Mostrando postagens com marcador Melodic Black Metal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Melodic Black Metal. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Avatar

Suidakra - Eternal Defiance

1 comentários
Gênero: Black Metal / Death Metal / Folk Metal
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário: Hail pignos, pignas, pignetes e piganos, trago-vos mais um excelente trabalho lançado nesse ano, dessa horda que já tem 19 anos e tem um catálogo de lançamentos realmente irretocável, e não será esse disco que maculará esse perfeito cartel.

Suidakra já é uma banda mais que consolidada no meio. Seu líder e único remanescente da formação original, Arkadius "Akki" Antonik, é responsável pelos vocais, guitarras e teclados. Além dele, o baterista Lars Wehner faz parte do time desde 2001. O baixista Tim Siebrecht e o outro guitarrista e cara por trás dos vocais limpos, Marius "Jussi" Pesch, se juntaram em 2012 e gravaram esse disco lançado no mês de maio.  Farei uma menção honrosa a Tina Stabel, a responsável pelos vocais angelicais e que mesmo não fazendo parte do line-up oficial, é figurinha carimbada nos trabalhos do grupo desde Crógacht, de 2009.

O release lançado pela AFM Records, conta com 10 músicas em pouco mais de 45 minutos de execução, e o que se vê é um trabalho extremamente bom, com identidade, sem oscilações e muito maduro. Tudo que se espera de Suidakra está aqui. Gaitas de fole, guitarras melódicas, vocais agressivos e contrastado, além de uma cozinha muito segura e perfeita. Os destaques desse play são "Inner Sanctum", que após uma introdução instrumental chega como um soco na cara do ouvinte, como uma faixa de "abertura" deve ser, soa poderosa, com uma base de guitarra de extremo peso e growl vocals do inicio ao fim, mostrando a face Death/Black na sua essência . "March of Conquest" é a faixa de trabalho e nos brinda com a faceta Folk, com vocais femininos, bagpipes e teclados, com uma sonoridade melódica e é a mais acessível do album, com um clipe muito bem produzido que vocês podem ver abaixo. "Damnatio Memoriae" é a derradeira e a mais linda de todo o release. Com violões extremamente lindos, mostra o quão foda são os músicos. O vocal limpo é presente em toda a canção e é como se fosse um alento orquestrado que fecha o trabalho de maneira épica.

Aqui encontramos mais um caso em que ser "mais do mesmo" é algo de extrema importância. Essa banda é um dos casos em que a identidade e a coerência de todos os discos, são o suficiente para os fãs e entusiastas do estilo. Para aqueles que acabam de conhecer o trabalho do conjunto, indico qualquer um dos 11 full-lenghts, e podem ter certeza de que vão encontrar algo soberbo. Disco épico de uma horda épica, mais um masterpiece de 2013, eu garanto!

LastFM / Myspace

Tracklist:
1.Storming the Walls - 03:18      
2.Inner Sanctum - 05:10      
3.Beneath the Red Eagle - 04:55    
4.March of Conquest - 03:51    
5.Pair Dadeni - 03:51      
6.The Mindsong - 05:40      
7.Rage for Revenge - 04:54    
8.Dragon's Head - 05:24    
9.Defiant Dreams - 04:28    
10.Damnatio Memoriae - 04:02

Download:
Mega / Rapidshare / Freakshare / Cloudzer / Zippyshare

quinta-feira, 21 de junho de 2012
Avatar

Ancient - The Cainian Chronicle

2 comentários
Gênero: Melodic Black Metal
País: Noruega
Ano: 1996

Comentário: Essa horda que vos trago faz parte dos primórdios do Black Metal Melódico, e esse disco é o segundo de sua longa carreira que se iniciou em 1992. Apesar da nacionalidade, não tem os clichês noruegueses do gênero, e talvez tenha sido ofuscada e esquecida por isso. O grupo foi formado antes dos seus conterrâneos do Dimmu Borgir (fica difícil falar de black melódico/sinfônico norueguês e não citar essa banda), e fazem um som com menos recursos e mais cru que os seus compatriotas. Ancient foi formada por Aphazel como uma "One Man Band" em Eidsvaagneset. Em 1995, um ano após gravar seu debut, ele se mudou para os Estados Unidos e recrutou músicos que gravaram esse que foi o 2º de 6 full-lenghts, e que na minha singela opinião foi o melhor disco da banda, por vários motivos.

