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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
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Soulfly - Primitive

1 comentários

Gênero: Nu Metal / Thrash Metal
País: Brasil / EUA
Ano: 2000

Comentário: Soulfly dispensa apresentações, banda criada pelo Max após sair do Sepultura. Bem, eu realmente adoro a banda, mesmo não estando tão ligado nesses últimos trabalhos por gosto mesmo, mas os primeiros trabalhos da banda me fascinam.

Escolhi o “Primitive”, primeiro por adorar a sonoridade crua e a temática do álbum, vejo muito de influências tribais, africanas e nordestinas no álbum, isso realmente me agrada. Segundo pelo dia de hoje, 13, ser aniversário do cara que mandou eu ouvir o álbum (e mais uma porrada de coisa que esporadicamente vou postando aqui), então, resolvi sentar e fazer essa resenha – mesmo que não me sinta totalmente apto para resenhá-lo, aqui estou fazendo. Parabéns ae Gud!

Então, Back To The Primitive funciona como um prelúdio para o restante do álbum, dando a prévia da temática e sonoridade da banda. O berimbau de início da música mais os gritos do Max são o começo ideal para o álbum: pesado e pulsante; visceral. Não poderia ter outra música para abrir o “Primitive”, se não fosse essa volta ao primitivismo, com bastante percussão e bateria marcante.

Pain conta com um dos melhores vocais do Max no álbum, com uma batida quase em loop, além é claro da participação do Chino Moreno, vocalista do Deftones (que dá todo um diferencial na faixa) e do Grady Avenell, do Will Haven. Bring It é porradera pura, não dá pra descrever em outra palavra. É porrada no melhor estilo que o Max pode oferecer, seguida de um pedaço de calmaria no meio da faixa, só pra atenuar. E mais porrada, mais bateria e gritos do Max, mais do que o melhor do álbum pode oferecer.

O álbum é bastante coeso entre si, as faixas combinam-se e todas enaltecem a estética característica dos primeiros trabalhos do Soulfly. Jumpdafuck conta com participação do Corey Taylor, aliás, em participações o álbum é recheado de nomes do nicho musical do Soulfly – e é um álbum incrível também por isso, pois as participações fazem diferença para as faixas, o Corey aqui, por exemplo, dialoga muito bem com o Max, mesclando sua voz em calmaria com a brutalidade que o Max impõe a faixa: uma das melhores e mais coesas participações do álbum, além do que, antes o fim, o Corey aparece em seu vocal rasgado também, imperdível.

Mulambo é uma das minhas faixas preferidas do álbum. Muito do tribal do álbum, além do Max cantar em português (sim, eu vejo isso como um bônus na faixa). À faixa me remete – tematicamente – a Nação Zumbi, mas com a pegada do Soulfly e bastante percussão, até porque o álbum pede isso.

Pulando um pouco, vamos pra Terrorist, com participação do Tom Araya. A faixa já abre com uma das melhores percussões tribais do álbum e a participação do Tom, que mesmo que não fizesse muita coisa, o que não é o caso, já seria fodalizante pra faixa. Porque ele é o Tom Araya e eu simplesmente não consigo desgostar de nada que ele participa, até porque eu acho que não tem como. Não, nem tem.

O álbum conta ainda com mais algumas faixas, uns lives e uns bônus, mas para terminar vou falar de Soulfly II e o quanto essa faixa me agrada sem destoar do álbum. É de longe mais tribal do álbum e a mais branda, de fato. Eu que sou viciado pra caramba com percussões desse tipo não consigo ouvir a faixa uma vez só, fora que ela mescla muitos elementos e eu fico tentando pescar todos, mas como disse, não me sinto apto para julgar totalmente o álbum, não sou imparcial. Todavia, essa faixa, creio eu, deveria requerer uma atenção especial – estética e tematicamente para o álbum é uma das mais valiosas.

Ah, ouçam também Tribe (live) que abre em referência clara a Zumbi e sua Nação. 



