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domingo, 1 de dezembro de 2013
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Bandas Amigas #4 - Oxyde Noir, A Transgressão & Thrills And The Chase

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Pois bem, cá estamos de volta, após uma semana, com a edição quatro do nosso quadro Bandas Amigas, onde nós apresentamos a vocês três bandas que nos enviaram material. Três bandas selecionadas por nós num universo de dezenas de bandas que nos enviaram coisas ao longo do tempo em que não tivemos espaço para elas aqui. Tempo este que acabou, e portanto aqui estamos.

Hoje temos uma edição que vai contar com música eletrônica sombria, post-punk e rock alternativo. Deliciem-se.


Oxyde Noir

O Oxyde Noir é uma banda americana de Nova York que se propõe a uma tarefa interessante: compor trilhas sonoras para filmes imaginários. E pelo que se pode perceber, filmes noir. A banda já lançou até a data três aĺbuns, sendo que o primeiro deles, Monochrome, foi-nos enviado para que postassemos, e cá estamos o fazendo.

A sonoridade do grupo é soturna, ainda que eletrônica, hipnotizante e intensa. As batidas lembram trip-hop, enquanto que as melodias lembram o Dark Ambient. É um som indescrítivel mas extremamente bom de se ouvir. E extremamente pictórico, imprimindo em nossas mentes cenários decadentes e serenos. Confiram.

Esse é o tipo de banda que eu imaginaria ouvir numa balada underground russa bancada por um mafioso do petroleo, tipo aquela que o Rammstein toca em Triplo X, sabe? É exatamente essa a atmosfera que o Oxygen Noir me remete. Essencialmente um industrial de construção delicada, mas com várias influências externas, o maior feito desse EP é a criação de uma atmosfera extremamente imersiva e agradável de mergulhar.

- Koticho


Um ótimo exemplo de como utilizar batidas eletrônicas sem perder de vista a dramaticidade da coisa. Um som que soa orgânico, vibrante e insano como deve ser. Só achei que as músicas poderiam se estender um pouco mais, gosto quando esse tipo de atmosfera domina o ambiente por mais tempo.

- Áquila



Conheça melhor o Oxyde Noir: Facebook//Site Oficial

Monochrome
2012


Tracklist:
1.Automat 02:51   
2.Hot Heart 02:54   
3.Alfheim 03:41   
4.Arthropod 03:46   
5.Insect State 03:44

Download: Mediafire









A Transgressão

A Transgressão é uma banda de pós-punk/garage rock da cidade de Campinas, São Paulo. Formada em 2008, a formação explora a mistura entre os estilos citados anteriormente numa atmosfera lo-fi e despretenciosa. O resultado é uma sonoridade despojada, sombria e leve ao mesmo tempo. Darkwave at it's finest.

A banda nos enviou seu EP de 2012, "Um Dia Para o Resto de Sua Vida". Confira.

O cover de A Forest do The Cure que encerra o EP mostra exatamente o que é a banda. Soa realmente como um EP perdido dos anos 80, que bebe direto da fonte da onda mais soturna do Post-Punk, junto da energia que as bandas de Garage Rock carregavam com suas guitarras distorcidas e aceleradas.

- Koticho


Certamente aquela banda ruidosa que pede para ser ouvida ao vivo, em um encontro de bandas locais, tanto quanto em um CD bem produzido, no qual qualquer tentativa de aliviar os ouvidos das transgressões sonoras é coisa para fracos. A banda cumpre o papel, embora seja aquele papel rabiscado e amassado que faz companhia para algumas moedas dentro do bolso. Esse é o espírito. E ainda tem seu charme com músicas que acabam repentinamente. Confesso, porém, que a faixa que dá título ao álbum não me conquistou tanto, acredito em riffs mais marcantes e no investimento em letras em inglês para as próximas gravações. Destaco “Industrial Village Lover” e o cover de “A Florest”, do The Cure.

