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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
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Jeff Johnson & Brian Dunning - Music of Celtic Legends: The Bard & The Warrior

6 comentários

Gênero: Música Celta
País: Estados Unidos/Irlanda
Ano: 1997

Comentário:

Sabe aquelas músicas que possuem o poder mágico de te transportar imediatamente para outra paisagem? Imagino que saiba, mas então te conto outra coisa: imagina agora que a paisagem em questão são verdes planícies irlandesas banhadas por costas serenas, em que as ondas quebram com suavidade contra as rochas. Se andar mais um pouco nesse cenário, logo chegará a um banquete onde há muita música e alegria e onde jovens tocam suas harpas enquanto os guerreiros grandes como ursos descansam de suas batalhas. É um ambiente que me agrada de andar. E é esta paisagem e algumas outras que são evocadas neste álbum.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
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Iona - Discografia

5 comentários
Gênero: Progressive Rock, New Age, Celtic, Ambient
País: Inglaterra
Ano: Fim dos anos 80 até os dias atuais

Comentário: Encontrei Iona, a princípio, em alguma coletânea por aí de música celta em uma época em que eu estava muito fascinado pela cultura desse povo. Devo dizer que foi um achado magnífico. Iona traz consigo diversas influências que vão desde o jazz, nos primeiros álbuns, até músicas ambient. É fácil deduzir, portanto, que essa banda não costuma tratar a música celta no conceito mais conhecido do gênero. Mas também é verdade que um termo que parece ser bem apropriado para classificá-la seja realmente o "celta progressivo", ou pelo menos até onde isso queira dizer alguma coisa.

A sonoridade de Iona consegue variar muito e num só álbum é possível encontrar ritmos e melodias bem diversificados uns dos outros. Embaladas pela voz de Joanne Hogg, as músicas apresentam-se ora como típico rock progressivo das década de 70 ou 80, ora como uma balada new age. Às vezes, também, as melodias são puramente uma amostra da rica cultura musical celta, e isto com direito a harpas, gaita de foles e flautinhas. Porém, também é possível encontrar uma mistura disso tudo aqui e ali.

Mas não é só o instrumental que remete à cultura celta. As letras também o fazem, e o fazem com certa poesia. O próprio título da banda, Iona, remete ao nome de uma das ilhas do arquipélago das Ilhas Hébridas, na Escócia. O primeiro álbum, de mesmo nome, conta histórias a respeito desse lugar. Também é o álbum que mais utiliza saxofone.

quinta-feira, 29 de março de 2012
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Era - Reborn

1 comentários
Gênero: New Age
País: França
Ano: 2008

Comentário: Todo mundo já ouviu as canções "Divano" e "Anemo". Mesmo os que não conhecem o Era. Para quem não conhece, a coletânea aqui disponilizada traz os maiores clássicos do projeto que é, nas palavras de nosso parceiro Damien, "uma mistura homogênea de música clássica, ópera, canto gregoriano, eletrônica e demais ritmos contemporâneos". Nada mais a acrescentar. Era ganhou fama mundial com suas belíssicas canções, com potentes cantos em "latim", potentes percussões e um bom trabalho eletrônico para fazer a deliciosa mistura do arcaico com o moderno.

O álbum Reborn, o último com composições próprias até o presente, não carrega muito dos elementos que fizeram o Era ser tão querido. Reborn é mais sutil e mais eclético. Talvez por isso tenha decepcionado muita gente. Eu não me decepcionei, pelo contrário, me surpreendi. Reborn mostrou que Eric Lévi, mastermind do projeto, não estava disposto a ficar repetindo sua mesma receita, mas sim, criar algo novo a partir do propósito inicial de seu projeto.

Os cantos presentes em Reborn não carregam toda aquela potência da famosa canção "Anemo". São mais leves, lentos, com melodias menos impactantes, porém, tão profundas quanto. A exceção se aplica à canção que abre e leva o título do álbum, que se assemelha muito aos antigos clássicos e traz de bônus um delicioso solo de guitarra, outra característica bacana do projeto. Esta canção também carrega consigo um clima meio árabe, que será reforçado em outras canções, principalmente em "Prayers", em que o refrão é cantado na língua árabe. Outra peculiaridade de Reborn é a presença maior da música eletrônica. As canções "Dark Voices" e "Come Into My World" nada têm em comum com a pegada operística tradicional, e poderiam ser tocadas em uma festa dançante. Entretanto, fazem um bom contraste com as demais canções. Para completar, a canção "Kilimandjaro", bem suave e bonitinha, cria um momento clichê, mas muito notório no álbum.

O maior erro em Reborn é sua última faixa: um remix da canção "Come Into My World". Com mais de 9 minutos de duração, a faixa tomou muito tempo do álbum para tocar "tuntz tuntz". Ficou massante e acabou com o feeling do álbum que, se terminasse em "Last Song", manteria um clima original e diferente de tudo feito pelo Era.