O lineup é o que me fez postar e dar total ênfase a esse trabalho, pois se trata de uma formação no minino curiosa. Aphazel, o dono da bagaça foi o responsável pelas guitarras, com riffs corretos, e muito característicos desse estilo. A cadência e a melodia ilustram bem e continua com a mesma fórmula entre a maioria das bandas, mesmo passados 16 anos. O baixo também é comandado pelo líder, que segue a linearidade das guitarras, sem inovações. A bateria fica a cargo de Kjetil, que gravou 7 faixas desse trampo, e não inova, fazendo o arroz com feijão, mas mostra competência e faz o que tem que ser feito. A partir daqui as coisas ficam interessantes. Os vocais femininos e os teclados ficam por conta da estrela Kimberly Goss, que na época tinha apenas 18 aninhos, e que viria a ser famosa por bandas como Sinergy, Therion, além de participações no Dimmu Borgir e Children of Bodom de Alexi Laiho, com quem se casou, e se separou. Musicalmente, sua voz não era madura e marcante como conhecemos hj, mas mesmo assim é muito linda e angelical, dando o contraste perfeito com o outro vocalista. Os teclados são bem colocados, dando o ambiente necessário de morbidez e sensação da era das trevas, sem o exagero sinfônico, deixando o trampo sem ser caricato, e eu acho o ponto forte entre todos os instrumentais. O outro vocalista é o carioca, brasileiro Valério Costa, com o pseudônimo Lord Kaiaphas, com sua vóz versátil, que sussurra e canta limpo, mas na maioria do trabalho é ríspida, gritada com as entranhas, dando um contraste forte se encaixando no personagem(?!), e além disso, toca bateria sem comprometer em 4 faixas, mantendo a linearidade no instrumento.

Sobre o álbum, ele é conceitual, e é dividido em 2 temas. A primeira parte é o pedaço mais rico em composições, que relata a história famosa cristã de Cain, representado por Kaiphas, sua exclusão pra Nod, a participação de Lilith (Kimberly Goss), seu tormento, até se tornar vampiro. As canções que se destacam aqui é "The Curse", com uma variação vocal perfeita, riffs muito criativos e uma ambientalização maravilhosa por conta dos teclados. "Lilith´s Embrace" é a menina dos olhos desse trampo, ganhando um clipe, meio tosco e caricato é verdade, que passou até na MTV. Essa é a melhor música do disco, com uma melodia que gruda na cabeça, e que é o encontro entre Cain e Lilith, com uma lendária interpretação de Kimberly, soberba. A segunda parte fala da mitologia nórdica, e é muito mais rica na parte musical. "Pagan Circle" é a melhor canção dessa parte, com uma bela variação musical, com uma guitarra contundente, e mais pesada, e uma passagem ambiente muito linda na parte final da canção. Pra fechar, "Homage to Pan" começa com um tecladinho descompromissado de intro, e é a faixa mais melódica, relembrando muito o que é feito hoje em dia se tratando de Melodic Black Metal.

Esse é um cd histórico, que retrata como era feito o Black Metal mais comercial, com muito menos recurso financeiro, mas com muito mais inteligência, e sem precisar apelar, como algumas bandinhas como CoF, pra ilustrar a cena que hoje em dia é vergonhosa. Mas vale o download por quê?? Ver Kimberly Goss no início de carreira, ver o conceito mitológico cristão da banda, e por ter um brasileiro fazendo bonito em uma banda oriunda do berço do metal negro mundial e impondo respeito. Pra quem não conhece e/ou é limitado por Amethista, Hecate Enthroned, Anorexia Nervosa e afins, bom pra saber a origem dessas modinhas.

