
11.Devour - (3:52)
12.Darkness - (3:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Ten Thousand Fists
Ano: 2005


Tracklist:

1.Ten Thousand Fists - (3:33)
2.Just Stop - (3:46)
3.Guarded - (3:22)
4.Deify - (4:18)
5.Stricken - (4:07)
6.I'm Alive - (4:41)
7.Sons of Plunder - (3:50)
8.Overburdened - (5:59)
9.Decadence - (3:26)
10.Forgiven - (4:14)
11.Land of Confusion - (4:49)
12.Sacred Lie - (3:07)
13.Pain Redefined - (4:09)
14.Avarice - (2:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared





  Álbum: Indestructible
Ano: 2008


Tracklist:


1.Indestructible - (4:37)
2.Inside the Fire - (3:50)
3.Deceiver - (3:48)
4.The Night - (4:45)
5.Perfect Insanity - (3:55)
6.Haunted - (4:41)
7.Enough - (4:19)
8.The Curse - (3:24)
9.Torn - (4:08)
10.Criminal - (4:15)
11.Divide - (3:35)
12.Façade - (3:46)

Megaupload/Mediafire/4Shared/Já postado aqui





Álbum: Asylum
Ano: 2010


Tracklist:

1.Remnants - (2:43)
2.Asylum - (4:36)
3.The Infection - (4:08)
4.Warrior - (3:24)
5.Another Way To Die - (4:13)
6.Never Again - (3:33)
7.The Animal - (4:13)
8.Crucified - (4:36)
9.Serpentine - (4:09)
10.My Child - (3:18)
11.Sacrifice - (4:00)
12.Innocence - (4:31)
13.I Still Haven't Found What I'm Looking For - (5:28)
14.Down With the Sickness (Live) - (5:55)
15.Stricken (Live) - (4:17)

Megaupload/Mediafire/4Shared







 Álbum: The Sickness 10th Anniversary Edition
Ano: 2010


Tracklist:

1.Voices - (3:11)
2.The Game - (3:47)
3.Stupify - (4:34)
4.Down With the Sickness - (4:38)
5.Violence Fetish - (3:24)
6.Fear - (3:46)
7.Numb - (3:44)
8.Want - (3:52)
9.Conflict - (4:35)
10.Shout 2000 - (4:17)
11.Droppin” Plates - (3:49)
12.Meaning of Life - (4:02)
13.God Of The Mind - (3:05)
14.A Welcome Burden - (3:31)

Megaupload/Mediafire/4Shared




 Álbum: The Lost Children
Ano: 2011


Tracklist:

1.Hell - (4:15)
2.A Welcome Burden - (3:31)
3.This Moment - (3:05)
4.Old Friend - (3:35)
5.Monster - (4:04)
6.Run - (3:12)
7.Leave It Alone - (4:06)
8.Two Worlds - (3:30)
9.God Of The Mind - (3:04)
10.Sickened  - (3:58)
11.Mine - (5:04)
12.Parasite - (3:23)
13.Dehumanized - (3:32)
14.3 - (4:01)
15.Midlife Crisis - (4:03)
16.Living After Midnight - (4:25)

Megaupload/Mediafire/4Shared



sábado, 29 de outubro de 2011
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Rodox - Discografia

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Gênero: Hardcore/Punk/Nu Metal
País: Brasil
Periodo de Atividade: 2002-2004

Comentário: Depois do post do PH com a discografia do Raimundos, pensei que seria interessante postar aqui também a discografia do Rodox, que foi a banda formada por Rodolfo logo apos sua saida do Raimundos.

Logo depois da sua conversão ao cristianismo, Rodolfo rompeu com o Raimundos alegando divergencias decorrentes do seu novo estilo de vida e as tematicas das canções da banda. Ele ausentou-se temporariamente do cenario musical, mas durante esse tempo se dedicou a compor e produzir material para um novo projeto músical, o Rodox.

