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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
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Bathory - Discografia

1 comentários
Gênero: Black / Viking Metal
País: Suécia
Ano de Atividade: 1983 - 2004

Comentário:Em 1983, Tomas Börje Forsberg com o nome de Black Spade (Tornando-se Quorthon mais tarde) juntamente com Freddan e Vans McBurger, fundaram Bathory, um dos precursores do Black e mais tarde, Viking Metal, e escreveram seus nomes na história da música. Aos 17 anos, na suécia, os 3 amigos montaram um grupo para tocar cover de bandas famosas, e nunca gravaram uma demo sequer. Pode ser desnecessária a explicação, mas o nome da horda é em homenagem a Elizabeth Bathory, uma Condessa do século 17, que vivia na Hungria e se banhava em sangue de jovens moças afim de manter a juventude eterna, estima-se que ela tanha matado de 600 a 700 meninas.

Em 1984, Bathory entraria em um Split com mais 4 bandas (Oz, Spitfire, Trash e Zero Nine) em uma coletânea chamada "Scandinavian Metal Attack" lançada em janeiro, e em outubro do mesmo ano sairia seu debut homônimo, com um som muito pesado e característico, o classic black metal, com pérolas como "War" e "In Conspiracy With Satan". Uma curiosidade é a respeito da capa, que originalmente as 1000 primeiras cópias teriam sido prensadas em dourado. Algumas linguas dizem que a banda não tinha grana pra fazer a segunda prensagem da mesma cor, mas a idéia mais aceita foi que Quorthon não gostou do bode amarelo, e pediu na capa o caprino em branco, que é a mais popular hoje em dia. E em 1985, a segunda versão do split anterior, "Scandinavian Metal Attack II", também contando com 5 bandas, com Spitfire e Zero Nine sendo substituidas por Biscaya e Mentzer, precedeu o disco "The Return.....", que trazia a mesma pegada do anterior, com hits como "Born for Burning" e "Bestial Lust". Com uma música já marcante, em 1987 veio o melhor disco de toda vasta discografia, e quem sabe, de toda discografia que engloba a primeira leva de Black Metal, na minha singela opinião. "Under the Sing of the Black Mark" veio pra quebrar todos os paradigmas, e mostrar uma banda extremamente rápida, ríspida, satânica e massacrante, e foi o album que fechou a caminhada do puro black metal.
sábado, 14 de abril de 2012
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Borknagar - Urd

0 comentários
Gênero: Black / Progressive / Viking / Folk Metal
País: Noruega
Ano: 2012

Comentário: Trago nesse post o novo trabalho dessa banda que, juntamente com Otyg, são as mais influentes, importantes e as pioneiras nesse estilo folk/viking metal, e dizer que esse álbum é algo sublime seria uma redundância no que se diz respeito a carreira desse super grupo, pois desde o seu início, em 1995, vem evoluindo a cada trampo, e deixando o som cada vez mais complexo, e mais acessível, agradando dos fãs mais antigos que entendem a evolução natural de uma banda, aos fãs que estão sendo iniciados no metal nos dias de hoje. URD, a tosco modo, na mitologia nórdica, é uma deusa representada por uma anciã, que só olha para trás, e guarda os segredos do passado, e isso tem a ver com a volta da banda a falar da natureza, dos elementos, da mitologia, o que foi deixado um pouco de lado no disco anterior chamado "Universal".
 
Falar dos integrantes dessa banda é uma covardia, o instrumental é algo perfeito, que dispensa qualquer tipo de comentário. Os vocais nesse album são divididos entre ICS Vortex, que tambem toca contra-baixo, e foi o responsável pelas linhas limpas do Dimmu Borgir, e o lendário Vintersorg, que fundou o Otyg tambem em 1995, e a homônima  Vintersorg em 1998, também clássica do Viking, que é o responsável pela parte vocal mais extrema. O maior destaque intrumental desse cd é o teclado, que é o total responsável pela atmosfera única que esse disco proporciona com maestria. Esse trabalho foi concebido com o dever de colar na sua mente, sendo muito leviano destacar uma única musica,  mas tenho alguns destaques que talvez resuma o cd. A faixa "Roots" começa com uma cadência mais light, mas logo se torna visível a velocidade, e é uma das musicas mais atmosféricas, com linhas vocais perfeitas e solos de guitarra emocionantes. "Frostbite" tem uma passagem instrumental lindíssima, cadenciada, com acelerações no momento certo, puro feeling do baterista David Kinkade (o mesmo batera do Soulfly), fazendo o ouvinte instintivamente prever a levada naturalmente, e o dueto vocal vocal é impressionante. "In a Deeper World" é mais progressiva, mais natural, mesmo assim emocionalmente linda. Mas não tem como citar a veia prog sem exaltar "The Winter Eclipes", que é a mais longa do cd, e é uma aula de música, em todos os aspectos, instrumentais, vocais, essa musica consegue resumir todo trabalho em uma única faixa, evidenciando a genialidade e a total maturidade dos músicos. Esse trampo ainda conta com 2 bônus, "Age of Creation", e a cover do Metallica " My Friend of Mysery" do Black Album.

