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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
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Heimataerde - Gottgleich

1 comentários
Gênero: Dark Electro, Techno, Darkwave, Industrial, "Medieval Electro"
País: Alemanha
Ano: 2012

Comentário: E o templário Ashlar permanece em sua dual saga de credo e sangue, dentro das histórias quase mitológicas de Heimataerde. Após o alucinante Unwesen, lançado em 2010, Ashlar nos invade a vida contando seus conflitos através de Gottgleich, lançado em junho deste ano.

Segundo o Grande Oráculo e suas ferramentas inúteis, Gottgleich significa algo como “semelhante a Deus” e eu devo ressaltar que, referente aos álbuns anteriores, este está mais... “hard”, sobretudo, por conta da inusitada adição de guitarras elétricas as quais aparecem praticamente no álbum inteiro e, em determinado momento, dão uma levada mais Metal Industrial. Do mesmo modo, em algumas músicas há um toque de levada oriental bem conveniente com a condição das Cruzadas exposta no projeto Heimataerde.

De fato, está um álbum com sonoridade um pouco estranha para quem vem acompanhando a trajetória de Ashlar, como eu. Claro, a identidade do projeto – instrumentos acústicos, flautas e os caralhos unidos a batidas alucinantes de eletrônico (as quais, confesso, parecem-me relativamente mais escassaz) – permanece e, provavelmente, este deve ser um proposital desvio musical para combinar com o andamento da historia, em si.

Neste álbum, destaca-se também a literal narração épica de Heimataerde, pois no CD 2 não há música, há narrações postas em um verdadeiro audiobook! Desta forma, para quem entende alemão, ficará encantado; para quem está estudando a língua alemã, é um ótimo exercício e, para quem, assim como eu, não sabe falar/não está estudando alemão, será 170MB ocupados no HD!

P.S.: Os outros álbuns e EP's estão aqui: Heimataerde - Discografia (com Templerblut - EP, lançado também este ano).


Tracklist:

CD 1:
01. Der Weg
02. Templerblut
03. Diese Nacht
04. Zwischen Den Sternen
05. Agnus Dei
06. Wacht Auf
07. God Rest Ye Merry Gentlemen
08. Tief In Dir
09. Outremer
10. Dein Opfer
11. Pilgerlied
12. Al Naharot Bavel
13. Allein
14. Leise Fliesst Der Ebro

CD 2:
01. Die Suche
02. Schlechte Nachrichten
03. Alagons Kastell
04. Nachttraum
05. Das Wiedersehen
06. Escatron
07. Der Feind
08. Die Kirche
09. Das Gefecht
10. Die Gabe
11. Zebaoth
12. Aufbruch

Download: BayFiles || FreakShare || Outros Links

segunda-feira, 31 de outubro de 2011
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Gui Boratto - Chromophobia

2 comentários

Gênero: Eletrônica / Minimal / Techno / House
País: Brasil
Ano: 2007

Comentário: De um tempo pra cá, tornou-se bastante frequente a utilização das premissas do minimalismo na música eletrônica. A consolidação disso se deu esse ano, com o londrino James Blake dando uma aula de como, de maneira cada vez mais intensa, hodiernamente, sem dúvida, menos é mais. Ocorre que, seja antes ou depois de Blake, o Minimal na música eletrônica sempre se revelou de forma melancólica, em tristonhas batidas.
Até que Gui Boratto, natural de São Paulo e, por lógica consequência, brasileiro, outorgou tons alegres ao estilo. Ou, como alguns críticos gostaram de avaliar em seu primeiro álbum, Chomophobia, Boratto deu cor a um gênero que somente se revelava de maneira acinzentada. E é por isso que o brasileiro tem, hoje, tamanho reconhecimento internacional, e é possível se dizer que esse reconhecimento, lá fora, é incomensuravelmente maior do que em sua terra natal.
Boratto lançou, ainda, em 2009, Take My Breath Away, e nesse ano o álbum III. Foram considerados consolidações na carreira do DJ, mas nenhum deles é tão bom e original quanto o álbum de estreia.