Inicialmente a banda contava com Patrick Laplan no baixo, Marcus Ardanuy na guitarra, Pedro Nogueira na outra guitarra e Fernando Schaefer na bateria. Mas após algum tempo o guitarrista Pedro Nogueira sai alegando diferenças musicais com o estilo da banda, assim Marcelo Magal entra em seu lugar. Então Patrick Laplan anunciou também a sua saída do Rodox, afirmando estar insatisfeito com o funcionamento da banda. Enquanto isso Canisso também deixava o Raimundos, e após algum tempo, assume o baixo no Rodox.

Mas o clima entre os integrantes não estava bom, e tudo isso aparentemente pela forma como Rodolfo tentava conduzir a banda, querendo imprimir nos membros sua nova filosofia de vida, o que culminou na dissolução da banda em 2004, que se deu da seguinte forma:

“Sábado, 7 de agosto de 2004, foi realizado o último show do Rodox, no Rock in Rio Café de Salvador, na Bahia. Fontes informaram que lá pela quarta música Fernandão (que desde o ínicio do show parecia irritado com algo) literalmente chutou a bateria, tendo a banda inteira saído do palco. O então vocalista da banda Rodolfo falou apenas "boa noite, obrigado" e saiu do palco deixando os fãs sem entender o que estava acontecendo. O baterista retornou algum tempo depois para pedir desculpas e comunicar que tudo estava acabado.”

A banda teve apensa 2 anos de vida, mas foram lançados 2 álbuns, Estreito em 2002, e Rodox em 2003.

O inevitável é surgir comparações entre Rodox e Raimundos, mas acho que isso seja descabido, visto que a proposta musical das duas bandas são completamente diferentes. O Raimundos tinha como principio o descompromisso com padrões musicais, eram bem despretensiosos e irreverentes. Já no Rodox Rodolfo assumiu uma postura mais seria, centrada e objetiva, com letras mais filosóficas e reflexivas. O estilo do Rodox vai desde o Hardcore punk, tendendo para o Nu Metal, até algumas baladinhas românticas.

LastFM


Release:

Álbum: Estreito
Ano: 2002


Tracklist:

1.Olhos Abertos - (3:27)
2.Não Lembro Mais - (3:46)
3.De Uma Só Vez - (3:44)
4.Ao Lado do Sol - (3:12)
5.Continuar de Pé - (3:54)
6.Cego de Jericó - (2:08)
7.Dia Quente - (4:58)
8.Estreito - (2:08)
9.Três Reis - (5:05)
10.Quem Tem Coragem Não Finge - (4:10)
11.Horário Nobre - (3:32)
12.Quem Dá Mais - (2:55)



Megaupload/Mediafire/4Shared




 Álbum: Rodox
Ano: 2003

Tracklist:

1.Segue a Linha - (3:41)
2.De Costas Para o Mar - (4:20)
3.Mais e Mais - (4:37)
4.Incinerador - (4:11)
5.Inflexível - (3:32)
6.Beach Punx - (4:30)
7.Exodus - (4:17)
8.Iluminado - (3:45)
9.Foi Bom Esperar - (3:46)
10.Truth - (2:33)
11.Na Mesma Panela - (5:24)
12.1000 Megatons - (3:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared


segunda-feira, 17 de outubro de 2011
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(Hed) P.E. - Broke

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Gênero: Rapcore / Nu Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2000

Comentário: Tudo na vida, inclusive esta propriamente dita, tem um começo, um meio e um fim. E nesta toada filosófica, é público e notório que os finalmentes do Nu Metal já chegaram faz tempo. A onda numetaleira que inundou as ruas e o Winamp da galera - lembra do Winamp? Tamo ficando velho... - chegou com força, causou estrago, desconstruiu conceitos e deu nova roupagem ao paraíso dos Tr00s.
Pra muitos deles, inclusive, causou revolta (AH VÁ!). Bandas como Ill Niño, Korn, Slipknot foram consideradas um verdadeiro ultraje ao puro e verdadeiro Heavy Metal, aquele postado em um púlpito negro e sagrado, reverenciado por cabeludos de roupas pretas e tatuagens coloridinhas. Também, pudera: até mesmo o Linkin Park, vejam vocês, chegou a ser englobado por essa nova leva, na opinião de alguns.
A (Hed) P.E. - ou (Hed) Planet Earth - entretanto, não obteve tanto sucesso quanto às bandas acima citadas. Mas não se pode negar que alguns de seus registros, como Broke, traduzem perfeitamente a essência de uma época. A banda soube aproveitar o frisson em volta do gênero, e produziu alguns bons trabalhos.
O New Metal chegou, se instalou, se proliferou e se findou. Quer dizer, ainda há baluartes do estilo em atividade, como a própria (Hed) P.E., mas ninguém procura saber, se informar, se inteirar sobre suas novidades. O New Metal foi um movimento interessante. Foi. Passado. Mas recordar é viver, não é mesmo?