- Damien Willis



Conheça melhor o A Transgressão: Facebook

Um Dia Para o Resto da Sua Vida
2012 - EP

Tracklist:

1. Constrói e Destrói 4:31    
2. hey You Download 2:53    
3. Visita de Vincent Price 2:38    
4. Industrial Village Lover 3:12    
5. Um Dia Para o Resto Da Sua Vida 2:11

Download: Mediafire









Thrills And The Chase

Banda paulistana, que se define como " trazendo uma roupagem moderna para melodias inspiradas no glam dos anos 70, folk, blues e jazz", mas que no fim das contas soa como uma banda de hard rock dos anos 70/80 em formato moderno, bem produzida e chegada aos retoques comerciais da música atual. Tudo da banda é bem produzido, bonito e chama atenção. A começar pelo visual da banda, indo até a produção dos clipes, como este que podem ver aqui embaixo.

Hard Rock não é exatamente meu gênero preferido, mas não dá pra negar que a Thrills & Chase se esforçou em executar a formula do gênero que já tá pra lá de batido da maneira certinha. É tudo muito bem feito e produzido, o som tem punchy e refrõezinhos grudentos, estão ok dentro da sua proposta, os fãs do gênero devem ficar satisfeitos.

- Koticho


As músicas funcionam muito bem, bom vocal e produção bastante decente que certamente agradarão aos que não esperam surpresas, mas que gostam de um som mais convencional, vamos assim dizer, e com qualidade. Não sou um amante do rock feito pela Thrills & The Chase, que aparenta mostrar o caminho entre a raiz e o fruto do estilo de música que faz, mas destaco o carisma que senti ao ouvir as músicas e a qualidade evidente que pode ser notada impressa logo na capa.

- Damien Willis


Thrills & The Chase neste EP promove o encontro do hard rock com a linguagem pop, pois refrões e riffs grudentos são o tom . A produção é caseira, mas honesta. Destacam-se as faixas "Moping Jack" e "Damsel in Distress", cujo vídeo clipe é muito bem dirigido.

- Bruno Lisboa



Conheça melhor o Thrills And The Chase: Site Oficial // Facebook


Introducing Thrills And The Chase
2013 - EP


Tracklist:

1.Damsel In Distress  4:00
2.Rogue Vogue   3:19
3.One For The Road   1:44
4.Sister Thriller    4:13
5.Moping Jack    3:24
6.Does The World Owe You Anything    4:00


Download: Link Direto




E é isso aí pessoal, ficamos por aqui com essa edição da coluna. Até semana que vem!
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Johnny & The Hookers - Roquestar

5 comentários

Gênero: Glam Rock
País: Brasil
Ano: 2011

Comentário: Johnny Hooker, ou John Donavan, surgiu para mim tal qual aparição pelas zapeadas da TV aqui de casa um tempinho atrás. Não me lembro do ano, mas vi um clipe de “Amor Marginal”, a rodar no Multishow graças ao programa Geleia do Rock, no qual Johnny era um dos integrantes.

O clipe era simples: figuras com máscaras animalescas e um cara de maquiagem carregada, andrógino cantando em desespero um clamor terrivelmente ultrarromântico, quase byronesco (isso é um neologismo ou existe?). Não resisti, me encantei pela música daquela figura de olhos marcados, roupas anacrônicas e voz dolorosa.

Baixei a música e ouvi-a compulsivamente, aliás. Passado algum tempo vi que o tal do Johnny tinha gravado um álbum e fui lá eu correndo para baixa-lo. Encontrei Roquestar meio de supetão, sem saber se mais uma dessas gravações de fundo de quintal ou se tinha qualidade no áudio, mas esperei o download acabar e me deparei com esse álbum que vos apresento agora.

