Gênero: Forró, Baião
País: Brasil
Ano: 1989
Comentário: Luiz Gonzaga, o rei do baião, querido por todos os brasileiros que conhece pelo menos um pouco de sua cultura musical. Nascido em 1912, Luís foi uma importante peça não só para o forró, mas para a musica brasileira em sua totalidade. Conseguia ter uma sonoridade autentica, guiando uma sanfona e cantarolando letras que hoje são consideradas poesias.
Começou a dedicar-se a musica após sair do exercito, em 1939. Começou tocando em pontos de prostituição, musicas simples, que não fazia muito sucesso, mas em 1941 apresentou uma musica de sua autoria chamada “vira e mexe” que chamou atenção das pessoas e que lhe rendeu contrato com gravadora.
E o disco que trago aqui deste grande compositor é “aquarela nordestina”. Lançado em 1989 o disco traz a essência de Luiz Gonzaga através de musicas executadas da melhor forma possível. Abrindo com “A rede Véia” somos logo apresentados ao típico forró dançante tocando em festas der são João, guiada pela sanfona que segue uma letra que funciona quase que como um alivio cômico.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Forró In The Dark - Discografia
Categories :
País: Estados Unidos/Brasil
Ano: De 2002 até os dias atuais.
Comentário: Forró In The Dark é um ótimo projeto criado por quatro amigos, que une forró com elementos do rock com uma pitada de um som meio jazz. Apesar de ter um som brasileiro, a banda foi criada nos Estados Unidos, onde se apresenta toda noite em uma casa de shows chamada “Nublu”. O objetivo seria levar a energia do forró para fora de seu país de origem e, além de criar um som meio experimentalista unindo distintos tipos de musica, mostrar para as pessoas de fora esse som do nordeste do Brasil.
Claramente o forró hoje em dia está, de certa forma, banalizado, com grupos que envergonham os grandes mestres que sustentaram esse estilo no começo. Mas quanto a isso não precisam se preocupar, o Forró In The Dark não segue exemplos desses grupos atuais e seguem no mais puro estilo do forró baião brasileiro.
A banda é uma verdadeira mistura de instrumentos, temos guitarra, que é um instrumento pouco comum no forró e sax e flauta para acompanhar a animada percussão, essa mistura causa uma atmosfera boa na musica e enriquece o disco.
O primeiro disco, chamado “Bonfire os São João”, possui ótimas musicas instrumental, como por exemplo, “índios Do Norte” que possui um sopro bem trabalhado que realça o clima de forró da musica. Ainda temos a participação de David Byrne cantando “Asa Branca” em inglês de um jeito impecável. O único pecado do disco talvez, seja a musica “Paraíba”, cantada por Miho Hatori, que deu, com seu sotaque japonês, um som meio estranho para a musica. Erros a parte o disco é recompensado por ótimas musicas cantadas em português, como a musica “Que Que Tu Fez”, que possui um incrível toque de viola e uma letra indispensável. Já “Oilelé La” apresenta os integrantes da banda de forma divertida, mostrando já um ritmo mais dançante com clima de festa.
Já o Segundo disco chamado “Light A Candle” já começa em tom animado com a musica “Bandinha” que remete claramente ao são João. Assim como no primeiro disco, no segundo o sopro faz mais um belo trabalho, como pode ser ouvido na musica “Saudades de Manezinho Araújo”, “Anão De Jardim” e também em “Perro Loco” na qual o sax é quem toma o lugar acompanhado o vocal espanhol. Em Nonsencial eles usam pitadas de elementos do reggae que de certa forma condiz com a letra. No primeiro disco é possível ouvir uma versão crua e instrumental de “Lampião chegou”, já nesse segundo disco a musica esta completamente e belamente trabalhada, Assim como “Caipirinha” que fala sobre a amada bebida brasileira.
