Mostrando postagens com marcador Opera. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Opera. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Avatar

Diablo Swing Orchestra - Discografia

9 comentários
Gênero: Avant-garde Metal/ Symphonic/ Dark Cabaret
País: Suécia
Anos: 2003 — atualmente

Comentários: Diablo Swing Orchestra teria uma das mais impressionantes histórias se ela fosse de fato sua. Não entendeu? Pois bem, acontece que o nome "Diablo Swing Orchestra" remonta à década de 1500, quando uma orquestra surpreendente, de desempenhos inigualáveis e cujo som seduzia às diferentes classes sociais — como se fossem realmente feitiços tamanha envolvência que seu som causava — surgiu e foi conquistando os suecos. Porém, obviamente, a igreja católica não viu isso com bons olhos, ou melhor, não ouvira com bons ouvidos, considerando-na uma orquestra do mal, ou a 'orquestra do diabo', como viria a ser conhecida. Como resultado da ~magia sonora~ da orquestra somado aos dogmas sem pés nem cabeças da religião católica, nenhuma condenação parecia caber tão bem quanto o enforcamento (uma fogueirinha cairia muito bem também), e assim se exterminava a orquestra.

Aí tu me pergunta: Mas o que tem a atual banda haver com a antiga? Eu digo: talvez a vontade de fazer música surpreendente, ter músicos habilidosos, encantar nossos ouvidos e conseguir muitos seguidores em tão pouco tempo. Mas além disto, mais nada. Na verdade a lenda ainda diz que uma carta fora deixada aos descendentes dos músicos e que nela diz algo sobre reunir a orquestra, o que nos leva a crer que foi uma história interessante, mesmo que curta, criada para deixar aquele desejo de continuação.

Mas enfim, existindo ou não no século XVI, o importante é que a atual orquestra do diabo soube como resgatar certas sonoridades, levando-nos para décadas passadas sem deixar de fazer algumas referências ao presente. Referências essas que vão da música erudita ao heavy metal e sempre apoiando-se no dark cabaret. Também acaba fazendo uso de sonoridades emprestadas do flamenco, samba (para miiiinha alegriiiiaaaaaa), jazz e outras, mas sem soar simplesmente maluca, como fazem outras bandas denominadas avant-garde. D.S.O. consegue equilibrar, colocar o humor, a insanidade, beleza, magia, virtuosidades, técnica, fúria, mistério, sem precisar camuflar nada e de forma à agradar pagãos e cristãos (ou quase).

Tive conhecimento da banda ainda em seu "The Butcher's Ballroom", quando a banda fazia campanhas de divulgação através do MySpace (serviço cuja proposta sempre achei ótima, mas navegação e aparência desinteressantes). Este disco, na minha opinião, já apresentava, de mão beijada, o suficiente para sabermos os elementos que se repetiriam nos álbuns posteriores e, mesmo não sendo o meu disco favorito, tornou-se um dos meus mais imediatos vícios sonoros. Depois pude acompanhar uma nova campanha (agora focado no Youtube.... grande evolução "marketeira"!), desta vez para o incrível "Sing Along Songs for the Damned & Delirious", que, se não for correto dizer que se sobressaiu em relação ao anterior, ao menos foi capaz de provocar paixões fulminantes em seus seguidores e novos ouvintes. Eu, como bobo que sou, logicamente me vi ainda mais chegado à banda após a mínima, mas agradável introdução do samba lá no finalzinho da "Lucy Fears the Morning Star", fechando com chave de ouro esta que talvez seja a minha faixa favorita entre todas já compostas pela banda. Ah! Já ia esquecendo: o espaço dado ao humor também deu ao disco pontos positivos.
Sabendo-se que o samba soava muito bem para Daniel Håkansson, que se dizia apaixonado pelo gênero, foi com novamente expectativa que esperei por ouvi-la novamente em suas composições, o que de fato aconteceu, aparecendo no novíssimo "Pandora's Piñata". Só que agora essa referência brasileira recebeu um belo de um sublinhado e tendo como hospedeira a bela faixa "Guerilla Laments", que talvez seja das mais marcantes deste novo trabalho, se não a mais.