Tracklist:
01. Back To The Primitive
02. Pain
03. Bring It
04. Jumpdafuckup
05. Mulambo
06. Son Song
07. Boom
08. Terrorist
09. The Prophet
10. Soulfly II
11. In Memory Of...
12. Fly High
13. Eye For An Eye
14. Tribe
15. Soulfire
16. Soulfly (Universal Spirit Mix)

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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Sepultura - Roots

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Gênero: Death Metal / World Music / Nu Metal / Thrash Metal
País: Brasil
Ano: 1996

ComentárioGlobal Metal, documentário dirigido por Scot McFadyen e Sam Dunn, é um retrato didático e contemplativo da hegemonia mundial do gênero por todo globo. Através deste exímio trabalho descobrimos a existência de cenas em lugares inóspitos como na Índia, Indonésia e Israel, países estes cuja cultura local interfere, mas ao mesmo tempo acrescenta diversidade sonora de inúmeras bandas locais que sobrevivem no underground graças à um público devoto e seleto. Mas porque fazer menção a este trabalho já que o objetivo, como o título entrega, é falar sobre Roots do Sepultura? Simples: o filme realizado em 2008 inicia justamente no Brasil tendo como foco o legado deixado pelo álbum e o seu efeito mundo afora.

Lançado em 1996, Roots é de longe o mais ousado disco dos brasileiros do Sepultura. Max durante entrevista presente em Global Metal justifica essa ousadia dizendo que não há necessidade de se copiar a estética sonora gringa, pois existe no meu próprio país uma identidade cultural enorme e de alguma forma posso e tenho que expor este legado agregado ao meu trabalho. E é justamente esta herança o diferencial deste clássico.

Produzido por Ross Robinson e a própria banda, o disco traz à tona elementos já tradicionais ao grupo como as sonoridades tharsh, death, mas agora acrescida de muita brasilidade. Para tanto, o hoje malfadado Carlinhos Brown foi a peça crucial neste processo. Responsável pela parte percussiva do álbum, ele agregou ainda outros instrumentos nacionais como o berimbau e o timbau, recursos este que adicionaram ainda mais peso a música do Sepultura. Imagine uma canção/hino como "Ratamahatta" sem estes elementos? Impossível. Não obstante, para ainda mais se aprofundar em nossas raízes o grupo passou dias como os índios Xavantes, no Mato Grosso do Sul. A convivência gerou não só uma nova visão de mundo como também a faixa instrumental "Itsári" gravada junto a tribo.

Mas não é só no campo sonoro a grande diferença visível neste disco. Nas letras a herança punk de Max Cavalera ainda predomina ("Attitude", "Spit" são bons exemplos), porém agora há espaço para abordar nossas origens indígenas associado ao passado sangrento desta era como visualizamos na pungente canção de abertura "Roots bloody roots".

Voltando a sonoridade é admirável o encontro promovido na faixa "Lookaway". Nu metal na essência, gênero que aliás ainda engatinhava, a faixa tem guitarras em afinação baixa, arrastada e conta com Jonathan Davis (Korn) e o mestre Mike Patton (Faith No More) nos vocais, criatura e criador respectivamente.  

Infelizmente este é o último disco com a formação clássica da banda. Após o fim da turnê Max abandonou a banda, após homéricas brigas entre os integrantes. Ele formaria anos mais tarde o elogiado Soulfly e retomaria a parceira com seu o irmão no Cavalera Conspiracy. O Sepultura mudou substancialmente a formação e nunca mais seria o mesmo.  Porém, o estrago já estava feito.

P.S. Esta edição contém como duas bônus tracks duas: as covers de  "Procreation (of the wicked)" do Celtic Frost e "Symptom of the universe" do Black Sabbath.


Tracklist:

01 - Roots bloody roots
02 - Attitude
03 - Cut - Throat
04 - Ratamahatta
05 - Breed apart
06 - Straighthate
07 - Spit
08 - Lookaway
09 - Dusted
10 - Born Stubborn
11 - Jasco
12 - Itsári
13 - Ambush
14 - Endagered species
15 - Dictatorshit / Canyon Jam (hidden track)
16 - Procreation (of the wicked) - Celtic Frost cover
17 - Symptom of the universe - Black Sabbath Cover

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
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Ektomorf - Redemption

4 comentários

Gênero: Thrash Metal / Groove Metal / Nu Metal / Modern Metal
País: Hungria
Ano: 2010

Comentário: Um dos grandes lançamentos de 2010 que faz falta aqui no Pignes é "Redemption" da banda Ektomorf.