Roquestar tem um ar de Cazuza, aliás, essa é uma das referências do Johnny. Cazuza, Bowie, Freddie Mercury, Ney Matogrosso, o cara bebe de todas essas fontes e consegue fazer algo original – com esse sotaque nordestino que, desculpem o quase palavrão, taqueparel, não resisto. Adoro regionalidades e o nordeste para mim é um polo incrível para música e o Johnny não fica atrás. Ele resgata uma essência verdadeiramente rockstar, divertido, engajado em suas causas e a sua maneira, poético, lírico, rebelde, muitos são os adjetivos para enquadrarem obra e artista – e ambos cabem muito bem nesse discurso.

O Johnny brinca com a própria infância e sexualidade no álbum. Em “Coisas de Menino” que tem toda uma levada rocker rebelde fala de um tema bastante polêmico, descoberta da sexualidade ainda na infância, acho que pela proposta do artista e do álbum foi uma saída mais leve e explícita do que atribuir uma melodia mais melancólica à canção. Muito peculiar essa saída e verdadeiramente casada com a estética proposta pelo Roquestar.

“Amor Marginal”, “Só pra eu ser teu homem” e “Nine out of ten” é a melhor sequência do álbum, de longe. As faixas complementam-se mutuamente, começam doloridas e vai para uma explosão com o meio em quase loop e o vocal mais gritado de “Nite Out of Ten”, que se finda com um violão bem suave emendando em “Monogamia”, para encerrar de uma maneira um pouco mais branda o álbum.

“Pare de ser roquestar” tem uma atitude tipicamente rebelde, uma das marcas das músicas do Johnny e essa rebeldia vinda de sua inspiração em Cazuza, aliás enquanto resenhava o álbum me deixei contaminar pela vibe do mesmo e fiquei ouvindo-o em loop infinito e quase todo mundo que passava perto pensava que fosse de fato o Cazuza, mas ainda não sei se isso é um ponto positivo ou negativo.

O bônus fica por conta de uma gravação simples de voz e violão de “Me leve”, uma faixa que funciona bem para acalmar o espírito rebelde que paira por sobre o álbum, talvez a gravação não esteja excelente, mas fica como um bom registro acústico dá para perceber bem a maleabilidade da voz de Johnny: a mesma que clama por amores que viram poesia em amores marginais faz-se calmaria embalada em tristezas que fazem bem.

Tracklist:

01. Candeias Rock City
02. Coisas de Menino
03. Roquestar
04. Amor Marginal
05. Só Pra Eu Ser Teu Homem
06. Nine Out Of Ten
07. Monogamia
08. Pare de Ser Rockstar
09. Me Leve (bônus)

Download: MEGA

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
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Secos & Molhados - Secos & Molhados I

9 comentários
Gênero: Glam Rock / MPB / Folk
País: Brasil
Ano: 1973

Comentário: É com imenso prazer que lhes trago o primeiro marco histórico do rock nacional. Em 1970, João Ricardo passou em frente a uma mercearia em Ubatuba e havia uma placa escrita "Secos e Molhados",  e a partir dai, criou o nome do grupo, que em sua concepção tinha a idéia de  "um nome que não determina coisa alguma, que se abre para todos os gêneros". Ele se juntou a Fred e Pitoco como um grupo vocal. Após algumas apresentações e com certa fama no meio mais cult de São Paulo, Fred e Pitoco resolveram seguir seus próprios caminhos e deixaram o grupo. Foi então que Luhli, uma adimiradora do conjunto e parceira de João, indicou Ney Matogrosso, que era artista plástico e ator no rio de janeiro, e tinha uma voz perfeita para o que o grupo procurava, fazendo que Ney se mudasse para a terra da garoa, e junto com Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo que juntou-se a eles, e construiram a formação clássica dessa banda reverenciada até hoje.