Finalizando e concluindo, de modo bem grosseiro, The Butcher's Ballroom traz todo um clima obscuro e dançante, é ousado e bebe de várias fontes. É ainda muito envolvido com o heavy metal e dá espaço para a música eletrônica. Não posso dizer se Sing Along Songs for the Damned & Delirious se distancia desta pegada pesada e metalística, mas tira mais e de formas diferentes proveito da guitarra, intercala bem mais com outros gêneros, elementos e instrumentos, acrescenta um toque maior de humor e desfruta mais da proposta "cabaret" ou "dark cabarat" — como queiram. Por fim Pandora's Piñata demonstra várias faixas mais diretas, sem grandes espetáculos, mas ainda assim muito mais próxima da proposta apresentada no disco anterior que do debut. As faixas iniciam e já sabemos mais ou menos como irão se comportar até o final, sem causarem surpresas (mas aqui eu não digo que isso seja ruim, ou bom). Não são todas, é claro, mas parece que a obra de 2009 mostrou tanto potencial que tenderá a se tornar O Disco na carreira da banda. Contudo, mesmo já tendo dito qual meu disco favorito, ainda assim Pandora's Piñata foi capaz de me prender fortemente, talvez porque já estava na hora de um disco menos travesso e mais sério e maduro.

MySpace


2003 - Borderline Hymns (EP)
Tracklist:
1. Porcelain Judas
2. D'angelo
3. Infralove
4. Pink Noise Waltz
Mediafire


2006 - The Butcher's Ballroom
Tracklist:
01 - Ballrog Boogie
02 - Heroines
03 - Poetic Pitbull Revolutions
04 - Ragdoll Physics
05 - D'angelo
06 - Velvet Embracer
07 - Gunpowder Chant
08 - Infralove
09 - Wedding March For A Bullet
10 - Qualms Of Conscience
11 - Zodiac Virtues
12 - Porcelain Judas
13 - Pink Noise Waltz
Mediafire


2009 - Sing Along Songs for the Damned & Delirious
Tracklist:
1. "A Tapdancer's Dilemma"
2. "A Rancid Romance"
3. "Lucy Fears The Morning Star"
4. "Bedlam Sticks"
5. "New World Widows"
6. "Siberian Love Affairs"
7. "Vodka Inferno"
8. "Memoirs Of A Roadkill"
9. "Ricerca Dell’anima"
10. "Stratosphere Serenade"
Mediafire


2012 - Pandora's Piñata
Tracklist:
01. Voodoo Mon Amour 04:39
02. Guerilla Laments 05:03
03. Kevlar Sweethearts 04:32
04. How to Organize a Lynch Mob 05:54
05. Black Box Messiah 03:02
06. Exit Strategy of a Wrecking Ball 06:11
07. Aurora 05:14
08. Mass Rapture 06:12
09. Honey Trap Aftermath 04:22
10. Of Kali Ma Calibre 04:32
11. Justice for Saint Mary 08:31
Mediafire
terça-feira, 3 de abril de 2012
Avatar

The Knife - Discografia

12 comentários
Gênero: Electropop, Synthpop, Experimental, Dark Ambient, Trip Hop, Indie Pop, Drone, Ópera (no disco Tomorrow, In a Year)
País: Suécia

Comentário:  The Knife é uma banda formada em 1999 na Suécia por Karin Dreijer Andersson e Olof Dreijer, dois irmãos geniais e muito reclusos, raramente são vistos em público ou dão entrevistas e até o lançamento do aclamado "Silent Shout" em 2006 a banda nem mesmo fazia shows. A banda ficou conhecida mundialmente após um cover de uma de suas músicas, "Heartbeats" do disco Deep Cuts, aparecer em um comercial da Sony. Após esse episódio várias outras músicas foram usadas em comerciais e levando os, assim, ao reconhecimento a nível mundial.

O primeiro show aconteceu em 2006, 7 anos depois da formação. Após a confirmação de vários shows ao redor do mundo foi anunciado o lançamento de um DVD, Silent Shout: An Audio Visual Experince.

Antes do The Knife, Karin era a vocalista de uma banda Indie Pop chamada Honey Is Cool, e em 2009 lançou seu primeiro disco solo sob o nome Fever Ray, o disco foi considerado um dos melhores daquele ano e é um dos meus preferidos de todos os tempos.