Forró In The Dark é um grupo que merece ser apreciado e reconhecido até mesmo por aqueles que não gostam de forró.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Sivuca - Sivuca
Gênero: MPB, Baião
País: Brasil
Ano: 1974
Comentário: A vida tá complicadinha. E, pra dar uma breve explicação da minha ausência na semana passada (e servindo já de justificativa para eventuais faltas minhas aqui no Ignes Elevanium), acordar às 4:30 pra trabalhar em outra cidade não é pra qualquer um não. E pra aguentar essa rotina: música, café e mais música! Lembro de como eu procurei feito louco por este álbum do mestre Sivuca. Os links para download são escassos, e as resenhas pela Internet são totalmente nulas, algo imperdoável para um álbum tão bem feito. Gravado em 1974 para o mercado americano, Sivuca, que aqui mostra suas habilidades como multi-instrumentista ao assumir o acordeon, os teclados, o violão e alguns vocais, interpreta várias canções que representam bem a poderosa cultura brasileira.
Agora ignore por um momento o que eu disse ali em cima, afinal o álbum abre com um clássico da música americana, Ain't no Sunshine, que ganha uma roupagem bastante abrasileirada, a despeito da letra em inglês. Você Abusou, Adeus Maria Fulô e Inquietação mostram de forma bastante escancarada como o Jazz e a música brasileira podem fazer um belo prato de feijão com arroz; Tunnel, do outro mestre albino Hermeto Pascoal, é interpretada com maestria com belas flautas alternando entre os vocais scat de Sivuca e das duas cantoras que participaram do álbum- há poucas informações sobre ambas, e levando em conta o fato de cantarem em português e terem nomes estrangeiros, só gera dúvidas sobre sua participação.
Ponteio, clássico indiscutível de Edu Lobo, foi o que mais me chamou a atenção neste álbum: a interpretação de Sivuca está impecável, melodiosa, calcada no baião e totalmente instrumental. A interação entre a flauta e o piano é feita de forma ímpar. Então, o álbum segue com duas composições próprias do albino paraibano: Amor Verdadeiro, na qual o violão serve de base para que Sivuca mostre sua voz encorpada; e Lament of Berimbau, na qual um berimbau (jura???) e um violão se confundem entre si. É uma canção bastante agradável de se ouvir, com apenas os dois instrumentos se comunicando um com o outro. E fechando com chave de ouro, Sivuca executa um tema improvisado sobre uma base do baião, chamada Arrasta- Pé (sim, aquele mesmo arrasta- pé que seus pais, nascidos no Nordeste, dançavam agarradinhos). E com clima de baile e tudo! Afinal, vozes e passos são ouvidos ao fundo, terminando de forma animada esta excelente amálgama da música brasileira. Às vezes sinto pena dos estrangeiros por não terem uma cultura tão musicalmente rica quanto a nossa.
Site oficial//LastFM
Tracklist:
1- Ain't no Sunshine (Bill Withers)
2- Você Abusou (Antonio Carlos & Jocafi)
3- Tunnel (Hermeto Pascoal)
4- Ponteio (Capinan & Edu Lobo)
5- Rosa na Favela (Sergio Ricardo)
6- Adeus Maria Fulô (Sivuca & Humberto Teixeira)
7- Inquietação (Ary Barroso)
8- Amor Verdadeiro (Bandeira & Sivuca)
9- Lament of Berimbau (Sivuca)
10- Arrasta Pé (Folclore)
Download:
Mediafire//Depositfiles
sábado, 24 de março de 2012
Baiano e os Novos Caetanos - Baiano e os Novos Caetanos
Categories :
/Damien Willis . #Produto Nacional . Comedy and Parody . Forró . MPB . Música Regional Brasileira . Rock . Samba
Gênero: MPB, Forró, Samba-rock
País: Brasil
Ano: 1974
Comentário: Formado pelo humorista, cantor, compositor e ator Arnaud Rodrigues ("O Povo Brasileiro" e "Coronel Totonho" de A Praça é Nossa), pelo humorista, ator, escritor e pintor Chico Anysio e pelo músico Renato Piau, o Baiano e os Novos Caetanos, que faz uma pequena troca em seu título com os nomes do conjunto Novos Baianos (que estavam ganhando grande evidência na época) e Caetano Veloso, surgiu nos anos 70 apresentado como uma sátira ao tropicalismo cujo principais elementos eram o humor, o engajamento, a aparência nordestina e as críticas cantadas/interpretadas por Baiano e Paulinho Boca de Profeta (personagens de Chico Anysio e Arnaud Rodrigues, respectivamente, surgidos no Chico City). Além das letras e dessa estética humorística, o trio contava com um instrumental muito bem elaborado e criativo, cheio de referências e fazendo utilização de variados instrumentos. Contudo a sonoridade apresenta um outro diferencial por conta das palmas, assovios, gritos de platéia e frases soltas que fazem do disco uma espécie de quadro ao estilo de Chico City, mesmo.