[ MySpace / LastFM ]

Tracklist:
  1. "Killing Time" - 3:55
  2. "Waiting to Die" - 3:15
  3. "Feel Good" (Part. Serj Tankian e Morgan Lander) - 4:15
  4. "Bartender" - 4:01
  5. "Crazy Legs" - 4:04
  6. "Pac Bell" - 4:54
  7. "I Got You" - 3:44
  8. "Boom (How You Like That)" - 3:56
  9. "Swan Dive" - 3:35
  10. "Stevie" - 3:32
  11. "Jesus (of Nazareth)" - 5:35
  12. "The Meadow" - 9:31

Mediafire / Sendspace / Hotfile / Rapidshare / Outros Links



    sábado, 3 de setembro de 2011
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    Maximum the Hormone - Greatest The Hits 2011-2011

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    Gênero: Nu metal/ J-rock & J-metal/ Alternative/ 'Punk metal'/...
    País: Japão
    Ano: 2011

    Comentário: Antes de mais nada eu já publiquei a discografia do Maximum the Hormone aqui no blog. Já devo ter dito também que das bandas atuais em evidência no japão, MTH é uma das minhas favoritas pois consegue traduzir bem meu espírito musical: Mistureira com qualidade.
    Greatest The Hits 2011-2011 é o novo maxi single (maxi single = single com mais de duas músicas) dos caras (lembrando também que temos uma mulher e recém mamãe na bateria) que assim como nos trabalhos anteriores, vem carregado de humor. Pra começar pelo título, como se fosse de fato um 'greatest hits', depois a parte do 2011-2011, levando em conta também que antes deste trabalho a banda lançou músicas só lá em 2008. Tal single contêm três faixas e um clipe, ou quase um clipe, formado à partir de duas músicas (da qual uma nem se quer entrou no single), sendo que a principal, sob o nome da própria banda, não aparece inteira. Na realidade a primeira música, pelo que sei, apareceu sozinha num primeiro instante. Uma música alegre e otimista, que mesmo a banda tendo elementos de j-pop em sua discografia, ainda assim soava totalmente diferente do que seria esperado da mesma: Mais violência e peso. Eis que era de fato uma piada, um belo jogo de marketing, pois agora a música vem seguida de "maximum the hormone", essa sim uma música com a cara e a energia do MTH. E vocês podem conferir essa sacada no vídeo que deixei logo ao final do post.


    Tracklist:
    01. Utsu kushiki hitobito nouta
    02. maximum the hormone
    03. my girl
    Mediafire
    segunda-feira, 25 de julho de 2011
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    Coal Chamber - Discografia

    4 comentários
    Gênero: Nu Metal/ Alternative Metal
    País: EUA
    Atividade: 1994 – 2003

    Comentário: Quando se fala em Nu/New Metal, provavelmente virá à sua cabeça alguns bons e nostálgicos nomes. Mas quando falamos dos primórdios do gênero, aí nos limitamos a um pequeno grupo, onde fazem parte dele o Korn, Deftones, Slipknot, Limp Bizkit, Staind, Sevendust,... O mesmo deve acontecer com Coal Chamber, pois iniciou sua caminhada em 1994, início do gênero e em paralelo destas mesmas bandas.

