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terça-feira, 11 de junho de 2013
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Christopher Lee - Charlemagne: The Omens of Death

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Gênero: Symphonic Heavy Metal / Power Metal
País: Reino Unido
Ano: 2013

Comentário: Consagradíssimo no meio cinematográfico, nosso saudoso Sir Christopher Lee lançou nesse ano, por incrível que pareça, seu 4º full-lenght, o primeiro 100% heavy metal, épico e muito bem executado. Com uma carreira com incontáveis filmes, dublagens e programas de televisão, Lee que nasceu em 27 de maio de 1922, nos agracia com seu talento desde 1946, quando estreiou em uma série de tv chamada Kaleidoscope. De lá pra cá, ficou famoso pelas atuações como Drácula em vários filmes, além de 007 Contra o Homem da Pistola de Ouro, Conde Dooku na franquia Star Wars e Saruman, em Lord of the Rings / The Hobbit, onde angariou os fãs mais nerds como eu.

Cantor de música clássica, fazendo o baixo nos vocais, teve seu inicio no heavy metal nos anos 2000, após participações nos discos do Rhapsody of Fire e Manowar como narrador nas canções, fazendo sua primeira contribuição cantada no single The Magic of the Wizard's Dream de 2005 do RoF. A banda que gravou Charlemagne: The Omens of Death conta com os Guatemaltecos Hedras Ramos (pai) no contra-baixo e Hedras Ramos (filho) nas guitarras, Ollie Usiskin na bateria, além do dono do projeto nos vocais. Esse grupo foi formado em 2011 e conta com vários vocalistas convidados.

O disco em si é uma opera metal conceitual, muito bem feito e produzido. Lançado em seu 91º aniversário, o famigerado Saruman tem uma grande retaguarda e pode extravasar todo seu talento musical. Com canções épicas/medievais, o disco inteiro é permeado de riffs e solos de guitarras impressionantes, feito pelo guitarrista de só 21 anos, 70 anos mais novo que Lee, o que mostra que a idade não é lá algo muito relevante em alguns casos. Passagens narradas, sonoplastia ambiente contendo trovões, cavalos, povos inflamados, chuvas tambem são constantes aqui. Os pontos altos do album ficam por conta de "Charles the Great", uma verdadeira canção de heavy metal, com todos elementos de sucesso do gênero, com um coro  de arrepiar. "Massacre of the Saxons" tambem merece atenção. Com um trabalho perfeito da cozinha, cadenciando e levando a música na toada certa. Nessa faixa podemos ver Lee com uma faceta menos cantada e mais narrativa.

Não poderiamos esperar nada menos que um ótimo disco. Mesmo não sendo espetacular nem original, o cd tras um trabalho vocal no minimo pouco usado. Christopher Lee usa uma voz grave, ora cantada, ora narrada, e conta com o apoio de vocalistas excelentes, que ajudam o release a não soar enjoativo e  massante. Uma ótima pedida pra quem curte um som mais épico, e quer ver um dos grandes artistas mundiais atuando de forma convincente apesar dos 91 anos, mostrando que ainda tem muita lenha pra queimar.

Twitter / Official Website

Tracklist:
1.The Portent - 04:29    
2.Charles the Great - 06:23    
3.The Siege - 07:09    
4.Massacre of the Saxons - 05:41    
5.Drawing of a New Age - 04:40    
6.Let Legend Mark Me As the King - 05:45    
7.The Betrayal - 05:02    
8.The Devil's Advocate - 04:54    
9.The Ultimate Sacrifice - 05:10    
10.Judgement Day - 03:41    

OS LINKS FORAM REMOVIDOS POR PRESSÃO DA DMCA. 
MESMO ASSIM O POST CONTINUA COMO RECOMENDAÇÃO.

sábado, 18 de maio de 2013
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Memento Mori - Discografia

5 comentários
Gênero: Power / Doom Metal
País: Suécia
Anos de Atividade: 1992 - 1997

Comentário: Lembro-me quando era mais jovem e vi um poster, igual a esse do ínicio do post, na casa de um amigo, e perguntei do que se tratava, e ele me respondeu: "Uma banda ai que você não vai gostar". Gravei o nome e algum tempo depois arrumei a discografia, que estava esquecida em um dos meus DVDs de mp3, e acabei resgatando-a, e a cada audição vejo o quanto meu amigo estava enganado.