O primeiro disco, auto-intitulado, foi lançado em fevereiro de 2001, e trazia o single "N.Y. Hotel". O segundo disco, Deep Cuts, de 2003, trazia um som muito diferente de seu antecessor. Com músicas muito mais bem produzidas o disco teve maior repercussão, o The Knife até ganhou um Grammis (é assim que o Grammy é chamado na Suécia) de melhor grupo pop, porém, eles boicotaram a cerimônia, mandando em seu lugar duas mulheres vestidas de gorila em protesto ao domínio masculino no meio musical. O disco também foi indicado a disco do ano, mas eles perderam para o Cardigans. Deep Cuts traz algumas das melhores músicas da carreira da banda, como "Heartbeats", "Pass This On", "Listen Now", "You Take My Breath Away" e "Is It Medicine".

No mesmo ano a banda foi chamada para fazer a trilha sonora do filme que eu já desisti de procurar Hannah Med H. A maior parte do disco é composto por músicas instrumentais, algumas dessas músicas apareceram também em versões especiais dos discos The Knife e Deep Cuts.

Em 2006 foi lançado aquele que é considerado por muitos o melhor álbum do The Knife, Silent Shout. O disco é bem mais sombrio e menos pop do que Deep Cuts. Silent Shout teve uma recepção super favorável por parte da mídia e dos fãs, sendo nomeado pelo Pitchfork como melhor disco do ano, e traz um dos maiores hits da banda "Marble House."

No ano de 2010 foi lançada aquela que é, para mim, a obra prima do The Knife, a ópera inspirada na Origem Das Espécies de Charles Darwin. Sinceramente, não dá pra ser melhor do que isso. O disco é uma parceria entre The Knife, Mt. Sims e Planningtorock e foi composto para a ópera "Tomorrow, In A Year" produzida pelo grupo performático dinamarquês Hotel Pro Forma. O disco conta com participações da mezzo-soprana Kristina Wahlin, a atriz dinamarquesa Lærke Winther e o cantor pop sueco Jonathan Johansson.

Em 2013 o The Knife lança seu quarto disco do estúdio. "Shaking The Habitual" é um disco extenso, de densidade ímpar, que vai na contramão de sucessos radiofônicos como aqueles encontrados no "Deep Cuts" ou no "Silent Shout" e mergulha em uma atmosfera intensa, sombria e experimental. Talvez fruto das experiências recentes da banda, com o "Tomorrow, In A Year" e o projeto solo de Karin, o Fever Ray. A temática do disco remete ao fim da riqueza extrema, como revelado pelo duo. Batidas eletrônicas densas embaladas por letras de cunho político transformam esse disco em algo intrigante e completamente diferente da proposta anterior do grupo. Em músicas que variam de 55 segundos a quase 20 minutos o The Knife consegue com este registro ir além dos limites da própria criatividade e faz deste disco um dos melhores do ano.

Discos:

The Knife (2001)

Tracklist:
1. Neon
2. Lasagna
3. Kino
4. I Just Had To Die
5. I Take Time
6. Parade
7. Zapata
8. Bird
9. N.Y. Hotel
10. A Lung
11. Reinder

MEGA // Novafile



Deep Cuts (2003)

Tracklist:
1. Heartbeats
2. Girls Night Out
3. Pass This On
4. One For You
5. The Cop
6. Listen Now
7. She's Having a Baby
8. You Take My Breath Away
9. Rock Classics
10. Is It Medicine
11. You Make Me Like Charity
12. Got 2 Let U
13. Behind The Bushes
14. Hangin Out
15. This Is Now
16. Handy-Man
17. The Bridge

MEGA // Novafile



Hannah med H Soundtrack (2003)

Tracklist:
1. Real Life Television
2. Hannah's Conscious
3. Handy Man
4. High School Poem
5. New Year's Eve
6. Three Boys
7. This Is Now
8. The Bridge
9. Copenhagen
10. Wanting To Kill
11. Jane's Sneaking
12. Vegetarian Restaurant
13. At The Café
14. A Different Way
15. Poetry By Night
16. Listen Now

MEGA // Novafile



Silent Shout (2006)

Tracklist:
1. Silent Shout
2. Neverland
3. The Captain
4. We Share Our Mother's Health
5. Na Na Na
6. Marble House
7. Like a Pen
8. From Off To On
9. Forest Families
10. One Hit
11. Still Light

MEGA // Novafile



Tomorrow, In a Year (2010)

Tracklist:

DISCO 1
1. Intro
2. Epochs
3. Geology
4. Upheaved
5. Minerals
6. Ebb Tide Explorer
7. Variation Of Birds
8. Letter to Henslow
9. Schoal Warm Orchestra

