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quarta-feira, 12 de junho de 2013
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Mixhell - Spaces

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Gênero: Electroclash, House, Dance
País: Brasil
Ano: 2013

Comentário: Não é exagero nenhum dizer que Iggor Cavalera é um dos maiores bateristas das últimas décadas. Conhecido por seu trabalho com a seminal banda que formou com seu irmão Max em Belo Horizonte, cidade deste que vos fala, Iggor revolucionou o instrumento ao introduzir elementos da música brasileira no Thrash do Sepultura com suas batidas tribais e agressivas.

A nova empreitada de Iggor não é tão nova assim. o Mixhell foi formado em 2008 em parceria com sua esposa, Laima Leyton e conta atualmente com o baixista e produtor Max Blum. O primeiro disco chega apenas em 2013, ano em que a banda tocou no Lollapalooza Brasil e está cotada para se apresentar no mega festival britânico Glastonbury.

Mesmo com prezando por batidas simplistas o disco tem a cara de Iggor Cavalera e isso pode ser visto claramente na faixa "White Ropes", uma das melhores do disco. Outro destaque é "Exit Wound", que conta com os vocais de Greg Puciato do The Dillinger Escape Plan.

O maior atrativo do disco é ver como Iggor se aventura em um estilo tão diferente daquele que o consagrou e como ele se sai bem nesta tarefa.

Tracklist:
1. Antigalactic
2. Exit Wound
3. Mind Drop
4. The Edge
5. The Way
6. Internal
7. Once Again
8. White Ropes
9. Daria
10. Come With Me
11. The Shape

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segunda-feira, 3 de junho de 2013
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Slow Magic - Triangle

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Gênero: Chillwave
País: EUA
Ano: 2012

Comentário: Estamos em um praia nos anos 80. Ok, agora você está no clima do disco. Chillwave ou Glo-fi, enfim, foi um gênero que realmente me sugou; eu creio que por suas características mesmo: som que nos traz uma nostalgia (mesmo eu nem tenha vivido há época). Simples, mas que exalta a maior função da música, que é passar algum tipo de emoção que seja cativante, que nos faça querer bater o pezinho ou músicas tristes que nos façam refletir de algum modo.

VASCULHEI a internet quase toda, faltou somente nossa Deep Web (Orkut) ou a verdadeira Deep Web para achar informações do Slow Magic, porém nada. É, meu amigo, o Google não ajudou muito em me fornecer as informações sobre a vida dos participantes, influências etc... mas fica aqui esse bloquinho sem informações, quando conseguir algo eu atualizo.

O disco é simples e bem elaborado, com sintetizadores, com texturas exuberantes. Batuques de tambores ao longo do disco destacam a sonoridade ''exótica''. Enfim, mas de qualquer modo você consegue facilmente distinguir o que está ''acontecendo'' nas faixas, diferentemente do que anda rolando no meio da produção eletrônica de alguns outros gêneros, que parecem mais cópias mal feitas de Dubstep, que no fim acabam soando como uma salada mista azeda ou um liquidificador louco.

As melódicas são marcantes, são grande destaque. Isso também é um dos efeitos Glo-fi aka Chillwave, ah, sei lá. (Destacando Feel Flows) Sabe, é uma sensação muito gostosa, flui muito bem, disco para você dar aquele play após um dia agitado (Escutem, Youths).




Tracklist:

1. Corvette Cassette
2. Toddler Tiger
3. Feel Flows
4. Youths
5. Moon
6. Circle
7. Sorry Safari
8. Music


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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
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Karin Park - Highwire Poetry

5 comentários
Gênero: Electropop, Synthpop, Experimental, Dark Ambient, Indie Pop, Drone
País: Suécia
Ano: 2012

Comentário: A primeira coisa que você irá notar ao ouvir esse disco é a semelhança entre as vozes de Karin Park e Karin Dreijer Andersson (The Knife/Fever Ray). Vencida esta barreira a essência de suas músicas pode ser apreciada e a surpresa diante da qualidade sonora é certa. O pop sombrio de Karin Park preenche o ambiente enquanto sua voz dotada de notável profundidade completa o cenário.

Claramente influenciada por artistas como Gary Numan e Depeche Mode, Karin Park nos entrega em seu 4° disco, Highwire Poetry, uma sucessão de músicas tão diversas e densas que torna cada minuto do disco uma experiência nova e envolvente. Criada em um pequeno vilarejo sueco e mais tarde enviada para um colégio missionário japonês não é uma surpresa a singularidade de suas músicas.
Faixas como "Restless", "Fryngies" e "Wildchild" evidenciam as influências citadas anteriormente, enquanto faixas mais experimentais como "New Era" e "6000 Years" dão um brilho a mais ao disco. Karin ainda flerta com o dubstep em "Tiger Dreams", uma das melhores de Highwire Poetry.

O parceiro musical de Karin é seu irmão, David Park, mas, chega de comparações com o The Knife.