Memento Mori se trata de uma banda de doom tradicional, formada na suécia pelo "carinha que cantava no Candlemass" e pelo "Guitarrista do Mercyfull Fate". É isso que ouço as vezes, e esses dois "carinhas" são nada mais, nada menos que Messiah Marcolin, que na MINHA opinião é a voz do Candlemass, e Mike Wead, um dos guitarristas de metal mais competentes. Marty Marteen no contra-baixo, Mikkey Argento na guitarra e Snowy Shaw na bateria completavam o time original. Marteen, Wead e Argento permaneceram por toda a meteórica carreira da banda, com passagens de Johan Billerhag (1995-1996) e Tom Björn (1997) na bateria, Kristian Andrén (1996) nos vocais, além da adição de um tecladista, Miguel Robaina, a partir do segundo disco.

Com 4 full-lenght lançados, o conjunto prima por uma obra linear com a proposta exposta já no primeiro disco, sem alterar a alma e os elementos que fizera sucesso outrora nas bandas anteriores dos músicos. O destaque de todo grupo não tem como ser outro, as guitarras tiram riffs "Sabbathticos" e "Mercyfull Fateanos" a dar com pau, estando além desses rótulos que usei como sátira. Carregado, pesado, denso, melódico, inteligente e versátil, podem resumir o papel dos guitarristas. Junte tudo isso a um contra-baixo competente; uma bateria precisa, carregada, que usa de recursos no momento correto, sem exageros e um vocal choroso e único, e pronto, temos a receita do sucesso. Imagine se Messiah Marcolin cantasse no Mercyfull Fate, ou Mike Wead fosse gravar e compor com Candlemass. Bem, os caras imaginaram, em um olhar muito superficial e a um grosseiro e ignorante ponto de vista, é mais ou menos isso que acontece.
terça-feira, 17 de julho de 2012
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Concerto Moon - Savior Never Cry

4 comentários

Gênero: Power Metal
País: Japão
Ano: 2011 

Comentário: Esse com certeza foi um dos álbuns que mais tive dificuldade de encontrar na internet, fiquei por volta, se não me engano, uns três meses procurando em todos os lugares uma maneira de baixar ou comprar, mas tudo isso sem êxito, o que me deixou muito frustrado. E isso porque é um álbum que foi lançado em novembro de 2011. O que pareceu é que haviam lançado o álbum em edição limitada apenas para o Japão, e não fizeram questão de divulgar em outros países, mas isso eu até entenderia, porque essa é uma banda que possui poucos fãs ao redor do mundo, mantendo o seu sucesso num nicho bem especifico, com uma solida carreira lá na terra do sol nascente. Mas eu ansiava tanto em ouvir esse álbum que de vez em quando eu ainda dava uma pesquisada no google, sem muita esperança, até que pra minha surpresa, alguém havia disponibilizado o álbum para download. Fiquei muito empolgado, logo baixei, e comecei a ouvir.

Agora vocês devem estar se perguntando por que todo esse entusiasmo e trabalho despendido para procurar um álbum, ainda mais de uma banda desse gênero que se tornou tão clichê, que é Power Metal. Pois bem, o Power Metal foi um dos meus estilos preferidos por um tempo, só que com o tempo ficou sem graça e enjoativo, e apesar de ainda gostar das bandas icônicas do cenário, as suas musicas já não desciam, nem as antigas, nem os lançamentos, dai larguei de vez, e já não ouvia nenhuma banda desse estilo há um bom tempo, até que um belo dia, eu vi um clipe dessa banda, Concerto Moon, e quando comecei a ouvir... Fiquei muito empolgado, como há muito tempo não ficava ao ouvir uma banda de Power Metal. O clipe era da música que dava titulo ao álbum, “Savior Never Cry”, e antes mesmo de terminar de ouvir a música, já me pus a procurar pelo álbum inteiro, e como já havia dito, não encontrei em lugar nenhum, e o único registro desse álbum que eu tinha era a musica do clipe. Até baixei uns álbuns antigos, mas eles eram genéricos demais, e não possuíam a mesma vivacidade e vigor daquela canção. Mas até que enfim, eu ncontrei o álbum e pude ouvi-lo na integra. Então, eu ouvi, não me decepcionei, e por isso vou compartilhar aqui com vocês.

Sobre a banda, sei que ela foi fundada em 1996, e de lá pra cá, já lançou 9 full-lengths, e possui uma solida carreira e um séquito número de fãs no Japão. A banda também lançou alguns álbuns por uma gravadora alemã, mas não conseguiu expressividade na Europa, ficando mais restrita ao Japão mesmo. Ela também passou por várias formações ao longo dos anos, com uma constante mudança de membros, e o único que fazia parte da formação original e que continua até hoje é o guitarrista, e também líder, Norifumi Shima. Como já disse anteriormente, eu ouvi algumas músicas de álbuns mais antigos da banda, e não me agradaram muito. Mas o que fez a grande diferença, creio eu, na sonoridade dos caras, foi a entrada do vocalista Atsushi Kuze, que possui um vocal incrível e contribuiu para que dessem uma reestruturada na sonoridade, deixando a banda novinha em folha, e com um som arrebatador.