    A banda, de Los Angeles, contava com Dez Fafara nos vocais, Rayna Foss no baixo — mostrando que mulheres e baixos combinam lindamente, Meegs Rascón nas guitarras e Mikey "Bug" Cox com as baquetas (substituindo John Thor que nem mesmo teve participação no primeiro disco da banda). Inicialmente fizeram como tantas outras bandas: saíram enviando suas demos. A diferença é que uma destas 'caiu' nas mãos de Dino Cazares, guitarrista do Fear Factory (além da história com Brujeria, Asesino, Divine Heresy, Nailbomb, e ser um dos 'capitães' do Roadrunner United) e também do produtor Ross Robinson (conhecido nada menos como "The Godfather of Nu Metal", ou "Papa do New Metal" e já trabalhou com Korn, Machine Head, Vanilla Ice, The Cure, Sepultura, Glassjaw, Limp Bizkit, Slipknot, entre outros), conseguindo em 1995 contrato com a Roadrunner Records (embora, subitamente Dez tenha deixado a banda devido às pressões de sua esposa, mas retornado logo, garantindo assim o contrato com a Roadrunner e quebrando com a 'Conjugal records' — *tum dum tzzz*), onde lançaram seu primeiro álbum, o autointitulado "Coal Chamber" de 1997. O disco foi bem aceito e ganhou seu primeiro clipe, da música "Loco". Com tal lançamento a banda conseguiu sua primeira turnê européia, logo no Ozzfest.

    Após as turnês, a banda começa a trabalhar na gravação do seu próximo álbum, o "Chamber Music", lançado em 1999 e de onde saiu o cover de Peter Gabriel, "Shock The Monkey" com a participação toda especial de Ozzy Osbourne.


    Mas o fim estava próximo, deixando alguns presságios no ar durante o ano de lançamento do "Dark Days" (2002). Rayna Foss-Rose saiu, dando lugar a sexy Nadja Peulen (tente negar que mulheres segurando baixos não são demais) para que pudesse dar mais atenção à sua filha, fruto do relacionamento com Morgan Rose, baterista do Sevendust. Um outro motivo, se não o principal, foi por ela ter alegado que 'encontrou a Cristo', garantindo assim um desentendimento com Dez. Mais tarde, durante uma apresentação no Texas, foi a vez de Meegs se desentender com Dez, mas agora com direito a agressão física. O fim da banda foi anunciado, mas a banda ainda continuaria por meses, fazendo shows e completando as turnês. Em outubro do mesmo ano Cox foi demitido após várias disputas pessoais com Meegs e Dez. A banda já não estava bem fazia um tempo.
    Apesar dos desentendimentos, lançaram em 2003 a coletânea "Giving the Devil His Due", que contem demos, versões alternativas e remixes de lançamentos anteriores.

    A caminhada acaba em 2003 e cada um foi para um lado. Dez, o único que fora bem sucedido na carreira musical, se identificou com o notável DevilDriver (embora eu não veja nada demais nesta banda) e tem lugar garantido no Roadrunner United. Meegs tentou algo com os projetos Glass Piñata e NEO GEO, mas nada vingou. Nadja aparentemente está com a banda Vera Mesmer. Mikey sofreu um grave acidente de carro, deixando-o longe das baquetas por três anos. Após a recuperação ajudou a montar a Machine Gun Orchestra. Rayna parece não ter tido compromissos musicais.

    Em 2004 a Roadrunner Records lança a coletânea "The Best Of Coal Chamber", contendo faixas dos quatro discos da carreira da banda.

    As 'boas notícias' é que em 2008 Meggs e Dez resolveram seus conflitos, finalmente, e atualmente Meegs e Cox se juntaram para formar a banda de post-punk We Are The Riot, que parece ser boa.

    Mas a biografia é uma ótima forma de conhecer a banda, já que estou apresentando sua discografia. Mas isso diz pouco sobre o som, certo?
    Errado, na verdade diz bastante. A banda se assemelha em muito com as já citadas, principalmente Korn, inclusive Coal Chamber é muitas vezes chamado de plagiador da mesma (ouça e tire a prova). Em todo caso sua sonoridade consegue se distinguir fácil dos demais, principalmente em Dark Days, onde conseguiu uma sonoridade diferente, mas sem perder a essência. Forte, explosivo, com certeza fará você pular.
    Os vocais também são outro destaque. Se você já ouviu Dez, mesmo que no DevilDriver, sabe do que estou falando.
    Mas talvez o maior ponto seja realmente a temática gótica, que não somente influencia o som e as letras, mas também o visual. É sem dúvidas um ponto chave, inclusive àquele qual trouxe para a banda um grupo mais 'sombrio' de seguidores que não se identificavam tão bem nas demais bandas de nu metal que estavam bastante ligadas à cultura hip hop. O que faz com que ela seja bastante incluída nas listas de gothic metal e industrial, mas eu realmente não vejo a necessidade disto aqui.