DISCO 2
1. Annie's Box
2. Tumult
3. Colouring Of Pigeons
4. Seeds
5. Tomorrow In A Year
6. The Height Of Summer
7. Annie's Box (Alt. Vocal)

MEGA // Novafile

Shaking The Habitual (2013) 


Tracklist

1. A Tooth For An Eye
2. Full Of Fire
3. A Cherry On The Top
4. Without You My Life Would Be Boring
5. Wrap Your Arms Around Me
6. Crake
7. Old Dream Waiting To Be Realized
8. Raging Lung
9. Networking
10. Oryx
11. Stay Out Here
12. Fracking Fluid Injection
13. Ready To Lose

MEGA //  Novafile


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Avatar

Richard Wagner - Der Ring des Nibelungen

7 comentários
Gênero: Erudita/ Ópera
País: Alemanha
Anos: Solti: 1958-1965 gravadora DECCA: 1984

Wikipédia: Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo) é um ciclo de quatro óperas épicas do compositor alemão Richard Wagner. Elas são adaptações dos personagens de personagens mitológicos das sagas nórdicas e do Nibelungenlied.
Wagner escreveu o libreto e a música por cerca de vinte e seis anos, de 1848 a 1874. Entretanto, ele não se dedicou exclusivamente a isso durante esse período. As óperas que compõem o ciclo do anel são, em ordem cronológica do enredo: Das Rheingold (O Ouro do Reno), Die Walküre (A Valquíria), Siegfried e Götterdämmerung (O Crepúsculo dos Deuses). Apesar delas serem apresentadas como obras individuais, a intenção de Wagner era apresentá-las em série.
A primeira apresentação de todo o ciclo aconteceu em Bayreuth, 13 de agosto de 1876. Das Rheingold já havia estreado em Munique em 1869, a contragosto do autor.

Comentário: Para delírio dos adoradores de música clássica é que trago este belíssimo material. Der Ring des Nibelungen é o tipo de arte que poucos ouvirão, e dos que ouvirão, menos ainda são aqueles que terminarão.
Não por ser enfadonho ou mesmo ruim [bate na madeira por blasfemar contra uma obra de Wagner] mas sim por que cada ópera tem de 24 minutos e 10 segundos à 01 hora e 33 minutos, e olha que as mesmas foram divididas em 3 ou 4 atos, assumindo assim este tempo descrito.
Enfim, não há o que dizer sobre um trabalho como este, com suas 14 horas e 6 minutos de perfeição organizados em 15Cds. Na verdade há sim, mas me faltariam palavras para tanto, então, como um miserável na arte da música, me calo e ouço, apenas. Esta belezinha de BOX está sendo vendida por $147.99 $120.93 na Amazon.
Mais informações na Wikipédia.

Compositor: Richard Wagner
Condutor: Sir Georg Solti
Orquestra: Vienna Philharmonic Orchestra

Performance: Hans Hotter, Birgit Nilsson, Kirsten Flagstad, Dietrich Fischer-Dieskau, Wolfgang Windgassen, Ira Malaniuk, Claire Watson, Set Svanholm, Waldemar Kmentt, Eberhard Wächter, Paul Kuen, Hetty Plümacher, Oda Balsborg, Kurt Böhme, Gustav Neidlinger, Walter Kreppel, Jean Madeira, George London, Gerhard Stolze, Dame Joan Sutherland, Marga Höffgen, Helen Watts, Maureen Guy, Dame Gwyneth Jones, Lucia Popp, Christa Ludwig, Gottlob Frick, Anita Välkki, Grace Hoffman, Vera Schlosser, Vera Little, Claudia Hellmann, Brigitte Fassbaender, Régine Crespin, Helga Dernesch, James King, Berit Lindholm, Marilyn Tyler

Tracklist:
Das Rheingold (The Rhine Gold)
[dividido em 4 atos/faixas]
Die Walküre (The Valkyrie)
[dividido em 3 atos/faixas]
Siegfried
[dividido em 3 atos/faixas]
Die Götterdämmerung (Twilight of the Gods)
[dividido em 4 atos/faixas]

Download: Tamanho total: 1,41Gb
Depositfiles / Mega
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Avatar

Magni Animi Viri - Heroes Temporis

9 comentários

Gênero: Symphonic Metal/Rock/Opera
País: Itália
Ano: 2006

Comentário: Misturar música clássica com Metal já não é nenhuma novidade, bandas que fazem isso têm aos montes por ai, e infelizmente, muitas delas carecem de criatividade, sendo que são muitas que fazem a mesma coisa, se distinguindo umas das outras apenas no nome e na formação. É tanto que bandas que possuem como princípio básico essa mistura, que deram origem a subgêneros como o Symphonic Metal, por exemplo, estão cada dia mais perdendo popularidade.