Mas por traz dessas óbvias características existe um disco de indignação à ditadura e apoio aos artistas presos e exilados durante este período negro. Mais especificamente, tanto os personagens como as músicas surgiram após a prisão e exílio de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que nem mesmo fora devidamente noticiado por conta da censura. Este disco era como uma carta aberta, qualquer um poderia olha-la, mas somente aqueles que buscavam a liberdade iriam entendê-la e por isso tem seu lugar garantido ao lado de muitas outras cartas musicadas compostas naquela época.
Cada faixa (onze ao todo) possui sua peculiaridade, mas todas transpiram brasilidade, seja pelos instrumentos utilizados, pelo ritmo, modo de interpretação dos humoristas, dizeres populares ou qualquer outra característica presente nesta pérola. É de certa forma um emaranhado de sonoridades nas quais podemos destacar a MPB e toda sua diversidade, além do samba-rock e forró.
Este é o primeiro de uma série de cinco discos creditados ao Baiano e os Novos Caetanos e por isso cabe a você buscar conhecer os demais. Como você fará isso pouco me importa, apenas não deixe mais esta obra nacional somente aos ouvidos dos velhotes.
Em tempo aproveito para deixar aqui meus pêsames a todos que, independente de preconceitos com certos canais e programas, puderam acompanhar, mesmo que parcialmente, a carreira do Chico Anysio, que está num patamar elevadíssimo dividindo espaço ao lado de outros grandes nomes do humor do país. Também vale relembrar a carreira e personagens de Arnaud Rodrigues, que fez parte dos meus tempos de intretenimento televisivo.
País: Brasil
Ano: 1974
Comentário: Formado pelo humorista, cantor, compositor e ator Arnaud Rodrigues ("O Povo Brasileiro" e "Coronel Totonho" de A Praça é Nossa), pelo humorista, ator, escritor e pintor Chico Anysio e pelo músico Renato Piau, o Baiano e os Novos Caetanos, que faz uma pequena troca em seu título com os nomes do conjunto Novos Baianos (que estavam ganhando grande evidência na época) e Caetano Veloso, surgiu nos anos 70 apresentado como uma sátira ao tropicalismo cujo principais elementos eram o humor, o engajamento, a aparência nordestina e as críticas cantadas/interpretadas por Baiano e Paulinho Boca de Profeta (personagens de Chico Anysio e Arnaud Rodrigues, respectivamente, surgidos no Chico City). Além das letras e dessa estética humorística, o trio contava com um instrumental muito bem elaborado e criativo, cheio de referências e fazendo utilização de variados instrumentos. Contudo a sonoridade apresenta um outro diferencial por conta das palmas, assovios, gritos de platéia e frases soltas que fazem do disco uma espécie de quadro ao estilo de Chico City, mesmo.
Mas por traz dessas óbvias características existe um disco de indignação à ditadura e apoio aos artistas presos e exilados durante este período negro. Mais especificamente, tanto os personagens como as músicas surgiram após a prisão e exílio de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que nem mesmo fora devidamente noticiado por conta da censura. Este disco era como uma carta aberta, qualquer um poderia olha-la, mas somente aqueles que buscavam a liberdade iriam entendê-la e por isso tem seu lugar garantido ao lado de muitas outras cartas musicadas compostas naquela época.
