Gênero: Folk / Medieval Metal
País: Alemanha
Ano: 2013
Comentário: Sempre que In Extremo tem um lançamento, eu aguardo ansiosamente com um medo enorme de me decepcionar, como já ocorreu em algumas vezes nesse período que eu conheço o grupo, mas já que eu estou postando aqui, da pra imaginar o que eu achei do novo album. Nascida em Berlin, no ano de 1995, essa banda tem uma carreira mais do que sólida e influente na cena, sendo presença constante em festivais de metal mundo afora. Nesse 10º full-lenght, após um ótimo antecessor, o conjunto trás um trabalho abarrotado de canções candidatas a hits.
Com uma formação já consolidada desde 2000, havendo apenas a saída do baterista Der Morgenstern em 2010, o time tem em seu lineup: Specki T.D.na bateria; Sebastian "Der Lange" van Lange na guitarra; Die Lutter no contrabaixo; Yellow Pfeiffer na gaita de fole, nyckelharpa e shawm; Flex der Biegsame na gaita de fole, shawm e hurdy gurdy; Andre "Dr. Pymonte" Strugala na gaita de fole, harpa e shawm; e o frontman Das Letzte Einhorn, que além dos vocais, toca gaita de fole e cister. (os instrumentos que eu não sei a tradução, ou não conheço e não são convencionais, eu linkei as imagens nas palavras para uma melhor expressão).
Já calejados e com o feeling mais que apurado, falar da limpeza e da perfeição da produção/mixagem seria "chover no molhado". Lançado pela Vertigo Berlin, esse disco tem tudo que um fã do gênero espera. Sem a famosa introdução (que em 98% das vezes é dispensável) o disco começa com uma canção fantástica e cheia de alternativas, com um refrão muito cativante. O primeiro single do release, "Feuertaufe", saiu com um clipe bem feito e abusa de todos os elementos que tornaram a banda famosa, com uma toada bem pop, e tudo que funciona ainda mais ao vivo, teminhas em gaita de fole e uma ritimica cadenciada, é a que parece ser o carro chefe da tour. A faixa que da nome ao disco é outra que merece destaque da minha parte, aqui a banda usa um pouco mais de peso, com um riff mais heavy metal, usam os instrumentos eruditos apenas nos refrões, focando principalmente na tríade Baixo, guitarra, batera.
Um disco realmente bem feito, mais puxado pro lado comercial, e não vejo problema nisso, a banda parece que tem um poder de fazer hits e permear o disco de canções de fácil apelo e grudentas. Com umas 3 ou 4 canções que são candidatas a permanecer no setlist das turnês futuras, esse trabalho me deixa feliz por nos brindar com tudo que um fã do conjunto espera. Um cd muito previsível e de fácil digestão, isso é o ponto altíssimo dessa banda que em 18 anos de carreira errou muito pouco, e penso eu, que esse trampo seja mais um acerto em cheio. Um disco com a identidade, o cheiro e o brilhantismo da carreira do In Extremo. Download imprescindível e mais um grande lançamento de 2013.
Facebook / Myspace
Tracklist:
1.Der die Sonne schlafen schickt - 03:56
2.Wege ohne Namen - 04:21
3.Lebemann - 03:21
4.Himmel und Hölle - 03:55
5.Gaukler - 03:51
6.Kunstraub - 03:22
7.Feuertaufe - 03:26
8.Du und ich - 03:29
9.Doof - 03:49
10.Alles schon gesehen - 03:28
11.Belladonna - 04:00
12.Die Beute - 03:40
Download:
Mega / Rapidshare / Cloudzer / Zippyshare / Freakshare
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Corubo - Discografia
Categories :
/Renato Nagano . #Discografia . #Produto Nacional . Ambient Black Metal . Black Metal . Folk Metal
Gênero: Folk / Black Metal / Ambient
País: Brasil
Anos de Atividade: De 1999 até os dias atuais.