O Som da banda soa o mesmo que na época do Origin e do Quintessence, com uma atmosfera antiga, vintage, que nos faz sentir o cheiro do orvalho, o frescor da floresta. A ponta Brazuca do disco fica por conta da arte feita pelo brasileiro Marcelo Vasco, muito forte e bonita. Um disco da volta as origens, de se ouvir de pé, e aplaudir, perfeito, me arrisco a dizer que é o melhor disco do gênero em anos, e com certeza, é um dos melhores, se não o melhor do ano no heavy metal até aqui. O grande diferencial fica por parte da coerência musical. A responsabilidade e respeito com os fãs da banda podem ser o um dos segredos dessa perfeição artística, além de todas essas cabeças legendárias pensando juntas, o que faz dessa banda a suprema dentre todas, sem exageros. Recomendadíssimo pra fãs de Metal em geral ou não, tenho certeza que pode emocionar até os mais eruditos. Obrigatório.

Myspace / Last FM

Tracklist:
1. Epochalypse - 06:08      
2. Roots - 05:55    
3. The Beauty of Dead Cities - 04:15      
4. The Earthling - 06:51      
5. The Plains of Memories - 04:27    
6. Mount Regency - 06:08      
7. Frostrite - 04:50      
8. The Winter Eclipse - 08:45      
9. In a Deeper World - 05:42
10. The Age Of Creation (Bonus Track) - 6:19
11. My Friend of Misery (Metallica cover - Bonus Track) - 6:19

Download:

Depositfiles / Freakshare / Rapidshare / Badongo / Fileflyer

terça-feira, 14 de junho de 2011
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Vintersorg - Jordpuls

3 comentários
País: Suécia
Gênero: Viking/Folk/Progressive Metal
Ano: 2011

Comentário: De todas as bandas do Vintersorg, sem dúvida o seu projeto solo é o que mais se destaca, talvez pela maior versatilidade da banda, talvez pelo maior empenho ou, principalmente, pela qualidade musical, que é no mínimo estupenda.

O disco começa sem introdução nenhuma, com uma música pesada e agressiva, que mixa maravilhosos guturais com excelentes vocais limpos - que cairam como uma luva no estilo da banda -, e essa mistura é comum no disco todo, dando um maravilhoso contraste, pois o gutural é agudo e bem rasgado, e o vocal limpo é forte e bem potente, como eu disse, de encaixando perfeitamente à proposta do grupo.

A banda contrasta também partes leves com sua sonoridade agressiva natural, entretanto, geralmente é de uma maneira abrupta, sem algum gancho para um aumento de peso gradativo. A banda tem diversas levadas, riffs e influênciaas progressivas, mas isso não impede que o peso e agressividade se propaguem com excelência. As partes acústicas não são compostas apenas de violão, pois flauta e até o piano são instrumentos que fazem parte das melodias do Vintersorg.

Em vários momentos o vocal limpo acaba predominando, com o gutural apenas participando em intervalos, mas não é em todo momento. Um excelente disco, que prova definitivamente que o Vintersorg não pode ser comparado ao Otyg e nem ao Borknagar sem humilhá-los, risos.

Tracklist:
1 .Världsalltets Fanfar - 05:2
2. Klippor Och Skär - 06:12
3. Till Dånet Av Forsar Och Fall 0 - 4:31
4. Mörk Nebulosa - 05:23
5. Stjärndyrkan - 05:06
6. Skogen Sover - 05:54
7. Vindögat - 04:34
8. Palissader - 05:27
9. Eld Och Lågor - 04:14

Line Up:
Andreas "Vintersorg" Hedlund - Vocals, Guitar, Bass, Keyboards
Mattias Marklund - Guitar

Session/live members:
Nils Johansson - Keyboards, Programming
Johan Lindgren - Bass
Benny Hägglund - Drums

domingo, 29 de maio de 2011
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Týr - The Lay Of Thrym

3 comentários
País: Ilhas Faroe
Gênero: Progressive Viking Metal
Ano: 2011

Comentário: Eu sempre citei o By The Light of The Northern Star como um dos meus discos preferidos entre todos, e não é exagero nenhum, porque acho que a harmonia, atmosfera e temática composta nesse grande trabalho é algo de dar inveja em qualquer compositor/banda. E desde que eu escutei "Take Your Tyrant", música liberada pela banda alguns dias antes do lançamento do disco, minhas expectativas estavam lá no alto, mas o CD conseguiu superar essas expectativas, por um motivo: o melhor disco da carreira do Týr, sem dúvida, e o melhor disco de Viking Metal que eu já escutei.

