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domingo, 24 de novembro de 2013
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Bandas Amigas #3 - Ressonância Mórfica, Secta & Primaz e Hollowood

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Bem meus caros, quem já acompanha o blog a algum tempo talvez reconheça essa coluna, que tanto ficou esquecida nos últimos tempos. Bandas Amigas é onde nós, desde os tempos mais primórdios, postamos de forma condensada as bandas que nos enviam material - não que deixemos de posta-las individualmente em posts próprios de vez em quando. Só que aqui, além da resenha individual como seria uma resenha, procuramos entre nós todos desta humilde casa analisar e dar nossas opiniões sobre três bandas selecionadas ao acaso dentre as que nos enviaram material nos últimos meses. E a partir de agora a coluna será semanal, saindo todo final de semana. Espero que assim consigamos fazer justiça a tantas e tantas pérolas independentes, nacionais e internacionais, que nos enviam material toda semana e que nos últimos tempos infelizmente não pudemos postar por inúmeras razões. Mas bem, vamos lá.

Como já estávamos sem postar essa coluna a bastante tempo, nesta edição trouxemos três nomes que já estavam engavetados no nossos arquivos pignianos a bastante tempo. O grindcore formado em Manaus mas sediado em Goiânia do Ressonância Mórfica, o Rap lusitano do Secta & Primaz e o rock experimental despojado paulistano do Hollowood.

Continue lendo e vamos conhecer esses caras.


Ressonância Mórfica

Formada em 1998 em Manaus-AM, posteriormente mudando-se para Goiânia-GO, o Ressonância Mórfica é uma banda de grindcore extremamente interessante, fora do clichê e que já lançou até a data apenas um full-lenght e um EP, além da demo. Com vocais em português e sonoridade pesada porém cadenciada, a banda nos surpreendeu desde o início, quando esperávamos um Grindcore mais direto. E isso foi ótimo, sem dúvida a fórmula da banda chamou nossa atenção por ser cativante ainda que diferenciada, mesmo que as influências sejam notadas claramente em cada acorde como vindo das bandas de grindcore canônicas, mas com uma dose cavalar de influência do Crossover nacional (vide Ratos de Porão e Gangrena Gasosa).



"O conceito é interessante, consegue fugir da sonoridade usual do grindcore e soam mais atmosféricas do que outras bandas do gênero, porém o uso de gutural "falado" em português acaba soando meio cômico lembrando a Banda Ritual, acaba por perder a seriedade. "
- Koticho
"Puta banda, tem um conceito e uma estilística foda, soa pesada, mas o vocal cantado em português é uma faca de dois gumes. Cantar em português é interessante, mas acho que faltou nojeira, ficou muito claro o que o cara canta, e isso incomoda meus ouvidos, tipo um cara dando lição de moral em português com voz gutural. Na minha concepção o vocalista poderia ser mais ininteligível, mais escarrado, mais brutal. A parte instrumental tem um guitarrista muito bom, que arruma riffs bem inteligentes, mesmo usando algumas nuances de punk/ hc (vide cunnilingus), nada que empobreça o trampo. Faltou também um pouco de brutalidade na batera" 
- Nagano

Ressalto ainda que colocar no full  um poema musicado do Augusto dos Anjos agregou bastante valor a podridão do esquema. Mas, por fim, seguem os links que a bandas nos enviou:

Agregados Onimodos Malditos
2005

Tracklist:

1. Pasquim 03:03
2. Sentimento Exaustivo 01:50
3. Mnp 02:15
4. Reação Irracional de Destrutividade 01:53
5. Lisarb na Contramão 02:31
6. Aleivosia 01:39
7. Plutocracia 04:49
8. Cunnilingus 02:20
9. Penumbra 02:59
10. Quiproquo 03:41
11. O Deus Verme 04:29

