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segunda-feira, 4 de março de 2013
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Centhron - Asgard

8 comentários
Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário: É foda você ser apaixonada por um gênero em que 80% do que produzem é uma merda! E nem me venham dizer que as batidas dessas bandinhas de Metal Agrário (Aggrotech) incendeiam uma pista de dança! Reconheço que uma ou outra música é "inflamável", contudo, não dá para juntar música a música e fazer uma playlist de determinada banda/projeto! Sou chata para com música eletrônica e, sendo bem sincera, é o tipo música que geralmente não aguento ouvir um álbum inteiro de tanta mesmice que tende a ser.

Penso na raridade que é encontrar e ouvir um álbum como Asgard. Era esperável uma batida dançante nesse álbum, haja vista que se trata de Centhron, a banda que mais protagonizou vídeos no Youtube de Industrial Dance no mundo ocidental! Contudo, devo ressaltar que a qualidade desse álbum vai muito mais além do que simples músicas dançantes (e puta que pariu, bota dançante nisso!)...

Asgard é a morada dos deuses nórdicos e, na faixa de mesmo nome, é nítida a exclamação instigante a Odin. A capa do álbum, devo ressaltar, foi o que me chamou atenção a princípio. Pensei "Nossa, parece jogo de RPG!". A ironia (ou não... vai saber!) é que se você ouvir o álbum e imaginar lutas contra monstros, zumbis, alienígenas, robôs ou seja lá o que for que tenha invadido a Terra e transformado-a em um grande buraco escuro e levando à extinção a raça humana... Bem, você chegará a conclusão de que não é uma teoria absurda, pelo contrário... Parece mesmo uma aventura trevosa musicada (e as foderosas fotos promo desse álbum provam isso)!

Eu disse que as músicas eram dançantes. A diferença é que TODAS as músicas são dançantes (exceto a último, pois é o pronunciamento misericordioso da batalha e do campo de carnificina e do odor da morte!)... Vocais rasgados, samplers, efeitos sonoros, brutalidade eletrônica; se você ligar seu corpo junto ao play das músicas, você terá de aguentar firme e não infartar! No mínimo, Asgard é para quebrar o pé dançando ou matando algumas criaturas!

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Tracklist:
01. Fuck Off And Die
02. Viking
03. Zombie Nazi Babe
04. Dr. Fuck You
05. Cyberlady
06. Slutbutt
07. Lamia
08. Panzerfaust Tyr
09. L’etat C’est Moi
10. Asgard
11. Ich Bin Ein Gott
12. Draugr
13. Untitled (Bonus Track)

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sábado, 7 de janeiro de 2012
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FGFC820 - Law & Ordnance

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Gênero: Aggrotech, Dark Electro, EBM, Industrial
País: EUA
Ano: 2008

ComentárioConsiderados o resgate puro de um puta som de qualidade com letras que fazem jus à cena Industrial, FGFC820 é um projeto formado por dois Dj’s velha-guarda no meio das musiquinhas darquis eletrônicas: Rexx Arkana e Dräcos; o primeiro trabalhou nada mais nada menos com bandas como Ministry e Skinny Puppy, além de ter apadrinhado VNV Nation, Apoptygma Berzerk entre outros; o segundo trabalhou com a desconhecida Disciples of Astaroth. 

Militarismo musical e visual; com batidas agressivas, dançantes e galhofagens que se contrapõem junto a vocais rasgados, guturais e aqueles samplerzinhos para não quebrar a tradição. Há uns nuances de leveza eletrônica para incrementar − e fazer você recordar de música eletrônica de gente normal − e até mesmo um declínio terrorista na sonoridade − para fazer você lembrar que este som não é para qualquer um!

Eu devo dizer que sou muito chata para música, principalmente eletrônica e mais ainda quando se trata de Aggrotech. Gosto do que é dançante, daquilo que põe fogo em uma pista de dança anunciando o Apocalipse, do terror que me faça querer quebrar as coisas e/ou matar alguém, com letras (é, eu gosto de LETRAS mesmo... nada de samplers forever) cantadas em vocais no mínimo audíveis. Então, quando eu encontro algo desse naipe aqui, eu só falto chorar! Sendo assim, se você se identificou até aqui, pára de ser cabeçudo e me faz esse favor: Baixa isso... Sério!...

Tracklist:
01. Hello, Baghdad
02. Democracy
03. Killing Fields
04. Resolution 6
05. Ich Bin Ein Ausländer
06. Vengeance
07. Momentum
08. Resolution 7
09. Emotion
10. Forsaken
11. Not the World I Remember
12. Resolution 8
13. Dream for Tomorrow
14. The Heart of America

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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Combichrist - Discografia

10 comentários
Gênero: Aggrotech, EBM, Industrial, Dark Electro
País: Noruega

Comentário: Conquanto até os dias atuais e com a explosão absurda de bandas/projetos tidos como Aggrotech/Harsh EBM/Terror EBM ou ainda Metal Agrícola (Arkangel mode: ON); os puros-sangues permanecem a negar a existência deste subgênero, chamando-o apenas de Dark Electro. O fato é que se existe Aggrotech ou não, isso não importa. Contudo, em minha opinião e na de muitos outros, uma de suas maiores expressividades mundiais se encontra neste projeto chamado Combichrist.