Já temos aqui um post do álbum "What Doesn't Kill Me" que apresenta a banda, que faz um Groove Metal pesadão, muito comparado com Sepultura e Soulfly. "Redemption" não é lá um álbum de imenso destaque dentro de seu cenário... Se assemelha com os trabalhos de outras bandas, inclusive do próprio Ektomorf, mas não deixa de ser destaque, e uma grande pedida para os fãs do Heavy Metal.

Guitarras cadenciadas e o vocal extremamente agressivo de Zoltán Farkas fazem o som do Ektomorf, pesado, agressivo, mas bem trabalhado, intenso, melódico e, é claro, cheio de groove.

O álbum conta com a presença mais do que especial de Danko Jones na faixa "One".

E em fevereiro sai um álbum acústico da banda Ektomorf. Isso mesmo, acústico. Pelo visto, vai ficar muito legal.



Site Oficial || MySpace 


Tracklist:
01. Last Fight
02. Redemption
03. I’m In Hate
04. God Will Cut You Down
05. Stay Away
06. Never Should
07. Sea Of My Misery
08. The One
09. Revolution
10. Cigany
11. Stigmatized
12. Anger



Download:
(82mb, 320kbps)
Mega || 4shared
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Korn - The Path Of Totality

3 comentários
Gênero: Nu Metal, Dubstep
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Korn é uma banda norte americana, formada em 1993, são conhecidos como um dos precursores do Nu Metal. Particularmente, não sou um fã de Korn, nunca gostei, mas há alguns dias eu ouvi o segundo single desse novo álbum, “Narcissistic Cannibal”, e achei incrível. "The Path Of Totality" é o décimo disco de estúdio da banda, que foi produzido por vários DJ’s da cena Dubstep, Drum and Bass, Electro House, etc., o que deu uma nova cara ao som da banda, trazendo mais elementos eletrônicos, o que foi uma jogada inteligentíssima, já que sua música estava saturada o gênero Nu Metal não é mais tão popular.

O disco dividiu opiniões por parte da critica, recebendo positivas de publicações como a Spin Magazine e Revolver, que classificou o disco como “álbum do ano”, por outro lado recebeu criticas negativas da BBC por exemplo. O fato é que “The Path Of Totality” é um disco completamente diferente de tudo que o Korn já lançou e vale a pena ser ouvido, tirem suas próprias conclusões.


MySpace

Site Oficial

Tracklist:
1. Chaos Lives In Everything
2. Kill Mercy Within
3. My Wall
4. Narcissistic Cannibal
5. Iluminati
6. Burn The Obedient
7. Sanctuary
8. Let's Go
9. Get Up!
10. Way Too Far
11. Bleeding Out
12. Fuels The Comedy
13. Tension

Download:

Bayfiles

MediaFire


sábado, 19 de novembro de 2011
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Disturbed - Discografia

4 comentários

Gênero: Alternative/Heavy/Nu Metal
País: Estados Unidos
Periodo de Atividade: 1996-2011 (em hiato)

Comentário: Surgida em 1996 junto com uma leva de bandas que carregavam o rotulo de Alternative Metal, a banda se destacava das demais por ter uma sonoridade mais sombria, agressiva e pesada, com destaque para o vocal raivoso de David Draiman e seus gritos, que viraram marca registrada. Mas foi só no início dos anos 2000 com o lançamento do álbum “The Sickness” e com o single "Down with the Sickness" e seu famoso “oo-ah-ah-ah-ah”, é que conseguem maior reconhecimento, então dai pra frente decoloram, emplacando hits, botando álbuns atrás de álbuns no topo das paradas, o Disturbed conseguiu assim consolidar seu trabalho no cenário do Metal mundial e hoje goza de um estável sucesso e uma legião de fãs fieis em todo mundo.

A banda inicialmente se chamava Brawl, mas depois da entrada de Dramian em 1996, ele resolveu mudar o nome para Disturbed, que é a mente criativa por trás da banda, escrevendo praticamente todas as canções, abordando as mais diversas temáticas, mas sempre de um ponto de vista pessoal. Dramian é filho de pais judeus ortodoxos, e foi uma criança muito rebelde, sendo transferido de escola várias vezes por indisciplina, e parece que o seu comportamento rebelde também rendeu abusos por parte dos sues pais. Aos 16 anos sua namorada comete suicídio, o que serviu de inspiração para escrever a canção: "Inside the Fire", do álbum “Indestructible”. Creio que a conturbada infância e adolescência de Dramian fazem com ele use suas canções como válvula de escape para sentimentos reprimidos, e nas suas interpretações ele consegue transmitir todos esses sentimentos e emoções ao ouvinte, de maneira bem intensa, que na sua maioria são de raiva, revolta, e indignação. Isso é pra mim um dos maiores atrativos da banda.