Então quando conheço uma banda, que em um meio saturado, consegue ser original e fugir dos clichês, é algo deverás revigorante. Esse é o caso do projeto Magni Animi Viri, encabeçado pelos tecladistas e compositores italianos, Luca Contegiacomo e Giancarlo Trotta, que lançaram de forma independente, apenas um álbum ”Heroes Temporis“, que mescla guitarras, baixo, teclado e bateria que são usuais ao Rock/Metal com uma orquestra inteira e um coral. E toda a estrutura do álbum segue o modelo de uma ópera, que conta a estória de um personagem que em busca do conhecimento e purificação, acaba por descobrir que a realidade é uma ilusão. Até aqui você pode dizer que “não tem nada de novo”, o que é verdade, visto que incontáveis bandas, fizeram/fazem isso, mas os caras vão além, e mesmo com essa já desgastada formula, eles conseguem fazer tudo com muita originalidade. Mas eles também inovam, e é nos vocais, sendo essa a grande jogada, e que torna a banda tão especial, os vocais são cantados por um tenor, alternando com uma cantora lírica, e as letras são em italiano ou latim. O clima operístico casa perfeitamente com os elementos do Metal/Rock, em harmonia e uniformidade, onde em algumas ocasiões são predominantes.

Óperas tem a tradição de evocarem um clima de pompa e ostentação, onde se é exigido certa rigidez de comportamento e certo grau de erudição, o que pode fazer com que alguns fãs do Metal torçam o nariz, pelo fato do Rock/Metal, algumas vezes representar um rompimento com valores e costumes estabelecidos e carregar na sua essência certa rebeldia, o que é refletido no comportamento, linguajar, maneira de vestir, etc. Mas Magnini Animi Viri, pra mim é um bom exemplo de que ideais e padrões aparentemente opostos podem se unir de maneira harmoniosa e coesa, de forma que o resultado da mistura de coisas aparentemente antagônicas, pode unir públicos distintos, agradando gregos e troianos.

O som é extremamente agradável, sendo as vezes atmosférico, épico, evocando uma aventura heroica, que poderia ser perfeitamente uma trilha sonora de um filme de aventura medial. Eu queria descrever em palavras o quão maravilhoso é este trabalho, mas em palavras não caberia, mas na minha falha tentativa eu posso dizer que é magnifico, grandioso, fenomenal, esplendorosamente belo, perfeito. Baixem e apreciem

[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:

1.Colonna Sonora - (3:05)
2.Heroes... - (4:13)
3....Temporis - (4:34)
4.Intus - (0:53)
5.Finche - (4:28)
6.Pensieri - (4:37)
7.Tertia Vigilia - (0:21)
8.Mai Piu - (5:17)
9.Desertanima - (4:35)
10.Vorrei - (4:45)
11.Come un falco - (4:50)
12.Uritur - (0:35)   
13.Sai Cos'è? - (3:33)
14.Immenso - (4:17)
15.Fortis - (4:20)
16.Senza Respiro - (4:02)
17.Outro - (2:33)   
18.CS instrumental - (2:34)

Download:

Megaupload
Mediafire
4Shared


quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Avatar

Gioachino Rossini - Il Barbiere di Siviglia

1 comentários

Gênero: Música Erudita/Ópera
País: Inglaterra
Ano: 1958

Comentário: Il barbiere di Siviglia (O barbeiro de Sevilha) é uma ópera-bufa (ópera cômica) escrita por Gioachino Rossini (Pésaro,  1792 - Paris, 1868), e é uma das suas obras mais famosas. É composta de dois atos e foi baseada na obra do dramaturgo francês Pierre Beaumarchais, Le Barbier de Séville. Foi escrita em tempo recorde, por volta de 13 dias. Na sua estreia não agradou ao publico, e chegou a receber vaias da plateia, mas nas suas apresentações seguintes acabou caindo nas graças dos espectadores, se tornando uma das óperas mais celebres de todos os tempos.

