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quinta-feira, 25 de setembro de 2014
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War - The World Is A Ghetto

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Gênero: Funk Rock; Jazz Fusion
País: Estados Unidos
Ano: 1972

Comentário:  War foi um grupo de Funck rock e jazz fusion que começou em 1969, desde o inicio sempre procurou fundir diferentes estilos musicais para criar um som único para o grupo, tal feito fez com que a banda se destacasse e ganhasse importância musical.

Algumas pessoas podem achar exagero unir vários elementos musicais, bem, o War conseguiu unir rock, funk, jazz, blues e musica latina, tudo isso de uma maneira brilhante e sem deixar a atmosfera da banda pesada e chata, ou sem fazer quebras absurdas no estilo.

Na primeira musica, “The Cisco Kid”, temos uma levada voltada mais para o reggae e para a musica latina, o que traz uma atmosfera animada com uma linha de riffs bem ajustada. “Where As You At” surge com uma levada funk com pitadas de blues, uma musica dançante com um refrão que fica na cabeça.

“City, country, city” é uma viagem através de estilos, a musica é guiada por um sopro bem trabalhado, e uma percussão que o acompanha de maneira brilhante. Funciona quase que como uma receita de um cozinheiro doido, mas que no fim da certo.

“Four Cornered Room” possui uma levada mais voltada para o jazz, mas isso não impede que apareçam claros elementos de Blues.

“Beetles In The Bog” encera o disco de maneira calma e suave, uma tempo para respirar de um disco assim. Mas isso não é motivo para deixarem a sua animação de lado.

Tracklist:
1. The Cisco Kid
2. Where As You At
3. City, country, city
4. Four Cornered Room
5. The World Is a Ghetto
6. Beetles In The Bog
terça-feira, 5 de novembro de 2013
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Elvis Costello and the Roots - Wise Up Ghost and Other Songs

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Gênero: Soul / Funk Rock
País: Estados Unidos
Ano: 2013

Comentário: De um lado, um monstro da música em geral; um dos precursores da cena do pub rock britânico, com boa influência na explosão punk londrina dos anos 70, com uma invejável capacidade de se reinventar a cada década - ninguém menos que Elvis Costello. Dando-lhe suporte, um grupo que, em seu nicho, não possui menor expressão que o cantor inglês. Pelo contrário: do alto de seus dez discos pela carreira, são verdadeiros monstros do Hip Hop e do Neo Soul, além de serem famosos por acompanhar musicalmente os esquetes do Late Night with Jimmy Fallon - nada menos do que The Roots. Um choque de gigantes gera grande expectativa, e em grande parte ela foi atendida: Wise Up Ghost and Other Songs é um álbum bastante divertido, muito agradável e até mesmo um pouco inovador.
Costello sempre foi mais conhecido pelo seu facilmente audível rock alternativo, tendo maior relevância a parcela new wave de seu trabalho, e esse estilo pouca afinidade revela às poderosas bases do The Roots. Por isso, em algumas faixas, enxergamos claramente uma distanciação do cantor com relação a sua zona de conforto para encarar uma das principais virtudes do grupo: o Neo-Soul. Isso pode ser verificado, por exemplo, na calma e romântica Tripwire, que apresenta vocais passionais; ou mesmo na melhor faixa do registro, a enigmática Cinco Minutos Con Vos, que soma elementos como duplicidade de línguas, crônica envolvente e arranjos sensacionais, calcando-a o status de viciante logo na primeira audição.
Embora os maiores êxitos do disco residam, de fato, na mistura do Rock com o Soul e o Funk, há algumas faixas que lembram bastante aquelas que impulsionaram o cantor em seu início de carreira, com os vocais mais rasgados, despreocupados, e a faceta do rock se estampando de forma mais nítida. Apesar de também agradáveis, não acrescentam tanto brilho ao disco, mas colaboram no arredondamento de uma parceria que, sem dúvidas, deu certo.
A realidade é que, ainda que não haja grande dose de inovação, só o fato da junção de dois grandes nomes da música num único trabalho colaborativo já torna o disco digno de se prestar atenção. Com uma oitiva mais atenta, por consequência, podemos aproveitar mais um trabalho feito com um coração, o que não é novidade nem na carreira do The Roots, nem na de Elvis Costello. Assumindo o risco de soar repetitivo, se pouco inova - e eu acho que o faz, de maneira um pouco tímida, mas o faz, quando alguns elementos eletrônicos são inseridos para acompanhar os instrumentos -, por outro lado, muito agrada.


Tracklist:

  1. "Walk Us Uptown" - 3:22
  2. "Sugar Won't Work" - 3:31
  3. "Refuse to Be Saved" - 4:26
  4. "Wake Me Up" - 5:53
  5. "Tripwire" - 4:28
  6. "Stick Out Your Tongue" - 5:27
  7. "Come the Meantimes" - 3:52
  8. "(She Might Be A) Grenade" - 4:35
  9. "Cinco Minutos Con Vos" - 5:01
  10. "Viceroy's Row" - 5:01
  11. "Wise Up Ghost" - 6:26
  12. "If I Could Believe" - 3:58
  13. "My New Haunt" - 4:41
  14. "Can You Hear Me?" - 6:27
  15. "The Puppet Has Cut His Strings" - 4:56


Spotify
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
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Adrian Younge - Black Dynamite OST