Cada faixa (onze ao todo) possui sua peculiaridade, mas todas transpiram brasilidade, seja pelos instrumentos utilizados, pelo ritmo, modo de interpretação dos humoristas, dizeres populares ou qualquer outra característica presente nesta pérola. É de certa forma um emaranhado de sonoridades nas quais podemos destacar a MPB e toda sua diversidade, além do samba-rock e forró.
Este é o primeiro de uma série de cinco discos creditados ao Baiano e os Novos Caetanos e por isso cabe a você buscar conhecer os demais. Como você fará isso pouco me importa, apenas não deixe mais esta obra nacional somente aos ouvidos dos velhotes.
Em tempo aproveito para deixar aqui meus pêsames a todos que, independente de preconceitos com certos canais e programas, puderam acompanhar, mesmo que parcialmente, a carreira do Chico Anysio, que está num patamar elevadíssimo dividindo espaço ao lado de outros grandes nomes do humor do país. Também vale relembrar a carreira e personagens de Arnaud Rodrigues, que fez parte dos meus tempos de intretenimento televisivo.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Zé Ramalho - 6 Releases
Categories :
#Produto Nacional . Blues . Folk Music . Forró . MPB . Rock
Gênero: Forró/ MPB/ Folk/ Rock/ Blues
País: Brasil
Atividade: 1974 - presente
Comentário: Como ficaram sabendo, Zé Ramalho, ao mesmo tempo que Emicida, foi o último a integrar e fechar o line-up do SWU. Mas Zé não está aqui somente para completar a 'cobertura' do evento.
O Pedro Henrique numa simples menção ao cantor foi capaz de resumir com exatidão quem é Zé Ramalho: Uma lenda.
Nordestino, do estado da Paraíba, José Ramalho Neto se consagrou como uma das grandes e estrondosas vozes de nosso país. Igualmente reconhecido por suas letras e, sem dúvidas, sua música mais a maneira de cantar que denunciam um oceano de influências e, de certa forma, um experimentalismo que só ele sabe fazer.
É um ser mítico com uma extensa carreira, participações especiais, premiações, tributos e valiosas parcerias, das quais geralmente atendem pelos nomes de Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Alceu Valença.
Não só estes, claro, mas o músico é íntimo de outros grandes compositores, ou melhor, 'cantautores', como Chico Buarque e Caetano Veloso, por exemplo.
Zé Ramalho não agrada a todos, mas ironicamente tem em suas obras um leque de influências e ídolos tão grandes e geniais quanto ele próprio e que abrangem o gosto até dos que não se identificam com seu som. Sua marca é a mistura e isso ele ganhou desde o berço, rodeado da cultura nordestina com seus cantadores, repentistas e rabequeiros. Depois via-se consumindo e guardando em seu coração as passadas, mas eternas Jovem Guarda e a Tropicália, o rock'n'roll universal de Beatles, a rebeldia de Rolling Stones, a maluquice consciente de Raul Seixas, o psicodelismo de Pink Floyd, a admiração pelo poeta Bob Dylan,...
No começo de sua carreira tocou para a trilha sonora do filme "Nordeste: Cordel, Repente e Canção", de Tânia Quaresma, quando ainda era conhecido como Zé Ramalho da Paraíba. Um ano depois lançara seu primeiro disco, "Paêbirú" (1974), com Lula Côrtes e por isso é considerado um disco fora da sua discografia oficial, mas sem dúvidas tem relação direta com o restante da sua carreira. Hoje este disco é um verdadeiro item de colecionador, valendo até alguns milhares de reais, tanto por sua raridade (devido a uma enchente só sobraram 300 cópias) como pela musicalidade alternativa.
Atualmente sua carreira conta com cerca de 25 discos, entres estes também estão alguns tributos, no qual destaco a série "Zé Ramalho canta" que já contou com discos inteiros fazendo cover de Bob Dylan, Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Beatles. Fora estes não podemos nos esquecer da série "O Grande Encontro" que rendeu três discos em parceria de Alceu Valença (somente na primeira versão), Elba Ramalho e Geraldo Azevedo.