Tracklist:
1. Restless
2. Fryngies
3. Tension
4. Tiger Dreams
5. New Era
6. Wildchild
7. Explosions
8. 6000 Years
9. Thousand Loaded Guns
10. Bending Albert Law's

MEGA

segunda-feira, 18 de junho de 2012
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Pignes LIVE! # 9 - The Knife - Silent Shout: An Audio Visual Experience

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Gênero: Electropop, Synthpop, Experimental, Dark Ambient, Trip Hop, Indie Pop, Drone.
País de Origem: Suécia
Quando: 12 de Abril de 2006
Onde: Gothenburg, Suécia

Comentário: O duo de música eletrônica sueco The Knife, esbanja esquisitice. Formada em 1999 pelos irmão Karin Dreijer Andersson e Olof Dreijer, a banda mistura vários estilos que vão do Ambient ao Synthpop dançante presente em músicas do disco Deep Cuts, por exemplo. Uma aura de mistério envolve a banda, com seus integrantes reclusos a banda quase nunca aparece em público e até 2006, ano de lançamento do ótimo Silent Shout, não tinha feito show algum, foram 7 anos até o primeiro show.

Silent Shout: An Audio Visual Experience é o registro de um dos shows da primeira turnê da banda. Como o próprio nome sugere, é uma experiencia que vai além da música, com efeitos visuais que deslumbram a platéia e tornam o concerto tão interessante. As músicas ficaram muito diferentes ao vivo, algumas versões ficaram até mesmo melhores do que as de estúdio, outras, nem tanto. Fato é que Silent Shout: An Audio Visual Experience é uma visão interessante sobre uma banda interessante e é um deleite para os fãs, que puderam, à época, ver finalmente um show da banda que já tinha lançado três discos ótimos e essenciais para qualquer fã do gênero (se é que se pode encaixá-los em algum gênero específico).


É difícil explicar esse show, é uma experiência que deve ser vivida, e acredito que até mesmo essas imagens não passam a intensidade da experiência ao vivo que é um show do The Knife. Você deve relaxar e se deixar levar pela música e o espetáculo proporcionados pela banda, é como assistir um videoclipe de 50 minutos. O setlist passa por vários hits da banda como "Pass This On", “Marble House" e "Heartbeats", algumas em versões bem diferentes das de estúdio. Destaque para as faixas "The Captain" e "Forest Families".

Certa vez, ouvi alguém dizer que se pudesse escolher apenas uma voz para ouvir para o resto da vida, seria a voz de Karin Dreijer Andersson. A impressão que tive após Silent Shout An Audio Visual Experience é que a minha escolha seria a mesma.

Tracklist:
1. Pass This On
2. The Captain
3. We Share Our Mother's Health
4. You Make Me Like Charity
5. Marble House
6. Forest Families
7. Kino
8. Heartbeats
9. Silent Shout
10. From Off  To On

Audio:
FreakShare // Depositfiles // Bayfiles // Badongo // Rapidgator

Video:
Parte 1: Jumbofiles
Parte 2: Jumbofiles




terça-feira, 3 de abril de 2012
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The Knife - Discografia

12 comentários
Gênero: Electropop, Synthpop, Experimental, Dark Ambient, Trip Hop, Indie Pop, Drone, Ópera (no disco Tomorrow, In a Year)
País: Suécia

Comentário:  The Knife é uma banda formada em 1999 na Suécia por Karin Dreijer Andersson e Olof Dreijer, dois irmãos geniais e muito reclusos, raramente são vistos em público ou dão entrevistas e até o lançamento do aclamado "Silent Shout" em 2006 a banda nem mesmo fazia shows. A banda ficou conhecida mundialmente após um cover de uma de suas músicas, "Heartbeats" do disco Deep Cuts, aparecer em um comercial da Sony. Após esse episódio várias outras músicas foram usadas em comerciais e levando os, assim, ao reconhecimento a nível mundial.

O primeiro show aconteceu em 2006, 7 anos depois da formação. Após a confirmação de vários shows ao redor do mundo foi anunciado o lançamento de um DVD, Silent Shout: An Audio Visual Experince.

Antes do The Knife, Karin era a vocalista de uma banda Indie Pop chamada Honey Is Cool, e em 2009 lançou seu primeiro disco solo sob o nome Fever Ray, o disco foi considerado um dos melhores daquele ano e é um dos meus preferidos de todos os tempos.

O primeiro disco, auto-intitulado, foi lançado em fevereiro de 2001, e trazia o single "N.Y. Hotel". O segundo disco, Deep Cuts, de 2003, trazia um som muito diferente de seu antecessor. Com músicas muito mais bem produzidas o disco teve maior repercussão, o The Knife até ganhou um Grammis (é assim que o Grammy é chamado na Suécia) de melhor grupo pop, porém, eles boicotaram a cerimônia, mandando em seu lugar duas mulheres vestidas de gorila em protesto ao domínio masculino no meio musical. O disco também foi indicado a disco do ano, mas eles perderam para o Cardigans. Deep Cuts traz algumas das melhores músicas da carreira da banda, como "Heartbeats", "Pass This On", "Listen Now", "You Take My Breath Away" e "Is It Medicine".