Ouça:
Soundcloud (com o full todinho disponível)  // Myspace // Site // Facebook




Secta & Primaz 
Advindos de Lisboa, Secta & Primaz é uma dupla parte do Hip Hop Tuga, o Hip Hop português, sediados em Marinha Grande. Secta é um rapper que participou, além desta que nos enviaram, várias outras mixtapes com vários outros artistas, e assim com Primaz (aka Primaz Lirix) fazem parte um projeto chamado RESI2430, que se descreve como: "RESI2430 é um projecto musical oriundo da Marinha Grande que actua principalmente no panorama do hip-hop “tuga”. Composto pela integração de três antigas formações de hip-hop desta cidade, expõem o seu trabalho em diversos formatos como poesia, ilustração, musica, produção, ou beatbox.". A dupla nos enviou sua mixtape, Caneta, Papel e Bolas, que se apresenta como um bootleg, mas tem uma produção bem limpa e perfeitamente apreciável. Como eu particularmente não sou o melhor conhecedor de Hip Hop deste blog, deixo-vos com a análise dos meus colegas:

"Rap português numa linhagem semelhante ao de nomes que fazem um trabalho mais melancólico no underground americano como o Sadistik, tem uma produção bacana com bom uso de samples e beats. Acostumando com o sotaque português, que sempre acaba por soar estranho para os brasileiros, pode se tornar algo interessante e promissor. " 
- Koticho

"Gostei do som Secta & Primaz. Por ser uma mixtape, lançada em 2012, dá um certo ar de inacabado, mas a proposta deles é rap old-school: muitos samples, scratches, rimas bem construídas. As canções são curtas e diretas. Eles fazem parte dum movimento cultural de Lisboa chamado "Resi2430" que mescla outros elementos da cultura hip-hop." 
- Bruno Lisboa

Caneta, Papel e Bolas
Mixtape, 2012


Tracklist: 22 faixas não-intituladas

DOWNLOAD: Mediafire

Conheça melhor o Secta & Primaz:

Facebook (Secta-Mate) // Soundcloud











Hollowood 
Formados em 2007 na capital paulista, o Hollowood é uma míriade de combinações musicais girando em torno da espontaneidade do punk, do math rock, do post-hardcore, do emo e do post-rock. Como descreveram a si mesmos no email que recebemos: "Começou com o clássico “amigos de colegial que se juntam pra tocar uns hardcore”. Hoje, Dan (voz/guitarra), INSS (guitarra/voz), Renato (baixo/voz) e Kajiro (bateria) fazem músicas em que cabe hardcore, math rock, metal, pop, "indie"... Seja o que for — se for real.". Não tem descrição melhor que isso mesmo. O instrumental é divertido, complexo e cativante, e o vocal apela pro post-hardcore/emo/pop punk de forma intensa. A banda nos enviou dois materiais ao longo de 2012, um single contendo as faixas "Undone" e "It sucks when your mate is bitten by a zombie (and you have to cut off his head) Blues" e um EP, Zero. Sem dúvida vale a pena a conferida pra quem curte bandas como Toe, Algernon Caldwallader, This Town Needs Guns e muitas outras que eu poderia citar.

"Banda bem ativa do cenário alternativo/underground paulistana, o instrumental da Hollowood é carregado de influências de bandas da cena de math-rock japonesa, nomes como Ling Tosite Sigure, toe e te' se fazem bem aparentes, porém, o vocal com timbres "adolescentes" em faixas como Zero acaba por soar excessivamente pop punk, fazendo lembrar mais de Blink 182 do que das outras influências citadas, em outras canções quando isso não se mostra tão aparente com os vocais puxando mais para o emo e post-hardcore dos anos 90 acabam por fluir bem melhor com todo o conjunto." 
- Koticho
Single
2012


Tracklist:

01. Undone
02. "It sucks when your mate is bitten by a zombie (and you have to cut off his head)" Blues

DOWNLOAD: Mediafire



Eu realmente curti o instrumental dessa música.


Zero (EP)
2012

Tracklist:

1 - Zero
2 - Bordeau Waltz
3 - Undone
4 - "It sucks when your mate is bitten by a zombie (and you have to cut off his head)" Blues
5 - Z.E.R.O.M.I.X.