Mas não seria possível eu upar tudo, então filtrei e escolhi apenas quatro discos que considero ótimos, e não necessariamente melhores e mais importantes. Entre eles está "Zé Ramalho" (1978), seu primeiro disco, contendo sucessos como 'Avôhai' (com participação de Patrick Moraz, ex-Yes), 'Vila do Sossego', 'Chão de Giz', 'A Dança das Borboletas' e 'Bicho de 7 Cabeças', esta última instrumental. O disco está basicamente uma mistura de rock com fortes tendências psicodélicas e progressivas com forró, mas de forma alguma pode ser enquadrado simplesmente assim. O segundo disco é realmente seu segundo disco, "A Peleja do Diabo com o Dono do Céu" (1979 — também conhecido como "Zé Ramalho II") e tem uma capa chamativa onde vemos Zé do Caixão e a atriz Xuxa Lopes. Considerado a obra prima de Ramalho, traz consigo uma nova e interessante visão politizada. Grandes canções como "A Peleja do Diabo com o Dono do Céu", a consagrada "Admirável Gado Novo", tema de uma das poucas novelas que tive o prazer-de-assistir-com-prazer, "Falas do Povo", "Beira-Mar", "Jardim das Acácias" e outras. O próximo também é o terceiro em sua carreira, "A Terceira Lâmina" (1981), com belezas como 'Canção Agalopada', 'Filhos de Ícaro' e 'A Terceira Lâmina' e se estabelece como o álbum menos 'estranho' e centrado na mistura do rock com o forró.
Até aqui foram três discos, os primeiros de sua carreira, mas poderiam ser pelo menos os cinco ou seis primeiros, todas obras maravilhosas antes da sua queda de popularidade que ocorreu à partir do ano de 1985 até 1990, provavelmente causada por um experimentalismo maior e da falta de feeling que chegava a sobrar nas obras anteriores.
Mas a discografia do Zé é sensacional e mesmo nos discos mais fracos você poderá pegar um punhado de músicas e se sentir confortável ouvindo. Por isso uma dúvida bateu quanto ao restante das escolhas, então decidi colocar uma (duas) coletânea, digamos, um pouco diferente. "Duetos" trata basicamente de sua participação em outros projetos, e/ou o contrário, com outros músicos, duplas e até bandas, que foram reunidas em dois discos.
Em "Duetos I" (2004) o músico reuniu participações que fez com Sepultura (que ficou tão bom que criou um feeling maravilhoso), Ivete Sangalo, Domiguinhos, Luiz Gonzaga, Bezerra da Silva e Falcão. Vários outros estão na lista, inclusive as figurinhas carimbadas Geraldo Azevedo e Elba Ramalho. Já em "Duetos II" (2009) podemos destacar a parceria com Chitãozinho & Xororó (que pessoalmente adorei), Geraldo Vandré, Belchior, Zélia Duncan, Paulinho Moska, Daniela Mercury, Pitty e Zeca Baleiro.
Mas faltava fechar a lista, daí escolhi "Nação Nordestina" (2000), material dedicado à música nordestina em que o mestre, à partir de regravações e próprias, monta um álbum conceitual que conta a história de um viajante que percorre todo o nordeste brasileiro. A capa homenageia Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles.
