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domingo, 28 de julho de 2013
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Milla (Jovovich) - The Divine Comedy

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Gênero: Folk rock/ Folk pop/ Art pop/ Alternative
País: Ucrânia/EUA
Ano: 1994

Comentário: Não sou nenhum fã, embora não negue que a beleza de Milla Jovovich e sua posição no cinema e no mundo da moda — que eu não entendo bulhufas — mereçam certo reconhecimento. Tanto é que sua música é que me chamou mais atenção, pois concentra certa originalidade e um tipo de “sutil ousadia”. Não é música insossa feita por alguém que poderia pagar para ser ouvida (e ela pode pagar), mas é um folk rock bem gostoso, mas também pop, mas também vai um pouco mais além disso. Por isso está indiscutivelmente mais para “Return to the Blue Lagoon” do que para “Resident Evil” (a não ser que você ouça sua participação em “REV 22:20”, ou "The Mission", ambas do Puscifer), mas possui suas peculiaridades, não sendo aquela eterna espera por socorro de Sessão da Tarde. Abaixando os níveis de testosterona, posso dizer que tem doçura, leveza, faixas dançantes e outras vezes reflexivas, mas não beirando o piegas e o tédio, contudo, não se engane quando falo em “peculiaridades”, pois de forma alguma existe uma super referência a Leeloo de “The Fifth Element”... ou pouco, talvez, nos pequenos e sutis detalhes... mas se busca algo a mais, quem sabe com “PlasticHas Memory”, único disco da banda de mesmo nome que Milla formou em 1999 e que segue uma linha mais tortuosa como a feita por bandas como Portishead, por exemplo, você possa se satisfazer melhor (ouça "On The Hill" e também "Left & Right (Live)").

Somado a letras sinceras escritas quando tinha apenas 15 anos — com exceção de “In a Glabe”, uma música folclórica ucraniana que ela regravou —, uma belíssima arte como encarte e a óbvia referência ao poema de Dante Alighieri, o instrumental é apenas mais um dos pontos que abrilhantam o disco: As performances vocais apresentadas em The Divine Comedy reforçam e eliminam o preconceito de que Jovovich seria “carregada” por uma boa banda, por uma boa produção impecável. Ela manda muito bem, o que às vezes me remete a comparações com Alanis Morissette em certos trechos, enquanto que a melodia e toda instrumentação mantém as músicas num clima a la Tori Amos. E pode ser que tenha exagerado na Alanis, mas existe uma grande simpatia com uma aparente influência entre um misto de Tori Amos, Kate Rush (mas tirem “Wuthering Heights” da cabeça) e até Cocteau Twins, que seria o diferencial do disco.

Vai muito além de um disquinho pop feito por uma atriz famosa e naturalizada americana, que inclusive não deixa esse lado "pop-americano" oculto, pois é o lado ucraniano, unido à influências britânicas que o envolve todo o álbum.

E se existe interesse, Jovovich tem ainda composições e participações em trilhas de alguns filmes, como por exemplo com “Rocket Collecting“, composta ao lado de Danny Lohner (ex- Nine Inch Nails e A Perfect Circle — ambas também presentes na trilha sonora) para o filme “Underworld” de 2003.



Tracklist:
  1. The Alien Song — 4:45
  2. Gentleman Who Fell — 4:39
  3. It’s Your Life — 3:45
  4. Reaching From Nowhere — 4:10
  5. Charlie — 4:10
  6. Ruby Lane — 4:36
  7. Bang Your Head — 3:23
  8. Clock — 4:15
  9. Don’t Fade Away — 5:43
  10. You Did It All Before — 3:58
  11. In a Glade — 2:27

Download: Mega.co

sexta-feira, 26 de novembro de 2010
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Bread - Guitar Man

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Gênero: Soft rock
País: EUA
Ano: 1972

Comentário: Guitar Man, ou mesmo a banda em si, é um dos sons mais cheios de feeling, pop, e ao mesmo tempo extremamente qualificado que já tive o prazer de ouvir.

Uma banda que parece resgatar desde o Country e o Blues/Soul/Jazz, o rock de The Beattles, o pop sessentista, e algo meio AOR em certos momentos, dando um toque de agitação, que são executados com linhas extraordinariamente encantadoras e de fácil assimilação, mas que foram tecnicamente compostas. "Simplexo!".