Em 2000 a banda lança seu primeiro álbum, “The Sickness”, que é o considerado o mais pesado e sombrio da banda, também é o álbum que a banda mais usa elementos eletrônicos, característica essa que deixada mais de lado nos trabalhos posteriores. O álbum chegou ao número 29 na Billboard 200 e vendeu mais de 4 milhões de copias nos estados unidos desde o seu lançamento e contém a faixa "Down with the Sickness", música de maior sucesso do disco, que estava na trilha sonora do filme “A Rainha dos Condenados”.

No ano seguinte lançam “Believe” que comparado com o trabalho anterior apresenta menos peso, e apresenta um ar mais melódico. As temáticas das canções ganham uma abordagem mais religiosa, espiritualista e reflexiva, inspiração vinda do ataque às torres gêmeas em 2001 e a morte do avô de Dramian. O álbum conseguiu o primeiro lugar na Billboard 200.

Em 2005 lançam o álbum “Ten Thousand Fists” que também alcança o primeiro lugar na Billboard 200. A banda já possui bastante prestigio, sendo uma das atrações principais do Ozzyfest 2006. Quanto à sonoridade, os caras retomam novamente o peso e agressividade característica, mas com um diferencial, são adicionados solos de guitarra as canções, o que não havia nos álbuns anteriores.

“Indestructible” é lançado em 2007 e como os seus dois antecessores também alcança o primeiro lugar na Billboard 200. A banda continua com sonoridade pesada, mas dessa vez flertando mais com o Hard Rock e Heavy Metal.

Então em 2010 é lançado o álbum “Asylum”, e aqui temos a mesma formula usada nos álbuns anteriores, principalmente no “Indestructible”, mas dessa vez tudo parece mais fluido e coeso, e podemos perceber claramente uma sonoridade mais madura que nos álbuns anteriores. “Asylum” foi o quarto álbum consecutivo da banda a alcançar o primeiro lugar na Billboard 200, o que antes só havia sido conseguido pelo Metallica e Dave Matthews Band. No mesmo ano em comemoração aos 10 anos de lançamento do álbum “The Sickness” eles o remasterizam, e o re-lançam em uma versão que inclui B-sides.

Então depois de 15, bem sucedidos, anos na ativa os caras resolveram dar uma parada nas suas atividades e já anunciaram que vão entrar em hiato por tempo indeterminado. Os integrantes alegam motivos pessoais para a pausa no trabalho. E recentemente Dan Donegan, guitarrista da banda, deu a seguinte declaração a Billboard.com:

     “Eu não sei se serão seis meses ou seis anos ou mais do que isso. Eu realmente não sei. Então é um pouco assustador para eu pensar sobre isso: ‘E se a gente não voltar? Essa parte realmente me incomoda. Nós sentimos muita falta e queremos fazer tudo novamente. E, não porque um cara simplesmente alguém diz: ‘Ei, eu realmente sinto falta disso …’ “ 

    “Minhas esperanças estão nisso: ‘Se ficarmos longe tempo suficiente, nós vamos querer isso e muito mais (referindo-se ao retorno da banda). Eu gosto de pensar que, no tanto de coisas que fizemos juntos e como foi boa a química na banda – espero que mais cedo ou mais tarde – a gente de repente fale: ‘Cara, nós estamos sentindo muita falta. Queremos voltar lá’. Ficarei surpreso se isso não acontecer.”

Porém antes de encerarem suas atividades, eles resolveram lançar um álbum de despedida (?), uma compilação de B-Sides, que segundo Donegam é: "Um monte de nossas músicas favoritas foram deixadas de lado em nossos álbuns com o propósito de esperar que veria a luz do dia." O álbum intitulado “The Lost Children”, com certeza é um registro memorável e contém a essência da banda, sendo que irá agradar facilmente qualquer fã de carteirinha e até ser um deleite para aqueles que ainda não experimentaram da sonoridade.

O álbum contém 16 faixas, que por ser de momentos distintos da banda, não apresentam muita coesão entre si, deixando o álbum mais com um aspecto de Greatest Hits, contando com dois covers muito bacanas de “Midlife Crisis” do Faith No More’s e Living After Midnight do Judas Priest.