[ Site Oficial / MySpace / LastFM ]

Tracklist:
  1. "Scene 1" - 3:55
  2. "Mr. Decay" - 6:58
  3. "Terminal" - 5:57
  4. "Gate 7" - 6:41
  5. "Shebang" - 7:28
  6. "Chromophobia" - 7:12
  7. "The Blessing" - 5:40
  8. "Malá Strana" - 2:31
  9. "Acróstico" - 4:25
  10. "Xilo" - 3:55
  11. "Beautiful Life" - 8:31
  12. "Hera" - 3:59
  13. "The Verdict" - 3:37

    Mediafire / Sendspace / Rapidshare / Outros Links



    quinta-feira, 18 de agosto de 2011
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    Deadmau5 - 4x4=12

    4 comentários

    Gênero:
    Progressive House/Techno/Dubstep
    País: EUA
    Ano: 2010
    Comentários: Deadmau5 (pronuncia-se deadmouse mesmo) é uma alusão ao nick usado por um adolescente canadense chamado Joel Zimmerman quando, após um infeliz evento onde Joel encontrou um rato desfalecido e putrefato em seu computador, ficou conhecido nos fóruns internéticos como "the dead mouse guy". Como "dead mouse" era muito grande para o limite de caracteres do saudoso IRC, o rapaz criou a alcunha deadmau5. Bem, Joel é o rapaz que alguns depois estaria bombando como uns dos produtores de música eletrônica mais prolíficos na cena atualmente, com a façanha (não tão anormal atualmente, especialmente no Dubstep) de unir um caráter despretenciosamente não-comercial ao reconhecimento gradativo das massas. Isso se deve em especial a grande quantidade de remixes que o rapaz produziu ao longo da carreira, muitos com bastante repercussão. 4x4=12 é o quinto álbum de estúdio do rapaz, que tem entre outros lançamentos, várias compilações. E é na minha opnião o melhor lançamento do Deadmau5.

    A principal característica do disco é a batida marcante e inconfundível, aliada a um uso magistral de baixos e kicks que fazem a música ecoar dentro do seu cérebro, de tão grave e bem colocada nas músicas. O álbum abrange desde músicas mais dançantes, com seu lado bem Techno, até músicas mais intimistas como a sensacional Raise Your Weapon que conta com os vocais doces da cantora Greta Svabo Bech (sério, escutem a prévia, essa música vale muito a pena). Ainda há outras várias participações no disco, como podem conferir na tracklist, e o disco flui muito bem na proposta básica do progressive house, predendo o ouvinte durante as constantes progressões rítmicas e melódicas das músicas.

    Enfim, não há muito o que falar, os já conhecedores da obra de Deadmau5 sabem que não há tempo a se perder, é um álbum obrigatório aos fãs de músicas eletrônica. E principalmente pela sua habilidade rara de não ser cansativo, e sim rapidamente viciante.

    E se você ainda não notou, quatro vezes quatro dá dezesseis.

    Tracklist:


    1. "Some Chords" 7:24
    2. "Sofi Needs a Ladder" (featuring SOFI) 6:41
    3. "A City in Florida" 5:40
    4. "Bad Selection" 5:33
    5. "Animal Rights" (with Wolfgang Gartner) 6:15
    6. "I Said (Michael Woods Remix)" (with Chris Lake) 7:06
    7. "Cthulhu Sleeps" 10:34
    8. "Right This Second (Marcotix Remix)" 7:50
    9. "Raise Your Weapon" (featuring Greta Svabo Bech) 8:23
    10. "One Trick Pony" (featuring SOFI) 3:59
    11. "Everything Before" 6:36

    Links:

    DepositFiles
    Megaupload
    Outros Links (mirrorcreator)


    sábado, 13 de agosto de 2011
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    Patenbrigade Wolff - Demokratischer Sektor

    0 comentários
    Gênero: Trance, Techno, House, EBM, Industrial, Dark Electro, Aggrotech, Synthpop, Noise, Psy, e os caralhos... e...???...
    Ano: 2008
    País: Alemanha

    Comentário: Demokratischer Sektor é um álbum deveras estranho, sobretudo, na sequência e na gororoba das músicas! Neste Setor Democrático googletradutor mode: ON da música eletrônica, cada música segue − de certa forma − um gênero eletrônico. Por exemplo, Maurerradio (Old School Retro Club Mix) tem uma batida mais EBM/Industrial; Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx já segue algo mais Aggrotech; Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds) é mais Dance/Futurepop; Demokratischer Sektor (PVD Club Remix) tende para o House/Trance/Techno, com uma sonoridade bem mais leve e dançante como aquelas que encontramos comumente em festas de música eletrônica; Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew) é mais Noise e por aí vai.