    Aqui para vocês eu trouxe todos os discos, menos a última coletânea que não agrega nada à banda e tão pouco aos ouvintes.

    MySpace//LastFM


    Coal Chamber
    Ano: 1997

    Tracklist:
    01. Loco (04:14)
    02. Bradley (03:03)
    03. Oddity (03:18)
    04. Unspoiled (02:58)
    05. Big Truck (03:30)
    06. Sway (03:34)
    07. First (04:11)
    08. Maricon Puto (00:46)
    09. I (03:49)
    10. Clock (02:58)
    11. My Frustration (03:58)
    12. Amir of the Desert (00:44)
    13. Dreamtime (03:43)
    14. Pig (08:27)
    Mediafire//Megaupload//Mirrorcreator


    Chamber Music
    Ano: 1999

    Tracklist:
    01. Mist (00:42)
    02. Tragedy (02:51)
    03. El Cu Cuy (04:21)
    04. Untrue (03:26)
    05. Tyler's Song (02:49)
    06. What's in Your Mind? (03:55)
    07. Not Living (03:49)
    08. Shock the Monkey (03:42)
    09. Burgundy (02:10)
    10. Entwined (03:49)
    11. Feed My Dreams (02:55)
    12. My Mercy (04:04)
    13. No Home (05:09)
    14. Shari Vegas (03:16)
    15. Notion (03:26)
    16. Anything But You (04:43)
    17. Wishes [*] (03:06)
    18. Apparition [*] (02:27)
    Mediafire//Megaupload//Mirrorcreator


    Dark Days
    Ano: 2002

    Tracklist:
    01. Fiend (03:01)
    02. Glow (03:12)
    03. Watershed (02:36)
    04. Something Told Me (03:23)
    05. Dark Days (03:40)
    06. Alienate Me (03:18)
    07. One Step (02:39)
    08. Friends (03:34)
    09. Rowboat (04:49)
    10. Drove (03:12)
    11. Empty Jar (03:52)
    12. Beckoned (04:00)
    Mediafire//Megaupload//Mirrorcreator


    Giving the Devil His Due
    Ano: 2003

    Tracklist:
    01. Headstones and the Walking Dead (03:27)
    02. Big Truck [Hand-On-Wheel Mix] (03:32)
    03. Pig [Original Version] (03:21)
    04. Bradley [Going Postal Mix] (03:04)
    05. Sway [Hypno-Submissive Mix] (03:25)
    06. Not Living [Original Version] (03:52)
    07. Blisters (04:52)
    08. El Cu Cuy [Man-To-Monster Mix] (04:18)
    09. Wishes (03:06)
    10. Apparition (02:27)
    11. Anxiety (03:14)
    12. Save Yourself (03:26)
    13. One Step [Chop Shop Mix] (02:40)
    14. Big Truck [Live] (03:24)
    15. I [Demo Version] (03:39)
    16. Oddity [Demo Version] (04:05)
    17. Sway [Demo Version] (03:30)
    18. Unspoiled [Demo Version] (03:37)
    19. Loco [Demo Version] (03:38)
    20. Babbit [Demo Version] (02:57)

    Mediafire//Megaupload//Mirrorcreator
    terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
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    Disturbed - Indestructible

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    Gênero: New Metal, Alternative
    País: Estados Unidos
    Ano: 2008

    Comentário: (uma resenha um tanto quanto antiga (mas boa), visto que Korn e LP já passaram da fase do "glamour" há tempos (mesmo que hajam controvérsias) e Disturbed já lançara recentemente o Asylum).