[Site/MySpace/LastFM]

Releases:

Álbum: The Sickness
Ano: 2000

Tracklist:

1.Voices - (3:11)
2.The Game - (3:47)
3.Stupify - (4:34)
4.Down With the Sickness - (4:38)
5.Violence Fetish - (3:24)
6.Fear - (3:46)
7.Numb - (3:44)
8.Want - (3:52)
9.Conflict - (4:35)
10.Shout 2000 - (4:17)
11.Droppin” Plates - (3:49)
12.Meaning of Life - (4:02)

Megaupload/Mediafire/Já postado aqui



Álbum: Believe
Ano: 2002


Tracklist:

1.Prayer - (3:41)
2.Liberate - (3:30)
3.Awaken - (4:29)
4.Believe - (4:27)
5.Remember - (4:11)
6.Intoxication - (3:14)
7.Rise - (3:57)
8.Mistress - (3:36)
9.Breathe - (4:21)
10.Bound - (3:53)
11.Devour - (3:52)
12.Darkness - (3:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared



 Álbum: Ten Thousand Fists
Ano: 2005


Tracklist:

1.Ten Thousand Fists - (3:33)
2.Just Stop - (3:46)
3.Guarded - (3:22)
4.Deify - (4:18)
5.Stricken - (4:07)
6.I'm Alive - (4:41)
7.Sons of Plunder - (3:50)
8.Overburdened - (5:59)
9.Decadence - (3:26)
10.Forgiven - (4:14)
11.Land of Confusion - (4:49)
12.Sacred Lie - (3:07)
13.Pain Redefined - (4:09)
14.Avarice - (2:56)

Megaupload/Mediafire/4Shared





  Álbum: Indestructible
Ano: 2008


Tracklist:


1.Indestructible - (4:37)
2.Inside the Fire - (3:50)
3.Deceiver - (3:48)
4.The Night - (4:45)
5.Perfect Insanity - (3:55)
6.Haunted - (4:41)
7.Enough - (4:19)
8.The Curse - (3:24)
9.Torn - (4:08)
10.Criminal - (4:15)
11.Divide - (3:35)
12.Façade - (3:46)

Megaupload/Mediafire/4Shared/Já postado aqui





Álbum: Asylum
Ano: 2010


Tracklist:

1.Remnants - (2:43)
2.Asylum - (4:36)
3.The Infection - (4:08)
4.Warrior - (3:24)
5.Another Way To Die - (4:13)
6.Never Again - (3:33)
7.The Animal - (4:13)
8.Crucified - (4:36)
9.Serpentine - (4:09)
10.My Child - (3:18)
11.Sacrifice - (4:00)
12.Innocence - (4:31)
13.I Still Haven't Found What I'm Looking For - (5:28)
14.Down With the Sickness (Live) - (5:55)
15.Stricken (Live) - (4:17)

Megaupload/Mediafire/4Shared







 Álbum: The Sickness 10th Anniversary Edition
Ano: 2010


Tracklist:

1.Voices - (3:11)
2.The Game - (3:47)
3.Stupify - (4:34)
4.Down With the Sickness - (4:38)
5.Violence Fetish - (3:24)
6.Fear - (3:46)
7.Numb - (3:44)
8.Want - (3:52)
9.Conflict - (4:35)
10.Shout 2000 - (4:17)
11.Droppin” Plates - (3:49)
12.Meaning of Life - (4:02)
13.God Of The Mind - (3:05)
14.A Welcome Burden - (3:31)

Megaupload/Mediafire/4Shared




 Álbum: The Lost Children
Ano: 2011


Tracklist:

1.Hell - (4:15)
2.A Welcome Burden - (3:31)
3.This Moment - (3:05)
4.Old Friend - (3:35)
5.Monster - (4:04)
6.Run - (3:12)
7.Leave It Alone - (4:06)
8.Two Worlds - (3:30)
9.God Of The Mind - (3:04)
10.Sickened  - (3:58)
11.Mine - (5:04)
12.Parasite - (3:23)
13.Dehumanized - (3:32)
14.3 - (4:01)
15.Midlife Crisis - (4:03)
16.Living After Midnight - (4:25)

Megaupload/Mediafire/4Shared



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