    Realmente não sei se, de fato, o Patenbrigade Wolff resolveu unificar boa parte dos gêneros eletrônicos em apenas um álbum, contudo, posso afirmar que este álbum conseguiu atingir diversas preferências eletrônicas por mais antagônicas que fossem, ainda que com tão-somente uma música para cada gosto... e, claro, é bem dançante!



    Tracklist: 
    01. Maurerradio (Extended Version)
    02. Sendersuche 1
    03. Stalinallee
    04. Sendersuche 2
    05. Demokratischer Sektor (Blutfuss Club Remix)
    06. Schusswechsel
    07. Die rote Fahne faellt
    08. Ostberliner Bauarbeiter (Rohbau Remix by Kiew)
    09. Demokratischer Sektor (PVD Club Remix)
    10. Turmdrehkran (Extended Version)
    11. Maurerradio (Old School Retro Club Mix)
    12. Mit jedem sender informationen
    13. Turmdrehkran (Remix by Absurd Minds)
    14. Turmdrehkran (PVD Club Remix)
    15. Ostberliner Bauarbeiter (Club Mix)
    16. Gefahrstoffe feat. Sarah Noxx
    17. Krantransport feat. Sarah Noxx
    18. Schadenshoehe unbekannt
    19. Karl Eduard von Schnitzler
    20. Maurerradio (Remix by leserotique)




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    segunda-feira, 18 de julho de 2011
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    Boris - New Album

    0 comentários
    Gênero: Shoegaze/J-Rock/Psicodélico/Noise Pop/Techno/Boris
    País: Japão
    Ano: 2011

    Comentário: "Boris é Boris", essa é uma frase muito ouvida quando se fala da banda, simplesmente porque quando se trata de Boris, não há limites ou regras, você pode esperar qualquer coisa do tão querido power-trio japonês.

    Boris é aquele típo de banda que sofre de excesso de criativdade e não possui barreira comercial alguma, então você pode esperar uma quantidade de álbuns enorme quando vai explorar a discografia deles, e todos passeando por estilos completamente distintos, do tétrico Drone/Doom, ao noise barulhento (principalmente das parcerias com o Merzbow, outro japones da laia experimental bem conhecido) e tendo em seus trabalhos mais acessiveis e "easy listening" um flerte com o Stoner.

    No final do ano passado fora anunciado que 4 álbuns seriam lançados em 2011, logo no primeiro trimestre surge "New Album", sim esse é o nome. Resolvo obviamente fazer o download esperando literalmente qualquer coisa, eis que minha surpresa era maior do que eu esperava. New Album é completamente pop na sua essência, ao ouvir a primeira faixa, me pergunto se era a banda certa, um J-Rock comum e animado, que poderia ser tranquilamente a abertura de algum anime, após ela o álbum passa a evoluir e experimentar mais, ainda dentro do conceíto de música pop. O que temos aqui é Dream Pop, Shoegaze, Techno, Industrial e muita psicodelia. É de fato um dos trabalhos mais criativos da banda, e também divertidos, na verdade todo o experimentalismo está aqui, só que com uma roupagem de fácil digestão e assimilação, são faixas que passeiam pelo j-rock alegrinho, outras que caem na melancolia do shoegaze/dream pop, e outras completamente techno/industrial, puramente dançantes, mas ainda com suas viajens, ora incorporando compassos assimétricos, ora utilizando de ecos repetitivos, cada faixa com seus detalhes super inspirados, e o charme que só uma banda tão prolifera quanto Boris seria capaz de criar ao fazer um álbum pop.

    "Boris é Boris", e esse é sem dúvidas um trabalho que vale ao menos curiosidade de ouvir.

    Tracklist

    1. "Party Boy"       3:49
    2. "希望 -Hope-"       3:43
    3. "フレア" ("Flare")     4:21
    4. "Black Original"       4:27
    5. "Pardon?"       5:59
    6. "Spoon"       4:28
    7. "ジャクソンヘッド" ("Jackson Head")     3:12
    8. "黒っぽいギター" ("Dark Guitar"; English title "Les Paul Custom '86")     4:09
    9. "Tu, la la"       4:15
    10. "Looprider"       7:13



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