A banda é classificada como Power Metal, e esse derradeiro lançamento segue essa mesma linha, mas como eu disse antes, não é aquela coisa chata e enjoativa de sempre, e apesar de não ter nenhum elemento novo, a sonoridade dos caras é surpreendentemente revigorante, e trás um novo ânimo a um estilo tão degastado. Nesse último álbum a banda aposta em uma sonoridade mais pesada, rapida e direta, puxada para o Heavy Metal, o teclado é deixado de lado, quase não aparecendo, e a banda também exibe canções mais elaboradas e mais técnicas, permeadas por um ar mais progressivo, mas nada em demasia e sem deixar o som tedioso. Também podemos notar em algumas canções um toque bem japonês, que lembra musica de anime, como é o caso da faixa “The Shining Light Of The Moon”, mas nada alegre demais, apenas um pouco mais melódico, o que não quebra com o clima do álbum. Todos os integrantes desempenham muito bem seus papeis, não deixando nada a desejar. Sendo que, temos a bateria a cargo de Masayuki Osada, sempre equilibrada, sem fazer muitas firulas, segurando bem e não fazendo economia nos pedais duplos, que algumas vezes corta as canções de fora a fora, o baixo, nas mãos de Toshiyuki Sugimori, não tem muito destaque, mas desempenha papel fundamental, dando suporte e coesão as canções. Só que o destaque mesmo vai para o guitarrista, que conduz as canções com seus riffs dinâmicos e solos inspirados, que prendem a atenção do ouvinte. E casando perfeitamente ao instrumental entra o vocal de Atsushi Kuze, que apesar do sotaque carregado, é firme, cheio de energia e vigor, alcançando notas altas, com passagens vocais prolongadas, bem características do estilo, mas feito de forma impecável e extraordinária. Em suma, é uma banda fazendo o mesmo, mas que de alguma forma soa como nova, com um som cheio de emoção e bastante entusiasmado.

Mas, pode até ser que em minha ânsia por encontrar algo novo nessa linha, e unido à dificuldade, e ao tempo gasto para encontrar esse álbum, podem ter influenciado de alguma forma no meu julgamento. Nesse caso, o álbum está ai, com prévias, e o clipe que me motivou a procurar pela banda, agora fica a cargo de vocês, fies leitores, julgarem de maneira mais imparcial.

Site || MySpace || Lastfm

Tracklist:

1.Savior Never Cry - (5:06)
2.Stright from the heart - (4:45)       
3.The Shining Light of the Moon - (5:00)       
4.Stay in My Heart - (4:06)       
5.Lay Down Your Life(To Be Free) - (5:10)      
6.Over the Fear - (3:59)       
7.Lovers Again - (6:04)       
8.In My Dream - (5:17)      
9.Don't Leave Me Now - (5:26)       
10.Chasing the Devil - (4:38)       
11.Slash the Lies - (4:10)

Download:
(113mb,320kbps)
Mega || 4shared

sábado, 14 de julho de 2012
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Peter Crowley Fantasy Dream - Escapism

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Gênero: Symphonic Power Metal
País: França

Ano: 2012


Comentário: E eis que, após um baita hiato do redator que aqui vos fala, volto para postar esta preciosidade que brilhou na minha lista de lançamentos do ano! Pierre Feal, o prolífico guri francês (que não aparenta ter mais de 20 anos), que usa o pseudônimo de Peter Crowley nos álbuns do Fantasy Dream, lança seu sétimo trabalho em dois anos (ui, quase um Senmuth), sendo Escapism precedido por mais dois álbuns de 2012 (!!!).

Se você observou bem de que estilo é a banda referida e torceu o nariz, digo- lhe que este projeto (já que não parece ser uma ''banda'' propriamente) é bastante diferenciado. Pra começar, passa bem longe daquele symphonic metal conhecido pela plebe do metal, cheio de firulas, pompa e cantos líricos (até porque é um trabalho quase totalmente instrumental, se considerarmos as falas na primeira e oitava canção). O ponto mais forte do álbum são os teclados, muitíssimo bem utilizados- e de forma bastante escancarada em cada música. 

Impossível não ver a beleza dos pianos de Dream Catcher, das flautas em The Campfire e dos synths que as permeiam (há até um acordeon discreto em Moonlight Eternity).