Ouça e baixe no Bandcamp:




Conheça melhor o Hollowood:

Facebook//Canal do Youtube//Soundcloud

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Então é isso galera, espero que tenham curtido essa edição de ressurgimento da seção e aguardem semana que vem com novas bandas. Valorizem os caras, se curtir e for da sua cidade, procure ir nos shows, e se não for, comprar o material da banda, acompanhar o que ela vem fazendo e tudo mais.

E acima de tudo: um obrigado gigantesco a todas as bandas que apareceram aqui e que nos enviam uma tonelada de material todo mês. Nós iremos postar todas, podem ter certeza. É extremamente gratificante receber tanta coisa boa, de tantos lugares e estilos diferentes. Continuem firmes!

Até semana que vem!
domingo, 25 de agosto de 2013
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La Batalla - Cantigas D'amigo

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Gênero: Erudita/Medieval/Folclórica
País: Portugal
Ano: 1984

Comentário: Quando eu comecei a estudar sobre a escola literária do Trovadorismo me encantei pelas líricas em galego-português e comecei a imaginar como seriam as melodias delas, como os bardos cantavam aqueles poemas, e como tocavam. La Batalla com certeza não reproduz o mesmo som que eles faziam,  mas chegam perto o suficiente cantando no idioma original dos poemas, que é o galaico-português e com acompanhamentos instrumentais maravilhosos, que incitam sua imaginação e te levam à um castelo medieval ou para o campo simples onde uma dama lamenta sobre seu parceiro que saiu em campanha.

Criado por Pedro Caldeira Cabral em 1984 e composto por músicos com diferentes formações na área musical, o grupo usa de replicas de instrumentos medievais criados pelo próprio Pedro Caldeira para criar uma sonoridade tão fiel a musica medieval. Alem dos instrumentos, a banda usa de trajes e decorações especiais para criar um ambiente certo nos shows. As letras são, como o nome do disco diz, cantigas de amigo escritas por vários trovadores, incluindo D.Dinis, rei de Portugal. Cantigas de amigo trazem o ponto de vista da donzela que se vê desamparada ao pensar em seu amado que está longe, seja pelo motivo que for.

Vou destacar a musica “Cantiga 100” por que ela e uma das que eu mais gostei, é um canto bem religioso e forte. Este é um cd muito bom de se ouvir como um todo, algumas musicas instrumentais são excelentes e acredito que são uma ótima trilha sonora para um RPG ou uma leitura de fantasia medieval.

                                                             Site Oficial / Last.fm

Tracklist:
Lado A
01 - En Lisboa Sobre Lo Mar (Séc. XIII) – 2:26
02 - Ductia (Séc. XIII) – 3:11
03 - Ay Eu Coitada (c. 1199) – 6:10
04 - Valamos, Irmana (Séc. XIII) – 4:38
05 - Ai Flores, Ai Flores Do Verde Pino – 5:18
Lado B
01 - Cantiga 322 (Sec. XIII) (Versão Instrumental) – 2:30
02 - Ondas Do Mar De Vigo (Séc. XIII)  - 5:40
03 - Mandad'el Comigo – 4:43
04 - Trotto (Séc. XIV) -  2:09
05 - Cantiga 100 – 2:49
06 - 5ª Estampida Real (Séc. XIV) – 1:48
 

Download: Mega / 4shared / mediafire

quarta-feira, 11 de julho de 2012
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Indignu - Fetus in Fetu

2 comentários
Gênero:Post-Rock, Shoegaze
País: Portugal
Ano: 2010

Comentário: Post-Rock e Shoegaze são dois termos já amplamente conhecidos e bem trabalhados dentro do cenário da música contemporânea, apesar de, por vezes, soarem estranhos aos ouvidos de um ser comum em sua vida pacata e comum (sim, acreditem ou não, às vezes a resposta é: "nunca ouvi"). Porém, considerarei que a maioria dos leitores já são conhecedores dos gêneros aqui tratados.