Site Oficial || Last.FM

Tracklist:
1. Reborn 5:34    
2. Prayers 4:21    
3. Dark Voices 5:02    
4. Sinfoni Deo (Inspired By The Ave Maria Of Caccini) 4:42    
5. Come Into My World (Vocals– Lena Jinnegren) 5:19    
6. Kilimandjaro     4:36    
7. Thousand Words 5:22    
8. After Thousand Words    4:59    
9. Last Song 4:50    
10. Come Into My World (Remix) 9:17    


OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
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Deep Forest - Boheme

0 comentários
Gênero: New Age, World Music, Electronica
País: França
Ano: 1995

Comentário: Ao montar a coletânea de New Age (parte da recomendadíssima coletânea de estilos musicais fora do Rock, organizada pela galera aqui do Ignes Elevanium) descobri muita coisa legal. Dentre elas, uma das mais interessantes foi Deep Forest, projeto idealizado pelos franceses Michel Sanchez e Eric Mouquet. A proposta da dupla é misturar músicas étnicas tradicionais com música eletrônica. E eles vão bem a fundo com essa proposta, moldando cânticos tribais com muitos efeitos eletrônicos.

Boheme é o segundo álbum lançado pelo Deep Forest. Foi vencedor do Grammy de 1996 na categoria de melhor álbum de World Music, foi muito bem vendido, e ficou bastante famoso. O que mais chama a atenção no álbum são as vozes. Elas são bem estranhas e exóticas. Não sei dizer o quanto são naturais e o quanto são sintetização, mas provavelmente buscam se aseemelhar à peculiaridade do primeiro álbum do grupo, que foi feito, em maior parte, a partir de gravações da UNESCO de músicas tradicionais de povos pigmeus da África. Boheme, por sua vez, é composto por vozes do leste europeu, principalmente da Hungria. Márta Sebestyén é a principal estrela, interpretando três belas canções. Há ainda a participação especial de Peter Gabriel (Genesis) na faixa "While the Earth Sleep". 

O instrumental eletrônico é bem moderno, contrastando com o tradicionalismo das canções. Em alguns pontos, a música fica bem dançante, como no caso de "Cafe Europa". Mas na maior parte do tempo, o clima é mais Chillout, o que faz o trabalho se encaixar bem na rotulação "New Age".

Resumidamente, Boheme é um álbum de música eletrônica inserida em música tradicional, com vozes exóticas, idiomas diferentes, sons curiosos e refrões de "lalalalá" ou "papapapá".

Pesquisando sobre a banda, vi um interessante comentário no blog de Tiago Cruz dizendo: "o Deep Forest, bem lá no deep, era uma picaretagem caprichada - usando os 'povos da floresta', búlgaros, pigmeus ou qualquer outra coisa diferente que produzisse sons que pudessem ser devidamente adaptados para vender aos ocidentais ávidos por parecerem alternativos". A crítica parece válida e, de fato, o Deep Forest teve uma disputa legal com herdeiros de Károly Rostás, intérprete da canção "Freedom Cry", que alegaram nunca terem recebido nada em compensação ao trabalho do cantor, falecido antes do lançamento do álbum. Por outro lado, o Deep Forest contribuiu para fundos de auxílio a pigmeus, ciganos e outras associações ambientais e culturais.

Outros trabalhos do Deep Forest são também muito interessantes. Depois de Boheme, Deep Forest buscou culturas da Espanha, Japão, África e até do Brasil em "Deep Brasil", passando por um álbum um pouco mais distante da World Music chamado "Music Detected".


Site Oficial || Myspace || Last.fm

Tracklist:
1. Anasthasia
2. Bohemian Ballet
3. Marta's Song
4. Gathering
5. Lament
6. Bulgarian Melody
7. Deep Folk Song
8. Freedom Cry
9. Twosome
10. Cafe Europa
11. Katharina
12. Boheme
13. While the Earth Sleeps (European Edition Bonus Track) 


Download:
(100mb, 320kbps)

Megaupload || Mediafire || Outros Links no Mirrorcreator.com
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
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XVIIº Vie - La Prana

1 comentários
Gênero: Ambient, Ethereal, Dark New Age, Darkwave (?)
País: França 
Ano: 1996 

Comentário: Pense numa banda underground que habita o subsolo do underground e existe quase de forma fantasmagórica... Esta é o XVIIº Vie. Pupila da Prikosnovénie, segundo fontes duvidosas, foi formada em 1993 por Anastásia (teclado e vocais), Karin Mérat (vocais, teclado e percussão) e Franck (guitarra acústica, vocais e percussão) e entrou em extinção ainda no final dos anos 90. Na verdade, este post é tão-somente uma espécie de prefácio para meu próximo post: a discografia do Les Secrets de Morphée; pois não dá para falar de LSM sem falar de XVIIº Vie − você saberá por que. 

O som do XVIIº Vie possui peculiaridades bem interessantes, tais como a temática mitológica/pagã em suas letras (a fada na capa do álbum representa bem este caráter e inclinação à mitologia céltica/nórdica e como a banda, neste álbum, tentou buscar um “espírito da natureza”); partindo disto a sonoridade das músicas é construída em tons climáticos, basicamente em percussão e synths e, o que é mais notório, um vocal feminino predominante ora profético, ora dramático, ora lamurioso e ora num tom que muito me lembra algo meio New Age, fazendo contraponto aos versos recitados por um vocal masculino. 

Tracklist: 
01. Les Elfes De La Lumiere 
02. Totentanz 
03. L'etoile Oubliee 
04. Spirit's Skin 
05. HOH 
06. To Chyba Wszystko 
07. Cobalt 
08. Ultimatum 
09. Frozen Legend 
10. Lorna 
11. Psaume 
12. Fetish 
13. Faust 
14. L'imaginaire 
15. Ma Zausze



Download: Mega

Quem escreve e faz os uploads:

 
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