Comentário: Hail servos de Tupã!! Não é de hoje que vejo vários "nacionalistas" questionando e criticando a atenção dada a bandas europeias de folk, falando que não conhecem Odin, babam ovo dos vikings e mimimi, então os problemas acabaram. O que vos trago aqui é a maior essência étnica nacional que temos, e sim, é com orgulho que disponibilizo a discografia de uma banda que entre várias outras, levam nossa cultura primitiva a tão elevado nível.
País: Brasil
Anos de Atividade: De 1999 até os dias atuais.
Comentário: Hail servos de Tupã!! Não é de hoje que vejo vários "nacionalistas" questionando e criticando a atenção dada a bandas europeias de folk, falando que não conhecem Odin, babam ovo dos vikings e mimimi, então os problemas acabaram. O que vos trago aqui é a maior essência étnica nacional que temos, e sim, é com orgulho que disponibilizo a discografia de uma banda que entre várias outras, levam nossa cultura primitiva a tão elevado nível.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Suidakra - Eternal Defiance
Categories :
/Renato Nagano . #2013 . Black Metal . Death Metal . Folk Metal . Melodic Black Metal
Gênero: Black Metal / Death Metal / Folk Metal
País: Alemanha
Ano: 2013
Comentário: Hail pignos, pignas, pignetes e piganos, trago-vos mais um excelente trabalho lançado nesse ano, dessa horda que já tem 19 anos e tem um catálogo de lançamentos realmente irretocável, e não será esse disco que maculará esse perfeito cartel.
Suidakra já é uma banda mais que consolidada no meio. Seu líder e único remanescente da formação original, Arkadius "Akki" Antonik, é responsável pelos vocais, guitarras e teclados. Além dele, o baterista Lars Wehner faz parte do time desde 2001. O baixista Tim Siebrecht e o outro guitarrista e cara por trás dos vocais limpos, Marius "Jussi" Pesch, se juntaram em 2012 e gravaram esse disco lançado no mês de maio. Farei uma menção honrosa a Tina Stabel, a responsável pelos vocais angelicais e que mesmo não fazendo parte do line-up oficial, é figurinha carimbada nos trabalhos do grupo desde Crógacht, de 2009.
O release lançado pela AFM Records, conta com 10 músicas em pouco mais de 45 minutos de execução, e o que se vê é um trabalho extremamente bom, com identidade, sem oscilações e muito maduro. Tudo que se espera de Suidakra está aqui. Gaitas de fole, guitarras melódicas, vocais agressivos e contrastado, além de uma cozinha muito segura e perfeita. Os destaques desse play são "Inner Sanctum", que após uma introdução instrumental chega como um soco na cara do ouvinte, como uma faixa de "abertura" deve ser, soa poderosa, com uma base de guitarra de extremo peso e growl vocals do inicio ao fim, mostrando a face Death/Black na sua essência . "March of Conquest" é a faixa de trabalho e nos brinda com a faceta Folk, com vocais femininos, bagpipes e teclados, com uma sonoridade melódica e é a mais acessível do album, com um clipe muito bem produzido que vocês podem ver abaixo. "Damnatio Memoriae" é a derradeira e a mais linda de todo o release. Com violões extremamente lindos, mostra o quão foda são os músicos. O vocal limpo é presente em toda a canção e é como se fosse um alento orquestrado que fecha o trabalho de maneira épica.
Aqui encontramos mais um caso em que ser "mais do mesmo" é algo de extrema importância. Essa banda é um dos casos em que a identidade e a coerência de todos os discos, são o suficiente para os fãs e entusiastas do estilo. Para aqueles que acabam de conhecer o trabalho do conjunto, indico qualquer um dos 11 full-lenghts, e podem ter certeza de que vão encontrar algo soberbo. Disco épico de uma horda épica, mais um masterpiece de 2013, eu garanto!