    Menos popular que KORN e LINKIN PARK, dois bastiões do movimento nü metal, o DISTURBED é muito mais constante e consistente. E tudo isso graças ao gênio criativo de David Draiman, um cara mais centrado do que Jonathan Davis (KORN) e muito mais talentoso do que Mike Shinoda e Chester Bennington (LINKIN PARK) juntos. Sem tanto glamour quanto os colegas de movimento, o DISTURBED vem ganhando terreno a cada nova turnê, a cada novo single, a cada novo álbum, com a proposta de fazer um "metal alternativo", com letras inteligentes e uma pegada forte. No final das contas, a atitude da banda e a qualidade dos trabalhos fazem a diferença. E o novo álbum tem bons atributos de sobra para mostrar. Um detalhe importante sobre o disco recém-lançado é a produção. Após quase uma década trabalhando com Johnny K, que assistiu a banda em seus três primeiros trabalhos de estúdio, David Draiman decidiu colocar de vez a mão na massa e assumiu a produção de "Indestructible", contando com o reforço dos colegas Dan Donegan (guitarra e sintetizadores) e Mike Wengren (bateria). E é muito provável que os quatro – o baixista John Moyer completa o time – tenham ficado satisfeitos com esta primeira experiência. Olhando para a discografia do DISTURBED, "Indestructible" alinha-se ao inigualável "The Sickness" (2000), debute oficial da banda e, de longe, o melhor disco da lista. Depois de "Believe" (2002), em que o grupo perdeu punch porque Draiman abusou das "músicas de autor" (mais densas, depressivas e cansativas), e do animador "Ten Thousand Fists" (2005), em que o DISTURBED voltou a soar como DISTURBED, "Indestructible" traz o que Draiman e seus colegas têm de melhor. A faixa-título é forte candidata a entrar em qualquer "Best Of" da banda, assim como "Inside the Fire", sua sucessora direta no set list. Mas, na realidade, "Indestructible" é envolvente do começo ao final. O que dizer, por exemplo, da pesada "Haunted"? Esta é uma faixa de clima sombrio, que remonta ao (grande) trabalho de Draiman e Jonathan Davis na trilha sonora do filme "A Rainha dos Condenados" ("Queen of the Damned"), de 2002. "Criminal", por sua parte, é uma música que segue todos os bons ingredientes de "Down With the Sickness" e "Fear", faixas de "The Sickness" que catapultaram o DISTURBED à linha de frente da cena do novo metal. Ainda merece destaque especial a boa "Façade", que trabalha os aparatos eletrônicos sem se tornar pedante ou perder o peso. Para quem se anima a conhecer o DISTURBED mais a fundo, "Indestructible" é uma excelente pedida, juntamente com a obra-prima "The Sickness". Estes dois álbuns valem o investimento. Pode confiar!

    Por Fernão Silveira.

    WebSite

    TrackList:
    1. "Indestructible"
    2. "Inside The Fire"
    3. "Deceiver"
    4. "The Night"
    5. "Perfect Insanity"
    6. "Haunted"
    7. "Enough"
    8. "The Curse"
    9. "Torn"
    10. "Criminal"
    11. "Divide"
    12. "Facade"

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    terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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    Kittie - In The Black

    3 comentários

    Gênero: Groove/Metalcore/Nu metal
    País: Canadá
    Ano: 2009

    Comentário: Kittie provavelmente foi uma das primeiras bandas de "roque paulera" composta só por garotas a fazer sucesso no mundo. Isso lá pelo final da década de 90, durante o auge do Nu-Metal.
    As 4 garotas canadenses faziam um som bem carácteristico do gênero, que com o passar do tempo foi sendo lápidado e mais trabalhado. Após uma fase mais "relax", onde a banda chegou bem próximo do Alternative Rock, agora elas voltam quebrando tudo.
    In The Black tá um tanto quanto pesado e grooveado, alguns momentos eu me peguei pensando "cacete, isso é Pantera". Os vocais da Morgan é de longe os melhores já produzidos por ela, mostrando uma grande competência tanto nos guturais quanto nos limpos. Mercedes que junto com a Morgan são as unicas remanescentes da formação original, está estuprando a bateria, impressiona por ser uma mulher tocando (sem machismo).