E justamente por serem, em sua maioria, conhecedores é que surge a pergunta: o que poderia vir de novidade a partir de sonoridades já tão "abusadas" em nossos dias, vide a quantidade gigantesca de Explosions in the sky's e God is an Astronaut's da vida (não retirando os méritos destas incríveis bandas)? À primeira vista, Indignu pode se encaixar nesse conceito, mas existe algo de especial no grupo lusitano. Pra falar a verdade, não sei dizer exatamente o que me cativou neste grupo, mas creio que seja o fato de que parecem reavivar com maestria e paixão um campo que parece cada vez mais dominado pelo "mais do mesmo". Posso dizer que o que realmente me chamou mais atenção foi o instrumental, impecável e cheio de "idas e vindas", apesar de ser muito legal ouvir músicas cantadas no sotaque portuga, mesmo que, para nós, brasileiros, em certos trechos, seja dificultoso entender a letra.

Geralmente, eu gosto de apurar o histórico da banda, mas em casos como este, fazê-lo é tarefa árdua, já que se tem que colher pouquíssimas informações soltas aqui e ali na internet. Porém, para não deixar o post descontextualizado em seus termos espaço-temporais (hã?), é possível saber que o grupo é natural de Barcelos, Portugal, e foi fundada no ano de 2004. Acreditei que a banda estivesse extinta, porém, ao pesquisar informações para realizar esta resenha que vos trago, descobri que há um novo álbum sendo trabalhado, e que será o segundo álbum de estúdio (assim creio eu), sendo o primeiro, óbvio, este, o Fetus in Fetu. Indignu não deixa nada a desejar comparativamente às bandas mais conhecidas do gênero. Em minha opinião, as músicas que mais se destacam são Choro da Saudade (não, não é o chorinho) e Suicida Oração, porém, considero o álbum inteiro muito prazeroso. Algumas músicas possuem uns clips interessantes, que, ao que me parece, foram produzidos pela equipe da banda... ou algo do tipo.

P.S.: O clip da música Suicida Oração, que deixarei para apreciação no fim do post é um espetáculo à parte.


[MySpace] [LastFm] [Facebook]

Tracklist:

01. Prenúncio - 04:21
02. Curta-Metragem (A Espera) - 04:20
03. Curta-Metragem (A Saída) - 02:19
04. Curta-Metragem (A Efectivação) - 02:06
05. Ouvidos de Bigorna - 03:10
06. Carruagem dos Magistrados - 06:13
07. Rafaela - 03:47
08. Duzentas Promessas Para Um Mundo Melhor - 05:42
09. Choro da Saudade - 07:47
10. Isaque - 02:13
11. Suicida Oração - 8:27


Links:

[DepositFiles] [MegaShares] [BayFiles] [Badongo]


segunda-feira, 30 de abril de 2012
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José Cid - 10.000 anos depois entre Vénus e Marte

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Gênero: Rock Progressivo, Space Rock
País: Portugal
Ano: 1978

Comentário: Olá você que gosta de rock progressivo das antigas com muito sintetizador, temática espacial e cara de tiozão. Eis aqui um álbum maravilhoso, uma pérola do rock progressivo. Descobri esse cara acho que pelas minhas andanças pela LastFm e resolvi que deveria baixar e ouvir. Os motivos que me incentivaram foram: 1. é rock progressivo, 2. possui temática espacial, 3. as letras são em português, e português de Portugal (meio óbvio se você notou o país de origem).

Ao pesquisar sobre esse cara, notei que, infelizmente, esse foi o seu único trabalho neste estilo e tema. Todos os outros trabalho de José Cid, até onde sei, estão muito distantes do prog, aventurando-se muito mais no fado, músicas populares e folclóricas portuguesas e uma ou outra coisa com influência de jazz e doses de psicodelismo (principalmente no início da carreira). Ter sido uma criação bastante diferenciada dos outros trabalhos, no entanto, não diminui o brilho do álbum, (Ah, quem dera que o cara voltasse a fazer sons nesse estilo!) que parece ter sido pensado em todos os seus mínimos detalhes de forma a ser uma verdadeira viagem. E essa viagem é um atrativo para amantes de ficção científica! Usarei aqui a citação da própria Wikipédia sobre esse disco:

"Com base em ficção cientifica, o conceito é que, 10.000 anos depois da auto destruição da humanidade, um homem e uma mulher viajam de regresso para a Terra para a repovoar novamente. O tom das músicas é de contemplação sobre os erros do passado da humanidade e de esperanças futuras. A maioria das canções é influenciada por bandas como Moody Blues ou Pink Floyd."

