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domingo, 16 de fevereiro de 2014
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Astari Nite - Stereo Waltz

1 comentários
Gênero: Pós-Punk, New Wave, Indie, Darkwave
País: USA
Ano: 2014

Comentário: Após longo exílio em terras cruéis existentes por trás do logof, tento voltar lentamente a esta casa que, mesmo ausente, ainda acompanho. Então, sem escrachar com pé na porta, venho cá com sutileza, dessas que não pedem para entrar, mas igualmente não arrombam e transformam a atmosfera aos poucos, eis: Astari Nite.

Esta é uma banda recente, formada em 2010 de uma maneira casual e despretensiosa. Composta por Mychael Ghost (vocal), Illia Tulloch (bateria), Michael Setton (guitarra) e M. Sallons (baixo), e apesar de possuir uma formação crua, produz um som bem trabalhado, encharcado de synths e programação. As primeiras músicas autorais vieram em 2011 e foram lançadas em singles quase isolados entre 2011 e 2013, até finalmente convergirem e emergirem em Stereo Waltz, que se posta como um álbum de músicas “velhas”.

Confesso que, invariavelmente, a primeira coisa que me chamou atenção em Stereo Waltz foi a capa BELÍSSIMA (sim, escrito em caixa alta para reafirmar a beleza) dele! E, claro, depois as próprias músicas que revelam uma leveza sequencial e transformadora. Estes norte-americanos foram buscar na Darkwave a atmosfera única de Stereo Waltz, a qual é imperiosa e não há como não se envolver!

Há também várias passagens sonoras que tonalizam as músicas como algo retrô, daquilo dançante que ficou perdido entre os anos 80 e 90 em bandas como Depeche Mode e, algumas vezes, New Order (os sintetizadores da faixa 5 “I.O. 1987”, por exemplo, mostram isso). Eu ainda posso jurar que tem algo "gaze" nele. Em suma, Stereo Waltz é um apanhado de sonoridades que oscilam entre oitentista, goth, indie, pós-punk, revival e tudo mais, em uma sensação de deja-vu sonoro, quando pensamos “Ei, eu já ouvi isso em algum lugar!”. Quiçá, já em Janeiro, tivemos um dos melhores álbuns do ano e ainda não sabemos!

P.S.: Vale a pena também conferir o videoclipe da música "Pyramids" (faixa 3).

[ Facebook / Bandcamp / Lastfm ]

Tracklist:
01. Contentment
02. Astrid
03. Pyramids
04. Coven
05. I.O. 1987
06. Prayer for Lovers
07. Violently We Try
08. Wendy Darling
09. Red Letter Day
10. Waves

[ Mega ]

domingo, 5 de agosto de 2012
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Violens - True

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Gênero: Dream-Pop, New Wave, Indie, Pós-punk
País: Estados Unidos
Ano: 2012

Comentário: Violens é uma banda relativamente nova, formada em 2007 na cidade de Nova York. Composta por Jorge Elbrecht, Iddo Arad e Myles Matheny, possui influências nítidas de Cocteau Twins, além de uma levada mais Pop 80/90’s. True é seu segundo álbum e, no entanto, a banda conta com vários singles lançados, sobretudo durante a elaboração do mesmo – cada música composta era lançada em single em uma espécie de “diário musical”. Suas músicas são pautadas essencialmente em guitarras percussivas, synths e vocais/coros etéricos e harmônicos; vez ou outra escorregando para uma confusão sonora – meio noise – e psicodélica.

Devo dizer que uma das coisas que muito me chama atenção nesta banda é arte de seus álbuns: capas pitorescas, futuristas, abstratas, confusas, sobrepostas em cores fortes; algo que, de algum modo, previamente expõe a vibe que as músicas possuem.

Tracklist:
01. Totally True
02. Der Microarc
03. When to Let Go
04. Sariza Spring
05. Every Melting Degree
06. Lavender Forces
07. Unfolding Black Wings
08. All Night Low
09. Watch the Streams
10. Lucent Caries
11. Through the Window
12. So Hard to See

Download: Mediafire

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
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Santigold - Santogold

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Gênero: Electronic/ Dub/ New Wave/ Indie pop/ Reggae fusion
País: EUA
Ano: 2008

Comentário: Santi White, que resolveu iniciar sua carreira artística sob o pseudônimo de Santogold, chegando a lançar seu debut de 2008 com ele, viu-se obrigada a alterá-lo para Santigold, provavelmente pela já existência do nome e de um processo contra ela que já estava a rolar. É atualmente uma das grandes entusiastas dessa ~nova~ nipe de músicos à misturar batidas eletrônicas, new wave, música afro-americana (e em alguns casos até a afro-brasileira) e que possuem uma considerável ligação com a música jamaicana, o que envolve desde o universal reggae até o dub e as loucas batidas (e 'performances') do dancehall. É quase sempre associada a artistas e produtores como o casal M.I.A.e Diplo, mas também cabe a citação de outros como (seja por influenciarem, abusarem dos mesmos elementos ou simplesmente contituirem sua lista pessoal de ídolos) Lykke Li, Devo, Benga, Amanda Blank, Aretha Franklin, James Brown, Goldfrapp, entre outros.

Só que teríamos de abrir uma observação. Santigold mesmo fazendo o uso de vários desses elementos e de ser convidada em parcerias que vão desde os projetos de Diplo até a lendária Beastie Boys, conduziu seu debut, SANTOGOLD, de uma forma menos 'maluca', digamos assim. Mesmo apresentando uma variedade avultada de influências, batidas e performances este disco corre por uma linha electro pop/electro rock bem guiada, dando às faixas a condição favorável para se transformarem em um coletivo mais coeso. É de verdade um disco para se ouvir do começo ao fim sentado à frente de um computador, mas também potencialmente construído para ser dançado ou tocado num carro bem equipado em som.