A história gira em torno de Rosina, que está presa na casa de Bartolo, um medico velho e avarento que quer casar-se com ela, porém o Conde de Almaviva, um jovem rico e elegante, está apaixonado por Rosina, e recebe a ajuda do seu amigo Fígaro, o barbeiro da cidade, que sempre dá um jeito de participar de todos os planos e intrigas, para conquistar então a sua amada.
A ária, mais conhecida é "Largo Al Factotum", que é cantada pelo Fígaro e em certa altura começa a repetir seu nome várias vezes, "Figaro, Figaro, Figarooooo…".

Recordo de na minha infância, ter ouvido essa ária, ou pelo menos parte dela, diversas vezes, que por seu caráter cômico, apareceu em vários desenhos animados, como Perna Longa, Pica Pau, Tom e Jerry, etc.

O disco que estou disponibilizando aqui foi gravado em 1958, e remasterizado em 1997, recebendo o selo da EMI Classics. Foi Interpretada pela Orquestra Filarmónica de Londres com Fritz Ollendorf (Bartolo), Tito Gobbi (Fígaro), Gabriella Carturan (Berta), Luigi Alva (Conde de Almaviva), Nicola Zaccaria (Don Basilio), Mario Carlin (Fiorello), Maria Callas (Rosina) e conduzido pelo maestro Alceo Galliera.



Tracklist:

CD1:
1.Atto I, Sinfonia - (6:42)
2.Atto I, Introduzione - Piano, pianissimo, senza parlar - (2:55)
3.Atto I, Cavatina - Ecco ridente in cielo - (4:09)
4.Atto I, Recitativo - Ehi, Fiorello - (1:05)
5.Atto I, Coro - Mille grazie, mio signore - (1:56)
6.Atto I, Recitativo - Gente indiscreta! - (0:33)
7.Atto I, Cavantina Largo al factotum - (4:42)
8.Atto I, Recitativo - Ah, che bella vita! - (3:44)
9.Atto I, Canzone - Se il mio nome saper voi bramate - (2:55)
10.Atto I, Recitativo - Oh, cielo! - (1:00)
11.Atto I, Duetto - All'idea di quel metallo - (8:10)
12.Atto I, Cavantina - Una voce poco fa - Io sono docile - (6:16)
13.Atto I,  - Sì, sì, la vincerò - (4:05)
14.Atto I, Aria - La calunia è un venticello - (3:38)
15.Atto I, Recitativo - Ah! Che ne dite - (2:52)
16.Atto I, Duetto - Dunque io son... tu nom m'inganni - (5:08)
17.Atto I, Recitativo - Ora me sento meglio - (1:27)

CD2:
1.Atto I, Aria - A un dottor della mia sorte - (4:59)
2.Atto I, Recitativo - Finora in questa camera - (0:30)
3.Atto I, Finale I - Ehi, di casa, maledetti - (8:32)
4.Atto I, Finale I - Che cosa accadde - (1:06)
5.Atto I, Finale I - Zitti, chè bussano - (2:33)
6.Atto I, Finale I - Fredda ed immobile - (3:03)
7.Atto I, Finale IMa signor... ma un dottor... - (4:42)
8.Atto II, Recitativo - Ma vedi il mio destino! - (0:44)
9.Atto II, Duetto - Pace a gioia sia con voi - (2:27)
10.Atto II, Recitativo - Insomma, mio signore, chi è lei - (3:02)
11.Atto II, Aria - Contro un cor che accende amore - (5:54)
12.Atto II, Recitativo - Bella voce! Bravissima! - (0:35)
13.Atto II, Arietta - Quando mi sei vicina - (0:56)
14.Atto II, Recitativo - Bravo, signor barbiere, ma bravo! - (2:43)
15.Atto II, Quintetto - Don Basilio!... Cosa vego! - (4:02)
16.Atto II, Quintetto - Buina sera, mio signore - (5:17)
17.Atto II, Recitativo - Che vecchio sosprttoso! - (0:29)
18.Atto II, Aria - Il vecchirtto cerca moglie - (3:20)
19.Atto II, Tempolare (Orchestra) - (249)
20.Atto II, Recitativo - Alfine eccoci qua - (1:02)
21.Atto II, Terzetto - Ah, qual copo inaspettatoo! - (5:47)
22.Atto II, Recitativo - Ah, disgraziati noi! - (2:15)
23.Atto II, Finaletto - Di sì felice innesto - (2:03)

Download:

Megaupload
Mediafire
4Shared

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.