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Gênero: Funk/ Soul/ Porn Groove/ OST
País: EUA
Ano: 2009

Comentário: DYNOMATE!! DYNOMATE!! Filme pra negão nenhum botar defeito... bem, talvez não seja bem por aí. Black Dynamite é um filme atual mas rodado de forma à imitar e relembrar os anos 70. Neste quesito já vemos potencial, pois mesmo eu ao assisti-lo me indaguei: "Isso não pode ser de 2009!", devido à ótima captação que fizeram. Outro quesito definitivo é a ação e porraderia, daquelas que deixam escapar que os atores nem se tocam e já caem ao chão agonizando de dor — com certeza feito de propósito, alimentando assim a parte comédia do filme. Romance ao estilo cafajeste e toda uma exaltação do poder negro são um terceiro ponto importante, se não o mais. A referência a outros filmes de época parece estar clara, como que quase um tributo, sobre tudo ao gênero blaxploitation, porém consegue chamar a atenção toda para si como se fosse um dos únicos. O humor também está presente nas falas, roupas e no protagonista, um afro-americano, veterano no Vietnã e ex-CIA que decide fazer a limpa após a morte de seu irmão mais novo.
Mas um filme tão divertido e original assim deveria ganhar sua própria score. Porém eis que a irmandade black também tem seu pessoal de alta confiança e qualidade. Adrian Younge, com apoio de toda uma equipe de primeira, se encarregou da música e compôs uma trilha perfeita que soa como um disco digno de ser visto nas prateleiras das lojas, não somente como mais uma score ignorada pelos ~~cinéfilos~~. Com muito funk, soul e talvez até uma presença trip-hop e lounge, contando ainda com potentes vocais femininos e masculinos (também negros, a coisa aqui é preta!).

LastFM

quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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Garotas Suecas - Escaldante Banda

1 comentários
Gênero: Garage rock/ Alternative/ Funk
País: Brasil
Ano: 2010

Comentários: Garotas Suecas nos apresenta uma sonoridade muito influenciada pela Jovem Guarda, mas de uma forma mais natural. Sem parecer apelativa pois tudo flui livremente e é onde certamente iremos nos relembrar, ao ouvi-la, de Roberto Carlos — aquele inesquecível cantor que está sempre presente no fim de ano da globo e que provavelmente sua mãe tem algum disco.
Não só ele como também uma boa gama de cantores desta época parecem ter feito parte da vida destes jovens. Possuindo características leves, mas profundas de funk, surf music, e um swing que só no Brasil encontramos, como sua maneira de fazer rock português e outros elementos passageiros que vão das sonoridades carnavalescas, sambísticos até batuques, o Garotas Suecas mostra que é uma Escaldante Banda.

O disco, lançado em 2010 e disponibilizado de graça em seu site oficial (assim como todos os EPs) é sem dúvidas um ótimo cartão de visita, ou melhor, passaporte. A banda não só conquistou o povo nacional como também conseguiu chamar considerável atenção estrangeira, tanto que fizera uma porção de shows nos EUA e lançara este seu debut por um selo das bandas de lá também.

As músicas são divertidas, mesmo sem querer ser, pois possuem todo um carisma perfeito. Tal atributo é traduzido em video-clipes também, como no que deixarei ao final do post, onde os músicos resolveram chamar o Jacaré do É O Tchan (aquele óoootimo comediante da Turma do Didi) para agregar beleza ao trabalho. Brincadeiras, pessoalmente gostei muito do resultado.

Quanto ao nome, é mera ironia, claro. Garotas Suecas é formada por um bando de marmanjos despenteados e paulistas. Ah! Pra não dizer que não existe mulher, temos Irina Bertolucci nos pianos, mas que também nos presenteia como sua voz.

MySpace//SiteOficial//LastFM

domingo, 10 de julho de 2011
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Incubus - If Not Now, When?

4 comentários
Gênero: Rock Alternativo / Funk Rock
País: Estados Unidos
Ano: 2011

Comentário: Esse é o novo álbum do Incubus, que será disponibilizado a partir do dia 12 de julho próximo, sendo que dois singles (Adolescents e Promises, Promises) já foram lançados e chegaram, inclusive, a alcançar o top 10 dos clipes da MTV, tanto a gringa quanto a nacional.
É uma banda que sempre me agradou muito. O som deles é diferente, arrojado, com scratches coerentes e, ao mesmo tempo, ousados. Esse álbum não é o melhor deles, com certeza não (pra mim, o melhor é o Light Grenades, que em algum momento eu postarei aqui), mas com certeza é um ótimo trabalho, muito bem produzido e com música de qualidade.
Eles mantiveram a pegada, prosseguiram com a boa forma, mas colocaram mais músicas lentas do que o habitual. Ainda assim, não deixa de ser um ótimo disco.

Tracklist:
  1. "If Not Now, When?" - 5:05
  2. "Promises, Promises" - 4:26
  3. "Friends and Lovers" - 4:07
  4. "Thieves" - 4:17
  5. "Isadore" - 4:35
  6. "The Original" - 5:05
  7. "Defiance" - 2:19
  8. "In the Company of Wolves" - 7:35
  9. "Switchblade" - 3:27
  10. "Adolescents" - 4:48
  11. "Tomorrow's Food" - 4:19
Site Oficial / Projeto HQ Live / MySpace

OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.

Quem escreve e faz os uploads:

 
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