Em simplesmente todos os pontos, sem excessão, a banda mostra uma melhora substancial, se é que isso era possível. Refrões extremamente épicos, mais do que já eram, riffs e solos belos e épicos em demasia, a cozinha da banda segue mais pesada e precisa, os vocais do Heri se mostram mais flexíveis e maravilhosos, como eu disse, toda a banda evoluiu, de uma maneira incrível.

Além desse amadurecimento e evolução, temos uma maior versatilidade também. Músicas como "Evening Star", balada com refrão pesado e épico belíssima, "Fields Of Fallen", a música mais pesada do disco com um uma levada bem Heavy Metal e "Konning Rain", canção cantada em feroês que começa bem leve mas logo ganha peso, são exemplos dessa variedade de estilos, mas tudo sem fugir da proposta do Týr, claro. Isso tudo além de terem músicas mais progressivas como "Nine World Of Lore" e a faixa-título.

Também é totalmente válido comentar sobre a excelente capa, que assim como as outras capas do grupo, é um excelente trabalho. Vale ressaltar, mais uma vez, que o disco está impecável, do começo ao fim, dos riffs à capa. O Týr se superou de novo, e nos provou que é uma das maiores bandas de Metal da atualidade.

Faixas:
1. Flames of the Free - 04:17
2. Shadow of the Swastika - 04:23
3. Take Your Tyrant - 03:55
4. Evening Star - 05:04
5. Hall of Freedom - 04:06
6. Fields of the Fallen - 04:59
7. Konning Hans - 04:27
8. Ellindur Bondi a Jadri - 03:55
9. Nine Words of Lore - 04:04
10. The Lay of Thrym - 06:48

Line Up:
Heri Joensen - Vocals, Guitars
Gunnar Thomsen - Bass
Terji Skibenæs - Guitars
Kári Streymoy - Drums

sábado, 21 de maio de 2011
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Amon Amarth - Surtur Rising

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País: Suécia
Gênero: Death Melódico/Viking Metal
Ano: 2011

Comentário: O Amon Amarth nunca foi uma banda de enfatizar as atmosferas e temáticas sonoras Vikings, apesar das letras sempre abordarem esse tema. Em seus discos, a banda sempre deu mais espaço para um Death Metal Melódico pesado e não tão acelerado, vocais guturais graves - fator incomum no gênero - e riffs melódicos, como de costume no estilo. E em seu disco anterior, Twilight Of The Thunder God de 2008, o grupo deixou os Vikings só com as letras mesmo, sendo que a temática de guerra era um tanto ausente em diversas músicas, arrisco a dizer que a mesma foi bem discreta.

E em Surtur Rising temos uma mudança não tão drástica, mas que deixa mais aparente essa temática, além de uma maior agressividade, uma maior velocidade e até mesmo uma diferença na guitarra, com riffs mais velozes remetendo ao Power Metal em certos momentos, e solos excepcionais, vide "War Of The Gods", canção que esbanja excelência quando o assunto é guitarra - mas não é só no instrumento que a música é boa.

Os guturais do grande Johan Hegg seguem como sempre, fortes, firmes e agressivos, cozinha da banda pesada e precisa, e num geral, o Amon Amarth continua uma excelente banda. Destaques são dificílimos de serem feitos devido ao fato do disco ser inteiramente ótimo, mas eu arriscaria dizer que "Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II" e "Live Without Regrets" são as duas melhores, pois se for para destacar mais uma, terá que ser mais da metade do disco, risos.

E vale também comentar a qualidade do grupo ao vivo. Desde aos riffs até os solos, Olavi não erra nada, executando tudo com perfeição, enquanto Johan mantém os guturais sem falhar nemhum momento, com agressividade e empolgação de sobra, além de ser extremamente simpático e comunicativo com a plateia. Presença de palco excepcional, e musicalidade então nem precisa ser comentada. Essa última frase vale tanto para o show quanto para Surtur Rising.

Faixas:
1. War of the Gods - 04:33
2. Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II - 05:58
3. Destroyer of the Universe - 03:41
4. Slaves of Fear - 04:25
5. Live Without Regrets - 05:03
6. The Last Stand of Frej - 05:37
7. For Victory or Death - 04:30
8. Wrath of the Norsemen - 03:44
9. A Beast Am I - 05:14
10. Doom Over Dead Man - 05:55

Line Up:
Johan Hegg - Vocals
Johan Söderberg - Guitars
Olavi Mikkonen - Guitars
Ted Lundström - Bass
Fredrik Andersson - Drums


Quem escreve e faz os uploads:

 
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