Vindo das frias terras do Metal Extremo e igrejas queimadas por adoradores de Satã/Odin; Combichrist foi formado em 2003 por Ole Anders Olsen, mais conhecido como Andy LaPlegua. O nome veio de uma zine de Hardcore dos anos 90 na qual Andy participava. Andy ficou conhecido, sobretudo, devido sua fundamental participação na banda Icon of Coil, na qual ele fundara primeiramente como projeto e posteriormente esta se tornara uma banda.

Combichrist já existia ideologicamente mesmo quando Andy ainda fazia parte do I.O.C.; contudo só fora assumido e modelado de fato com o lançamento do primeiro álbum, em 2003, intitulado The Joy Of Gunz. Devido a maior liberdade de Andy em poder fazer tudo o que quisesse (o que já não acontecia em sua antiga banda), este álbum já trazia um gostinho do que seria Combichrist. Os álbuns que viriam a seguir apenas reforçavam de maneira estrondosa a liberdade doentia que Andy sentiu neste projeto.

Suas músicas possuem o tom da destruição, com letras sujas sobre perspectivas anti-humanistas de tom sarcástico, irônico, em agressividade tátil e instigadora; sobre batidas eletrônicas que beiram o apocalipse. Ultraviolento e pejorativo, no sentido pornográfico e ofensivo, este é o tipo de som não recomendado para os fracos de ouvido e coração, pois não dá para ouvir com volume baixo e, mais que isso, é necessário um tremendo autocontrole para não quebrar tudo enquanto se ouve as músicas!

P.S.: O videoclipe da música Throat Full Of Glass, o qual parece um curta, do album Making Monsters, possui duas versões uma light e outra pesada; a que está como amostra é a versão pesada, porque nós do Pignes gostamos de violência cinematográfica, muito sangue falso e mulheres seminuas, peitudas e tatuadas!

domingo, 25 de setembro de 2011
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Aesthetic Perfection - Close to Human

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Gênero: EBM, Industrial, Aggrotech, Dark Electro
País: E.U.A.
Ano: 2005

Comentário: É, meus queridos, eu sei que vocês estavam com saudades das desgraceiras eletrônicas com todo o seu caráter homicida e estética Mortal Kombat. Então, para exorcizar um pouco esse clima pacífico que se alastrou pelo blog, venho cá com Aesthetic Perfection: projeto criado pelo produtor puta gostoso Daniel Graves em 2000. E como sina de vários artistas que desbravam as obscuras terras eletrônicas: está há anos na ativa, com pouquíssimos álbuns (neste caso, apenas três) e fazendo eternos revivais de suas músicas...

Close to Human é um álbum dualista, onde o que coexiste é a composição eletrônica para gostos de certo modo distintos: vocais rasgados, ácidos, verminosos, que nitidamente tendem para o terror, sobre uma sonoridade que recebe tanta influência de synths externos que acaba sendo "leve". Além de, em determinados momentos, as músicas adentrarem um clima mais lento, onde você jura que acabou o álbum, mas eis que repentinamente as músicas dançantes voltam, depois somem e voltam e...

Enfim, com letras que abordam o lado obscuro da mente humana e uma capa que, vá, você também achou interessante, confesse!, Close to Human é uma espécie de foda longa: no fim te deixará ofegante, mas você sempre quererá mais. Amém!

Tracklist:
01. Human
02. Architect
03.Fix
04. Relapse
05. I belong to you
06. Overcast
07. Coward
08. Surface
09. Ersatz
10. Sacrifice
11. Reset




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sábado, 13 de agosto de 2011
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Patenbrigade Wolff - Demokratischer Sektor

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Gênero: Trance, Techno, House, EBM, Industrial, Dark Electro, Aggrotech, Synthpop, Noise, Psy, e os caralhos... e...???...
Ano: 2008
País: Alemanha

Comentário: Demokratischer Sektor é um álbum deveras estranho, sobretudo, na sequência e na gororoba das músicas! Neste Setor Democrático googletradutor mode: ON da música eletrônica, cada música segue − de certa forma − um gênero eletrônico. Por exemplo, Maurerradio (Old School Retro Club Mix) tem uma batida mais EBM/Industrial; Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx já segue algo mais Aggrotech; Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds) é mais Dance/Futurepop; Demokratischer Sektor (PVD Club Remix) tende para o House/Trance/Techno, com uma sonoridade bem mais leve e dançante como aquelas que encontramos comumente em festas de música eletrônica; Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew) é mais Noise e por aí vai.

Realmente não sei se, de fato, o Patenbrigade Wolff resolveu unificar boa parte dos gêneros eletrônicos em apenas um álbum, contudo, posso afirmar que este álbum conseguiu atingir diversas preferências eletrônicas por mais antagônicas que fossem, ainda que com tão-somente uma música para cada gosto... e, claro, é bem dançante!



Tracklist: 
01. Maurerradio (Extended Version)
02. Sendersuche 1
03. Stalinallee
04. Sendersuche 2
05. Demokratischer Sektor (Blutfuss Club Remix)
06. Schusswechsel
07. Die rote Fahne faellt
08. Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew)
09. Demokratischer Sektor (PVD Club Remix)
10. Turmdrehkran (Extended Version)
11. Maurerradio (Old School Retro Club Mix)
12. Mit jedem sender informationen
13. Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds)
14. Turmdrehkran (PVD Club Remix)
15. Ostberliner Bauarbeiter (Club Mix)
16. Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx
17. Krantransport feat. Sarah Noxx
18. Schadenshoehe unbekannt
19. Karl Eduard von Schnitzler
20. Maurerradio (Remix by leserotique)




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Quem escreve e faz os uploads:

 
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