Secos e Molhados é um grupo conhecido pela postura inédita e muito a frente da sua época nos palcos, juntando maquiagens, figurinos estravagantes, danças sensuais, androgenia e músicas que vão do folclore a poesias de gênios como Vinicius de Morais e Manuel Bandeira. Algumas fontes relacionam o uso das máscaras, pelo anonimato, pois em plena ditadura militar que em 1963, o governo federal havia baixado o decreto-lei número 314, subordinando a lei de imprensa, que no Brasil abrangia o rádio, a televisão e as agências de informação, à Nova Lei de Segurança Nacional. Em 13 de dezembro de 1968, o governo baixou o Ato Institucional numero 5(A.I.5) que instituiu a censura no Brasil. Tal ato  regularizou a "suspensão de liberdade de reunião, associação, censura de correspondência, da imprensa, das telecomunicações e diversões públicas", e causou a perseguição e a tortura de vários artistas da época, mas eu creio que o uso de maquiagens vai muito além disso, sendo um dos motivos óbvios, a parte teatral e espetacular que a banda buscava na época.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
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Lesbian Bed Death - Designed By The Devil, Powered By The Dead

5 comentários
Gênero: Gothic Rock/Glam Punk
País: Reino Unido
Ano: 2010

Comentário: Certo, todos já conhecem a origem do nome/termo utilizado por esta banda, haja vista que este foi exposto no post do álbum I use my powers for evil. Então, vamos à “história” da banda:

Lesbian Bed Death foi formada em 2004, como projeto paralelo de Dan Peach (um cara aí pré-histórico, que faz parte de 2132323 bandas e outros 3232323232 projetos paralelos). A idéia proposta por Peach era homenagear o segmento “Gothic-Glam-Punk” (WTF?) que se desenvolveu junto à carreira musical dele.

Primeiramente, LBD era apenas um duo, composto por Dan Peach e Johnny Hell (este último é outro que também possui projetos e bandas paralelas). Depois virou um trio, com a entrada de Magic Andy no baixo. E assim foi até a saída de Johnny e entrada de Luci4 em seu lugar. Ela ficou nos vocais dos dois álbuns citados aqui: I use my powers for evil e Designed by the devil, powered by the dead. No entanto, saiu pouco depois do término da gravação deste. Então, veio Kittie Racchea para assumir o microfone na última produção do LBD, o single Moonlight (que já está disponível para download, contanto que você pague! Como nós − up’s do Ignes − ainda não temos carteira assinada, férias, remuneração e tudo mais, não pude postá-lo aqui. Desculpa). No fim, LBD sempre foi uma banda de refúgio composta basicamente de músicos convidados, que já faziam parte de outras bandas e projetos e adoram colocar nomes gigantescos nos álbuns.

− E o som?
Provavelmente se você está aqui, é porque já ouviu o primeiro álbum da banda. Então, meu parecer é: essencialmente o som do LBD não se perdeu do primeiro álbum. Na verdade, acredito que os dois se complementam como uma caminhada para a escuridão, haja vista que Designed by the devil, powered the dead é um pouco mais − sonoramente falando − obscuro; com umas baladinhas com guitarras pesadas. No mais, a tonalidade do vocal, a bateria, o baixo e tudo mais permanecem no impasse entre sexo e rock’n horror.

Particularmente, não gosto dessa banda. Porém, pediram algo e aqui está. Então, você que pediu (e os outros que vão no embalo) não seja um maldito e volte para dizer o que achou. Obrigada!


Tracklist:
01. Designed By The Devil, Powered By The Dead
02. Moonlight
03. Drowning (In Your Love)
04. Bela Lugosi's Back
05. No Tears Please
06. Without A Sound
07. Mr. Nastytime
08. Sin When You're Winning
09. Catholic Sex Kitten
10. Retrosexual
11. Sinner
12. Drowning The Phoenix




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sábado, 23 de abril de 2011
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Queen - The Legendary 1975 Concert

6 comentários
Gênero: Rock/ Hard rock
País: Inglaterra
Apresentação: 1975 Lançamento: 2009
Qualidade: Video: Xvid 656x496 25.00fps [Stream 00] // Audio: MPEG Audio Layer 3 48000Hz stereo 192kbps [Stream 01]
Tamanho/formato: 700Mb // AVI