Além da própria cantora marcar presença na produção, algumas faixas contaram com a produção de nomes visados como Diplo, Switch, John Hill, e Disco D, produtores e Djs reconhecidos tanto por trabalharem com artistas mais famosos como por terem experiência com a diversidade do house e dubstep ao hip-hop e baile funk.

Bom, estou ansioso pelo próximo disco, Master of My Make-Believe, que já teve prévia rolando por aqui. Pela música e clipe dá-se a impressão de que a moça está andando muito com o casal Diplo e M.I.A. e se misturado ao cast do Guns Don't Kill People... Lazers Do. Esperamos que a Santi vomite ainda mais confetes que em Santogold, quem sabe embalada por um clima mais malicioso por conta dos possíveis ritmos calientes apresentados.

Site//LastFM

Tracklist:
1    L.E.S. Artistes         3:24
2    You'll Find a Way         3:00
3    Shove It (feat. Spank Rock)         3:46
4    Say Aha         3:35
5    Creator         3:33
6    My Superman         3:00
7    Lights Out         3:12
8    Starstruck         3:54
9    Unstoppable         3:32
10    I'm a Lady         3:43
11    Anne         3:28
12    You'll Find a Way (Remix)         3:12

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sábado, 11 de fevereiro de 2012
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Yello - Stella

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Gênero: Electronic/ Dance/ New Wave/ Synthpop
País: Suíça
Ano: 1985

Comentário: "Bow bow, chick, chicka chickaaaaa. Bow bow, chick, chicka chickaaaa" - Já deu pra entender ou será que precisarei fazer uma resenha?

Ok, vamos fazer uma resenha: Yello pode soar desconhecido aos ouvidos de muitos, principalmente para esta parte do ocidente, mas ela tem suas glórias e, de certa maneira, faz parte da vida de cada um de nós. A dupla, suíça, se destaca por sua versatilidade no uso do eletrônico.
Com uma sonoridade que varia entre synthpop, new wave e dance, Dieter Meier e Boris Blank são conhecidos por manipularem vocais e estão muito ligados à cultura popular, tendo suas músicas emprestadas para filmes, desenhos, séries, jogos e comerciais. Enquanto Boris Blank cuida dos sons, batidas e de cada instrumento (dos quais são sempre projetados e executados por Blank, que sempre cria novos e evita reutilizá-los em trabalhos posteriores), o milionário Dieter Meier fecha com os vocais — que quase sempre recebem manipulação — e se encarrega da direção dos clipes — já que é metido a cineastra —, tornando-os um dos melhores exemplos dessa arte extremamente criativa, mas muito subestimada por quem não entende o universo eletrônico.

Stella é o quarto disco da dupla e existe um motivo todo especial para ter sido o escolhido. Antes de tudo o disco é maravilhoso e muito diversificado. É uma mistura de sons, estilos e ideais que o faz soar de clássico à futurista.
Entre algumas músicas se destaca àquela qual destacou toda a banda: Oh Yeah, música estranha e viciante que viria a ser um dos grandes temas de um dos mais saudosos filmes norte-americanos: Ferris Bueller's Day Off (Curtindo a Vida Adoidado). Além deste a música é tema do Duffman (Simpsons), O Segredo do Meu Sucesso (com Michael J. Fox no papel principal), entre outros.

Ao começar a ouvir o disco você talvez pense que Oh Yeah seja uma estranha no ninho, mas com o decorrer do disco notará que existem outras estranhezas lá e, portanto, não há motivos para discriminá-la.
Recomendo a banda para quem curte os grandes nomes do synthpop/new wave mas que está disposto a se surpreender com algum eventual ruído industrial, vocal feminino, trecho funkeado e solo de guitarra.

Site//LastFM

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
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Talking Heads - Talking Heads: 77

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Gênero: New Wave/Post-Punk/Alternative
País: Estados Unidos
Ano: 1977

Comentário: Banda formada em 1974, na cidade de Nova York. Vanguardistas, misturavam Punk Rock, New Wave, Pop, Funk, Folk Music e Art Rock. Era uma das bandas mais aclamadas dos anos 80. Durante os 12 anos que separaram a gravação do primeiro e ultimo álbum a banda havia gravado de tudo, desde funk-arte até pop melódico. David Byrne, o líder, vocalista, guitarrista e também compositor, fazia letras densas e obscuras e imprevisíveis. O primeiro álbum da banda Talking Heads: 77 foi lançando 1977 e em 2003, a revista Rolling Stone nomeou o álbum como o 290ª maior de todos os tempos, como parte da Lista dos 500 melhores álbuns de sempre. Esse disco contém o hit "Psycho Killer", que fala sobre pensamentos de um Serial Killer, possui um ritmo cativante e uma das mais memoráveis, conduções de baixo do Rock.


[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:
1.Uh-Oh, Love Comes to Town - (2:48)
2.New Feeling - (3:09)
3.Tentative Decisions - (3:04)
4.Happy Day - (3:55)
5.Who Is It? - (1:41)
6.No Compassion - (4:47)
7.The Book I Read - (4:06)
8.Don't Worry About the Government - (3:00)
9.First Week/Last Week…Carefree - (3:19)
10.Psycho Killer - (4:19)
11.Pulled Up - (4:29)



Download:

Quem escreve e faz os uploads:

 
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