Eu imagino o quanto isso deveria ser entusiasmante para jovens da época amante de boas músicas e boas histórias (para me certificar disso, procurei meu pai para dar seu parecer e ele curtiu muito, apesar de não ter conhecido antes). Eu acredito que nessa época as histórias de ficção científica tinham um caráter todo especial, pois os avanços tecnológicos no sentido da exploração espacial ainda não eram tão vastos quanto são agora, e isso despertava, creio eu, uma vontade de explorar todos esses mistérios novos que naquele momento pareciam bem mais possíveis, pois o homem havia pousado na Lua já em 1969 (não discutirei aqui as teorias conspiratórias =P). Apesar disso, o disco não obteve tanto sucesso na época, em Portugal.

E sobre a musicalidade? Bem, como já foi dito antes na citação, há muita influência de grupos de prog como Pink Floyd e The Moody Blues. Há predominância do uso de sintetizadores e também do Mellotron (um aparelhinho, para quem ainda não sabe, que é uma espécie de teclado que utiliza sons pré-gravados, muito usado por bandas dessa época), mas há também passagens com solos de guitarra muito bem executados. Existem excelentes faixas instrumentais, como Fuga Para o Espaço e Memos. O primor da obra é tanto que é citada na revista Billboard entre os 100 melhores álbuns de rock progressivo. É uma verdadeira pérola lusitana para os amantes do bom e velho prog rock.

Ps.: No arquivo que está aqui disponível, há ainda um pequeno brinde. Não lembro exatamente onde consegui baixar este álbum, mas ele veio com uma música adicional, Vida (Sons do Quotidiano), que faz parte de um EP lançado em 1977 (e, portanto, um ano antes desse álbum) que tem o mesmo título e que só possui essa música, porém divida em duas partes e o melhor é que também é rock progressivo, porém, a temática não é mais o espaço e sim, a vida (oh, é mesmo?) Enfim, enjoy! =)


Site//LastFm

Tracklist:

01. O Último Dia na Terra - 4:21
02. O Caos - 6:00
03. Fuga Para o Espaço - 8:10
04. Mellotron, o Planeta Fantástico - 6:43
05. 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte - 6:05
06. A Partir do Zero - 4:43
07. Memos - 2:07
Extra: Vida (Sons do Quotidiano) - 12:37


Links:

MegaShares//BayFiles

domingo, 4 de setembro de 2011
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La Chanson Noire - Canções de Faca e Alguidar

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Gênero: Gothic / Punk Cabaret
Ano: 2007
País: Portugal

Comentário: La Chanson Noire é o transbordo musical da inquieta e multifária mente de Carlos Monteiro. É composta por três heterônimos (?): Iktush Nosfellatio, Charles Sangnoir e João Semnome; cada um com sua respectiva e diferente personalidade, a qual compõe de certa forma um traço das músicas bucólicas-decadentes de LCN. Do mesmo modo, oscilam nos shows em performances, onde até o próprio criador aparece incorporando uma quarta pessoa.

"Canções de Faca e Alguidar" é o orgulho desta estação para a Necrosymphonic Entertainment (gravadora (?) criada pelo próprio Carlos). Voz, bateria e piano, pontualmente acompanhados por um baixo ou uma secção de cordas, numa toada de cabaret decadente em delírios de haxixe e absinto. Capa exclusivamente para k7 - puro romantismo retro!

Já foi postado aqui no Ignes o Split dele com o Espelho Mau: Gay Music For Straight People.

Tracklist:
1. Construir Monstros
2. Fado Mau
3. Food For The Worms
4. Fuck Me

Download: Megaupload // Mediafire // Hotfile // Outros Links

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.