    Tracklist

    1.Kingdom Come 1:29
    2.My Plague 3:05
    3.Cut Throat 2:55
    4.Die My Darling 2:46
    5.Sorrow I Know 3:30
    6.Forgive & Forget 3:44
    7.Now Or Never 2:35
    8.Falling Down 3:08
    9.Sleepwalking 3:17
    10.Whiskey Love Song 4:29
    11.Ready Aim Riot 3:13
    12.The Truth 6:42

    Myspace


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    quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
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    Girugämesh - MUSIC

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    Gênero: j-Rock & j-Metal/ Alternative/Industrial Metal/ Nu Metal
    País: Japão
    Ano: 2008

    Comentário:
    Bom, sou suspeito para falar desta banda, até porque ela é fixa no meu Top (5, 10, 20, ...) j-rock bands e a sua união do rock com a música eletrônica/industrial faz dela uma de minhas favoritas no geral. Serei forçado a pular as apresentações pois Girugämesh (refiro-me constantemente, carinhosamente e preguiçosamente como “Giruga”) já é uma banda presente no Pignes, e também mundialmente reconhecida, então deixemos a parte histórica e bibliográfica de lado.
    Mas podemos dizer, que em muitos momentos, essa banda se assemelha ao ainda mais famoso Dir en Grey, no entanto, menos agressiva, com o uso constante de melodias, baladinhas, breakdowns e samples de forma extremamente dinâmica e alternativa. Também é alvo de destaque o líder e vocalista Satoshi, da qual a voz muito me agrada, tanto em vocal gritado/rasgado, gutural ou limpo. Um vocal insano que compartilha toda a incoerência musical — porém de construção minuciosa — do grupo, mas que também pode se mostrar limpidamente gentil.

    Sobre o disco MUSIC — terceiro em sua carreira — considero um ótimo álbum, mas não posso dizer se é o que mais gosto, entretanto, é clara a diferença de sonoridade se comparada aos anteriores. Este se mostra um play mais vivo, mesmo nas suas baladas melodiosas. Com uma presença eletrônica mais onipresente, consegue manter também toda a essência dos trabalhos anteriores, incluindo as variações de peso. Peso este que não ultrapassa os dos antecessores, mas que, por conta da programação, lembra o anterior auto-intitulado. Já seu sucessor, o NOW, mostra uma nova cara, o que até coincide com aquela capa feia de um japinha mostrando a língua, mas que pode ser relacionado ao lado industrial do MUSIC, mas numa fórmula diferente, principalmente pelas músicas mais lentas e genéricas daquele disco. Aqui o som é de responsabilidade de Nii nas guitarras, Shuu no baixo, Яyo na bateria e programação e claro, Satoshi nos vocais.

    PS: Ainda não ouvi o novo, datado para lançamento no dia 26 de janeiro deste ano e que admiravelmente (sim, admirável) parece que ainda não vazou.

    Recomendado aos amantes de Merry, D'espairsRay, MUCC, Dir en Grey, etc, e até Slipknot, apesar da diferença óbvia (seria muito mais coerente indicar Slip num post do Deg do que em um do Giruga...).


    Tracklist:
    1. "-INTRO-" 1:07
    2. "Break Down" 3:27
    3. "ULTIMATE 4" 2:54
    4. "FREAKS" 3:04
    5. "Angry Juice" (Angurī Jūsu) 3:06
    6. "evolution" 3:55
    7. "-INST.-" 1:17
    8. "puzzle" 2:51
    9. "Asking why" 3:03
    10. "DEAD WORLD" 3:30
    11. "Ishtar" (Ishutaru) 3:31
    12. "Enishi" 3:18

    Download: MegaUpload||Mediafire||RapidShare||Outros
    segunda-feira, 30 de agosto de 2010
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    Resident Evil: Extinction - Soundtrack ~ Resident Evil 3: Extinção - Trilha sonora

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    Gênero: Soundtrack, Trilha Sonora
    Ano: 2007

    Comentários: Pense numa trilha sonora bem diversificada e lekalzinha! Não é muito a minha praia, mas até que eu gosto de ouvir nos meus momentos de "calmaria". É interessante dar uma conferida. Destaques para as faixas: "I’m So Sick (T-Virus Remix) - Flyleaf vs. The Legion of Doom", "Convoy - Charlie Clouser", "My World - Emigrate", "Deathcar - Fightstar", "White Rabbit (SPC ECO Mix) - Collide", etc...
    Essa semana eu termino de postar os outros, para o alto e avante!!