LastFM / Myspace
Tracklist:
1.Storming the Walls - 03:18
2.Inner Sanctum - 05:10
3.Beneath the Red Eagle - 04:55
4.March of Conquest - 03:51
5.Pair Dadeni - 03:51
6.The Mindsong - 05:40
7.Rage for Revenge - 04:54
8.Dragon's Head - 05:24
9.Defiant Dreams - 04:28
10.Damnatio Memoriae - 04:02
Download:
Mega / Rapidshare / Freakshare / Cloudzer / Zippyshare
País: Alemanha
Ano: 2013
Comentário: Hail pignos, pignas, pignetes e piganos, trago-vos mais um excelente trabalho lançado nesse ano, dessa horda que já tem 19 anos e tem um catálogo de lançamentos realmente irretocável, e não será esse disco que maculará esse perfeito cartel.
Suidakra já é uma banda mais que consolidada no meio. Seu líder e único remanescente da formação original, Arkadius "Akki" Antonik, é responsável pelos vocais, guitarras e teclados. Além dele, o baterista Lars Wehner faz parte do time desde 2001. O baixista Tim Siebrecht e o outro guitarrista e cara por trás dos vocais limpos, Marius "Jussi" Pesch, se juntaram em 2012 e gravaram esse disco lançado no mês de maio. Farei uma menção honrosa a Tina Stabel, a responsável pelos vocais angelicais e que mesmo não fazendo parte do line-up oficial, é figurinha carimbada nos trabalhos do grupo desde Crógacht, de 2009.
O release lançado pela AFM Records, conta com 10 músicas em pouco mais de 45 minutos de execução, e o que se vê é um trabalho extremamente bom, com identidade, sem oscilações e muito maduro. Tudo que se espera de Suidakra está aqui. Gaitas de fole, guitarras melódicas, vocais agressivos e contrastado, além de uma cozinha muito segura e perfeita. Os destaques desse play são "Inner Sanctum", que após uma introdução instrumental chega como um soco na cara do ouvinte, como uma faixa de "abertura" deve ser, soa poderosa, com uma base de guitarra de extremo peso e growl vocals do inicio ao fim, mostrando a face Death/Black na sua essência . "March of Conquest" é a faixa de trabalho e nos brinda com a faceta Folk, com vocais femininos, bagpipes e teclados, com uma sonoridade melódica e é a mais acessível do album, com um clipe muito bem produzido que vocês podem ver abaixo. "Damnatio Memoriae" é a derradeira e a mais linda de todo o release. Com violões extremamente lindos, mostra o quão foda são os músicos. O vocal limpo é presente em toda a canção e é como se fosse um alento orquestrado que fecha o trabalho de maneira épica.
Aqui encontramos mais um caso em que ser "mais do mesmo" é algo de extrema importância. Essa banda é um dos casos em que a identidade e a coerência de todos os discos, são o suficiente para os fãs e entusiastas do estilo. Para aqueles que acabam de conhecer o trabalho do conjunto, indico qualquer um dos 11 full-lenghts, e podem ter certeza de que vão encontrar algo soberbo. Disco épico de uma horda épica, mais um masterpiece de 2013, eu garanto!
LastFM / Myspace
Tracklist:
1.Storming the Walls - 03:18
2.Inner Sanctum - 05:10
3.Beneath the Red Eagle - 04:55
4.March of Conquest - 03:51
5.Pair Dadeni - 03:51
6.The Mindsong - 05:40
7.Rage for Revenge - 04:54
8.Dragon's Head - 05:24
9.Defiant Dreams - 04:28
10.Damnatio Memoriae - 04:02
Download:
Mega / Rapidshare / Freakshare / Cloudzer / Zippyshare
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Vreid - I Krig
Categories :
Gênero: Black Metal
País: Noruega
Ano: 2007
Comentário: Em 2004 tragicamente se encerrava a trajetória do Windir, banda de Black Metal norueguesa que, apesar de não ter sido tão pop quanto o Burzum, também foi fatídicamente influente e exitosa até a trágica morte do seu frontman Valfar, em 2004, vítima de hipotermia ao tentar atravessar uma floresta congelada. Desse término surgiram diversas bandas levadas a cabo por seus ex-membros, que embora no Windir existissem sob a sombra criativa de Valfar, fora dela acabaram dando origem a bandas com veias totalmente diferentes e, dentre estas, a que mais se destaca é o Vreid, especialmente por que todos seus quatro membros eram membros do Windir. Indo além do Black Metal com fortes raízes folk do Windir, o Vreid apostou desde seu início numa proposta bem mais guardachuvesca, abrangindo diversos estilos numa receita que acabou gerando um Black Metal com ar de tradicional mas com roupagem totalmente nova.