Comentários:
Parece que não basta ser uma das maiores bandas da história da música, nem possuir algumas das mais belas e empolgantes músicas, que logo virariam verdadeiros hinos. Não basta toda a complexidade, a elaboração musical, mas de fácil aceitação (o que a torna uma das bandas mais comerciais). Nem mesmo o vocal inconfundível de Freddie Mercury, ou os solos de Brian May.
Aparentemente tudo isso não bastava para o Queen, como podemos ver neste oportuno registro de um de seus shows primordiais.
Em The Legendary 1975 Concert temos todas as qualidades do Queen (e demais coisinhas), mas ainda assim se propuseram a fazer um show inesquecível, daqueles que você sente saudades mesmo sem nunca ter visto pessoalmente.

O show ocorreu na Véspera de Natal, em Londres, no London's Hammersmith Odeon (hoje, provavelmente conhecido como Hammersmith Apollo), e contou não somente com as furiosas e apaixonantes composições originais do Queen, mas também com alguns improvisos explendidos e, ao final, uma surpresa natalina contendo troca de roupas, covers e efeitos, que se traduzem em bolhas de sabão, luzes, fumaça, bexigas e bonecas infláveis.

Freddie, assim como Brian, Roger e John, ainda em suas versões joviais, cabeludos, deveras extravagantes em suas roupas combinadas e justas, além, é claro, das performances que chegam a ser afeminadas e muito vigorosas.

Apesar de podendo ser considerado um show de início de carreira, com quatro álbuns lançados — e muitos outros por virem, a banda já possuía canções muito boas, incluindo o lançamento Bohemian Rhapsody, que como todos devem saber é sem dúvida uma obra prima, talvez a melhor junção de balada, hardrock e opera já criada. Contudo o maior destaque é a fase 'medley', à partir dos 5:57 onde começa uma sequência de músicas, quase sem intervalos, unindo-as. Uma sequência devastadora que começa nos toques iniciais de Bohemian Rhapsody, passando a ficar um pouco mais agitada com Killer Queen, depois cai em March Of The Black Queen, com destaque para o piano ao comando de Freddie e um clima mais hard. E para finalizar a corrida, voltamos em Bohemian Rhapsody, porém desta vez aos toques finais, fechando lindamente.

Mas o show não está nem perto de acabar e logo somos surpreendidos com a agitada, porém curta Bring Back That Leroy Brown. Vai rolar muito som: animados, lentos, tudo que tiver direito. Mas vamos chegar à despedida.

Freddie prepara um ritual, digamos 'sensual' que acompanha o cover de Big Spender, música de Cy Coleman e Dorothy Fields que viera a ter até coreografia e seria cantada, em suma, por mulheres até os dias de hoje (ao qual posso destacar The Pussycat Dolls). Tal música talvez ficara marcada pela interpretação de Shirley Bassey, no qual pode conferir clicando aqui. Em seguida vem Jailhouse Rock, música escrita por Jerry Leiber e Mike Stoller, e interpretada por Elvis Presley, como poderá relembrar neste vídeo.
Um final com muito brilho, no sentido mais boiola da palavra, entretanto, genial e com muita potência.

Este show foi gravado em 1975, porém foi lançado recentemente pela BBC em qualidade de audio e vídeo superiores.

Tracklist:
0:00 2009 introduction by Bob Harris
1:02 Now I”m Here
5:43 medley:
5:57 Bohemian Rhapsody
8:09 Killer Queen
10:19 March Of The Black Queen
11:49 Bohemian Rhapsody (reprise)
12:52 Bring Back That Leroy Brown
14:16 Brighton Rock
21:42 Son And Daughter
23:25 Keep Yourself Alive
27:58 Liar
36:26 In The Lap Of The Gods… revisited
40:58 Big Spender
42:27 Jailhouse Rock
46:26 credits

Download:
Mediafire: Parte1//Parte2//Parte3//Parte4
Megaupload: Parte1//Parte2//Parte3//Parte4
Easyshare: Parte1//Parte2//Parte3//Parte4

Quem escreve e faz os uploads:

 
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