MySpace//LastFM

Tracklist:
01.Ponderous Moonlighting - 02:23
02.I- The Curse - 04:48
03.II- Lilith's Embrace - 06:15
04.III- Descipline Of Caine; Iv- Zillah And The Crone - 05:53
05.Al The Infernal Portal (Canto III) - 07:05
06.Cry Of Mariamne - 03:02
07.Prophecy Of Gehenna - 04:04
08.Song Of Kaiaphas - 08:47
09.Exu - 02:51
10.The Pagan Cycle - 07:30
11.Homage To Pan - 13:24

Download:
Badongo / Bayfiles / Crocko / Depositfiles / Bitshare / Freakshare

quarta-feira, 9 de maio de 2012
Avatar

Ne Obliviscaris - Portal Of I

8 comentários

Gênero
: Avant-Garde Black Metal
País: Austrália
Ano: 2012

Comentário: Estamos já bem acostumados a ouvir bandas de Black Metal com elementos sinfônicos, elementos de Doom Metal como o DSBM, e as shoegazeadas lideradas pelo Alcest. Porém escondida nos porões do estilo existe uma outra vertente sem nome que surge aqui e ali de vez em quando com álbuns fantásticos - o chamado "avant-garde" Black Metal, que mescla à sonoridade do estilo elementos melódicos capitaneados por instrumentos atípicos, como o Saxofone, o Violoncelo e o Violino, ou ainda simplesmente vocais limpos. Muitos chegam a afirmar que são bandas do chamado "Progressive Black Metal", e como eu acho ridículo chamar qualquer coisa melódica e com vocal limpo de "progressivo", prefiro evitar. São bandas como Enslaved, o trabalho solo do ex-vocalista do Emperor, Ihsahn, o Arcturus, e algumas outras parecidas dentro dessa vibe. Acho que deu pra entender.

Pois bem, Ne Obliviscaris é uma banda surgida em 2003 em Melbourne que ao lançar sua demo em 2007, The Aurora Veil, de forma independente, logo de cara chamou toda a atenção dos fãs desse estilo de Black Metal por conter, entre outras coisas, um vocalista só pra cantar limpo e bem melódico, e que também é violinista, e o instrumento tomava a frente de todos os outros em muitos momentos da demo. Apesar de não ser exatamente uma coisa nova, era feito de uma forma totalmente diferente das outras bandas que citei por que realmente não tinha vergonha alguma de jogar vocais melódicos e violinos totalmente a frente dos outros instrumentos, em certos momentos tinhamos a nítida sensação de não estar ouvindo um disco de Black Metal até que surgiam vocais rasgados e uma bateria com blast beats, tremolos de guitarra, e toda aquela coisa.

E por causa dessa demo a banda criou uma grande expectativa para um Full-Lenght, e eis que finalmente aqui o temos. Portal Of I mal saiu a uns dias e alguém já jogou na internet (pra nossa felicidade, embora como a banda ainda é de uma gravadora pequena - duvido que por muito tempo - o disco está a venda a módicos 19 euros, que dá uns 50 mangos já com frete pro Brasil, aqui, ou seja, não há justificativa pra não comprar, é quase mais barato que você pagaria nesse mesmo cd numa loja no Brasil - thanks impostos!). E como já havia sido esperado baseado nas previews que a banda havia soltado no seu facebook oficial, o álbum é tudo que esperavamos, e ainda vai muito além.

O disco conta com 7 faixas, sendo 3 destas justamente as faixas da demo de 2007. Apesar delas serem lindas e combinarem perfeitamente com o resto do disco, nota-se claramente uma evolução da demo pra esse disco e as 4 músicas novas são ainda mais incríveis e se distanciam em qualidade abissal das músicas antigas, portanto nota-se claramente uma diferença de qualidade entre as antigas e novas músicas e isso soa ligeiramente esquisito, embora natural. Mas pra quem não conhece a banda, eis aqui um resumo do que é Portal Of I: imagine uma banda com o instrumental totalmente pesado, a nível de bandas de Black Metal mais pesadas como o Crimson Moonlight (só pelos bumbos, me lembraram muito esses caras), com a adição de passagens totalmente absolutamente melódicas, com o uso de um violino bem, mas bem mais construido que um simples background; aqui ele é um instrumento a nível das guitarras, que também fazem solos virtuosos durante todo o disco. O baixo tem um papel fundamental na construção desses momentos, enquanto muitas vezes as guitarras somem ou se tornam arpejos acusticos, o baixo dá todo o tom e a base pros solos de violino. A bateria, como eu já disse ao comparar com o Crimson Moonlight, é totalmente focada num trabalho de bumbos e pratos e não muito frequentemente apela pra Blast Beats, embora eles existam no decorrer do álbum. Normalmente o ritmo da banda é bem rápido nas partes pesadas, mas muito cadenciado ao mesmo tempo, então blast beats só atrapalhariam. Os vocais alternam-se entre rasgados agudos caracteristicos do Black Metal muito bem feitos e vocais limpos totalmente melódicos que normalmente aparecem junto com o violino. Enfim, certamente não deu pra entender bulhufas por essa explicação e eu realmente acho melhor escutar pra sacar toda essa proposta da banda. Só pra embolar mais ainda, as influências no disco ainda vão muito além de só um black metal com violino e vocal limpo, temos muito Jazz, Death Metal e muita latinidade, mas isso você só vai perceber ao ouvir com calma.