    Myspace

    Tracklist:
    01. Main Title - Charlie Clouser
    02. Stupid Crazy - Shadows Fall
    03. I’m So Sick (T-Virus Remix) - Flyleaf vs. The Legion of Doom
    04. My World - Emigrate
    05. Duality (Project Alice String Remix) - Bayside
    06. Losing - Charlie Clouser
    07. One Love (Extinction Remix) - Aiden vs. The Legion of Doom
    08. Deathcar - Fightstar
    09. I, Suicide - Throwdown
    10. White Rabbit (SPC ECO Mix) - Collide
    11. Paralyzed - Chimaira
    12. Laser Tunnel - Charlie Clouser
    13. Asleep On The Frontlines (Appliantz Remix) - The Bled
    14. Catch Me - City Sleeps
    15. Contagious - Searchlight
    16. Scenotaph (DJA Infected Remix) - Emanuel
    17. Sixth Of June - It Dies Today
    18. Wrecking Itself Taking You With Me - Poison The Well
    19. Convoy - Charlie Clouser

    Download
    quinta-feira, 5 de agosto de 2010
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    Discografia Eths

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    Gênero: Nu metal,Alternative metal,Metal
    País: França
    Comentário: Eths surgiu em 1999 na França,é uma das mais originais do cenário.O som da banda é marcante possui um som pesado, com guitarras rapidas, e uma bateria pesada, o som da banda também conta com a presença de sintetizador nas musicas,mas o destaque da banda fica para a vocalista Candice, que equilibra um vocal suave doce com guturais . A musica da banda é marcada por temas obscuros cheios de tristeza, as composições são inspiradas na infância sofrida de Candice.As apresentações ao vivo da banda são surpreendentes, é difícil acreditar que Candice com uma aparência tão angelical, tenha uma presença de palco tão forte com guturais avassaladores.A banda faz shows pela Europa e já passou pelas Américas, a banda já se apresentou no Brasil em 2008 no Rio de Janeiro e em São Paulo.

    Myspace
    Pagina Oficial

    Tératologie (2007 )
    1. Stultitiae laus
    2. Bulimiarexia
    3. Ondine
    4. NaOCl
    5. Tératologie
    6. V.I.T.R.I.O.L
    7. Priape
    8. Hydracombustio
    9. Atavhystérie
    10. Rythmique de la bête
    11. Ileus Matricis
    12. Ileus Terebelle
    13. Holocauste à trois temps
    14. Animaexhalare
    15. Liquide éphémère
    1. Méléna
    2. Crucifère
    3. Détruis-moi
    4. Septum lucidum
    5. Le Fruit des anges
    6. Lemniscate - Also known as "Infini"
    7. Rutsah
    8. Je vous hais
    9. L'Instant sourd
    10. Simiesque
    11. Ailleurs c'est ici
    12. Elle s'endort
    13. Ailleurs c'est ici - is included as a hidden track in acoustic version.

    Eths-Crucifère

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    Samantha(2002)
    1. Intro
    2. Samantha
    3. Des cendres
    4. Encore
    5. Volée
    6. Le Projet humain
    7. Animadversion
    8. Entends tu les pas - a hidden track, begins playing a while after Animadversion.

    Autopisie(2000)
    1. Pourquoi
    2. La Chair et le sang
    3. À la droite de Dieu
    4. Le Mâle
    5. Des hommes bons
    6. Autopsie
    7. Dévore
    8. Encore - remix version, hidden track.

    Eths-Devore

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    Eths (1999)
    1. Encore (demo version)
    2. Rien à dire

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