Muitas vezes apontado como Melodic Black Metal ou Thrash/Black Metal, nenhum desses rótulos em minha opnião fazem jus à sonoridade do Vreid. Em seus primeiros discos era visível a influência do Darkthrone na sonoridade do grupo, que embora ainda mantivesse influências melódicas vindas do Windir, apostava em riffs totalmente punkzados e uma bateria perigosamente influenciada pelo D-beat. No entanto, a partir de seu terceiro álbum, I Krig, este que vos posto, a sonoridade do grupo tomou proporções ainda maiores com direito a instrumentos pouco usuais, uma alma folk evidente mas sem a proporção épica de bandas mais canônicas que abraçam esta proposta, e com principalmente uma criatividade imensa pra sair dos riffs tradicionais do Black Metal sem em nenhum momento perder a sensação de se estar ouvindo um Black Metal norueguês de mais alta estirpe.
I Krig é um álbum que consegue cativar de forma tão intensa, que cada novo elemento que a banda adiciona a seu Black Metal ao longo da audição nos entretém perfeitamente, sem susto e sem surpresa. A primeira faixa do disco, Jambyrd já começa com um riff sem tremolos, bastante punk e direto, embora os vocais sejam totalmente ao melhor estilo do Black Metal norueguês da década de noventa, tornando a faixa uma excelente evolução dos trabalhos do Darkthrone. Mas logo depois essa sonoridade dá lugar ao Folk rápido e galopante dos riffs de Under Isen, que no melhor estilo Windir começa rápida e melódica, mesmo que tenha seu "refrão" tipicamente darkthroniano dando as caras cedo ou tarde. Somente essas duas faixas já dão uma excelente idéia do estilo do Vreid: um delicioso misto de riffs com o peso e violência do Black Metal, mas com estrutura e energia totalmente punks, com uma atmosfera folk com direito a epicidade toda a qual o estilo se propõe, sem medo até de usar instrumentos pouco ortodoxos ao Black Metal, coros em quase todas as faixas e tudo mais. Windir e Darkthrone, esses são os nomes a se pensar ao se falar de I Krig, um disco que reune basicamente Punk e Folk num Black Metal totalmente norueguês. E a temática predominante bélica é um elemento que torna a banda ainda mais energética e interessante.
Mais que uma banda que surgiu do Windir, em discos como esse o Vreid criou sua prória identidade, ainda que sentado sobre ombros de gigantes. Sem dúvida um dos melhores álbums de Black Metal da década passada, simplesmente indispensável.