Zé Ramalho (1978)
Tracklist:01. Avôhai (04:57)
02. Vila Do Sossego (03:53)
03. Chão De Giz (04:45)
04. A Noite Preta (03:32)
05. A Dança Das Borboletas (05:24)
06. Bicho De 7 Cabeças (02:24)
07. Adeus Segunda - Feira Cinzenta (04:41)
08. Meninas De Albarã (04:32)
09. Voa, Voa (03:12)
10. Avôhai (Voz E Violão) (Bonus T (05:03)
11. Chão De Giz (Voz E Violão) (Bo (04:57)
12. Bicho De 7 Cabeças (Voz E Viol (02:31)
13. Vila Do Sossêgo (Voz E Violão) (03:55)
14. Ratos De Porto (Voz E Violão) (02:40)
Mediafire//MegaUpload//Outros
A Peleja do Diabo com o Dono do Céu / Zé Ramalho II (1979)
Tracklist:01. A Peleja do Diabo com o Dono do Céu (04:29)
02. Admirável Gado Novo (04:55)
03. Falas do Povo (04:13)
04. Beira-Mar (03:57)
05. Garoto de Aluguel (03:05)
06. Pelo Vinho e Pelo Pão (03:21)
07. Mote de Amplidões (04:00)
08. Jardim Das Acácias (05:13)
09. Agônico (01:45)
10. Frevo Mulher (04:37)
Mediafire//MegaUpload//Outros
A Terceira Lâmina (1981)
Tracklist:01. Canção Agalopada (05:02)
02. Filhos de Ícaro (03:02)
03. A Terceira Lâmina (04:18)
04. Um pequeno xote (02:15)
05. Atrás do balcão (04:04)
06. Galope Rasante (03:38)
07. Kamikaze (03:22)
08. Violar (Instrumental) (01:25)
09. Cavalos do Cão (03:26)
10. Ave de Prata (02:46)
11. Dia dos Adultos (02:17)
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Duetos I (2004)
Tracklist:01 - A Dança das Borboletas ( com Sepultura )
02 - Amar Quem Eu já Amei ( com Ivete Sangalo )
03 - Galope Rasante ( com Geraldo Zevedo )
04 - Garrote Ferido ( com Fagner )
05 - Ave e Prata ( com Elba Ramalho )
06 - Garoto de Aluguel ( com Belchior )
07 - Coração Bobo ( com Alceu Valença )
08 - Fica Mal com Deus ( com Luiz Gonzaga )
09 - Não Vendo, Nem Troco ( com Dominguinhos )
10 - Guerra de Facão ( com Falcão )
11 - Paraí-Ba ( com Flávio José )
12 - Os Segredos do Sumé ( com Roberta do Recife )
13 - Águas de Março ( com Tetê Espíndola )
14 - Coco do Trocadilho ( com Bezerra da Silva )
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Duetos II (2009)
Tracklist:01.Chão De Giz (Ao Vivo) - Elba Ramalho
02.Sinônimos - Chitãozinho & Xororó
03.Garoto De Aluguel (Taxi Boy) Ao Vivo - Belchior
04.Galope Razante (Ao Vivo) - Geraldo Vandré
05.Porta De Luz - Zélia Duncan
06.O Amanha É Distante (Tomorrow Is A Long Time) - Geraldo Vandré
07.Fica Mal Com Deus - Luiz Gonzaga
08.Pedras Que Cantam (Ao Vivo) - Paulinho Moska
09.A Terceira Lâmina (Ao Vivo) - Elba Ramalho
10.Procurando A Estrela - Daniela Mercury
11.Coração Bobo - Alceu Valença
12.A Nave Interior - Pitty
13.Banquete De Signos - Elba Ramalho e Geraldo Vandré
14.Bienal - Zeca Baleiro
Mediafire//MegaUpload//Outros
Nação Nordestina (2000)
Tracklist:CD1
01. Intróito à Nação (02:44)
02. O Meu País (04:55)
03. Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores (04:44)
04. Lamento Sertanejo (03:59)
05. Temporal (04:05)
06. Seres Alados (04:37)
07. Beijo-Morte-Beijo (04:21)
08. Meninos do Sertão (05:04)
09. Ele Disse (03:12)
10. Mourão Voltado em Questões (04:08)
CD2
01. Violando com Hermeto (03:20)
02. Hino Nordestino (03:32)
03. Bandeira Desfraldada (04:49)
04. Pau-de-Arara (02:42)
05. Amar Quem Eu Já Amei (02:47)
06. Garrote Ferido (04:09)
07. Paraí-Ba (03:51)
08. Eu Vou Pra Lua (02:58)
09. Esses Discos Voadores Me Preocupam Demais (06:44)
10. Digitado em Poesia (03:55)
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