Ela é uma banda de sofrock, e este é basicamente um estilo feito sobre as bases do rock'n'roll, mas de forma mais suave, tendo influências do folk/blues, e do pop que fizera sucesso nos anos 60-70. As linhas instrumentais normalmente são grudentas e apresentam muitas músicas românticas, ou reflexivas. O vocal talvez seja um dos pontos mais marcantes deste tipo de som.

No Bread temos passagens de metais, violinos, gaitas, sintetizadores, piano, violões e pandeiro/pandeiro-meia-lua.

Não tenho muitas referências, tenho de conhecer mais a fundo o estilo, mas algo relacionado ao Bread é a banda Chicago, que sem dúvida é uma das minhas favoritas. A diferença mais clara é que Chicago tem ao seu redor uma metaleira quase fixa, as vezes um vocal feminino a la Black Music e também toda uma equipe beeem maior. Já os postei aqui no blog, então segue o link aqui.

É difícl destacar uma música, a seqüência Welcome to the Music -> The Guitar Man -> Make it by Yourself -> Aubrey é um verdadeiro C-C-C-COMBO BREAKER! sentimental. Logo após chega Fancy Dancer, agitada, pra quebrar um pouco o clima. Mas não dura, voltamos com Sweet Surrender, porém também é substituída por Tecolote, uma faixa mais alto astral que se baseia mais no instrumetal. Uma clima mais "down" se segue até Picture in Your Mind, e é, de forma sutil, reformulada por Don't Tell Me No. Ao final, a briga ainda é das músicas lentas, e aqui a lentidão é acompanhada por violão e percussão.

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Kevin Costner & Modern West - 2 Releases

2 comentários

Gênero: Country, Rock
País: EUA
Comentários:
Kevin Costner uniu-se com alguns de seus amigos mais próximos, para lançar este projeto. Fiquei até bastante surpresa, pois não sabia que o mesmo cantava! Trata-se de Country Rock'n Roll, pra quem curte JOHN COUGAR MELLEMCAMP, NEIL YOUNG, DYLAN, vai gostar destes álbuns e não irá decepcionar aos fãs. Som calmo, tranquilão, pra baixar e curtir!
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Turn It On (2010)
Tracklist:

01. Turn It On

02. Ashes Turn To Stone
03. Moon So High
04. Maria Nay
05. Let Me Be The One
06. Top Down
07. Red River
08. Palisades

09. The Way You Love Me

10. Saturday Night

11. All I Want From You


Turn It On

Untold Truths (2008)
Tracklist:

01. Long Hot Night
02. 90 Miles An Hour
03. Hey Man What About You?
04. Superman 14
05. Don’t Lock’em Away
06. Down in Nogales
07. Every Intention

08. 5 Minutes From America

09. The Sun Will Rise Again

10. Backyard
11. Leland Iowa
12. Gotta Get Away

Untold Truths
terça-feira, 30 de setembro de 2008
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Ambrosia - Somewhere I've Never Travelled

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Gênero: Rock Progressivo, Soft Prog
País: EUA
Ano: 1976
Comentários: O Ambrosia é um grupo totalmente desconhecido da massa. Foi formado em 1970 no Sul da Califórnia. Com um pé no progressivo e outro no Pop eles são uma banda única, me lembra um pouco o som do The Alan Parsons Project em alguns momentos, e não por acaso o produtor dos primeiros discos da banda é o próprio Alan Parsons, trazendo uma sonoridade uniforme e extremamente familiar.

Faixas:

01. And… - 0′46
02. Somewhere I’ve Never Travelled - 4′12
03. Cowboy Star - 6′24
04. Runnin’ Away - 3′31
05. Harvey - 1′29
06. I Wanna Know - 6′02
07. The Brunt - 5′29
08. Danse With Me George (Chopin’s Plea) - 7′51
09. Can’t Let A Woman - 4′24
10. We Need You Too - 5′3

Integrantes: 
David Pack - voz/guitarras/cordas e Fender Rhodes na faixa 8
Joe Puerta - voz/baixo/Moog pedals e guitarra na faixa 5
Christopher North - teclados e vocais
Burleigh Drummond - bateria/percussão/basson e vocais

Download Album

Informações AQUI!

PS. Originalmente esse post saiu em um outro blog meu, o New Progshine.

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.