No mesmo ano a banda foi chamada para fazer a trilha sonora do filme que eu já desisti de procurar Hannah Med H. A maior parte do disco é composto por músicas instrumentais, algumas dessas músicas apareceram também em versões especiais dos discos The Knife e Deep Cuts.

Em 2006 foi lançado aquele que é considerado por muitos o melhor álbum do The Knife, Silent Shout. O disco é bem mais sombrio e menos pop do que Deep Cuts. Silent Shout teve uma recepção super favorável por parte da mídia e dos fãs, sendo nomeado pelo Pitchfork como melhor disco do ano, e traz um dos maiores hits da banda "Marble House."

No ano de 2010 foi lançada aquela que é, para mim, a obra prima do The Knife, a ópera inspirada na Origem Das Espécies de Charles Darwin. Sinceramente, não dá pra ser melhor do que isso. O disco é uma parceria entre The Knife, Mt. Sims e Planningtorock e foi composto para a ópera "Tomorrow, In A Year" produzida pelo grupo performático dinamarquês Hotel Pro Forma. O disco conta com participações da mezzo-soprana Kristina Wahlin, a atriz dinamarquesa Lærke Winther e o cantor pop sueco Jonathan Johansson.

Em 2013 o The Knife lança seu quarto disco do estúdio. "Shaking The Habitual" é um disco extenso, de densidade ímpar, que vai na contramão de sucessos radiofônicos como aqueles encontrados no "Deep Cuts" ou no "Silent Shout" e mergulha em uma atmosfera intensa, sombria e experimental. Talvez fruto das experiências recentes da banda, com o "Tomorrow, In A Year" e o projeto solo de Karin, o Fever Ray. A temática do disco remete ao fim da riqueza extrema, como revelado pelo duo. Batidas eletrônicas densas embaladas por letras de cunho político transformam esse disco em algo intrigante e completamente diferente da proposta anterior do grupo. Em músicas que variam de 55 segundos a quase 20 minutos o The Knife consegue com este registro ir além dos limites da própria criatividade e faz deste disco um dos melhores do ano.

Discos:

The Knife (2001)

Tracklist:
1. Neon
2. Lasagna
3. Kino
4. I Just Had To Die
5. I Take Time
6. Parade
7. Zapata
8. Bird
9. N.Y. Hotel
10. A Lung
11. Reinder

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Deep Cuts (2003)

Tracklist:
1. Heartbeats
2. Girls Night Out
3. Pass This On
4. One For You
5. The Cop
6. Listen Now
7. She's Having a Baby
8. You Take My Breath Away
9. Rock Classics
10. Is It Medicine
11. You Make Me Like Charity
12. Got 2 Let U
13. Behind The Bushes
14. Hangin Out
15. This Is Now
16. Handy-Man
17. The Bridge

MEGA // Novafile



Hannah med H Soundtrack (2003)

Tracklist:
1. Real Life Television
2. Hannah's Conscious
3. Handy Man
4. High School Poem
5. New Year's Eve
6. Three Boys
7. This Is Now
8. The Bridge
9. Copenhagen
10. Wanting To Kill
11. Jane's Sneaking
12. Vegetarian Restaurant
13. At The Café
14. A Different Way
15. Poetry By Night
16. Listen Now

MEGA // Novafile



Silent Shout (2006)

Tracklist:
1. Silent Shout
2. Neverland
3. The Captain
4. We Share Our Mother's Health
5. Na Na Na
6. Marble House
7. Like a Pen
8. From Off To On
9. Forest Families
10. One Hit
11. Still Light

MEGA // Novafile



Tomorrow, In a Year (2010)

Tracklist:

DISCO 1
1. Intro
2. Epochs
3. Geology
4. Upheaved
5. Minerals
6. Ebb Tide Explorer
7. Variation Of Birds
8. Letter to Henslow
9. Schoal Warm Orchestra

DISCO 2
1. Annie's Box
2. Tumult
3. Colouring Of Pigeons
4. Seeds
5. Tomorrow In A Year
6. The Height Of Summer
7. Annie's Box (Alt. Vocal)

MEGA // Novafile

Shaking The Habitual (2013) 


Tracklist

1. A Tooth For An Eye
2. Full Of Fire
3. A Cherry On The Top
4. Without You My Life Would Be Boring
5. Wrap Your Arms Around Me
6. Crake
7. Old Dream Waiting To Be Realized
8. Raging Lung
9. Networking
10. Oryx
11. Stay Out Here
12. Fracking Fluid Injection
13. Ready To Lose

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Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.