Tracklist:
1. Jarnbyrd 06:29
2. Under Isen 03:35
3. I Krig 08:40
4. Væpna Lengsel 04:03
5. Svart 03:53
6. Folkefiendar 03:57
7. Dei Daude Steig Av Grav 05:12
8. Fangegard 03:58
9.Millom Hav Og Fjell 05:14
Download:
MEGA (breve outros links)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Orphaned Land - Discografia
Categories :
/Renato Nagano . #Discografia . Death Metal . Doom Metal . Folk Metal
Gênero: Doom / Death / Folk Metal
País: Israel
Ano de atividade:1991 - Atualmente
Comentário: É com muito orgulho que vos trago a discografia dessa banda, que na minha opinião, é uma das mais fodásticas e completas de folk metal já criadas até hoje. Lembro-me que em 2004, um então amigo, apareceu com o cd dessa banda, importado e que ele havia pago muito caro. Esse disco era o Mabool, que tinha uma arte incrível, faixa multimídia e tudo que se tem direito, na primeira audição fui surpreendido com um soco na cara, eu nunca havia ouvido nada parecido com aquilo, e mesmo quase uma década se passou e esse grupo continua com trabalhos brilhantes e extremamente peculiares. Desde então ouvi vários conjuntos com a mesma temática, e com qualidade indiscutível, mas nada que superasse Orphaned Land em nenhum quesito.
Formada em 1991 com o nome de Ressurrection, teve seu nome mudado para o atual em 1992 e contava com Kobi Farhi nos Vocais(1991 até hoje), Matti Svatizky nas Guitarras base e violões(1991-2012), Yossi Sassi na guitarra solo, violões e instrumentos folk de corda(Oud, Saz, Chumbush, Bouzouki) além de Piano (1991 até hoje), Itzik Levi nos teclados, piano e samplers(1991-2000), além da cozinha formada por Uri Zelcha no contra-baixo(1991 até hoje) e Sami Bachar na bateria(1991-2000). Com mais de 20 anos de carreira, houveram mudanças na formação, mas menteve-se a espinha dorsal, mudando de baterista 3 vezes, passando pelo posto Eran Asias(2000-2004), Avi Diamond(2004-2007) além do atual Matan Shmuely que assumiu após saida de Diamond. Chen Balbus substituiu Svatizky nas guitarras e Eden Rabin teve uma passagem de 2001 a 2005 como tecladista. Mesmo com essas alterações, nada foi mudado no aspecto musical do grupo, que ainda conta com o apoio de Shlomit Levi nos vocais femininos desde 2004.
País: Israel
Ano de atividade:1991 - Atualmente
Comentário: É com muito orgulho que vos trago a discografia dessa banda, que na minha opinião, é uma das mais fodásticas e completas de folk metal já criadas até hoje. Lembro-me que em 2004, um então amigo, apareceu com o cd dessa banda, importado e que ele havia pago muito caro. Esse disco era o Mabool, que tinha uma arte incrível, faixa multimídia e tudo que se tem direito, na primeira audição fui surpreendido com um soco na cara, eu nunca havia ouvido nada parecido com aquilo, e mesmo quase uma década se passou e esse grupo continua com trabalhos brilhantes e extremamente peculiares. Desde então ouvi vários conjuntos com a mesma temática, e com qualidade indiscutível, mas nada que superasse Orphaned Land em nenhum quesito.
Formada em 1991 com o nome de Ressurrection, teve seu nome mudado para o atual em 1992 e contava com Kobi Farhi nos Vocais(1991 até hoje), Matti Svatizky nas Guitarras base e violões(1991-2012), Yossi Sassi na guitarra solo, violões e instrumentos folk de corda(Oud, Saz, Chumbush, Bouzouki) além de Piano (1991 até hoje), Itzik Levi nos teclados, piano e samplers(1991-2000), além da cozinha formada por Uri Zelcha no contra-baixo(1991 até hoje) e Sami Bachar na bateria(1991-2000). Com mais de 20 anos de carreira, houveram mudanças na formação, mas menteve-se a espinha dorsal, mudando de baterista 3 vezes, passando pelo posto Eran Asias(2000-2004), Avi Diamond(2004-2007) além do atual Matan Shmuely que assumiu após saida de Diamond. Chen Balbus substituiu Svatizky nas guitarras e Eden Rabin teve uma passagem de 2001 a 2005 como tecladista. Mesmo com essas alterações, nada foi mudado no aspecto musical do grupo, que ainda conta com o apoio de Shlomit Levi nos vocais femininos desde 2004.
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