Se por um lado o Symphonic Metal é o estilo chave utilizado por Peter Crowley, o Power Metal o acompanha, ainda que de forma bastante tímida, em alguns riffs de guitarra aqui e acolá, e numa pegada mais tradicionalmente ''tupá- tupá'' da bateria. Ainda assim, não lembra em nada os figurões do estilo- citando o famigerado Rhapsody aqui só pra dar um exemplo. Ou seja, se pra você o Symphonic Metal ou mesmo o Power já saturaram e deram tudo o que tinham que dar, ouça as onze canções de Escapism e seja feliz.


As canções que mais se destacam são Dream Catcher, Arctic Kingdom, White Rose e The Dream of a Child.




Tracklist:

1- Evening Tale... - 03:48
2- Dream Catcher - 05:31
3- Arctic Kingdom - 06:42
4- White Rose - 07:29
5- The Mist of Dreams - 06:22
6- Mystic Vision - 06:27
7- The Campfire - 04:48
8- The Dream of a Child - 08:13
9- Moonlight Eternity - 11:24

Bônus:
10- The Tides of Existence - 06:25
11- Heathen - 08:08


segunda-feira, 14 de maio de 2012
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Viper - Theatre of Fate

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Gênero: Melodic / Power Metal
País: Brasil
Ano: 1989

Comentário: Em 1985 dois irmãos, Pit (contra-baixo) e Yves Passarell(guitarra) juntamente com Felipe Machado (guitarra), Casio Audi (bateria) e André Matos (vocal, teclado), com a popularização do Heavy Metal na Europa, resolveram fazer um som pesado a maneira brasileira, formando uma das mais respeitadas bandas tupiniquim, que influênciou o metal de uma maneira geral, sendo uma das bandas Brasileiras mais cultuadas de todas, e a que lançou André Mattos, na ocasião um adolescente, ao estrelato. O vocalista saiu do grupo no início dos anos 90, após o segundo full-lenght, justamente esse que vos posto, e ai a história dele é confundida com a história do Metal Melódico. Após 4 álbuns de estudio, gravados com outros vocalistas, o cantor está de volta, 22 anos depois para uma turnê tocando os 2 discos na íntegra que ele gravou , juntamente com seus ex-companheiros da formação clássica, Pit Passarell, Felipe Machado e Guilherme Martin (bateria). O Fiel escudeiro de André, Hugo Mariutti, tocará a guitarra no lugar de Yves, que estará em tour com Capital Inicial, mas promete fazer participações nos clássicos.

Esse disco marca a maturidade dos integrantes da banda, proporcionando nada menos que 8 clássicos, sendo uma das pioneiras em colocar na mesma composição música erudita com metal, com arranjos perfeitos. A intro "Illusions" é uma prova da beleza do disco, com um teclado atmosférico e um violão, um prelúdio para a clássica " At Least a Chance". A primeira vez que ouvi essa canção fiquei impressionado com o vocal e com os arranjos de teclado, que nos remete a música clássica, coisa de quem sabia o que estava fazendo. "To live Again" é mais pesada, e mostra um poderio vocal, que nos dias de hoje, o André Mattos não seria capaz de fazer. A canção "A Cry from the Edge" é a mais linda do disco, que chega a arrepiar em sua introdução acústica, que ganhou um clipe na época. A mais famosa "Living for the Night" é mais tocada por bandas cover, dispensa comentários, e o disco fecha com "Moonlight", que é uma versão de uma sonata de Bethoveen, onde ali André Mattos alcançou todo o lirísmo de sua voz, mostrando ao mundo sua capacidade, credenciando-o a cantar em qualquer banda melódica do mundo.

Esse Clássico dos Clássicos do Heavy Metal mundial é importantíssimo para entender a história da música pesada do Brasil, e talvez seja um disco esquecido, e que muita gente não conheça, principalmente os mais novos. O som vintage, a capacidade criativa dos músicos de outrora, e a potência do brasileiro ficam evidente nesse álbum que é o cd de cabeceira de 10 entre 10 vocalistas competentes da cena. Destaque para o clipe tosco, mas que me deixa nostálgico ao extremo. Obrigatório para todos aqueles que acham que conhecem de música.


Tracklist:
1. Illusions - 01:51      
2. At Least a Chance - 03:59
3. To Live Again - 03:29    
4. A Cry from the Edge - 05:11
5. Living for the Night - 05:26
6. Prelude to Oblivion - 03:45
7. Theatre of Fate - 06:18
8. Moonlight - 04:40

Download : 
Freakshare / Sendmyway / Bitshare / Badongo / Depositfiles / Bayfiles / 2shared

Quem escreve e faz os uploads:

 
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