Enfim, como eu esperava, um grande, enorme (até na duração) disco. Mas se você gosta de Black Metal truzão, raivoso, satanico e maléfico, passe longe. Se você estiver disposto a ouvir algo pesado e totalmente inesperado, vai se maravilhar, no entanto. Vejam a prévia e vamos ver quem se atreve a discordar que estamos diante de um grande candidato a Top 2012.

MySpace

Tracklist:

1.Tapestry of the Starless Abstract 12:01
2.Xenoflux 10:01
3.Of the Leper Butterflies 05:52
4.Forget Not 12:04
5.And Plague Flowers the Kaleidoscope 11:35
6.As Icicles Fall 09:24
7.Of Petrichor Weaves Black Noise 10:43

Links:

320 Kbps, 162,55 Mb
DepositFiles//Mega

domingo, 31 de outubro de 2010
Avatar

Graveland - Cold Winter Blades

0 comentários

Gênero: Black Metal, Pagan Metal
Ano: 2010
País: Polônia

Comentários: Graveland é uma banda polonesa de black metal formada em 1992 por Rob Darken (Robert Fudali). Três das canções aqui são as sobras das sessões anteriores e as duas primeiras são novas. Os riffs são ligeiramente mais nítidos e os teclados criam melodias mais óbvias do que nos álbuns anteriores, e também dá ao ouvinte algo que não seja monótono. White Winged Hussary é a faixa de destaque, melodias limpas e claras. Vale a pena baixar e ouvir.

Myspace
Site

Tracklist:
1. In the Morning Mist
2. From the Beginning of Time
3. White Winged Hussary
4. Spear of Wotan
5. Dance of Axes and Swords

Download
sábado, 28 de agosto de 2010
Avatar

Limbonic Art - Phantasmagoria

2 comentários
Gênero: Black Metal, Symphonic Black Metal
País: Noruega
Ano: 2010

Comentário: Uma das melhores e mais carismáticas bandas de Black Metal.
Depois de vários projetos como Dimension F3H da parte do Morpheus e das participações sempre bem sucedidas do Dæmon em Zyklon e em SiriuS ao fim destes anos de silêncio umm tanto quanto sepulcral a dupla retorna a pegar nos instrumentos e oferecer mais uma obra de música transcendental e cósmica sempre com a aura maléfica a sobrevoar os céus limbônicos. O álbum começa com a violenta “A Cosmic Funeral of Memories” que nos traz a memória o passado brilhante dos noruegueses e mostra que a banda não perdeu as suas qualidades. O esplendor cósmico da banda continua vivo o que lhes confere a tal aura mágica que se sente ao ouvir os albuns desta poderosa banda, poucas bandas deste gênero conseguem captar com tanta emoção todo este emaranhado de sensações.
Phantasmagoria, possui ótimos riffs, elementos de Funeral Doom, por sinal excelentes, sinfônicos e também algumas partes de death, grind e dark thrash.
Esse álbum tem tudo para ser um dos melhores clássicos da história do Black metal. "No hope, no light, no life can enter the new somber world of Limbonic Art!!"
Chega de blá, blá, blá e bora baixar o som, pois é o que interessa!

Myspace

Tracklist:
1. Prologue / Phantasmagoria
2. Crypt of Bereavement
3. Curse of the Necromancer
4. Portal to the Unknown
5. Dark Winds
6. A World in Pandemonium
7. Flight of the Minds Eye
8. Apocalyptic Manifestation
9. Prophetic Dreams
10. The Burning Vortex
11. A Black Sphere of Serenity
12. Astral Projection

Download

Quem escreve e faz os uploads:

 
Ignes Elevanium © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

Poucos direitos reservados a nós e muitos para as bandas.